2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro."

Transcrição

1 1 1

2 2 2

3 3 2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro : recuperação econômica, com direcionamento do aumento da arrecadação federal prioritariamente para transferências de renda aos mais pobres : aceleração do crescimento, com redirecionamento das ações do governo federal para o aumento do investimento público e privado, sobretudo em infra-estrutura econômica e social. 3

4 4! " #$$%& Politica fiscal: Austeridade fiscal com responsabilidade social Política Monetária: Metas de inflação com aceleração do crescimento Política Cambial: Câmbio flutuante com baixa vulnerabilidade externa. 4

5 5 Aumento da taxa de investimento: para sustentar a taxa de crescimento no patamar de 4,5% a 5,0% ao ano sem geração de pressões inflacionárias. Ampliação das exportações: para viabilizar o crescimento sustentável das importações e manter a baixa vulnerabilidade externa da economia. Elevação do gasto privado em P&D: para promover a inovação tecnológica e aumentar a competitividade dos produtos e serviços brasileiros. 5 Dinamização das MPEs: para expandir o emprego e diversificar a base exportadora e produtiva da economia.

6 6 18,5 18,0 17,5 17,0 16,5 16,0 15,5 15,0 14,5 14,0 13,5 Taxa de investimento (Formação bruta de capital fixo em % do PIB nos últimos 4 trimestres) 16,5 17,6 18, T T ' T T T T T T T T T T T T T T T T T T

7 7 () *(+ Ampliação da participação da exportações brasileiras nas exportações mundiais. Câmbio flutuante aumenta importância de outros instrumentos de política econômica. Diversificação reduz vulnerabilidade externa. Vantagens naturais não são uma maldição ou um obstáculo ao desenvolvimento. 7

8 8 ' *(+, (+ 30 Exportações e importações taxa de crescimento em relação ao mesmo trimestre do ano anterior , T T Exportação de bens e serviços Importação de bens e serviços (-) T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T -2,1

9 9 ' ( -, Exportações e Importações de Bens e Serviços em % do PIB 17,0 16,4 16,0 15,0 14,0 Exportações Importações 13,5 14,1 15,0 15,1 14,6 13,9 13,0 12,0 11,7 12,2 12,6 12,1 12,5 11,5 11,7 12,3 11,0 10,0 10,0 9,0 9 8, Fonte: IBGE, elaboração: MF-SEAE

10 Valores em % do PIB Taxa de Investimento Poupança Externa Poupança Interna, ( Brasil Fonte: IPEADATA; elaboração: MF-SEAE

11 11 ()., 11

12 12 / *(+, Reativação do Programa Revitaliza Exportação e Investimento, à taxas fixas, do BNDES, no valor adicional de até R$ 9 bilhões. Reativar o programa Revitaliza, com equalização de taxas de juros (7% a.a) e bônus de adimplência (20%), para financiamento de investimentos e exportações por parte de setores intensivos em trabalho. O valor presente do custo de equalização de taxa de juros é de aproximadamente R$ 1,6 bilhão, de 2008 a

13 13, Reduzir o prazo de apropriação de créditos de PIS/COFINS, na aquisição de bens de capital, de 24 para 12 meses (desoneração de R$ 6 bi em ). Eliminar a incidência do IOF de 0,38% nas operações de crédito do BNDES e da FINEP (desoneração de R$ 300 milhões por ano, R$ 1,1 bi em ). Ampliar a abrangência do REPORTO (Regime Tributário para Incentivo à Modernização e Ampliação da Estrutura Portuária) para o segmento ferroviário.(suspensão de PIS, COFINS, II, IPI, com desoneração de R$ 2,6 bi em ). 13

14 14, Prorrogação e ampliação da Depreciação Acelerada: Prorrogar até 2010 a depreciação acelerada (em 50% do prazo) estabelecida pela Lei /2004. Permitir a depreciação de máquinas e equipamentos utilizados na fabricação de bens de capital, automóveis e autopeças, em 20% do tempo normal Permitir a depreciação imediata de máquinas e equipamentos utilizados nas atividades de pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica. 14 Total de desoneração: R$ 7,1 bi em

15 15 / *(+, Ampliação do conceito de empresa preponderantemente exportadora, para suspensão de PIS/COFINS na aquisição de bens de capital (Regime Especial de Aquisição de Bens de Capital para Empresas Exportadoras - RECAP), com desoneração de R$ 2,5 bi em Setores Aquisição de bens de capital Aquisição de insumos Intensivos em mão de obra Cai de 80% para 60% Mantido em 60% 15 Demais Cai de 80% para 70% O Executivo poderá reduzir para 60%. Mantido em 70%

16 16 / *(+ Ampliação e flexibilização do Programa de Financiamento às Exportações (PROEX). Aumento da dotação orçamentária, de R$ 500 milhões para ate R$ 1,3 bi, ao ano. Aumento no limite de faturamento das empresas que podem acessar o PROEX financiamento. Aumento no numero de setores e nos tipos de operações que podem utilizar o PROEX financiamento e o PROEX equalização. 16

17 17 / *(+ Ampliação do drawback verde-amarelo, no regime de suspensão, com extensão do benefício previsto para o IPI ao PIS/COFINS. Redução a zero do IR incidente em despesas com prestação de serviços de logística de exportação no exterior Redução a zero do IR incidente em despesas com promoção comercial, por parte de empresas exportadoras de serviços, no exterior. 17 Prioridade para a aprovação do PLS N. 327/2006 que altera o funcionamento dos Centros Logísticos e Industriais Aduaneiros (CLIA), facilitando a logística das exportações.

