O MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM E O MÁXIMO DIVISOR COMUM GENERALIZADOS
|
|
|
- Tomás Bicalho Arantes
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 O MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM E O MÁXIMO DIVISOR COMUM GENERALIZADOS Cydaa C. Ripoll, Jaime B. Ripoll, Alvei A. Sant Ana 1 Intodução Na disciplina Tecnologia de Infomação e Comunicação em Educação Matemática do Mestado Po ssionalizante em Ensino de Matemática da UFRGS, os alunos foam solicitados a exploa o pogama GaphEquation, e lá calculaam o mínimo múltiplo comum ente númeos eais, obtendo, po exemplo 1, 1 lcm 2 ; 3 = : (1) Paalelamente, na disciplina de Fundamentos de Matemática B, lhes ea dito que o mínimo múltiplo comum ente dois acionais (ou eais) pode se sempe tomado igual a 1, simplesmente poque Q (ou R) é um copo. Estas duas infomações geaam, natualmente, uma confusão ente os alunos, ocasionando um debate ente estes e seus pofessoes. Consideando a polêmica ensejada po esta discussão, bem como cetas questões levantadas como, po exemplo, a da utilidade da noção do mmc ente eais, escevemos o pesente tabalho, com os seguintes objetivos: i) esclaece em que sentido as duas a mações acima estão coetas; ii) aboda questão simila com elação ao máximo diviso comum; iii) apesenta exemplos de aplicações paa o máximo diviso comum e o mínimo múltiplo comum ente númeos eais. Começamos elembando os conceitos e algumas popiedades do mínimo múltiplo comum e do máximo diviso comum ente inteios. 1 lcm =least common multiple=mínimo múltiplo comum 1
2 De nição 1.1 Dizemos que um inteio v é múltiplo de um inteio u; ou que u é um diviso de v; se v = tu (2) paa algum inteio t: Dizemos que ` é múltiplo comum de dois inteios u e v se ` é múltiplo de u e de v: Finalmente, dizemos que M é o mínimo múltiplo comum ente u e v, e escevemos M = mmc(u; v); se: i) M > 0; ii) M é múltiplo comum de u e v; iii) M é o meno dos múltiplos comuns, no sentido de que se M 0 é um múltiplo comum de u e v e M 0 > 0 então M M 0 : De nição 1.2 Dados dois inteios u e v; dizemos que um natual D é o máximo diviso comum ente u e v, e escevemos D = mdc(u; v); se: i) D é um diviso comum de u e v, isto é, D é diviso tanto de u quanto de v; ii) D é o maio dos divisoes comuns, no sentido de que se D 0 é um diviso comum de u e v então D 0 D: Popiedades do mmc e do mdc: As povas das popiedades a segui podem se encontadas em [2]: 1. Sempe existem o mmc e o mdc ente dois inteios u e v. 2. Dados dois inteios u e v; tem-se 3. Paa quaisque inteios u; v; w; uv = mmc(u; v) mdc(u; v) (3) mmc(uw; vw) = jwjmmc(u; v) (4) e mdc(uw; vw) = jwjmdc(u; v) (5) Emboa as noções de mmc e de mdc sejam intoduzidas pincipalmente paa o estudo dos númeos inteios, elas admitem uma extensão paa paes de eais comensuáveis, como mostamos a segui. 2
3 2 Númeos eais comensuáveis, mmc e mdc genealizados A noção de comensuabilidade, histoicamente, foi intoduzida e utilizada como uma foma de compaa o tamanho de dois segmentos de eta: De nição 2.1 Dizemos que dois segmentos de eta são comensuáveis quando ambos podem se obtidos atavés de um númeo inteio de emendas de um mesmo segmento de eta: Os gegos da Antigüidade aceditaam, po muito tempo, que dois quaisque segmentos de eta eam sempe comensuáveis. Ente 450 e 400 a.c., contudo, povou-se que o segmento diagonal de um quadado não ea comensuável com o seu lado. Isto geou uma fote cise na Matemática gega, chamada Cise dos Incomensuáveis, que só foi esolvida depois de muitos anos de discussão, discussão esta que levou à fomulação pecisa do poblema da comensuabilidade em temos de medida de segmentos de etas e que se enceou com a ciação dos númeos eais absolutos. Emboa sendo um conceito geomético, a comensuabilidade pode se equivalentemente de nida como uma elação ente dois númeos eais quaisque: De nição 2.2 Dois númeos eais e s são comensuáveis se existem inteios não nulos m; n tais que Exemplos: m = ns: (6) 1. Dois acionais são sempe comensuáveis. 2. Dois iacionais podem se comensuáveis: po exemplo, p 2 e 2 p Dois eais quaisque nem sempe são comensuáveis: basta toma um acional e um iacional, mas também a maioia de paes de iacionais, como, po exemplo, p 2 e p 3: De fato, se existissem natuais m e n tais que m p 2 = n p 3 (7) então, elevando ao quadado a expessão acima, teíamos 2m 2 = 3n 2 : (8) 3
