Capítulo III: Parâmetros Principais de uma Antena

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Capítulo III: Parâmetros Principais de uma Antena"

Transcrição

1 Capítulo : aâmetos incipais de uma ntena esistência de adiação ( ): esistência fictícia que dissipa uma potência igual à potência adiada pela antena. i(t) i(t) potência adiada i(t) cos ωt otência adiada pela antena potência dissipada em 1 ds S (3.1) Exemplo: Calcula a esistência de adiação do dipolo infinitesimal. S com e ds η l sen θ a (dieção adial) ds 8 λ sen θ dθ dφ a (coodenadas esféicas) Como η 377 Ω 1π Ω, tem-se: l 15π λ π π sen 3 θ dθ dφ mas π π sen π π 3 3 π θ dθ dφ π sen sen θ cos θ cos θ θ dθ π l logo 4π. (3.) λ Desta foma: 4π l λ 8π l λ [Ω] (3.3)

2 9 Execício: Calcula a esistência de adiação de um dipolo de 1 cm opeando na feqüência de 3 MHz. Calcula a coente necessáia paa 1 W de potência adiada. l 1 cm 8 c 3 1 λ 1 m (l λ/1) 6 f π 79 mω 1 1 aa 1 W e 79 mω vem: 5 Conclusão: como é pequena paa o dipolo infinitesimal, a coente tem que se alta. sso mosta que o dipolo infinitesimal é um adiado pouco eficiente. - Diagama de adiação: epesentação gáfica que mosta as popiedades de adiação de uma antena em função de coodenadas espaciais. O diagama de adiação mosta a amplitude do campo elético ou da potência adiada (gealmente nomalizados em elação ao seu valo máximo) em função dos ângulos θ e φ na egião de campo distante No caso geal, o diagama é uma figua tidimensional, mas na maioia das vezes é epesentado como figuas bidimensionais (planos de cote). Os planos de cote pincipais são o plano vetical ou de elevação (gealmente φ ou φ 9 ) e o hoizontal ou azimutal (θ 9 ). aa antenas com polaização linea estes planos gealmente coespondem a planos que contêm o veto campo elético (plano E) e o veto campo magnético (plano H). aa o dipolo infinitesimal: diagama de campo ( θ, φ) sen θ E (3.4) Diagama 3D

3 3 Diagamas D - plano vetical: φ constante - plano hoizontal: θ 9 dieção de máxima adiação O diagama 3D mostado anteiomente independe de φ. ssim, o diagama D no plano hoizontal é uma cicunfeência. Neste caso, diz-se que a antena é onidiecional (ou omnidiecional). Diagamas de adiação de potência: a) ntena isotópica: F(θ,φ) constante b) Dipolo infinitesimal: F(θ,φ) sen θ Diagama D c) ntenas diecionais: Exemplo 1: Diagama 3D Diagama D (plano vetical, φ 9 ) max max

4 31 Exemplo : Os diagamas apesentados anteiomente utilizam epesentação pola. É possível também visualiza as caacteísticas de adiação de uma antena usando diagamas em coodenadas etangulaes. Exemplos: Caacteísticas pincipais dos diagamas de adiação: - lobo ou feixe pincipal: feixe do diagama que aponta na dieção de máxima adiação; - lobo meno: qualque outo lobo que não seja o pincipal. Os lobos lateais gealmente designam os lobos menoes que ocupam o mesmo hemisféio do lobo pincipal e os lobos posteioes usualmente efeem-se àqueles que ocupam o hemisféio na dieção oposta à do lobo pincipal. Lobos menoes gealmente epesentam adiação em dieções indesejadas e devem se minimizados; - nível de lobo lateal (SLL, de Side Lobe Level ): azão ente a amplitude do lobo pincipal e a amplitude do maio lobo lateal. Gealmente é dado em decibéis; - lagua de feixe de meia potência ou ângulo de abetua (HBW, de Half owe Beam Width ): abetua angula definida pelos feixes nos quais a potência adiada é metade do valo de potência na dieção de máxima adiação. É também conhecida como lagua de feixe de 3 db. É impotante salienta que a lagua de feixe é definida paa um plano apenas. ssim, cetas antenas possuião váias laguas de feixe coespondentes a difeentes cotes no diagama tidimensional.

5 3 - lagua de feixe ente os pimeios nulos (BWFN ou FNBW, de Beam Width between Fist Nulls ): abetua angula definida pelos pimeios nulos adjacentes ao lobo pincipal; - elação fente-costas (FB, de Font to Back atio ): azão ente a amplitude do lobo pincipal e a do lobo posteio diametalmente oposto. Gealmente é dada em decibéis. 3 - ntensidade de adiação (U): otência adiada po unidade de ângulo sólido. Sua unidade no S é watts/esfeoadiano (W/s). É obtida multiplicando a densidade de potência pelo quadado do aio coespondente: (, φ) U θ [W/s] (3.5) Um esfeoadiano é o ângulo sólido, com vétice no cento de uma esfea, que subtende na supefície desta esfea uma áea numeicamente igual ao quadado do aio. Como a supefície de uma esfea é 4π, a esfea toda coesponde a um ângulo sólido de 4π esfeoadianos. Na figua anteio, a áea infinitesimal na supefície da esfea ds é dada po: ds sen θdθdφ [m ]. (3.6) otanto, o elemento de ângulo sólido dω é dado po: d Ω sen θdθ dφ [s]. (3.7) ssim, a potência total adiada po uma antena pode se expessa confome abaixo: S π π ( θ, φ) sen θdθdφ U( θ, φ) ds sen θdθdφ U dω [W]. (3.8) S S φ θ

