HIPERTENSÃO NA GESTAÇÃO
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- Leonardo Beppler Fonseca
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1 MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA E PESQUISA EM SAÚDE ESCOLA GHC INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL - IFRS CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM HIPERTENSÃO NA GESTAÇÃO ELISABETH LEITE GOULART ORIENTADORA: PROFª TALU HAUBERT DA SILVA PORTO ALEGRE 2012
2 2 ELISABETH LEITE GOULART HIPERTENSÃO NA GESTAÇÃO Relatório como pré-requisito para Conclusão do Curso Técnico de Enfermagem do GHC. Orientadora: Profa. Talu Haubert da Silva PORTO ALEGRE 2012
3 3 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus pela minha vida e por ter me dado essa oportunidade de fazer o curso técnico de enfermagem. A meu esposo Marco Aurélio Goulart que me incentivou a realizar o curso. As minhas filhas Talita Goulart e Natalia Goulart pela compreensão nas horas difíceis, aos meus irmãos Zaira, Salete e Adelar que me apoiaram nessa caminhada e aos meus sobrinhos que são meus admiradores. Minhas grandes amigas Patrícia Quadros, Adriana Barth, Rosane Rosa,e principalmente a todos os professores e coordenadores do curso técnico de enfermagem que me ajudaram nessa formação, em especial a enfermeira Talu Haubert da Silva que me ajudou a fazer o TCC.
4 4 RESUMO Ao realizar o estágio no curso técnico de enfermagem da Escola GHC, recebi a oportunidade de cuidar da paciente H.R.F., que se apresentava acamada, devido a hipóxia cerebral após uma crise de Eclâmpsia, durante sua gestação. Por ser uma das mais sérias complicações da gravidez e por ter acompanhado no estágio do curso técnico de enfermagem, esse caso das conseqüências da doença hipertensiva da gestação acredito ser relevante aprofundar os meus conhecimentos teóricos para poder realizar a assistência de enfermagem de forma qualificada, às gestantes hipertensas, principalmente no pré-natal. Por ser uma das mais sérias complicações da gravidez, a Pré-Eclâmpsia (PE) e a Eclâmpsia são consideradas as doenças hipertensivas que atingem mulheres no período gestacional, sendo responsáveis por altas taxas de mortalidade materna e perinatal, principalmente em países como o Brasil. Para aprofundar meus conhecimentos sobre a Doença Hipertensiva Específica da Gestação (DHEG), PE e Eclâmpsia descreverei neste relatório seus conceitos, sinais e sintomas, exames e tratamento relacionado a essas patologias que transformaram a vida da paciente H.R.F.
5 5 LISTA DE ABREVIATURA GHC- Grupo Hospitalar Conceição D- Direito E- Esquerdo SCD- Subclávia Direita PE- Pré-Eclâmpsia DHEG- Doença Hipertensiva Especifica da Gestação VDRL- Venereal Disease Research Laboratory HIV- Vírus da Imunodeficiência Adquirida PHPN - Programa de Humanização do Pré-natal MgSO4- Sulfato de Magnésio TGO Enzima Hepática Transaminase Glutâmica Oxalacética TGP - Enzima Hepática Transaminase Glutâmica Pirúvica DHL Lactato Desidrogenase TA Tensão Arterial FC Freqüência Cardíaca FR Freqüência Respiratória Tax Temperatura Axilar Al(OH) 3 Hidróxido de Magnésio Bpm Batimento por minuto Mpm - Movimento por minuto
6 6 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO Relatório de Estágio DHEG Pré-Eclâmpsia Eclâmpsia Conduta Tratamento e Prevenção CONSIDERAÇÕES FINAIS...13 REFERÊNCIAS ANEXO
7 7 1 INTRODUÇÃO No período em que fiz o primeiro estágio do curso Técnico de Enfermagem, no 3º andar C do Hospital Nossa Senhora da Conceição, considerado o maior Hospital do Rio Grande do Sul, tive a oportunidade de vivenciar o caso de H.R.F., uma paciente jovem que teve Pré- Eclâmpsia (PE) grave evoluindo para uma Eclâmpsia. Convulsionou por causa dessa doença hipertensiva da gestação. Esta paciente mora em uma das Ilhas em torno de Porto Alegre, lugar de difícil acesso aos hospitais e postos de saúde deixando de realizar o acompanhamento do pré-natal. O bebê nasceu com vida e é saudável, porém ela está em estado vegetativo, por mais ou menos 4 anos. A vida desta paciente mudou depois da crise de Eclâmpsia, mas este quadro poderia ter sido diferente se ela tivesse feito o pré-natal e o controle da pressão arterial. Por ser uma das mais sérias complicações da gravidez e por ter acompanhado no estágio do curso técnico de enfermagem, um caso das conseqüências da doença hipertensiva da gestação acredito ser relevante aprofundar os meus conhecimentos teóricos para poder realizar a assistência de enfermagem de forma qualificada, principalmente no pré-natal. Pois a PE e a Eclâmpsia são consideradas as doenças hipertensivas que atingem mulheres no período gestacional, sendo responsáveis por altas taxas de mortalidade materna e perinatal, principalmente nos países em desenvolvimento, como o Brasil (CUNHA; OLIVEIRA; NERY, 2007). Para aprofundar meus conhecimentos sobre a Doença Hipertensiva Específica da Gestação (DHEG), PE e Eclâmpsia descreverei neste relatório seus conceitos, sinais e sintomas, exames e tratamento relacionado a essas patologias que transformaram a vida da paciente H.R.F.
