ROTINA DE ASMA NO PSI HRAS
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- Leila de Miranda Bugalho
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1 ROTINA DE ASMA NO PSI HRAS Dr. Fabrício Prado Monteiro. CONCEITO E INTRODUÇAO: A asma pode ser definida como uma doença inflamatória crônica das vias aéreas. A inflamação crônica provoca um aumento da hiperresponsividade das vias aéreas e acarreta episódios recorrentes de sibilância, falta de ar, opressão torácica e tosse, particularmente a noite ou no começo da manhã. Esses episódios estão associados a obstrução nasal das vias aéreas e, em geral, são reversíveis, espontaneamente ou com o tratamento. Os dados obtidos pelo Sistema de informações hospitalares do SUS (DATA-SUS, apontam que 17,7% de todas as internações por causa respiratórias são devido a asma. Por outro lado, ocorreu uma ligeira queda do número de internações por ano decorrentes de asma no Brasil, entre 2004 ( casos) e 2006 ( casos), com cerca de 50% das internações de menores de 10 anos de idade. Quanto as taxas de mortalidade por asma, os dados apontam uma média de 0,24% de óbitos entre 2003 e 2005, somando-se todas faixas etárias. No Brasil, dados sobre a prevalência de asma, através do estudo ISAAC entre escolares de 6 a 7 anos e de 13 e 14 anos, mostraram grandes variações regionais, mas com percentagem que atingem valores comparáveis as de países de alta prevalência, tais como 24,3% e 19%, respectivamente. Em nosso hospital, HRAS, realizamos análise da abordagem do atendimento as exacerbações de sibilância infantil, considerando a avaliação da asma de risco, a avaliação da gravidade e do manejo da crise de asma realizando estudo de coorte retrospectivo, com análise das Guias de Atendimento de Emergência (GAE) atendidos durante a primeira semana de julho de 2003, selecionando aquelas com diagnósticos de asma, bronquite, sibilância ou broncoespasmo (BE), como marcadores de exacerbação de sibilância. De um total de 1167 atendimentos, 130 foram por diagnósticos tidos como marcadores de exacerbação de sibilância. A idade variou entre 2
2 meses e 11 anos. Nos anos seguintes realizamos treinamento da equipe para divulgação e adoção de protocolos de atendimento para uniformização e melhora da qualidade desse e essa rotina basea-se fundamentalmente na IV Diretrizes Brasileiras para o Manejo Da Asma. DIAGNOSTICO E CLASSIFICACAO: As crises de asma devem ser classificadas quanto a sua gravidade, vide quadro abaixo, e a terapeutica instituida imediatamente: Achado* Muito grave Grave Moderada/leve Gerais Cianose, sudorese, exaustão Sem alterações Sem alterações Estado mental Agitação, confusão, sonolência Normal Normal Dispnéia Grave Moderada Ausente/leve Fala Musculatura acessória Sibilos Frases curtas/monossilábicas. Lactente: maior dificuldade alimentar Retrações acentuadas ou em declínio (exaustão) Ausentes com MV localizados ou difusos Frases incompletas/parciais. Lactente: choro curto, dificuldade alimentar Retrações subcostais e/ou esternocleidomastóideas acentuadas Localizados ou difusos Frases completas Retração intercostal leve ou ausente Ausentes com MV normal/ localizados ou difusos FR (irm)** Aumentada Aumentada Normal ou aumentada FC (bpm) > 140 ou bradicardia > PFE (% melhor ou previsto) < 30% 30-50% > 50% SaO 2 (ar ambiente) < 90% 91-95% > 95% PaO 2 (ar ambiente) < 60 mmhg Ao redor de 60 mmhg Normal PaCO 2 (ar ambiente) > 45 mmhg < 40 mmhg < 40 mmhg * A presença de vários parâmetros, mas não necessariamente todos, indica a classificação geral da crise. ** FR em crianças normais: < 2 meses, < 60 /min; 2-11 meses, < 50/min; 1-5 anos, < 40 /min; 6-8 anos, < 30 /min; > 8 anos = adulto. MV: murmúrio vesicular; FR: freqüência respiratória; FC: freqüência cardíaca; PFE: pico de fluxo expiratório; SaO 2 : saturação de oxigênio no sangue arterial; PaO 2 : pressão parcial de oxigênio no sangue arterial; PaCO 2 : pressão parcial de gás carbônico no sangue arterial. Quadro 10 - Indicações de exames complementares. Gasometria Sinais de gravidade, PFE < 30% após tratamento ou SaO 2 < 93% Radiografia de tórax Possibilidade de pneumotórax, pneumonia ou necessidade de internação por crise grave Hemograma Suspeita de infecção. Neutrófilos aumentam quatro horas após o uso de corticosteróides sistêmicos Eletrólitos Coexistência com doenças cardiovasculares, uso de diuréticos ou altas doses de beta-2 agonistas, especialmente se associados a xantinas e corticosteróides PFE: pico de fluxo expiratório; SaO 2 : saturação de oxigênio no sangue arterial.