18 18 / *(+ Incentivo às exportações por parte de micro e pequenas empresas: Estabelecer seguro de crédito à exportação com cobertura do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), para micro e pequenas empresas no pré e pós-embarque. Ampliar, de US$ 20 mil para 50 mil, o limite da Declaração Simplificada de Exportação (DSE) e do Câmbio Simplificado 18

19 19 Setor de Tecnologia da Informação Redução da contribuição patronal para a seguridade social sobre a folha de pagamento para até 10%, e da contribuição para o Sistema S para até zero, de acordo com a participação das exportações no faturamento total da empresa. Dedução em dobro, da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, das despesas com capacitação de pessoal próprio. Ampliar a definição de empresa preponderantemente exportadora (de 80% para 60% do faturamento) para efeito de suspensão do PIS/COFINS na aquisição de bens de capital (REPES). O Poder Executivo fica autorizado a reduzir para 50%. 19

20 20 Navegação e Indústria Naval: Suspensão da contribuição ao PIS/Pasep e da Cofins incidentes na venda de combustível para navegação cabotagem. Suspender a cobrança de IPI, PIS e COFINS incidentes sobre peças e materiais destinados à construção de navios novos por estaleiros nacionais. Criação de um fundo garantidor de crédito, no valor de até R$ 400 milhões, para a indústria naval 20

21 21 ' Setor Automotivo: ampliar o prazo de recolhimento do IPI pelo setor automotivo, de decendial para mensal. Semicondutores: flexibilizar o acesso ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (PADIS), para aquisição de máquinas e equipamentos. Política comercial: alterar legislação relativa à aplicação dos direitos previstos no Acordo Antidumping e no Acordo de Subsídios e Direitos Compensatórios para permitir a extensão de medidas a terceiros países e a aplicação de regras de origem. 21

22 22 /,()0 1 Permitir que as empresas de automação e informática, inclusive na Zona Franca de Manaus, realizem a dedução de até 180% do valor das despesas com pesquisa, desenvolvimento e inovação. Já existiam antes da PDP: Lei de informática e Zona Franca: redução ou suspensão do IPI na venda de produtos. Lei do bem: suspensão de PIS/COFINS na aquisição de máquinas e equipamentos destinados à inovação tecnológica. 22

23 23 2 ESTMATIVA EM R$ MILHÕES TOTAL Redução do prazo para utilização dos créditos do PIS/COFINS em BK Prorrogação da depreciação acelerada até Ampliar a abrangência do REPORTO Ampliação do RECAP Eliminação da incidência de IOF nas operações de crédito para aquisição de BK Redução a zero do IR incidentes em despesas com prestação no exterior de serviços de logística de exportação Redução a zero do IR incidente na promoção comercial no exterior de serviços prestados por empresas brasileiras. Depreciação acelerada para o setor automotivo Depreciação acelerada para o setor de bens de capital Dedução em dobro da base de cálculo do IRPJ e da CSLL das despesas com capacitação de pessoal próprio das empresas de software Suspensão da cobrança de IPI, PIS e COFINS incidentes sobre peças e materiais destinados à construção de navios novos por estaleiros nacionais Ampliação do prazo de recolhimento do IPI pelo setor automotivo Reativação do Programa Revitaliza TOTAL DA DESONERAÇÃO E EQUALIZAÇÃO

24 24 Valores em R$ bilhões Equalização de taxa de juros Desoneração Tributária 0,2 0,3 TOTAL ATÉ 2011: R$ 21,4 bi 0,1 7,7 5,6 0,4 3,5 3, (6 meses)

25

26 26 45() Atividades Acompanhamento Formulação Execução Estrutura 1 Secretaria Executiva 5 Coordenações 32 Comitês Executivos 26

27 27 CNDI MDIC Coordenação geral Conselho Gestor: Casa Civil, MF, MPOG, MCT, MDIC ABDI, BNDES, MF Secretaria Executiva Ações Sistêmicas Destaques Estratégicos Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas Programas para o Fortalecimento da Competitividade Programas para Consolidar e Expandir a Liderança Coord.: MF Coord.: ABDI 6 programas Coord.: MCT 6 programas Coord.: MDIC 12 programas Coord.: BNDES 7 programas 27

28 28 5!6 ' 7& (+ 7 Principais ações: Coordenação e integração do PDP com outras iniciativas do governo (PAC, PDE, etc) Desoneração Tributária do Investimento Ampliação dos Recursos e Redução do Custo do Financiamento ao Investimento Fixo Ampliação dos Recursos para Inovação Aprimoramento do Ambiente Institucional e Jurídico 28

29 29,!8 7& 1 1) Exportações 2) Regionalização 3) MPEs 4) Integração com a África 5) Integração com a América Latina e o Caribe 6) Produção Sustentável 29

30 30 '.!8 7& 5 9 1) Complexo Saúde - GECIS 2) Energia Nuclear 3) TICs -Tecnologias de Informação e Comunicação 4) Complexo Industrial de Defesa 5) Biotecnologia 6) Nanotecnologia 30

31 31 31,'!6: 7& ' 1) Indústria Naval e Cabotagem 2) Complexo Automotivo 3) Complexo de Serviços 4) Calçados, Couro e Artefatos 5) Bens de Capital 6) Agroindústria 7) Construção Civil 8) Têxtil e Confecções 9) Higiene, Perfumaria e Cosméticos 10) Biodiesel 11) Plásticos 12) Madeira e Móveis ;

32 32!< 7& ' * =( 1) Bioetanol 2) Siderurgia 3) Mineração 4) Celulose e Papel 5) Aeronáutico 6) Petróleo, Gás e Petroquímica 7) Carnes 32

Programação Orçamentária 2012

Programação Orçamentária 2012 Programação Orçamentária 2012 Ministério da Fazenda Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Fevereiro de 2012 1 2 3 Bens 4 Serviços 5 6 Desenvolvimento Sustentável Ampliação dos investimentos Fortalecimento

Leia mais

Medidas Estímulos ao Investimento e à Inovação Comércio Exterior Defesa da Indústria e do Mercado Interno

Medidas Estímulos ao Investimento e à Inovação Comércio Exterior Defesa da Indústria e do Mercado Interno Estímulos ao Investimento e à Inovação Comércio Exterior Competitividade Exportadora Financiamento à Exportação Defesa Comercial Defesa da Indústria e do Mercado Interno Desoneração da Folha de Pagamento

Leia mais

Exportação Passo a Passo

Exportação Passo a Passo Sumário 3 4 5 6 1. INTRODUÇÃO 7 2. IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE EXPORTADORA POR QUE EXPORTAR? 9 2.1. A internacionalização da empresa 10 2.2. Etapas da internacionalização da empresa 2.3. Considerações importantes

Leia mais

Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) Colocar a economia no rumo do crescimento

Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) Colocar a economia no rumo do crescimento Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) Colocar a economia no rumo do crescimento Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda Barra Bonita, 25 de Novembro de 2016 BRASIL: EVOLUÇÃO DO CRESCIMENTO DO PIB (VAR.

