Análise Económica do Direito

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Análise Económica do Direito"

Transcrição

1 Análise Económica do Direito O que é? Qual a abordagem? Como surgiu? Aspectos Metodológicos Conceitos Fundamentais

2 Análise Económica do Direito O que é? Qual a abordagem? AED não é Direito Económico nem Direito da Economia ; AED é o estudo de como as normas jurídicas afectam o comportamento dos indivíduos, recorrendo a ferramentas do pensamento economico

3 Evolução da Análise Económica do Direito Origens históricas: Beccaria (n. Milão, sec. XVIII, jurista, filosofo e político); On Crime and Punishment, tradução inglesa de 1767 do seu original de 1764 Dei delitti e delle pene uma pena deve ter uma função dissuasora, não retributiva e deve ser proporcional ao crime cometido; é a certeza do castigo, e não a sua severidade, que tem um efeito preventivo; os procedimentos de condenações criminais devem ser públicos; para ser eficaz, uma condenação deve ser rápida

4 Evolução da Análise Económica do Direito Origens históricas: Bentham (n. Londres, sec. XVIII, jurista e filosofo) fundador do utilitarismo, corrente filosófica assente na premissa: the greatest happiness of the greatest number, that is the measure of right and wrong An Introduction to the Principles of Morals and Legislation (1789) as sanções legais podem desencorajar a conduta delinquente e que tais sanções devem ser empregues apenas quando são preventivas e não o contrário

5 Evolução da Análise Económica do Direito Três fases: Até aos anos 60: Direito da Economia, Regulação Dos 60 aos 90: Law and Economics Ronald Coase (1960), The Problem of Social Cost, Journal of Law and Economics 3 Guido Calabresi (1961), Some Thoughts on Risk Distribution and the Law of Torts, Yale Law Journal 70 Anos 90: Law and Finance

6 Evolução da Análise Económica do Direito Morton Horwitz (1980) Hofstra Law Review: "I have the strong feeling that the economic analysis of law has peaked out as the latest fad in legal scholarship." Owen Fiss (1989) Cornell Law Review "law and economics... seems to have peaked." Economic Analysis of Law has outlasted legal realism, legal process, and every other field of the legal scholarship. It is probably the major breakthrough of the last two hundred years in legal scholarship Richard Posner

7 Economia Direito Economia ciência que estuda a forma como as sociedades utilizam recursos escassos, passíveis de utilizações alternativas, na produção de bens e serviços com vista à satisfação de necessidades ilimitadas.

8 ciência que estuda a forma como as sociedades utilizam recursos escassos, passíveis de utilizações alternativas, na produção de bens e serviços com vista à satisfação de necessidades escassos vivemos num mundo de escassez de recursos (o próprio tempo é escasso) Produção estuda-se decisões de produção (como combinar e interligar factores de produção para produzir) a forma como a Economia estuda o comportamento dos agentes económicos, ie, indivíduos organizados numa economia, enquanto estrutura social organizada utilizações alternativas é preciso fazer escolhas!, porque não se pode ter tudo o que se pretende, dada a escassez - Custo de Oportunidade! satisfação estuda-se decisões de consumo a Economia estuda o comportamento dos agentes económicos ao interagirem no mercado e, por sua v o próprio funcionamento do mercado (específico a cada bem ou serviço, ou como um todo)

9 A Análise Económica do Direito, partindo das metodologias da Economia, estuda a forma como as normas legais influenciam o comportamento dos agentes económicos. Exemplos de questões relevantes neste contexto, são: Como se vão reflectir as alterações ao Código do Trabalho no salário médio? Se for aumentada a velocidade máxima de circulação nas autoestradas, como se vai alterar o comportamento dos condutores? Como afecta uma sanção, o comportamento? Se forem impostas indemnizações compensatórias ao fabricante dos implantes mamários PIP, o que irá acontecer à qualidade/segurança e preço dos implantes mamários no futuro?

10 Objectivos da Análise Económica Responder às questões: do Direito Como se vê afectado o comportamento dos indivíduos e das instituições pelas normas legais? (perspectiva positiva) Ex.: qual a influencia do sistema de responsabilidade civil em acidentes rodoviários no número de acidentes, nas indemnizações às vítimas ou nas despesas de litigação? Quais são as melhores normas e como se podem comparar diferentes normas legais? (perspectiva normativa) Ex.: será o sistema de responsabilidade civil em acidentes rodoviários socialmente desejável, dados os seus efeitos?

