REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DILMA ROUSSEFF PRESIDENTA DA REPÚBLICA CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL REPRESENTANTES DA SOCIEDADE

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2 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DILMA ROUSSEFF PRESIDENTA DA REPÚBLICA CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL REPRESENTANTES DO GOVERNO REPRESENTANTES DA SOCIEDADE FERNANDO DAMATA PIMENTEL MINISTRO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR GLEISI HELENA HOFFMANN MINISTRA-CHEFE DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MARCO ANTONIO RAUPP MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA GUIDO MANTEGA MINISTRO DA FAZENDA LUIZ ALBERTO FIGUEIREDO MACHADO MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES MIRIAM APARECIDA BELCHIOR MINISTRA DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO FRANCISCO JOSÉ COELHO TEIXEIRA (INTERINO) MINISTRO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL IZABELLA MÔNICA VIEIRA TEIXEIRA MINISTRA DO MEIO AMBIENTE EDISON LOBÃO MINISTRO DE MINAS E ENERGIA ANTONIO ANDRADE MINISTRO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO CÉSAR AUGUSTO RABELLO BORGES MINISTRO DOS TRANSPORTES GILBERTO CARVALHO MINISTRO-CHEFE DA SECRETARIA GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DANIEL FEFFER DECIO DA SILVA FREDERICO FLEURY CURADO HÉLIO BRUCK ROTENBERG OTÁVIO MARQUES DE AZEVEDO JORGE GERDAU JOHANNPETER JOSUÉ CHRISTIANO GOMES LUIZ ROBERTO ORTIZ NASCIMENTO LUIZA HELENA TRAJANO RODRIGUES MARCELO ODEBRECHT PAULO GILBERTO FERNANDES TIGRE ROBSON BRAGA DE ANDRADE MURILO PINTO DE OLIVEIRA FERREIRA PAULO PEREIRA DA SILVA NIVALDO SANTANA SILVA JOSÉ CALIXTO RAMOS RICARDO PATAH SERGIO APARECIDO NOBRE MANOEL DIAS MINISTRO DO TRABALHO E EMPREGO CELSO AMORIM MINISTRO DA DEFESA ALEXANDRE PADILHA MINISTRO DA SAÚDE ANTÔNIO HENRIQUE PINHEIRO SILVEIRA (INTERINO) SECRETÁRIO DE PORTOS WELLINGTON MOREIRA FRANCO SECRETÁRIO DE AVIAÇÃO CIVIL LUCIANO GALVÃO COUTINHO PRESIDENTE DO BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL 2

3 AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL MAURO BORGES LEMOS PRESIDENTE MARIA LUISA CAMPOS MACHADO LEAL DIRETORA OTÁVIO SILVA CAMARGO DIRETOR CÂNDIDA BEATRIZ DE PAULA OLIVEIRA CHEFE DE GABINETE ASSESSORIA TÉCNICA DA PRESIDÊNCIA DA ABDI SIMONE UDERMAN VICTORIA ECHEVERRIA GERÊNCIA DA COMUNICAÇÃO DA ABDI OSWALDO BUARIM JÚNIOR PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO JULIANO BATALHA MARCO LÚCIUS FREITAS CAPA JULIANO BATALHA MARCO LÚCIUS Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial Setor Bancário Norte, Quadra 1 - Bloco B EdCNC / Brasília DF Tel.: (61)

4 Brasília, dezembro de

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6 Apresentação Lançado em agosto de 2011, o Plano Brasil Maior (PBM), política industrial, tecnológica e de comércio exterior do governo federal, é composto por um conjunto de diretrizes que norteiam a implementação da estratégia de fomento ao desenvolvimento tecnológico e à inovação na economia brasileira. Acelerar ganhos de produtividade, promover o adensamento produtivo e tecnológico das cadeias de valor, ampliar mercados, criar empregos de melhor qualidade e garantir um crescimento inclusivo e sustentável são alguns dos objetivos que integram um projeto de desenvolvimento nacional baseado na mobilização social, na equidade e na criação de um ambiente empresarial propício aos investimentos e à inovação. No âmbito desse projeto, diversas medidas de natureza sistêmica voltadas para o desenvolvimento da indústria e dos serviços de apoio à produção foram estruturadas. Tais medidas podem ser agrupadas em três grandes blocos, que organizam os esforços de acordo com os propósitos mais relevantes de cada ação: (i) redução dos custos do trabalho e do capital; (ii) promoção e defesa comercial; e (iii) apoio à inovação e defesa do mercado interno. Além disso, medidas de apoio à competitividade e ao desenvolvimento produtivo articuladas ao Plano Brasil Maior compõem um bloco adicional, que destaca estratégias de redução do custo de energia elétrica, investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento, concessões em logística de transportes e esforços de qualificação de trabalhadores, que fortalecem o ambiente sistêmico da indústria e contribuem para o bom andamento das ações do PBM. O presente documento, seguindo essa divisão em blocos, apresenta de maneira sintética as medidas sistêmicas e a sua situação atualizada. Permite, dessa maneira, um acompanhamento sistemático das ações transversais de apoio à atividade produtiva incorporadas ao Plano Brasil Maior, conferindo maior transparência aos esforços e aos resultados alcançados e ampliando as possibilidades de interferência e participação social. Em paralelo a este relatório, disponibiliza-se também documento que agrupa as medidas setoriais de estímulo ao desenvolvimento das cadeias produtivas. Esses dois relatórios complementares permitem o acompanhamento do conjunto completo de medidas integrantes do Plano Brasil Maior. 6

