PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS
|
|
|
- João Batista da Rocha Antas
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 (>1000 proteínas diferentes) purificar -glicosilase PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS Métodos baseados nas diferentes propriedades das proteínas Carga, tamanho, hidrofobicidade, 0,92 U/mg interações específicas (estrutura 3a/ e 4a/) 100 U/mg Parâmetros úteis para acompanhar a purificação enriquecer a preparação em -glicosidase BQ EXPERIMENTAL: Precipitação com (NH 4 ) 2 SO 4 Diálise Cromatografia de troca iônica Diálise Eletroforese Inibidores da atividade enzimatica
2 FUNDAMENTOS DA ELETROFORESE -Eletroforese está baseada na migração de uma partícula carregada sob influência de um campo elétrico (biomoléculas possuem cargas que dependem do ph). + + Velocidade de migração: Mobilidade eletroforética: = q E f E v = q E f = v E = q f q= carga líquida E= Força do campo elétrico (Volts/cm) f= coeficiente friccional = 6 [resistência encontrada pelo íon; dependente da viscosidade do meio( ) e do tamanho e forma do íon, (r) ]
3 SUPORTES PARA ELETROFORESE Papel Gel de Agarose Manutenção do ph Gel de Poliacrilamida
4 ELETROFORESE E CROMATOGRAFIA SÃO DIFERENTES Mobilidade depende da carga e forma da molécula... Mobilidade depende das interações relativas da molécula (afinidade) com a fase estacionária e fase móvel...
5 Gel de Agarose SUPORTES PARA ELETROFORESE A agarose é uma mistura de polissacarídeos isolados de algas. Geis de agarose são muito utilizados para separações de moléculas particularmente grandes como ácidos nucleicos (DNA, RNA) s.jpg Ep/Electrophoresis.html
6 SUPORTES PARA ELETROFORESE Gel de Poliacrilamida O gel de poliacrilamida (PAGE) é preparado pela polimerização de acrilamida e bisacrilamida. Muito utilizado para análise de proteínas _Filling_1D_gel_wells_with_proteins_mixture.jpg 5a/Coomassie3.jpg
7 Eletroforese (SDS-PAGE) TIPOS DE ELETROFORESE DE PROTEÍNAS Nativa (não desnaturante) separação por carga, massa molecular e forma Desnaturante separação por massa molecular Interage com proteínas (~1SDS-2 aa resíduos) tornando-as lineares e carregadas negativamente Não Redutora + S-S - + S-S Redutora (-pontes-s-s- reduzidas com HS-CH 2 CH 2 OH ou DTT) SH SH SDS
8 SDS-PAGE (Sodium Dodecyl Sulfate-PolyAcrylamide Gel Electrophoresis) -Separa proteínas por TAMANHO!! Já que o SDS confere carga negativa homogênea a todas as proteínas = q f Figura Livro Stryer
9 SDS-PAGE -O SDS confere carga negativa à todas as proteínas Rath A et al. PNAS 2009;106:
10 SDS-PAGE 1) Preparo do gel 2) Preparo das amostras 3) Montagem do aparato de eletroforese 4) Aplicação das amostras 5) Separação das amostras no gel de eletroforese 6) Revelação do gel de eletroforese
11 PREPARAÇÃO DO GEL R + M RM RM + M RMM RMM + M RMMM, etc. Catalisador TEMED ou Riboflavina+luz malha de acrilamida e bisacrilamida serve como uma peneira para separação das proteínas
12 SDS-PAGE GEL DE EMPILHAMENTO Soluções Água SDS 10% Acrilamida/Bis-Acrilamida (30%) Tampão Tris 0,5 M ph 6,8 TEMED Persulfato de amônio Volume 3,05 ml 50 L 0,65 ml 1,25 ml 5 L 25 L v v v v 4 % Acrilamida Tampão ph 6,8 GEL DE SEPARAÇÃO Soluções Volume Água 4,02 ml SDS 10% 100 L 7-20 % Acrilamida Tampão ph 8.8 Acrilamida/Bis-Acrilamida (30%) Tampão Tris 1,5 M ph 8,8 TEMED Persulfato de amônio 3,33 ml 2,5 ml 5 L 50 L
