MACROECONOMIA I LEC 201
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- Amanda Philippi de Sousa
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1 MACROECONOMIA I LEC Modelo Keynesiano Simples Ouubro 27, [email protected] [email protected]
2 3.. Modelo Keynesiano Simples No uro prazo, a Maroeonomia preoupa-se om as ausas e as uras dos ilos eonómios. Suessão de períodos de prosperidade, araerizados por elevados níveis de produo e baixos níveis de desemprego, alernando om períodos de reessão, araerizados por quebras do produo e aumeno do desemprego. Objeivo dese apíulo: iníio do desenvolvimeno da eoria dos ilos eonómios e da expliação do papel poenial da políia maroeonómia na redução da ampliude dos ilos. 2
3 3.. Modelo Keynesiano Simples Teoria eonómia, modelização simplifiação Nos modelos que iremos esudar, enonramos: nº limiado de variáveis a expliar: variáveis endógenas nº alargado de variáveis assumidas omo dadas e não expliadas pelo modelo: variáveis exógenas elemenos fixos nas funções que desrevem as relações enre variáveis: parâmeros (ex.: propensão marginal ao onsumo (, propensão marginal à poupança (s. 3
4 3.. Modelo Keynesiano Simples Sequênia de análise: iníio om um nº muio limiado de variáveis endógenas Modelo Keynesiano Simples explia o nível de oupu/rendimeno, assumindo omo dados a axa de juro e o nível geral de preços. passagem gradual de variáveis exógenas a endógenas, ornando a eoria mais realisa 4
5 3.. Modelo Keynesiano Simples Pono do Programa Variáveis Endógenas Variáveis Pré-deerminadas Produo/Rend. Real ( Invesimeno (I Variáveis que dependem Taxa de Juro (i 3.. Modelo Keynesiano de omo, por exemplo, Nível Geral de Preços (P Simples o Consumo Privado (C e ( variáveis de políia as Imporações (Q eonómia 3.2., i C, Q, I, P var. de pol. e.: M (ofera 3.3. Modelo IS-LM, i, e (axa de âmbio de moeda, G (onsumo C, Q, I, X,... públio, (axa de imposo 4. Modelo AS-AD, i, e, P C, Q, I, X var. de pol. eonómia: M, G, aleaoriedade: hoque (proura e ofera 5
6 3.. Modelo Keynesiano Simples Choques de proura: aleração signifiaiva da despesa (proura planeada das famílias, governo, empresas ou seor exerno. Prinipais responsáveis pelos ilos e. (volailidade e. Ex.: diminuição do índie de onfiança dos onsumidores. Choques de ofera: episódios de aleração exógena dos usos de produção. Ex.: aumeno do preço do peróleo 6
7 3.. Modelo Keynesiano Simples Hipóeses esseniais do modelo Keynesiano Conexo Há apaidade de produção por aproveiar. Uma vez que os preços são relaivamene fixos, as fluuações da proura de bens e serviços expliam as fluuações da ofera de bens e serviços (PIB, rendimeno. Caraerísias eórias Modelização da proura / despesa agregada (não da ofera Análise de esáia omparada (não dinâmia Espeifiação direa das equações maroeonómias ( sem fundamenos miroeonómios 7
8 3.. Modelo Keynesiano Simples Despesa Planeada e Não Planeada Despesa agregada efeiva: E C I G NX, om NX X Q Pono de parida: a despesa efeiva nem sempre orresponde à que foi planeada ou desejada. Simplifiação: só o invesimeno pode diferir fae ao planeado: Ep C Ip G NX Duas omponenes do invesimeno: planeado (Ip e não planeado (Iu I Ip Iu. Iu orresponde à variação não planeada de soks. Quando as empresas produzem mais (menos do que aquilo que os agenes desejam adquirir, há aumulação (diminuição involunária de soks: Iu > (<. As empresas ajusam a produção quando Iu. 8
