Problema de Fluxo de Custo Mínimo
|
|
|
- Márcia Martinho Lacerda
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Problema de Fluo de Custo Míimo The Miimum Cost Flow Problem Fluo de Custo Míimo
2 O Problema de Fluo de Custo Míimo (The Miimum Cost Flow Problem) Este problema possui papel pricipal etre os modelos de otimização em redes, uma vez que este egloba uma eorme quatidade de aplicações e pode ser resolvido de maeira etremamete eficiete. O Problema de Trasporte, de Desigação, de Camiho Mais Curto e de Fluo Máimo (vistos ateriormete) são casos especiais do Problema de Fluo de Custo Míimo. A úica eceção é o Problema de Árvore Geradora Míima. A eemplo dos problemas acima (com eceção do Problema de Árvore Geradora Míima), o Problema de Fluo de Custo Míimo é um Problema de Programação Liear, logo o Simple pode ser utilizado para sua resolução. Uma versão específica do Simple, deomiada Método Simple de Redes pode ser utilizada de maeira aida mais eficiete de que o próprio Simple. Fluo de Custo Míimo 2
3 Algumas Cosiderações. A rede é represetada por um Dígrafo (orietada) e coectada. 2. No míimo um dos ós é um ó de forecimeto (origem). 3. No míimo um dos ós é um ó de demada (destio). 4. Todos os ós restates são ós Trasshipmet (etreposto, itermediário). 5. A rede possui arcos, tato quato forem ecessários, com capacidade suficiete para habilitar todos os fluos gerados os ós de forecimeto para alcaçar os ós de demada. 6. O custo do fluo através de cada arco é proporcioal a quatidade daquele fluo, ode o custo por uidade de fluo é cohecido. 7. O objetivo é miimizar o custo total de eviar o forecimeto dispoível através da rede para satisfazer a demada dada (um objetivo alterativo é maimizar o lucro total para fazer isto). Fluo de Custo Míimo 3
4 Eemplos de Aplicações: A mais importate aplicação está em plaejar a operação de uma rede de distribuição de uma compahia. Este tipo de aplicação evolve determiar um plao para trasportar bes a partir das fotes (fábricas, etc) para locais de armazeagem itermediárias (quado ecessário) e etão para os clietes (demada). Fluo de Custo Míimo 4
5 Formulação do Modelo Cosidere um Dígrafo coectado, ode os ós icluem-se o míimo um ó de forecimeto e o míimo um ó de demada. As variáveis de decisão (de cotrole) são fluo o arco (i,j). As iformações ecessárias são: c custo por uidade de fluo o arco (i,j) u capacidade de fluo o arco (i,j) b i > 0 se o ó i é um ó de forecimeto b i fluo a rede gerado o ó i A fução-objetivo é: Miimizar Z c i Sujeito a para cada ó i 0 u e para cada arco (i,j) ji b i b i < 0 se o ó i é um ó de demada b i 0 se o ó i é um ó trasshipmet ji fluo fluo sai chega ó i ó i Fluo de Custo Míimo 5
6 Em algumas aplicações, faz-se ecessário ter um limite iferior L >0 para o fluo o arco (i,j). Para evitar alterações a formulação do modelo, utiliza-se: L L Propriedade de Soluções Iteiras com substituido Para Problemas de Fluo de Custo Míimo, ode todo b i e u são valores iteiros, todas as variáveis básicas em toda solução básica viável também são valores iteiros. Propriedade de Soluções Viáveis Uma codição ecessária para um Problema de Fluo de Custo Míimo ter alguma solução viável é que b i 0, isto é, o fluo total gerado os ós de forecimeto i deve ser igual ao fluo total absorvido os ós de demada. Quado este fato é violado sigifica que os forecimetos ou as demadas represetam limites superiores ao ivés de quatidades eatas. No caso do Problema de Trasporte, por eemplo, um destio (origem) auiliar é criado a fim de absorver a oferta (demada) em ecesso. De maeira aáloga, o Problema de Fluo de Custo Míimo cria-se um ó de demada (forecimeto) auiliar para absorver o forecimeto (demada) em ecesso. Fluo de Custo Míimo 6