13 No gel de Empilhamento... Direção da eletrofore Gly Gly Gly Gly Gly Gly Gly Gly Gly Gly Gly Gly Gly Gly Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Gly (pi=6,1) parcialmente dissociado em ph 6.8 (carga zero + carga -1) As proteínas se concentram em uma banda fina no gel de empilhamento aumentando a resolução) 4%acrilamida 7-20 %acrilamida ph=6.8 ph=8.8 Tampão Tris-Glicine No gel de Separação... Gly Gly Gly Gly Gly Direção Gly Gly Gly Gly da eletrofore Gly Gly Gly Gly Gly Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Cl - Gly (pi=6,1) Praticamente dissociado ph 8.8 (carga -1)
14 SDS-PAGE -Encaixar o gel no sistema de eletroforese -Colocar o tampão de corrida na parte superior e inferior do gel
15 2) Preparo das amostras TAMPÃO DE AMOSTRA (Laemmli buffer) Água Tampão Tris 0,5 M ph 6,8 Glicerol SDS 10 % Azul de bromofenol 0.5% -mercaptoetanol SDS-PAGE 3,55 ml 1,25 ml 2,50 ml 2,00 ml 0,20 ml 0,05 ml Ulrich Karl LAEMMLI, PhD Professeur emeritus University of Geneva Amostra dialisada e seca + 20 L Tampão de amostra Ferver/ 5 min
16 SDS-PAGE Aquecimento e SDS desnaturam a proteína Beta-mercaptoetanol reduz as pontes de dissulfeto -mercaptoetanol
17 SDS-PAGE Aplicar as amostras com cuidado! oad_a_sample_into_a_polyacrylamide_g el_electrophoresis_well.jpg 1: Padrão de peso molecular : Lisado centrifugado 3: Material DEAE
18 + - SDS-PAGE v = q E f = q f Ligar a fonte e aguardar a migração da proteína até o final - +
19 -Revelação do gel de eletroforese SDS-PAGE -Outros métodos de detecção: prata, anticorpos (immublotting) Antes de corar Após corar com azul de Coomassie e descorar p/remover o corante não ligado -Usos de SDS-PAGE -Acompanhar a expressão e/ou purificação de proteínas -Determinar massas moleculares de proteínas
20 DETERMINAR MASSA MOLECULAR RELATIVA Rm =d/d d= migração da proteína de interesse D= migração total
21
22 ph 9 ELETROFORESE EM GEL BIDIMENSIONAL -Otimiza a separação de proteínas Primeira dimensão- separação de acordo com o pi Focalização isoelétrica Segunda dimensão- separação de acordo com a massa molecular ph 3 Prepara-se um gel com gradiente de ph. Aplica-se a mistura de proteínas. Cada proteína é focalizada em uma faixa estreita de ph próxima ao seu pi.
23 ELETROFORESE EM GEL BIDIMENSIONAL -Eletroforese em gel bidimensional das proteínas de E. coli -Utilizada para comparar níveis de expressão de proteínas -Proteínas podem ser identificadas por revelação com anticorpos. -Proteínas podem ser identificadas por espectrometria de massas. -Mais de 2,000 proteínas são visualizadas Proteínas de interesse podem ser identificadas utilizando-se anticorpos Proteínas são identificadas por espectrometria de massas
FENÓMENOS DE TRANSPORTE. Física Aplicada 2017/19 MICF FFUP
FENÓMENOS DE TRANSPORTE ELETROFORESE ELETROFORESE:GENERALIDADES Movimento de partículas num campo elétrico externo Técnica usada para separar e às vezes purificar macromoléculas que diferem na carga, conformação
Eletroforese de DNA. Gabriel M. Matos Nicolas Conceição
Eletroforese de DNA Gabriel M. Matos Nicolas Conceição Eletroforese Usada para separar, identificar e purificar fragmentos de DNA; Bastante sensível, capaz de detectar até 20 pg de DNA; Permite a recuperação
Ajustar o ph para 7,4. Filtrar o meio em 0,22 µm no fluxo e depois acrescentar o antibiótico/antimicótico. Armazenar de 2ºC a 8ºC.