7 Sumário MEDIDAS DE REDUÇÃO DOS CUSTOS DE TRABALHO E CAPITAL 09 PROMOÇÃO E DEFESA COMERCIAL 13 APOIO À INOVAÇÃO E DEFESA DO MERCADO INTERNO 20 AÇÕES ESTRUTURANTES FAVORÁVEIS À COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA 24 7

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9 Medidas de redução dos custos de trabalho e capital Com vistas a equacionar elementos de restrição ao desenvolvimento econômico e ampliar as condições de competitividade da indústria brasileira, é fundamental avançar na redução dos custos do trabalho e do capital. Desde o lançamento do Plano Brasil Maior, diversas medidas têm ajudado a reduzir os custos trabalhistas, a exemplo da nova sistemática que desonera a folha de pagamentos e do aumento dos beneficiários do Microempreendedor Individual (MEI). Também se tem conseguido avançar na redução do custo do capital, materializado, entre outros elementos, nos patamares de juros e tributos. Na sequência, sintetizam-se as medidas adotadas e a sua correspondente situação. Ressalta-se que, no âmbito deste bloco, todas as medidas encontram-se operacionais, ainda que sujeitas a ampliações e/ou aperfeiçoamentos futuros. Desoneração da folha de pagamento: eliminação da contribuição patronal do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) com compensação parcial de nova alíquota sobre faturamento bruto, excluída receita bruta de exportações. Desonerados 42 setores (cerca de códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul NCMs): Lei , de 14/12/11 - conversão Medida Provisória (MP) 540; Lei , de 17/09/12 - conversão MP 563; Lei , de 02/04/13 - conversão da MP 582; Lei , de 19/07/2013 conversão da MP 610. Criada Comissão Tripartite de Acompanhamento e Avaliação da Desoneração da Folha de Pagamento (Decreto 7.711, de 03/04/12) com o propósito de promover avaliação de impacto e estruturar propostas de aperfeiçoamento: reunião de instalação ocorrida em 22/08/12. Detalhamento: Alíquota 1%: têxtil, confecções; couro e calçados; móveis; plásticos; material elétrico; autopeças; ônibus; naval; aeronáutico; bens de capital mecânico; aves, suínos e derivados; pescado; pães e massas; fármacos e medicamentos; equipamentos médicos/odontológicos; bicicletas; pneus e câmaras de ar; papel e celulose; vidros; fogões, refrigeradores e lavadoras; cerâmicas; pedras e rochas ornamentais; tintas e vernizes; construção metálica; equipamento ferroviário; ferramentas; forjados de aço; parafusos, porcas e trefilados; brinquedos; instrumentos óticos; manutenção e reparação de aviões; transporte aéreo e marítimo/fluvial; comércio varejista. Alíquota 2%: call center; Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC); suporte técnico informática; design houses; hotéis e transporte rodoviário coletivo; construção civil. 9