7 Eemplo O dígrafo abaio ilustra uma rede de distribuição de uma compahia, ode os ós A e B são duas fábricas desta compahia, os ós D e E são dois estoques e o ó C é um cetro de distribuição (trasshipmet). Fluo de Custo Míimo 7
8 O modelo de Programação Liear para este eemplo fica: Miimizar Sujeito a Z 2 AB 4 AC 9 AD 3 BC CE 3 DE 2 ED e AB AB AB AC AC AD AD BC BC CE CE CE DE DE ED ED Fluo de Custo Míimo 8
9 Casos Especiais (demais Problemas de Redes como Problema de Fluo de Custo Míimo). Problema de Trasporte Um ó de forecimeto para cada fote Um ó de demada para cada destio Nehum ó Trasshipmet u mi sujeito a: m Z c ji i b 0 i s d i i j dispoibilidade demada ( i,..., m; j,...) u 0 2. Problema de Desigação Igual ao Problema de Trasporte, com: úmero de ós de forecimeto é igual ao úmero de ós de demada b i para cada ó de forecimeto b i - para cada ó de demada mi sujeito a: m Z c i ji b 0 u i dispoibilidade demada i se i desigado para j 0 caso cotrário Fluo de Custo Míimo 9
10 3. Problema de Camiho Mais Curto Apeas um ó de forecimeto (origem) com forecimeto Apeas um ó de demada (destio) com demada Todos demais ós são ós Trasshipmet Todo arco permite fluo em ambos setidos (i j e j i), com eceção dos arcos que saem da origem e dos arcos que chegam o destio mi sujeito a: 0 m Z c i ji i origem 0 i origem i destio ou para cada arco (i,j) destio Distâcias são os custos c e c ji u Fluo de Custo Míimo 0
11 4. Problema de Fluo Máimo Apeas um ó de forecimeto (origem) Apeas um ó de demada (destio) Todos demais ós são ós Trasshipmet c 0 para todo (i,j) Adicioar um arco coectado o ó de demada ao ó de forecimeto (este setido) com: u demada,forecimeto e c demada,forecimeto > 0 (ormalmete utiliza-se c demada,forecimeto para simplificar cálculos). Obs: a adição deste arco auiliar tora os ós de forecimeto e de demada também ós Trasshipmet. ma ji 0 Z sujeito a: m 0 u i Fluo de Custo Míimo c mi Z para cada arco (i,j) destio,origem
12 Modelo de Fluo Máimo a partir do modelo de Fluo de Custo Míimo para o eemplo do Parque Seervada (código Lido). MIN TO!MAX TO!PODE USAR MAX TO OU MIN -TO SUBJECT TO R) OA OB OC - TO 0 VARIABLE VALUE R2) AB AD - OA 0 TO R3) BD BE BC - AB - OB 0 OA R4) CE - BC - OC 0 OB R5) DT - AD - BD - ED 0 OC R6) ED ET - BE - CE 0 AB R7) TO - DT - ET 0 AD END BD !LIMITES SUPERIORES BE SUB OA 5 BC SUB OB 7 CE SUB OC 4 DT SUB AB ED SUB AD 3 SUB BC 2 ET SUB BD 4 SUB BE 5 SUB CE 4 SUB DT 9 SUB ED Fluo de Custo Míimo 2 SUB ET 6
Problema de Fluxo de Custo Mínimo
Problema de Fluo de Custo Míimo The Miimum Cost Flow Problem Ferado Nogueira Fluo de Custo Míimo O Problema de Fluo de Custo Míimo (The Miimum Cost Flow Problem) Este problema possui papel pricipal etre
O termo "linear" significa que todas as funções definidas no modelo matemático que descreve o problema devem ser lineares, isto é, se f( x1,x2
MÓDULO 4 - PROBLEMAS DE TRANSPORTE Baseado em Novaes, Atôio Galvão, Métodos de Otimização: aplicações aos trasportes. Edgar Blücher, São Paulo, 978..CONCEITOS BÁSICOS DE PROGRAMAÇÃO LINEAR É uma técica
Problema de Fluxo Máximo
Problema de Fluxo Máximo The Maximum Flow Problem Fernando Nogueira Fluxo Máximo 1 O Problema de Fluxo Máximo (The Maximum Flow Problem) Considere uma rede direcionada (dígrafo) conectada, com 2 nós especiais
