Qualidade, Estratégia e Competitividade
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- Wagner Farinha Aranha
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1 Qualidade, Estratégia e Competitividade Ref.: DI SERIO, L.C.; VASCONCELLOS, M. A. Estratégia e Competitividade Empresarial: Inovação e criação de valor. São Paulo: Saraiva, Cap.6-7. Prof. Luciel Henrique de Oliveira [email protected] 1
2 Origem Militar planejar e executar movimentos e operações visando alcançar ou manter posições favoráveis ao alcance de objetivos previamente definidos Estratégia Pós II Guerra: atacar mercados e se defender dos concorrentes. Anos 1960: planos específicos SWOT Anos 1970: empresas japonesas competência operacional. Anos 1980: Posicionamento Estratégico Porter. Anos 2000: Estratégia + Competitividade + Adequação ao cliente + parcerias com fornecedores e concorrentes modelo Ganha-Ganha
3 Estratégia Atualmente, o tema estratégia continua dominando a atenção de gestores, consultores e acadêmicos. Como definir ESTRATÉGIA? A forma como pode ser vista está relacionada às circunstâncias internas da empresa e de seu ambiente de negócios.
4 Estratégia Para cada organização empresarial, uma determinada teoria poderá ser mais adequada que a outra. Sendo assim, existem diversas maneiras de abordar o futuro
5 Perspectivas no campo da estratégia empresarial Clássica Processual Evolucionária Sistêmica Estratégia Formal Artesanal Eficiente Imersa Racionalidade Foco Processos Influências-chave Autores principais Maximização dos lucros Interno (planos) Analítico Economia/ militar Chandler; Ansoff; Porter Vaga Sobrevivência Local Interno (políticas/cogni ções) Barganha / aprendizado Psicologia Cyert e March; Mintzberg; Pettigrew Externa (mercados) Darwiniano Economia/ biologia Hannan e Freeman; Williamson Externa (sociedades) Social Sociologia Granovetter; Whitley Floresceu durante 1960s 1970s 1980s 1990s
6 E então? Olhar para o mercado e buscar oportunidades??? Explorar as habilidades e Competências da minha empresa???
7 O papel da Estratégia de Operações Estratégia do negócio A estratégia de produção da operação total ou macrooperação deveria contribuir para a Estratégia de Negócios e ajudar as outras funções a darem a sua contribuição. Estratégia de P & D Estratégia de marketing Estratégia de produção Estratégia de finanças Estratégia de RH Estratégia de produção das microoperações Estratégia de produção das microoperações Estratégia de produção das microoperações A estratégia de produção de cada microoperação ou unidade deveria contribuir para a estratégia de produção e ajudar as outras unidades a darem sua própria contribuição.
8 Modelo de Slack Cone de areia Custo Flexibilidade Velocidade Confiabilidade Qualidade Objetivos de desempenho Qualidade Qualidade + confiabilidade Qualidade + confiabilidade + velocidade Qualidade + confiabilidade + velocidade + flexibilidade Qualidade + confiabilidade + velocidade + flexibilidade + custo
9 Critérios de Desempenho Critério B Critério B Critério A Critério A
10 Compromisso entre custo e Custo Baixo nível de serviço I O trade-off ao longo de uma curva existente, é conseqüência da escolha custo-flexibilidade, dentro das políticas atuais de manufatura e operações II A mudança para uma nova curva necessita de melhorias fundamentais nas políticas de manufatura e operações Nível de Custo II I Novo Curva de Trade-off Alto Atual Baixo Alto Nível de Flexibilidade
11 A visão de Inovação de Valor Alto estratégias ganhadoras Tamanho do mercado Inovadores de valor Baixo Baixo Liderança de custo Conquistar o mercado ampliado Preço Diferenciação Alto
12 Alto Valor e Baixo Custo Quais atributos geralmente aceitos pelo setor devemos ELIMINAR? Quais atributos devemos REDUZIR bem abaixo do padrão do setor? Quais atributos devemos LEVANTAR bem acima do padrão do setor? Quais atributos que o setor nunca ofereceu devemos CRIAR? Custos Value Innovation Valor para o Cliente Redução de custos ao eliminar e reduzir atributos Vantagens de custos em função de altos volumes Alto Valor ao levantar e criar atributos
13 Estratégia do Oceano azul KIM, W.C. e MAUBIRGNE, R. A Estratégia Oceano Azul: Como Criar Novos Mercados e Tornar a Concorrência Irrelevante. Rio de Janeiro: Campus
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15 Estratégia do Oceano azul
16 Estratégia do Oceano azul Empresas que criam novos nichos, fazendo a concorrência um fator irrelevante, encontram um outro caminho para o crescimento.
