DISTRIBUIÇÃO NORMAL 1
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- Adelina Carmona Silveira
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1 DISTRIBUIÇÃO NORMAL 1
2 D ensid ade Introdução Exemplo : Observamos o peso, em kg, de 1500 pessoas adultas selecionadas ao acaso em uma população. O histograma por densidade é o seguinte: P eso 2
3 A análise do histograma indica que: - a distribuição dos valores é aproximadamente simétrica em torno de 70 kg; - a maioria dos valores (88%) encontra-se no intervalo (55;85); - existe uma pequena proporção de valores abaixo de 48 kg (1,2%) e acima de 92 kg (1%). 3
4 Densidade Consideremos a variável aleatória X : peso de uma pessoa adulta escolhida ao acaso da população (em kg). Como se distribuem as probabilidades associadas aos valores da variável aleatória X, isto é, qual é a distribuição de probabilidades de X? P eso A curva contínua da figura denomina-se curva Normal (ou curva de Gauss). 4
5 A distribuição Normal é uma das mais importantes distribuições contínuas de probabilidade pois: Muitos fenômenos aleatórios comportam-se próximos a essa distribuição: 1. altura; 2. pressão sangüínea; 3. Peso 4. muitas outras. Pode ser utilizada para calcular, de forma aproximada, probabilidades para outras distribuições, como por exemplo, para a distribuição binomial (como veremos aula que vem). O modelo normal de probabilidade foi desenvolvido por Carl Friedrich Gauss 5
6 Nem todos os fenômenos se ajustam à distribuição Normal. Exemplo: Considere a variável aleatória Y : duração de uma lâmpada de certa marca selecionada ao acaso. A experiência sugere que esta distribuição deve ser assimétrica - grande proporção de valores entre 0 e 500 horas e pequena proporção de valores acima de 1500 horas. 6
7 Modelos Contínuos de Probabilidade Variável Aleatória Contínua Assume valores num intervalo de números reais. Não é possível listar individualmente todos os possíveis valores da variável aleatória contínua. Associamos probabilidades a intervalos de valores da variável. 7
8 Propriedades dos modelos contínuos: Uma v.a. X contínua é caracterizada por sua função densidade de probabilidade f(x), com as propriedades: (i) A área sob a curva de densidade é 1; (ii) P(a X b) = área sob a curva da densidade f(x) e acima do eixo x, entre os pontos a e b; (iii) f(x) 0, para todo x; (iv) P(X = x 0 ) = 0, para x 0 fixo. Assim, P(a < X < b) = P(a X < b) = P(a < X b) = P(a X b). 8
9 A DISTRIBUIÇÃO NORMAL (ou Gaussiana) A v. a. X tem distribuição Normal com parâmetros sua função densidade de probabilidade é dada por: e 2 se f( x ) e, < x <. 2 Pode ser mostrado que: 1. é o valor esperado (média) de X, com - < < ; 2. 2 é a variância de X, com 2 > 0. x 2 Notação : X ~ N( ; 2 ) 9
10 Propriedades de X ~ N( ; 2 ) E(X) = (média ou valor esperado); Var(X) = 2 (e portanto, DP(X) = ); f(x) 0, quando x ; x = é ponto de máximo de f(x); - e + são pontos de inflexão de f(x); a curva Normal é simétrica em torno da média 10
11 A distribuição Normal depende dos parâmetros e 2 N( 1 ; 2 ) N( 2 ; 2 ) 1 2 x Curvas Normais com mesma variância 2 mas médias diferentes ( 2 > 1). 11
12 Influência de 2 na curva Normal N( ; 1 2 ) 2 > 1 N ( ; 2 2 ) Curvas Normais com mesma média mas com variâncias diferentes ( 2 > 1 ). 12
13 Cálculo de probabilidades P(a < X < b) = P(a X b) Área sob a curva e acima do eixo horizontal (x) entre a e b. a b 13
14 Se X ~ N( ; 2 ), definimos X E() = 0 Var() = 1 f(x) X ~ N( ; 2 ) ~ N( ; ) f(z) a b x a - b - z 14
15 A v.a. ~ N(0;1) denomina-se normal padrão ou reduzida. Portanto, P ( a X b) P a X b P a b Dada a v.a. ~N(0;1) podemos obter a v.a. X ~ N( ; 2 ) através da transformação inversa X = +. 15
