PREPARATÓRIO PARA O BANCO DO BRASIL
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- Marcelo Candal Dreer
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1 PREPARATÓRIO PARA O BANCO DO BRASIL Prof. AGENOR PAULINO TRINDADE
2 AGENOR PAULINO TRINDADE Bacharel em Direito pela Universidade Estadual do Piauí UESPI; - Especializando - MBA GESTÃO EMPRESARIAL PELA Fundação Getúlio Vargas FGV; - inglês British and American; - inglês Corporativo EGF;
3 Vivência Corporativa no BNB: APROVADO NO CONCURSO PÚBLICO PARA O CARGO ASSISTENTE - ADMINISTRATIVO ASSISTENTE ADMINISTRATIVO OEIRAS-PI ANALISTA BANCÁRIO UNIDADE DE RECUPERAÇÃO DE CRÉDITO TERESINA - PI ASSISTENTE DE NEGÓCIOS UNIDADE DE RECUPERAÇÃO DE CRÉDITO GERENTE DE NEGÓCIOS ATENDIMENTO AGENCIA TERESINA- CENTRO GERENTE DE NEGÓCIOS CARTEIRA EMPRESARIAL AGENCIA TERESINA CENTRO -2008/20010/2011 COORDENADOR DA LEI /2009 REGULARIZAÇÃO DAS DÍVIDAS RURAIS Substituições: GERENTE GERAL AGENCIA ESPERANTINA-PI 2009 GERENTE GERAL AGENCIA PIRIPIRI-PI 2010 GERENTE GERAL AGENCIA TERESINA-CENTRO-2009/2010/2011/2012 GERENTE GERAL AGENCIA SÃO RAIMUINDO NONATO 2011
4 Curso Integração de Novos Funcionários, em Fortaleza-CE; Curso Cobrança Judicial e Cálculos para Negociação de Dívidas; 2005 Curso Programa de Avaliação e Performance; 2006 Curso Recuperação de Crédito 2006 Curso 2005de Formação Bancária; 2006 Curso Treinamento sobre Gerenciamento de Recebíveis - SGR ; 2008 Curso Programa de Desenvolvimento Gerencial; 2009 Cursos Mind Quest (Técnicas de Negociação, Coaching e Gerenciamento de Crises); 2009 Certificação ANBIMA CPA Curso Produtos do BNDES/FINAME 2010 Curso Operações Estruturadas, Finanças Corporativas e Projet Finance; 2010 Curso Comércio Exterior; 2010 Excelência no Atendimento Bancário; 2010 Certificação ANBIMA CPA 20
5 EDITAL OUT/ ATUALIDADES DO MERCADO FINANCEIRO: Sistema financeiro nacional. Dinâmica do mercado. Mercado bancário. -AGENOR 2. Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: Conselho Monetário Nacional; COPOM - Comitê de Política Monetária. Banco Central do Brasil; Comissão de Valores Mobiliários; (Noções gerais). - AGENOR 3. Produtos Bancários: Noções de cartões de crédito e débito, crédito direto ao consumidor, crédito rural, caderneta de poupança, capitalização, previdência, investimentos e seguros. ALISON 4. Noções do Mercado de capitais e de Câmbio. ALISON
6 EDITAL OUT/ Garantias do Sistema Financeiro Nacional: aval; fiança; penhor mercantil; alienação fiduciária; hipoteca; fianças bancárias; Fundo Garantidor de Crédito (FGC). - AGENOR 6. Crime de lavagem de dinheiro: conceito e etapas. Prevenção e combate ao crime de lavagem de dinheiro: Lei nº 9.613/98 e suas alterações, Circular Bacen 3.461/2009 e suas alterações e Carta-Circular Bacen 2.826/98. AGENOR 7. Autorregulação Bancária. ALISON
7 DICAS: 1º MOTIVAÇÃO 2º PLANEJAMENTO; 3º DISCIPLINA; 4º PACIÊNCIA; 5º PERSEVERANÇA; 6º HUMILDADE;
8 SPREAD BANCÁRIO Glossário FLOAT FUNDING SWAP HEDGE COVENANTS OVER
9 O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL HISTÓRIA DO SISTEMA FINACEIRO NACIONAL: 1º FASE: INTERMEDIAÇÃO º FASE: EXPANSÃO º FASE: TRANSIÇÃO º FASE: EVOLUÇÃO 1964 ATE HOJE
10 O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL HISTÓRIA DO SISTEMA FINACEIRO NACIONAL: 1º FASE: INTERMEDIAÇÃO Modelo Europeu; Elevado Nível Operacional
11 O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL HISTÓRIA DO SISTEMA FINACEIRO NACIONAL: 2º FASE: EXPANSÃO Crescimento gradativo da economia; -Criação da Inspetoria Geral dos Bancos Controle Monetário; - Explosão de agência bancárias mais de 500 matrizes;
12 O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL HISTÓRIA DO SISTEMA FINACEIRO NACIONAL: 3º FASE: TRANSIÇÃO Criação da Superintendência da Moeda e do Crédito - SUMOC; - Criação do BNDES 1952 (BNDE);
