Por que o búfalo é mais produtivo que o boi?
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- Armando Vidal Arruda
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1 Búfalos Os búfalos são animais domésticos utilizados para a produção de carne e leite destinados ao consumo humano, além de serem algumas vezes aproveitados como força de trabalho no campo. Possuem temperamento bastante dócil, o que facilita sua criação e manejo, e são muito rústicos, adaptando-se bem às mais variadas condições ambientais. No Brasil, são comuns as raças Mediterrâneas, Murrah, Jafarabadi e Carabao. Os animais da raça Mediterrâneos têm origem italiana, dupla aptidão (carne e leite), apresenta porte médio e são medianamente compactos. A raça Murrah, indiana, apresenta animais com conformação média e compacta, cabeças leves e chifres curtos, espiralados enrodilhando-se em anéis na altura do crânio. Jafarabadi, também indiana, é a raça menos compacta e de maior porte que existe no mundo, com chifres mais longos e de espessura menor, com uma curvatura longa e harmônica. A raça Carabao é a única adaptada às regiões pantanosas, estando concentrada na ilha de Marajó, no Pará; originária do norte das Filipinas apresenta pelagem mais clara, cabeça triangular, chifres grandes e pontiagudos, voltados para cima, porte médio e dupla aptidão. Os bubalinos podem ser criados nas mais diversas condições climáticas, muitas vezes apresentando-se como uma opção para o aproveitamento de áreas da propriedade às quais os bovinos não se adaptam. A preferência por regiões alagadas ou áreas pantanosas é bastante peculiar para a espécie; isto ocorre porque os búfalos possuem um menor número de glândulas sudoríparas em relação aos bovinos e sua pele escura apresenta uma espessa camada de epiderme, fazendo com que eles sejam menos eficientes na termorregulação corpórea. Assim, eles procuram a água para se refrescarem e para se protegerem do ataque de insetos e parasitos. Por serem pouco seletivos quanto à ingestão de vegetais e sub-produtos, os bubalinos transformam qualquer volumoso de baixo teor nutritivo em componentes necessários para o seu metabolismo energético, transformando-os em carne, leite e trabalho. Do ponto de vista reprodutivo os bubalinos se assemelham aos bovinos, entretanto apresentam características inerentes à espécie, como por exemplo, algumas particularidades do ciclo estral da búfala e a possibilidade de sazonalidade reprodutiva, variável de acordo com a região. Diversas biotecnias reprodutivas podem ser utilizadas com o intuito de aumentar os níveis de produtividade dos rebanhos, como por exemplo, a inseminação artificial e a transferência de embriões. Embora os búfalos sejam reconhecidamente mais resistentes a determinadas enfermidades que os bovinos, estas duas espécies são acometidas basicamente pelas mesmas doenças. As criações extensivas de búfalos podem apresentar alta mortalidade de bezerros devido à infecção por Toxocara vitulorum. Outros parasitas gastrointestinais podem causar grandes prejuízos à criação. A incidência de brucelose é comum em várias regiões. A tuberculose também é um problema em algumas áreas, especialmente devido à coabitação com a espécie bovina. A Leptospirose
2 pode acometer os bubalinos, pois os microorganismos sobrevivem melhor em regiões úmidas, que são as preferidas pelos búfalos. Outras enfermidades têm sido identificadas, dentre elas as tripanossomíases, filarioses, sarnas e piolhos (Haematopinus tuberculatus). Várias publicações em diferentes países têm destacado a excelente desempenho do búfalo como produtor de carne, sendo que esta possui menos gordura saturada, colesterol e calorias e maior conteúdo de proteína nobre quando comparada a outras carnes produzidas pelas diferentes espécies domésticas. O leite de búfala, por sua vez, é apreciado em todo o mundo. Apresenta coloração branco opaca e ph entre 6,43 e 6,80. Em relação ao leite bovino, possui micelas de caseína maiores, coagula muito mais rápido e seus produtos derivados tendem a serem um pouco mais duros secos e quebradiços. O couro dos búfalos é mais espesso, pesado, poroso e flexível que o do bovino, sendo por isso muito utilizado para a fabricação de derivados de couraria fina. Em muitas localidades do mundo, principalmente na Ásia, os búfalos são a fonte principal de força motriz para trabalho nas áreas rurais. É considerado como imprescindível nas culturas de arroz, coco, dendê e na agricultura familiar, sendo ainda utilizado para transporte e para puxar carroças e arar o solo. Manejo de Búfalos De um modo geral, o manejo dos búfalos leiteiros é semelhante ao dos bovinos. Seu consumo de matéria seca em função do peso corporal é ligeiramente superior ao dos bovinos sendo, porém, reconhecidamente melhor conversor de alimentos mais pobres em carne e leite que os bovinos, apresentando excelente resposta na produção leiteira quando adequadamente alimentadas. O processo de ordenha é usualmente manual, havendo algumas explorações com uso sistemático de ordenha mecânica, necessitando os equipamentos pequenas adaptações, particularmente ao que se refere à pressão de vácuo e eventualmente na dimensão dos bicos. A apojadura normalmente é feita com a presença do bezerro, o que é bastante facilitada pelo fato de que em poucas semanas, o bezerro "aprende o nome da mãe e assim, atende quando chamado pelo ordenhador, dirigindo-se sozinho para a sala de ordenha. Mesmo assim, sem utilização de drogas, temos diversos animais que "apojam" sem a presença dos bezerros. Não há necessidade de "amarrar" a fêmea durante a ordenha.