3 FARMACOTERAPIA Avaliação inicial: FR, FC, PFE, uso da musculatura acessória Dispnéia, nível de consciência,cianose, O 2 para < 95%. Nebulização com 2-agonista (0,15 mg/kg/dose máx. 5 mg / dose fluxo mínimo de O 2 de 6 L/min) ou spray com espaçador (50 mcg/kg/dose = 1 jato / 2 kg, máximo de 10 jatos) a cada 20 minutos, até uma hora (três doses). Crises mais graves associar brometo de ipratrópio ( mcg/dose gotas). Se PFE > 90% após o tratamento inicial, doses adicionais não são necessárias. Iniciar corticosteróides se o paciente é córtico-dependente ou não apresentar uma boa resposta ao tratamento inicial com 2-agonista (spray ou nebulização). Reavaliação da FR, FC, ausculta, uso da musculatura acessória, dispnéia Boa resposta PFE > 70% dopredito Diminuição da FR e FC Ausculta: sibilos raros ou ausentes Musculatura acessória: sem uso Dispnéia: mínima ou ausente > 95% em ar ambiente Resposta incompleta PFE entre 40 e 70% do predito Aumento da FR e FC Ausculta: sibilos leves ou moderados Musculatura acessória: uso moderado Dispnéia: moderada entre 91 e 95% em ar ambiente Má resposta PFE < 40% dopredito Aumento da FR e FC Ausculta: diminuição da entrada de ar Musculatura acessória: uso importante Dispnéia: intensa < 91% em ar ambiente Aumentar intervalos das nebulizações para cada 2 horas Manter/adicionar prednisona ou similar (1 2 mg/kg, máx. 60 mg) E continuar nebulização a cada 20 min. com! 2 (0,15 mg/kg) Observar no mínimo 1 hora Reavaliar gravidade em 1 hora Estável PFE > 70% dopredito > 95% e outros parâmetros melhorados Instável PFE < 70% dopredito < 95% e outros parâmetros s/ melhora Boa resposta PFE > 70% do predito > 95% e outros parâmetros melhorados Má resposta PFE < 40% do predito < 91% e outros parâmetros s/melhora Alta Domiciliar com orientação;! 2 spray/nebulização/inaladores de pó; Administrar corticosteróide oral; Plano de Acompanhamento Continuar tratamento. Considerar internação hospitalar se não houver melhora Resposta incompleta PFE 40 a 70% do predito entre 91 e 95% e melhorando outros parâmetros Má resposta Considerar 2 - agonista IV. Inicial: 15 mcg/kg (correr em min) Após: Infusão continua crescente até mcg/kg/min. Considerar xantina IV Manter nebulização a cada 20 minutos com 2-agonista. Considerar sulfato de magnésio IV (25-75 mg/kg, máximo de 2 g., infundido em minutos). Obs.: Caso não seja possível o uso do saturômetro de pulso ou medidas de função pulmonar, os critérios clínicos são adequados para avaliação da crise ura 3 - Algoritmo de tratamento da crise de asma da criança no pronto-socorro. UTI A farmacoterapia na crise de asma atualmente promove o controle antiinflamatório e não somente o controle sintomático, feito com broncodilatadores de curta-duração. Ainda, sempre que possível, reiterar o tratamento da asma e a educação dessa a nível ambulatorial, seguindo uma outra classificação (de controle).