ANEXO I - SOLUÇÕES A Para expansão dos hibridomas Meio de cultura (solução-estoque) Meio RPMI - Roswell Park Memorial 10,4 g Institute (Gibco, Invitrogen) NaHCO 3 2 g HEPES 4,68 g Antibiótico/antimicótico
Métodos de Purificação de Proteínas Nativas
Métodos de Purificação de Proteínas Nativas Disciplina: Métodos de Análise e Purificação de Proteínas Prof. Dr. Marcos Túlio de Oliveira Créditos a Ms. Flávia Campos Freitas Vieira e Prof. Pisauro. Métodos
Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N Professores. Carlos T. Hotta Ronaldo B.
Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N 2016 Professores Carlos T. Hotta Ronaldo B. Quaggio 1 1. Um extrato de proteínas foi obtido a partir da
Purificação de Proteínas
Purificação de Proteínas Propriedades usadas na purificação de proteínas através de cromatografia líquida Na separação a amostra contendo a mistura de proteínas é preparada em solução aquosa, a solução
Objectivo: Separar uma proteína das restantes no extracto celular. Estratégia: Existem inúmeras técnicas de purificação disponíveis.
Objectivo: Separar uma proteína das restantes no extracto celular Estratégia: Existem inúmeras técnicas de purificação disponíveis. O procedimento exacto e a ordem dos métodos a aplicar dependem do tipo
Purificação de Proteínas
Purificação de Proteínas Recuperação da atividade enzimática Etapa de purificação 100 mu 80 mu 2ml de lisado contendo 50 mu/ml 10ml de material contendo 8 mu/ml Recuperação = 80% = 80 mu/100 mu Recuperação:
Cargo: D-41 Técnico Laboratório - Biotecnologia - Análise de Proteínas
da Prova Prática QUESTÃO 1: Cargo: D-41 Técnico Laboratório - Biotecnologia - Análise de Proteínas Apresenta-se abaixo um protocolo para preparação de géis SDS-PAGE a ser utilizado em uma análise de confirmação
Abordagens experimentais para caracterização, fracionamento, purificação, identificação e quantificação de Proteínas.
Abordagens experimentais para caracterização, fracionamento, purificação, identificação e quantificação de Proteínas Rafael Mesquita Estabilidade das proteínas A estabilidade das proteínas pode ser afetada
CORREÇÃO DE EXERCÍCIOS 1-9
CORREÇÃO DE EXERCÍCIOS 1-9 Ex 1 a) O músculo cardíaco é rico em mitocôndrias onde se localiza a citrato sintase. Essa enzima é a primeira enzima do ciclo de Krebs e é fundamental para a produção de ATP
EXTRAÇÃO DE DNA E ELETROFORESE
EXTRAÇÃO DE DNA E ELETROFORESE Isolamento de ácidos nucléicos de células e tecidos Extração de ácidos nucléicos Obtenção do material: Vírus Bactérias; fungos Célula vegetal / célula animal Extração de
Purificação de Proteínas
Purificação de Proteínas Recuperação da atividade enzimática Etapa de purificação 100 mu 80 mu 2ml de lisado contendo 50 mu/ml 10ml de lisado contendo 8 mu/ml Recuperação = 80% = 80 mu/100 mu Recuperação:
CARACTERIZAÇÃO DAS FRAÇÕES GAMA-GLOBULINA E IgG POR IMUNOELETROFORESE. Doutoranda Priscila Diniz Lopes
CARACTERIZAÇÃO DAS FRAÇÕES GAMA-GLOBULINA E IgG POR IMUNOELETROFORESE Doutoranda Priscila Diniz Lopes DEFINIÇÕES Eletroforese é um termo amplo que se refere à migração de todos os solutos ou partículas
EXTRAÇÃO, SEPARAÇÃO E PURIFICAÇÃO ENZIMÁTICA