PROJETO E ANÁLISES DE EXPERIMENTOS (PAE) PROJETO FATORIAL 2 k COMPLETO E REPLICADO. Dr. Sivaldo Leite Correia
PROJETO E ANÁLISES DE EXPERIMENTOS (PAE) PROJETO FATORIAL 2 k COMPLETO E REPLICADO Dr. Sivaldo Leite Correia CONCEITOS, LIMITAÇÕES E APLICAÇÕES Nos tópicos ateriores vimos as estratégias geeralizadas para
6. Modelagem Matemática para Solução por Método Exato
69 6. Modelagem Matemática para Solução por Método Exato Os primeiros modelos a tratarem do Problema de Programação da Produção datam das décadas de 50 e 60. Destes modelos, destacam-se os modelos propostos
Minicurso Introdução a Problemas de Otimização
Miicurso Itrodução a Problemas de Otimização Adriaa Cristia Cherri Departameto de Matemática - Faculdade de Ciêcias Uiversidade Estadual Paulista - Campus de Bauru [email protected] Adréa Carla Goçalves
DESIGUALDADES, LEIS LIMITE E TEOREMA DO LIMITE CENTRAL. todas as repetições). Então, para todo o número positivo ξ, teremos:
48 DESIGUALDADES, LEIS LIMITE E TEOREMA DO LIMITE CENTRAL LEI DOS GRANDES NÚMEROS Pretede-se estudar o seguite problema: À medida que o úmero de repetições de uma experiêcia cresce, a frequêcia relativa
Estudando complexidade de algoritmos
Estudado complexidade de algoritmos Dailo de Oliveira Domigos wwwdadomicombr Notas de aula de Estrutura de Dados e Aálise de Algoritmos (Professor Adré Bala, mestrado UFABC) Durate os estudos de complexidade
Resoluçaõ de exercícios de Programação Linear Inteira
Resoluçaõ de exercícios de Programação Liear Iteira Carlos Eduardo Ramisch - N.º Cartão: 134657 PESQUISA OPERACIONAL I (ADM01120) Turma B Professor Deis Borestei 19 de juho de 2006 Problema 1: Exercício
Mecânica dos Sólidos II
Curso de Egeharia Civil Uiversidade Estadual de Marigá Cetro de Tecologia Departameto de Egeharia Civil Mecâica dos Sólidos II Bibliografia: Beer, F. P.; Johsto, Jr. E. R.; DEWolf, J. T. Resistêcia dos
CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA
Itrodução CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA A Ciética Química estuda a velocidade com a qual as reações acotecem e os fatores que são capazes de realizar ifluêcia sobre ela. A medida mais
5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO
5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO 5.1 INTRODUÇÃO Um sistema é defiido como todo o cojuto de compoetes itercoectados, previamete determiados, de forma a realizar um cojuto
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS rof Me Arto Barboi SUMÁRIO INTRODUÇÃO EQUAÇÃO DIFERENCIAL ORDINÁRIA (EDO) Ordem de uma Equação Diferecial Ordiária Grau de uma Equação Diferecial Ordiária Solução geral e particular
lim Px ( ) 35 x 5 ), teremos Px ( ) cada vez mais próximo de 35 (denotaremos isso da forma Px ( ) 35 ). UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CAMPUS IV-CCAE
CURSO DISCIPLINA PROFESSOR I) Itrodução ao Limite de uma Fução UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CAMPUS IV-CCAE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Limite de uma Fução José Elias
Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos
Aálise de Algoritmos Aálise de Algoritmos Prof Dr José Augusto Baraauskas DFM-FFCLRP-USP A Aálise de Algoritmos é um campo da Ciêcia da Computação que tem como objetivo o etedimeto da complexidade dos
PROVA DE MATEMÁTICA DA UNIFESP VESTIBULAR 2011 RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.
