ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II"

Transcrição

1 ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II Módulo V CIRCUITOS ACOPLADOS MAGNETICAMENTE INTRODUÇÃO AOS TRANSFORMADORES UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira

2 Campo Magnético Linhas de fluxo magnético produzidas por uma corrente que percorre um condutor retilíneo: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 2

3 Campo Magnético Linhas de fluxo magnético produzidas por uma corrente que percorre uma espira. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 3

4 Campo Magnético Linhas de fluxo magnético produzidas por uma corrente que percorre uma bobina: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 4

5 Campo Magnético Fluxo é o conjunto das linhas de campo magnético. A unidade do Fluxo (Φ) é Weber (Wb). Densidade de Fluxo é o número de linhas de campo magnético por unidade de área. A unidade da densidade de Fluxo (B) é Tesla (T). UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 5

6 Campo Magnético A permeabilidade magnética absoluta é o grau de magnetização de um material em um campo magnético: Sendo H a intensidade de campo magnético (A/m) Permeabilidade magnética do vácuo: Permeabilidade magnética relativa: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 6

7 Indução Eletromagnética Lei de Faraday: a variação de fluxo magnético produz uma força eletromotriz em um condutor. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 7

8 Indução Eletromagnética Lei de Lenz: a corrente induzida produz um fluxo magnético que se opõe à variação do fluxo indutor. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 8

9 Relutância Magnética Lei de Ohm para os circuitos magnéticos : Sendo : UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 9

10 Auto-Indutância A indutância tem a propriedade de se opor às variações de corrente. Permeância do núcleo (Wb/A-espiras): Henry (H) UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 10

11 Auto-Indutância Fluxo (Wb): Enlace de fluxo (Wb-espiras): Diferença de potencial: Como: Tem-se: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 11

12 Transformador - fluxo gerado pela corrente i 1 : Indutância Mútua Enrolamento primário Enrolamento secundário UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 12

13 Transformador - fluxo gerado pela corrente i 2 : Indutância Mútua Enrolamento primário Enrolamento secundário Indutância Mútua (Henry): UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 13

14 Indutância Mútua Convenção do Ponto (A): primário e secundário são enrolados com o mesmo sentido, resultando em polaridades idênticas de tensão. (B): primário e secundário são enrolados em sentidos contrários, resultando em polaridades opostas de tensão. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 14

15 Indutância Mútua Convenção do Ponto Corrente entrando em um enrolamento por um terminal que tem ponto induz tensão positiva no terminal que também tem ponto do segundo enrolamento. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 15

16 Indutância Mútua Convenção do Ponto Corrente entrando em um enrolamento por um terminal que não tem ponto induz tensão positiva no terminal que também não tem ponto do segundo enrolamento. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 16

17 Indutância Mútua Corrente nos dois enrolamentos Diferenças de potencial no domínio do tempo: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 17

18 Indutância Mútua Corrente nos dois enrolamentos Diferenças de potencial no domínio da frequência: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 18

19 Indutância Mútua Considerações de Energia Com o terminal 2 aberto e aumentando i 1 de 0 a I 1, a potência vindo do terminal 1 é: Como i 2 =0, a potência vindo do terminal 2 é: Quando i 1 = I 1, a energia total armazenada é: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 19

20 Indutância Mútua Considerações de Energia Mantendo i 1 = I 1 e aumentando i 2 de 0 a I 2, a energia a partir do terminal 2 é: Nesse intervalo de tempo, a energia a partir do terminal 1, é acrescida de: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 20

21 Indutância Mútua Considerações de Energia Quando i 1 = I 1 e i 2 = I 2 a energia total na rede é: Se o mesmo procedimento fosse iniciado a partir do terminal 2, a energia final total seria: Como as condições iniciais e finais são iguais, a duas energias são também iguais, concluindo-se que: e UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 21

22 Indutância Mútua Considerações de Energia Se uma corrente entra por um terminal com ponto e a outra por um terminal sem ponto: Como I 1 e I 2 podem assumir qualquer valor, representando pelos seus valores instantâneos, de forma geral, tem-se: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 22

23 Indutância Mútua Considerações de Energia Sendo i 1 e i 2 ambas positivas ou negativas: Como a energia não pode ser negativa: ou O Coeficiente de Acoplamento, k, é definido por: sendo: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 23

24 Transformador Linear Considerando o circuito acoplado: Sendo s=jω, tem-se as equações de malha: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 24

25 Transformador Linear Definindo: e substituindo nas equações de malha: e resulta: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 25

26 Transformador Linear Substituindo s=jω: Impedância Refletida: Como 0, o secundário representa aumento em R 1. A reatância refletida pelo secundário no primário tem sinal oposto ao de X 22. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 26

27 Transformador Ideal Transformador com k=1 e reatâncias indutivas do primário e do secundário muito grandes em comparação com Z L : UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 27

28 Transformador Ideal Resolvendo o sistema de equações, tem-se: Como k=1, M 2 =L 1.L 2, resultando: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 28

29 Transformador Ideal Sendo L 2 = a 2 L 1, tem-se: Como jωl 1 >> Z L, resulta: UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 29

30 Transformador Ideal Relações entre Correntes De: resulta: Sendo jωl 2 >> Z L, então: Como: e tem-se: ou UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 30

31 Características do Transformador Máquina elétrica estática. Alimentado com corrente alternada. Possui 2 enrolamentos (primário e secundário). Transforma a relacão V I. Permite o transporte de energia elétrica em grandes distâncias. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 31

32 Geração, Transmissão e Distribuição Transformador Abaixador 15 kv Geração kv Transmissão 230 kv Transformador Elevador Distribuição Transformador Consumo V Consumo UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 32

33 Tipos de Transformadores Pequeno Transformador Monofásico UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 33

34 Tipos de Transformadores Transformador Monofásico de Baixa Potência Conexão entre 2 fases e entre fase e terra UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 34

35 Tipos de Transformadores Transformador Trifásico de Distribuição UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 35