3 Por que o búfalo é mais produtivo que o boi? O búfalo é mais produtivo do que o boi devido às seguintes razões: A população bacteriana do rúmen do búfalo é maior; o ph é diferente e o alimento passa mais lentamente no intestino do animal, fazendo com que ele tenha uma conversão alimentar muito superior à do boi. O búfalo é mais rústico e mais fértil do que o boi; 97% das búfalas parem uma vez por ano, se estiverem bem alimentadas; A dentição é muito favorável, já que a primeira muda se dá entre 30 e 36 meses. No boi, a primeira muda se dá aos 18 meses, atrapalhando o crescimento do animal numa fase crítica; A desmama natural se dá em janeiro quando os pastos são bons e quando o bufalinho tem dez meses de idade; assim, o animal enfrenta a primeira estação seca com idade superior a 15 meses, sem perder os dentes. O leite do búfalo produz mais do dobro, em queijo e em mozzarella, do que o leite de vaca; O búfalo é um animal calmo, inteligente, aceitando sem nervosia o tratamento veterinário, o que não acontece com o nelore e com outras raças zebuínas, que se descontrolam de raiva perante uma situação adversa.
4 Raças Murrah Raça de animais com conformação média e compacta. Apresentam cabeças leves e chifres curtos, espiralados, enrodilhando-se em anéis na altura do crânio. São animais profundos e de boa capacidade digestiva, elementos muito importantes para as produtoras leiteiras. Carabao Conhecido como o "trator do oriente". No Brasil, a maior população desta raça está concentrada na Ilha de Marajó, no estado do Pará. É a única raça adaptada às regiões pantanosas e, por isto, apresentando pelagem mais clara. Também é conhecido por sua dupla aptidão, produzindo carne e sendo excelente para tração. Origina rio da Indochina, têm a cabeça triangular, chifres grandes e pontiagudos, voltados para cima, e porte médio.
5 Jafarabadi Forte correlação entre a cor dos pêlos e da pele em todo o corpo, sendo pretos os pêlos e a pele. A cor preta estende-se também aos chifres, cascos, espelho nasal e mucosas aparentes. Mediterrâneo Os animais da raça mediterrânea apresentam porte médio e são medianamente compactos. De origem italiana, é uma raça de dupla aptidão, embora os mediterrâneos brasileiros tenham mais aptidão para o corte.
6 Sistema de criação De um modo geral, a criação de búfalos segue a adotada para os bovinos, distinguindo-se: o sistema extensivo e o sistema intensivo. E também temos como recomendação comum o fato de os animais deverem ser submetidos a um bom manejo, o que tornará bem mais fácil o seu custeio. A seleção deve ser constante para o melhoramento do rebanho juntamente com boa alimentação e ginástica funcional. Com essa preocupação, as qualidades se manifestam com maior intensidade para facilitar a escolha dos melhores reprodutores. Os búfalos têm vida mais longa do que os bovinos, chegando há atingir 30 anos. A vida útil das fêmeas, como reprodutoras, também é longa; há matrizes com 12 e até 16 crias. A padreação é feita quase sempre em liberdade, podendo um reprodutor servir de 40 a 50 fêmeas. A cobertura (ou monta) "controlada" efetua-se nas criações intensivas, nas explorações leiteiras e principalmente nos plantéis de seleção. A fecundação normalmente é conseguida no primeiro serviço com uma gestação de mais ou menos 10 meses. Os bezerros nascem com peso superior ao das raças zebuínas, com média de 38,5 Kg para os machos e 36,5 Kg para as fêmeas. Os maiores índices de morbidade e mortalidade dos bubalinos ocorrem nos primeiros meses de vida. Em rebanhos leiteiros, aproximadamente 70% das mortes são de animais lactentes. Isto porque os neonatos, totalmente desprovidos de resistência orgânica, ao enfrentarem as hostilidades do meio ambiente, tornam-se alvos fáceis dos agentes patogênicos. A manutenção de elevados índices de imunoglobulinas, logo após o nascimento, através da ingestão do colostro, é um dos principais pré-requisitos para a reversão desse quadro.
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