SISTEMA RESPIRATÓRIO
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- Rebeca Peralta Prado
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1 SISTEMA RESPIRATÓRIO
2 SISTEMA RESPIRATÓRIO - ANATOMIA Trato respiratório superior Nariz Seios paranasais Ossos turbinados (conchas) Faringe, tonsilas e adenóides Laringe Traquéia
3 SISTEMA RESPIRATÓRIO - ANATOMIA Trato respiratório inferior Pulmões Pleura Mediastino Lobos Brônquios e bronquíolos Alvéolos
4 SISTEMA RESPIRATÓRIO - ANATOMIA Trato respiratório inferior
5 SISTEMA RESPIRATÓRIO - FISIOLOGIA Função: Nariz: aquece, umidifica e limpa o ar Transporte de oxigênio Ventilação: Respiração externa (pulmão/sangue) e interna (sangue/células) Troca gasosa Transporte do dióxido de carbono Diafragma: principal músculo respiratório, atua em conjunto com os músculos INTERCOSTAIS internos e ABDOMINAIS
6 SISTEMA RESPIRATÓRIO - FISIOLOGIA Troca gasosa
7 SISTEMA RESPIRATÓRIO - ANAMNESE AP: doenças respiratórias na infância; doenças respiratórias pregressas; alergias e imunizações) HF: doenças respiratórias na família; (familiares tabagistas) HÁBITOS PESSOAIS: ambiente de trabalho (rural, indústria, aves, galpões velhos, etc); local e condições de moradia; fumo; álcool e drogas Dispnéia, tosse, produção de escarro, dor torácica
8 PNEUMONIA Processo inflamatório do parênquima pulmonar causada por agentes infecciosos
9 PNEUMONIA Classificação (de acordo com agente causal) Bacteriana Viral Fúngica Parasitária Mycoplasma Por terapia de radiação Ingestão de substâncias químicas Inalação de corpos estranhos (sufocação)
10 PNEUMONIA Pneumonia lobar atinge um ou mais lobos Broncopneumonia processo pneumônico distribuído em placas, originado em uma ou mais áreas dentro dos brônquios e estendido para parênquima pulmonar circunvizinho
11 PNEUMONIA Pneumonia bacteriana existência de doença subjacente, crônica ou aguda, que compromete as defesas do hospedeiro. Surge da flora endógena do pac (resistência alterada) ou aspiração de microrganismos da flora oral Indivíduos saudáveis dç viral antecedente Pac com deficiência imunológica AIDS Uso corticosteróides, imunossu pressores, antimicrobianos amplo espectro Tecnologia de suporte de vida
12 PNEUMONIA Fatores de risco Produção de muco ou obstrução brônquica que interfere com a drenagem normal do pulmão (ca, DPOC) Imunossuprimidos Fumo (atividade mucociliar e macrofágica diminuídas) Restrição no leito Reflexo de tosse deprimido (medicação, fraqueza), aspiração material estranho (pac inconsciente), deglutição prejudicada Colonização de orofaringe (dieta zero, uso antibióticos) Álcool (supressão dos reflexos com diminuição da mobilização de leucócitos e da movimentação ciliar traqueobrônquica Sedação, depressão respiratória (represamento secreções brônquicas)
13 PNEUMONIA Prevenção Aspiração frequente de secreções (inconscientes, reflexos tosse e vômitos diminuídos) Mobilização frequente Exercícios de tosse e respiração efetivos Limpeza adequada dos equipamentos em terapia respiratória
14 PNEUMONIA BACTERIANA Streptococcus pneumoniae coco Gram +, capsulado, imóvel, reside no trato respiratório superior (pneumococo) Pneumonia mais comum Prevalece no inverno e primavera Forma lobar ou broncopneumônica Qualquer idade Presença dç respiratória recente
15 PNEUMONIA BACTERIANA Fisiopatologia Pneumococo produção hipoxemia Reação inflamatória exsudato arterial Alvéolos interfere mov difusão O2 e CO2 Pulmão + sólido migração leucócitos (neutrófilos) lado E coração sem O2 Áreas não ventiladas Secreções, edema de mucosa oclusão parcial brônquios e sangue Broncoespasmo alvéolos venoso entra pressão alveolar de O2 pulmões
16 PNEUMONIA BACTERIANA Manifestações clínicas Calafrios Febre de elevação rápida (39,5 a 40,5 ) Dor torácica agravada pela respiração e tosse Taquipnéia (25 45/min) Roncos respiratórios, batimento de asa de nariz, uso musculatura acessória para respiração Pac se deita do lado afetado (tentativa de sustentar o tórax) Pulso rápido e cheio (cada grau aumenta pulso em 10 bat/min) Rubor, olhos brilhantes, lábios e leitos ungueais cianóticos