6 33 O valo médio da intensidade de adiação U(θ,φ) é a potência total adiada ( ) dividida pelo ângulo sólido total (4π s): U. (3.9) 4 π 4 - Ganho dietivo D(θ, φ): ndica a capacidade da antena de dieciona a potência adiada em uma dada dieção (θ, φ). É calculado como a azão ente a intensidade de adiação na dieção (θ, φ) e a intensidade de adiação média: (, φ) ( θ, φ) U D θ. (3.1) U Usando as equações anteioes, pode-se esceve: D (, φ) 4πU ( θ, φ) θ. (3.11) 4π dietividade (D) é uma ida da focalização do lobo pincipal. Coesponde ao ganho dietivo máximo, ou seja, a azão ente a intensidade de adiação máxima e a intensidade de adiação média: D U ( θ, φ) max max D (3.1) U Exemplos: a) antena isotópica: 4π D( θ, φ) 1 4π Dietividade: D 1 ou D 1 log D db antena isotópica não tem qualque popiedade diecional. otanto sua dietividade (D 1 ou db) é a mais baixa possível. Gealmente a dietividade de uma antena é dada em elação à dietividade da antena isotópica.

7 34 15π l b) dipolo infinitesimal: sen θ e λ 4π l λ 4π Logo D( θ, φ) 1,5sen θ (3.13) O ganho dietivo máximo ocoe paa θ 9. Dietividade: D 1,5 ou 1,76 db Obsevação: a pati da definição de dietividade tem-se que, paa uma antena qualque, a densidade de potência adiada na dieção de ganho dietivo máximo é dada po: D ou 4π E [W/m ] (3.14) 4π onde E D potência equivalente isotópica adiada (E Effective sotopic adiated owe ) Execício: Um dipolo infinitesimal tansmite uma potência de 5 kw. Calcula a densidade de potência e o campo elético a 1 km da antena na dieção de máxima adiação. D 1,5 5 4π 4π 1 Mas, paa uma onda no espaço live: 597µ W m (E 7,5 kw) 1 E E η η otanto: E E,671V m 5 - Ganho de potência (G): definição de dietividade não leva em conta as pedas ôhmicas na antena. aa considea estas pedas, utiliza-se o ganho de potência (ou simplesmente ganho) da antena. Este é definido como o poduto da dietividade (D) pelo endimento ou eficiência de adiação (η ): G D com η η ( η 1) (3.15) in + p onde potência total adiada; p potência pedida po efeito Joule na antena (pedas ôhmicas); in + p potência total fonecida à antena (potência nos teminais de entada).

8 35 eficiência de adiação também pode se calculada usando as esistências da antena: 1 1 in + p in + in p onde é esistência de adiação, p é a esistência ôhmica e in é a coente de pico nos teminais de entada da antena. Desta foma: η (3.16) + p aa uma antena sem pedas ( p, η 1) Ganho Dietividade 6 - olaização: polaização de uma antena é definida como a polaização da onda adiada pela antena. polaização indica a dieção do campo elético da onda adiada, gealmente na dieção de máxima adiação. Na pática, a polaização da onda adiada vaia com a dieção de popagação de modo que difeentes pates de um diagama de adiação podem te difeentes polaizações. Seja o campo elético de uma onda que se popaga no sentido +z: E E cos (3.17) 1 ( ωt βz) i + E cos( ωt βz + δ) j E i + E j No caso mais geal, a extemidade do veto campo elético desceve uma elipse no plano x à ida que a onda se popaga. x

9 36 azão axial (, de xial atio ): O (1 < ) (3.18) OB Ângulo de inclinação ( ilt angle ): Casos paticulaes: 1 E1E cos δ τ actg E1 E (3.19) a) olaização linea: o veto campo elético aponta sempe na mesma dieção à ida que a onda se popaga. olaização hoizontal: E 1 e E E E x i τ ; olaização vetical: E 1 e E E E j τ 9 ; olaização linea genéica: δ E E i + E j τ actg(e /E 1 ). x b) olaização cicula: o veto campo elético gia numa cicunfeência no plano x à ida que a onda se popaga. Condição: E 1 E e δ ±9 ; E cos ωt βz i E sen ωt βz. olaização cicula dieita: δ -9 E cos( ωt βz) i + E sen( ωt βz)j E olaização cicula esqueda: δ +9 ( ) ( )j E Fato de peda de polaização (LF, de olaization Loss Facto ): Em geal, a polaização da antena eceptoa não é a mesma da onda ecebida, caacteizando um descasamento de polaização. quantidade de potência que a antena extai da onda ecebida não seá máxima devido à peda de polaização. Seja o campo elético da onda ecebida dado po E ec E ec a ec, onde a ec é o veto unitáio na dieção do campo ecebido. O fato de peda de polaização (LF) é definido como: LF a ec a ant cos ψ p, (3.) onde a ant é o veto unitáio na dieção de polaização da antena e ψ p é o ângulo ente as dieções de polaização da onda e da antena eceptoa. Se as polaizações estiveem casadas, LF 1 e a antena extaiá o máximo de potência da onda ecebida. O fato de peda de polaização é dado em decibéis po: ( db) 1 log LF LF.