11 Análise Económica do Direito Enquanto Disciplina Enfatiza a utilização de modelos estilizados de comportamento dos indivíduos, reconhecendo que os agentes económicos reagem a incentivos Na descrição de comportamentos, a análise económica dá grande ênfase ao facto de que os agentes são racionais e que as suas decisões/actuações têm consequências Na perspectiva normativa, está explícita a medida de bemestar social utilizada.

12 Conceitos de Economia Preferências e Racionalidade Utilidade Escolha Óptima. Custo de Oportunidade Eficiência Económica Pareto Kaldor-Hicks

13 Eficiência Económica Pareto Kaldor-Hicks (compensação potencial) Maximização do Bem-Estar Social Maximização do Benefício Custo Social Análise Custo Benefício Implicações Distributivas: eficiência vs. equidade

14 Externalidades Produção Lucro marginal Lucro Total Custo marginal da poluição Custo total da Poluição Lucro Social

15 Teorema de Coase Limitações do mercado: externalidades Solução tradicional: impostos (+/-) de Pigou Conjectura de Coase (1960): Negociação leva à eficiência Irrelevância dos direitos legais adquiridos Eficiência Distribuição Custos de transação/negociação são baixos

PARTE I As Finanças Públicas e o Papel do Estado

PARTE I As Finanças Públicas e o Papel do Estado Índice v Prefácio... xix Apresentação da 1ª edição... xxii Agradecimentos... xxiv Nota dos autores à 4ª edição... xxiv Os autores... xxvii PARTE I As Finanças Públicas e o Papel do Estado 1 Economia e

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas PROVA 712/12 Págs. Duração da prova: 120

Leia mais

Capítulo 1: Introdução à Economia

Capítulo 1: Introdução à Economia Capítulo 1: Introdução à Economia Conceito de Economia Problemas Econômicos Fundamentais Sistemas Econômicos Curva (Fronteira de Possibilidades de Produção. Conceito de Custos de Oportunidade Análise Positiva

Leia mais

EDILSON FRANCISCO GOMES

EDILSON FRANCISCO GOMES Convenção 189 da OIT e Regulamentação do Aviso Prévio Proporcional ao Tempo de Serviço pelo Supremo Tribunal Federal: uma investigação sob o enfoque da Análise Econômica do Direito. EDILSON FRANCISCO GOMES

Leia mais

4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS

4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS 4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS A abordagem estratégica que se pretende implementar com o Plano Regional da Água deverá ser baseada num conjunto de princípios nucleares que, sendo unanimemente

Leia mais

Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Os telemóveis deverão ser desligados e guardados antes do início do teste.

Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Os telemóveis deverão ser desligados e guardados antes do início do teste. LICENCIATURA EM ECONOMIA MACROECONOMIA II LEC 206 (2006-2007) Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Duração: 60 minutos Não é permitida qualquer forma de consulta. Os telemóveis

Leia mais

CONCESSÕES TERESINA, 8 DE JULHO DE 2015

CONCESSÕES TERESINA, 8 DE JULHO DE 2015 CONCESSÕES TERESINA, 8 DE JULHO DE 2015 Premissas da Exposição 1- Não há relação entre o objeto da exposição, o debate ideológico e a defesa de segmentos políticos específicos 2- Não será realizada a defesa

Leia mais

Sumário. Parte I. Parte II 3 FERRAMENTAS DE ANÁLISE NORMATIVA 34 1 INTRODUÇÃO 2 2 FERRAMENTAS DE ANÁLISE POSITIVA 18 4 BENS PÚBLICOS 54

Sumário. Parte I. Parte II 3 FERRAMENTAS DE ANÁLISE NORMATIVA 34 1 INTRODUÇÃO 2 2 FERRAMENTAS DE ANÁLISE POSITIVA 18 4 BENS PÚBLICOS 54 Parte I PRIMEIROS PASSOS 1 1 INTRODUÇÃO 2 FINANÇAS PÚBLICAS E IDEOLOGIA 3 Visão orgânica do governo 3 Visão mecanicista do governo 4 Ponto de vista deste livro 5 O GOVERNO RESUMIDO 5 O marco legal 5 O

Leia mais

Apresentação FINANÇAS PÚBLICAS. Resultados de aprendizagem. Programa. Licenciatura em Direito 2º Ano, 1º Semestre 2008/09. Finanças Públicas - 2º Ano

Apresentação FINANÇAS PÚBLICAS. Resultados de aprendizagem. Programa. Licenciatura em Direito 2º Ano, 1º Semestre 2008/09. Finanças Públicas - 2º Ano Apresentação Docente responsável: Linda G. Veiga FINANÇAS PÚBLICAS Licenciatura em Direito 2º Ano, 1º Semestre 2008/09 Equipa docente Aulas teóricas: Linda Gonçalves Veiga Gabinete: 2.36 da Escola de Economia

