O EFEITO COLATERAL (em economia)
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- André Azenha Sacramento
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1 O EFEITO COLATERAL (em economia) 1 Ubirajara Rodrigues Ribas, PhD. Todas as ações econômicas tem no mínimo dois efeitos, o desejado e o indesejado. Às vezes ocorre o 2 trade off, outras vezes não. O ideal é que ocorresse somente o efeito desejado, ou que pelo menos o efeito indesejado fosse o mínimo ou fosse controlado. Acontece que o efeito colateral pode ficar latente e se manifestar em momentos inoportunos. Os tomadores de decisão devem estar atentos aos efeitos inoportunos que suas decisões podem ocasionar. Muitas decisões poderão ser fatais para as suas vidas. Sempre devemos relembrar que as leis econômicas são tendenciais e a abordagem deverá ser probabilística. Assim alguns eventos tem maior chance de ocorrência do que outros. As conseqüências poderão ocorrer a curto e a longo prazo, de forma que deverá ocorrer uma defasagem entre a ação e a reação. 1 Professor Adjunto das Universidades Católica e Federal de Pelotas 2 Ocorrência de dois ou mais efeitos simultaneamente.
2 Ação Efeito desejável Efeito colateral Aumentar o juro da caderneta de poupança Fazer as pessoas pouparem mais Diminui o investimento. Diminui o consumo Aumento no custo de Diminuir o juro da caderneta de poupança Aumentar o investimento e o consumo captação. Aumentar a liquidez e a inflação Aumento de tributos Pagar despesas públicas Pagar juros Diminuir o crescimento econômico, desestimula
3 a produção, o consumo e o investimento. Fuga de capitais para paraísos fiscais. Crescimento da economia informal. Diminuir os tributos Desonerar contribuintes Diminuição nos custos tributários nas empresas. Atrair capitais Aumentar o crescimento, estimular a produção, o consumo e o investimento. Manter tributos elevados Pagar despesas públicas crescentes Desestímulo a produção e sonegação. Emissão de moeda Pagar contas publicas Inflação e crescimento Aumento taxa de redesconto Aumento do Salário Redução da oferta de dinheiro. Menos inflação Inadimplência. Redução na oferta de empréstimos. Aumentar o consumo e a Aumento dos custos
4 mínimo felicidade dos pobres trabalhistas. Deterioração das finanças das Prefeituras. Aumentos nas pensões judiciais. Diminuição do emprego. Diminuição do salário mínimo Aumento dos depósitos compulsórios Diminuição dos depósitos compulsórios Redução no consumo e estabilização dos preços Aumento no emprego para as baixas rendas Diminuição nos meios de pagamentos e deprimir a atividade econômica Aumento nos meios de pagamentos para ativar a economia Felicidade dos prefeitos, Felicidade do INSS. Felicidade de pessoas com pagamentos indexados. Aumento nos juros, controle da inflação, aumento do desemprego Mais inflação.
5 Aumento na taxa SELIC Deprimir a economia para controle da inflação Redução do consumo Diminuição na taxa SELIC Estimular a economia para aumentar o crescimento, o emprego,o consumo e o investimento. Redução na atividade econômica. Aumentos nos juros Diminuição nos níveis de poupança. Tabelamento de preços Proteger o consumidor Câmbio negro Fixação de preços mínimos Proteger o produtor Ineficiência e aumento nas despesas públicas Subsídio nos juros Induzir o investimento e o consumo Ineficiência e aumento nas despesas públicas Câmbio sub valorizado Estimular as exportações Desestimular importações Câmbio sobre valorizado Estimular importações Desestimula exportações
6 Manter reservas cambiais elevadas Violar um patente de um fármaco baratas para controlar a inflação. Manter bom conceito creditício, boa capacidade de importar e pagar dívidas Curar doentes a custo zero. Risco de perdas por desvalorização das divisas. Bloquear novas invenções A posição do Estado até a Revolução industrial era a da não interferência ou do absoluto 3 laissez faire. O equilíbrio natural ocorre sem a interferência do Estado sempre com grande custo econômico e social. Após a grande crise econômica de 1930, com o advento da macroeconomia e as idéias 3 Deixar fazer, deixar passar sem nenhuma interferência do Estado.
7 4 Keynesianas, o Estado passou a adotar um postura intervencionista para reduzir os custos dos ajustamentos naturais. A ação do Estado ocorrem em sucessivas aproximações, e em cada ação ocorre o aprendizado através do feed back dos resultados obtidos. Assim, o Estado na ânsia de prevenir a inflação pode aumentar tanto a taxa de juros para derrubar os preços ocasionando com isso uma recessão. A sintonia fina das medidas econômicas nem sempre atinge os seus objetivos. 4 John Maynard Keynes, autor do livro clássico da macroeconomia, Teoria Geral do Juro, do Emprego e da Renda
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