10 37 Exemplos: ntenas lineaes: a) b) c) ntenas de abetua: a) b) c) a) ψ p antena casada (ou alinhada com a onda): LF 1 ec máx ; b) < ψ p < 9 descasamento pacial: < LF < 1 < ec < máx ; c) ψ p 9 descasamento total (polaizações otogonais): LF ec. tabela a segui mosta a ejeição de polaização (igual a -LF db ) paa divesas situações.

11 38 Na tabela anteio foi consideada a situação ideal, onde somente a polaização pincipal está pesente. Na pática, entetanto, sempe existe um nível de polaização cuzada, que consiste na polaização otogonal que é excitada de foma indesejável devido às defomidades constutivas da antena. Este paâmeto é de gande impotância em alguns sistemas, podendo este vazamento de polaização causa intefeências nas comunicações. No caso de polaização linea, a polaização cuzada coesponde à polaização numa dieção pependicula à dieção de polaização pincipal. Já em polaização cicula, a polaização cuzada ocoe ente as polaizações dieita e esqueda. Execício 1: Uma onda popagando-se no a tem campo elético dado po E,4 cos( ωt βz) i + 5cos( ωt βz)j [V/m]. Calcule a densidade de potência média associada à onda. Supondo que a onda deveia te polaização vetical, calcule o nível de polaização cuzada. mplitude total do campo: E, ,1V / m Densidade de potência média: E 5,1 η 377 x Obsevação: ( ) x E η,4,1mw / m 377 ( ) 33,16mW / m E η Nível de polaização cuzada (C, de Coss-olaization ): 33,37 mw / m E 4 ( ) x E x log ( ) E C 1 log (3.1),1,4 C 1 log log C db. 33,16 5 Execício : Uma onda com campo elético dado po E 3cos( ωt βz) i + 5cos( ωt βz)j incide numa antena polaizada veticalmente. Calcula o fato de peda de polaização. a ec a ant ( 3i + 5 j) / ( 3i + 5 j) / 34 (veto unitáio na dieção do campo) j (veto unitáio na dieção vetical)

12 39 otanto: LF a a 5 34, 735 ec ant ou LF( db) 1,34dB. Neste caso, a potência ecebida coespondeá à 73,5% da máxima potência que seia ecebida caso as polaizações estivessem alinhadas. O ângulo ente as dieções de polaização da onda e da o antena eceptoa é de 31 ( ψ p accos, ). 7 - betua efetiva ( e ): Uma antena eceptoa é usada paa capta uma onda eletomagnética e dela extai potência, a qual seá fonecida à caga (cicuitos de ecepção). ssim, uma antena eceptoa, independente de sua foma física (filamenta, coneta, etc) pode se vista como uma abetua que extai potência da onda ecebida. abetua efetiva (ou áea efetiva) de uma antena é definida como a azão ente a potência ecebida ou captada pela antena ( ) e a densidade de potência média nela incidente ( ): e [m ] (3.) Quanto maio a abetua efetiva de uma antena, maio seá sua capacidade de extai potência da onda ecebida. abetua efetiva de uma antena não é necessaiamente igual à sua abetua física. aa antenas de abetua (conetas, po exemplo) ou efletoes, a abetua efetiva ( e ) e a abetua física ( f ) estão elacionadas pela equação abaixo: e ε, ( ε ab 1) (3.3) ab f onde ε ab é a eficiência de abetua, que indica quão eficientemente a abetua física da antena é utilizada. eficiência ε ab depende da distibuição dos campos na abetua da antena. aa uma distibuição unifome, ε ab 1. ipicamente, conetas têm eficiência de abetua ente 3% a 9% e antenas efletoas ente 5% a 8%. elação ente a abetua efetiva e o ganho: ode-se mosta que, paa qualque antena: G e λ. (3.4) 4 π aa antenas sem peda, G D. Neste caso tem-se: D e λ 4 π (3.5)