Leia mais

Os Desafios da Indústria Brasileira. Ministro Guido Mantega Setembro 2010

Os Desafios da Indústria Brasileira. Ministro Guido Mantega Setembro 2010 Os Desafios da Indústria Brasileira Ministro Guido Mantega Setembro 2010 Brasil adotou políticas de industrialização Processo de Substituição de importações Neutralizar deterioração dos termos de intercâmbio

Leia mais

Cenários Econômicos e Perspectivas Setoriais Maio/2014. Prof. Jersone Tasso Moreira Silva

Cenários Econômicos e Perspectivas Setoriais Maio/2014. Prof. Jersone Tasso Moreira Silva Cenários Econômicos e Perspectivas Setoriais Maio/2014 Prof. Jersone Tasso Moreira Silva Sumário da Apresentação 1 Análise Macroeconômica Nacional 2 3 4 Análise do Investimento Privado Análise de Cenários

Leia mais

Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES ABIMAQ 2014

Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES ABIMAQ 2014 Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES ABIMAQ 2014 Prioridades BNDES Infraestrutura logística e energética Infraestrutura urbana de saneamento e mobilidade. Modernização da

Leia mais

Fatores para o cálculo do preço de exportação

Fatores para o cálculo do preço de exportação Fatores para o cálculo do preço de exportação No cálculo do preço de exportação devem ser levados em conta, entre outros fatores: IPI - IMUNIDADE do Imposto sobre Produtos Industrializados, na saída de

Leia mais

Plano Brasil Maior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer.

Plano Brasil Maior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Plano Brasil Maior A Política Industrial Brasileira A Política industrial brasileira tem claro foco em inovação e adensamento produtivo

Leia mais

Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES. ABIMAQ fevereiro de 2014

Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES. ABIMAQ fevereiro de 2014 Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES ABIMAQ fevereiro de 2014 Prioridades BNDES Infraestrutura logística e energética Infraestrutura urbana de saneamento e mobilidade. Modernização

Leia mais

Panorama da Economia Brasileira

Panorama da Economia Brasileira Panorama da Economia Brasileira Nelson Barbosa Secretário de Política Econômica Brasília, 23 de novembro de 2009 1 PRODUÇÃO INDUSTRIAL Índice com ajuste sazonal (jan/2007 = 100) 115 110 110,9 105 101,89

Leia mais

BRASIL 5a. ECONOMIA DO MUNDO: CHEGAREMOS LÁ?

BRASIL 5a. ECONOMIA DO MUNDO: CHEGAREMOS LÁ? 1 Secretaria de Acompanhamento Econômico - SEAE BRASIL 5a. ECONOMIA DO MUNDO: CHEGAREMOS LÁ? Antonio Henrique P. Silveira Secretário de Acompanhamento Econômico 6 de fevereiro de 2010 1 Sumário A Estratégia

Leia mais

Oportunidades de Investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação com Recursos da Política de Informática

Oportunidades de Investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação com Recursos da Política de Informática 2º Encontro Nacional da Inovação Tecnológica da Indústria Elétrica e Eletrônica - ENITEE Painel Políticas Públicas de Fomento à Inovação Tecnológica na Indústria Elétrica e Eletrônica Oportunidades de

Leia mais

A Produtividade e a Competitividade da Indústria Naval e de BK Nacional. Fernanda De Negri Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA

A Produtividade e a Competitividade da Indústria Naval e de BK Nacional. Fernanda De Negri Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA A Produtividade e a Competitividade da Indústria Naval e de BK Nacional Fernanda De Negri Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA Produtividade e sustentabilidade do crescimento econômico Decomposição

Leia mais

Crise Internacional e Impactos sobre o Brasil. Prof. Dr. Fernando Sarti

Crise Internacional e Impactos sobre o Brasil. Prof. Dr. Fernando Sarti Reunião Mensal Plenária CIESP - Campinas Crise Internacional e Impactos sobre o Brasil Prof. Dr. Fernando Sarti NEIT-IE IE-UNICAMP fersarti@eco.unicamp. @eco.unicamp.br Campinas, 18 de fevereiro de 2009

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Inovação. Nelson Akio Fujimoto Secretário de Inovação

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Inovação. Nelson Akio Fujimoto Secretário de Inovação Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Inovação Nelson Akio Fujimoto Secretário de Inovação Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer.

Leia mais

Mecanismos de Financiamento para a Indústria de P&G. Helena Tenório. Chefe do Departamento de Programas e Políticas do BNDES. 2 de julho de 2008

Mecanismos de Financiamento para a Indústria de P&G. Helena Tenório. Chefe do Departamento de Programas e Políticas do BNDES. 2 de julho de 2008 Mecanismos de Financiamento para a Indústria de P&G Helena Tenório Chefe do Departamento de Programas e Políticas do 2 de julho de 2008 Parceria Petrobras INVESTIMENTO FINANCIAMENTO Desenvolvimento da

Leia mais

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL Uma análise do período 2000 2011 Maio de 2012 Balança Comercial da indústria de transformação (US$ bilhões FOB) Saldo Importação Exportação

Leia mais

10º Encontro Anual PRH / ANP. Painel: A contribuição do CT-PETRO na formação de Recursos Humanos para o setor de Petróleo e Gás

10º Encontro Anual PRH / ANP. Painel: A contribuição do CT-PETRO na formação de Recursos Humanos para o setor de Petróleo e Gás 10º Encontro Anual PRH / ANP 18-19.06.2008 Painel: A contribuição do CT-PETRO na formação de Recursos Humanos para o setor de Petróleo e Gás Rogério Amaury de Medeiros Área de Planejamento medeiros@finep.gov.br

Leia mais

PERÍODO DE COMPARAÇÃO PIB AGROPEC INDUS SERV FBCF CONS. FAM CONS. GOV

PERÍODO DE COMPARAÇÃO PIB AGROPEC INDUS SERV FBCF CONS. FAM CONS. GOV ECONÔMICA Conjuntura Economia brasileira encolhe 5,4 % e 0,3% no primeiro trimestre de 2016 no comparativo com o mesmo período do ano anterior e no confronto com o semestre anterior respectivamente PRIMEIRO

Leia mais

O BNDES mais perto de você. Apoio do BNDES para Biotecnologia e Indústria Farmaceútica. Belo Horizonte MG