PROVA DE MATEMÁTICA DA UNIFESP VESTIBULAR 0 Profa Maria Atôia Gouveia 6 A figura represeta um cabo de aço preso as etremidades de duas hastes de mesma altura h em relação a uma plataforma horizotal A represetação
2.ª FASE 2018 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO EXAME NACIONAL DE MATEMÁTICA A ª FASE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO
EXAME NACIONAL DE MATEMÁTICA A 08.ª FASE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO Site: http://recursos-para-matematica.webode.pt/ Facebook: https://www.facebook.com/recursos.para.matematica EXAME NACIONAL DE MATEMÁTICA
Matemática Aplicada. Uma solução: Sejam x e y as quantidades de melancias e melões no início da manhã. No final da manhã as quantidades eram
Matemática Aplicada 1 Maoel vede melacias e melões em sua barraca o mercado de frutas. Certo dia, iiciou seu trabalho com a barraca cheia de frutas e, durate a mahã, vedeu 1 melacias e 16 melões. Maoel
étodos uméricos MÉTODO DOS MOMENTOS - MOM Prof. Erivelton Geraldo Nepomuceno PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA
étodos uméricos MÉTODO DOS MOMETOS - MOM Prof. Erivelto Geraldo epomuceo PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EGEHARIA ELÉTRICA UIVERSIDADE DE JOÃO DEL-REI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA CETRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECOLÓGICA
MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS - SP 05/06/06 Para a costrução de uma jaela a sala de um teatro, eiste a dúvida se ela deve ter a forma de um retâgulo, de um círculo ou etão da figura formada pela
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 12.º Ano Versão 1
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A.º Ao Versão Nome: N.º Turma: Apresete o seu raciocíio de forma clara, idicado todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações ecessárias. Quado, para
Secção 1. Introdução às equações diferenciais
Secção. Itrodução às equações difereciais (Farlow: Sec..,.) Cosideremos um exemplo simples de um feómeo que pode ser descrito por uma equação diferecial. A velocidade de um corpo é defiida como o espaço
Parte 3: Gráfico de Gestão de Estoque. Gráficos e Cálculos Fundamentais
Capítulo 3: Gestão de stoques Curso de Admiistração de mpresas 2º Semestre 09 Disciplia: Admiistração da Logística e Patrimôio Capítulo 03: Gestão de estoques (Partes 3 e 4) Parte : Itrodução Parte 2:
Fundamentos de Análise Matemática Profª Ana Paula. Números reais
Fudametos de Aálise Matemática Profª Aa Paula Números reais 1,, 3, cojuto dos úmeros aturais 0,1,,3, cojuto dos úmeros iteiros p q /p e q cojuto dos úmeros racioais a, a 0 a 1 a a, a e a i 0, 1,, 3, 4,
ESCOLA BÁSICA DE ALFORNELOS
ESCOLA BÁSICA DE ALFORNELOS FICHA DE TRABALHO DE MATEMÁTICA 9.º ANO VALORES APROXIMADOS DE NÚMEROS REAIS Dado um úmero xe um úmero positivo r, um úmero x como uma aproximação de x com erro iferior a r
10 - Medidas de Variabilidade ou de Dispersão
10 - Medidas de Variabilidade ou de Dispersão 10.1 Itrodução Localizado o cetro de uma distribuição de dados, o próximo passo será verificar a dispersão desses dados, buscado uma medida para essa dispersão.