4 Consideando a fatoação em pimos de inteios, temos em (8) um absudo, pois é ímpa o númeo de vezes que o pimo 2 apaece na fatoação em pimos de 2m 2, enquanto que é pa o númeo de vezes que 2 apaece na fatoação em pimos de 3n 2. Assim, concluímos que não existem natuais m e n paa os quais (7) seja vedadeia. A noção de comensuabilidade de dois númeos eais motiva uma pimeia extensão da de nição de múltiplo e diviso, como segue: De nição 2.3 Dizemos que um númeo eal é um múltiplo inteio de um eal s; ou que s é um diviso inteio de ; se existe um inteio a tal que = as: Decoe das de nições de comensuabilidade e de múltiplo inteio de um eal o seguinte fato: Poposição 2.4 Sejam e s dois eais não nulos. As seguintes a mações são equivalentes: a) e s são comensuáveis; b) o quociente =s é um númeo acional; c) existe um eal t que é múltiplo inteio comum de e de s; d) existe um eal u que é diviso inteio comum de e de s: Pova. (a))(b): Se e s são comensuáveis então existem m; n 2 Z tais que m = ns: Conseqüentemente, s = n m 2 Q. (b))(c): Suponhamos que =s 2 Q, digamos, s = n m : então, multiplicando a igualdade acima po sm obtemos que t := m = ns é um múltiplo inteio comum de e de s: (c))(d): Seja t 2 R um múltiplo inteio comum de e de s; digamos, t = m = ns; com m; n 2 Z : Então o númeo u := n = s m 4
5 é um diviso inteio comum de e de s: (d))(a): Seja u um diviso inteio comum de e de s; digamos, = un e s = um;com m; n 2 Z : Então m = ns: Consideando a poposição anteio, cam natuais as seguintes de nições: De nição 2.5 Sejam e s dois eais comensuáveis não nulos. Dizemos que t é o mínimo múltiplo comum genealizado ente e s; e escevemos t = mmcg(; s); se: a) t > 0; b) t é um múltiplo inteio comum de e s; c) se t 0 é múltiplo inteio comum de e s e t> 0; então t t 0 : Dizemos que u é o máximo diviso comum genealizado ente e s; e escevemos u = mdcg(; s); se: a) u é um diviso inteio comum de e s b) se u 0 é diviso inteio comum de e de s então u 0 u: No teoema que segue obtemos uma fómula paa o mmcg e paa o mdcg ente dois eais comensuáveis quaisque. Teoema 2.6 Sejam e s dois eais comensuáveis não nulos. Então mmcg(; s) = jvj = jusj e mdcg(; s) = = s ; u v onde u=v é a foma iedutível do acional =s: Pova. Consideaemos aqui apenas o caso e s positivos. Obsevamos inicialmente que se a; b; c; d são inteios tais que a = bs e c = ds então b a = d c ; 5
6 e este númeo nada mais é do que o númeo =s: Assim, os menoes natuais a; b que satisfazem a = bs são claamente obtidos quando tomamos o numeado e o denominado da fação iedutível que epesenta o acional =s: Daí, pela De nição 2.5, se u=v é tal fação iedutível, mmcg(; s) = v = us e mdcg(; s) = u = s v ; o que completa a nossa pova. No caso de e s seem númeos acionais, as fómulas dadas no teoema acima podem se eescitas em temos das epesentações destes acionais em fações iedutíveis: Cooláio 2.7 Sejam ; s acionais não nulos e sejam a; b; c; d inteios tais que a=b e c=d são as epesentações paa e s; espectivamente, na foma de fação iedutível. Então mmcg(; s) = mmc(a; c) mdc(b; d) e mdcg(; s) = mdc(a; c) mmc(b; d) : (9) Pova. Novamente aqui povamos apenas paa o caso e s positivos. Como mdc(a; b) = 1 = mdc(b; d); temos onde a 0 = a mdc(a; c) ; b0 = s = a=b c=d = ad bc = a0 d 0 b 0 c ; 0 b mdc(b; d) ; c0 = c mdc(a; c) ; d0 = d mdc(b; d) : É clao então que a fação a 0 d 0 =b 0 c 0 é iedutível, e potanto, pelo Teoema 2.6, temos mmcg(; s) = b 0 c 0 = a b c b mdc(b; d) mdc(a; c) (3) mmc(a; c) = mdc(b; d) ; 6
7 e mdcg(; s) = o que completa a pova. (3) = = a mdc(a; c) a 0 d 0 b a mdc(a; c) mmc(b; d) ; mdc(b; d) d Obsevação 2.8 A hipótese na foma de fação iedutível no Cooláio 2.7 é impescindível, isto é, a fómula (9) quando aplicada a fações não iedutíveis não popociona necessaiamente o mmcg(; s) e o mdcg(; s); como nos mosta o exemplo a segui. Seja = 10=6 e s = 1=7 então e Exemplos: mmc(10;1) mdc(6;7) = 10 6= 5 = mmc(5;1) mdc(3;7) mdc(10;1) mmc(6;7) = = 1 21 = mdc(5;1) mmc(3;7) = mmcg(; s) = mdcg(; s) 1) Da obsevação acima obtemos mmcg 10; = mmcg 5 ; = 5: e mdcg 10; = mdcg 5 ; = mdc(5;1) = 1 : mmc(3;7) 21 2) mmcg 1 2 ; 3 4 = mmc(1;3) mdc(2;4) = 3 2 e mdcg 1 2 ; 3 4 = mdc(1;3) mmc(2;4) = 1 4 (note que este cálculo explica o valo encontado pelo GaphEquation (1)). 3) mmcg 1 2 ; 1 = mmc(1;1) mdc(2;1) = 1 e mdcg 1 2 ; 1 = mdc(1;1) mmc(2;1) = 1 2 : 4) mmcg 2; 1 = 2 e mdcg 2; 1 = 2= pois = 1 ; =3 =4 = 8 3 ; e então = 2 = 8 4 : 5) mmcg(16 p 3; 5 p 3) = 5 16 p 3 = 80 p 3: Mostamos agoa que as identidades (3), (4) e (5) se genealizam também paa mmcg e mdcg ente eais comensuáveis: Cooláio 2.9 Sejam e s dois eais não nulos comensuáveis. Então: i) s = mdcg(; s) mmcg(; s); ii) dado qualque eal não nulo c; temos ainda c e cs comensuáveis e mmcg(c; cs) = jcj mmcg(; s) mdcg(c; cs) = jcj mdcg(; s) 7