17 PNEUMONIA BACTERIANA Manifestações clínicas Posição deitada, inclinado para frente Respiração profusa Escarro purulento Avaliação diagnóstica História infecção recente trato respiratório Exame físico Radiografia torácica Hemocultura Exame de escarro
18 PNEUMONIA BACTERIANA Tratamento Antibióticoterapia (resultado da coloração do gram) Repouso no leito Observação contínua Oxigenação Complicações Hipotensão postural Choque Insuficiência respiratória Atelectasia Derrame pleural Delírio (hipóxia) ICC, disritmia cardíaca, pericardite, miocardite Superinfecção (recidiva)
19 PNEUMONIA BACTERIANA Diagnósticos de enfermagem Desobstrução ineficaz das vias aéreas relacionada às secreções traqueobrônquicas copiosas Objetivo melhoria da permeabilidade das vias aéreas - Hidratação adequada (febre, desidratação, dispnéia, liquefação da secreção) - Umidificação do ar (liquefação das secreções, melhora ventilação) - Fisioterapia torácica - Administração O2
20 PNEUMONIA BACTERIANA Diagnósticos de enfermagem Intolerância a atividade relativa à função respiratória alterada Objetivo obtenção de repouso suficiente para conservar energia - Repouso, evitar esforço excessivo e exacerbação dos sintomas - Posição confortável, mudança frequente de posição Risco de défict de volume de líquidos relacionado à febre e dispnéia Objetivo manutenção do volume hídrico adequado - Hidratação adequada
21 PNEUMONIA BACTERIANA Diagnósticos de enfermagem Manutenção Ineficaz da Saúde Objetivo - compreensão do protocolo de tratamento e das medidas preventivas - Evitar fumo - Evitar fadiga, alterações súbitas de temperatura, álcool excessivo - Vacinação
22 SÍNDROMES PNEUMÔNICAS ATÍPICAS Pneumonias associadas a fungos, micoplasmas, dç do legionário, e vírus Mycoplasma pneumoniae causa + comum pneumonia atípica. Microrganismo circundado por membrana de tripla camada, sem uma parede celular, diferem dos vírus Ocorre mais em cçs com mais idade e adultos jovens Disseminação gotículas de secreções respiratórias infectadas contato interpessoal Infiltrado inflamatório intersticial e não alveolar Dissemina através de todo trato respiratório inclusive bronquíolos Características de broncopneumonia Otalgia e miringite bolhosa
23 SÍNDROMES PNEUMÔNICAS ATÍPICAS Manifestações clínicas Tosse improdutiva e incomodativa Sensação de opressão no tórax Dor, prostração generalizada Dor na traquéia ao tossir Escarro mucóide ou mucopurulento (após alguns dias) Cefaléia agravada pela tosse
24 SÍNDROMES PNEUMÔNICAS ATÍPICAS Intervenções de enfermagem Repouso, conforto do paciente Medicação prescrita Inalação úmida e quente (irritação brônquica) Hidratação Oxigenoterapia
25 ASMA Doença obstrutiva das vias aéreas, intermitente e reversível caracterizada por responsividade aumentada da traquéia e brônquios a vários estímulos. Estreitamento das vias aéreas
26 ASMA Causa tosse, dispnéia e sibilos Processo reversível Exacerbações agudas minuto à horas Bronquite asmática crônica asma + bronquite ao mesmo tempo Qualquer idade (50% infância e 1/3 antes 40anos) Raramente fatal, afeta qualidade de vida
27 ASMA Classificação Alérgica Idiopática Não alérgica mista
28 ASMA Asma alérgica provocada por um ou mais alérgenos conhecidos (poeira, pólen, pelo de animais, mofo,etc) Sazonal Alérgenos trazidos por via aérea História alérgica familiar História pregressa de eczema ou rinite alérgica Exposição alérgeno crise asmática Idiopática ou não alérgica não relacionada a alérgenos específicos Crise resfriado comum, infecções do trato respiratório, exercícios, emoções, poluente ambiental, agentes farmacológicos (aspirina), antiinflamatórios não hormonais, corantes, antagonistas betaadrenérgicos, sulfitos (preservativos alimentares) Crises mais severas e frequentes com o tempo bronquite crõnica e enfisema