PROVA DE RACIOCÍNIO MATEMÁTICO
)Uma prova costa de testes de múltipla escolha, cada um com 5 alterativas e apeas uma correta Se um aluo ``chutar`` todas as respostas: a)qual a probabilidade dele acertar todos os testes? b)qual a probabilidade
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano a Fase
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - o Ao 08 - a Fase Proposta de resolução Cadero... Como P µ σ < X < µ + σ 0,94, logo como P X < µ σ P X > µ + σ, temos que: P X < µ σ 0,94 E assim, vem que: P X > µ σ P X
Prova-Modelo de Matemática
Prova-Modelo de Matemática PROVA Págias Esio Secudário DURAÇÃO DA PROVA: miutos TOLERÂNCIA: miutos Cotações GRUPO I O quarto úmero de uma certa liha do triâgulo de Pascal é. A soma dos quatro primeiros
DILMAR RICARDO MATEMÁTICA. 1ª Edição DEZ 2012
DILMAR RICARDO MATEMÁTICA TEORIA 6 QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS GABARITADAS Teoria e Seleção das Questões: Prof. Dilmar Ricardo Orgaização e Diagramação: Mariae dos Reis ª Edição DEZ 0 TODOS OS DIREITOS
FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO. Licenciatura em Economia E C O N O M E T R I A I I PARTE
FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO Liceciatura em Ecoomia E C O N O M E T R I A I (LEC0) Exame Fial 0 de Jaeiro de 00 RESOLUÇÃO: I PARTE I GRUPO a) Dispoível uma amostra de observações de Y para períodos cosecutivos,
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 3
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 0.º Ao Versão Apresete o seu raciocíio de forma clara, idicado todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações ecessárias. Quado, para um resultado, ão
1. Revisão Matemática
Se x é um elemeto do cojuto Notação S: x S Especificação de um cojuto : S = xx satisfaz propriedadep Uião de dois cojutos S e T : S T Itersecção de dois cojutos S e T : S T existe ; para todo f : A B sigifica
CPV O cursinho que mais aprova na FGV
O cursiho que mais aprova a FGV FGV ecoomia a Fase 0/dezembro/00 MATEMÁTICA 0. Se P é 0% de Q, Q é 0% de R e S é 0% de R, etão P S é igual a: 0 c 0. Dado um petágoo regular ABCDE, costrói-se uma circuferêcia
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 11.º Ano Versão 5
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A.º Ao Versão 5 Nome: N.º Turma: Apresete o seu raciocíio de forma clara, idicado todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações ecessárias. Quado, para
3. Seja C o conjunto dos números complexos. Defina a soma em C por
Eercícios Espaços vetoriais. Cosidere os vetores = (8 ) e = ( -) em. (a) Ecotre o comprimeto de cada vetor. (b) Seja = +. Determie o comprimeto de. Qual a relação etre seu comprimeto e a soma dos comprimetos
Séquências e Séries Infinitas de Termos Constantes
Capítulo Séquêcias e Séries Ifiitas de Termos Costates.. Itrodução Neste capítulo estamos iteressados em aalisar as séries ifiitas de termos costates. Etretato, para eteder as séries ifiitas devemos ates
UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE
UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE Debora Jaesch Programa de Pós-Graduação em Egeharia de Produção
Grupo I. Proposta de Resolução do Exame de Matemática A Cód ª Fase de Junho
Proposta de Resolução do Eame de Matemática A Cód. 65-1ª Fase 01 1 de Juho Grupo I Questões 1 4 5 6 7 8 Versão 1 B D C B A C A C Versão C B D B C A D A 1. 7 A 10 P 7 P A 1 10 10 A B A B A B P P P P PB
Economia Florestal. A floresta como um capital
Ecoomia Florestal A floresta como um capital O que é um capital? Defiição Capital é um fudo ou valor (pode ser moetário, bes, maquiaria, etc.) que pode gerar redimetos futuros durate um certo tempo, capazes
Questão 02. é (são) verdadeira(s) A) apenas I. B) apenas II. C) apenas III. D) apenas I e II. E) Nenhuma. Questão 03 8 A) 9 B) C)
0 ITA "A matemática é o alfabeto com que Deus escreveu o mudo" Galileu Galilei Notações : cojuto dos úmeros aturais;,,,... i z : cojuto dos úmeros iteiros : cojuto dos úmeros racioais : cojuto dos úmeros