Leia mais

Grupo de Pesquisa: Analise Econômica do Direito. Projeto de Pesquisa: Analise Econômica do Direito

Grupo de Pesquisa: Analise Econômica do Direito. Projeto de Pesquisa: Analise Econômica do Direito Grupo de Pesquisa: Analise Econômica do Direito Projeto de Pesquisa: Analise Econômica do Direito Professor Responsável: Prof. Dr. Fabio Leandro Tokars Objetivo Geral: Demonstrar que através da análise

Leia mais

Fundamentos da Ciência Econômica MÓDULO I - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ECONOMIA. Ao final do estudo deste módulo, esperamos que você possa:

Fundamentos da Ciência Econômica MÓDULO I - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ECONOMIA. Ao final do estudo deste módulo, esperamos que você possa: Fundamentos da Ciência Econômica MÓDULO I - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ECONOMIA Ao final do estudo deste módulo, esperamos que você possa: Explicar o objeto de estudo da ciência econômica e seus conceitos

Leia mais

SCG OGE.:. 13/14. Tópicos a serem abordados

SCG OGE.:. 13/14. Tópicos a serem abordados Tópicos a serem abordados 1. Papel da Contabilidade 2. Sistema de informação contabilística 3. Objetivos da Contabilidade Financeira 4. Características da informação financeira 5. Limitações da Contabilidade

Leia mais

Serra do Saber. Noções básicas de infância

Serra do Saber. Noções básicas de infância Noções básicas de infância Fundamentação Os espaços frequentados por crianças abrangem, cada vez mais profissionais de diferentes áreas. Esta mudança implica maior rigor e um melhor conhecimento de tudo

Leia mais

A Avaliação do Desenvolvimento Socioeconómico, MANUAL TÉCNICO II: Métodos e Técnicas A Recolha de Dados: Avaliação de Prioridades

A Avaliação do Desenvolvimento Socioeconómico, MANUAL TÉCNICO II: Métodos e Técnicas A Recolha de Dados: Avaliação de Prioridades A Recolha de Dados Inquéritos Sociais Inquéritos aos Beneficiários Entrevistas individuais (parceiros e partes interessadas) Avaliação de prioridades Focus Groups (Grupos de discussão) Estudos de caso

Leia mais

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental ESAPL IPVC Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais Economia Ambiental Tema 2 O MERCADO O Mercado Os Economistas estudam e analisam o funcionamento de uma série de instituições, no

Leia mais

Legislação aplicada às comunicações

Legislação aplicada às comunicações Legislação aplicada às comunicações Fundamentos de competição Carlos Baigorri Brasília, março de 2015 Objetivo Conhecer os principais conceitos envolvidos na regulação econômica: Oferta e demanda Teoremas

Leia mais

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental ESAPL IPVC Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais Economia Ambiental Tema 9 O Valor Económico do Meio Ambiente O porquê da Valorização Ambiental Como vimos em tudo o que para trás

Leia mais

Formas de criar uma empresa

Formas de criar uma empresa Formas de criar uma empresa A ideia Franchising Spin off Aquisição de empresas 1 A IDEIA Observação atenta das mudanças e das novas necessidades na economia e na sociedade É importante clarificar e desenvolver

Leia mais

Teoria da Contabilidade_Noções Gerais

Teoria da Contabilidade_Noções Gerais Teoria da Contabilidade_Noções Gerais Aquele que se enamora da prática, sem a ciência, é como um navegante que entra no navio sem timão e sem bússola, que jamais tem a certeza de onde vai. Sempre a prática

Leia mais

3º Fórum da Responsabilidade Social das Organizações e Sustentabilidade. Vitor Casimiro da Costa 2008 [email protected]

3º Fórum da Responsabilidade Social das Organizações e Sustentabilidade. Vitor Casimiro da Costa 2008 vefcc@iol.pt 3º Fórum da Responsabilidade Social das Organizações e Sustentabilidade Acesso ao mercado ISO 9000 Requisitos sectoriais DS 3027 / ISO 22000 TS 16949 Requisitos da sociedade ISO 14000 OHSAS 18000 SA 8000

Leia mais

Curso: Sistemas de Informação 13/04/2006 Economia e Gestão Financeira 1º Avaliação Prof. Ivaldir Vaz

Curso: Sistemas de Informação 13/04/2006 Economia e Gestão Financeira 1º Avaliação Prof. Ivaldir Vaz 1 1. O problema fundamental com o qual a Economia se preocupa é: a) A pobreza. b) O controle dos bens produzidos. c) A escassez. d) A taxação daqueles que recebem toda e qualquer espécie de renda. e) A

Leia mais

POLÍTICA A. OBJETIVO... 2 B. ABRANGÊNCIA... 2 C. VIGÊNCIA... 2 D. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 1. DEFINIÇÕES... 2 2. INTRODUÇÃO... 3 3. GOVERNANÇA...