EXTRAÇÃO, SEPARAÇÃO E PURIFICAÇÃO ENZIMÁTICA EQB4383 _ Enzimologia Industrial Etapas de Extração, Separação e Purificação Enzimáticas remoção de material insolúvel separação dos produtos purificação e
PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS
PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS O processo de isolamento de uma proteína envolve diversas etapas que vão desde a produção até a obtenção de um extrato que finalmente será submetido à purificação Dependendo do
QUI 154 Química Analítica V Análise Instrumental. Aula 6 Eletroforese Capilar (EC)
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Instituto de Ciências Exatas Depto. de Química QUI 154 Química Analítica V Análise Instrumental Aula 6 Eletroforese Capilar (EC) Julio C. J. Silva Juiz de Fora,
Antígenos Recombinantes e suas aplicações em Imunologia
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - UNESP FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS FCAV CAMPUS DE JABOTICABAL Antígenos Recombinantes e suas aplicações em Imunologia Bióloga Mariana Monezi Borzi Doutoranda
mundo inteiro com uma variedade de aplicações como clonagem, genotipagem e sequenciamento.
mundo inteiro com uma variedade de aplicações como clonagem, genotipagem e sequenciamento. necessária para que você possa alcançar o melhor desempenho nesta técnica. AGAROSE A agarose é um polissacarídeo
Aula 2: Purificação de Proteínas (revisão) e Determinação de Estruturas (difração de raio-x)
Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Disciplina de Engenharia de Proteínas Curso de Ciências Biológicas 2º Semestre de 2018
CARACTERIZAÇÃO DAS FRAÇÕES GAMA-GLOBULINA E IgG PURIFICADAS POR IMUNOELETROFORESE. Prof. Helio José Montassier
CARACTERIZAÇÃO DAS FRAÇÕES GAMA-GLOBULINA E IgG PURIFICADAS POR IMUNOELETROFORESE Prof. Helio José Montassier TÉCNICA DE IMUNOELETROFORESE A Imunoeletroforese é a combinação da técnica de eletroforese
Aula 2: Purificação de Proteínas (revisão) e Determinação de Estruturas (difração de raio-x)
Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Disciplina de Engenharia de Proteínas Curso de Ciências Biológicas 2º Semestre de 2016
Aula ELETROFORESE META OBJETIVOS PRÉ-REQUISITOS
ELETROFORESE Aula 5 META Ao final desta aula o aluno deverá dominar o princípio básico da eletroforese, os fatores que influenciam a migração eletroforética, assim como, conhecer os diferentes tipos de
Cronograma. Aula: Eletroforese (SDS-PAGE) e Sequenciamento de Proteínas Prática 6- Procedimento A (Diálise) Execução e Recolhimento do exerício 7
Cronograma Entrega do Relatório 4 Entrega do Relatório 5 HOJE Aula: Eletroforese (SDS-PAGE) e Sequenciamento de Proteínas Prática 6- Procedimento A (Diálise) Execução e Recolhimento do exerício 7 23/10
LINHA DE REAGENTES PARA BIOLOGIA MOLECULAR
LINHA DE REAGENTES PARA BIOLOGIA MOLECULAR Linha de reagentes fabricados dentro de restritos controles de qualidade. Testados para assegurar os melhores resultados nas técnicas de pesquisa em Biologia
Eletroforese. Década 1930 O químico sueco Arne Tiselius desenvolveu a eletroforese para o estudo de proteínas de soro sanguíneo.