17 Diminuição de público Uso de Animais Aumento de Custos Artistas famosos Espetáculos Temáticos Novo público Diminuição de Custos 4:35:15 Concorrentes Melhor infraestrutura 17
18 * Criada em 1984, por um grupo de artistas de rua Assistido por mais de 40 milhões de pessoas Em 90 cidades no mundo todo Ringling Brothers and Barnum &Bailey Circus Demorou mais de 100 anos para alcançar tais resultados. Fatores do Atual Mercado: Crianças querem PlayStations Público do circo cada vez menor Receita e Lucro cada vez menor Uso de animais no circo 18
19 REINVENÇÃO DO CIRCO Circo é para crianças? O Cirque du Soleil percebeu que, para vencer no futuro as empresas devem parar de competir umas com as outras Atraiu adultos e clientes empresariais, dispostos a pagar preços muito altos 4:35:15 19
20 Circos tradicionais se fixavam na contratação de palhaços e domadores mais famosos, o que inflava a estrutura de custos dos circos. Resultado era aumentar as despesas sem aumentar as receitas. O Cirque du Soleil criar um circo com mais diversão e vibração, a sofistiçação intelectual e a riqueza artística do teatro. 4:35:15 20
21 Cirque du Soleil criando o Oceano Azul
22 Modelo das 4 ações criando o Oceano Azul 22
23 Voltando ao Cirque Du Soleil... Eliminar Astros circenses Espetáculos com Animais Descontos para grupos Vários picadeiros Reduzir Diversão e Humor Vibração e Perigo Elevar Picadeiro único Criar Tema Ambiente refinado Várias produções Músicas e danças artísticas 23
24 O Modelo Diamante de Porter Contexto para a estratégia e rivalidade da empresa Condições dos fatores (recursos, insumos) Recursos humanos Recursos físicos Recursos de conhecimentos Recursos de capital Infra-estrutura física Infra-estrutura científica e tecnológica Massa crítica de fornecedores capazes, localizados no cluster Presença de aglomerados, em vez de setores isolados Setores correlatos e de apoio Fonte: Porter (1990). Condições da demanda Clientes locais sofisticados e exigentes Necessidades dos clientes que antecipem as necessidades que surgirão em outros lugares Demanda local com segmentos especializados
25 AMAZÔNIA Farmacologia Piscicultura Madeiras e móveis RORAIMA Artesanato Piscicultura Madeiras e móveis AMAPÁ Horticultura Fruticultura Cerâmica PARÁ Apicultura Floricultura Pesca artesanal MARANHÃO Apicultura Turismo Madeiras e móveis PIAUI Confecções Turismo Artesanato Agrupamentos Empresariais Arranjos Produtivos Locais (APL) no Brasil ACRE Madeira e móveis Fruticultura Cerâmica RONDÔNIA Sal marinho Carnicicultura Confecções MATO GROSSO Pecuária de leite Apicultura Confecções MATO GROSSO DO SUL Pecuária de leite Turismo Cerâmica SANTA CATARINA Móveis,Têxtil Calçados RIO GRANDE DO SUL Vitivinicultura Lapidação e gemas Metalmecânico RIO GRANDE DO NORTE Confecções Turismo Artesanato PERNAMBUCO Tecnologia da informação Apicultura Confecções SERGIPE Ovinocapricultura Pecuária de leite Piscicultura TOCANTINS Móveis Cerâmica Piscicultura CEARÁ Móveis Calçados Confecções PARAÍBA Tecnologia da informação Calçados Confecções ALAGOAS Turismo Apicultura Piscicultura BAHIA Fruticultura Confecções Sisal RIO DE JANEIRO Metalmecânico Gemas e jóias Cerâmica Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. GOIÁS Produtos lácteos Extração mineral Confecções PARANÁ Gesso Móveis Confecções SÃO PAULO Móveis Calçados Cerâmica MINAS GERAIS Gema, biotecnologia e eletroeletrônica ESPÍRITO SANTO Metalmecânico Fruticultura
26 Práticas Gerenciais e aumento da Produtividade Aumentar Outputs (adicionar valor) Reduzir Inputs (cortar custos) Aumentar o número de unidades produzidas Aumentar o valor do portfolio Reduzir custos com mão-de-obra Reduzir demais custos Aumentar eficiência do trabalho Aumentar a utilização do ativo Vender novos produtos e serviços com valor adicionado Mudar para produtos e serviços de maior valor adicionado no portfolio Substituir o capital pela mão-de-obra Usar a mão-de-obra mais eficientemente Reduza os custos com estoque, custos com imóveis, capital de giro e etc. Eliminar desperdício, retrabalho e atividades que não agregam valor
27 Modelo de Vantagem Competitiva de Porter Pressões Competitivas Novos Entrantes Concorrentes Fornecedores Empresa Clientes Produtos substitutos