36 Tipos de Transformadores Transformador Trifásico de Alta Potência UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 36

37 Componentes do Transformador O núcleo estabelece um caminho para as linhas de fluxo magnético. O enrolamento primário recebe a energia da fonte alternada senoidal. O enrolamento secundário recebe energia do enrolamento primário e entrega à carga. O gabinete protege os componentes de sujeira, umidade e choque mecânico. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 37

38 Enrolamentos e Núcleo UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 38

39 Núcleo do Transformador Os núcleos são construídos de ar, ferro macio ou aço. Os transformadores de núcleo de ar são usados para alta frequência (> 20 khz). Transformadores de núcleo de ferro são usados para baixa frequência (< 20 khz). O núcleo de ferro macio é utilizado em transformador pequeno, porém, eficiente. O transformador de núcleo de ferro é mais eficiente que um transformador de núcleo de ar. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 39

40 Perdas no Transformador Na prática, o transformador, embora eficiente, não é um equipamento perfeito. Ocorrem perdas elétricas nos enrolamentos e perdas magnéticas de correntes parasitas e de histerese no núcleo, que resultam em transformação de energia elétrica em energia térmica. Ocorre, também, perda por dispersão do fluxo magnético. Transformador de pequena potência, possui eficiência de 80 a 90%, e, transformador de grande potência pode ter eficiência igual ou superior a 98%. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 40

41 Perda Elétrica nos Enrolamentos A perda elétrica devida à resistência nos enrolamentos primário e secundário é denominada Perda no Cobre. Como a quantidade de potência dissipada pelo condutor é diretamente proporcional à resistência do fio e ao quadrado da corrente a Perda no Cobre também é denominada Perda R.I 2. Embora os enrolamentos do transformador sejam feitos de fio de cobre de baixa resistência, um valor elevado de corrente causa uma grande potência dissipada. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 41

42 Perda de Correntes Parasitas O campo magnético produzido no núcleo do transformador induz neste uma tensão. A tensão induzida causa um fluxo de correntes no núcleo que produz energia térmica. Estas correntes são denominadas Correntes Parasitas. A Correntes Parasitas são reduzidas utilizando-se núcleos laminados e uma pequena percentagem de silício no ferro. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 42

43 Perda de Histerese O campo magnético que atravessa o núcleo, o magnetiza, e, os domínios dentro dele têm que se alinhar com o campo magnético. Com a inversão do sentido do campo, os domínios têm que se realinhar e a energia, usada para alterar os domínios, que é dissipada como calor dentro do núcleo de ferro, é denominada Perda de Histerese, sendo resultante de fricção molecular. A Perda de Histerese pode ser controlada em pequeno valor através da escolha apropriada de material de núcleo. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 43

44 Perda de Histerese Alinhamento dos domínios : UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 44

45 Perda por Dispersão do Fluxo Com o Coeficiente de Acoplamento k=1, a energia máxima seria transferida do primário para o secundário. Na prática, nem todo o fluxo magnético produzido no enrolamento primário é enlaçado pelo enrolamento secundário. Isso gera Perda por Dispersão do Fluxo na transferência de potência do transformador. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 45

46 Relação de Tensões Como a força eletromotriz no primário é igual (ou quase) à tensão aplicada, uma relação pode expressar o valor da tensão induzida em função da tensão aplicada no primário e do número de espiras em cada enrolamento. Então : sendo: V N P P V = N S S N P = número de espiras do primário V P = tensão aplicada no primário V S = tensão induzida no secundário N S = número de espiras do secundário UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 46

47 Relação de Correntes O fluxo no núcleo dos enrolamentos primário e secundário de um transformador, desde que os ampère-espiras são os mesmos para ambos os enrolamentos, deve ser o mesmo. Então: sendo: I P. N P = ampére-espira no enrolamento primário I S. N S = ampére-espira no enrolamento secundário Substituindo pela relação de tensões: V P = V S I I S P UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 47

48 Relação de Potências O número de espiras nos enrolamentos de um transformador está relacionado com a corrente e a tensão, ou seja, maior tensão no primário implica menor corrente e menor tensão no secundário implica maior corrente, na mesma proporção. Assim, todo a potência entregue ao primário pela fonte, também, é entregue à carga pelo secundário (menos a potência de perdas do transformador). Então: P S = P P P L sendo: P S = potência entregue a carga pelo secundário P P = potência entregue ao primário pela fonte P L = potência perdida no transformador UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 48

49 Circuito Equivalente Circuito equivalente completo de um transformador real com núcleo de ferro: L m = indutância associada ao fluxo de magnetização do núcleo; R p, R s = resistências associadas à perda elétrica nos enrolamentos; L p, L s = indutâncias associadas à perda por dispersão do fluxo magnético; R c = resistência associada às perdas de histerese e de correntes parasitas; C p, C s = capacitâncias dos circuitos primário e secundário; C w = capacitância entre os enrolamentos do transformador. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 49

50 Circuito Equivalente Circuito equivalente simplificado de um transformador real com núcleo de ferro: R p, R s = resistências associadas às perdas elétricas nos enrolamentos; L p, L s = indutâncias associadas à perda por dispersão do fluxo magnético. UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira 50

Eletricidade Aplicada. Aulas Teóricas Professor: Jorge Andrés Cormane Angarita

Eletricidade Aplicada. Aulas Teóricas Professor: Jorge Andrés Cormane Angarita Eletricidade Aplicada Aulas Teóricas Professor: Jorge Andrés Cormane Angarita O Transformador Eletricidade Aplicada Introdução Circuitos acoplados condutivamente são aqueles que afetam a malha vizinha

Leia mais

Eletrotecnia Aplicada Transformadores (parte 1) Engenharia Eletrotécnica e de Computadores ( )

Eletrotecnia Aplicada Transformadores (parte 1) Engenharia Eletrotécnica e de Computadores ( ) Eletrotecnia Aplicada Transformadores (parte ) Engenharia Eletrotécnica e de Computadores (3-0-03) Conceito de transformador Os transformadores elétricos são dispositivos eletromagnéticos acoplados indutivamente