10 Desoneração da Folha de Pagamento - Atos Legais Data Ato Legal Vigência Impacto na Arrecadação Setores 02/08/2011 MP 540 dez/12 jan/12 TI e TIC, indústrias moveleiras, de confecções e de artefatos de couro. 14/12/2012 Lei (Conversão MP 540) abr/12 mai/12 03/04/2012 MP 563 ago/12 set/12 17/09/ /09/ /12/ /04/2013 Lei (Conversão MP 563) MP 582 (Lei ) MP 601 (Lei ) MP 612 (Lei ) jan/13 fev/13 TI e TIC, indústrias moveleiras, de confecções e de artefatos de couro (ampliação das NCMs). Redução das alíquotas, ampliação dos setores industriais (NCMs), setor hoteleiro. Transporte rodoviário, transporte aéreo e marítimo; manutenção de aeronaves; ampliação de setores industriais (NCMs). jan/13 fev/13 Ampliação dos setores industriais (NCMs). abr/13 jan/14 Fonte: Receita Federal do Brasil mai/13 fev/14 Comércio varejista; manutenção e reparo de embarcações; ampliação dos setores industriais (NCMs) e setor tecnologia. Transporte ferroviário ou metroviário de passageiros; transporte rodoviário e ferroviário de carga; carga e descarga em portos; construção de obras de infraestrutura; empresa de jornalismo; ampliação dos setores industriais (NCMs). Ampliação do Simples Nacional: Reajuste de 50% em todas as faixas de faturamento: de R$ 120 para R$ 180 mil de R$ 1,2 para 1,8 milhão de R$ 2,4 para 3,6 milhões Limite adicional de R$ 3,6 milhões das exportações para fins de enquadramento Lei Complementar 139, de 10/11/11 7 milhões de optantes em junho de 2013 (incremento de 75% desde a vigência dos novos limites) Ampliação do Microempreendedor Individual MEI: alteração do limite de faturamento de R$ para R$ Lei Complementar 139, de 10/11/11 3 milhões de optantes em 01/06/13 (incremento de 97% desde a vigência do novo limite) 10

11 Redução gradual do prazo de devolução de créditos PIS- Pasep/Cofins sobre bens de capital: de 12 meses para apropriação imediata a partir de julho de 2012 Lei , de 14/12/ conversão da MP 540 Redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre bens de capital, materiais de construção, caminhões e veículos comerciais leves Lei , de 14/12/ conversão da MP 540 Decretos regulamentadores do MF Postergação do prazo de recolhimento do PIS-COFINS: pagamentos de março e abril postergados para novembro e dezembro, respectivamente (autopeças, têxtil, confecções, calçados e móveis) Pagamentos de março e abril de 2012 postergados para novembro e dezembro do mesmo ano, respectivamente (autopeças, têxtil, confecções, calçados e móveis) Portaria MF 137, de 30/04/12 Depreciação Acelerada: para efeito de apuração do Imposto de Renda (IR) das pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real Lei , de 02/04/13 (conversão da MP 582), autoriza depreciação acelerada para bens novos adquiridos ou objeto de contrato de encomenda até 31/12/12, prevendo apuração a partir de 01/01/13 Extensão e Ampliação do Programa BNDES de Sustentação do Investimento (PSI): financiamento à comercialização local e exportação de máquinas e equipamentos nacionais e apoio à inovação. Extensão do BNDES PSI-3 até dezembro de 2012: implantada pela Resolução BNDES 2.165, de 11/10/11 Criação do BNDES PSI-4, com extensão da vigência até dezembro de 2013, ampliação do orçamento em R$ 18 bilhões e criação do subprograma PSI Projetos Transformadores: Resolução BNDES 2.236, de 03/04/12: Redução de jutos (condições válidas até dezembro de 2012): Resolução BNDES 2.250, de 22/05/12 Condições do PSI para 2013: Resolução BNDES 2.374, de 18/12/12 Redução de juros de 5% para 3,5% ao ano no Subprograma Projetos Transformadores: Resolução BNDES 2.427, de 14/05/13 11

12 Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (BNDES Progeren): financiamento ao capital de giro para aumento da produção, do emprego e da massa salarial Ampliação do orçamento em R$ 7 bilhões e vigência até dezembro de 2012; inclusão de novos setores e ampliação do prazo de financiamento para 36 meses: Resolução BNDES 2.131, de 01/08/11 Ampliação do orçamento em R$ 1,5 bilhão: Resolução BNDES 2.199, de 20/12/11 Ampliação do orçamento em R$ 10 bilhões, redução de juros, inclusão de grandes empresas e ampliação de limite por grupo econômico: Resolução BNDES 2.239, de 03/04/12 Redução de juros e ampliação dos setores beneficiados: Resolução BNDES 2.255, de 01/06/12 Relançamento do Programa BNDES de Revitalização de Empresas (BNDES Revitaliza): financiamento a investimentos e exportações de empresas que atuam em setores afetados negativamente pela conjuntura econômica internacional Relançamento do Revitaliza: Resolução BNDES 2.161, de 11/10/11 Inclusão de novos setores e ampliação do prazo de financiamento para exportações para 24 meses: Resolução BNDES 2.237, de 03/04/12 Redução de juros de 9% para 8% ao ano: Resolução BNDES 2.270, de 25/06/12 Criação do Programa BNDES de Apoio à Qualificação Profissional do Trabalhador (BNDES Qualificação): financiamento à implantação, expansão e modernização e à ampliação do número de vagas de formação profissional e educação técnica e tecnológica, assim como À infraestrutura de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) Programa criado pela Resolução BNDES 2.160, de 11/10/11 Primeira operação - financiamento R$ 1,5 bi para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), visando duplicar o número de alunos qualificados para a indústria: Decisão de Diretoria BNDES 152, de 28/02/12 BNDES Inovação: novos mecanismos para ampliar o apoio a projetos de inovação Crédito pré-aprovado para planos de inovação de empresas (BNDES Limite de Crédito): Resolução BNDES 2.143, de 06/09/11 Crédito de R$ 2 bilhões para ampliar carteira de inovação da Finep: Decisão de Diretoria BNDES 1.172, de 22/11/11 Unificação das linhas de apoio à inovação do BNDES: Resolução BNDES 2.246, de 02/05/12 Aprovação dos Fundos de Investimento de Capital Semente ( Criatec II, em 2012, e Criatec III, em 2013), com patrimônio comprometido de, no mínimo, R$ 170 milhões, voltados para investimentos em empresas inovadoras com receita inferior a R$ 10 milhões: Decisão de Diretoria BNDES 70, de 07/08/12 Selecionado gestor do Criatec II: Ícone Investimentos Ltda. 12