29 ASMA Asma mista é a mais comum. Apresenta características das formas alérgica e da idiopática e não alérgica Fisiopatologia Obstrução difusa e reversível das vias aéreas, envolve sistema imunológico e SNA Causas da obstrução: Contração dos músculos que circundam o brônquio, o que estreita a VA Edema das membranas que revestem os brônquios Repleção dos brônquios com muco espesso Hipertrofia muscular brônquica Hipertrofia das glândulas mucosas Escarro espesso e tenaz Hiperinsuflação ou represamento de ar nos alvéolos
30 ASMA Asma
31 ASMA
32 ASMA Manifestações clínicas Tosse, dispnéia, sibilos (+ comuns) Crise noturna, início súbito com tosse e opressão no peito, a seguir, respiração lenta, laboriosa e sibilante Expiração mais prolongada que a inspiração (posição sentada, uso musculatura acessória) Dispnéia (fluxo aéreo obstruído) Tosse inicial seca e persistente mais forçada, com escarro mucóide espesso, aderente, difícil de ser removido
33 ASMA Sinais tardios Cianose (secundária a hipóxia severa) Sintomas de retenção de CO2 - sudorese, taquicardia, pressão de pulso aumentada Crise - de minutos à horas Avaliação diagnóstica História familiar, ambiental, ocupacional (fatores ou substâncias que provocam a crise) Teste de alérgenos RX (episódios agudos hiperinsuflação e diafragma achatado) Exame escarro e sangue (eosinofilia) elevação IgE (asma alérgica)
34 ASMA Escarro Asma alérgica - hialino e espumoso Asma não alérgica viscoso, espesso, esbranquiçado Gasometria arterial crises aguda - hipóxia Terapia medicamentosa Beta agonistas (beta-adrenérgicos) dilatam os músculos lisos brônquicos, aumentam os movimentos ciliares, diminuem os mediadores químicos da anfilaxia, potencializa o efeito broncodilatador do corticosteróide epinefrina, albuterol, metaproterenol, isoproterenol, isoetarina, terbutalina ( via parenteral e inalatória)
35 ASMA Terapia medicamentosa Metilxantinas broncodilatador - relaxa musculatura lisa brônquica, aumenta movimento do muco nas VA epotencializa a contração do diafragma aminofilina (EV) e teofilina (VO). Não utilizadas nas crises agudas início de ação mais lento que os beta Anticolinérgicos broncodilatador semelhante aos beta metilnitrato de atropina e brometo de ipatrópio (atrovente) (inalação) Corticosteróides reduz a inflamação e diminui a broncoconstrição. Hidrocortisona (crise aguda EV), predinisonapredinisolona (VO), beclometasona e dexametasona (inalação) Inibidores de mastócitos previne a liberação de mediadores químicos da anafilaxia broncodilatação e redução da inflamação das VA. Cromolina sódica (inalação)
36 ASMA Tratamento Oxigenação Gasometria arterial Hidratação Exercícios respiratórios, drenagem postural Complicações Bolha rompida pneumotórax Enfisema mediastinal ou subcutâneo Bronquite crônica ou aguda recorrente Hipertrofia lado D coração com ICC D (dç cardiopulmonar) Hipóxia crônica mudanças de personalidade
37 ESTADO ASMÁTICO OU MAL ASMÁTICO Asma severa que não responde a terapia convencional e dura mais de 24hs Fisiopatologia Constrição da musculatura lisa dos bronquíolos Edema de mucosa brônquica Secreções espessadas (viscosas) Diminuição do diâmetro dos brônquios Anormalidade na ventilação-perfusão hipoxemia e acidose ou alcalose respiratória (inicial PaO2,, paco2, ph - alcalose respiratória / crise - PaCO2, ph - acidose respiratória)
38 ESTADO ASMÁTICO OU MAL ASMÁTICO Causas Infecção Ansiedade Uso excessivo de tranquilizantes Abuso de nebulização Desidratação Bloqueio adrenérgico aumentado Irritantes inespecíficos Hipersensibilidade à aspirina
39 ESTADO ASMÁTICO OU MAL ASMÁTICO Manifestações clínicas Idênticas da asma severa Desaparecimento dos sibilos por obstrução mais intensa insuficiência respiratória iminente
40 Obrigado!!!!
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