Eletroforese Um método de separação baseado na diferença de velocidade de migração de espécies carregadas em uma solução tampão sob a influência de um campo elétrico. Década 1930 O químico sueco Arne Tiselius
Cargo: E-27 - Tecnólogo - Farmácia - Análise de proteínas por técnicas eletroforéticas em gel
da Prova Prática Cargo: E-27 - Tecnólogo - Farmácia - Análise de proteínas por técnicas eletroforéticas em gel QUESTÃO 1: Formas recombinantes da glicoproteína endógena eritropoietina (EPO) têm sido utilizadas
Em nossos experimento serão utilizadas células SH SY5Y, uma sublinhagem de células de neuroblastoma SK-N-SH, figura 1.
Procedimentos Em nossos experimento serão utilizadas células SH SY5Y, uma sublinhagem de células de neuroblastoma SK-N-SH, figura 1. As células serão submetidas a estresse oxidativo por meio do tratamento
Departamento de Bioquímica. Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N. Professores. Carlos Takeshi Hotta
Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N 2013 Professores Carlos Takeshi Hotta Guilherme Menegon Arantes 1 1. O ácido dinitrosalicílico (DNS) pode
Técnicas eletroforéticas Fonte: Wilson & Walker. Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology, 7ed. Page 399-
Degustação de trechos de livros sugeridos Técnicas eletroforéticas Fonte: Wilson & Walker. Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology, 7ed. Page 399- Princípios gerais O termo eletroforese
UNIFESO Engenharia Ambiental Prof.: Edson R. Fernandes dos Santos Aminoácidos
UNIFESO Engenharia Ambiental Prof.: Edson R. Fernandes dos Santos Aminoácidos Clique para editar o estilo do subtítulo mestre α-aminoácidos Variações possíveis Estrutura básica Amina Ácido Carboxílico
Aula 8 Proteínas: da extração à estrutura 3D
Introdução a Bioquímica: Biomoléculas Passos necessários para estrutura 3D proteína purificada Aula 8 Proteínas: da extração à estrutura 3D Ignez Caracelli BioMat DF UNESP/Bauru Julio Zukerman Schpector
Diálise. Eletroforese (SDS-PAGE) Sequenciamento e Identificação de proteínas
Levedura - Lise Medida de atividade total e específica (antes) Cromatografia de troca-iônica Medida de atividade total e específica (após) Diálise Eletroforese (SDS-PAGE) Sequenciamento e Identificação
Sistema de eletroforese MiniProtean, marca BIO-RAD.
Sistema de eletroforese MiniProtean, marca BIO-RAD. O sistema de eletroforese SDS-PAGE é utilizado para realizar separar caracterizar ou mesmo determinar a pureza de macromoléculas. O LABIOM dispõe de
PURIFICAÇÃO PARCIAL DOS ANTICORPOS PRESENTES NO SORO NORMAL ATRAVÉS DA PRECIPITAÇÃO DA FRAÇÃO GAMA- GLOBULINA COM SULFATO AMÔNIO