8 Pova. Consideaemos aqui apenas o caso c; e s positivos. Suponhamos que m; n são natuais não nulos tais que Daí temos de onde segue que s = n m e mdc(n; m) = 1: mmcg(; s) = m = ns e mdcg(; s) = n = s m ; mdcg(; s) mmcg(; s) = ns = s; n o que pova (i). Além disso, como temos c cs = n m ; mmcg(c; cs) = mc = c mmcg(; s) mdcg(c; cs) = c n = c mdcg(; s); o que pova (ii). O Cooláio a segui nos mosta que as popiedades acima nos pemitem calcula o mínimo múltiplo comum genealizado ente dois acionais de expansão decimal nita de uma foma mais ápida. Não é difícil se convence que este esultado também vale quando substituímos a base 10 de numeação po uma base b qualque. Cooláio 2.10 Se e s são dois númeos acionais que podem se epesentados po uma fação decimal, digamos, e se t k e t l então = u e s = v 10 k 10 l mmcg(; s) = mmc(10t ; 10 t s) e mdcg(; s) = mdc(10t ; 10 t s) 10 t 10 t 8
9 Pova. Imediata. Exemplo: No Exemplo 2 acima, podeíamos te calculado o mmcg da seguinte foma: 1 mmcg 2 ; 3 mmc(100 0:5; 100 0:75) = mmcg(0:5 ; 0:75) = = mmc(50; 75) 100 = = Divisibilidade em anéis Relembamos que um anel é um conjunto munido de duas opeações que satisfazem cetas popiedades. Paa a de nição pecisa indicamos [3]. De nição 3.1 Seja A um anel. Dados a; b 2 A; dizemos que a é múltiplo de b; ou que b é um diviso de a; se a = tb paa algum t 2 A: Exemplos: 1) Se A = Z, então a de nição acima coincide com a De nição ) Se A é o anel de polinômios com coe cientes eais, então o polinômio 3X 3 + 4X 2 + 3X + 4 é múltiplo de X 2 + 1; pois 3X 3 + 4X 2 + 3X + 4 = (X 2 + 1)(3X + 4): 3) Se A é o anel dos inteios de Gauss Z[i] = fa + bi j a; b 2 Zg; então (1 + 2i) é diviso de 5; pois (1 + 2i)(1 2i) = 5: Note que, no caso em que o anel A é até um copo (ou seja, todo elemento não nulo de A tem inveso multiplicativo), como Q ou R po exemplo, todo elemento não nulo a de A é diviso de 1, pois 1 = a(a 1 ); e potanto 1 é múltiplo comum a quaisque dois elementos não nulos de A. Mais até: num copo, quaisque elementos não nulos a; b; c satisfazem a 9
10 popiedade de que qualque um deles é um multiplo comum e também um diviso comum dos demais. Po exemplo, e b(b 1 c) = c = a(a 1 c) b = c(c 1 b) e a = c(c 1 a): Potanto, não faz sentido fala em mmc e mdc em copos, se pensamos em múltiplos e divisoes como dados pela De nição 3.1, cando assim justi cada a segunda a mação feita na intodução deste tabalho. 4 Voltando à motivação deste tabalho As justi cativas paa as duas a mações mencionadas na Intodução foam explicadas po duas genealizações difeentes da idéia de múltiplo e de diviso de inteios (compae as De nições 1.1, 2.3 e 3.1). Tais genealizações dependeam da maneia como encaamos o poduto na igualdade (2): po um lado, concentando-nos na soma de inteios, v = tu signi ca, supondo t > 0; que v = u + ::: + u {z } t vezes (paa t < 0 encaamos tu como a soma de t pacelas iguais a u ); po outo lado, concentando-nos no poduto de inteios, v = tu signi ca que v é o poduto de dois elementos do anel Z. A pimeia maneia de encaa a igualdade (2) nos pemite considea a idéia de múltiplo inteio em qualque conjunto que possua a estutua de Z módulo. Já a segunda maneia nos pemite considea a idéia de múltiplo e diviso em qualque conjunto que possua a estutua de anel. Assim, as duas a mações do início deste tabalho, que foam apesentadas aos alunos em contextos distintos, estão coetas. No entanto, a simples nomenclatua lcm (mínimo múltiplo comum) utilizada pelo GaphEquation em luga de glcm - Mínimo Múltiplo Comum Genealizado é que causou, ao nosso ve, a maio confusão po pate dos alunos, pois não popocionou a e exão sobe o assunto. O temo genealizado, se utilizado, 10