8 8 2 DESENVOLVIMENTO 2.1. RELATÓRIO DE ESTÁGIO Em Porto Alegre no dia 13/06/2011 (segunda-feira) realizei meu primeiro estágio de campo do primeiro semestre, no 3ºC do GHC, no leito , por volta das 13 horas onde a professora Andréia fazia a distribuição das tarefas para o grupo. Obtive a oportunidade de cuidar da paciente H.RF., acamada, que não se comunicava, apresentava boca seca, recebia oxigênio por traqueostomia 2 l/min de forma contínua, possuía cateter central monolumen, por onde recebia soro e eletrólitos para sua hidratação, possuía uma sonda de gastrostomia por onde estava recebendo água, utilizava sonda vesical de demora com saco coletor, onde realizávamos controle de diurese e mantinha uso de fraldas. No momento em que fui efetuar o banho de leito, constatei que ela tinha escaras no trocanter direito (D) e esquerdo (E) com uso de placa antimicrobiana de prata introduzida no orifício, que era trocada a cada 72 horas, e hidrocolóide nas lesões sacral com troca a cada 7 dias. Possuía secreção espessa na traqueostomia que fora aspirado pela técnica do andar. Verifiquei os sinais vitais, registrei, ás 14 horas: TA: 110/80 mmhg, FR: 20mpm, Tax. 37ºC, FC:80 bpm. E às 18 horas: TA:110/70 mmhg, FR:28 mpm, Tax: 38,3ºC, FC: 88bpm. Realizei então a evolução da paciente: Paciente não responsiva, apresentando boca seca com sangramento, recebendo oxigênio por traqueostomia, com cateter central em subclávia direita (SCD), recebendo água por gastrostomia. Apresentava escara em região trocantérica D e E, e também nos calcâneos, com placas antimicrobianas em região trocantérica. A presença de secreção pulmonar espessa ao ser aspirada, também realizei seu banho de leito. As técnicas de enfermagem que utilizei foram: lavagem de mãos nos procedimentos com a paciente, desinfecção do material com álcool, após ser usado na paciente, uso de luvas, mudança de decúbito e cuidados com as escaras. Pela complexidade dos cuidados de enfermagem resolvia investigar por que essa paciente ficou com essas debilidades. Encontrei no seu histórico que trazia a Eclâmpsia como causa da hipóxia e paralisia cerebral. Por causa dessa história, pretendo conhecer melhor as patologias apresentadas: DHEG, PE, Eclâmpsia.