O BNDES mais perto de você. Apoio do BNDES para Biotecnologia e Indústria Farmaceútica. Belo Horizonte MG Apoio do BNDES para Biotecnologia e Indústria Farmaceútica Belo Horizonte MG dezembro /2007 Missão do BNDES Promover o desenvolvimento econômico e social Redução das desigualdades sociais e regionais Geração

Leia mais

Desempenho da Indústria Automobilística Brasileira

Desempenho da Indústria Automobilística Brasileira Desempenho da Indústria Automobilística Brasileira Junho / 2014 Presidente Luiz Moan Yabiku Junior Licenciamento total de autoveículos novos Comparativo Mensal Variações % 318,6 293,4 263,6 Jun-14 / Mai-14-10,2

Leia mais

INOVAÇÃO COMO ESTRATÉGIA AO CRESCIMENTO DA INDÚSTRIA

INOVAÇÃO COMO ESTRATÉGIA AO CRESCIMENTO DA INDÚSTRIA 31 de outubro de 2016 INOVAÇÃO COMO ESTRATÉGIA AO CRESCIMENTO DA INDÚSTRIA Paulo Mól Superintendente do IEL A economia brasileira está perdendo competitividade ÍNDICE GLOBAL DE COMPETITIVIDADE 2016/17

Leia mais

Para além da política macroeconômica. Geraldo Biasoto Junior

Para além da política macroeconômica. Geraldo Biasoto Junior Para além da política macroeconômica Geraldo Biasoto Junior Agosto de 2010 Política econômica no Brasil Cisão entre a macro e a microeconomia Taxa de juros = instrumento exclusivo de política econômica

Leia mais

Diretrizes da Nova Política de Comércio Exterior Medidas para Ampliar a Competitividade

Diretrizes da Nova Política de Comércio Exterior Medidas para Ampliar a Competitividade Diretrizes da Nova Política de Comércio Exterior Medidas para Ampliar a Competitividade Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo do MDIC Rio de Janeiro, Agosto de 2011 Introdução 1 Panorama

Leia mais

Luciano Coutinho Presidente

Luciano Coutinho Presidente O papel do BNDES no desenvolvimento brasileiro nos próximos anos ANEFAC São Paulo, 30 de julho de 2012 Luciano Coutinho Presidente Papel dos Bancos de Desenvolvimento no mundo Apoiar e financiar o desenvolvimento

Leia mais

DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO 25 NOVOS SETORES SÃO INCLUÍDOS NA MEDIDA

DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO 25 NOVOS SETORES SÃO INCLUÍDOS NA MEDIDA CIRCULAR Nº 33/2012 São Paulo, 14 de Setembro de 2012. DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO 25 NOVOS SETORES SÃO INCLUÍDOS NA MEDIDA Prezado Cliente, Ontem, dia 13/09/2012, em cerimônia realizada no Palácio

Leia mais

Espaço Fiscal e Desenvolvimento Produ6vo. Nelson Barbosa São Paulo, 26 de maio de 2013

Espaço Fiscal e Desenvolvimento Produ6vo. Nelson Barbosa São Paulo, 26 de maio de 2013 Espaço Fiscal e Desenvolvimento Produ6vo Nelson Barbosa São Paulo, 26 de maio de 2013 Mergulho cambial: a taxa de câmbio real caiu substancialmente em 2010-11, o que gerou medidas compensatórias por parte

Leia mais

Índices de Preços. Em 12

Índices de Preços. Em 12 Indicadores econômicos Índices de Preços IPC/FIPE IPCA Período Em 12 Em 12 Mensal No ano Mensal No ano meses meses Jan. 0,52 0,52 4,27 0,54 0,54 4,56 Fev. 0,19 0,71 4,12 0,49 1,03 4,61 Mar. 0,31 1,02 4,33

Leia mais

5º Seminário Anbima de Renda Fixa e Derivativos de Balcão Investimento e Financiamento de Longo Prazo no Brasil

5º Seminário Anbima de Renda Fixa e Derivativos de Balcão Investimento e Financiamento de Longo Prazo no Brasil 5º Seminário Anbima de Renda Fixa e Derivativos de Balcão Investimento e Financiamento de Longo Prazo no Brasil Dyogo Henrique de Oliveira Secretário Executivo Ministério da Fazenda 1 Expansão do investimento

Leia mais

O Brasil está preparado para o novo contexto mundial?

O Brasil está preparado para o novo contexto mundial? O Brasil está preparado para o novo contexto mundial? Previ Programa Encontro de Conselheiros 2009 Salvador, 13 de agosto de 2009 Luciano Coutinho O Brasil ultrapassou o teste da crise A economia brasileira

Leia mais

Índices de Preços. Em 12

Índices de Preços. Em 12 Indicadores econômicos Índices de Preços IPC/FIPE IPCA Período Em 12 Em 12 Mensal No ano Mensal No ano meses meses Jan. 0,46 0,46 6,27 0,48 0,48 5,84 Fev. 0,27 0,73 5,52 0,55 1,03 5,90 Mar. 0,40 1,14 6,28

Leia mais

Contas Nacionais Trimestrais

Contas Nacionais Trimestrais Contas Nacionais Trimestrais Indicadores de Volume e Valores Correntes 4º Trimestre de 2010 Coordenação de Contas Nacionais 03 de março de 2010 Tabela Resumo Principais resultados do PIB a preços de mercado

Leia mais

O crescimento brasileiro é sustentável?

O crescimento brasileiro é sustentável? O crescimento brasileiro é sustentável? Adalmir Marquetti * RESUMO - O presente texto discute as condições necessárias para a continuidade da retomada do crescimento nos próximos anos. Aponta-se que há

Leia mais

Reforma Tributária e Seguridade Social

Reforma Tributária e Seguridade Social Reforma Tributária e Seguridade Social Audiência da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados Brasília 31 de março de 2009 1 Objetivos da Reforma Tributária ria Econômicos Sociais

Leia mais

EAE 0423-Economia Brasileira I. Prof. Dr. Guilherme Grandi

EAE 0423-Economia Brasileira I. Prof. Dr. Guilherme Grandi EAE 0423-Economia Brasileira I Prof. Dr. Guilherme Grandi CRISE E ESPERANÇA: 1974-1980 - DIONÍSIO DIAS CARNEIRO O capítulo está organizado em cinco seções: 1. Introdução 2. Condicionantes Externos e Internos