POLÍTICA A. OBJETIVO... 2 B. ABRANGÊNCIA... 2 C. VIGÊNCIA... 2 D. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 1. DEFINIÇÕES... 2 2. INTRODUÇÃO... 3 3. GOVERNANÇA... A. OBJETIVO... 2 B. ABRANGÊNCIA... 2 C. VIGÊNCIA... 2 D. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 1. DEFINIÇÕES... 2 2. INTRODUÇÃO... 3 3. GOVERNANÇA... 4 4. RELACIONAMENTO E ENGAJAMENTO COM PARTES INTERESSADAS... 4 5.

Leia mais

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso 7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso Saiba como colocar o PINS em prática no agronegócio e explore suas melhores opções de atuação em rede. Quando uma empresa

Leia mais

A nova visão da. Contabilidade Aplicada ao Setor Público

A nova visão da. Contabilidade Aplicada ao Setor Público A nova visão da Contabilidade Aplicada ao Setor Público Constituição Federal Lei de Responsabilidade Fiscal 101/2000 Lei 4.320/64 Finanças Públicas Lei 12.249/2010 Conselho Federal de Contabilidade Lei

Leia mais

Microeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção

Microeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção Microeconomia Preliminares Prof.: Antonio Carlos Assumpção Segundo Ludwig Von Mises (1948): Economia A economia é a ciência da ação humana. Preliminares Slide 2 Economia Como os agentes tomam decisões?

Leia mais

GABARITO LISTAS. 1. Dê 3 exemplos de tradeoffs importantes com que você se depara na vida.

GABARITO LISTAS. 1. Dê 3 exemplos de tradeoffs importantes com que você se depara na vida. DEZ PRINCIPIOS DE ECONOMIA - Lista 1 GABARITO LISTAS 1. Dê 3 exemplos de tradeoffs importantes com que você se depara na vida. Exemplos de tradeoffs incluem tradeoffs em relação ao tempo (como estudar

Leia mais

METODOLOGIA DO TREINO

METODOLOGIA DO TREINO faculdade de motricidade humana unidade orgânica de ciências do desporto METODOLOGIA DO TREINO Objectivos 1. dominar os conceitos fundamentais em treino desportivo. 2. conhecer os diversos factores do

Leia mais

! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento

! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento CAVALCANTE & COMO MONTAR O FLUXO DE CAIXA EM! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento Autores: Francisco

Leia mais

X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro

X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro Permitam-me uma primeira palavra para agradecer à Ordem dos Revisores Oficiais de Contas pelo amável convite que

Leia mais

Mercado e a concorrência

Mercado e a concorrência Mercado e a concorrência Trabalho realizado por: Sandra Costa Nº 15 12º S Mercado É o local no qual agentes económicos procedem à troca de bens por uma unidade monetária ou por outros bens. Os mercados

Leia mais

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações: 8.2-Gestão da Qualidade DEG/AB 1

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações: 8.2-Gestão da Qualidade DEG/AB 1 GESTÃO Gestão dos Processos e Operações: 8.2-Gestão da Qualidade DEG/AB 1 GESTÃO DA QUALIDADE Definição de qualidade? Consumidor vs. produtor Consumidor: qualidade é o grau em que o produto satisfaz as

Leia mais

Introdução. Gestão Ambiental Prof. Carlos Henrique A. de Oliveira. Introdução à Legislação Ambiental e Política Nacional de Meio Ambiente - PNMA

Introdução. Gestão Ambiental Prof. Carlos Henrique A. de Oliveira. Introdução à Legislação Ambiental e Política Nacional de Meio Ambiente - PNMA Gestão Ambiental Prof. Carlos Henrique A. de Oliveira Introdução à Legislação Ambiental e Política Nacional de Meio Ambiente - PNMA O mar humildemente coloca-se abaixo do nível dos rios para receber, eternamente,

Leia mais

4) Considerando-se os pontos A(p1, q 1) = (13,7) e B (p 2, q 2) = (12,5), calcule a elasticidade-preço da demanda no ponto médio.