11 teia instigado o aluno a e eti: Po que genealizado? Como o conceito tadicional de mmc ente inteios está sendo genealizado?. Antes de passamos às aplicações, um último comentáio sobe a utilização da nomenclatua mínimo múltiplo comum : é comum nos depaamos no Ensino Médio com cálculos do tipo 3 2 p p 3 = 6 p p 2 4 p 6 (10) e, impensadamente, chamamos o denominado 4 p 6 de mmc ente 2 p 2 e 4 p 3: Esta nomenclatua não está adequada, mesmo segundo a de niçã que demos aqui de mínimo múltiplo comum genealizado, pois 2 p 2 e 4 p 3 não são eais comensuáveis. No entanto, salientamos que o cálculo é válido. De fato, num copo podemos também utiliza a notação de fação, com o seguinte signi cado: dados ; s elementos de um copo K; com s 6= 0; denotamos po =s o elemento s 1. Desta maneia, utilizando as popiedades das opeações + e de nidas em K, temos ainda válida em K a ega de soma fações: dados ; s; u; v 2 K com s 6= 0 6= v; temos s + u v = s 1 + uv 1 = s 1 v 1 (v + su) = (sv) 1 (v + su) = Ainda, dado a 2 K, a 6= 0; tal que s = as 0 s = 1 a s 0 e u v = 1 u a v ; 0 e v = av 0 ; temos daí, podeíamos também opea em K da seguinte maneia: s + u v = 1 a s + 1 u = 1 0 a v 0 a s + u = 1 v 0 + us 0 : 0 v 0 a s 0 v 0 v + su : (11) sv Oa, no caso em que s = m p p e v = n p q; com m; n inteios e p p; p q não comensuáveis, podemos esceve onde m 0 = m p p + s = mdc(m; n)m 0p p e v = mdc(m; n)n 0p q; m mdc(m; n) e n0 = u n p q = 1 mdc(m; n) n. Potanto, temos mdc(m; n) m 0p p + s (11) n 0p = q 11 1 mdc(m; n) n 0 + sm 0 m 0 n 0p pq :
12 Mas, po (3), 1 1 = mdc(m; n) m 0 n 0 1 [mdc(m; n)] 2 mdc(m; n) mn = mdc(m; n) mn = mmc(m; n) e, conseqüentemente, m p p + s n p q = 1 n 0 + sm 0 mdc(m; n) m 0 n 0p = pq que nada mais é do que a fómula aplicada em (10). n 0 + sm 0 mmc(m; n) p pq 5 Aplicações: Apesentamos a segui duas aplicações dos conceitos de mínimo múltiplo comum e máximo diviso comum genealizados: I) Paa o mmcg: De nição 5.1 Uma função f : R! R é dita peiódica quando existe um númeo eal p 6= 0 tal que f(x + p) = f(x), paa todo x 2 R. (12) Dizemos que p é um peíodo de f; ou também que f é uma função peiódica de peíodo p: Note que se f é uma função peiódica de peíodo p; então kp também é um peíodo paa f; paa todo k 2 Znf0g: Podemos então pova: Teoema 5.2 Sejam f : R! R e g : R! R funções peiódicas de peíodos p f e p g espectivamente. Se p f e p g são númeos comensuáveis então as funções: f + g e f:g são peiódicas de peíodo mmcg(p f ; p g ). Pova. Faemos aqui apenas a demonstação paa o caso f + g. Sendo p f e p g po hipótese comensuáveis, está bem de nido M = mmcg(p f ; p g ): Existem então m; n 2 Znf0g tais que mp f = np g = M: (13) 12
13 Obviamente, como m; n; p f ; p g são todos não nulos, temos que M é também não nulo. Agoa, dado x 2 R, temos: (f + g)(x + M) = f(x + M) + g(x + M) = f(x + np f ) + g(x + mp g ) = f(x) + g(x) = (f + g)(x); o que pova que f + g é peiódica de peíodo mmcg(p f ; p g ). Exemplo 5.3 f(x) = sen3x e g(x) = cos7x são funções peiódicas de peíodos fundmentais p f = 2 3 e p g = 2 7, espectivamente. Como p f e p g são comensuáveis, temos que a função h dada po h(x) = sen3x + cos 7x é peiódica, admitindo 2 paa peíodo, pois 2 mmcg 3 ; 2 = = 2; já que 2=3 2=7 = 7 3 : II) Paa o mdc: Geometicamente, se dois segmentos AB e CD têm medidas comensuáveis e s; espectivamente, então o mdcg(; s) é a medida do maio segmento OU que, quando escolhido paa nova unidade de medida paa medi segmentos de eta, popociona medidas inteias paa AB e CD. Podemos aplica esta idéia ao ajuste de engenagens: suponhamos que queiamos ajusta duas odas num sistema de engenagens, fezando dentes nas mesmas, todos de mesmo tamanho. Oa, cada oda deve te um númeo inteio de dentes paa que o desgaste sobe as odas seja mínimo. E isto ocoe quando os compimentos das cicunfeências (ou equivalentemente, seus aios) são comensuáveis. 13
14 De fato, denotando po o aco compeendido po um dente e um espaço ente dentes (veja gua), e denotando po 1 e 2 os aios das odas, temos que existem m; n natuais tais que 2 1 = m e 2 2 = n se e só se 2 1 = m 2 2 n ; ou ainda, se e só se 1 e 2 foem comensuáveis: n 1 = m 2 : Potanto, o maio valo de é pecisamente mdcg(2 1 ; 2 2 ) Co.2.9 = 2 mdcg( 1 ; 2 ); e se, na pática, este compimento se evela inviável (po se, po exemplo, muito cuvo um aco de compimento ), então, paa minimiza o desgaste, teemos que toma compimentos iguais a =k com k natual. Salientamos que, no caso de aios incomensuáveis, teemos inevitavelmente um desgaste sobe as odas dentadas, mas este é tonado mínimo quando utilizamos a teoia das fações contínuas paa calcula o valo de (veja [1] e [4]). Refeências [1] Beskin, N., Fações Contínuas, Coleção Iniciação à Matemática, Ed. MIR, [2] Coelho, S.P. - Millies, C.P., Númeos: Uma intodução à Matemática, EDUSP, 3 a edição,
