Matemática Conjuntos - Teoria
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- Victorio Machado Pereira
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1 Matemática Conjuntos - Teoria 1 - Conjunto: Conceito primitivo; não necessita, portanto, de definição. Exemplo: conjunto dos números pares positivos: P = {2,4,6,8,10,12,... }. Esta forma de representar um conjunto, pela enumeração dos seus elementos, chama-se forma de listagem. O mesmo conjunto também poderia ser representado por uma propriedade dos seus elementos ou seja, sendo x um elemento qualquer do conjunto P acima, poderíamos escrever: P = { x x é par e positivo } = { 2,4,6,... } Relação de pertinência: Sendo x um elemento do conjunto A, escrevemos x A, onde o símbolo significa "pertence a". Sendo y um elemento que não pertence ao conjunto A, indicamos esse fato com a notação y A. O conjunto que não possui elementos, é denominado conjunto vazio e representado por. Com o mesmo raciocínio, e opostamente ao conjunto vazio, define-se o conjunto ao qual pertencem todos os elementos, denominado conjunto universo, representado pelo símbolo U. Assim é que, pode-se escrever como exemplos: = { x; x x} e U = {x; x = x} Subconjunto: Se todo elemento de um conjunto A também pertence a um conjunto B, então dizemos que A é subconjunto de B e indicamos isto por A B. a) todo conjunto é subconjunto de si próprio. ( A A ) b) o conjunto vazio é subconjunto de qualquer conjunto. ( A) c) se um conjunto A possui m elementos então ele possui 2 m subconjuntos. d) o conjunto formado por todos os subconjuntos de um conjunto A é denominado conjunto das partes de A e é indicado por P(A). Assim, se A = {c, d}, o conjunto das partes de A é dado por P(A) = {, {c}, {d}, {c,d}} e) um subconjunto de A é também denominado parte de A. 2 - Conjuntos numéricos fundamentais Entendemos por conjunto numérico, qualquer conjunto cujos elementos são números. Existem infinitos conjuntos numéricos, entre os quais, os chamados conjuntos numéricos fundamentais, a saber: Conjunto dos números naturais N = {0,1,2,3,4,5,6,... } Conjunto dos números inteiros Z = {..., -4,-3,-2,-1,0,1,2,3,... } Obs: é evidente que N Z. Conjunto dos números racionais Q = {x; x = p/q com p Z, q Z e q 0 }. Temos então que número racional é aquele que pode ser escrito na forma de uma fração p/q onde p e q são números inteiros, com o denominador diferente de zero. Lembre-se que não existe divisão por zero!. São exemplos de números racionais: 2/3, -3/7, 0,001=1/1000, 0,75=3/4, 0, = 1/3, 7 = 7/1, etc. a) é evidente que N Z Q. b) toda dízima periódica é um número racional, pois é sempre possível escrever uma dízima periódica na forma de uma fração. Exemplo: 0, = 4/9 Conjunto dos números irracionais I = {x; x é uma dízima não periódica}. Exemplos de números irracionais: = 3, (número pi = razão entre o comprimento de qualquer circunferência e o seu diâmetro) 2, (dízima não periódica) 3 = 1, (raiz não exata). Conjunto dos números reais R = { x; x é racional ou x é irracional}. a) é óbvio que N Z Q R b) I R c) I Q = R d) um número real é racional ou irracional, não existe outra hipótese! 3 - Intervalos numéricos Dados dois números reais p e q, chama-se intervalo a todo conjunto de todos números reais compreendidos entre p e q, podendo inclusive incluir p e q. Os números p e q são os limites do intervalo, sendo a diferença p - q, chamada amplitude do intervalo. Se o intervalo incluir p e q, o intervalo é fechado e caso contrário, o intervalo é dito aberto. A tabela abaixo, define os diversos tipos de intervalos. 1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. b r