Leia mais

Circuitos Magneticamente Acoplados. Prof. André E. Lazzaretti

Circuitos Magneticamente Acoplados. Prof. André E. Lazzaretti Circuitos Magneticamente Acoplados Prof. André E. Lazzaretti [email protected] Ementa Função de excitação senoidal Conceitos de fasor Análise de circuitos em CA Potência em circuitos CA Circuitos

Leia mais

Aula 19. Acoplamento Magnético

Aula 19. Acoplamento Magnético Aula 19 Acoplamento Magnético Acoplamento Magnético Os circuitos considerados até o momento são descritos pelo acoplamento condutivo, uma vez que a interação entre dois laços é realizada por meio da corrente

Leia mais

Transformadores e circuitos magneticamente acoplados. Prof. Luis S. B. Marques

Transformadores e circuitos magneticamente acoplados. Prof. Luis S. B. Marques Transformadores e circuitos magneticamente acoplados Prof. Luis S. B. Marques Transformadores Um transformador consiste de duas ou mais bobinas acopladas através de um campo magnético mútuo. O Transformador

Leia mais

TRANSFORMADORES. Fonte: itu.olx.com.br

TRANSFORMADORES. Fonte: itu.olx.com.br Fonte: itu.olx.com.br OBJETIVO Ao final deste capitulo o aluno estará apto a entender, aplicar e realizar cálculos referentes Transformadores. Transformador é uma máquina elétrica estática, sem partes

Leia mais

Circuitos Elétricos. Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti

Circuitos Elétricos. Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti Circuitos Elétricos Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti Circuitos Magnéticos Os circuitos magnéticos são empregados com o intuito de concentrar o efeito magnético em uma dada região do espaço.

Leia mais

SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 07

SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 07 SEL 39 COVERSÃO ELETROMECÂCA DE EERGA Aula 07 Revisão Corrente de excitação: circuito elétrico equivalente do eletroímã, desprezando a histerese i φ E i φ Corrente de excitação: circuito elétrico equivalente

Leia mais

Transformadores monofásicos

Transformadores monofásicos Transformadores monofásicos Motivações. Introdução. Transformador ideal. Transformador real. Circuito equivalente. Determinação dos parâmetros do circuito equivalente. Rendimento. Motivações Por que precisamos

Leia mais

SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 07

SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 07 SEL 39 COVERSÃO ELETROMECÂICA DE EERGIA Aula 07 Revisão Corrente de excitação: circuito elétrico equivalente do eletroímã, desprezando a histerese i φ E i φ Corrente de excitação: circuito elétrico equivalente

Leia mais

Análise de Circuitos Acoplados Com a finalidade de mostrar os sentidos dos enrolamentos e seus efeitos sobre as tensões de inductância mútua: L M

Análise de Circuitos Acoplados Com a finalidade de mostrar os sentidos dos enrolamentos e seus efeitos sobre as tensões de inductância mútua: L M Análise de Circuitos Acoplados Com a finalidade de mostrar os sentidos dos enrolamentos e seus efeitos sobre as tensões de inductância mútua: a) L M = L ( + ) e e L M d = L + L d = L + L = L = L M M d

Leia mais

Sumário. CAPÍTULO 1 A Natureza da Eletricidade 13. CAPÍTULO 2 Padronizações e Convenções em Eletricidade 27. CAPÍTULO 3 Lei de Ohm e Potência 51

Sumário. CAPÍTULO 1 A Natureza da Eletricidade 13. CAPÍTULO 2 Padronizações e Convenções em Eletricidade 27. CAPÍTULO 3 Lei de Ohm e Potência 51 Sumário CAPÍTULO 1 A Natureza da Eletricidade 13 Estrutura do átomo 13 Carga elétrica 15 Unidade coulomb 16 Campo eletrostático 16 Diferença de potencial 17 Corrente 17 Fluxo de corrente 18 Fontes de eletricidade

Leia mais

Características Básicas dos Transformadores

Características Básicas dos Transformadores Características Básicas dos Transformadores (Roteiro No 2) Universidade Federal de Juiz de Fora Departamento de Energia Elétrica Juiz de Fora, MG 36036-900 Brasil 2018 (UFJF) Lab Maq I 2018 1 / 35 Introdução

Leia mais

Avisos. Entrega do Trabalho: 8/3/13 - sexta. P2: 11/3/13 - segunda

Avisos. Entrega do Trabalho: 8/3/13 - sexta. P2: 11/3/13 - segunda Avisos Entrega do Trabalho: 8/3/13 - sexta P2: 11/3/13 - segunda Lista de Apoio: disponível no site até sexta feira não é para entregar é para estudar!!! Resumo de Gerador CA Símbolo Elétrico: Vef = ***

Leia mais

Aula 3 Corrente alternada circuitos básicos

Aula 3 Corrente alternada circuitos básicos Aula 3 Corrente alternada circuitos básicos Objetivos Aprender os princípios básicos de corrente alternada. Aprender a analisar circuitos puros em corrente alternada utilizando as diversas formas de representação

Leia mais

Fundamentos de Eletrônica

Fundamentos de Eletrônica 6872 - Fundamentos de Eletrônica Elvio J. Leonardo Universidade Estadual de Maringá Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação 2014 Última Aula Lei de Ohm Associação de Resistores

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Centro das Ciências Exatas e Tecnologia Faculdades de Engenharia, Matemática, Física e Tecnologia

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Centro das Ciências Exatas e Tecnologia Faculdades de Engenharia, Matemática, Física e Tecnologia PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Centro das Ciências Exatas e Tecnologia Faculdades de Engenharia, Matemática, Física e Tecnologia EXPERIÊNCIA: ENSAIOS EM CURTO E VAZIO DE TRANSFORMADORES

Leia mais

Princípios de Circuitos Elétricos. Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti

Princípios de Circuitos Elétricos. Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti Princípios de Circuitos Elétricos Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti INDUTORES: CONCEITOS E DEFINIÇÕES CAMPO MAGNÉTICO Campo Magnético Nem só os imãs possuem campo magnético, mas a corrente

Leia mais

Fundamentos de Eletrônica

Fundamentos de Eletrônica 6872 - Fundamentos de Eletrônica Lei de Ohm Última Aula Elvio J. Leonardo Universidade Estadual de Maringá Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação Associação de Resistores Análise

Leia mais

Conversão de Energia I. Capitulo 2 Circuito Magnético

Conversão de Energia I. Capitulo 2 Circuito Magnético Conversão de Energia I Capitulo 2 Circuito Magnético 2 1. Introdução Nos dispositivos eletromecânicos geradores, motores, contactores, relés, etc. a utilização de enrolamentos e núcleos objetiva o estabelecimento

Leia mais

EM - ELETROMAGNETISMO. Prof. Eduardo Calsan Depto. de Elétrica EN/TN/MC/AI

EM - ELETROMAGNETISMO. Prof. Eduardo Calsan Depto. de Elétrica EN/TN/MC/AI EM - ELETROMAGNETISMO Prof. Eduardo Calsan Depto. de Elétrica EN/TN/MC/AI Força eletromotriz induzida (f.e.m.i.): analisando um condutor retilíneo em movimento no interior de um campo magnético uniforme,

Leia mais

f = B. A. cos a Weber

f = B. A. cos a Weber FLUXO MAGNÉTICO (f) Tesla T f = B. A. cos a Weber Wb metros quadrados m onde a ângulo formado entre n e B UEPG 1 PERGUNTA gera Se vimos que i B, será que o contrário é gera verdadeiro? Isto é, B i? EXPERIÊNCIAS

Leia mais

Circuitos Elétricos II

Circuitos Elétricos II Universidade Federal do ABC Eng. de Instrumentação, Automação e Robótica Circuitos Elétricos II José Azcue, Prof. Dr. Indutância Mútua 1 Introdução Indutância Própria Indutância Mútua Indutâncias acopladas

Leia mais

Revisão de Eletromagnetismo

Revisão de Eletromagnetismo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina! Departamento Acadêmico de Eletrônica! Pós-Graduação em Desen. de Produtos Eletrônicos! Conversores Estáticos e Fontes Chaveadas Revisão

Leia mais

Circuitos Elétricos II

Circuitos Elétricos II Universidade Federal do ABC Eng. de Instrumentação, Automação e Robótica Circuitos Elétricos II José Azcue, Prof. Dr. Transformadores 1 Introdução O transformador é amplamente utilizado em sistemas de

Leia mais

Circuitos Elétricos II

Circuitos Elétricos II Universidade Federal do ABC Eng. de Instrumentação, Automação e Robótica Circuitos Elétricos II José Azcue, Prof. Dr. Indutância Mútua 1 Introdução Introdução - transformador Indutância Própria Indutância

Leia mais

AUTO INDUTÂNCIA, INDUTÂNCIA MÚTUA E TRANSFORMADOR IDEAL

AUTO INDUTÂNCIA, INDUTÂNCIA MÚTUA E TRANSFORMADOR IDEAL 179 19 AUTO INDUTÂNCIA, INDUTÂNCIA MÚTUA E TRANSFORMADOR IDEAL 19.1 Indutância No capítulo 1 apresentamos a definição de indutância como sendo a relação entre fluxo magnético concatenado e corrente, não

Leia mais

O que é um indutor? Constituição. Tipos de indutores

O que é um indutor? Constituição. Tipos de indutores O que é um indutor? A indução eletromagnética é um fenômeno causado por um campo magnético e gera corrente elétrica. Uma área delimitada por um determinado condutor sofre variação no de fluxo de indução

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: Colégio Técnico Industrial de Santa Maria IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) DPADI0010 Eletricidade e Magnetismo

Leia mais

CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA

CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA Circuitos magnéticos INTRODUÇÃO A eletricidade é a única forma de energia cujo controle, utilização e conversão em outras formas de energia são relativamente fáceis.

Leia mais

Transformadores monofásicos

Transformadores monofásicos Transformadores Transformadores Transformadores são utilizados para transferir energia elétrica entre diferentes circuitos elétricos por meio de um campo magnético, usualmente com diferentes níveis de

Leia mais

Experimento 6 Laço de histerese

Experimento 6 Laço de histerese Experimento 6 Laço de histerese 1. OBJETIVO Obter a curva BH do material magnético de um transformador monofásico por meio do ensaio experimental. A partir da curva BH, identificar o tipo do material (mole,

Leia mais

Retificadores (ENG ) Lista de Exercícios de Eletromagnetismo

Retificadores (ENG ) Lista de Exercícios de Eletromagnetismo Retificadores (ENG - 20301) Lista de Exercícios de Eletromagnetismo 01) Para o eletroimã da figura abaixo, determine: a) Calcule a densidade de fluxo no núcleo; b) Faça um esboço das linhas de campo e

Leia mais

Conversão de Energia I

Conversão de Energia I Departamento de Engenharia Elétrica Aula 2.3 Transformadores Prof. Clodomiro Unsihuay Vila CARACTERISTICAS ELÉTRICAS Lembrete: https://www.youtube.com/watch?v=culltweexu Potência Nominal: NBR 5356:2006

Leia mais

CIRCUITO EQUIVALENTE MAQUINA

CIRCUITO EQUIVALENTE MAQUINA CIRCUITO EQUIVALENTE MAQUINA Se o circuito do induzido for fechado sobre uma carga, vai circular por ele uma corrente que será responsável por perdas por efeito de Joule na resistência do próprio enrolamento,

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO PRESENCIAL MARINGÁ

PÓS-GRADUAÇÃO PRESENCIAL MARINGÁ PRESENCIAL MARINGÁ Professor 01/10/2016 1 / 51 CURSOS 2016 Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Circuitos Trifásicos e Laboratório MatLab Gerador Síncrono Transformadores TOTAL DE CURSO 10 10