15 [3] Gonçalves, A., Intodução à Álgeba, Pojeto Euclides, IMPA, 3 a edição, [4] Lequain, Y., Apoximação de um númeo eal po númeos acionais, 19 o Colóquio Basileio de Matemática, IMPA, [5] [6] ou Cydaa Cavedon Ripoll, Jaime Buck Ripoll, Alvei Alves Sant Ana Instituto de Matemática Univesidade Fedeal do Rio Gande do Sul Avenida Bento Gonçalves Poto Alege - RS Basil [email protected], [email protected], [email protected] 15
O perímetro da circunferência
Univesidade de Basília Depatamento de Matemática Cálculo 1 O peímeto da cicunfeência O peímeto de um polígono de n lados é a soma do compimento dos seus lados. Dado um polígono qualque, você pode sempe
( ) 10 2 = = 505. = n3 + n P1 - MA Questão 1. Considere a sequência (a n ) n 1 definida como indicado abaixo:
P1 - MA 1-011 Questão 1 Considee a sequência (a n ) n 1 definida como indicado abaixo: a 1 = 1 a = + 3 a 3 = + 5 + 6 a = 7 + 8 + 9 + 10 (05) (a) O temo a 10 é a soma de 10 inteios consecutivos Qual é o
Apostila de álgebra linear
Apostila de álgeba linea 1 Matizes e Sistemas de Equações Lineaes 1.1 Matizes Definição: Sejam m 1 e n 1 dois númeos inteios. Uma matiz A de odem m po n, (esceve-se m n) sobe o copo dos númeos eais (R)
PROVA COMENTADA E RESOLVIDA PELOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO
Vestibula AFA 010 Pova de Matemática COMENTÁRIO GERAL DOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO A pova de Matemática da AFA em 010 apesentou-se excessivamente algébica. Paa o equílibio que se espea nesta seleção,
Todos os exercícios sugeridos nesta apostila se referem ao volume 3. MATEMÁTICA III 1 GEOM. ANALÍTICA ESTUDO DO PONTO
INTRODUÇÃO... NOÇÕES BÁSICAS... POSIÇÃO DE UM PONTO EM RELAÇÃO AO SISTEMA...4 DISTÂNCIA ENTRE DOIS PONTOS...6 RAZÃO DE SECÇÃO... 5 DIVISÃO DE UM SEGMENTO NUMA RAZÃO DADA... 6 PONTO MÉDIO DE UM SEGMENTO...
Material Teórico - Sistemas Lineares e Geometria Anaĺıtica. Sistemas com Três Variáveis - Parte 2. Terceiro Ano do Ensino Médio
Mateial Teóico - Sistemas Lineaes e Geometia Anaĺıtica Sistemas com Tês Vaiáveis - Pate 2 Teceio Ano do Ensino Médio Auto: Pof. Fabício Siqueia Benevides Reviso: Pof. Antonio Caminha M. Neto 1 Sistemas
O Jogo do resta-um num tabuleiro infinito
O Jogo do esta-um num tabuleio infinito Alexande Baaviea Milton Pocópio de Boba 1. Intodução. No EREMAT-007 em Canoas-RS, acompanhando a Kelly, aluna de Matemática da UNIVILLE, assisti a váias palestas,
Aula Invariantes Adiabáticos
Aula 6 Nesta aula, iemos inicia o estudo sobe os invaiantes adiabáticos, finalizando o capítulo 2. Também iniciaemos o estudo do capítulo 3, onde discutiemos algumas popiedades magnéticas e eléticas do
APÊNDICE. Revisão de Trigonometria
E APÊNDICE Revisão de Tigonometia FUNÇÕES E IDENTIDADES TRIGONOMÉTRICAS ÂNGULOS Os ângulos em um plano podem se geados pela otação de um aio (semi-eta) em tono de sua etemidade. A posição inicial do aio
Cap014 - Campo magnético gerado por corrente elétrica
ap014 - ampo magnético geado po coente elética 14.1 NTRODUÇÃO S.J.Toise Até agoa os fenômenos eléticos e magnéticos foam apesentados como fatos isolados. Veemos a pati de agoa que os mesmos fazem pate
Matemática do Ensino Médio vol.2
Matemática do Ensino Médio vol.2 Cap.11 Soluções 1) a) = 10 1, = 9m = 9000 litos. b) A áea do fundo é 10 = 0m 2 e a áea das paedes é (10 + + 10 + ) 1, = 51,2m 2. Como a áea que seá ladilhada é 0 + 51,2
CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru CAPÍTULO 2 VETORES NO PLANO E NO ESPAÇO
Lui Fancisco da Cu Depatamento de Matemática Unesp/Bauu CAPÍTULO VETORES NO PLANO E NO ESPAÇO Vetoes no plano O plano geomético, também chamado de R, simbolicamente escevemos: R RR {(,), e R}, é o conunto
UFABC - Física Quântica - Curso Prof. Germán Lugones. Aula 14. A equação de Schrödinger em 3D: átomo de hidrogénio (parte 2)
UFABC - Física Quântica - Cuso 2017.3 Pof. Gemán Lugones Aula 14 A equação de Schödinge em 3D: átomo de hidogénio (pate 2) 1 Equação paa a função adial R() A equação paa a pate adial da função de onda
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II 014.2