13 Programa BNDES de Apoio a Investimentos em Design, Moda e Fortalecimento de Marcas BNDES Prodesign: apoio a planos de investimento de empresas baseados em diferenciação, agregação de valor, segmentação e qualidade. Resolução 2.500/2013-BNDES, de 24/09/13 Dotação de R$ 500 mil para os seguintes setores: têxtil e de confecções, calçadista, moveleira, de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC), de utilidades domésticas, de brinquedos, de metais sanitários, de jóias, relojoeira, de embalagens, de eletrodomésticos, de revestimentos cerâmicos, inclusive os respectivos segmentos especializados de serviços e do comércio associados aos setores industriais elencados Novos recursos para inovação: aumento de crédito de R$ 2 bilhões do BNDES para ampliar carteira da Finep em 2011 Autorizada pela Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) 4.009/2011 e aprovada pela Decisão de Diretoria do BNDES 1.172, de 22/11/11 Promoção e defesa comercial A política de comércio exterior instituída inclui instrumentos de isenção tributária e facilitação ao crédito para estimular as exportações brasileiras. Agrega, também, ações efetivas de defesa contra práticas desleais e ilegais de importações, coibindo irregularidades que prejudicam os resultados comerciais do país. Criação da Agência Brasileira Gestora de Fundos (ABGF): a ABGF tem por objeto (i) a concessão de garantias contra riscos; (ii) a constituição, administração, gestão e representação de fundos garantidores; e (iii) a constituição, administração, gestão e representação de fundos que tenham por único objetivo a cobertura suplementar dos riscos de seguro rural. Sob sua administração, funcionarão o Fundo para Financiamento de Infraestrutura (FGIE), com recursos de até R$ 11 bilhões, e o Fundo para Comércio Exterior (FGCE), com capital de até R$ 14 bilhões. Situação: em implementação Lei , de 30/08/12 (conversão da MP 564), autoriza: participação da União como cotista do fundo com limite R$ 11 bilhões para cobertura de riscos relacionados a projetos de infraestrutura, construção naval, aviação civil, PPPs e à realização dos grandes eventos esportivos participação da União como cotista de fundos para garantir risco comercial (inclusive para Micro, Pequenas e Médias Empresas - MPMEs), político, extraordinário e de descumprimento de obrigações em operações de comércio exterior Decreto sobre o Conselho de Participação do Fundo Garantidor de Operações de Comércio Exterior (FGCE) em fase de conclusão Decreto 7.976, de 01/04/13, cria a ABGF e específica capital social inicial de R$ 50 milhões Estatutos da ABGF e do FGCE em elaboração 13