28 Foco nas competências essenciais (core competences) Modelo conceitual de Negócios de Hamel Benefícios para o cliente Configuração Fronteiras da Empresa Interface com o Cliente * Efetivação e suporte * Informação e insight * Dinâmica do relacionamento * Estrutura de Preços Estratégia Essencial * Missão de negócio * Escopo de produto/mercado * Base de diferenciação Recursos Estratégicos * Competências Essenciais * Ativos Estratégicos * Processos Essenciais Rede de Valor * Fornecedores * Parceiros * Coalizões Benefícios para os clientes que excedam os custos de produção Potencial de Riqueza: Eficiência/Exclusividade/Compatibilidade / Impulsionadores de Lucro Fuga da convergência do modelo de negócios Harmonia entre os componentes do modelo Retornos crescentes, bloqueio de concorrentes, economias estratégicas
29 Competitividade Fatores Críticos de Sucesso Inovação Flexibilidade Tempo Qualidade Custo Autônoma ou Melhoria Contínua: PDCA Sistêmica Ou Quântica
30 CLASSIFICAÇÃO DOS FATORES COMPETITIVOS Fatores Ganhadores de Pedido Benefício Competitivo Fatores Qualificadores Benefício Competitivo Fatores Pouco Relevantes Benefício Competitivo Nível qualificador Desempenho no critério Desempenho no critério Desempenho no critério
31 Escala de nove pontos - importância CRITÉRIOS GANHADORES DE CLIENTES 1.Proporciona vantagem crucial junto aos clientes 2.Proporciona importante vantagem junto aos clientes - sempre considerado 3.Proporciona vantagem útil junto aos clientes - normalmente considerado CRITÉRIOS QUALIFICADORES 4.Precisa estar pelo menos marginalmente acima da média do setor 5.Precisa estar em torno da média do setor 6.Precisa estar a pouca distância da média do setor CRITÉRIOS MENOS RELEVANTES 7.Normalmente não considerado;pode tornar-se mais importante no futuro 8.Muito raramente é considerado pelos clientes 9.Nunca é considerado pelos clientes e provavelmente nunca será
32 Escala de nove pontos - MELHOR DO QUE A CONCORRÊNCIA desempenho 1.Consistente e consideravelmente melhor que nosso melhor concorrente 2.Consistente e claramente melhor que nosso melhor concorrente 3.Consistente e marginalmente melhor que nosso melhor concorrente IGUAL À CONCORRÊNCIA 4.Com freqüência marginalmente melhor que nosso melhor concorrente 5.Aproximadamente o mesmo da maioria de nossos concorrentes 6.Freqüentemente a uma distância curta atrás dos principais concorrentes PIOR DO QUE A CONCORRÊNCIA 7.Usual e marginalmente pior que a maioria dos principais concorrentes 8.Usualmente pior que a maioria dos nossos concorrentes 9.Consistentemente pior que a maioria de nossos concorrentes
33 Desempenho em relação aos concorrentes Matriz Importância X Desempenho Melhor que Igual a Pior que EXCESSO? E APRIMORAR Pouco Relevantes A D ADEQUADO Qualificadores B C URGÊNCIA Ganhadores de pedidos Importância para os Clientes
34 mau DESEMPENHO comparado com a CONCORRÊNCIA bom Matriz Importância X Desempenho Melhor que Mesmo que Pior que QUALIDADE DO PRODUTO 4 FLEXIBILIDADE DE VOLUME * 5 6 CONFIABILIDADE DE ENTREGA * 7 PRAZO DE ENTREGA 8 PREÇO/CUsTO * Pouco Relevantes Qualificadores FLEXIBLIDADE DO PROJETO * QUALIDADE DA ENGENHARIA PRAZO DE COTAÇÃO FLEXIBILIDADE DE ENTREGA * Ganhadores de pedidos baixa IMPORTÂNCIA para os CLIENTES alta
35 mau DESEMPENHO comparado com a CONCORRÊNCIA bom Planos de ação Melhor que Mesmo que Pior que QUALIDADE DO PRODUTO 4 FLEXIBILIDADE DE VOLUME * 5 6 CONFIABILIDADE DE ENTREGA * 7 PRAZO DE ENTREGA 8 PREÇO/CUsTO * Pouco Relevantes Qualificadores FLEXIBLIDADE DO PROJETO * QUALIDADE DA ENGENHARIA PRAZO DE COTAÇÃO FLEXIBILIDADE DE ENTREGA * Ganhadores de pedidos baixa IMPORTÂNCIA para os CLIENTES alta
36 Importância para o cliente Quão importante para você é os seguintes fatores competitivos? Extremamente não importante Extremamente Importante Desempenho Quão bom é nosso desempenho em relação a concorrência? Extremamente Melhor Extremamente pior Preço Qualidade do Produto Qualidade da Engenharia Tempo de Consulta Prazo de Entrega Confiabilidade da Entrega Flexibilidade do Projeto Confiabilidade da Entrega Flexibilidade do Volume
37 Qualidade em Serviços Modelo SERVQUAL* * ZEITHAML,V. A.; PARASURAMAN, A.; BERRY, L. L. Delivering Quality Service. New York: The Free Press, 1990.