13 4 Exemplos: a) antena isotópica: D 1 e,796 λ ( e,8 λ,8 λ); b) dipolo infinitesimal: D 1,5 e,1194 λ ( e,345 λ,345 λ). 8 - mpedância de entada (Z): mpedância que a antena apesenta à linha de tansmissão a qual é conectada (impedância vista nos teminais da antena). Seu conhecimento é de fundamental impotância pois a eficiência da tansfeência de enegia do tansmisso paa antena (ou da antena paa o ecepto) depende dietamente da impedância da antena. Cicuitos equivalentes: antena tansmissoa: antena eceptoa: Z L Z V th _ + L antena antena mpedância da antena: Z + jx (3.6) pate esistiva está associada à potência média cedida à antena (na tansmissão), denominada potência de alimentação ( in ). No caso mais geal, uma pate desta potência coesponde à potência adiada ( ) enquanto que a pacela estante coesponde à potência dissipada sob foma de calo devido às pedas ôhmicas na antena ( p ). ssim: +. (3.7) p Como já visto no item 1, a esistência de adiação foi calculada integando o veto de onting sobe uma esfea na egião de campos distantes. Nenhum temo eativo apaeceu neste cálculo. Uma análise da pate eativa da impedância de entada necessitaia da integação do veto de onting sobe uma supefície fechada envolvendo a antena e muito póxima a ela. Desta foma a potência eativa (não adiante) que oscila póximo à antena seia levada em conta na integação. o fim é impotante menciona que, na existência de objetos póximos à antena (p. ex., outas antenas), a impedância de entada seá modificada de foma a inclui não só a impedância pópia da antena mas também as contibuições devidas às impedâncias mútuas. Com efeito, coentes fluindo em antenas póximas podem altea a impedância de entada de uma antena devido ao acoplamento eletomagnético ente elas.

14 Lagua de banda: Faixa de feqüências dento da qual uma antena opea coetamente, com pouca vaiação de seus paâmetos. Quanto maio a lagua de banda de uma antena, maio a sua capacidade de tansmiti e ecebe sinais de difeentes feqüências. Dependendo das necessidades de opeação do sistema no qual a antena é utilizada, a lagua de banda seá limitada po um ou váios dos seguintes fatoes: impedância de entada, ganho, lagua de feixe, posição do lobo pincipal, nível dos lobos secundáios e polaização. o exemplo, quando especificado o máximo coeficiente de onda estacionáia (VSW) pemissível, o fato pepondeante é a impedância de entada. Na pática, a lagua de banda é expessa de duas fomas: a) antenas de banda esteita: neste caso, em que a lagua de banda é bem meno que a feqüência cental de opeação, a lagua de banda é expessa sob foma pecentual. Exemplo: aa uma antena que opea satisfatoiamente ente 195 MHz e 5 MHz (feqüência cental MHz), a lagua de banda é de 5%. [(5-195)/,5] b) antenas de banda laga: quando a feqüência supeio fo igual ou maio que o dobo da feqüência infeio, a lagua de banda é expessa pela azão ente estas feqüências. Exemplo: aa uma antena que opea satisfatoiamente ente 6 MHz e 3 MHz, a lagua de banda é de 5:1. [3/6 5]

Antenas Resumo. SEL 371 Sistemas de Comunicação. Amílcar Careli César Departamento de Engenharia Elétrica da EESC-USP

Antenas Resumo. SEL 371 Sistemas de Comunicação. Amílcar Careli César Departamento de Engenharia Elétrica da EESC-USP Antenas Resumo SEL 371 Sistemas de Comunicação Amílca Caeli Césa Depatamento de Engenhaia Elética da EESC-USP Atenção! Este mateial didático é planejado paa sevi de apoio às aulas de SEL-371 Sistemas de

Leia mais

Antenas. Antena = transição entre propagação guiada (circuitos) e propagação não-guiada (espaço). Antena Isotrópica

Antenas. Antena = transição entre propagação guiada (circuitos) e propagação não-guiada (espaço). Antena Isotrópica Antenas Antena tansição ente popagação guiada (cicuitos) e popagação não-guiada (espaço). Antena tansmissoa: Antena eceptoa: tansfoma elétons em fótons; tansfoma fótons em elétons. Antena sotópica Fonte

Leia mais

carga da esfera: Q. figura 1 Consideramos uma superfície Gaussiana interna e outra superfície externa á esfera.

carga da esfera: Q. figura 1 Consideramos uma superfície Gaussiana interna e outra superfície externa á esfera. Detemine o módulo do campo elético em todo o espaço geado po uma esfea maciça caegada com uma caga distibuída unifomemente pelo seu volume. Dados do poblema caga da esfea:. Esuema do poblema Vamos assumi

Leia mais

Área projectada. Grandezas Radiométricas

Área projectada. Grandezas Radiométricas Áea pojectada Conceito de áea pojectada (fontes extensas) Tata-se da áea pojectada num plano pependicula à diecção de popagação da p dω da Também se aplica paa o caso de uma supefície eflectoa (emboa aí

Leia mais

a) A energia potencial em função da posição pode ser representada graficamente como

a) A energia potencial em função da posição pode ser representada graficamente como Solução da questão de Mecânica uântica Mestado a) A enegia potencial em função da posição pode se epesentada gaficamente como V(x) I II III L x paa x < (egião I) V (x) = paa < x < L (egião II) paa x >