PURIFICAÇÃO PARCIAL DOS ANTICORPOS PRESENTES NO SORO NORMAL ATRAVÉS DA PRECIPITAÇÃO DA FRAÇÃO GAMA- GLOBULINA COM SULFATO AMÔNIO Priscila Diniz Lopes Doutoranda em MV, área de concentração Patologia Animal
2 Teoria Geral sobre Eletroforese Capilar
2 Teoria Geral sobre Eletroforese Capilar 2.1. Breve resumo sobre a técnica de eletroforese capilar A eletroforese é definida como o transporte, em solução eletrolítica, de compostos carregados eletricamente
Purificação de Proteínas
Aula de Bioquímica I Tema: Purificação de Proteínas Prof. Dr. Júlio César Borges Depto. de Química e Física Molecular DQFM Instituto de Química de São Carlos IQSC Universidade de São Paulo USP E-mail:
Aminoácidos e peptídeos. Prof.: Matheus de Souza Gomes Disciplina: Bioquímica I
Aminoácidos e peptídeos Prof.: Matheus de Souza Gomes Disciplina: Bioquímica I Patos de Minas 2017 Conteúdo Aminoácidos e peptídeos Constituição das proteínas Aminoácidos Estrutura Classificação Ácido
Preparação do gel de poliacrilamida
Preparação do gel de poliacrilamida Materiais: - álcool 70% (limpeza) - SDS 10% - água Milli-Q - APS 10% - acrilamida/ bisacrilamida 40% - TEMED - tampão Tris-HCl, ph 8,8 e 6,8 - vidros 1º Limpar os vidros
Bioquímica. Purificação de proteínas
Bioquímica Purificação de proteínas Estratégia geral - Liberação da proteína do material biológico - Podem ser separados por fracionamento celular - Pode-se separar proteínas por características: Solubilidade
determinação de proteínas
Preparo de amostras visando a determinação de proteínas Marco Aurélio Zezzi Arruda www.gepam gepam.iqm.unicam.br zezzi@iqm iqm.unicamp..unicamp.br INTRODUÇÃO GENOMA seqüenciamento de bases do DNA (Genoma
Rafael Mesquita. Aminoácidos
Aminoácidos As Proteínas são polímeros de Aminoácidos Os Aminoácidos apresentam pelo menos um grupo carboxílico e um grupo amino Aminoácidos têm como fórmula geral COOH + H 3 N - C - H R Aminoácidos constituintes
Aminoácidos e Peptídeos
Aminoácidos e Peptídeos 1 Qual a importância em conhecer os aminoácidos? 2 Aminoácidos Peptídeos Proteínas (polipeptídeos) Mas... O que são essas biomoléculas e onde estão localizadas? 3 Proteínas e peptídeos:
Métodos de Purificação de Proteínas Nativas
Disciplina de Mét. Purif. e Anál. Proteínas Curso de Ciências Biológicas Métodos de Purificação de Proteínas Nativas Prof. Marcos Túlio de Oliveira [email protected] Faculdade de Ciências Agrárias
Exercícios corrigidos 10-17
9//20 0- Coluna de exclusão molecular kda Ve Kav log PM 2.000 7,53 250 9,38 0,06 2,400 70 0,46 0,68 2,230 65 3,7 0,353,83 24 6,22 0,497,380 Exercícios corrigidos 0-7 V e V Kav= 0 V t V 0 tubos Ve Kav log
Exercício 1. Calcule a concentração dos reagentes listados abaixo em mol L -1 Tabela 1. Propriedades de ácidos inorgânicos e hidróxido de amônio.
