Asma Diagnóstico e Tratamento
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- Marcela Prada Meneses
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1 1ªs Jornadas de Pneumologia de Angola Respirar bem, Dormir bem, Viver melhor Asma Diagnóstico e Tratamento Margarete Arrais MD, Pneumologista
2 Introdução Importante problema de saúde pública. Desde a década de 60, aumento da sua prevalência e gravidade. A nível mundial, é uma das doenças crónicas mais frequentes, principalmente em crianças. Cerca de 300 milhões de pessoas. Projecções para 2025, estimam um aumento de mais 100 milhões de asmáticos.
3 Introdução Poucos estudos epidemiológicos, sobre incidência e prevalência da asma em África. Estudos realizados na África do Sul, Nigéria, Etiópia, Quénia, Argélia, Marrocos, Tunísia e Moçambique, mostraram que é problema de saúde e a sua prevalência tem vindo a aumentar.
4 Introdução Doença multifactorial, depende de uma interação entre complexos factores genéticos e ambientais. O crescente impacto tem sido associado a aumentos na prevalência de outras doenças alérgicas, como a rinite e eczema.
5 Asma Doença inflamatória crónica das vias aéreas na qual várias células, incluindo mastócitos e eosinófilos, desempenham um papel importante. Episódios recorrentes de sibilos, dispneia, aperto torácico e tosse, principalmente à noite ou de manha cedo.
6 Asma Sintomas geralmente associados a obstrução generalizada, mas variável, das vias aéreas, muitas vezes reversível, espontaneamente ou com o tratamento. A inflamação provoca também uma hiperreactividade das vias aéreas a uma grande variedade de estímulos.
7 Sintomas ocorrem ou pioram na presença de:
8 Sintomas ocorrem ou pioram na presença de:
9 Macrófago/ Cel. dendritica Alérgeno Mastócito Linf Th2 Plug muco Neutrófilo Eosinófilo Descamação epitelial Ativação neural Hipersecreção muco hiperplasia Vasodilatação Neo vassos Perda plasma Edema Reflexo Colinérgico Fibrose subepitelial Ativação nervosa sensitiva Broncoconstrição Hipertrofia/hiperplasia
10 Diagnóstico Antecedentes, sintomas e sinais. A medição da função pulmonar através da ESPIROMETRIA fornece uma avaliação da gravidade, reversibilidade e variabilidade da limitação do fluxo aéreo e ajuda a confirmar o diagnóstico da asma.
11 Diagnóstico Confirmar o diagnóstico da asma. Excluir outros diagnósticos. Avaliar a gravidade / classificar. Monitorar o curso da doença e as modificações decorrentes do tratamento.
12 Classificação (gravidade)
13 Tratamento A meta do tratamento é atingir e manter o controle das manifestações clínicas da doença por períodos prolongados. Quando controlada, o doente pode prevenir a maioria das crises, evitar os sintomas durante o dia e a noite, manter-se fisicamente activo, evitar o declínio da função pulmonar e os efeitos colaterais do tratamento.
14 Classificação (controle) Asma controlada Asma parcialmente controlada Asma não controlada Critérios de controle da asma Sintomas diurnos até 2 vezes por semana Sem sintomas nocturnos (despertares) Sem limitação de actividade física Medicação de alívio até 2 vezes por semana Função respiratória normal (ou próxima do normal) Sem exacerbações no último ano
15 Tratamento Anti-inflamatórios Broncodilatadores Fármacos controladores (de manutenção) Fármacos de alívio
16 Fármacos de manutenção Corticoesteroides inalatórios beclometasona budesonida ciclesonida flunisolida fluticasona mometasona triancinolona Antagonistas dos leucotrienos montelucaste pranlucaste zafirlucaste zielutona β2 agonistas acção prolongada inalatórios formoterol salmeterol
17 Fármacos de manutenção Corticoesteroides sistémicos metilprednisolona prednisolona prednisona Teofilinas aminofilina teofilina Cromonas nedocromil cromoglicato de sódio Anti-IgE omalizumabe
18 Fármacos de alívio β2 agonistas de curta acção inalatórios salbutamol fenoterol terbutalina Corticoesteroides sistémicos hidrocortisona metilprednisolona prednisolona prednisona Anticolinérgicos de curta acção brometo de ipatrópio Teofilinas aminofilina teofilina β2 agonistas de curta acção sistémico salbutamol
19 Tratamento por etapas (degraus) Educação sobre a asma e Controle ambiental / domiciliar 5 β2 agonista de curta acção inalatório 1 CI baixa dose ou Antileuc 2 CI baixa dose + β2 agonista de longa acção ou Antileuc ou CI média dose 3 CI média dose + β2 agonista de longa acção ou Antileuc ou Teofilina CI alta dose + β2 agonista de longa acção + Antileuc + Teofilina CI alta dose + β2 agonista de longa acção + Antileuc + Teofilina + Cort oral ou Anti IgE Referenciar especialista β2 agonista de curta acção inalatório sempre que necessário 4
20 Inaladores Inaladores pressurizados (nebulimetros): aerossois Inaladores de pó: turbuhaler, diskus, aerolizer, pulvinal, cápsulas Nebulizadores: jacto e ultrassônicos Vantagens e desvantagens. Escolha deve ser individualizada e dinâmica. A técnica deve ser revisada.
21
22
23 Conclusão ASMA é uma doença inflamatória crónica. Doença que tem CONTROLE, não tem cura. O uso do tratamento de MANUTENÇÃO e ALÍVIO é a estratégia eficaz. O tratamento da ASMA é baseado na INFLAMAÇÃO, necessita anti-inflamatório / corticosteróide. O uso correto de um INALADOR eficaz tem impacto positivo no CONTROLE da ASMA.
24 Conclusão
25 1ªs Jornadas de Pneumologia de Angola Respirar bem, Dormir bem, Viver melhor
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