Leia mais

carga da esfera: Q densidade volumétrica de carga: ρ = r.

carga da esfera: Q densidade volumétrica de carga: ρ = r. Detemine o módulo do campo elético em todo o espaço geado po uma esfea maciça caegada com uma caga distibuída com uma densidade volumética de caga dada po ρ =, onde α é uma constante ue tona a expessão

Leia mais

UFABC - Física Quântica - Curso Prof. Germán Lugones. Aula 14. A equação de Schrödinger em 3D: átomo de hidrogénio (parte 2)

UFABC - Física Quântica - Curso Prof. Germán Lugones. Aula 14. A equação de Schrödinger em 3D: átomo de hidrogénio (parte 2) UFABC - Física Quântica - Cuso 2017.3 Pof. Gemán Lugones Aula 14 A equação de Schödinge em 3D: átomo de hidogénio (pate 2) 1 Equação paa a função adial R() A equação paa a pate adial da função de onda

Leia mais

PUC-RIO CB-CTC. P2 DE ELETROMAGNETISMO segunda-feira GABARITO. Nome : Assinatura: Matrícula: Turma:

PUC-RIO CB-CTC. P2 DE ELETROMAGNETISMO segunda-feira GABARITO. Nome : Assinatura: Matrícula: Turma: PUC-RIO CB-CTC P2 DE ELETROMAGNETISMO 16.05.11 segunda-feia GABARITO Nome : Assinatua: Matícula: Tuma: NÃO SERÃO ACEITAS RESPOSTAS SEM JUSTIFICATIVAS E CÁLCULOS EXPLÍCITOS. Não é pemitido destaca folhas

Leia mais

carga da esfera: Q densidade volumétrica de carga: ρ = r.

carga da esfera: Q densidade volumétrica de carga: ρ = r. Detemine o módulo do campo elético em todo o espaço geado po uma esfea maciça caegada com uma caga Q distibuída com uma densidade volumética de caga dada po ρ =, onde α é uma constante ue tona a expessão

Leia mais

Cap014 - Campo magnético gerado por corrente elétrica

Cap014 - Campo magnético gerado por corrente elétrica ap014 - ampo magnético geado po coente elética 14.1 NTRODUÇÃO S.J.Toise Até agoa os fenômenos eléticos e magnéticos foam apesentados como fatos isolados. Veemos a pati de agoa que os mesmos fazem pate

Leia mais

Eletromagnetismo e Ótica (MEAer/LEAN) Circuitos Corrente Variável, Equações de Maxwell

Eletromagnetismo e Ótica (MEAer/LEAN) Circuitos Corrente Variável, Equações de Maxwell Eletomagnetismo e Ótica (MEAe/EAN) icuitos oente Vaiável, Equações de Maxwell 11ª Semana Pobl. 1) (evisão) Moste que a pessão (foça po unidade de áea) na supefície ente dois meios de pemeabilidades difeentes

Leia mais

Aula 6: Aplicações da Lei de Gauss

Aula 6: Aplicações da Lei de Gauss Univesidade Fedeal do Paaná eto de Ciências xatas Depatamento de Física Física III Pof. D. Ricado Luiz Viana Refeências bibliogáficas: H. 25-7, 25-9, 25-1, 25-11. 2-5 T. 19- Aula 6: Aplicações da Lei de

Leia mais

Equações de Fresnel e Ângulo de Brewster

Equações de Fresnel e Ângulo de Brewster Instituto de Física de São Calos Laboatóio de Óptica: Ângulo de Bewste e Equações de Fesnel Equações de Fesnel e Ângulo de Bewste Nesta pática, vamos estuda a eflexão e a efação da luz na inteface ente

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de eecícios 1 9 1. As cagas q 1 = q = µc na Fig. 1a estão fias e sepaadas po d = 1,5m. (a) Qual é a foça elética que age sobe q 1? (b) Colocando-se uma teceia caga

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de execícios 5 9 1. Quando a velocidade de um eléton é v = (,x1 6 m/s)i + (3,x1 6 m/s)j, ele sofe ação de um campo magnético B = (,3T) i (,15T) j.(a) Qual é a foça

Leia mais

Energia no movimento de uma carga em campo elétrico

Energia no movimento de uma carga em campo elétrico O potencial elético Imagine dois objetos eletizados, com cagas de mesmo sinal, inicialmente afastados. Paa apoximá-los, é necessáia a ação de uma foça extena, capaz de vence a epulsão elética ente eles.