4 ALGORITIMOS E QUADROS DE RESUMO: Quadro 11 - Critérios para o diagnóstico da asma de difícil controle. Maiores Altas doses de CI (CI em mcg/dia) - Adultos: beclometasona > 2.000, budesonida > e fluticasona > Crianças: beclometasona ou budesonida > 800 e fluticasona > 400 Corticosteróides orais 50% dos dias do ano Menores Necessidade de outro medicamento diário além dos CI - LABA, antagonistas dos leucotrienos ou teofilina Necessidade diária ou quase diária de beta-2 agonistas de curta duração Obstrução persistente do fluxo aéreo - VEF 1 < 80% previsto, variação diurna do pico de fluxo expiratório > 20% Uma ou mais exacerbações com necessidade de ida a pronto-socorro por ano Três ou mais cursos de corticosteróide oral por ano Piora rápida após redução de pelo menos 25% da dose de corticosteróides orais ou CI História anterior de exacerbação de asma quase fatal Combinação dos critérios American Thoracic Society 2000 e European Respiratory Society CI: corticosteróide inalatório; LABA: beta agonista de ação prolongada; VEF 1 : volume expiratório forçado no primeiro segundo. Quadro 12 - Conteúdo educacional programático (O ABCD da asma). Abordar os fatores agravantes e orientar como evitá-los Buscar medicamentos apropriados e com técnica adequada Colocar em prática a execução de um plano de ação Descrever os efeitos colaterais dos medicamentos usados e saber como minimizá-los Quadro 15 - Principais causas de dificuldades de adesão ao tratamento. Ligadas ao médico Ligadas ao paciente Má identificação dos sintomas e dos agentes desencadeantes Indicação inadequada de broncodilatadores Falta de treinamento das técnicas inalatórias e de prescrição de medicamentos preventivos Diversidade nas formas de tratamento Falta de conhecimento dos consensos Interrupção da medicação na ausência de sintomas Uso incorreto da medicação inalatória Complexidade dos esquemas terapêuticos Suspensão da medicação devida a efeitos indesejáveis Falha no reconhecimento da exacerbação dos sintomas Quadro 18 - Índice clínico para diagnóstico de asma no lactente. Critérios maiores 1. Um dos pais com asma 2. Diagnóstico de dermatite atópica Critérios menores 1. Diagnóstico médico de rinite alérgica 2. Sibilância não associada a resfriado 3. Eosinofilia maior ou igual a 4%
5 REFERENCIAS 1. Busse WW, Lemanske RF. Asthma. N Engl J Med 2001;344(5): Comment in: N Engl J Méd. 2001;344(21): Cookson W. The alliance of genes and environment in asthma and allergy. Nature. 1999; 402(6760 Suppl):B Brasil. Ministério da Saúde.Secretaria Nacional de Ações Básicas. Estatísticas de saúde e mortalidade. Brasília: Ministério da Saúde; Chatkin JM, Molinari JF, Fonseca NA, Chatkin G, Sears MR. Stabilization of asthma mortality in southern Brazil. Am J Respir Crit Care Med. 2000;161(3):A Worldwide variations in the prevalence of asthma symptoms: the International Study of asthma and Allergies in Childhood (ISAAC). Eur Respir J. 1998;12(2): Comment in : Eur Respir J. 1998;12(4) :1000. J Bras Pneumol. 2006;32(Supl 7):S 447-S 474
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