Exercícios de Aprofundamento Matemática Progressão Aritmética e Geométrica
Exercícios de Aprofudameto Matemática Progressão Aritmética e b. (Fuvest 05) Dadas as sequêcias a 4 4, b, c a a e d, b defiidas para valores iteiros positivos de, cosidere as seguites afirmações: I. a
3ª Lista de Exercícios de Programação I
3ª Lista de Exercícios de Programação I Istrução As questões devem ser implemetadas em C. 1. Desevolva um programa que leia dois valores a e b ( a b ) e mostre os seguites resultados: (1) a. Todos os úmeros
1.1. Ordem e Precedência dos Cálculos 1) = Capítulo 1
Capítulo. Aritmética e Expressões Algébricas O estudo de cálculo exige muito mais que o cohecimeto de limite, derivada e itegral. Para que o apredizado seja satisfatório o domíio de tópicos de aritmética
( α ) tan. Máximo do Aluno: Rumo ao Exame! θ <, portanto, 24 x e tan52º = h x. Teste de avaliação 1. tan 36º h. Págs. 3 e 4. Assim, resulta que: = = <
Máimo do Aluo: Rumo ao Eame! Teste de avaliação A { R : ( ) } < A R : ta < A R : ta < Págs e A R : k, < A R : k, < A R : k, < A R : k, < A, 7 7 cos θ cos θ cos θ 6 cos θ cosθ cosθ No etato, θ,, pelo que
Estimativa de Parâmetros
Estimativa de Parâmetros ENG09004 04/ Prof. Alexadre Pedott [email protected] Trabalho em Grupo Primeira Etrega: 7/0/04. Plao de Amostragem - Cotexto - Tipo de dado, frequêcia de coleta, quatidade
O PROBLEMA DE TRANSPORTES SOB A ÓTICA DOS MODELOS DE EQUILÍBRIO ESPACIAL DE MERCADO
O PROBLEMA DE TRANSPORTES SOB A ÓTICA DOS MODELOS DE EQUILÍBRIO ESPACIAL DE MERCADO Sérgio Ferado Mayerle, Dr. UFSC / CTC / EPS - [email protected] - Floriaópolis - SC Thiago Dedavid de Almeida Bastos
Experimento 1 Estudo da Lei de Hooke
Experimeto 1 Estudo da Lei de Hooke 1.1 Objetivos Físicos Verificação experimetal da lei de Hooke para uma mola helicoidal: Medida experimetal do módulo de rigidez do material μ. 1. Objetivos Didáticos
Cap. VI Histogramas e Curvas de Distribuição
TLF /11 Capítulo VI Histogramas e curvas de distribuição 6.1. Distribuições e histogramas. 6 6.. Distribuição limite 63 6.3. Sigificado da distribuição limite: frequêcia esperada e probabilidade de um
TP052-PESQUISA OPERACIONAL I Modelagem. Prof. Volmir Wilhelm Curitiba, Paraná, Brasil
TP05-PESQUIS OPERCIONL I Modelagem Prof. Volmir Wilhelm Curitiba Paraá rasil Modelagem - Programa Liear-pl Maimizar ou miimizar uma fução liear Sujeito a um cojuto de restrições lieares (igualdades ou
Material Teórico - Módulo Binômio de Newton e Triangulo de Pascal. Soma de Elementos em Linhas, Colunas e Diagonais. Segundo Ano do Ensino Médio
Material Teórico - Módulo Biômio de Newto e Triagulo de Pascal Soma de Elemetos em Lihas, Coluas e Diagoais Segudo Ao do Esio Médio Autor: Prof Fabrício Siqueira Beevides Revisor: Prof Atoio Camiha M Neto
Material Teórico - Módulo Binômio de Newton e Triangulo de Pascal. Soma de Elementos em Linhas, Colunas e Diagonais. Segundo Ano do Ensino Médio
Material Teórico - Módulo Biômio de Newto e Triagulo de Pascal Soma de Elemetos em Lihas, Coluas e Diagoais Segudo Ao do Esio Médio Autor: Prof Fabrício Siqueira Beevides Revisor: Prof Atoio Camiha M Neto
Vestibular de Verão Prova 3 Matemática
Vestibular de Verão Prova N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA. Cofira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, que costam a etiqueta fixada
Vestibular de Verão Prova 3 Matemática
Vestibular de Verão Prova N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA. Cofira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, que costam a etiqueta fixada
Vestibular de Verão Prova 3 Matemática
Vestibular de Verão Prova N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA. Cofira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, que costam a etiqueta fixada
Vestibular de Verão Prova 3 Matemática
Vestibular de Verão Prova N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA. Cofira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, que costam a etiqueta fixada
1- Resolução de Sistemas Lineares.