Leia mais

PROCESSO SELETIVO TURMA DE 2013 FASE 1 PROVA DE FÍSICA E SEU ENSINO

PROCESSO SELETIVO TURMA DE 2013 FASE 1 PROVA DE FÍSICA E SEU ENSINO PROCESSO SELETIVO TURM DE 03 FSE PROV DE FÍSIC E SEU ENSINO Cao pofesso, caa pofessoa esta pova tem 3 (tês) questões, com valoes difeentes indicados nas pópias questões. pimeia questão é objetiva, e as

Leia mais

F-328 Física Geral III

F-328 Física Geral III F-328 Física Geal III Aula exploatóia Cap. 23 UNICAMP IFGW 1 Ponto essencial O fluxo de água atavessando uma supefície fechada depende somente das toneias no inteio dela. 2 3 1 4 O fluxo elético atavessando

Leia mais

VETORES GRANDEZAS VETORIAIS

VETORES GRANDEZAS VETORIAIS VETORES GRANDEZAS VETORIAIS Gandezas físicas que não ficam totalmente deteminadas com um valo e uma unidade são denominadas gandezas vetoiais. As gandezas que ficam totalmente expessas po um valo e uma

Leia mais

II Transmissão de Energia Elétrica (Teoria de Linhas)

II Transmissão de Energia Elétrica (Teoria de Linhas) II Tansmissão de Enegia Elética (Teoia de Linhas) Linhas de tansmissão : (Pela física) todos os elementos de cicuitos destinados ao tanspote de enegia elética ente dois pontos, independentemente da quantidade

Leia mais

APÊNDICE. Revisão de Trigonometria

APÊNDICE. Revisão de Trigonometria E APÊNDICE Revisão de Tigonometia FUNÇÕES E IDENTIDADES TRIGONOMÉTRICAS ÂNGULOS Os ângulos em um plano podem se geados pela otação de um aio (semi-eta) em tono de sua etemidade. A posição inicial do aio

Leia mais

Lei de Ampère. (corrente I ) Foi visto: carga elétrica com v pode sentir força magnética se existir B e se B não é // a v

Lei de Ampère. (corrente I ) Foi visto: carga elétrica com v pode sentir força magnética se existir B e se B não é // a v Lei de Ampèe Foi visto: caga elética com v pode senti foça magnética se existi B e se B não é // a v F q v B m campos magnéticos B são geados po cagas em movimento (coente ) Agoa: esultados qualitativos

Leia mais

Aula Invariantes Adiabáticos

Aula Invariantes Adiabáticos Aula 6 Nesta aula, iemos inicia o estudo sobe os invaiantes adiabáticos, finalizando o capítulo 2. Também iniciaemos o estudo do capítulo 3, onde discutiemos algumas popiedades magnéticas e eléticas do

Leia mais

Geodésicas 151. A.1 Geodésicas radiais nulas

Geodésicas 151. A.1 Geodésicas radiais nulas Geodésicas 151 ANEXO A Geodésicas na vizinhança de um buaco nego de Schwazschild A.1 Geodésicas adiais nulas No caso do movimento adial de um fotão os integais δ (expessão 1.11) e L (expessão 1.9) são

Leia mais

Mecânica Técnica. Aula 5 Vetor Posição, Aplicações do Produto Escalar. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica Técnica. Aula 5 Vetor Posição, Aplicações do Produto Escalar. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues ula 5 Veto Posição, plicações do Poduto Escala Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Tópicos bodados Nesta ula Vetoes Posição. Veto Foça Oientado ao Longo de

Leia mais

MECÂNICA. F cp. F t. Dinâmica Força resultante e suas componentes AULA 7 1- FORÇA RESULTANTE

MECÂNICA. F cp. F t. Dinâmica Força resultante e suas componentes AULA 7 1- FORÇA RESULTANTE AULA 7 MECÂICA Dinâmica oça esultante e suas componentes 1- ORÇA RESULTATE oça esultante é o somatóio vetoial de todas as foças que atuam em um copo É impotante lemba que a foça esultante não é mais uma

Leia mais

Seção 24: Laplaciano em Coordenadas Esféricas

Seção 24: Laplaciano em Coordenadas Esféricas Seção 4: Laplaciano em Coodenadas Esféicas Paa o leito inteessado, na pimeia seção deduimos a expessão do laplaciano em coodenadas esféicas. O leito ue estive disposto a aceita sem demonstação pode dietamente

Leia mais

n θ E Lei de Gauss Fluxo Eletrico e Lei de Gauss

n θ E Lei de Gauss Fluxo Eletrico e Lei de Gauss Fundamentos de Fisica Clasica Pof icado Lei de Gauss A Lei de Gauss utiliza o conceito de linhas de foça paa calcula o campo elético onde existe um alto gau de simetia Po exemplo: caga elética pontual,

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de execícios 9 1. Uma placa condutoa uadada fina cujo lado mede 5, cm enconta-se no plano xy. Uma caga de 4, 1 8 C é colocada na placa. Enconte (a) a densidade de

Leia mais

CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO

CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO Capítulo 4 - Cinemática Invesa de Posição 4 CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO 4.1 INTRODUÇÃO No capítulo anteio foi visto como detemina a posição e a oientação do ógão teminal em temos das vaiáveis

Leia mais

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II 014.2

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II 014.2 CÁLCULO IFERENCIAL E INTEGRAL II Obsevações: ) Todos os eecícios popostos devem se esolvidos e entegue no dia de feveeio de 5 Integais uplas Integais uplas Seja z f( uma função definida em uma egião do