4) Considerando-se os pontos A(p1, q 1) = (13,7) e B (p 2, q 2) = (12,5), calcule a elasticidade-preço da demanda no ponto médio. 1) O problema fundamental com o qual a Economia se preocupa é o da escassez. Explique porque, citando pelo menos um exemplo. A escassez é o problema fundamental da Economia, porque, dadas as necessidades

Leia mais

Aula 1 Contextualização

Aula 1 Contextualização Economia e Mercado Aula 1 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Importância do estudo da Ciência Econômica e da organização dos mercados Impacto na sociedade Instrumentalização Tomada de decisão empresarial

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO DO TRABALHO

ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO DO TRABALHO ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO DO TRABALHO PROF. DR. LUCIANO BENETTI TIMM PROFESSOR DO MPDIR UNISINOS/RS PÓS DOUTARAMENTO EM LAW, ECONOMICS AND BUSINESS (BERKELEY, EUA) DOUTOR EM DIREITO DOS NEGÓCIOS (UFRGS)

Leia mais

O Princípio do Protetor-Recebedor no Financiamento das Unidades de Conservação no Brasil

O Princípio do Protetor-Recebedor no Financiamento das Unidades de Conservação no Brasil O Princípio do Protetor-Recebedor no Financiamento das Unidades de Conservação no Brasil Ronaldo Seroa da Motta [email protected] Projeto Economía, Sociedad y Medio Ambiente Konrad Adenauer

Leia mais

PROGRAMA AVALIAÇÃO SOCIOECONÔMICA DE PROJETOS

PROGRAMA AVALIAÇÃO SOCIOECONÔMICA DE PROJETOS PROGRAMA AVALIAÇÃO SOCIOECONÔMICA DE PROJETOS 1. ETAPA A DISTÂNCIA EMENTAS DOS CURSOS Nome Ementa Carga Horária Total Módulo de Ambientação para Ambiente Virtual de Aprendizagem Ambientação para a Plataforma

Leia mais

O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico

O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico INTRODUÇÃO 1. Desenvolvimento histórico O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico Alguns marcos de desenvolvimento: Séc. XV introdução das partidas dobradas

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

DISCUSSÕES UE/EUA RELATIVAS AO ACORDO SOBRE EQUIVALÊNCIA VETERINÁRIA

DISCUSSÕES UE/EUA RELATIVAS AO ACORDO SOBRE EQUIVALÊNCIA VETERINÁRIA MEMO/97/37 Bruxelas, 3 de Abril de 1997 DISCUSSÕES UE/EUA RELATIVAS AO ACORDO SOBRE EQUIVALÊNCIA VETERINÁRIA Na sequência da conclusão dos acordos da OMC de 1993 no sector agrícola, a União Europeia (UE)

Leia mais

CUSTOS. Custo = sacrifício de recursos com vista a atingir determinados objectivos (representa utilização de recursos).

CUSTOS. Custo = sacrifício de recursos com vista a atingir determinados objectivos (representa utilização de recursos). Controlo de Gestão é o conjunto de instrumentos que visam motivar os gestores a atingir os objectivos estratégicos da empresa, privilegiando a acção e a tomada de decisão em tempo útil e favorecendo a

Leia mais

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção 2.1. Custo de Oportunidade Conforme vínhamos analisando, os recursos produtivos são escassos e as necessidades humanas ilimitadas,

Leia mais

Artigo Opinião AEP /Novembro 2010 Por: Agostinho Costa

Artigo Opinião AEP /Novembro 2010 Por: Agostinho Costa Artigo Opinião AEP /Novembro 2010 Por: Agostinho Costa COMO ESTIMULAR A MUDANÇA NA SUA EMPRESA Parte II «O novo líder é aquele que envolve as pessoas na acção, que transforma seguidores em líderes, e que

Leia mais

Neste início de século observamos no mundo uma economia

Neste início de século observamos no mundo uma economia Nutrição, Prevenção e Qualidade de Vida DRA. CHRISTIANNE DE VASCONCELOS AFFONSO 1 INTRODUÇÃO Neste início de século observamos no mundo uma economia de interdependência, denominada globalização, caracterizada

Leia mais

Práticas de. Responsabilidade Social. nas Organizações da. Economia social. Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria. Lucinda Maria Pereira Lopes

Práticas de. Responsabilidade Social. nas Organizações da. Economia social. Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria. Lucinda Maria Pereira Lopes Práticas de Responsabilidade Social nas Organizações da Economia social Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria Lucinda Maria Pereira Lopes A responsabilidade social das empresas é, essencialmente, um

Leia mais

Gestão do risco jurídico e criação de valor para a empresa. Jorge Magalhães Correia

Gestão do risco jurídico e criação de valor para a empresa. Jorge Magalhães Correia Gestão do risco jurídico e criação de valor para a empresa Jorge Magalhães Correia Razões do tema Porque o controlo do risco jurídico cria valor; Importância crescente confere vantagens competitivas, traduzidas