9 DHEG Hipertensão é uma complicação que ocorre em 7% das mulheres gestantes sendo responsável por 15 a 20% da mortalidade materna (ZIEGEL; CRANLEY, 1985). Por esse motivo é importante ter o conhecimento sobre a DHEG evitando com isso problemas na gestação. A hipertensão é comum na gravidez, mas pode ser controlada quando a gestante realiza o acompanhamento de pré-natal (ZIEGEL; CRANLEY,1985). A hipertensão gestacional pode surgir após as 20 semanas de gestação, quando a pressão arterial aumenta, da pressão diastólica acima de 15mmhg do valor conhecido e aumenta a pressão sistólica acima de 30 mmhg do valor conhecido previamente. A hipertensão gestacional já foi chamada de hipertensão induzida pela gravidez ou toxemia da gravidez (ZIEGEL; CRANLEY, 1985). A hipertensão gestacional não inclui presença de protenúria, somente a pressão deve ser controlada com intervalo de pelo menos 6 horas entre uma aferição e outra (YOUNGKIN; DAVIS, 2004). A hipertensão gestacional é a complicação mais comum na gestação sendo a principal causa de mortalidade. Essa doença atinge todas as idades e raças, ocorrendo nas gestantes com idade inferior a 20 anos e superior a 40 anos.(mattson; SMITH, 2004) 2.3. PRÉ-ECLAMPSIA Segundo Rezende (2005), a PE conceitua-se como uma doença sistêmica que ocorre no final da gestação ou após as 20 semanas também é caracterizada pela pressão arterial alta, inchaço e proteína elevada na urina. Quando a pressão arterial eleva com rapidez e não se consegue controlar pode-se atingir o sistema nervoso central, causando sinais como tonturas, cefaléia, visão turva e escotomas. A PE é uma hipertensão particular da gravidez humana. A hipertensão se caracteriza por um aumento da pressão arterial acima dos valores normais, ou seja a pressão sistólica de 30 mmhg acima e a diastólica de 15 mmhg acima dos valores basais (CUNHA; OLIVEIRA; NERY, 2007). Principais sintomas a ser verificados na gestante com PE é o edema localizado nos membros inferiores ou em todo o corpo podendo estar ligado ao quadro de protenúria maior de
10 mg em 24 horas que designa dificuldade na filtração glomerular devido a proteína que sai do sangue e cai na cápsula renal levando a toxemia (BRASIL, 2006). Então os sinais e sintomas da pré-eclampsia são a hipertensão arterial, edema (inchaço), no final da gestação podendo a gestante ter aumento de peso exagerado antes da elevação da pressão. O aumento da pressão arterial durante o período gestacional e seus outros sinais e sintomas que chamamos de PE, quando não acompanhado pode acarretar danos muito sério a mãe e ao feto. Já a PE grave é indicada pela pressão sanguínea igual ou maior do que 160/110 mmhg, somada a protenúria significativa (>2,0g/dia) pode trazer danos orgânicos. A PE é considerada em leve ou grave, de acordo com o grau de comprometimento. Considera-se grave quando apresenta um ou mais dos seguintes critérios: - pressão arterial diastólica igual /maior que 110mmHg. - protenúria igual/maior que 2,0g/l em 24hs. - oliguria (menor que 500ml/dia, ou 15ml/hora). - níveis séricos de creatina maiores que 1,2mg/d; - sinais de encefalopatia hipertensiva; - sinais de insuficiência cardíaca; - dor epigástrica ou no hipocôndrio direito; - plaquetopenia (menor que /mm³); - aumento de enzimas hepáticas (TGO, TGP, DHL) e de bilirrubinas; - presença de esquizócitos em esfregaços de sangue periférico; - presença de oligoâmnio; - evidência clinica e/ou laboratorial de coagulopatia. (BRASIL, 2000, p. 24). Devemos ainda considerar os fatores de risco para PE que são: mulheres na primeira gestação, pré-eclampsia em outras gestações, gestação gemelar, hipertensão crônica, nefropatias, diabetes, mudança de companheiros (BRASIL, 2000). PE e a Eclampsia são doenças hipertensivas graves que atinge algumas mulheres no período gestacional sendo um grave problema de saúde pública ECLÂMPSIA Eclâmpsia é a presença de convulsão na mulher gestante podendo ocorrer dez dias antes do puerpério, não é causado por epilepsia ou crises convulsivas, mas sim por distúrbios metabólicos cardio-vasculares da gestante. A probabilidade de ocorrer Eclâmpsia na gestação é de 1:2000 a Essa patologia é caracterizada pela convulsão, sangramento vaginal e coma; muitas vezes a gestante também possui cefaléia, dor epigástrica e visão turva.