ATIVIDADE 2 - CÁLCULO DE CONCENTRAÇÃO Exercício 1. Calcule a concentração dos reagentes listados abaixo em mol L -1 Tabela 1. Propriedades de ácidos inorgânicos e hidróxido de amônio. Exercício 2. Calcule
PURIFICAÇÃO DE IgG ATRAVÉS DE CROMATOGRAFIA DE TROCA IÔNICA EM DEAE -CELULOSE
PURIFICAÇÃO DE IgG ATRAVÉS DE CROMATOGRAFIA DE TROCA IÔNICA EM DEAE -CELULOSE Os assuntos abordados nessa aula são: - Dosagem de proteínas - Métodos cromatográficos para separação de proteinas e para a
PRODUÇÃO DE COLAGENASES POR Aspergillus SP. UCP 1276 EM FERMENTAÇÃO SUBMERSA E PRECIPITAÇÃO EM SULFATO DE AMÔNIO
PRODUÇÃO DE COLAGENASES POR Aspergillus SP. UCP 1276 EM FERMENTAÇÃO SUBMERSA E PRECIPITAÇÃO EM SULFATO DE AMÔNIO T.H.L. SILVA 1, O.S. SILVA 2, K.S.O. PLENTZ 1, A.H.F. MELO 1, T.S. PORTO 1 1 Universidade
Detecção de proteínas. Proteínas são heteropolímeros de aminoácidos unidos por ligações peptídicas
Detecção de proteínas Proteínas são heteropolímeros de aminoácidos unidos por ligações peptídicas A detecção e quantificação de uma proteína através de espectrofotometria se baseia nas propriedades de
proteína purificada Proteínas: da extração à estrutura 3D Bioinformática I Passos necessários para estrutura 3D Julio Zukerman Schpector
1BIT 768 BIOINFORMÁTICA IIgnez Caracelli & Julio Zukerman Proteínas: da extração à estrutura 3D Ignez Caracelli BioMat DF Bioinformática I Julio Zukerman Schpector LaCrEMM DQ UFSCar Passos necessários
Caracterização de Proteínas
Aula de Bioquímica I Tema: Caracterização de Proteínas Prof. Dr. Júlio César Borges Depto. de Química e Física Molecular DQFM Instituto de Química de São Carlos IQSC Universidade de São Paulo USP E-mail:
PURIFICAÇÃO DE IgG ATRAVÉS DE CROMATOGRAFIA DE TROCA IÔNICA EM DEAE -CELULOSE
PURIFICAÇÃO DE IgG ATRAVÉS DE CROMATOGRAFIA DE TROCA IÔNICA EM DEAE -CELULOSE Os assuntos abordados nessa aula são: - Dosagem de proteínas - Métodos cromatográficos para separação de proteinas e para a
Reagentes para Biologia Molecular
Reagentes para Biologia Molecular Para obtenção de resultados confiáveis, atividades realizadas na área da Biologia Molecular requerem reagentes de qualidade e pureza elevada. Ideais para diversas rotinas
Molecular para Diagnóstico Clínico Western blotting. Prof. Dra. Marieta Torres de Abreu Assis
Técnicas em Biologia Molecular para Diagnóstico Clínico Western blotting Prof. Dra. Marieta Torres de Abreu Assis Email: [email protected] Western blotting ou Immunoblotting Ø Permite que proteínas
Apostila de aula prática REAÇÃO EM CADEIA PELA POLIMERASE (PCR)
1 Universidade Federal Fluminense Instituto Biomédico Departamento de Microbiologia e Parasitologia Curso: Medicina Veterinária Disciplina: Virologia III (MIP00071) Apostila de aula prática REAÇÃO EM CADEIA
JONATHAN DE MAGALHÃES ANDRADE UTILIZAÇÃO DE ELETROFORESE PARA CARACTERIZAÇÃO DE LEITE UHT, SORO DE QUEIJO E SUAS MISTURAS
Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Farmácia e Bioquímica JONATHAN DE MAGALHÃES ANDRADE UTILIZAÇÃO DE ELETROFORESE PARA CARACTERIZAÇÃO DE LEITE UHT, SORO DE QUEIJO E SUAS MISTURAS JUIZ DE
Lista de Exercícios de Bioquímica
Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Departamento de Bioquímica - CCB Disciplina: BQA5125 - Bioquímica para Engenharia Sanitária e Ambiental Bolsistas REUNI: Priscila G. A. Martins e Tiago Bortolotto
Biologia Celular e Molecular
DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Biologia Celular e Molecular Detecção de proteínas por western-blotting 2007-2008 Na electroforese em gel de poliacrilamida
Electroforese de proteínas plasmáticas
6ª aula prática Electroforese de proteínas plasmáticas 1º Ano, Turma 6 Bioquímica I FMUC Objectivos Análise qualitativa de proteínas plasmáticas (separação por electroforese) Compreender a utilidade deste