Leia mais

Quasi-Neutralidade e Oscilações de Plasma

Quasi-Neutralidade e Oscilações de Plasma Quasi-Neutalidade e Oscilações de Plasma No pocesso de ionização, como é poduzido um pa eléton-íon em cada ionização, é de se espea que o plasma seja macoscopicamente uto, ou seja, que haja tantos elétons

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ SARAMAGO

ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ SARAMAGO ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ SARAMAGO FÍSICA e QUÍMICA A 11º ano /1.º Ano 3º este de Avaliação Sumativa Feveeio 007 vesão Nome nº uma Data / / Duação: 90 minutos Pof. I Paa que se possa entende a lei descobeta

Leia mais

PUC-RIO CB-CTC. P4 DE ELETROMAGNETISMO sexta-feira. Nome : Assinatura: Matrícula: Turma:

PUC-RIO CB-CTC. P4 DE ELETROMAGNETISMO sexta-feira. Nome : Assinatura: Matrícula: Turma: UC-O CB-CTC 4 DE ELETOMAGNETSMO..09 seta-feia Nome : Assinatua: Matícula: Tuma: NÃO SEÃO ACETAS ESOSTAS SEM JUSTFCATVAS E CÁLCULOS EXLÍCTOS. Não é pemitido destaca folhas da pova Questão Valo Gau evisão

Leia mais

SISTEMA DE COORDENADAS

SISTEMA DE COORDENADAS ELETROMAGNETISMO I 1 0 ANÁLISE VETORIAL Este capítulo ofeece uma ecapitulação aos conhecimentos de álgeba vetoial, já vistos em outos cusos. Estando po isto numeado com o eo, não fa pate de fato dos nossos

Leia mais

Teo. 5 - Trabalho da força eletrostática - potencial elétrico

Teo. 5 - Trabalho da força eletrostática - potencial elétrico Teo. 5 - Tabalho da foça eletostática - potencial elético 5.1 Intodução S.J.Toise Suponhamos que uma patícula qualque se desloque desde um ponto até em ponto sob a ação de uma foça. Paa medi a ação dessa

Leia mais

Matemática D Extensivo V. 7

Matemática D Extensivo V. 7 Matemática D Extensivo V. 7 Execícios 0) D V V g Potanto, temos que o volume do tonco do cone é dado pelo volume total do cone menos o volume da pate supeio do cone. π.. 6 π.. 8π 6 π... π 8 π 7 6 8 7 7

Leia mais

PROPAGAÇÃO II. Conceitos de Antenas

PROPAGAÇÃO II. Conceitos de Antenas Instituto Supeio de Engenhaia de Lisboa Depatamento de Engenhaia de Electónica e Telecomunicações e de Computadoes Secção de Sistemas de Telecomunicações ROAGAÇÃO II Conceitos de Antenas ISEL, opagação

Leia mais

7.3. Potencial Eléctrico e Energia Potencial Eléctrica de Cargas Pontuais

7.3. Potencial Eléctrico e Energia Potencial Eléctrica de Cargas Pontuais 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas Pontuais Ao estabelece o conceito de potencial eléctico, imaginamos coloca uma patícula de pova num campo eléctico poduzido po algumas cagas

Leia mais

Electricidade e magnetismo

Electricidade e magnetismo Electicidade e magnetismo Campo e potencial eléctico 2ª Pate Pof. Luís Pena 2010/11 Enegia potencial eléctica O campo eléctico, tal como o campo gavítico, é um campo consevativo. A foça eléctica é consevativa.

Leia mais

MECÂNICA DOS MEIOS CONTÍNUOS. Exercícios

MECÂNICA DOS MEIOS CONTÍNUOS. Exercícios MECÂNICA DO MEIO CONTÍNUO Execícios Mecânica dos Fluidos 1 Considee um fluido ideal em epouso num campo gavítico constante, g = g abendo que p( z = 0 ) = p a, detemine a distibuição das pessões nos casos

Leia mais

Condução Unidimensional em Regime Permanente

Condução Unidimensional em Regime Permanente Condução Unidimensional em Regime Pemanente Num sistema unidimensional os gadientes de tempeatua existem somente ao longo de uma única coodenada, e a tansfeência de calo ocoe exclusivamente nesta dieção.

Leia mais

E = F/q onde E é o campo elétrico, F a força

E = F/q onde E é o campo elétrico, F a força Campo Elético DISCIPLINA: Física NOE: N O : TURA: PROFESSOR: Glênon Duta DATA: Campo elético NOTA: É a egião do espaço em ue uma foça elética pode sugi em uma caga elética. Toda caga elética cia em tono

Leia mais

UPM/EE/DEM/FT-II-5C/Profa. Dra. Míriam Tvrzská de Gouvêa/2004-2S UPM/EE/DEM&DEE/FT-II-4E/F/Profa. Dra. Esleide Lopes Casella/2004-2S