38 Gap 4 Qualidade em Serviços Modelo SERVQUAL Comunicação Boca a Boca Necessidades Pessoais Experiências Passadas Serviço Esperado Gap 5 Serviço Percebido Profissional de Marketing Gap 3 Entrega do Serviço (incluindo contatos anteriores e posteriores) Comunicações Externas aos Consumidores Gap 1 Gap 2 Tradução das Percepções em especificações para Qualidade de Serviços Percepções da Gerência sobre as expectativas do Consumidor
39 Caso JBS S/A - Friboi Empresa com mais de 120 mil funcionários; 140 unidades distribuídas em 23 países; Faturamento Bruto Anual: R$ 60 Bilhões; Desde 2003 vem praticando uma agressiva política de fusões e aquisições, focando empresas de outros países; Setembro 2009 torna-se a maior empresa multi-proteínas do mundo com a aquisição do Bertin S/A e da Pilgrim s; Empresa brasileira com maior internacionalização, superando a Gerdau e entre as empresas brasileiras com maior presença geográfica no mundo - Fundação Dom Cabral; Hoje é uma empresa americana com sede no Brasil.
40
41 JBS no Mundo
42 Mercados
43 Diferencial: RH da empresa Embutido no sistema FROG; Quem somos: pessoas de mesmas atitudes, conhecimentos complementares e senso de dono; Na estratégia da JBS, consideram-se 4 pilares: cultura, gente, produtos e clientes. Isso gera 4 diretores; Participação do RH em todas as decisões da empresa; Política replicada nas unidades, ou seja, 4 gerentes; Duas estruturas em cada divisão de negócios: Gerente de administração; Gerente de gente.
44 Diferencial: RH da empresa Regime Meritocrático; Foco na porta de entrada: motivação inerente à pessoa. ninguém abre a porta de casa para qualquer pessoa ; Pessoas unidas pela confiança: equipe que se admira ; Senso de liberdade: pessoas que passam a pensar, passam ter vontade e desejo de mudança, portanto, cometem erros e acertos ; Política do cérebro bom ou da gente boa : pessoa íntegra, que aprende rápido e não tem medo de fazer coisas novas; Plano de Oportunidades ao invés de Plano de Carreira: Foco nas Atitudes, conhecimentos e habilidades são adquiridos; Recrutamento interno.
45 Avaliação de Desempenho Feita semestralmente; Dividida em 4 partes: Cruzada; Livre; Pelo Chefe; Auto-avaliação. A nota final é feita através de um comitê quando não cada uma das 4 partes gera resultados divergentes; São elaborados grupos de avaliação com no mínimo 10 pessoas e no máximo 25 que possuem relação entre suas ocupações (colegas, clientes e fornecedores).
46 Respeito Respeito entre os colaboradores é claro e é uma das dimensões analisadas nas avaliações de desempenho AVD; O ambiente é cordial e não existe a figura do chefe autoritário em grande parte dos casos; As falhas operacionais são encaradas como oportunidades de melhoria e vistas como falhas também da gerência; A qualidade começa nas pessoas e passa por todo e qualquer processo que as mesmas executam. O maior especialista em resolução de problemas é o operador que lida com eles todos os dias.