CÁLCULO IFERENCIAL E INTEGRAL II Obsevações: ) Todos os eecícios popostos devem se esolvidos e entegue no dia de feveeio de 5 Integais uplas Integais uplas Seja z f( uma função definida em uma egião do
CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO
Capítulo 4 - Cinemática Invesa de Posição 4 CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO 4.1 INTRODUÇÃO No capítulo anteio foi visto como detemina a posição e a oientação do ógão teminal em temos das vaiáveis
4.4 Mais da geometria analítica de retas e planos
07 4.4 Mais da geometia analítica de etas e planos Equações da eta na foma simética Lembemos que uma eta, no planos casos acima, a foma simética é um caso paticula da equação na eta na foma geal ou no
Energia no movimento de uma carga em campo elétrico
O potencial elético Imagine dois objetos eletizados, com cagas de mesmo sinal, inicialmente afastados. Paa apoximá-los, é necessáia a ação de uma foça extena, capaz de vence a epulsão elética ente eles.
J. Sebastião e Silva, Compêndio de Matemática, 3º Volume
J. SEBASTAO E SLVA. 3. ntepetação geomética da multiplicação de númeos compleos. Comecemos pelo seguinte caso paticula: Poduto do númeo i po um númeo compleo qualque, z = + iy (, y e R).,------- *' "--
XXXV OLIMPÍADA PAULISTA DE MATEMÁTICA Prova da Primeira Fase (13 de agosto de 2011) Nível α (6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental) Gabaritos
XXXV OLIMPÍADA PAULISTA DE MATEMÁTICA Pova da Pimeia Fase (3 de agosto de 0) Nível α ( o e 7 o anos do Ensino Fundamental) Gabaitos www.opm.mat.b PROBLEMA a) Na sequência esnúfica, 3,, 3, o quinto temo
4 Modelo para Extração de Regras Fuzzy a partir de Máquinas de Vetores Suporte FREx_SVM 4.1 Introdução
4 Modelo paa Extação de Regas Fuzzy a pati de Máquinas de Vetoes Supote FREx_SVM 4.1 Intodução Como já mencionado, em máquinas de vetoes supote não se pode explica a maneia como sua saída é obtida. No
FECHE A CAIXA DA MULTIPLICAÇÃO
FECHE A CAIXA DA MULTIPLICAÇÃO Apaecida Fancisco da SILVA* Helia Matiko Yano KODAMA * Resumo: Este atigo tem como objetivo divulga pate dos tabalhos ealizados em sala de aula de matemática da EE Otacílio
Teo. 5 - Trabalho da força eletrostática - potencial elétrico
Teo. 5 - Tabalho da foça eletostática - potencial elético 5.1 Intodução S.J.Toise Suponhamos que uma patícula qualque se desloque desde um ponto até em ponto sob a ação de uma foça. Paa medi a ação dessa
O Paradoxo de Bertrand para um Experimento Probabilístico Geométrico
O Paadoxo de etand paa um Expeimento Pobabilístico Geomético maildo de Vicente 1 1 Colegiado do Cuso de Matemática Cento de Ciências Exatas e Tecnológicas da Univesidade Estadual do Oeste do Paaná Caixa
Seção 24: Laplaciano em Coordenadas Esféricas
Seção 4: Laplaciano em Coodenadas Esféicas Paa o leito inteessado, na pimeia seção deduimos a expessão do laplaciano em coodenadas esféicas. O leito ue estive disposto a aceita sem demonstação pode dietamente
Eletromagnetismo I Instituto de Física - USP: 2ª Aula. Elétrostática
Eletomagnetismo I Instituto de Física - USP: ª Aula Pof. Alvao Vannucci Elétostática Pimeias evidências de eletização (Tales de Mileto, Gécia séc. VI AC): quando âmba (electon, em gego) ea atitado em lã
SISTEMA DE COORDENADAS
ELETROMAGNETISMO I 1 0 ANÁLISE VETORIAL Este capítulo ofeece uma ecapitulação aos conhecimentos de álgeba vetoial, já vistos em outos cusos. Estando po isto numeado com o eo, não fa pate de fato dos nossos
TUKEY Para obtenção da d.m.s. pelo Teste de TUKEY, basta calcular:
Compaação de Médias Quando a análise de vaiância de um expeimento nos mosta que as médias dos tatamentos avaliados não são estatisticamente iguais, passamos a ejeita a hipótese da nulidade h=0, e aceitamos
Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Introdução às Equações de Lagrange
Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Intodução às Equações de Lagange PTC 347 Páticas de Pojeto de Sistemas de Contole º semeste de 7 Buno Angélico Laboatóio de Automação e Contole Depatamento de
VETORES GRANDEZAS VETORIAIS
VETORES GRANDEZAS VETORIAIS Gandezas físicas que não ficam totalmente deteminadas com um valo e uma unidade são denominadas gandezas vetoiais. As gandezas que ficam totalmente expessas po um valo e uma
Algumas observações com relação ao conjunto de apostilas do curso de Fundamentos de Física Clássica ministrado pelo professor Ricardo (DF/CCT/UFCG).