11 11 A Eclâmpsia aparece logo após a PE essa complicação gestacional apresenta um quadro convulsivo podendo levar ao coma. A taxa de mortalidade materno-fetal é alta quando a gestante desenvolve essa doença. Os sinais e sintomas da Eclâmpsia incluem atividade convulsional tônico-clônicas, cefaléia, reflexos hiperativos, proteinúria, edema generalizado, distúrbios visuais e dor no epicôndrio direito ou mepigástrica. Vinte e cinco por cento dos casos de PE ocorre antes do nascimento, 50% ocorre durante o trabalho de parto e 25% ocorrem no período pós-parto (FUGATE; CHOW, 2004) Embora essa doença ocorra muito provavelmente quando os sinais de PE são ignorados ou não detectados durante as consultas de pré-natal, a maioria das convulsões, normalmente ocorre em países industrializados, raramente tem ocorrido em gestantes bem cuidadas e, eventualmente, hospitalizadas. Fora identificado que não só a falta de pré-natal é um fator de risco para eclampsia,como também um ganho de peso superior a 13kg e a nuliparidade. (MADI; MOURAIS, 2004) HIPERTENSÃO PRE-ECLÂMPSIA ECLÂMPSIA PRESSÃO SISTÓLICA AUMENTO DE 30mmhg EDEMAS PROTENURIA H.A.S CONVULSÃO OU COMA H.A.S PROTENURIA EDEMA PRESSÃO DIASTÓLICA AUMENTO DE 15mmhg FONTE: Carvalho, CONDUTA A conduta clínica na Eclâmpsia visa ao tratamento das convulsões, da hipertensão dos distúrbios metabólicos e cuidados e controles gerais. a) Tratamento Anticonvulsivante e Anti-hipertensivo feito através do Sulfato de Magnésio (MgSO4). Um dos seguintes esquemas é utilizado na iminência de Eclâmpsia ou na crise convulsiva:
12 12 Esquema de Pritchard: Aplicar a dose inicial de 4g a 10% de MgSO4 por via intravenosa associada a 10g de MgSO4, aplicadas em via intramuscular, na concentração de 50%, aplicados (5g em cada glúteo). A manutenção é feita através da administração de 5g a cada 4 horas, também por via intramuscular. Ou o Esquema de Zuspan aplicar inicialmente a dose de ataque de 4g a 10% de MgSO4 por via intravenosa de cerca de 1g/h (obtida com uma solução de SG 5% 400ml e 10 ampolas de sulfato de Magnésio a 10% velocidade de infusão de 16 gotas/ minuto) TRATAMENTO E PREVENÇÃO Uma maneira de controlar a PE é evitar que evolua para Eclâmpsia com acompanhamento da gestante no pré-natal. A gestante com PE leve deve repousar e fazer pouco uso do sal, na alimentação. Para controle nos quadros mais graves deve-se fazer o uso de anti- hipertensivos e anticonvulsivantes. Em muitos casos pode exigir a antecipação do parto, com a retirada da placenta a doença regride e a pressão volta ao normal. O edema, quando existente, pode ser localizado ou generalizado. Deve ser realizado o chamado edema oculto, explicitado pelo ganho ponderal excessivo e que somente é creditado quando associado a quadro hipertensivo. Os tratamentos anti- hipertensivo mais conhecido são os com uso de medicamento sendo o mais aceito a hidralasina. verapamil, nifedipina.
13 13 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS O pré-natal é uma maneira de prevenir a PE e evitar que evolua para uma Eclâmpsia. O controle da pressão arterial e protenúria são fundamentais neste momento, para constatar e controlar a PE. A assistência pré-natal é um serviço que tem mostrado ser benéfico e cuja eficácia compensa os custos que ela acarreta. As mulheres que não recebem assistência pré-natal ou, que a recebem de forma inadequada, têm um maior risco para complicações e para prognósticos limitados. Os custos do atendimento das pacientes sem assistência também são substancialmente maiores, pois geralmente são acompanhados de índices aumentados de PE; nascimento de recém nascidos de baixo peso, tanto prematuros como com crescimento restrito, e de mortes perinatais (FREDERICKSON, WILKINS-HAUG, LOWDERMILK, 1998). É importante conhecer as várias formas de evitar a PE e a Eclampsia, incentivando as gestantes a realizarem o pré-natal, com o controle da pressão arterial, peso, edemas e protenúria, da vigésima semana de gravidez. As unidades básicas de saúde têm um trabalho social de grande importância na intervenção da saúde das gestantes, prevenindo com isso riscos na hora do parto e também gastos econômicos e públicos. Devemos investir e acreditar na assistência pré-natal, pois assim evitaremos que gestantes não terminem suas vidas de forma vegetativa com H.R.F.
14 14 REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Gestação de alto risco. Brasília, DF: Ed. Ministério da Saúde, MADI, José Mauro; MOURAIS, Edson Nunes de. Obstetrícia de urgência. Caxias do Sul: EDUCS, PREECLÂMPSIA, eclampsia Disponível em: < em: 13 ago CRUZ Eliane Bezerra da Silva I ;SIMÔES Gláucia Lucena II ; FAIZAL-CURY Alexandre III Rastreamento da depressão pós-parto em mulheres atendidas pelo Programa de Saúde da famílha. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.27 no.3 Rio de Janeiro Mar RICCI, Susam Scott. Enfermagem materno-neonatal e saúde da mulher. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ZIEGEL, Erna; CRANILEY, Mecca S. Eclâmpsia e pré-eclâmpsia: enfermagem obstétrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1985.
15 15 Figura 1 Fonte:
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