14 Aceleração do ressarcimento de créditos aos exportadores: processamento automático, com pagamento em 60 dias para empresas com escrituração fiscal digital, em pleno funcionamento Instituição do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra): reintegração de valores referentes a custos tributários federais residuais existentes nas cadeias de produção, via restituição e/ou compensação de créditos, para exportações realizadas até 31/12/13 Lei , de 14/12/2011 (conversão da MP 540), regulamentada pelo Decreto 7.633, de 01/12/11: cerca de 9 mil NCMs (manufaturas) e alíquota de 3% Lei nº /2013 prorroga o Reintegra até 31/12/2013 Empresa Preponderantemente Exportadora: redução de 60% (setores intensivos em trabalho) ou 70% (demais setores) para 50% do percentual de exportações no faturamento para caracterização de Empresa Preponderantemente Exportadora am p liação d o universo d e em p resas com b enefício d e susp ensão d e IPI, Pis e Cofins sobre aquisição de insumos Lei , de 17/09/12 (conversão da MP 563) reduz para 50% do percentual de exportações no faturamento para caracterização de Empresa Predominantemente Exportadora Ampliação dos recursos para o Programa de Financiamento à Exportação (Proex): o Proex foi instituído pelo Governo Federal para proporcionar às exportações brasileiras condições de financiamento equivalentes às do mercado internacional. Essa medida amplia os recursos do Programa de R$ 1,24 bilhão para R$ 3,1 bilhões, sendo R$ 1,6 bilhão referente à modalidade Proex Financiamento, R$ 1 bilhão à modalidade Proex Equalização e R$ 500 milhões à integralização de cotas de do Fundo de Financiamento à Exportação FFEX. Lei n , de 30/07/12, assegura crédito suplementar no valor de R$ 1,355 bilhão Crédito aberto e recursos já disponibilizados aos exportadores Orçamento 2013: R$ 1 bilhão para o Proex-Equalização e R$ 1,5 bilhão para o Proex-Financiamento. Fase comercialização (Portaria MDIC n 191, de 31/07/12): identificação dos serviços elegíveis com base nos códigos da NBS e registro das operações no Siscoserv para atendimento ao artigo 26 da Lei n /2011 e Portaria RFB/SCS 1908/2012 Ex-Tarifário de Parques Temáticos: estímulo à modernização de parques temáticos Resolução Camex n 23, de 04/04/13, incluiu sete novos ex-tarifários na Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (Letec), referentes a equipamentos para parques aquáticos, classificados no código NCM. A redução do Imposto de Importação de 20% para 0% tem como objetivo incentivar a instalação e modernização de parques temáticos no Brasil, contribuindo para desenvolver o turismo 14

15 Novas regras para seguro de crédito à exportação: o Seguro de Crédito à Exportação foi criado para indenizar os exportadores brasileiros que não receberem os créditos concedidos ao cliente no exterior, seja por motivo comercial ou político. A medida cria condições mais favoráveis para o recebimento das indenizações. Resolução Camex n 20, de 04/04/12, altera limite de faturamento bruto de MPME beneficiária de R$ 60 milhões para R$ 90 milhões Ampliação da alçada de aprovação da Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda (MF) de US$ 5 milhões para US$ 20 milhões Minuta de contrato padrão em análise na Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC) indireto para as exportações via tradings: autoriza empresa que exporta via trading a financiar produção a taxas de juros internacionais tomando ACC indireto Lei , 30/08/12 (conversão da MP 564): considera exportação indireta, para fins de acesso a linhas externas de crédito comercial, a venda a empresas comerciais exportadoras de bens destinados à exportação Circular BCB 3.592, 02/05/12, regulamenta Resolução CMN 4.074, 26/04/12, que disciplina mecanismo previsto na Lei 9.529/97 com a redação dada pelo art. 3º da Lei Combate à circunvenção: coíbe prática ilegal utilizada para burlar a aplicação de medida de defesa comercial em vigor (reexportação de produtos por países que não são alvo dos direitos aplicados ou importação de partes/peças de país alvo da aplicação com montagem no próprio país importador ou em país não sujeito às medidas). Concluídas duas investigações anticircunvenção Em vigor sobretaxa para cobertores de fibras sintéticas chineses importados do Uruguai e Paraguai (Resolução Camex n 12/12). Desenvolvimento de trabalho de inteligência conjunto DECOM/SECEX/MDIC- CERAD/RFB, com vistas à detecção e ao combate à circunvenção. Publicada Portaria nº 42, 17/10/ 2013, que dispõe sobre as informações necessárias para petições de revisão anticircunvenção. Combate à falsa declaração de origem: coíbe ato ilícito utilizado para burlar a aplicação de medidas de defesa comercial ou para usufruir indevidamente de benefícios tarifários previstos em acordos preferenciais de comércio. Concluídas 20 investigações (Portarias Secex 2011 nº 25, 33, 41, 44 e 47; Circular Secex 2011 nº 66; Portarias Secex 2012 nº 3, 4, 8, 12, 30, 31, 33,35 e 42; Portarias Secex 2013 nº 8, 9, 10, 17 e 47): ímãs de ferrite, escovas de cabelo, lápis de madeira, magnésio metálico e calçados 15

