Taylor e o movimento da administração científica
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- Gilberto Valente Palmeira
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1 l Taylor e o movimento da administração científica FIGURA 3. l Frederick Winslow Taylor. Frederick Winslow Taylor (Figura 3.1) foi o criador e participante mais destacado do movimento da administração científica. Seu trabalho junta-se ao de outras pessoas que, na mesma época, compartilhavam esforços para desenvolver princípios e técnicas de eficiência, que possibilitassem resolver os grandes problemas enfrentados pelas empresas industriais. Apesar de nem todos trabalharem simultaneamente em um mesmo grupo, essas pessoas são consideradas todas participantes do movimento da administração científica. Taylor é a figura mais importante desse movimento não apenas pela natureza de suas contribuições, mas também porque muitos o reconheciam como sua liderança. Taylor nasceu em 1856, na Pensilvânia, filho de uma família abastada. Apesar disso, e de ter sido aprovado no exame de admissão da Escola de Direito de Harvard, Taylor tornou-se trabalhador manual. Dizem seus biógrafos que tomou essa decisão porque os estudos haviam prejudicado sua visão. Há quem conteste essa versão, afirmando que Taylor rejeitava a idéia de ser advogado como seu pai. De qualquer modo, sua visão não o impediu de vencer o campeonato americano de tênis em duplas de Entre 1874 e 1878 ele trabalhou para uma empresa fabricante de bombas hidráulicas, onde aprendeu o ofício de torneiro. Foi também nessa empresa que começou a observar o que considerava má administração, "corpo-mole" dos funcionários e relações de má qualidade entre os trabalhadores e os gerentes. Em 1878, ingressou na Midvale Steel, uma usina siderúrgica, na qual passou 12 anos, começando como trabalhador e terminando como engenheiro chefe. Nesse período, reto-
2 Tavlor e Ford 53 mou seus estudos, desta vez em engenharia. Estudando à noite, obteve em 1883 o título de mestre em engenharia. Também começou a desenvolver os primeiros de uma série de muitos aprimoramentos técnicos. Taylor era um engenheiro brilhante, tendo patenteado muitas invenções. Foi na Midvale que observou os problemas das operações fabris (que você próprio poderá encontrar em algumas empresas até hoje). Por exemplo: A administração não tinha noção clara da divisão de suas responsabilidades com o trabalhador. Não havia incentivos para melhorar o desempenho do trabalhador. Muitos trabalhadores não cumpriam suas responsabilidades. As decisões dos administradores baseavam-se na intuição e no palpite. Não havia integração entre os departamentos da empresa. Os trabalhadores eram colocados em tarefas para as quais não tinham aptidão. Os gerentes pareciam ignorar que a excelência no desempenho significaria recompensas tanto para eles próprios quanto para a mão-de-obra. Havia conflitos entre capatazes e operários a respeito da quantidade da produção. Ao longo de sua carreira, Taylor procurou resolver esses e outros problemas que eram e continuam sendo comuns nas empresas. De suas observações e experiências, ele começou a desenvolver seu sistema de administração de tarefas, mais tarde conhecido como sistema Taylor, taylorismo e, finalmente, administração científica. Entre 1890 e 1893, Taylor foi gerente geral de uma empresa fabricante de papel. Quando deixou essa empresa, estabeleceu-se como consultor. Em seu cartão de visitas, propunha-se a "sistematizar a administração do chão-de-fábrica". Em 1893 foi contratado para trabalhar exclusivamente na Bethlehem Steel (uma das grandes siderúrgicas, com cerca de empregados em 1900), na qual desenvolveu suas idéias a respeito da administração científica. Quem o contratou foi Joseph Wharton, grande acionista da empresa, que havia fundado, em 1881, a primeira escola de administração dos Estados Unidos. Nessa empresa Taylor inventou, com J. Maunsel White, o que se tornou conhecido como o processo Taylor-White para o tratamento térmico do aço empregado na produção de ferramentas. Essa invenção trouxe aprimoramentos de 200 a 300% na capacidade de corte. Na Bethlehem, o assistente de Taylor era Henry Gantt. Em 1901 deixou a Bethlehem e retornou para Filadélfia, dedicando-se à divulgação de suas idéias. Em 1910, foi criada a Sociedade para a Promoção da Administração Científica, que se tornou, em 1915, ano de sua morte, Sociedade Taylor. 2 Início do movimento da administração científica O berço da administração científica foi a Sociedade Americana dos Engenheiros Mecânicos (ASME), fundada em 1880, da qual Taylor era sócio e chegou a presidente. O movimento desenvolveu-se em três momentos, conforme mostra a Figura 3.2.