MÉTODOS NUMÉRICOS PR EQUÇÕES DIFERENCIIS PRCIIS 1- Resolução de Sistemas Lieares. 1.1- Matrizes e Vetores. 1.2- Resolução de Sistemas Lieares de Equações lgébricas por Métodos Exatos (Diretos). 1.3- Resolução
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Pato Branco ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO. Prova Parcial 1 Matemática Discreta para Computação 2011
Campus Pato Braco Prova Parcial Matemática Discreta para Computação 20 Aluo(a): Data: 08/04/20. (,5p) Explicar o Paradoxo de Cator. Use como base o seguite: Teorema de Cator: Para qualquer cojuto A, a
3.4.2 Cálculo da moda para dados tabulados. 3.4 Moda Cálculo da moda para uma lista Cálculo da moda para distribuição de freqüências
14 Calcular a mediaa do cojuto descrito pela distribuição de freqüêcias a seguir. 8,0 10,0 10 Sabedo-se que é a somatória das, e, portato, = 15+25+16+34+10 = 100, pode-se determiar a posição cetral /2
Escola de Engenharia de Lorena EEL USP Departamento de Engenharia Química DEQUI Disciplina: Normalização e Controle da Qualidade NCQ
1 Escola de Egeharia de orea EE SP Departameto de Egeharia Química DEQI Disciplia: Normalização e Cotrole da Qualidade NCQ Capítulo : Amostragem por Variáveis (MI STD 1) SEÇÃO A.1 Objetivo Este capítulo
Ajuste de Curvas pelo Método dos Quadrados Mínimos
Notas de aula de Métodos Numéricos. c Departameto de Computação/ICEB/UFOP. Ajuste de Curvas pelo Método dos Quadrados Míimos Marcoe Jamilso Freitas Souza, Departameto de Computação, Istituto de Ciêcias
OPERAÇÃO 1 OPERAÇÃO 2 OPERAÇÃO 3 OPERAÇÃO mês 10% a.m. 100,00 110,00 121,00
Módulo 7 J uros Compostos Os juros compostos são cohecidos, popularmete, como juros sobre juros. 7.1 Itrodução: Etedemos por juros compostos quado o fial de cada período de capitalização, os redimetos
Universidade Federal Fluminense ICEx Volta Redonda Introdução a Matemática Superior Professora: Marina Sequeiros
3. Poliômios Defiição: Um poliômio ou fução poliomial P, a variável x, é toda expressão do tipo: P(x)=a x + a x +... a x + ax + a0, ode IN, a i, i = 0,,..., são úmeros reais chamados coeficietes e as parcelas
Virgílio A. F. Almeida DCC-UFMG 1/2005
Virgílio A. F. Almeida DCC-UFMG 1/005 !" # Comparado quatitativamete sistemas eperimetais: Algoritmos, protótipos, modelos, etc Sigificado de uma amostra Itervalos de cofiaça Tomado decisões e comparado
ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES
ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES Aluo(a): Turma: Professores: Data: Edu/Vicete Noções de Estatística Podemos eteder a Estatística como sedo o método de estudo de comportameto coletivo, cujas coclusões são
Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Disciplina: TRANSPORTES. Sessão Prática 4: Amostragem
Mestrado Itegrado em Egeharia Civil Disciplia: TRNSPORTES Prof. Resposável: José Mauel Viegas Sessão Prática 4: mostragem Istituto Superior Técico / Mestrado Itegrado Egª Civil Trasportes ulas Práticas
Problema de cobertura de arcos um estudo de caso
Problema de cobertura de arcos um estudo de caso Adréia Smiderle (Fac. Mater Dei) [email protected] Maria Teresiha Ars Steier (UFPR) [email protected] Celso Carieri (UFPR) [email protected] Resumo Neste