16 Aperfeiçoamento da estrutura tarifária: criação de mecanismo, no Mercosul, que permite elevação do Imposto de Importação Mecanismo que permite a elevação do Imposto de Importação de 100 códigos NCM aprovado no Mercosul (Decisão CMC 39/11, 20/12/11) 92º Protocolo Adicional ao ACE 18, que formaliza perante à Associação Latino- Americana de Integração (Aladi) a Decisão 39/11, assinado pelos países do Mercosul Medida internalizada pela Argentina, Uruguai e Brasil (Decreto 7.734, de 25/05/12). Em vigor no Mercosul desde 06/09/12 (Decisão CMC n 39) Resolução Camex 70/12 eleva imposto de importação de 100 códigos NCM por 12 meses Aprovada no Mercosul Decisão 25/12, de 29/06/12, que permite a elevação tarifária temporária para mais 100 códigos NCM (prazo para recebimento de pleitos encerrado em 14/01/13). 94º Protocolo Adicional ao ACE 18 formaliza a decisão perante a Aladi. Aguardando internalização da decisão pelos países. Protocolizada na Aladi, em 10/2012, a Decisão CMC nº 25/12 95º Protocolo Adicional ao ACE 18 Publicada Resolução Camex nº 80, de 13/11/12, que substitui a Resolução Camex nº 5 e atualiza procedimentos relativos a alterações temporárias da TEC. Publicada, em 08/02/13, a Resolução Camex nº12, que instaura procedimento de consulta pública relativa à Letec e à Lista de Elevações Transitórias da Tarifa Externa Comum por razões de desequilíbrios comerciais derivados da conjuntura econômica internacional Publicada a Resolução Camex 12/13, que reabre por 30 dias corridos o prazo para a apresentação de manifestações quanto aos pleitos de alteração tarifária ao amparo da Decisão 25/12 Resolução Camex 12/13 prorrogada pela Resolução Camex 19/13 para os itens correspondentes à lista de elevações tarifárias temporárias da Decisão 25/12 Aumento da exigência de certificação compulsória e fortalecimento do controle aduaneiro: a certificação compulsória envolve produtos que, por razões de segurança, interesse nacional e/ou meio ambiente, são obrigados a atender as normas estabelecidas pelo governo. Também visando ampliar a segurança e o bem-estar da sociedade, a administração aduaneira compreende a fiscalização e o controle sobre o comércio exterior, essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais. Verificando se as mercadorias receberam as devidas anuências e conferindo se os importadores e exportadores observaram as normas e efetuaram os recolhimentos devidos, oferece condições de sanidade e segurança para o consumidor, ao tempo em que coíbe a competição desleal. Lei , de 14/12/2011 (conversão da MP 541) Aperfeiçoado processo de análise dos pedidos de anuência para licenças de importação de produtos regulamentados pelo Inmetro por meio de Programas de Avaliação da Conformidade compulsórios: o tempo médio do processo reduziu-se de 20 dias para 4 dias Desenvolvidos 17 programas de avaliação da conformidade com certificação compulsória e concedidos registros de objetos (produtos e serviços) com conformidade compulsória avaliada Ingresso de 228 servidores no Inmetro (Portarias 296/11 e 183/12) Em vigor Convênio Inmetro/RFB para aperfeiçoar controle e fiscalização sobre mercadorias importadas e coibir práticas ilícitas: Priorizados seis produtos: têxteis, brinquedos, capacetes, barras e fios de aço, luvas e pneus Em outubro de 2013, em articulação com a Alfândega do Porto do Rio de Janeiro, o Inmetro realizou ação de vigilância e identificou irregularidades em cargas de brinquedos que totalizavam 40 toneladas. Os produtos foram destruídos ou repatriados 16

17 Lançamento do Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac): relatórios e estatísticas de acidentes de consumo para subsidiar decisões sobre novas certificações, aperfeiçoamento de regulamentos, recomendações de recalls e campanhas educativas com foco na segurança Suspensão ex-tarifário para máquinas e equipamentos usados: trata-se da suspensão do benefício de redução temporária do Imposto de Importação concedido a partir do mecanismo de ex-tarifário para bens de capital, de informática e de telecomunicações usados, que não possuam produção nacional. Considerando a necessidade de estimular o investimento produtivo, a medida disciplina o processo de redução das alíquotas do Imposto de Importação. Implantada pela Resolução Camex 55/2011, que altera a Resolução Camex 35/2006 Exclusão dos Sistemas Integrados da concessão de extarifários: exclusão de equipamentos decompostos em máquinas e combinações de máquinas do benefício temporário de Imposto de Importação Resolução Camex n 17, de 03/04/12, proíbe a redução da alíquota do Imposto de Importação para sistemas integrados Ações antifraude da Receita Federal Em andamento operações para combate a fraudes/ irregularidades e reforço das fronteiras terrestres Centro Nacional de Gestão de Riscos Aduaneiros (Cerad) em operação Redução temporária do Imposto de Importação para bens de capital, de informática e de telecomunicações: incentivo ao investimento e à inovação por meio da redução seletiva e temporária do Imposto de Importação para 2% Desde agosto de 2011 foram aprovados pleitos de ex-tarifários para bens de capital e 135 para bens de informática e telecomunicação Resoluções Camex 2011 nº 56, 57, 68, 70, 74, 84, 85, 95, 96; 2012 nº 1, 2, 18, 28, 33, 36, 37, 47, 48, 60, 61, 68, 69, 74, 75, 81, 82, 90 e 91 e 2013 nº 9, 10, 15, 16, 17, 18, 33, 34, 39, 40, 45, 46, 61, 73, 74, 88, 89, 91, 92 e 103 Criação do Fundo de Financiamento à Exportação para MPMEs - Proex Financiamento: institui Fundo de Financiamento à Exportação (FFEX) para MPMEs na modalidade de financiamento direto ao exportador brasileiro ou ao importador, para pagamento à vista ao exportador com recursos financeiros obtidos junto ao Tesouro Nacional. Situação: em implementação Lei , de 14/12/11 (conversão da MP 541), autoriza a União participar, no limite global de até R$ 1 bilhão, no Fundo de Financiamento à Exportação (FFEX), para formação de seu patrimônio 17