Leia mais

Aula 3 Imposto de Renda Pessoa Jurídica CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Prof. Dr. Érico Hack

Aula 3 Imposto de Renda Pessoa Jurídica CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Prof. Dr. Érico Hack Aula 3 Imposto de Renda Pessoa Jurídica CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido Prof. Dr. Érico Hack IR Pessoa Jurídica Pessoa Física equiparada à pessoa jurídica (Empresas individuais) Empresário

Leia mais

enfrentarem os desafios 2016

enfrentarem os desafios 2016 Contribuição do BNDES para as empresas Economia enfrentarem os desafios 2016 Fevereiro de 2016 1 A racionalidade da contribuição do BNDES aos desafios de 2016 Apoiar necessidades das empresas; atender

Leia mais

Apoio do BNDES para a Cadeia de P&G

Apoio do BNDES para a Cadeia de P&G Apoio do BNDES para a Cadeia de P&G Área de Insumos Básicos Novembro de 2011 1 1. BNDES e a Indústria de P&G Principais Objetivos A. Contribuir para o desenvolvimento competitivo e sustentável da Indústria

Leia mais

Departamento de Bens de Capital - BNDES O Apoio do BNDES ao Setor de Bens de capital

Departamento de Bens de Capital - BNDES O Apoio do BNDES ao Setor de Bens de capital Departamento de Bens de Capital - BNDES O Apoio do BNDES ao Setor de Bens de capital 12º Encontro da Cadeia de Ferramentas, Moldes e Matrizes - MOLDES ABM Agosto de 2014 Importância do investimento na

Leia mais

Desempenho da Indústria Catarinense

Desempenho da Indústria Catarinense FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA Desempenho da Indústria Catarinense Florianópolis, 28 de março de 2016 SANTA CATARINA e BRASIL Desempenho econômico em 2016 INDICADOR SANTA CATARINA

Leia mais

v. 01 Política comercial Reinaldo Gonçalves Professor titular UFRJ

v. 01 Política comercial Reinaldo Gonçalves Professor titular UFRJ v. 01 Política comercial Reinaldo Gonçalves Professor titular UFRJ reinaldogoncalves1@gmail.com Sumário 1. Política comercial: bidimensional 2. Política comercial: Razões 3. Instrumentos 2 Bibliografia

Leia mais

Perspectivas para a economia brasileira e a América Latina. Ilan Goldfajn Economista-Chefe e sócio Itaú Unibanco

Perspectivas para a economia brasileira e a América Latina. Ilan Goldfajn Economista-Chefe e sócio Itaú Unibanco Perspectivas para a economia brasileira e a América Latina Ilan Goldfajn Economista-Chefe e sócio Itaú Unibanco Abril 2013 1 Roteiro Internacional Recuperação moderada. Riscos de quebra menores, mas volatilidade

Leia mais

Unidade III SISTEMÁTICA DE. Profa. Lérida Malagueta

Unidade III SISTEMÁTICA DE. Profa. Lérida Malagueta Unidade III SISTEMÁTICA DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO Profa. Lérida Malagueta Pontos de vista da exportação Exportação: é o ato de vender os produtos e serviços de sua empresa em um mercado fora do território

Leia mais

PROFARMA Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde

PROFARMA Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde Banco Nacional de Desenvolvimento Econômco e Social - BNDES PROFARMA Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde Belo Horizonte dezembro/2007 1 Aprovado em maio / 2004 MACRO-OBJETIVO

Leia mais

Economia Brasileira Ciclos do Pós-Guerra

Economia Brasileira Ciclos do Pós-Guerra Economia Brasileira Ciclos do Pós-Guerra Hildo Meirelles de Souza Filho Ciclos do crescimento 1947-1980, taxas de crescimento do PIB 15,0 10,0 5,0-1948 1950 1952 1954 1956 1958 1960 1962 1964 1966 1968

Leia mais

Câmara de Comércio Exterior Secretaria Executiva

Câmara de Comércio Exterior Secretaria Executiva Câmara de Comércio Exterior Secretaria Executiva ALOÍSIO TUPINAMBÁ GOMES NETO Assessor Especial 18 de agosto de 2008 Competitividade Brasileira nas Exportações São Paulo - SP Câmara de Comércio Exterior

Leia mais

Tabela Mensal de Obrigações - Agosto/2016 Setor Contábil

Tabela Mensal de Obrigações - Agosto/2016 Setor Contábil Tabela Mensal de Obrigações - Agosto/2016 Setor Contábil Dia 03 (quarta-feira) Recolhimento do correspondente aos fatos geradores ocorridos no período de 21 a 31.07.2016, incidente sobre rendimentos de:

Leia mais

Cenários para Doméstico - Político e Econômico Global EUA e China

Cenários para Doméstico - Político e Econômico Global EUA e China Cenários para 2017 2018 Doméstico - Político e Econômico Global EUA e China 1 O FIM DE UM CICLO... 2 ... O INÍCIO DE OUTRO 3 Cenário Doméstico Político e Econômico 4 Cenário AGENDA PESADA Principais TEMAS

Leia mais

Projeto desenvolvido por:

Projeto desenvolvido por: Coordenação Geral Kennya Beatriz Siqueira Alziro Vasconcelos Carneiro Equipe Técnica Kennya Beatriz Siqueira - Pesquisadora Embrapa Gado de Leite Alziro Vasconcelos Carneiro - Analista Embrapa Gado de

Leia mais

Carga tributária brasileira por setores

Carga tributária brasileira por setores Esta publicação contempla os seguintes temas: Novembro/2016 Carga tributária brasileira por setores A carga tributária brasileira é equivalente à de países desenvolvidos e muito superior à de outros países

Leia mais

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS A INDÚSTRIA EM NÚMEROS Dezembro/2016 1. Desempenho conjuntural da indústria Principais indicadores da indústria Variável Out16/Set16 (%) dessaz. Out16/Out15 (%) Taxa acumulada nos últimos 12 meses; até

Leia mais

Brasília, 16 de dezembro de 2015 BALANÇO DE 2015 E PERSPECTIVAS PARA 2016

Brasília, 16 de dezembro de 2015 BALANÇO DE 2015 E PERSPECTIVAS PARA 2016 Brasília, 16 de dezembro de 2015 BALANÇO DE 2015 E PERSPECTIVAS PARA 2016 ECONOMIA SEGUE PARALISADA PAIS NÃO ENFRENTOU SUAS DIFICULDADES DE FORMA ADEQUADA AMBIENTE AFETADO POR INCERTEZAS ECONÔMICAS E DIFICULDADES