2 TIPOS A ESQUERDA À DIREITA REPRESENTAÇÃO OBSERVAÇÃO [p;q] = {x R; p x (p;q) = { x R; p x [p;q) = { x R; p x (p;q] = {x R; p x [p; ) = {x R; x p} (- ; q] = { x R; x (- ; q) = { x R; x (p; ) = { x p } inclui os limites p e q exclui os limites p e q inclui p e exclui q exclui p e inclui q maiores ou iguais a p. menores ou iguais a q. menores do que q. maiores do que p. Nota: é fácil observar que o conjunto dos números reais, (o conjunto R) pode ser representado na forma de intervalo como R = ( - ; + ). 4 - Operações com conjuntos União ( ) Dados os conjuntos A e B, define-se o conjunto união A B = { x; x A ou x B}. Exemplo: {0,1,3} { 3,4,5 } = { 0,1,3,4,5}. Percebe-se facilmente que o conjunto união contempla todos os elementos do conjunto A ou do conjunto B. a) A A = A b) A = A c) A B = B A (a união de conjuntos é uma operação comutativa) d) A U = U, onde U é o conjunto universo Interseção ( ) Dados os conjuntos A e B, define-se o conjunto interseção A B = {x; x A e x B}. Exemplo: {0,2,4,5} { 4,6,7} = {4}. Percebe-se facilmente que o conjunto interseção contempla os elementos que são comuns aos conjuntos A e B. a) A A = A b) A = c) A B = B A ( a interseção é uma operação comutativa) d) A U = A onde U é o conjunto universo. São importantes também as seguintes propriedades : P1. A ( B C ) = (A B) ( A C) (propriedade distributiva) P2. A ( B C ) = (A B ) ( A C) (propriedade distributiva) P3. A (A B) = A (lei da absorção) P4. A (A B) = A (lei da absorção) Obs: Se A B =, então dizemos que os conjuntos A e B são Disjuntos Diferença: A - B = {x ; x A e x B}. Observe que os elementos da diferença são aqueles que pertencem ao primeiro conjunto, mas não pertencem ao segundo. Exemplos: { 0,5,7} - {0,7,3} = {5}. {1,2,3,4,5} - {1,2,3} = {4,5}. a) A - = A b) - A = c) A - A = d) A - B B - A ( a diferença de conjuntos não é uma operação comutativa) Complementar de um conjunto Trata-se de um caso particular da diferença entre dois conjuntos. Assim é, que dados dois conjuntos A e B, com a condição de que B A, a diferença A - B chama-se, neste caso, complementar de B em relação a A. Simbologia: C A B = A - B. Caso particular: O complementar de B em relação ao conjunto universo U, ou seja, U - B,é indicado pelo símbolo B'.Observe que o conjunto B' é formado por todos os elementos que não pertencem ao conjunto B, ou seja: B' = {x; x B}. É óbvio, então, que: a) B B' = b) B B' = U c) ' U d) U' = 5 - Partição de um conjunto Seja A um conjunto não vazio. Define-se como partição de A, e representa-se por part(a), qualquer subconjunto do conjunto das partes de A (representado simbolicamente por P(A)), que 2 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. b r
3 satisfaz simultaneamente, às seguintes condições: 1 - nenhuma dos elementos de part(a) é o conjunto vazio. 2 - a interseção de quaisquer dois elementos de part(a) é o conjunto vazio. 3 - a união de todos os elementos de part(a) é igual ao conjunto A. Exemplo: Seja A = {2, 3, 5} Os subconjuntos de A serão: {2}, {3}, {5}, {2,3}, {2,5}, {3,5}, {2,3,5}, e o conjunto vazio - Ø. Assim, o conjunto das partes de A será: P(A) = { {2}, {3}, {5}, {2,3}, {2,5}, {3,5}, {2,3,5}, Ø } Vamos tomar, por exemplo, o seguinte subconjunto de P(A): X = { {2}, {3,5} } Observe que X é uma partição de A - cuja simbologia é part(a) - pois: a) nenhum dos elementos de X é Ø. b) {2} { } Ø c) {2} U { } = {2, 3, 5} = A Sendo observadas as condições 1, 2 e 3 acima, o conjunto X é uma partição do conjunto A. Observe que Y = { {2,5}, {3} } ; W = { {5}, {2}, {3} }; S = { {3,2}, {5} } são outros exemplos de partições do conjunto A. Outro exemplo: o conjunto Y = { {0, 2, 4, 6, 8,...}, {1, 3, 5, 7,...} } é uma partição do conjunto N dos números naturais, pois {0, 2, 4, 6, 8,...} {1, 3, 5, 7,...} = Ø e {0, 2, 4, 6, 8,...} U {1, 3, 5, 7,...} = N. 6 - Número de elementos da união de dois conjuntos Sejam A e B dois conjuntos, tais que o número de elementos de A seja n(a) e o número de elementos de B seja n(b). Nota: o número de elementos de um conjunto, é também conhecido com cardinal do conjunto. Representando o número de elementos da interseção A B por n(a B) e o número de elementos da união A B por n(a B), podemos escrever a seguinte fórmula: n(a B) = n(a) + n(b) - n(a B) Exercícios 1- (ITA-1969) Sejam R o conjunto dos números reais e C um subconjunto de R. Definimos SUPREMO de C(sup(C)) como sendo o número real L satisfazendo às seguintes condições: i) L é maior ou igual a qualquer número pertencente a C; ii) Dado um número real L < L, existe sempre um número x de C tal que x >L. Seja C o conjunto dos números naturais menores do que 11. Uma das afirmações abaixo, relativas ao conjunto C, é verdadeira. Assinale-a. a) L = 9 b) L = 10 c) L = 11 d) L = 12 e) não existe