3 54 Escola Clássica FIGURA 3.2 Três momentos da administração científica. PRIMEIRA FASE SEGUNDA FASE TERCEIRA FASE Ataque ao "problema dos salários". Ampliação de escopo, da tarefa para a administração. Consolidação dos princípios. Estudo sistemático do tempo. Definição de tempos-padrão. Sistema de administração de tarefas. Definição de princípios de administração do trabalho. Proposição de divisão de autoridade e responsabilidades dentro da empresa. Distinção entre técnicas e princípios. 2.1 O problema dos salários O problema do qual a Sociedade ocupou-se quase que exclusivamente nas reuniões iniciais era o chamado problema dos salários. Os sistemas de pagamento da época (pagamento por dia trabalhado e pagamento por peça produzida) tinham o efeito de fazer o trabalhador acreditar que seu esforço beneficiava apenas o patrão. Assim, como regra geral, os trabalhadores não se empenhavam como os engenheiros e os empregadores achavam que seria adequado. No sistema de pagamento por dia trabalhado, o salário era fixo, e os trabalhadores não viam nenhuma vantagem em produzir além do que eles próprios achavam adequado. No sistema de pagamento por peça produzida, quando a produção aumentava muito, os administradores diminuíam o valor pago por peça. E, assim, os trabalhadores, sabendo o que esperar, mantinham a produção num nível propositadamente baixo. Os próprios sindicatos estabeleciam limites para os salários que os trabalhadores podiam receber, para evitar que eles se prejudicassem. Para resolver o problema do desinteresse que esses dois sistemas de pagamento induziam, já na época falava-se na possibilidade da participação do empregado nos lucros da empresa, sistema que desde 1842 vinha sendo praticado na Europa. No entanto, também já se reconhecia que esse sistema tinha imperfeições, uma vez que as flutuações nos lucros, beneficiando ou prejudicando o empregado, deviam-se a fatores (como preço da matéria-prima ou decisões gerenciais) sobre os quais ele não tinha controle. Todo esse debate continuaria atual nas décadas seguintes. Muitos dos problemas que o originaram continuariam sem solução definitiva.
4 Taylor e Ford O plano de Taylor Em 1895, Taylor apresentou à Sociedade o que é considerado o primeiro trabalho da administração científica: A piece-rate system (Um sistema de pagamento por peça). Apesar de apresentado apenas em 1895, o documento relatava problemas enfrentados por Taylor e soluções nas quais ele vinha trabalhando desde 15 anos antes. Em A piece-rate system, Taylor propõe um método para eliminar a diminuição do valor pago por peça. É nesse método que residem as raízes da administração científica. Taylor argumentou que a administração deveria primeiro procurar descobrir quanto tempo levaria para que um homem, dando o melhor de si, completasse uma tarefa. A administração poderia então estabelecer um pagamento por peça de forma que o trabalhador se visse compelido a trabalhar o suficiente para assegurar remuneração razoável. De acordo com Taylor, o caminho para resolver o problema dos salários era descobrir, de maneira científica e exata, qual a velocidade máxima em que o trabalho poderia ser feito. Sua resposta para esse problema foi o que ele chamou "estudo sistemático e científico do tempo", que consistia em dividir cada tarefa em seus elementos básicos e, com a colaboração dos trabalhadores, cronometrá-las e registrálas. Em seguida, eram definidos tempos-padrão para os elementos básicos. Esse procedimento era a base do sistema de administração de tarefas (tos/c management), que compreendia ainda a seleção de trabalhadores e o pagamento de incentivos. O sistema de administração de tarefas permitia que a administração controlasse todos os aspectos da produção e dispusesse do trabalho padronizado que era essencial para a eficiência. A principal razão para a invenção do estudo dos tempos, do qual surgiu a administração científica, foi a busca da precisão para definir o valor dos salários. Posteriormente, percebeu-se que o estudo de tempos (e, em seguida, tempos e movimentos) era um processo que tinha o valor intrínseco de permitir o aprimoramento do trabalho operacional, através da racionalização dos movimentos. Mais tarde, ao juntar-se às idéias de Gilbreth, o sistema de administração de tarefas de Taylor formou a base do estudo de tempos e movimentos (Figura 3.3). O ataque ao problema dos salários é considerado o primeiro estágio do movimento da administração científica. 3 Segunda fase da administração científica Com o passar dos anos, a questão dos salários passou para plano secundário, porque ficou evidente que constituía tão-somente um aspecto de um contexto muito maior. Na segunda fase do movimento da administração científica, a ênfase deslocouse, da produtividade do trabalhador, para o aprimoramento dos métodos de trabalho. Esta segunda fase corresponde ao estudo Shop management (Administração de operações fabris), de 1903, mas não é um único momento cronológico, uma vez que abrange eventos muito anteriores a esse ano, nos quais Taylor estivera envolvido