9 3.. Modelo Keynesiano Simples Despesa Planeada e Não Planeada Despesa planeada agregada: valor oal da despesa que os agenes eonómios desejam fazer (inlui apenas a pare planeada. Ep C Ip G NX Componenes da Despesa Planeada. Consumo privado: C f (d, i, P, preferênias, Assumindo udo o reso omo onsane, C f(d C C d d T R T R R 9
10 3.. Modelo Keynesiano Simples 2. Invesimeno: Ip f (i, expeaivas, Consumo públio de bens e serviços Ip G G I 4. Exporações: X f ( RM, Tx. Câmbio Real, Imporações: Q f (, Tx. Câmbio Real,... X X Q Q q Ep é função de : Ep Ap [ ( - ] q Ap C R I G X Q Ap despesa agregada auónoma
11 3.. Modelo Keynesiano Simples Ep E p A [ ( q] p α A p C R I G X Q
12 3.. Modelo Keynesiano Simples A despesa agregada efeiva é sempre igual ao nível de produo/rendimeno: E Ep Iu O mesmo não se pode dizer relaivamene a e Ep: a eonomia esá em equilíbrio quando Ep; só nese aso os agenes eonómios esarão a gasar exaamene o monane de rendimeno que é gerado pelo nível orrene de produo; só nese aso Iu empresas manêm o nível de produção (logo ambém se manêm o rendimeno e a despesa planeada; quando Iu as empresas ajusam o nível de produção. 2
13 3.. Modelo Keynesiano Simples Equilíbrio maroeonómio Ep α Ep e αap ( q Ep Ep < Ep S < Ip Iu < Ep SIp Iu Ep Ap [ ( q] Ep 2 Ap 2 > Ep S > Ip Iu > Em qualquer pono: E SI (SIpIu 2 e
14 3.. Modelo Keynesiano Simples Efeio Mulipliador depende do valor da despesa agregada auónoma: uma variação na despesas agregada auónoma induz uma variação no nível de produo/rendimeno; no MKS: uma variação de Ap induz uma variação de de monane superior. Dedução do mulipliador: e αap e αap om Ap C R I G X Q Ex: mulipliador de G : C R I X Q e αap e αg 4
15 3.. Modelo Keynesiano Simples Forma alernaiva de dedução do mulipliador: Exemplo - Mulipliador das Transferênias (R Ep Ep C R ( I G X Q R ( q. q [ ( q] R ( q R
16 ( q Q X G I R C ( q Q X G I R C q q ( ( ( q [ ] ( ( ( q Mulipliador da Taxa de Imposo ( 3.. Modelo Keynesiano Simples
17 [ ] ( ( ( q [ ] ( ( ( q q [ ] ( q [ ] ( q [ ] q ( 3.. Modelo Keynesiano Simples
18 3.. Modelo Keynesiano Simples Por que se esgoam os efeios indireos? De que depende o valor do mulipliador? Propensão marginal à poupança (s - Taxa de imposo sobre o rendimeno ( Propensão marginal a imporar (q Há fugas ao iruio efeios indireos esgoam-se (o mulipliador é finio Quano maior a axa marginal de fuga menor é o valor do mulipliador. 8
19 3.. Modelo Keynesiano Simples Políia orçamenal: Objeivos e Insrumenos Em deerminadas irunsânias, o governo pode enar orrigir / aenuar os efeios de uma dada fase do ilo eonómio (inervir para aproximar o produo efeivo do produo naural Ex.: quando o produo efeivo esá aquém do produo poenial, devido à diminuição duma das omponenes da despesa auónoma (expeaivas dos agenes levam à diminuição do invesimeno, por exemplo. O governo pode inervir mediane a uilização de insrumenos de políia fisal/orçamenal: via da despesa públia G / R via da reeia fisal T. Efeios da Inervenção Efeios sobre o nível de produo/rendimeno Efeios sobre o saldo orçamenal 9
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