Leia mais

Normas Internacionais de Avaliação. Preço Custo e valor Mercado Abordagem de valores Abordagens de avaliação

Normas Internacionais de Avaliação. Preço Custo e valor Mercado Abordagem de valores Abordagens de avaliação Normas Internacionais de Avaliação Preço Custo e valor Mercado Abordagem de valores Abordagens de avaliação Mercado Mercado é o ambiente no qual as mercadorias e serviços são transacionados entre compradores

Leia mais

Ética no exercício da Profissão

Ética no exercício da Profissão Titulo: Ética no exercício da Profissão Caros Colegas, minhas Senhoras e meus Senhores, Dr. António Marques Dias ROC nº 562 A nossa Ordem tem como lema: Integridade. Independência. Competência. Embora

Leia mais

AVALIAR PARA PRESERVAR O PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO

AVALIAR PARA PRESERVAR O PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO AVALIAR PARA PRESERVAR O PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO Por Maria João Pires de Lima É com grata satisfação que nos encontramos nesta conferência sobre a problemática dos Arquivos Universitários e particularmente

Leia mais

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a

Leia mais

Stalking e Convenção de Istambul. Rita Braga da Cruz Porto Dezembro de 2014

Stalking e Convenção de Istambul. Rita Braga da Cruz Porto Dezembro de 2014 Stalking e Convenção de Istambul Padrão de comportamentos de assédio persistente, que se traduz em formas diversas de comunicação, contacto, vigilância e monitorização de uma pessoaalvo Consiste na vitimação

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS EM SAÚDE. Os custos das instituições

GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS EM SAÚDE. Os custos das instituições GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS EM SAÚDE Os custos das instituições Dra Janice Donelles de Castro - Professora do Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de

Leia mais

DIMENSÃO ÉTICA, NUMA ECONOMIA SUSTENTÁVEL

DIMENSÃO ÉTICA, NUMA ECONOMIA SUSTENTÁVEL DIMENSÃO ÉTICA, NUMA ECONOMIA SUSTENTÁVEL CARLOS ROSADO DE CARVALHO 5º aniversários da Associação Cristã de Gestore e Dirigentes Luanda, 14 de Fevereiro 2014 HCT CONCEITOS MORAL VS. ÉTICA MORAL Vem do

Leia mais

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva Preâmbulo A avaliação inclusiva é uma abordagem à avaliação em ambientes inclusivos em que as políticas e as práticas são concebidas para promover, tanto quanto possível, a aprendizagem de todos os alunos.

Leia mais

Política monetária e senhoriagem: depósitos compulsórios na economia brasileira recente

Política monetária e senhoriagem: depósitos compulsórios na economia brasileira recente Política monetária e senhoriagem: depósitos compulsórios na economia brasileira recente Roberto Meurer * RESUMO - Neste artigo se analisa a utilização dos depósitos compulsórios sobre depósitos à vista

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

Etapas para a preparação de um plano de negócios

Etapas para a preparação de um plano de negócios 1 Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: EMPREENDEDORISMO Turma: 5 ADN Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: O PLANO DE NEGÓCIO A necessidade de um plano de negócio

Leia mais

1.º SEMINÁRIO DE ACOMPANHAMENTO Apresentação das operações em curso

1.º SEMINÁRIO DE ACOMPANHAMENTO Apresentação das operações em curso Política de Cidades Polis XXI Acções Inovadoras para o Desenvolvimento Urbano QREN/ POVT/ Eixo IX Desenvolvimento do Sistema Urbano Nacional 1.º SEMINÁRIO DE ACOMPANHAMENTO Apresentação das operações em

Leia mais

Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado:

Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado: Rodrigo Barata Página 2 de 14 Indice 1. Promulgação 3 2. Politica da Qualidade 3 3. Missão da Empresa 4 4. Campo de aplicação 4 4.1 Referências 4 5. Apresentação da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal 5

Leia mais

Políticas de Investimento Público para Crescimento

Políticas de Investimento Público para Crescimento Seminário do Governo de Moçambique, em colaboração com o DFID, FMI e Banco Mundial, sobre "Desafios do Crescimento Económico e Emprego" Políticas de Investimento Público para Crescimento Carlos Nuno Castel-Branco

Leia mais

ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade

ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade Publicação Nº 4-13 Janeiro 2010 ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade PONTOS DE INTERESSE: Estrutura Metodologia de Implementação São notórias as crescentes exigências do mercado no que toca a questões de

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Sistemas

Avaliação de Desempenho de Sistemas Avaliação de Desempenho de Sistemas Introdução a Avaliação de Desempenho de Sistemas Prof. Othon M. N. Batista [email protected] Roteiro Definição de Sistema Exemplo de Sistema: Agência Bancária Questões