undamentos de isica Classica Pof Ricado OBS: ESTAS APOSTILAS ORAM ESCRITAS, INICIALMENTE, NUM PC CUJO TECLADO NÃO POSSUIA ACENTUAÇÃO GRÁICA (TECLADO INGLES) PORTANTO, MUITAS PALAVRAS PODEM ESTAR SEM ACENTOS
Exame Final Nacional de Matemática A Prova 635 Época Especial Ensino Secundário º Ano de Escolaridade. Critérios de Classificação.
Exame Final Nacional de Matemática A Pova 635 Época Especial Ensino Secundáio 07.º Ano de Escolaidade Deceto-Lei n.º 39/0, de 5 de julho Citéios de Classificação 0 Páginas Pova 635/E. Especial CC Página
Todo mundo tem seu jeito singular de ser feliz, de viver e de enxergar se os olhos são maiores ou são orientais e daí, que diferença faz?
EA CFOAV/CFOINT/CFOINF 04 PROVAS DE LÍNGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA LÍNGUA INGLESA FÍSICA REDAÇÃO VERSÃO A 5 TEXTO IV 5 - São ecusos estilísticos que foam exploados no texto da canção, EXCETO: SER DIFERENTE
Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas.
NOME: Nº Ensino Médio TURMA: Data: / DISCIPLINA: Física PROF. : Glênon Duta ASSUNTO: Gandezas Vetoiais e Gandezas Escalaes Em nossas aulas anteioes vimos que gandeza é tudo aquilo que pode se medido. As
7.3. Potencial Eléctrico e Energia Potencial Eléctrica de Cargas Pontuais
7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas Pontuais Ao estabelece o conceito de potencial eléctico, imaginamos coloca uma patícula de pova num campo eléctico poduzido po algumas cagas
Cap03 - Estudo da força de interação entre corpos eletrizados
ap03 - Estudo da foça de inteação ente copos eletizados 3.1 INTRODUÇÃO S.J.Toise omo foi dito na intodução, a Física utiliza como método de tabalho a medida das qandezas envolvidas em cada fenômeno que
CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA CAPÍTULO 1 VETORES
ÁLULO VETORIL E GEOMETRI NLÍTI Luiz Fancisco da uz Depatamento de Matemática Unesp/auu ÁLULO VETORIL E GEOMETRI NLÍTI 1 PÍTULO 1 VETORES cedita-se que as pimeias noções intuitivas sobe opeações com segmentos
Matemática D Extensivo V. 7
Matemática D Extensivo V. 7 Execícios 0) D V V g Potanto, temos que o volume do tonco do cone é dado pelo volume total do cone menos o volume da pate supeio do cone. π.. 6 π.. 8π 6 π... π 8 π 7 6 8 7 7
MATEMÁTICA CADERNO 7 CURSO E. FRENTE 1 ÁLGEBRA n Módulo 28 Dispositivo de Briot-Ruffini Teorema Do Resto
MATEMÁTICA FRENTE ÁLGEBRA n Módulo 8 Dispositivo de Biot-Ruffini Teoema Do Resto ) x + x x x po x + Utilizando o dispositivo de Biot-Ruffini: coeficientes esto Q(x) = x x + x 7 e esto nulo ) Pelo dispositivo
o anglo resolve a prova da 2ª fase da FUVEST
o anglo esolve É tabalho pioneio. estação de seviços com tadição de confiabilidade. Constutivo, pocua colaboa com as ancas Examinadoas em sua taefa de não comete injustiças. Didático, mais do que um simples
Consideremos um ponto P, pertencente a um espaço rígido em movimento, S 2.
1 1. Análise das elocidades Figua 1 - Sólido obseado simultaneamente de dois efeenciais Consideemos um ponto P, petencente a um espaço ígido em moimento, S 2. Suponhamos que este ponto está a se isto po
ENSINO-APRENDIZAGEM DE FÍSICA NO ENSINO SUPERIOR: UM PROCESSO INTEGRADO AO ENSINO DE MATEMÁTICA ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS 1
ENSINO-APRENDIZAGEM DE FÍSICA NO ENSINO SUPERIOR: UM PROCESSO INTEGRADO AO ENSINO DE MATEMÁTICA ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS 1 Manoel dos Santos Costa Douto em Ensino de Ciências e Matemática Univesidade
PROCESSO SELETIVO TURMA DE 2013 FASE 1 PROVA DE FÍSICA E SEU ENSINO
PROCESSO SELETIVO TURM DE 03 FSE PROV DE FÍSIC E SEU ENSINO Cao pofesso, caa pofessoa esta pova tem 3 (tês) questões, com valoes difeentes indicados nas pópias questões. pimeia questão é objetiva, e as
CIRCUITOS ELÉTRICOS EM CORRENTE ALTERNADA NÚMEROS COMPLEXOS
CIRCUITOS ELÉTRICOS EM CORRENTE ALTERNADA NÚMEROS COMPLEXOS Um númeo compleo Z é um númeo da foma j, onde e são eais e j. (A ai quadada de um númeo eal negativo é chamada um númeo imagináio puo). No númeo