Leia mais

Decifrando a economia para superar a crise. com Denise Barbosa & Antonio Lacerda

Decifrando a economia para superar a crise. com Denise Barbosa & Antonio Lacerda Decifrando a economia para superar a crise com Denise Barbosa & Antonio Lacerda EUA produção industrial continua patinando 110 105 Índice base 2007 = 100 100 95 90 85 80 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 jan/13

Leia mais

BNDES e o Apoio ao Setor de P&G. André Pompeo do Amaral Mendes Gerente AIB/DEGAP Novembro / 2014

BNDES e o Apoio ao Setor de P&G. André Pompeo do Amaral Mendes Gerente AIB/DEGAP Novembro / 2014 BNDES e o Apoio ao Setor de P&G André Pompeo do Amaral Mendes Gerente AIB/DEGAP Novembro / 2014 BNDES BNDES Fundado em 20 de Junho de 1952 Empresa pública de propriedade integral da União Instrumento chave

Leia mais

Cielo Day 2011 RÔMULO DE MELLO DIAS CEO

Cielo Day 2011 RÔMULO DE MELLO DIAS CEO Cielo Day 2011 RÔMULO DE MELLO DIAS CEO CIELO EM RESUMO PRESENÇA EM MAIS DE UMAS DAS A MAIOR ADQUIRENTE E PROCESSADORA DE MEIOS DE PAGAMENTO DO BRASIL E DA AMÉRICA LATINA 98,8% DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

Leia mais

Drawback Verde-Amarelo

Drawback Verde-Amarelo Drawback Verde-Amarelo Resultados esperados Redução do custo de produção dos bens exportados e conseqüente aumento das exportações; Estímulo ao fornecimento nacional de insumos e produtos intermediários,

Leia mais

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS A INDÚSTRIA EM NÚMEROS Junho/2017 1. Desempenho conjuntural da indústria Principais indicadores da indústria Variável Abr17/Mar17 (%) dessaz. Abr17/Abr16 (%) Taxa acumulada nos últimos 12 meses; até abril

Leia mais

Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento

Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento Abril de 2008 Apresentado por Fernando Chacon Diretor de Marketing de Cartões do Banco Itaú 1 Números de Mercado 2 Mercado de Cartões 2008 Indicadores

Leia mais

MODELAGEM FISCAL E TRIBUTOS OPORTUNIDADES E DESAFIOS. Alessandro Dessimoni

MODELAGEM FISCAL E TRIBUTOS OPORTUNIDADES E DESAFIOS. Alessandro Dessimoni MODELAGEM FISCAL E TRIBUTOS OPORTUNIDADES E DESAFIOS Alessandro Dessimoni Temas abordados 1. Alta carga tributária; 2. A burocracia e entraves da legislação; 3. Interpretação restritiva do Fisco sobre

Leia mais

MACROECONOMIA (Curso de Economia Brasileira, DEP)

MACROECONOMIA (Curso de Economia Brasileira, DEP) MACROECONOMIA (Curso de Economia Brasileira, DEP) Hildo Meirelles de Souza Filho PIB Produto Interno Bruto (PIB) é o valor total do fluxo de produção atual de bens e serviços finais obtido dentro do território

Leia mais

Seminário de Crédito das Linhas do BNDES para Micro, Pequenas e Médias Empresas. Belo Horizonte - MG 01 de setembro de 2009

Seminário de Crédito das Linhas do BNDES para Micro, Pequenas e Médias Empresas. Belo Horizonte - MG 01 de setembro de 2009 Seminário de Crédito das Linhas do BNDES para Micro, Pequenas e Médias Empresas Belo Horizonte - MG 01 de setembro de 2009 Missão Banco do DESENVOLVIMENTO Competitividade e sustentabilidade Redução das

Leia mais

Coeficientes de Exportação e Importação

Coeficientes de Exportação e Importação Coeficientes de Exportação e Importação Divulgação dos Resultados da Indústria Geral e Setorial 1º Trimestre de 2011 Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior Maio de 2011 Objetivos Calcular

Leia mais

Prof. Dr. Fernando Sarti

Prof. Dr. Fernando Sarti Os Desafios do Pré-sal: Riscos e Oportunidas para o País Sessão 3: O Brasil po se tornar uma referência em petróleo em águas profundas? As Políticas Industrial e Inovação Prof. Dr. Fernando Sarti Unicamp,

Leia mais

Apoio do BNDES às Exportações

Apoio do BNDES às Exportações Apoio do BNDES às Exportações ABINEE São Paulo outubro/2015 Classificação: Documento Ostensivo - Unidade Gestora AEX Objetivos Objetivos Apoiar a exportação de bens e serviços de alto valor agregado; Aumentar

Leia mais

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Programas mobilizadores em áreas estratégicas PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS COMPLEXO INDUSTRIAL DA SAÚDE 2 Complexo Industrial da Saúde (CIS)

Leia mais

Conjuntura Nacional e Internacional Escola Florestan Fernandes, Guararema, 3 de julho de º. PLENAFUP

Conjuntura Nacional e Internacional Escola Florestan Fernandes, Guararema, 3 de julho de º. PLENAFUP Conjuntura Nacional e Internacional Escola Florestan Fernandes, Guararema, 3 de julho de 2015 5º. PLENAFUP Economia Brasileira I.54 - Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) Período Índice

Leia mais

A Cadeia Produtiva da Indústria: Desafios e Oportunidades

A Cadeia Produtiva da Indústria: Desafios e Oportunidades A Cadeia Produtiva da Indústria: Desafios e Oportunidades Workshop sobre o Marco Regulatório do Pré-Sal CNI 01.10.2009 Mensagem Inicial Pré-sal: Grande oportunidade para o Brasil Investimentos pré-sal:

Leia mais

O papel da AGRICULTURA FAMILIAR no

O papel da AGRICULTURA FAMILIAR no O papel da AGRICULTURA FAMILIAR no desenvolvimento do RS e do BRASIL Oportunidades de negócios para a Região Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul Ministro Pepe Vargas Agricultura Familiar RS Receitas