16 USO DA TABELA NORMAL PADRÃO Denotamos : A(z) = P( z), para z 0. 16
17 Exemplo: Seja ~ N(0; 1), calcular a) P( 0,32) P( 0,32) = A(0,32) = 0,
18 Encontrando o valor na N(0;1): z ,0 0,5000 0,5039 0,5079 0,1 0,5398 0,5437 0,5477 0,2 0,5792 0,5831 0,5870 0,3 0,6179 0,6217 0,
19 b) P(0 < 1,71) = P( 1,71) - P( 0) = A(1,71) - A(0) = 0,9564-0,5 = 0,4564. Obs.: A(0)=P( < 0)=P( > 0)=0,5. c) P( 1,32 < < 0) = P(0 < < 1,32) = P( 1,32) - P( 0) = A(1,32) - 0,5 = 0,9066-0,5 = 0,
20 d) P(1,32 < 1,79) = P( 1,79) P( 1,32) = A(1,79) - A(1,32) = 0,9633-0,9066 = 0,0567. e) P( -2,3 < -1,49) = P(1,49 < 2,3) = A(2,3) - A(1,49) = 0,9893-0,9319 = 0, ,49 2,3 20
21 f) P( 1,5) = 1 P( 1,5) = 1 A(1,5) = 1 0,9332 = 0,0668. g) P( 1,3) = P( 1,3) = 1 P( 1,3) = 1 A(1,3) ,3 = 1 0,9032 = 0,0968. Obs.: Pela simetria, P( 1,3) = P( 1,3). 21
22 h) P(-1,5 1,5) = P( 1,5) P( 1,5) = P( 1,5) P( 1,5) = P( 1,5) - [1-P( 1,5)] = 2 P( 1,5) -1= 2 A(1,5) - 1 = 2 0, = 0,8664. i) P(-1 2) = P( 2) - P( -1) = A(2) - P( 1) = A(2) - (1 - A(1)) = 0, (1-0,8413) = 0,9773-0,1587 = 0,
23 Como encontrar o valor z da distribuição N(0;1) tal que: (i) P( z) = 0,975 (ii) P(0 < z) = 0, z z é tal que A(z) = 0,975. Pela tabela, z = 1,96. z é tal que A(z) = 0,5 + 0,4975 = 0,9975. Pela tabela z = 2,81. z 23
24 (iii) P( z) = 0,3 (iv) P( z) = 0,975 z z z é tal que A(z) = 0,7. Pela tabela, z = 0,53. a é tal que A(a) = 0,975 e z = a. Pela tabela a = 1,96. Então, z = 1,96. 24
25 (v) P( z) = 0,10 (vi) P( z z) = 0,80 z a é tal que A(a)=0,90 e z = a. Pela tabela, a = 1,28 e, assim, z = 1,28. z z z é tal que P( < z) = P( > z) = 0,1. Isto é, P( < z) = A(z) = 0,90 z = 1,28 (pela tabela). 25
26 Exemplo: Seja X ~ N(10 ; 64) ( = 10, 2 = 64 e = 8 ) Calcular: (a) P(6 X 12) 6 10 X P P 0,5 0,25 = A(0,25) - (1 - A(0,5) ) = 0,5987- (1-0,6915) = 0,5987-0,3085 = 0,
27 (b) P( X 8 ou X > 14) P( X 8) P( X 14) P P 8 P 0, 25 P 0, = 1 - A(0,25) A(0,5) = 1-0, ,6915 = 0,
28 c) k tal que P( X k) = 0,05 z P ( X k) 0,05 P X k P k ,05. z é tal que A(z) = 0,95 Pela tabela z = 1,64 Então, z k ,64. Logo k = ,64 8 = 23,12. 28
29 d) k tal que P( X k) = 0,025 P ( X k) 0,025 P X k P k ,025. z é tal que A(z) = 0,975. Pela tabela, z = 1,96. Então, k ,96. Logo k = 10 1,96 8 = 5,68. z 29
30 Observação : Se X ~ N( ; 2 ), então ( i) P( X ) P = P(-1 1) = 2 (A(1) - 0,5) = 2 (0,8413 0,5) = 0, ou seja, P( - X + ) = 0,683. Analogamente, 68% 95,5% 99,7% (ii) P( 2 X + 2 ) = P( 2 2 ) = 0,955. (iii) P( 3 X + 3 ) = P( 3 3 ) = 0,
31 Exemplo : O tempo gasto no exame vestibular de uma universidade tem distribuição Normal, com média 120 min e desvio padrão 15 min. a) Sorteando-se um aluno ao acaso, qual é a probabilidade dele terminar o exame antes de 100 minutos? X: tempo gasto no exame vestibular X ~ N(120; 15 2 ) P ( X 100) P P 15 1,33 = 1- A(1,33) = 1-0,9082 = 0,
32 b) Qual deve ser o tempo de prova, de modo a permitir que 95% dos vestibulandos terminem no prazo estipulado? X: tempo gasto no exame vestibular X ~ N(120; 15 2 ) P ( X x) 0,95 P x ,95 z =? tal que A(z) = 0,95. Pela tabela z = 1,64. Então, z 1,64 x x = ,64 15 x = 144,6 min. 32
33 c) Qual é o intervalo de tempo, simétrico em torno da média (intervalo central), tal que 80% dos estudantes gastam para completar o exame? X: tempo gasto no exame vestibular X ~ N(120, 15 2 ) P( x 1 X x2) x1-120 x2 0,80 P ,80 z =? tal que A(z) = 0,90. Pela tabela, z = 1, z x z x ,28 1,28 x 1 = 120-1, x 1 = 100,8 min. x 2 = ,28 15 x 2 = 139,2 min. 33
34 Parte inteira e primeira decimal de z Distribuição Normal : Valores de P( < z ) = A(z) Segunda decimal de z Volta 34
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