Simulador de eletroforese
Simulador de eletroforese O roteiro para utilização do software está dividido em quatro partes. Parte I. Comportamento de ácidos fracos. Parte II. Comportamento de um aminoácido com cadeia lateral não
UNIVERSIDADE DE SÂO PAULO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÒGICAS DEPARTAMENTO DE GENÉTICA E BIOLOGIA EVOLUTIVA
UNIVERSIDADE DE SÂO PAULO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÒGICAS DEPARTAMENTO DE GENÉTICA E BIOLOGIA EVOLUTIVA BIO0452 Proteínas: estrutura; função e biologia celular ROTEIRO DE AULAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO PROGRAMA DE DISCIPLINA. PRÁT: 30h. Engenharia Agronômica Ciências Biológicas
CARGA HORÁRIA PROGRAMA DE DISCIPLINA NOME COLEGIADO CÓDIGO SEMEST RE ENGENHARIA AGRO0010 DRAULIO COSTA DA SILVA AGRONÔMICA 2017.2 CURSOS ATENDIDOS TEÓR: 30h PRÁT: 30h Engenharia Agronômica Ciências Biológicas
Métodos Eletroforéticos de Análise
1 Métodos de Separação - Análise QUALI e QUANTITATIVA de substâncias. Métodos Cromatográficos -Cromatografia em papel -Cromatografia em camada delgada -Cromatografia em fase gasosa -Cromatografia em fase
Western Blot. 1. Introdução. 2. Extração e quantificação de proteínas. 3. Fracionamento de proteínas
Western Blot 1. Introdução A técnica de western blotting (Towbin et al. 1979; Burnette 1981; Towbin and Gordon 1984) também pode ser denominada protein immunoblot e consiste na detecção de proteínas específicas
BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL
BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316 Departamento de Bioquímica Professores Carlos T. Hotta Fabio Luis Forti Ohara Augusto Ricardo J. Giordano Os protocolos que constam desta disciplina foram originalmente
EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL
Departamento de Bioquímica Instituto de Química - USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 316 211 Professores Carlos T. Hotta Fabio Luis Forti Ohara Augusto Ricardo J. Giordano 1 1. Para obter um emprego
Eletrodo redox. Eletrodos construídos com metais inertes: platina, ouro, paládio. do sistema de óxido-redução presente na solução.
Eletrodo redox Para sistemas de óxido-redução. Eletrodos construídos com metais inertes: platina, ouro, paládio Atuam como fontes ou depósito de elétrons transferidos a partir do sistema de óxido-redução
Eficácia de Diferentes Métodos de Destoxificação da Ricina no Farelo de Mamona 1
Eficácia de Diferentes Métodos de Destoxificação da Ricina no Farelo de Mamona 1 Oliveira, André Soares de 2 ; Oliveira, Márcia Rodrigues Carvalho 3 ; Campos, José Maurício de Souza 4 ; Machado, Olga Lima
Fundamentos e Formalismos Teóricos da Cromatografia
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS FLORIANÓPOLIS SANTA CATARINA Fundamentos e Formalismos Teóricos da Cromatografia
Padronização metodológica para determinação de proteínas de reserva de sementes de Handroanthus albus (Chamiso)
Padronização metodológica para determinação de proteínas de reserva de sementes de Handroanthus albus (Chamiso) Methodological standardization for determination of seed storage protein of Handroanthus
BIOQUÍMICA I 1º ano de Medicina Ensino teórico 2010/2011
BIOQUÍMICA I 1º ano de Medicina Ensino teórico 2010/2011 7ª aula teórica 11 Outubro 2010 Proteínas estruturais e funcionais Organização estrutural das proteínas Estrutura e diferentes funções de proteínas
PROTEÍNAS. A palavra proteína derivada de proteos, (grego = primeira ou a mais importante)
PROTEÍNAS A palavra proteína derivada de proteos, (grego = primeira ou a mais importante) Macromolécula mais abundante nas células Produto final da informação genética (DNA-RNA-Proteína) Diversidade funcional