Leia mais

Eletromagnetismo. Motor Eletroimã Eletroimã. Fechadura eletromagnética Motor elétrico Ressonância Magnética

Eletromagnetismo. Motor Eletroimã Eletroimã. Fechadura eletromagnética Motor elétrico Ressonância Magnética Eletromagnetismo Motor Eletroimã Eletroimã Fechadura eletromagnética Motor elétrico Ressonância Magnética Representação de um vetor perpendicular a um plano 1 Campo Eletromagnético Regra da mão direita:

Leia mais

1ª. Prova. Conversão Eletromecânica de Energia

1ª. Prova. Conversão Eletromecânica de Energia ª. Proa Conersão Eletromecânica de Energia José Roberto Cardoso GABARITO 08 de Abril de 06 ª. Questão: Descrea o significado físico de cada parâmetro do circuito elétrico equialente do transformador destacando

Leia mais

Indução Eletromagnética

Indução Eletromagnética Indução Eletromagnética Φ ΔΦ ξ IND p/ circuito fechado i IND Fluxo magnético Variação de fluxo magnético Força eletromotriz induzida Corrente elétrica induzida Fluxo do campo magnético Φ = B A cosθ A superfície

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2002

COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2002 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2002 PROVA DE ENGENHARIA ELÉTRICA PROVA A ATENÇÃO: ABRA ESTA PROVA SOMENTE APÓS

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. O tipo de dispositivo mais adequado para proteger um motor elétrico contra correntes de curto circuito é:

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. O tipo de dispositivo mais adequado para proteger um motor elétrico contra correntes de curto circuito é: 10 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÃO 31 O tipo de dispositivo mais adequado para proteger um motor elétrico contra correntes de curto circuito é: a) fusível rápido b) fusível retardado c) contator

Leia mais

Projeto de Elementos Magnéticos Revisão de Eletromagnetismo

Projeto de Elementos Magnéticos Revisão de Eletromagnetismo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina! Departamento Acadêmico de Eletrônica! Eletrônica de Potência! Projeto de Elementos Magnéticos Revisão de Eletromagnetismo Prof. Clovis

Leia mais

Oscilações Eletromagnéticas e Corrente Alternada

Oscilações Eletromagnéticas e Corrente Alternada Cap. 31 Oscilações Eletromagnéticas e Corrente Alternada Copyright 31-1 Oscilações Eletromagnéticas Oito estágios em um ciclo de oscilação de um circuito LC sem resistência. Os histogramas mostram a energia

Leia mais

4) Quais são os elementos químicos que apresentam efeito ferromagnético? 5) Explique detalhadamente o processo de magnetização.

4) Quais são os elementos químicos que apresentam efeito ferromagnético? 5) Explique detalhadamente o processo de magnetização. 1) Como são chamados os pequenos volumes magnéticos formados em materiais ferromagnéticos? 2) Em um átomo de elemento ferromagnético de onde provém o campo magnético? Represente um modelo simplificado

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2

Questão 1. Questão 3. Questão 2 Questão 1 A autoindutância (ou simplesmente indutância) de uma bobina é igual a 0,02 H. A corrente que flui no indutor é dada por:, onde T = 0,04 s e t é dado em segundos. Obtenha a expressão da f.e.m.

Leia mais

Transformadores elétricos (trafos)

Transformadores elétricos (trafos) Transformadores elétricos (trafos) Dispositivo que converte, por meio da ação de um campo magnético, a energia elétrica CA em uma certa frequência e nível de tensão em energia elétrica CA de mesma frequência,

Leia mais

No caso do circuito magnético visto na figura ao lado. Se NI = 40 NA el=o,2m.

No caso do circuito magnético visto na figura ao lado. Se NI = 40 NA el=o,2m. No caso do circuito magnético visto na figura ao lado. Se NI = 40 NA el=o,2m. N espiras Comprimento médio l= 0,2 m Variação de µ com a força magnetizante A densidade de fluxo e a força magnetizante estão

Leia mais

I N S T I T U T O F E D E R A L D E E D U C A Ç Ã O, C I Ê N C I A E T E C N O L O G I A D E S A N T A C A T A R I N A C A M P U S L A G E S

I N S T I T U T O F E D E R A L D E E D U C A Ç Ã O, C I Ê N C I A E T E C N O L O G I A D E S A N T A C A T A R I N A C A M P U S L A G E S INDUÇÃO E INDUTÂNCIA I N S T I T U T O F E D E R A L D E E D U C A Ç Ã O, C I Ê N C I A E T E C N O L O G I A D E S A N T A C A T A R I N A C A M P U S L A G E S G R A D U A Ç Ã O E M E N G E N H A R I

Leia mais

Eletricidade Aula 09. Resistência, Indutância e Capacitância em Circuitos de Corrente Alternada

Eletricidade Aula 09. Resistência, Indutância e Capacitância em Circuitos de Corrente Alternada Eletricidade Aula 09 Resistência, Indutância e Capacitância em Circuitos de Corrente Alternada Tensão e corrente nos circuitos resistivos Em circuitos de corrente alternada em que só há resistores, como

Leia mais

Revisão de Eletromagnetismo

Revisão de Eletromagnetismo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Departamento Acadêmico de Eletrônica Eletrônica de Potência Revisão de Eletromagnetismo Prof. Clóvis Antônio Petry. Florianópolis,

Leia mais

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Transformador Wikipédia, a enciclopédia livre 1 de 6 Transformador Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Um transformador é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica

Leia mais

` Prof. Antonio Sergio 1

` Prof. Antonio Sergio 1 ` Prof. Antonio Sergio O funcionamento de um transformador baseia-se no fenômeno da mutua indução entre dois circuitos eletricamente isolados, mas magnéticamente acoplados. Fig. Núcleo magnetizável usado