Leia mais

Curso Profissional de Restauração e Bar Ano de Escolaridade 10ºano Ano Letivo 2014/2015

Curso Profissional de Restauração e Bar Ano de Escolaridade 10ºano Ano Letivo 2014/2015 PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO Grupo - ECONOMIA Curso Profissional de Restauração e Bar Ano de Escolaridade 10ºano Ano Letivo 2014/2015 MÓDULO 1 A ECONOMIA NO CONTEXTO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS Disciplina Economia

Leia mais

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃOE DE FISCALIZAÇÃO DA CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃOE DE FISCALIZAÇÃO DA CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃOE DE FISCALIZAÇÃO DA CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL 1. Introdução 1.1. Nos termos e para efeitos do n.º 4 do artigo 115.º-C do Regime Geral

Leia mais

GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL

GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL Definição de Risco Operacional Riscos Operacionais cobrem as instâncias onde a corretora pode sofrer perdas inerentes direta ou indiretamente a processos internos falhos ou

Leia mais

Henri Fayol (1841-1925) Teoria Clássica da Administração. Contexto de Fayol: Para Fayol Administrar é:

Henri Fayol (1841-1925) Teoria Clássica da Administração. Contexto de Fayol: Para Fayol Administrar é: Henri Fayol (1841-1925) Teoria Clássica da Administração Formou-se em Engenharia de Minas aos 19 anos e desenvolveu sua carreira numa mesma empresa. Sua principal obra é o livro Administração Geral e Industrial,

Leia mais

3. As Receitas Públicas

3. As Receitas Públicas 3. As Receitas Públicas 3.1.Enquadramento geral 3.1.1.Noção de receitas públicas 3.1.2.Classificação e tipologias 3.2.Estrutura e importância das receitas públicas 3.2.1.Receitas tributárias e sistema

Leia mais

Sistemas de Gestão da Qualidade

Sistemas de Gestão da Qualidade Sistemas de estão da Qualidade Transparências de apoio à disciplina de estão da Qualidade rupo de ontrolo e estão Normas de arantia da Qualidade Historicamente Imposição dos grandes compradores e detentores

Leia mais

CONTABILIDADE GERENCIAL

CONTABILIDADE GERENCIAL PROF. EDENISE AP. DOS ANJOS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 5º PERÍODO CONTABILIDADE GERENCIAL As empresas devem ser dirigidas como organismos vivos, como entidades em continuidade, cujo objetivo é a criação de

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

Unidade: Decisão de Investimento de Longo Prazo. Unidade I:

Unidade: Decisão de Investimento de Longo Prazo. Unidade I: Unidade: Decisão de Investimento de Longo Prazo Unidade I: 0 Unidade: Decisão de Investimento de Longo Prazo 1. Introdução à Disciplina Aspectos Gerais 1. 1. Orçamento de Capital As empresas efetuam investimentos

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «21. O sistema de intermediação financeira é formado por agentes tomadores e doadores de capital. As transferências de recursos entre esses agentes são

Leia mais

3. RELATÓRIO DE GESTÃO ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA

3. RELATÓRIO DE GESTÃO ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA 3. RELATÓRIO DE GESTÃO ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA página 3.1. Indicadores Gerais 40 3.1.1. Volume de Negócios 40 3.1.2. Valor Acrescentado Bruto 40 3.2. Capitais Próprios 41 3.3. Indicadores de Rendibilidade

Leia mais

Perspectivas económicas e estratégicas dos executivos angolanos

Perspectivas económicas e estratégicas dos executivos angolanos CEO Briefing Angola 2015 The Economist Perspectivas económicas e estratégicas dos executivos angolanos 2 CEO Briefing Angola 2015 Perspectivas económicas e estratégias dos executivos angolados Índice 4

Leia mais

Relatora: Cláudia Garcia (Nuclisol Jean Piaget)

Relatora: Cláudia Garcia (Nuclisol Jean Piaget) Mesa 3: Empreendedorismo Social Relatora: Cláudia Garcia (Nuclisol Jean Piaget) Surge Parceiros Projecto Espiral 3 meses duração 3 anos; Ana Paula Silva CESIS Financiado pela Segurança Social através dos

Leia mais

Organização. Trabalho realizado por: André Palma nº 31093. Daniel Jesus nº 28571. Fábio Bota nº 25874. Stephane Fernandes nº 28591