13 O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL HISTÓRIA DO SISTEMA FINACEIRO NACIONAL: 4º FASE: EVOLUÇÃO 1964 ATE HOJE Reforma do SFN 1964; - Criação do Sistema Financeiro de Habitação BNH ; - Criação da Comissão de Valores Mobiliários - CVM 1976; - Extinção do Banco Nacional de Habitação - BNH 1986; Criação do COPOM REFORMA NO SISTEMA DE PAGAMENTOS BRASILEIRO - SPB
14 O SISTEMA FINANCEIRO CMN BACEN CVM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS MONETÁRIAS SISTEMA LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA DEMAIS IF AUX FINANC. ADM REC. TERCEI ROS
15 CMN SFN SUBSISTEMA NORMATIVO SUBSISTEMA INTERMEDIAÇÕES BACEN CVM CRSFN SUSEP PREVIC AGENTES ESPECIAI S IF. BANCÁRIAS NÃO BANCÁRIAS AUXILIARES BB BNDES CEF BM SPE BD SCFI BOLSA
16 AUTORIDADES MONETÁRIAS CMN BACEN GOVERNO FEDERAL AUTORIDADES DE APOIO CVM CRSFN BB CEF BNDES MONETÁRIA BCO BCOOP COOP CRED CAIXAS SFN INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NÃO- MONETÁRIA BD BI SCFI SAM CH SCI APE INSTITUIÇÕES NÃO FINANCEIRAS AUXILIARES S. ADM C. CREDITO FECTORING SCTVM SDTVM BOLSA CETIP SELIC
17 Mercado Financeiro SEGMENTO* CÂMBIO MONETÁRI O CRÉDITO CAPITAL PRAZO À VISTA/ À VISTA LONGO MÉDIO CURTO CURTO CURTÍSSIM O CURTO LONGO MÉDIO CARACTERÍSTI CAS TROCA DE MOEDAS LIQUIDEZ CAPITAL GIRO FINANCIA MENTOS GIRO UNDERWRITING AÇÕES DEBÊNTURES
18 A INTERMEDIAÇÃO EMPRESTA UMA GRANA! SUPERÁVI T DÉFICIT R$ INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS R$
19 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Conselho Monetário Nacional - CMN
20 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Conselho Monetário Nacional - CMN Tem como características: - Ser órgão NORMATIVO, por excelência; - órgão MÁXIMO do SFN; - Fixação das DIRETRIZES do mercado; - Ser um CONSELHO de Política Econômica.
21 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS COMPOSIÇÃO: Ministro da Fazenda (Presidente); Ministro de Planejamento, Orçamento e Gestão; Presidente do Banco Central (Tem status de Ministro).
22 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Competências do CMN: AUTORIZAR as emissões de moeda papel; ADAPTAR o volume dos MEIOS DE PAGAMENTOS;
23 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Competências do CMN: REGULAR o valor interno e externo da moeda;
24 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Competências do CMN: ORIENTAR a aplicação dos recursos das instituições financeiras públicas e privadas; PROMOVER o aperfeiçoamento das instituições e dos instrumentos financeiros;
25 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Competências do CMN: COORDENAR as políticas econômicas
26 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Competências do CMN: ESTABELECER a meta de inflação.
27 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Competências do CMN: ZELAR pela liquidez e solvência das instituições financeiras; BC decreta intervenção no BVA por graves violações às NORMAS LEGAIS Fonte: Valor
28 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS OUTRAS ATRIBUIÇÕES DO CMN: ESTABELECER limites para a remuneração das operações e serviços bancários; DETERMINAR as taxas de recolhimento compulsório das instituições financeiras; REGULAMENTAR as operações de redesconto de liquidez;
29 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Obs.: AUTORIZAR e REGULAMENTAR Atribuições Específicas do CMN: REGULAR a constituição, o funcionamento e a fiscalização de todas as instituições financeiras que operam no País. APROVAR os orçamentos monetários preparados pelo BACEN;
30 ESTRUTURA DO SFN BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN
31 ESTRUTURA DO SFN BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN - Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda; - Composto por 8 diretores (1+7); - Ser Órgão EXECUTIVO e Normativo; -CENTRO do sistema financeiro do País;
32 ESTRUTURA DO SFN BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Está sediado em: Brasília Representações regionais: Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo.