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ECUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS FLORIANÓPOLIS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ECUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS FLORIANÓPOLIS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ECUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS FLORIANÓPOLIS ELETRICIDADE E ELETRÔNICA EMBARCADA E-mail: [email protected]

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. É característica que determina a um transformador operação com regulação máxima:

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. É característica que determina a um transformador operação com regulação máxima: 13 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÃO 35 É característica que determina a um transformador operação com regulação máxima: a) A soma do ângulo de fator de potência interno do transformador com o

Leia mais

LABORATÓRIO INTEGRADO III

LABORATÓRIO INTEGRADO III FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO INTEGRADO III Experiência 03: Ensaio de Vazio e Curto em Transformadores Trifásicos Prof. Norberto Augusto Júnior USJT

Leia mais

NESSE CADERNO, VOCÊ ENCONTRARÁ OS SEGUINTES ASSUNTOS:

NESSE CADERNO, VOCÊ ENCONTRARÁ OS SEGUINTES ASSUNTOS: NESSE CADERNO, VOCÊ ENCONTRARÁ OS SEGUINTES ASSUNTOS: CAPÍTULO 5 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA... 8 Fluxo Magnético de um Carro... 8 Interpretação Física... 8 Lei de Lenz... 8 Lei de Faraday Neumann... 9 CAPÍTULO

Leia mais

3 CIRCUITO EQUIVALENTE PARA TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS E TESTE DE POLARIDADE

3 CIRCUITO EQUIVALENTE PARA TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS E TESTE DE POLARIDADE 25 3 CIRCUITO EQUIVALENTE PARA TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS E TESTE DE POLARIDADE 31 INTRODUÇÃO Um estudo mais completo da teoria do transformador deve levar em conta os efeitos das resistências dos enrolamentos,

Leia mais

1ª. LISTA DE EXERCICIOS 2016 PEA 2306 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA

1ª. LISTA DE EXERCICIOS 2016 PEA 2306 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA 1ª. LISTA DE EXERCICIOS 2016 PEA 2306 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA Prof. José Roberto Cardoso Circuitos Magnéticos 1. Um núcleo toroidal de seção transversal 1 cm 2 e comprimento médio 15 cm é envolvido

Leia mais

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO CORRIGIDO CONFORME A ERRATA

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO CORRIGIDO CONFORME A ERRATA Dados: ANATEL - DEZ/2008 RADIOELETRICIDADE TESTE DE AVALIAÇÃO 1 RADIOELETRICIDADE O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO CORRIGIDO CONFORME A ERRATA Fonte:

Leia mais

Aulas de Eletromagnetismo

Aulas de Eletromagnetismo Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Gerência Educacional de Eletrônica Fundamentos de Eletricidade Aulas de Clóvis Antônio Petry, professor. Florianópolis, novembro de 2006. Bibliografia

Leia mais

1. Na Figura, o fluxo de campo magnético na espira aumenta de acordo com a equação

1. Na Figura, o fluxo de campo magnético na espira aumenta de acordo com a equação Lista de exercícios 9 - Indução e Indutância 1. Na Figura, o fluxo de campo magnético na espira aumenta de acordo com a equação φ B = 6,0t2 + 7,0t, onde φb está em miliwebers e t em segundos. (a) Qual

Leia mais

Aula 06 - Indutores. Introdução ELETROTÉCNICA. Introdução ELETROTÉCNICA. Introdução ELETROTÉCNICA 08/02/2014

Aula 06 - Indutores. Introdução ELETROTÉCNICA. Introdução ELETROTÉCNICA. Introdução ELETROTÉCNICA 08/02/2014 08/0/04 Aula 06 - es Eletrotécnica Quando uma corrente passa por um condutor, cria um campo magnético ao seu redor. Quando a corrente para de fluir, o campo desaparece. Entretanto, tanto a criação como

Leia mais

Eletricidade II. Aula 1. Resolução de circuitos série de corrente contínua

Eletricidade II. Aula 1. Resolução de circuitos série de corrente contínua Eletricidade II Aula 1 Resolução de circuitos série de corrente contínua Livro ELETRICIDADE II Avaliações Provas - 100 pontos lesp-ifmg.webnode.com 2 Conexão de um circuito série Um circuito série contém

Leia mais

Corrente Alternada. Circuitos Monofásicos (Parte 2)

Corrente Alternada. Circuitos Monofásicos (Parte 2) Corrente Alternada. Circuitos Monofásicos (Parte 2) SUMÁRIO Sinais Senoidais Circuitos CA Resistivos Circuitos CA Indutivos Circuitos CA Capacitivos Circuitos RLC GERADOR TRIFÁSICO Gerador Monofásico GRÁFICO

Leia mais

Introdução às máquinas CA

Introdução às máquinas CA Introdução às máquinas CA Assim como as máquinas CC, o princípio de funcionamento de máquinas CA é advindo, principalmente, do eletromagnetismo: Um fio condutor de corrente, na presença de um campo magnético,

Leia mais

Circuito Equivalente

Circuito Equivalente Um modelo mais completo de transformador deve levar em consideração os efeitos das resistências dos enrolamentos, os fluxos dispersos e a corrente de excitação. Joaquim Eloir Rocha 1 Em alguns casos, as

Leia mais

UTFPR DAELN CORRENTE ALTERNADA, REATÂNCIAS, IMPEDÂNCIA & FASE

UTFPR DAELN CORRENTE ALTERNADA, REATÂNCIAS, IMPEDÂNCIA & FASE UTFPR DAELN CORRENTE ALTERNADA, REATÂNCIAS, IMPEDÂNCIA & FASE 1) CORRENTE ALTERNADA: é gerada pelo movimento rotacional de um condutor ou um conjunto de condutores no interior de um campo magnético (B)

Leia mais

SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 05

SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 05 SEL 39 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA Aula 05 Revisão da Aula 04 Excitação em corrente alternada: E E πfn max rms φmax 4,44 fnφmax 4,44 fna n max e φ E t Φ Revisão da Aula 04 Indutância: L N l µ A

Leia mais

Projeto Físico de Indutores e Transformadores em Alta Freqüência

Projeto Físico de Indutores e Transformadores em Alta Freqüência Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Elétrica e Transformadores em Alta Freqüência Eletrônica de Potência II - Laboratório Instituto de Eletrônica de Potência Introdução Projeto

Leia mais

Fotos. Transformadores utilizados em sistemas de transmissão

Fotos. Transformadores utilizados em sistemas de transmissão Trafos Monofásicos Motivações Por que precisamos estudar este tópico? Os transformadores permitem a transmissão a grandes distâncias usando altos níveis de tensão e reduzindo as perdas elétricas dos sistemas.