18 Decreto 7.714/12 altera decreto 4.993/04, inserindo nova atribuição ao Comitê de Financiamento e Garantia de Exportações (Cofig): orientar atuação da União no FFEX Estatuto concluído e analisado pelo Cofig; pendente aprovação da Camex: o Estatuto atribui ao FFEX o objetivo de financiar as exportações de bens e serviços, nas fases pré e pós embarque, realizadas por pessoas físicas e jurídicas com faturamento de até R$ 90 milhões; define que terá orçamento próprio, dissociado do Orçamento Geral da União (OGU) Aguardando criação da Pessoa Jurídica e integralização de cotas de até R$ 1 bilhão Flexibilização de garantias Proex e redefinição de alçadas para aprovação das operações Proex financiamento Situação: em implementação Resolução Camex n 21, de 04/04/12, autoriza o Banco do Brasil a aceitar garantias do próprio empresário em operações de até US$ 50 mil para empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, com vistas a incrementar as exportações de MPMEs. Ampliação da alçada dos bancos para aprovar operações até US$ 20 milhões sem prévia aprovação do Cofig Sistema operacional em fase de construção, priorizado pelo Banco do Brasil (previsão de conclusão no 2º semestre de 2013) Definição de spreads para enquadramento automático Proex Equalização: por meio do pagamento de equalização, o Proex assume parte dos encargos financeiros nos financiamentos concedidos, tornando-os compatíveis com os praticados no mercado internacional. A medida visa instituir um limite automático para a cobertura da diferença entre o custo de captação do dinheiro e as taxas efetivamente cobradas nos empréstimos nas operações dessa modalidade de financiamento à exportação. Situação: em implementação Decreto 7.710, de 03/04/12, estabelece os limites para a concessão de equalização de juros amparada pelo Programa de Financiamento às Exportações O Ministério da Fazenda foi incumbido de definir os spreads de equalização, fixando metodologia de cálculo e sublimites de acordo com critérios de prazo, segmento e instituição financeira A metodologia de cálculo está em discussão com os bancos oficiais Fundo de Garantia à Exportação (FGE): o FGE, fundo de natureza contábil vinculado ao Ministério da Fazenda, tem como finalidade dar cobertura às garantias prestadas pela União nas operações de Seguro de Crédito à Exportação (SCE), que visam, por sua vez, segurar as exportações brasileiras contra riscos comerciais, políticos e extraordinários que possam afetar as transações econômicas e financeiras vinculadas a operações de crédito à exportação. Essa medida tem como foco estabelecer um novo modelo de cobertura para atender a países de maior risco. Situação: em implementação Aprovados pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) limites à concessão de garantia de crédito à exportação a países africanos de risco 6/7 e 7/7, na escala da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), nas operações com base em contragarantias soberanas. 18