Leia mais

CENÁRIO ECONÔMICO BRASILEIRO EM TEMPOS DE CRISE. Marcelo Barros Amanda Aires

CENÁRIO ECONÔMICO BRASILEIRO EM TEMPOS DE CRISE. Marcelo Barros Amanda Aires CENÁRIO ECONÔMICO ASILEIRO EM TEMPOS DE CRISE Marcelo Barros Amanda Aires SUMÁRIO Breve retrospectiva Demanda agregada Oferta agregada Crise política (contexto econômico) Emprego Análise de cenários PIB

Leia mais

Hospital Unimed de Piracicaba. Investimentos + Fontes Financiamentos

Hospital Unimed de Piracicaba. Investimentos + Fontes Financiamentos Hospital Unimed de Piracicaba Investimentos + Fontes Financiamentos Base: 06/2007 Fontes de Financiamentos: BIRD Banco Mundial BID Banco do Brasil BNDES FINEP Ex Im Bank Crédito Mobiliário Bancos Privados.

Leia mais

CPMF Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

CPMF Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CPMF 2011 Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos 1 IMPACTO DA CPMF NA ECONOMIA 2 Volta da CPMF é uma contribuição IMPOPULAR Tema é bastante impopular para ser tratado em início de Governo. Pesquisa

Leia mais

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Rio Grande

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Rio Grande PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG Vale do Rio Grande Julho/2016 Objetivo Prover informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria no Estado de Minas Gerais e nas Regionais

Leia mais

Apoio do BNDES às Micro, Pequenas e Médias Empresas CUIABÁ - MT 28/06/2016

Apoio do BNDES às Micro, Pequenas e Médias Empresas CUIABÁ - MT 28/06/2016 Apoio do BNDES às Micro, Pequenas e Médias Empresas CUIABÁ - MT 28/06/2016 Como apoiamos? Operações Diretas Contratadas diretamente com o BNDES Operações Indiretas Instituição Financeira Credenciada Informação

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DO DRAWBACK PARA A SUSTENTABILIDADE DA CADEIA PRODUTIVA DE SUÍNOS DO BRASIL

CONTRIBUIÇÃO DO DRAWBACK PARA A SUSTENTABILIDADE DA CADEIA PRODUTIVA DE SUÍNOS DO BRASIL ANAIS CONTRIBUIÇÃO DO DRAWBACK PARA A SUSTENTABILIDADE DA CADEIA PRODUTIVA DE SUÍNOS DO BRASIL DJD TALAMINI 1 *; GN SCHEUERMANN 2 ; RA DA SILVA 2 ; JI DOS SANTOS FILHO 1 ; VG DE CARVALHO 2 1 Pesquisadores

Leia mais

Agronegócio e o Plano Nacional de Exportações

Agronegócio e o Plano Nacional de Exportações Agronegócio e o Plano Nacional de Exportações Alinne B. Oliveira Superintendente de Relações Internacionais Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil CNA 17 de novembro de 2015. O agronegócio e

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS Dezembro/2011 jan/07 mar/07 mai/07 jul/07 set/07 nov/07 jan/08 mar/08 mai/08 jul/08 set/08 nov/08 jan/09 mar/09 mai/09 jul/09

Leia mais

Edição nº 62 Gestão de outubro de ALERTA GERENCIAL ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO FEDERAL NOVO PACOTE DE DESONERAÇÕES MP 582/2012

Edição nº 62 Gestão de outubro de ALERTA GERENCIAL ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO FEDERAL NOVO PACOTE DE DESONERAÇÕES MP 582/2012 Edição nº 62 Gestão 2011-2014 05 de outubro de 2012. ALERTA GERENCIAL ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO FEDERAL NOVO PACOTE DE DESONERAÇÕES MP 582/2012 1) Desoneração da folha de salários:... 2 a) Forma de Cálculo

Leia mais

CONTEXTO DA ECONOMIA E SEUS REFLEXOS NA AMÉRICA LATINA

CONTEXTO DA ECONOMIA E SEUS REFLEXOS NA AMÉRICA LATINA CONTEXTO DA ECONOMIA E SEUS REFLEXOS NA AMÉRICA LATINA AMÉRICA LATINA AMÉRICA LATINA Quatro desafios da economia da América Latina em 2015 Crescimento moderado da economia global; Queda do preço das comodities

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Janeiro 2016

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Janeiro 2016 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Janeiro 2016 As exportações paranaenses, em janeiro, apresentaram queda de -23,15% em relação a dezembro/15. O valor exportado atingiu a US$ 871 milhões, ficando,

Leia mais

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 16/11/2010.

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 16/11/2010. OPERAÇÃO BACK TO BACK - Aspectos Contábeis Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 16/11/2010. 1 - INTRODUÇÃO 2 - TRATAMENTO FISCAL 3 - TRATAMENTO CONTÁBIL 1 - INTRODUÇÃO As chamadas operações

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre de 2011

AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre de 2011 AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre de 2011 1 AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre

Leia mais

IN 371/2002 Estudo de Viabilidade (Claro Telecom Participações S.A)

IN 371/2002 Estudo de Viabilidade (Claro Telecom Participações S.A) IN 371/2002 Estudo de Viabilidade (Claro Telecom Participações S.A) São Paulo, SP 30 de Setembro de 2014 1 IN CVM 371/2002 CPC 32 Planos de Longo Prazo 2014-2024 Ativos Fiscais Diferidos Realização Ativos

Leia mais

INDICADOR DE CUSTOS INDUSTRIAIS

INDICADOR DE CUSTOS INDUSTRIAIS INDICADOR DE CUSTOS INDUSTRIAIS Gerência-Executiva de Pesquisa e Competitividade Brasília, 24 de janeiro de 2013 Objetivo Criar um indicador trimestral que permita acompanhar a evolução dos custos industriais

Leia mais

URUGUAI. Comércio Exterior

URUGUAI. Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC URUGUAI Comércio Exterior Janeiro de 2016 Principais indicadores

Leia mais

Apresentação Institucional BNDES Departamento de Bens de Capital Programa BNDES ProBK

Apresentação Institucional BNDES Departamento de Bens de Capital Programa BNDES ProBK Apresentação Institucional BNDES Departamento de Bens de Capital Programa BNDES ProBK Fevereiro de 2016 Bruno Plattek bruno.plattek@bndes.gov.br Como apoiamos Tx. de Interm. Fin. Organização Interna Área