UPM/EE/DEM/FT-II-5C/Profa. Dra. Míriam Tvrzská de Gouvêa/2004-2S UPM/EE/DEM&DEE/FT-II-4E/F/Profa. Dra. Esleide Lopes Casella/2004-2S Questão paa eflexão: em sítios, não é incomum nos fogões a lenha te-se uma tubulação que aquece água, a qual é conduzida paa os chuveios e toneias sem o uso de bombas. Explique o po quê. (figua extaída

Leia mais

Lista 3 de CF368 - Eletromagnetismo I

Lista 3 de CF368 - Eletromagnetismo I Lista de CF68 - Eetomagnetismo I Fabio Iaeke de dezembo de 2. Um ane de feo ecozido, de compimento médio de 5 cm, é enoado com uma bobina tooida de espias. Detemine a intensidade magnética

Leia mais

3 O Canal Rádio Móvel

3 O Canal Rádio Móvel 31 3 O Canal Rádio Móvel O canal de adiopopagação, pela sua natueza aleatóia e dependente da faixa de feqüências utilizada, não é de fácil modelagem, exigindo estudos teóicos e dados estatísticos paa sua

Leia mais

CAMPO ELÉCTRICO NO EXTERIOR DE CONDUTORES LINEARES

CAMPO ELÉCTRICO NO EXTERIOR DE CONDUTORES LINEARES CAMPO ELÉCTRICO NO EXTERIOR DE CONDUTORES LINEARES 1. Resumo A coente que passa po um conduto poduz um campo magnético à sua volta. No pesente tabalho estuda-se a vaiação do campo magnético em função da

Leia mais

19 - Potencial Elétrico

19 - Potencial Elétrico PROBLEMAS RESOLVIDOS DE FÍSICA Pof. Andeson Cose Gaudio Depatamento de Física Cento de Ciências Exatas Univesidade Fedeal do Espíito Santo http://www.cce.ufes.b/andeson [email protected] Última atualização:

Leia mais

ESCOAMENTO POTENCIAL. rot. Escoamento de fluido não viscoso, 0. Equação de Euler: Escoamento de fluido incompressível cte. Equação da continuidade:

ESCOAMENTO POTENCIAL. rot. Escoamento de fluido não viscoso, 0. Equação de Euler: Escoamento de fluido incompressível cte. Equação da continuidade: ESCOAMENTO POTENCIAL Escoamento de fluido não viso, Equação de Eule: DV ρ ρg gad P Dt Escoamento de fluido incompessível cte Equação da continuidade: divv Escoamento Iotacional ot V V Se o escoamento fo

Leia mais

4 Modelo para Extração de Regras Fuzzy a partir de Máquinas de Vetores Suporte FREx_SVM 4.1 Introdução

4 Modelo para Extração de Regras Fuzzy a partir de Máquinas de Vetores Suporte FREx_SVM 4.1 Introdução 4 Modelo paa Extação de Regas Fuzzy a pati de Máquinas de Vetoes Supote FREx_SVM 4.1 Intodução Como já mencionado, em máquinas de vetoes supote não se pode explica a maneia como sua saída é obtida. No

Leia mais

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E 7. Potencial Eléctico Tópicos do Capítulo 7.1. Difeença de Potencial e Potencial Eléctico 7.2. Difeenças de Potencial num Campo Eléctico Unifome 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas

Leia mais

Componente de Física

Componente de Física Disciplina de Física e Química A 11º ano de escolaidade Componente de Física Componente de Física 1..8 Movimento de queda, na vetical, com efeito da esistência do a apeciável É um facto que nem sempe se

Leia mais

Sempre que surgir uma dúvida quanto à utilização de um instrumento ou componente, o aluno deverá consultar o professor para esclarecimentos.

Sempre que surgir uma dúvida quanto à utilização de um instrumento ou componente, o aluno deverá consultar o professor para esclarecimentos. Instituto de Física de São Calos Laboatóio de Eleticidade e Magnetismo: Nesta pática vamos estuda o compotamento de gandezas como campo elético e potencial elético. Deteminaemos as supefícies equipotenciais

Leia mais

Aula 2 de Fenômemo de transporte II. Cálculo de condução Parede Plana Parede Cilíndrica Parede esférica

Aula 2 de Fenômemo de transporte II. Cálculo de condução Parede Plana Parede Cilíndrica Parede esférica Aula 2 de Fenômemo de tanspote II Cálculo de condução Paede Plana Paede Cilíndica Paede esféica Cálculo de condução Vamos estuda e desenvolve as equações da condução em nível básico paa egime pemanente,

Leia mais

Electrostática. Programa de Óptica e Electromagnetismo. OpE - MIB 2007/2008. Análise Vectorial (revisão) 2 aulas

Electrostática. Programa de Óptica e Electromagnetismo. OpE - MIB 2007/2008. Análise Vectorial (revisão) 2 aulas Electostática OpE - MIB 7/8 ogama de Óptica e Electomagnetismo Análise Vectoial (evisão) aulas Electostática e Magnetostática 8 aulas Campos e Ondas Electomagnéticas 6 aulas Óptica Geomética 3 aulas Fibas

Leia mais