19 Utilização de contratos padrão em operações de crédito oficial: permissão legal para que se utilizem contratos padrões em operações vinculadas a programas de crédito oficial, conferindo mais rapidez aos procedimentos. Situação: em implementação Implantada pela Lei , 30/08/12 (conversão da MP 564). Em elaboração contratos padrão para o Proex FPE e para o Mais Alimentos África Proex Equalização pré-embarque e redefinição dos prazos e percentuais para equalização pós-embarque Situação: em implementação Decreto n 7.710, de 03/04/12, estende prazo de equalização para 15 anos, define taxa de 2,5% ao ano e percentual financiado de até 100% Resolução CMN 4.063, de 12/04/12, autoriza equalização nos financiamentos pré-embarque e desembolsos antes do embarque ou prestação dos serviços Em preparação atos normativos da Camex e do Ministério da Fazenda para regulamentar as medidas Orçamento Proex Equalização 2013: R$ 1 bilhão pós-embarque e R$ 60 milhões pré-embarque Plano Nacional da Cultura Exportadora: elaboração de Mapas e Planos de Ação de Comércio Exterior Plano lançado em 22/08/12 Sistema de Informações Gerenciais em fase de emissão de relatórios 15 Mapas disponíveis, oito Planos de Ação de Comércio Exterior consolidados e Agenda/2013 em implementação em 24 Estados (AC, AL, AP, AM, BA, CE, ES, GO, MA, MS, MT, MG, PA, PR, PE, PI, RJ, RN, RS, RO, RR, SC, SE e TO) Balanço 2012: executadas 255 ações (91%) O planejamento 2013 prevê a realização de 590 ações nas UF. Até 30/10, foram executadas 323 ações (54,74%). Ampliar de 30 para 120 número de investigadores de defesa comercial: a medida visa conferir maior agilidade e celeridade aos procedimentos de análise Lei , de 14/12/11 (conversão da MP 541) Concurso público e curso de formação concluídos; novos Analistas de Comércio Exterior em exercício. Antidumping, salvaguardas e medidas compensatórias: redução dos prazos investigação e aplicação de direito provisório Portaria Secex 46/2011modifica petições visando maior celeridade às investigações de dumping Portaria Secex 03/2013 centraliza e readapta atividades formais do processo de defesa comercial 19

20 Portaria Secex 21/2013 disciplina a representação legal Atualização da Portaria SECEX nº 38/2013 (disciplina a representação legal). Publicação das Portarias SECEX nº 34 (10/09/ 2013), nº 36 e 37 (19/09/2013), que tratam, respectivamente, da submissão de documentos em investigações de defesa comercial, das informações que devem constar de ofertas de compromissos de preços e do roteiro para petição de avaliações de escopo, no âmbito do Decreto nº 8.058/2013. Publicação da Portaria SECEX nº 41, 11/10/2013, que atualiza a Portaria SECEX 46/2011 (novo roteiro para petições de investigações de dumping), e da Portaria SECEX nº 44, 29/10/2013 (roteiro para petições de revisão de medidas antidumping, garantindo maior celeridade aos procedimentos de revisão). Novo decreto antidumping em vigor desde 01/10/2013 (Decreto n.º 8.058, de 26/07/2013): redução do prazo médio das investigações antidumping e determinações preliminares Fortalecimento no combate às importações ilegais: combate à violação de propriedade industrial e exigência de certificação compulsória Situação: em implementação Extrato do Acordo de Cooperação Ministério da Justiça-MDIC publicado no Diário Oficial da União, de 15/09/11 Encaminhada ao Grupo Técnico Interministerial de Consolidação da Legislação Interna de Comércio Exterior (GTIC/Camex) proposta de Lei prevendo infrações e penalidades. Das 38 denúncias recebidas, 34 foram objeto de análise e 16 implicaram a aplicação de medidas administrativas (parametrização) Entrada em vigor da Ata-Carnet: simplificação dos procedimentos de entrada e saída de mercadorias em regime de admissão temporária do país por meio do mútuo reconhecimento entre as aduanas dos países signatários da Convenção Relativa à Admissão Temporária (Convenção de Istambul) acerca dos controles realizados. Situação: em implementação Decreto 7.545, 02/08/11 A Receita Federal promoveu o "Chamamento Público" para a seleção da entidade garantidora e emissora da ata-carnet no Brasil em 30/09/2013. A proposta da única licitante do certame, Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil CACB, não foi aceita pela Comissão Especial de Licitação. Após análise e não provimento de recurso administrativo da empresa interessada, o processo foi encerrado. Aguarda-se publicação de novo edital para realização do certame. Apoio à inovação e defesa do mercado interno Este bloco inclui medidas de apoio à inovação materializadas no Plano Inova Empresa, importantes ajustes no marco regulatório e estruturação do mecanismo de compras públicas. Embora a maior parte das medidas agrupadas nesta seção encontre-se plenamente operacional em muitos casos incorporando melhorias incrementais graduais e/ou ampliando ao longo do tempo a sua abrangência, existem algumas iniciativas ainda em processo de implementação. Essas situações serão indicadas em cada um dos casos identificados. Plano de Apoio à Inovação Empresarial (Inova Empresa): o Inova Empresa inaugura um novo modelo de fomento à inovação, que envolve a articulação de programas de diversas instituições públicas e prevê o uso coordenado de instrumentos como crédito, subvenção, renda variável e empréstimos não-reembolsáveis. Além disso, 20

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