Leia mais

Partes de uma máquina síncrona

Partes de uma máquina síncrona Oque são geradores síncronos Um dos tipos mais importantes de máquinas elétricas rotativas é o Gerador Síncrono, que é capaz de converter energia mecânica em elétrica quando operada como gerador. Os Geradores

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 10

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 10 Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL 40 Módulo 10 Drawing of Michael Faraday's 1831 experiment showing electromagnetic induction between coils of wire, using 19th century apparatus,

Leia mais

MÁQUINAS ELÉTRICAS I

MÁQUINAS ELÉTRICAS I MÁQUINAS ELÉTRICAS I [CIRCUITOS MAGNÉTICOS E TRANSFORMADORES] Joaquim Eloir Rocha 1 Bibliografia FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY, Charles; UMANS, Stephen D. Máquinas elétricas: com introdução à eletrônica

Leia mais

Exercícios: Eletromagnetismo, circuitos CC e aplicações

Exercícios: Eletromagnetismo, circuitos CC e aplicações 1 UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto - Escola de Minas CAT17 - Eletrotécnica Geral - Prof. Danny Tonidandel. Data: Aluno: Matrícula: Exercícios: Eletromagnetismo, circuitos CC e aplicações Resolva

Leia mais

SOLUÇÃO PRATIQUE EM CASA

SOLUÇÃO PRATIQUE EM CASA SOLUÇÃO PRATIQUE EM CASA SOLUÇÃO PC1. [D] Primeiramente é necessário encontrar o sentido da força magnética. Para tal, é direto verificar, utilizando a regra da mão esquerda, que o sentido desta força

Leia mais

ELETROTÉCNICA CAT124 O INDUTOR E OS CIRCUITOS MAGNÉTICOS Adrielle C. Santana

ELETROTÉCNICA CAT124 O INDUTOR E OS CIRCUITOS MAGNÉTICOS Adrielle C. Santana ELETROTÉCNICA CAT124 O INDUTOR E OS CIRCUITOS MAGNÉTICOS Adrielle C. Santana Força Magnetizante A força magnetomotriz por unidade de comprimento é chamada de força magnetizante (H). = F (Ae/m) ou = Força

Leia mais

2 Transformadores. capítulo OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

2 Transformadores. capítulo OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM capítulo 2 Transformadores OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Compreender a finalidade de um transformador em um sistema de potência. Conhecer as relações de tensão, corrente e impedância nos enrolamentos de um

Leia mais

Experimento 6 Laço de histerese

Experimento 6 Laço de histerese Experimento 6 aço de histerese. OBJETIVO Obter a curva BH do materiaagnético de um transformador monofásico por meio do ensaio experimental. A partir da curva BH, identificar o tipo do material (mole,

Leia mais

Eletricidade (EL63A) CAPACITORES E INDUTORES

Eletricidade (EL63A) CAPACITORES E INDUTORES Eletricidade (EL63A) CAPACITORES E INDUTORES Prof. Luis C. Vieira [email protected] http://paginapessoal.utfpr.edu.br/vieira/el63a-eletricidade INTRODUÇÃO Capacitores e Indutores: Elementos Passivos

Leia mais

F-328 Física Geral III

F-328 Física Geral III F-328 Física Geral III Aula exploratória- 10B UNICAMP IFGW [email protected] F328 1S2014 1 A ei de enz O sentido da corrente induzida é tal que ela se opõe à variação do fluxo magnético que a produziu.

Leia mais

Curso Técnico em Mecatrônica. Exemplos de Máquinas Elétricas. Introdução à Máquinas Elétricas. Magnetismo. Máquinas Elétricas Plano de Ensino

Curso Técnico em Mecatrônica. Exemplos de Máquinas Elétricas. Introdução à Máquinas Elétricas. Magnetismo. Máquinas Elétricas Plano de Ensino Curso Técnico em Mecatrônica Máquinas Elétricas Plano de Ensino 4º Módulo 2017/2 Professor: Thiago Mombach [email protected] Introdução à Máquinas Elétricas Máquinas Elétricas são equipamentos

Leia mais

1) Como as cargas eletrostáticas se comportam umas com as outras? 2) Quais são as três partículas que compõe o modelo atômico de Bohr?

1) Como as cargas eletrostáticas se comportam umas com as outras? 2) Quais são as três partículas que compõe o modelo atômico de Bohr? ATIVIDADE T3 - Capítulo 8. 1. Princípios básicos de eletrônica 8.1 Cargas elétricas. 1) Como as cargas eletrostáticas se comportam umas com as outras? 2) Quais são as três partículas que compõe o modelo

Leia mais

TRANSFORMADOR MONOFÁSICO. Prof. Nelson M. Kanashiro 1. N0ÇÕES DE ELETROMAGNETISMO I I. Densidade de Fluxo Magnético ou simplesmente Campo Magnético,

TRANSFORMADOR MONOFÁSICO. Prof. Nelson M. Kanashiro 1. N0ÇÕES DE ELETROMAGNETISMO I I. Densidade de Fluxo Magnético ou simplesmente Campo Magnético, TRASFORMADOR MOOFÁSCO 1 0ÇÕES DE ELETROMAGETSMO Os materiais magnéticos, denominados como Magnetitas ou Ímãs Permanentes já eram conhecidos pelos gregos a mais de 2500 anos Certas pedras da região da Magnésia