33 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN BANCO DOS BANCOS; BANQUEIRO DO GOVERNO; BANCO EMISSOR; GESTOR O SFN; EXECUTOR DA POLITICA MONETÁRIA;
34 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Competência Privativa do BACEN: EXECUTAR os serviços do meio circulante;
35 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Competência Privativa do BACEN: EMITIR papel moeda e moeda metálica nas condições e limites autorizados pelo CMN;
36 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Competência Privativa do BACEN: RECEBER os recolhimentos compulsórios e voluntários das instituições financeiras e bancárias que operam no País; REALIZAR as operações de redesconto e empréstimo às instituições financeiras SOCORRO DE LIQUIDEZ ou CAPITALIZAÇÃO às IF Obs.: Emissão de Titulos Públicos Federais;
37 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Competência Privativa do BACEN: REGULAR a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis; EFETUAR, como instrumento de política monetária, operações de compra e venda de títulos públicos federais; EXERCER o controle do Crédito sob todas as suas formas; EXERCER a fiscalização das instituições financeiras, punindo-as quando necessário; AUTORIZAR o funcionamento, estabelecendo a dinâmica operacional, das instituições financeiras;
38 ESTRUTURA DO SFN AUTORIDADES MONETÁRIAS Competência Privativa do BACEN: ESTABELECER condições para o exercício de quaisquer cargos de direção nas instituições financeiras privadas; VIGIAR a interferência de outras empresas nos mercados financeiros e de capitais; CONTROLAR o fluxo de capitais estrangeiros, garantindo o correto funcionamento do mercado cambial, operando, inclusive, via ouro, moeda ou operações de crédito, no exterior; DETERMINAR, via COPOM, a taxa de juros de referência para as operações de um dia A TAXA SELIC (7,25% a.a.).
39 ESTRUTURA DO SFN -AUTORIDADES DE APOIO CVM Comissão de Valores Mobiliários
40 ESTRUTURA DO SFN -AUTORIDADES DE APOIO CVM Comissão de Valores Mobiliários -Autarquia vinculada ao MF; - 5 Diretores (1+5); - Órgão NORMATIVO do sistema financeiro;
41 ESTRUTURA DO SFN -AUTORIDADES DE APOIO -Esta voltado para: - desenvolvimento, a disciplina e a fiscalização do mercado de valores mobiliários; - Atua nos mercados de ações e de debêntures (Mercado de Capitais).
42 ESTRUTURA DO SFN -AUTORIDADES DE APOIO É de competência da CVM disciplinar e fiscalizar: EMISSÃO e DISTRIBUIÇÃO de valores mobiliários no mercado; NEGOCIAÇÃO e INTERMEDIAÇÃO no mercado de valores mobiliários intermediação no mercado de derivativos; ORGANIZAÇÃO, FUNCIONAMENTO e OPERAÇÃO das Bolsas de Valores; ADMINISTRAÇÃO de carteiras e CUSTÓDIA de valores mobiliários; AUDITORIA das companhias abertas; SERVIÇOS de consultor e analista de valores mobiliários.
43 ESTRUTURA DO SFN -AUTORIDADES DE APOIO Objetivos fundamentais da CVM: ESTIMULAR a aplicação de poupança no mercado acionário; GARANTIR o funcionamento eficiente e regular das bolsas de valores e instituições auxiliares que operem no mercado; PROTEGER os titulares de valores mobiliários contra emissões irregulares e outros tipos de atos ilegais que manipulem preços de valores mobiliários nos mercados primários e secundários de ações; FISCALIZAR a EMISSÃO, o REGISTRO, a DISTRIBUIÇÃO e a NEGOCIAÇÃO de títulos emitidos pelas sociedades anônimas de capital aberto.
44 ESTRUTURA DO SFN -AUTORIDADES DE APOIO COMITÊ DA POLÍTICA MONETÁRIA - COPOM CRIADO EM 1996; OBJETIVO: tem como objetivos: - Implementar a política monetária; - Definir a meta da Taxa Selic e seu eventual viés; -Analisar o Relatório de Inflação
45 ESTRUTURA DO SFN -AUTORIDADES DE APOIO COMITÊ DA POLÍTICA MONETÁRIA - COPOM I - Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos (Deban); II - Departamento de Operações do Mercado Aberto (Demab); III - Departamento Econômico (Depec); IV - Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep); V - Departamento das Reservas Internacionais (Depin); VI - Departamento de Assuntos Internacionais (Derin); VII - Departamento de Relacionamento com Investidores e Estudos Especiais (Gerin).