Leia mais

RESULTADOS ECONÔMICOS - Números do Sistema Sicredi - Números da Cooperativa - Demonstrações Financeiras Consolidadas - Desenvolvimento Regional

RESULTADOS ECONÔMICOS - Números do Sistema Sicredi - Números da Cooperativa - Demonstrações Financeiras Consolidadas - Desenvolvimento Regional Sicredi Parque das Araucárias PR/SC RELATÓRIO ANUAL RESULTADOS ECONÔMICOS - Números do Sistema Sicredi - Números da Cooperativa - Demonstrações Financeiras Consolidadas - Desenvolvimento Regional RELATÓRIO

Leia mais

Produtividade e Eficiência. Pedro Cavalcanti Ferreira Fundação Getulio Vargas

Produtividade e Eficiência. Pedro Cavalcanti Ferreira Fundação Getulio Vargas Produtividade e Eficiência Pedro Cavalcanti Ferreira Fundação Getulio Vargas Introdução Países são pobres não só porque possuem relativamente menos (e piores) fatores de produção, mas porque organizam

Leia mais

Panorama da Economia Nacional e Internacional. Módulo CI RODRIGO BARBATI ATUALIDADES

Panorama da Economia Nacional e Internacional. Módulo CI RODRIGO BARBATI ATUALIDADES Panorama da Economia Nacional e Internacional Módulo CI Economia Internacional * Europa faz acordo para sair da crise dez/2011 * Os líderes europeus anunciaram em dezembro - que chegaram a um acordo para

Leia mais

COMPETIÇÃO FISCAL E DESIGUALDADES REGIONAIS

COMPETIÇÃO FISCAL E DESIGUALDADES REGIONAIS COMPETIÇÃO FISCAL E DESIGUALDADES REGIONAIS FEDERALISMO E ASPECTOS DA GESTÃO PÚBLICA DO PARÁ Belém-Pará-Brasil Agosto/2005 OBJETIVO Apresentar no contexto do tema Competição Fiscal e Desigualdades Regionais

Leia mais

Painel: O desempenho econômico brasileiro no cenário mundial

Painel: O desempenho econômico brasileiro no cenário mundial XIX Congresso Brasileiro de Economia Painel: O desempenho econômico brasileiro no cenário mundial Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda aclacerda@pucsp.br Bonito, 09 de Setembro de 2011. Page 1 Economia

Leia mais

Seminário Internacional sobre o Projeto de Reforma Tributária Comissão Especial da Reforma Tributária Câmara dos Deputados

Seminário Internacional sobre o Projeto de Reforma Tributária Comissão Especial da Reforma Tributária Câmara dos Deputados Seminário Internacional sobre o Projeto de Reforma Tributária Comissão Especial da Reforma Tributária Câmara dos Deputados O Funcionamento do Fundo de Equalização de Receitas Brasília Março de 2009 1 Principais

Leia mais

PIS/COFINS SOBRE RECEITAS FINANCEIRAS: alcance e inconstitucionalidade do Decreto 8.426/2015

PIS/COFINS SOBRE RECEITAS FINANCEIRAS: alcance e inconstitucionalidade do Decreto 8.426/2015 1 2 PIS/COFINS SOBRE RECEITAS FINANCEIRAS: alcance e inconstitucionalidade do Decreto 8.426/2015 Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil 18 de junho de 2015 1. Introdução 3 Lei 10.637/02 e 10.833/03

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO E O INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASIL-PORTUGAL

DESENVOLVIMENTO DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO E O INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASIL-PORTUGAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA EXECUTIVA DESENVOLVIMENTO DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO E O INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASIL-PORTUGAL BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

Leia mais

SEMINÁRIO DE COMÉRCIO INTERNACIONAL: CENÁRIO ANTIGLOBALIZAÇÃO E RESTRIÇÕES DA OMC A POLÍTICAS INDUSTRIAIS 27/04/2016

SEMINÁRIO DE COMÉRCIO INTERNACIONAL: CENÁRIO ANTIGLOBALIZAÇÃO E RESTRIÇÕES DA OMC A POLÍTICAS INDUSTRIAIS 27/04/2016 SEMINÁRIO DE COMÉRCIO INTERNACIONAL: CENÁRIO ANTIGLOBALIZAÇÃO E RESTRIÇÕES DA OMC A POLÍTICAS INDUSTRIAIS 27/04/2016 EQUIPE Programas brasileiros contestados Inovar-Auto Lei de Informática PADIS PATVD

Leia mais

Contas Nacionais Trimestrais

Contas Nacionais Trimestrais Contas Nacionais Trimestrais Indicadores de Volume e Valores Correntes 2º Trimestre de 2013 Coordenação de Contas Nacionais 30 de agosto de 2013 Tabela Resumo Principais resultados do PIB a preços de mercado

Leia mais

Apresentação de Fernando Varella Economista e Diretor da Protec

Apresentação de Fernando Varella Economista e Diretor da Protec Comprometimento dos Recursos Financeiros do Governo com os Juros da Dívida Pública X Insuficientes Recursos para Inovação e Desenvolvimento Tecnológico Apresentação de Fernando Varella Economista e Diretor

Leia mais

Apresentação Semanal. De 21 de março a 01 de abril de Matheus Rosignoli

Apresentação Semanal. De 21 de março a 01 de abril de Matheus Rosignoli 1 Apresentação Semanal De 21 de março a 01 de abril de 2016 Matheus Rosignoli mrosignoli@santander.com.br Indicadores e eventos da última semana Feb-10 Jun-10 Oct-10 Feb-11 Jun-11 Oct-11 Feb-12 Jun-12

Leia mais

Os desafios da economia. Economista Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Outubro/2014

Os desafios da economia. Economista Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Outubro/2014 Os desafios da economia Economista Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Outubro/2014 Os desafios da economia Correção dos rumos da política econômica. Muito mais do que necessidade: É inevitável. Sem ajustes:

Leia mais

NORDESTE:desenvolvimento recente e desafios para o futuro

NORDESTE:desenvolvimento recente e desafios para o futuro 1a Conferência Regional sobre Determinantes Sociais da Saúde NORDESTE:desenvolvimento recente e desafios para o futuro Tania Bacelar de Araujo Profa. UFPE Sócia da CEPLAN Recife, 2 de setembro de 2013

Leia mais