Leia mais

2-ELETROMAGNETISMO (Página 24 a 115 da apostila Fundamentos do Eletromagnetismo, do professor Fernando Luiz Rosa Mussoi) (Slides da apresentação

2-ELETROMAGNETISMO (Página 24 a 115 da apostila Fundamentos do Eletromagnetismo, do professor Fernando Luiz Rosa Mussoi) (Slides da apresentação 2-ELETROMAGNETISMO (Página 24 a 115 da apostila Fundamentos do Eletromagnetismo, do professor Fernando Luiz Rosa Mussoi) (Slides da apresentação ão: Geração de Corrente Alternada do professor Clóvis Antônio

Leia mais

Máquinas Elétricas. Odailson Cavalcante de Oliveira

Máquinas Elétricas. Odailson Cavalcante de Oliveira Máquinas Elétricas Odailson Cavalcante de Oliveira Campo Magnético Fluxo magnético Permeabilidade Magnética Relutância Experiência de Oersted Densidade do Campo Magnético Solenoide Vetor Força Magnetizante

Leia mais

Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta

Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta 1 Sumário Capacitor Indutor 2 Capacitor Componente passivo de circuito. Consiste de duas superfícies condutoras separadas por um material não condutor

Leia mais

16 x PROFESSOR DOCENTE I - ELETRICIDADE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

16 x PROFESSOR DOCENTE I - ELETRICIDADE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍICOS 6. Um condutor conduz uma corrente contínua constante de 5mA. Considerando-se que a carga de 19 um elétron é 1,6x1 C, então o número de elétrons que passa pela seção reta do condutor

Leia mais

Física 3. Fórmulas e Exercícios P3

Física 3. Fórmulas e Exercícios P3 Física 3 Fórmulas e Exercícios P3 Fórmulas úteis para a P3 A prova de física 3 traz consigo um formulário contendo várias das fórmulas importantes para a resolução da prova. Aqui eu reproduzo algumas que

Leia mais

Circuitos Trifásicos Aula 8 Transformador

Circuitos Trifásicos Aula 8 Transformador Circuitos Trifásicos Aula 8 Transformador Engenharia Elétrica Universidade Federal de Juiz de Fora tinyurl.com/profvariz (UFJF) CEL06 tinyurl.com/profvariz 1 / 7 Aplicações dos transformadores Sistemas

Leia mais

Circuitos em Corrente Alternada contendo R, L e C. R = Resistor; L = Indutor; C = Capacitor

Circuitos em Corrente Alternada contendo R, L e C. R = Resistor; L = Indutor; C = Capacitor Circuitos em Corrente Alternada contendo R, L e C. R = Resistor; L = ndutor; C = Capacitor No Resistor Considerando uma corrente i( = m cos( ω t + φ) circulando no resistor, teremos nos seus terminais

Leia mais

SOLUÇÃO COMECE DO BÁSICO

SOLUÇÃO COMECE DO BÁSICO SOLUÇÃO CB1. 01 + 04 + 16 + 64 = 85. [01] Verdadeira. O enrolamento primário do transformador, tendo menor número de espiras, terá a menor tensão e a maior corrente em relação ao secundário, pois a potência

Leia mais

Transformadores. Objetivos 22.1 INTRODUÇÃO 22.2 INDUTÂNCIA MÚTUA

Transformadores. Objetivos 22.1 INTRODUÇÃO 22.2 INDUTÂNCIA MÚTUA Transformadores Objetivos Familiarizar-se com os fluxos existentes entre os enrolamentos de um transformador e entender como são estabelecidas as tensões do primário e do secundário. Entender a operação

Leia mais

Física 3 - EMB5031. Prof. Diego Duarte. (lista 10) 12 de junho de 2017

Física 3 - EMB5031. Prof. Diego Duarte. (lista 10) 12 de junho de 2017 Física 3 - EMB5031 Prof. Diego Duarte Indução e Indutância (lista 10) 12 de junho de 2017 1. Na figura 1, uma semicircunferência de fio de raio a = 2,00 cm gira com uma velocidade angular constante de

Leia mais

Magnetismo e Eletromagnetismo. Odailson Cavalcante de Oliveira

Magnetismo e Eletromagnetismo. Odailson Cavalcante de Oliveira Magnetismo e Eletromagnetismo Odailson Cavalcante de Oliveira Ímãs Naturais O imã é capaz de atrair substâncias magnéticas como certos metais. Imãs Naturais são encontrados na natureza, compostos por minério

Leia mais

2.2. Eletromagnetismo Professora Paula Melo Silva

2.2. Eletromagnetismo Professora Paula Melo Silva 2.2. Eletromagnetismo Professora Paula Melo Silva CARGA Propriedade elétrica das partículas atómicas que compõem a matéria. A carga elementar corresponde ao módulo do valor da carga elétrica apresentado

Leia mais

EFEITO MAGNÉTICO DA CORRENTE ELÉTRICA

EFEITO MAGNÉTICO DA CORRENTE ELÉTRICA EFEITO MAGNÉTICO DA CORRENTE ELÉTRICA Em 1819, Oersted ao aproximar uma bússola de um fio percorrido por corrente, observou que a agulha se movia, até se posicionar num plano perpendicular ao fio. Esta

Leia mais

ATENÇÃO: A partir da amostra da aula, terá uma idéia de onde o treinamento de eletroeletrônica poderá lhe levar.

ATENÇÃO: A partir da amostra da aula, terá uma idéia de onde o treinamento de eletroeletrônica poderá lhe levar. ATEÇÃO: O material a seguir é parte de uma das aulas da apostila de MÓDULO 2 que por sua vez, faz parte do CURO de ELETRO AALÓGICA -DIGITAL que vai do MÓDULO 1 ao 4. A partir da amostra da aula, terá uma

Leia mais