46 ESTRUTURA DO SFN -AUTORIDADES DE APOIO COMITÊ DA POLÍTICA MONETÁRIA - COPOM METAS DE INFLAÇÃO; REUNIÕES ORDINÁRIAS - 08 REUNIÕES POR ANO INFLAÇÃO - IPCA
47 19/01/2011 ESTRUTURA DO SFN -AUTORIDADES DE APOIO 02/03/ /04/ /06/ /07/ /08/ /10/ /11/ /01/ /03/ /04/ /05/ /07/ /08/ /10/2012 COMITÊ DA POLÍTICA MONETÁRIA - COPOM % a.a % a.a ª 157ª 158ª 159ª 160ª 161ª 162ª 163ª 164ª 165ª 166ª 167ª 168ª 169ª 170ª
48 DINÂMICA DO MERCADO POLITICA FISCAL POLITICA DE RENDAS POLITICA MONETÁRIA POLITICA CAMBIAL
49 DINÂMICA DO MERCADO POLITICA FISCAL Entende-se por política fiscal, a atuação do governo na arrecadação de impostos e seus gastos. - SURÁVIT PRIMÁRIO - PIB
50 DINÂMICA DO MERCADO POLITICA DE RENDAS Política de rendas é um conjunto de medidas visando a redistribuição de renda e justiça social
51 DINÂMICA DO MERCADO POLITICA CAMBIAL Política cambial é o conjunto de ações e orientações ao dispor do Estado destinadas a equilibrar o funcionamento da economia através de alterações das taxas de câmbio e do controle das operações cambiais.
52 DINÂMICA DO MERCADO POLITICA MONETÁRIA Política monetária é a atuação de autoridades monetárias sobre a quantidade de moeda em circulação, de crédito e das taxas de juros controlando a liquidez global do sistema econômico.
53 DINÂMICA DO MERCADO TÍTULOS PÚBLICOS BANCO CENTRAL MERCADO INTERBANCÁRIO MERCADO DE CRÉDITO
54 DINÂMICA DO MERCADO TITULOS PÚBLICOS Open Market - NOTAS DO TESOURO NACIONAL NTN; - LETRAS FINANCEIRAS DO TESOURO- LFT; - LETRAS DO TESOURO NACIONAL LTN; - CERTIFICADOS DO TESOURO NACIONAL - CTN; - TÍTULOS DA DÍVIDA AGRÁRIA TDA;
55 DINÂMICA DO MERCADO BANCO CENTRAL - BACEN - RESERVAS BANCÁRIAS - COMPULSÓRIO; - REDESCONTO DE LIQUIDEZ; - MERCADO ABERTO MERCADO PRIMÁRIO MERCADO SECUNDÁRIO OPERAÇÕES COMPROMISSADAS; TESOURO DIRETO; - SELEÇÃO DO CRÉDITO
56 DINÂMICA DO MERCADO MERCADO INTERBANCÁRIO - CERTIFICADO DE DEPÓSITO INTERBANCÁRIO - CDI Um mercado organizado entre bancos, os quais realizam entre si operações de financiamento à vista e a prazo (geralmente curto prazo).
57 MERCADO DE CRÉDITO DINÂMICA DO MERCADO TAXA DE JUROS FORMAÇÃO - TAXA BÁSICA FINANCEIRA - TBF APLICAÇÕES DEPÓSITO A PRAZO 02 MESES; - TAXA REFERENCIAL TR = TBF APLICAÇÃO DE REDUTOR - TAXA DE JUROS DE LONGO PRAZO TJLP - TAXA SELIC - OVER
58 ATUALIDADES DO MERCADO FINANCEIRO 2007 CÓDIGO DE AUTOREGULAÇÃO BANCÁRIA FEBRABAN; 2008 CEF - OPERAÇÕES COM CÂMBIO CIRCULAR 3428/2008; 2009 DECISÃO CONJUNTA BACEN CVM SDTVM 2009 BANCOS DE DESENVOLVIMENTO LIEASING FINAME CMN 3576; 2010 CRIA O CNPC PARA SUBSTITUIR O CGPC DECRETO SUBSTITUIÇÃO DA SPC POR SUSEP DECRETO 7075;
59 ATUALIDADES DO MERCADO FINANCEIRO 2010 CRIAÇÃO DAS LETRAS FINANCEIRAS CMN 3836/3933; 2010 TED ACIMA DE 3.000,00; 2010 CONTA SIMPLIFICADA; 2010 FGC ELEVADO PARA R$ ,00 CMN 3931; 2011 MICROFILMAGEM ALTERA O PRAZO DE COMPENSAÇÃO DOS CHEQUES; 2011 ESTABELECE COMPULSORIO PARA CÂMBIO VENDIDO CIRCULAR 3520;
60 ATUALIDADES DO MERCADO FINANCEIRO FIM DO LIMITE DE EMISSÃO DE DEBENTURES; 2012 AUTORIZA AS SCTVM E SDTVM A OPERAREM ATE U$ 100 MIL; 2012 COPOM VOTO ABERTO CIRCULAR 3593; 2012 LAVAGEM DE DINHEIRO MAIS EFICIENCIA PENA LEI 12683; 2012 POUPANÇA ALTERAÇÃO DA RENTABILIDADE LEI ;
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