Organização. Trabalho realizado por: André Palma nº 31093. Daniel Jesus nº 28571. Fábio Bota nº 25874. Stephane Fernandes nº 28591 Organização Trabalho realizado por: André Palma nº 31093 Daniel Jesus nº 28571 Fábio Bota nº 25874 Stephane Fernandes nº 28591 Índice Introdução...3 Conceitos.6 Princípios de uma organização. 7 Posição

Leia mais

REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO DE CURSOS DE FORMAÇÃO PÓS-GRADUADA NO ISA

REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO DE CURSOS DE FORMAÇÃO PÓS-GRADUADA NO ISA REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO DE CURSOS DE FORMAÇÃO PÓS-GRADUADA NO ISA Preâmbulo É cada vez mais consensual a importância estratégica que as pessoas (vulgarmente chamadas de recursos humanos) desempenharão

Leia mais

Política de Gerenciamento de Capital

Política de Gerenciamento de Capital 1 / 6 Sumário 1. OBJETIVO... 2 2. APLICAÇÃO... 2 3. ABREVIATURAS E DEFINIÇÕES GERAIS... 2 4. DESCRIÇÃO... 2 4.1. Conceito... 2 4.2. Politica... 3 4.3. Estrutura... 3 4.4. Responsabilidades... 3 5. ANEXOS...

Leia mais

Plano de Negócios e Pesquisas de Mercado: Ninguém Vive Sem

Plano de Negócios e Pesquisas de Mercado: Ninguém Vive Sem Plano de Negócios e Pesquisas de Mercado: Ninguém Vive Sem Henrique Montserrat Fernandez Muitas pessoas, antes de abrir a empresa, já têm uma idéia do que ela produzirá. Mas será que é isso que os clientes

Leia mais

MESTRADO EM GESTÃO DE EMPRESAS

MESTRADO EM GESTÃO DE EMPRESAS MESTRADO EM GESTÃO DE EMPRESAS Sistemas de Informação Contabilística e Financeira CASO 4 PARTE 1 e 2 (enunciado e resolução) 2007/2008 CASO 4 Enunciado (PARTE 1) Tendo presente o contributo da estrutura

Leia mais

GESTÃO. 5. - Marketing. 5.1- Introdução, conceitos fundamentais Comportamento do consumidor

GESTÃO. 5. - Marketing. 5.1- Introdução, conceitos fundamentais Comportamento do consumidor GESTÃO 5. - Marketing 5.1- Introdução, conceitos fundamentais Comportamento do consumidor Definições de Marketing Kotler (1991): Marketing é um processo social e de gestão pelo qual indivíduos e grupos

Leia mais

i9social Social Innovation Management Sobre

i9social Social Innovation Management Sobre i9social Social Innovation Management A inovação social é uma solução inovadora para um problema social, que é mais eficaz, eficiente e sustentável do que as soluções existentes, e a qual incrementa a

Leia mais

Processos apensos T-6/92 e T-52/92. Andreas Hans Reinarz contra Comissão das Comunidades Europeias

Processos apensos T-6/92 e T-52/92. Andreas Hans Reinarz contra Comissão das Comunidades Europeias Processos apensos T-6/92 e T-52/92 Andreas Hans Reinarz contra Comissão das Comunidades Europeias «Funcionários Acto que causa prejuízo Reembolso das despesas com auxiliares médicos e enfermagem Redução

Leia mais

SEGURIDADE SOCIAL DIREITO PREVIDENCIÁRIO SEGURIDADE SOCIAL SEGURIDADE SOCIAL SEGURIDADE SOCIAL PREVIDÊNCIA SOCIAL. Prof. Eduardo Tanaka CONCEITUAÇÃO

SEGURIDADE SOCIAL DIREITO PREVIDENCIÁRIO SEGURIDADE SOCIAL SEGURIDADE SOCIAL SEGURIDADE SOCIAL PREVIDÊNCIA SOCIAL. Prof. Eduardo Tanaka CONCEITUAÇÃO DIREITO PREVIDENCIÁRIO Prof. Eduardo Tanaka CONCEITUAÇÃO 1 2 Conceituação: A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a

Leia mais

CAPÍTULO I INTRODUÇÃO

CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Neste capítulo visamos efectuar, em primeiro lugar, uma descrição clara e sucinta do conhecimento na área das atitudes dos alunos face à inclusão de alunos com deficiência e, em segundo lugar, definir

Leia mais

CURSO. Master in Business Economics 1. vire aqui

CURSO. Master in Business Economics 1. vire aqui CURSO MASTER In Business Economics Master in Business Economics 1 vire aqui DISCIPLINAs O aluno poderá solicitar a dispensa das disciplinas básicas: Matemática Básica, Estatística Aplicada e Contabilidade.

Leia mais