47 Respeito Plano de Oportunidades ao invés de Plano de Carreira; PO analisa os resultados das AVD s, das atitudes em geral e, por fim, a integridade da pessoa O sistema de desenvolvimento de pessoas não respeita uma carreira linear; Recrutamento Interno diversificado entre unidades e entre divisões. São feitos para praticamente todos os cargos; Política do cérebro bom quem aprende rápido e não tem medo de fazer coisas novas é valorizado ; Crítica: carreira não linear nem sempre é muito bem compreendida pelos colaboradores
48 Credibilidade O senso de comunicação é considerado importante, apesar de não existir um planejamento claro; As informações relativas aos resultados financeiros podem ser vistas por qualquer pessoa; Estando na sede SP, é possível entrar no intranet e encontrar todos os resultados, planos e idéias; Comunicação formal sobre as avaliações de desempenho, mostrando a avaliação dos colegas e a do gestor direto; Pessoas consideradas excelentes são reconhecidas através de divulgação e recebem prêmios ;
49 Camaradagem um aspecto presente e obrigatório na JBS; Pessoas são avaliadas quanto à camaradagem e isso impacta direto na renda variável; Em geral, pessoas que não se adaptam tendem a ganhar menos, não são selecionadas para recrutamento interno e tendem a sair; O ambiente informal facilita essa relação de camaradagem.
50 Orgulho Dificuldade de ter um consenso por conta das muitas unidades e realidades; Cada divisão tem situações diferentes: Carnes temos a responsabilidade de transformar vida em alimento para o mundo ; Queijos orgulho em ter o melhor parmesão. Em geral, as pessoas mostraram orgulho pela empresa e pela sua posição como empresa global; Críticas: falta de uma maior divulgação impressa sobre a empresa.
51 Orgulho Políticas de incentivo ao orgulho: Divulgação interna jornal on-line; JBS na mídia, via ; Projetos sociais Instituto JBS Escola Germinare se planejas por 1 ano, plante arroz; se planejas por 10 anos, plante árvores; se planejas por 100 anos, eduque suas crianças escola modelo de tempo integral, com a proposta de fornecer a jovens de alto potencial, um ensino modelo que desenvolva várias habilidades, como empreendedorismo, tecnologia, línguas, iniciativa, liderança, cultura e esportiva; Inicialmente para 180 alunos, divididos em turmas de 30; Primeira turma 2010; Investimento inicial R$ 9 milhões.
52 Imparcialidade Os benefícios são basicamente os mesmos, sem grandes distorções entre os níveis hierárquicos até gerência; Diretores têm melhor nível de plano de saúde, ajuda de custo entre outros; Renda Variável: valores diferentes dependendo do nível hierárquico. RV composta de duas variáveis: Avaliação de desempenho; Resultados da empresa.
53 Imparcialidade Avaliação de desempenho: Mais do que Satisfatório recebem 20% de bônus; Excelente recebem 100% de bônus Impacto: Nível operacional 90% da renda variável; Nível estratégico 10% da renda variável.
54 Imparcialidade Resultados Financeiros: não possui o mesmo grau de importância em diferentes níveis hierárquicos ; Impactos: Nível operacional 10% da renda variável; Nível estratégico 90% da renda variável.
55 Imparcialidade Resumindo: nível operacional deve ter maior foco no bom relacionamento (camaradagem e disponibilidade); nível estratégico deve ter maior foco no atingimento das metas (planejamento e obstinação por resultados). Gerência tem uma relação perto dos 50-50; Todos os colaboradores, independentemente do nível hierárquico são donos da empresa Espírito de Dono
56 Exercício de aplicação Para o setor escolhido por seu grupo... ESCOLHER UMA ORGANIZAÇÃO DO SETOR PARA ANÁLISE 1. Identificar os valores mais relevantes oferecidos pelo setor em que seus produtos/serviços estão inseridos. 2. Aplicar o modelo das 4 ações para criar uma matriz para a empresa com os valores que podem ser eliminados, reduzidos, criados ou elevados. 3. Identificar agrupamentos: Arranjos Produtivos Locais (APLs) existem neste setor? Em caso positivo, analisar vantagens e desvantagens. 4. Analisar os cinco objetivos de desempenho para um produto ou serviço específico da empresa. Se tiver serviços, aplicar também o SERVQUAL (identificar GAPS) 5. Construir a Matriz Importância/Desempenho, mapeando sua empresa e seus principais concorrentes, baseado nos valores observados. 6. Analisar critérios GPTW se o conhecimento do grupo permitir. 57
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9, R$ , , R$ ,
Rondônia 2005 R$ 601.575,17 2005 10.154 2004 1.027.983 2004 108.139 2004 10,52 2006 R$ 609.834,21 2006 10.757 2005 1.025.249 2005 101.539 2005 9,90 2007 R$ 1.229.490,00 2007 9.100 2006 1.047.004 2006 111.068
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