5 56 Escola Clássica Figura 3.3 Tempos e movimentos. À esquerda, Taylor cronometrando um trabalhador. À direita, exemplo de um estudo de movimentos. _> Espaço normal de trabalho Espaço máximo de trabalho Fontes: Cortesia Stevens Institute of Technology; MAYNARD, Harold B.; STEAGEMERTEN, G. J.; SCHWAB, John L. Methods: time measurement. New York: McGraw Hill, p desde que apresentara o trabalho anterior, A piece-rate system. A segunda fase é um desenvolvimento teórico, compreendendo o aumento do escopo da administração científica, que se torna um sistema mais abrangente de administração. Em Shop management, Taylor fez o que se tornaria a característica distinção entre o homem médio e o homem de primeira classe. Segundo Taylor, o homem de primeira classe é altamente motivado e realiza seu trabalho sem desperdiçar tempo nem restringir sua produção. Idealmente, tal pessoa deveria ser selecionada para a tarefa que lhe fosse mais apropriada e incentivada financeiramente. Mesmo um homem de primeira classe tornar-se-ia altamente ineficiente se lhe faltassem incentivos ou se houvesse uma pressão do grupo de trabalho para diminuir a produção. Na obra, Taylor apresenta sua concepção dos princípios da administração de uma empresa (Figura 3.4). Figura 3.4 Princípios da administração científica. PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA Seleção e treinamento de pessoal Salários altos e custos baixos de produção Identificação da melhor maneira de executar tarefas Cooperação entre administração e trabalhadores
6 Taylor e Ford 57 Taylor tratou ainda de outros aspectos nesse segundo trabalho. Entre eles: padronização de ferramentas e equipamentos, seqüenciamento e programação de operações e estudo de movimentos. 4 Terceira fase da administração científica As idéias do estudo Shop management foram repetidas com palavras ligeiramente diferentes no livro Princípios de administração científica, de Nesta terceira obra, Taylor sintetiza os objetivos da administração científica: (1) Desenvolver uma ciência para cada elemento do trabalho, para substituir o velho método empírico. (2) Selecionar cientificamente e depois treinar, instruir e desenvolver o trabalhador, que, no passado, escolhia seu próprio trabalho e treinava-se o melhor que podia. (3) Cooperar sinceramente com os trabalhadores, de modo a garantir que o trabalho seja feito de acordo com princípios da ciência que foi desenvolvida. (4) Existe uma divisão quase igual de trabalho e de responsabilidade entre a administração e os trabalhadores. A administração incumbe-se de todo o trabalho para o qual esteja mais bem preparada que os trabalhadores, enquanto no passado quase todo o trabalho e a maior parte da responsabilidade recaíam sobre a mão-de-obra. Taylor acreditava no incentivo para o trabalhador individual, que atenderia ao desejo de ganho material e estimularia o crescimento pessoal. Nas palavras de Taylor: A prosperidade máxima de cada empregado significa não apenas salários mais altos mas também, e mais importante, significa o desenvolvimento de cada homem à sua condição de eficiência máxima. A maioria das pessoas acredita que os interesses fundamentais dos empregados e empregadores são antagônicos. A administração científica no entanto, tem por princípio que os verdadeiros interesses dos dois são idênticos. Segundo Drury, os Princípios marcam a terceira e última fase da administração científica. Nesta fase, além de reafirmar as idéias expostas anteriormente, a abrangência da administração científica ampliou-se, para recomendar mudanças nas responsabilidades dentro da empresa. A principal mudança recomendada era a criação de um departamento de planejamento, ao qual caberia o trabalho, eminentemente intelectual, de estudar e propor os aprimoramentos no chão-de-fábrica. Os trabalhadores e seus supervisores imediatos deveriam ocupar-se exclusivamente da produção. Toda atividade cerebral deve ser removida da fábrica e centralizada no departamento de planejamento, propunha Taylor. A segunda mudança era a ampliação da quantidade de supervisores funcionais, cada um cuidando de um aspecto do trabalho operacional. Estas recomendações foram abandonadas e ficaram entre as propo-
7 58 Escola Clássica sições da administração científica que não sobreviveram à passagem do tempo e à modernização das organizações. Taylor também fez uma distinção entre a filosofia e os mecanismos da administração científica. Os mecanismos, ou técnicas, eram: Estudos de tempos e movimentos. Padronização de ferramentas e instrumentos. Padronização de movimentos. Conveniência de uma área de planejamento. Cartões de instruções. Sistema de pagamento de acordo com o desempenho. Cálculo de custos. Taylor entendia esses dispositivos da eficiência como auxiliares da administração científica, ou maneiras de colocar em prática os princípios da administração científica. Assim, Taylor foi o primeiro autor a sistematizar um modelo de administração, entendendo-se como tal um sistema de idéias ou doutrinas aliadas a técnicas ou ferramentas. Para Taylor, a administração científica era uma revolução mental, uma revolução na maneira de encarar o trabalho e as responsabilidades em relação à empresa e aos colegas. Um exemplo dos métodos de Taylor foi a experiência na qual demonstrou que a produtividade mais elevada resulta da minimização do esforço muscular. Essa é uma das idéias fundamentais da administração científica: a produtividade resulta da eficiência do trabalho e não da maximização do esforço. A questão não é trabalhar duro, nem depressa, nem bastante, mas trabalhar de forma inteligente. Até hoje essa idéia não se firmou completamente, uma vez que ainda há quem acredite que a produtividade é mais elevada quando as pessoas trabalham muito e sem interrupção, ou que o homem é produtivo quando trabalha à velocidade máxima. Essa crença nada tem a ver com as proposições de Taylor e da administração científica.
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