3.3 Potencial e campo elétrico para dadas configurações de carga.
. Potencial e campo elético paa dadas configuações de caga. Emboa a maio utilidade do potencial se evele em situações em ue a pópia configuação de caga é uma incógnita, nas situações com distibuições conhecidas
Componente de Química
Componente de Química 3. Elementos químicos Os elementos químicos conhecidos actualmente são 115 e todas as substâncias que existem são a pati deles constituídas. Assim sendo existem 115 difeentes tipos
19 - Potencial Elétrico
PROBLEMAS RESOLVIDOS DE FÍSICA Pof. Andeson Cose Gaudio Depatamento de Física Cento de Ciências Exatas Univesidade Fedeal do Espíito Santo http://www.cce.ufes.b/andeson [email protected] Última atualização:
RAZÃO CRUZADA: ASPECTOS ALGÉBRICOS E TOPOLÓGICOS
RAZÃO CRUZADA: ASPECTOS ALGÉBRICOS E TOPOLÓGICOS Angela Maia SITTA Hemes Antônio PEDROSO Wilson Mauício TADINI RESUMO: Neste tabalho apesentamos alguns esultados sobe a topologia da azão cuzada. Paa um
ANÁLISE DE VARIÂNCIA MULTIVARIADA Carlos Alberto Alves Varella 1
ANÁLISE MULTIVARIADA APLICADA AS CIÊNCIAS AGRÁRIAS PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA CIÊNCIA DO SOLO: CPGA-CS ANÁLISE DE VARIÂNCIA MULTIVARIADA Calos Albeto Alves Vaella ÍNDICE INTRODUÇÃO... MODELO ESTATÍSTICO...
. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E
7. Potencial Eléctico Tópicos do Capítulo 7.1. Difeença de Potencial e Potencial Eléctico 7.2. Difeenças de Potencial num Campo Eléctico Unifome 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas
5 Estudo analítico de retas e planos
GA3X1 - Geometia Analítica e Álgeba Linea 5 Estudo analítico de etas e planos 5.1 Equações de eta Definição (Veto dieto de uma eta): Qualque veto não-nulo paalelo a uma eta chama-se veto dieto dessa eta.
Resolução da Prova de Raciocínio Lógico
ESAF/ANA/2009 da Pova de Raciocínio Lógico (Refeência: Pova Objetiva 1 comum a todos os cagos). Opus Pi. Rio de Janeio, maço de 2009. Opus Pi. [email protected] 1 21 Um io pincipal tem, ao passa em deteminado
TICA. Rígidos MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA. Nona Edição CAPÍTULO. Ferdinand P. Beer E. Russell Johnston, Jr.
CAPÍTULO 4 Equilíbio MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA TICA Fedinand P. Bee E. Russell Johnston, J. Notas de Aula: J. Walt Ole Texas Tech Univesity de Copos Rígidos 2010 The McGaw-Hill Companies,
REGRESSÃO LINEAR MÚLTIPLA Correlação múltipla
REGRESSÃO LINEAR MÚLTIPLA Coelação múltipla Coeficiente de coelação múltipla: indicado de quanto da vaiação total da vaiável dependente é explicado pelo conjunto das vaiáveis independentes (explicativas)
TICA. Rígidos MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA CAPÍTULO. Ferdinand P. Beer E. Russell Johnston, Jr.
CAPÍTULO 4 Equilíbio MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA TICA Fedinand P. Bee E. Russell Johnston, J. Notas de Aula: J. Walt Ole Texas Tech Univesity de Copos Rígidos 2010 The McGaw-Hill Companies,
MATEMÁTICA 3 A SÉRIE - E. MÉDIO
1 MTEMÁTIC 3 SÉRIE - E. MÉDIO Pof. Rogéio Rodigues ELEMENTOS PRIMITIVOS / ÂNGULOS NOME :... NÚMERO :... TURM :... 2 I) ELEMENTOS PRIMITIVOS ÂNGULOS Os elementos pimitivos da Geometia são O Ponto, eta e
Áreas parte 2. Rodrigo Lucio Isabelle Araújo
Áeas pate Rodigo Lucio Isabelle Aaújo Áea do Cículo Veja o cículo inscito em um quadado. Medida do lado do quadado:. Áea da egião quadada: () = 4. Então, a áea do cículo com aio de medida é meno do que
7º ANO DESEMPENHOS FUNDAMENTAIS A EVIDENCIAR
EBIAH 7º ANO PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO DESEMPENHOS FUNDAMENTAIS A EVIDENCIAR IDENTIFICAR/DESIGNAR: O aluno deve utiliza coetamente a designação efeida, sabendo defini o conceito apesentado como se indica
Geometria: Perímetro, Área e Volume
Geometia: Peímeto, Áea e Volume Refoço de Matemática ásica - Pofesso: Macio Sabino - 1 Semeste 2015 1. Noções ásicas de Geometia Inicialmente iemos defini as noções e notações de alguns elementos básicos
CPV - o cursinho que mais aprova na GV
FGV 1 a Fase conomia novembo/00 MTMÁTI PV - o cusinho que mais apova na GV 01. ois pilotos iniciaam simultaneamente a disputa de uma pova de automobilismo numa pista cuja etensão total é de, km. nquanto