sup(c) 2- (ITA-1974) Sejam A, B e C conjuntos contidos num mesmo conjunto U. Seja x um elemento de U. Seja C B A = { x U : x B e x A }, então C C (A B) é igual a: a) C C A C C B b) C C A C C B c) C A B d) e) nda 3- (ITA-1985) Seja X um conjunto não vazio e sejam A e B dois subconjuntos de X. Define-se A C = { x X : x A } e A B = {x A:x B}. Dadas as sentenças: 1. A B = A B C B A C ; 2. Se X = R; A = {x R; x 3 1 = 0} ; B = { x R ; x 2 1 = 0 } ; C = { x R; x 1 = 0 }, então A = C = B. 3. A - = A 4. A B A B C Podemos afirmar que está(ão) correta(s): a) As sentenças 1 e 3. b) As sentenças 1, 2 e 4. c) As sentenças 3 e 4. d) As sentenças 2, 3 e 4. e) Apenas a sentença (ITA-1987) Sejam F e G dois subconjuntos não vazios de R. Assinale a alternativa correta: a) Se F G e G F, então necessariamente F = F G. b) Se F G é o conjunto vazio, então necessariamente F = R. c) Se F G e G F, então F G = F G. d) Se F G = F, então necessariamente G F. e) Se F G e G R, então (F G) G = R. 5- (ITA-1988) Sejam A, B e C subconjuntos dos números reais. Então: a) (A B) C = A C B C b) (A B) C = A C B C c) Se A B, então A C B C d) (A B) C C = (A C C) C (B C C) C e) A (B C) C = (A B C ) (A C C ) 6- (ITA-1989) Sejam A, B e C subconjuntos não vazios de R. Dadas as igualdades abaixo: 1. (A B) X C = (A X C) (B X C) 2. (A B) X C = (A X B) (B X C) 3. (A B) A (B A) B 4. A (B C) = (A B) (A C) 3 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. b r
4 5. (A B) (B C) = (A C) (A B) Podemos afirmar que: a) 2 e 4 são verdadeiras b) 1 e 5 são verdadeiras c) 3 e 4 são verdadeiras d) 1 e 4 são verdadeiras e) 1 e 3 são verdadeiras 7- (ITA-1995) Seja o conjunto: Qual o conjunto abaixo é tal que sua intersecção com A é o próprio A? a) (-, -2] [2, ) b) (-, -2] c) [-2, 2] d) [-2, 0] e) [0,2) 8- (ITA-1995;questão convidada ) Visto que, para todo x 1 e n N, vale a desigualdade x n > n(x 1), temos como conseqüência que, para 0 < x < 1 e n N, tem-se: a) x n - 1 < [n(x + 1)] -1 b) x n - 1 < [(n + 1)(1 + x)] -1 c) x n - 1 < [n 2 (1 - x)] -1 d) x n - 1 < [(n + 1)(1 x)] -1 e) x n - 1 < [n(1 x)] (ITA-1996) Sejam A e B subconjuntos não vazios de R, e considere as seguintes afirmações: i) (A B) C (B A C ) C = ii) (A B C ) C = B A C iii) [(A C B) (B A)] C = A Sobre essas afirmações podemos garantir que: a) apenas a afirmação (i) é verdadeira. b) apenas a afirmação (ii) é verdadeira. c) apenas a afirmação (iii) é verdadeira. d) todas as afirmações são verdadeiras. e) apenas as afirmações (i) e (iii) são verdadeiras. 11- (ITA-2000) Denotemos por n(x) o número de elementos de um conjunto finito X. Sejam A, B e C conjuntos tais que n(a B) = 8, n(b C) = 10, n(a C) = 9, n(a B C) = 11 e n(a B C) = 2. Então n(a)+n(b)+n(c) é igual a: a) 11 b) 14 c) 15 d) 18 e) (ITA-2001) Sejam X, Y e Z subconjuntos próprios de R, não vazios. Com respeito às afirmações: (I) X { [ Y ( X Y ) C ] [ X ( X C Y C ) C ] } = X (II) Se Z X então ( Z Y ) [ X ( Z C Y ) ] = X Y (III) Se ( X Y ) C Z então Z C X. temos que: a) apenas (I) é verdadeira. b) apenas (I) e (II) são verdadeiras. c) apenas (I) e (III) são verdadeiras. d) apenas (II) e (III) são verdadeiras. e) todas são verdadeiras. Por que nos contentamos com viver rastejando, quando sentimos o desejo de voar? Hellen Keller 10- (ITA-1999) Sejam E, F, G e H subconjuntos não vazios de R. Considere as afirmações: (i) Se (E X G) (F X H), então E F e G H. (ii) Se (E X G) (F X H), então (E X G) (F X H) = F X H. (iii) Se (E X G) (F X H) = (F X H), então (E X G) (F X H). Então: n (-1) n! A sen ;n N n! 6 a) Apenas a afirmação (i) é verdadeira. b) Apenas a afirmação (ii) é verdadeira. c) Apenas as afirmações (ii) e (iii) são verdadeiras. d) Apenas as afirmações (i) e (ii) são verdadeiras. e) Todas as afirmações são verdadeiras. 4 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. b r
5 GABARITO 01 - B 02 - B 03 - A 04 - C 05 - E 06 - D 07 - C 08 - E 09 - A 10 - E 11 - D 12 - B Júlio Sousa [email protected] 5 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. b r
2 - Conjunto: conceito primitivo; não necessita, portanto, de definição. Exemplo: conjunto dos números pares positivos: P = {2,4,6,8,10,12,... }.
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