UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO INSTITUTO QUALITTAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA CURSO DE PATOLOGIA CLÍNICA VETERINÁRIA

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1 UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO INSTITUTO QUALITTAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA CURSO DE PATOLOGIA CLÍNICA VETERINÁRIA LEVANTAMENTO DE EXAMES CITOLÓGICOS REALIZADOS NA REGIÃO DA GRANDE FLORIANÓPOLIS, NO ESTADO DE SANTA CATARINA, BRASIL, NO PERÍODO DE JULHO 2008 A DEZEMBRO DE Joice Ferreira de Macedo Zacchi Rio de Janeiro, fev. 2010

2 JOICE FERREIRA DE MACEDO ZACCHI Aluna do Curso de pós-graduação em Patologia Clínica Veterinária LEVANTAMENTO DE EXAMES CITOLÓGICOS REALIZADOS NA REGIÃO DA GRANDE FLORIANÓPOLIS, NO ESTADO DE SANTA CATARINA, BRASIL, NO PERÍODO DE JULHO 2008 A DEZEMBRO DE Trabalho monográfico de conclusão do curso de pós-graduação em Patologia Clínica Veterinária (TCC), apresentado à UCB como requisito parcial para a obtenção do título de Especialista em Patologia Clínica Veterinária, sob orientação do prof. Nayro Xavier de Alencar. Rio de Janeiro, fev. 2010

3 LEVANTAMENTO DE EXAMES CITOLÓGICOS REALIZADOS NA REGIÃO DA GRANDE FLORIANÓPOLIS, NO ESTADO DE SANTA CATARINA, BRASIL, NO PERÍODO DE JULHO 2008 A DEZEMBRO DE Elaborado por Joice Ferreira de Macedo Zacchi Aluna do Curso de pós-graduação em Patologia Clínica Veterinária da UCB Foi analisado e aprovado com grau:... Rio de Janeiro, de de Membro Membro Professor Orientador Presidente Rio de Janeiro, fev ii

4 Dedico este trabalho ao meu marido Fernando e ao meu filho Eduardo, assim como aos meus pais, sogros e amigos, pela ajuda e paciência no decorrer deste caminho e, a Suselane Alessio Erthal por ter me dado a oportunidade de começar no laboratório, e ensinar tudo o que sei. iii

5 Agradecimentos Aos meus familiares pela paciência e carinho dedicados a mim, os quais foram imprescindíveis para esta conquista; A Marilza, Rogério e Graziela Miranda pelo companheirismo, pela oportunidade de estar com vocês, e por tornarem isto possível; Dra Vanessa Bonatelli pela sua amizade, dedicação profissional, e suas excelentes coletas citológicas, que me ajudam muito a aprender citologia e aperfeiçoar meus conhecimentos; E em especial aos meus amigos, e também chefes, no Laboratório Veterinário Amigo dos Bichos da grande Florianópolis, Dr. Luiz A. Erthal e Suselane Alessio Erthal, que proporcionaram condições para o meu progresso profissional e permitiram a divulgação dos dados deste trabalho. Obrigada Nani por tudo que você me ensinou e ensina até hoje, principalmente citologia. iv

6 RESUMO Este trabalho teve como objetivo realizar um estudo retrospectivo dos exames citológicos realizados no Laboratório Veterinário Amigo dos Bichos, da grande Florianópolis, no período de julho de 2008 a dezembro de 2009, enviadas pelas clínicas e consultórios veterinários particulares da região, e ocasionalmente, de outras cidades de Santa Catarina. Foi realizado, neste período, um total de 566 exames citológicos, sendo 236 (41,7%) das amostras diagnosticadas como neoplásicas; 261 (46,1%) como não neoplásicas e, 69 (12,2%) como amostras não diagnósticas. Dentre as não neoplásicas, as lesões inflamatórias foram mais freqüentes, correspondendo a 64% delas. Das amostras 70,3% eram amostras cutâneas. A principal faixa etária acometida nos caninos foi de 6 a 10 anos de idade, e nos felinos de 10 a 12 anos de idade. Entre os caninos machos a neoplasia de células redondas foi a mais diagnosticada, sendo 40% de Mastocitomas. Nas fêmeas caninas, os carcinomas e adenocarcinomas de mamas foram mais freqüentes, com 44,9% das neoplasias epiteliais. As neoplasias epiteliais e mesenquimais apresentaram percentuais parecidos nos felinos, predominando o carcinoma de células escamosas e o fibrossarcoma. Os cães sem raça definida (s.r.d.) e das raças Poodle e Boxer apresentaram maior número de casos de neoplasias, sendo que dos 18 casos na raça Boxer, 11 casos ou 61,1%, foram de Mastocitomas. v

7 ABSTRACT This paper aims to make a retrospective study of cytology exams of Veterinary Laboratory Amigo dos Bichos, of Florianopolis, from July 2008 to December 2009, provided by clinics and privately veterinarians in the region, and occasionally, other Santa Catarina s cities. In this period was carried out, a total of 566 smears, being 236 (41.7%) of samples diagnosed as neoplastic, 261 (46.1%) non-neoplastic and 69 (12.2%) non-diagnostic samples. In non-neoplastic, inflammatory lesions were more frequent, representing 64% of them. In the samples 70.3% were skin samples. The main age group affected in dogs was 6 to 10 years of age, and felines between 10 to 12 years old. Round cell tumors were the most diagnosed, being 40% mast cell tumors. In female dogs, carcinomas and adenocarcinomas of the breast were more frequent, being 44.9% of epithelial neoplasms. The mesenchymal and epithelial neoplasms showed percentages similar in cats, predominantly squamous cell carcinoma and fibrosarcoma. The dogs breeds Poodle and Boxer, as well as mongrel dogs, had the highest number of cancer s cases. In the Boxer, from 18 cases, 11 cases (61.1%) were mast cell tumors. vi

8 SUMÁRIO RESUMO... LISTA DE TABELAS... LISTA DE FIGURAS... LISTA DE GRÁFICOS... v ix x xi 1 INTRODUÇÃO Objetivo Importância da Citologia na Clínica Veterinária O Valor Diagnóstico da Citologia CLASSIFICAÇÕES CITOLÓGICAS DAS LESÕES SUBTIPOS DAS LESÕES NÃO NEOPLÁSICAS Tecidos normais ou hiperplásicos Formações Císticas Lesões Inflamatórias Purulenta ou Neutrofílica Histiocítica ou Macrofágica Piogranulomatosa ou Mista Eosinofílica vii

9 3.3.5 Linfocítica ou Plasmocítica Resposta à lesão tecidual Calcinose cutânea, tumoral ou circunscrita Tecido de Granulação Hematoma Higroma e Seroma Mucocele ou Sialocele LESÕES NEOPLÁSICAS Neoplasias Epiteliais Neoplasias Mesenquimais ou Mesenquimatosas Neoplasias de Células Arredondadas Neoplasias de Núcleos Livres AMOSTRAS NÃO DIAGNÓSTICAS MATERIAL E MÉTODO RESULTADOS DISCUSSÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS viii

10 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Classificação geral das lesões não neoplásicas e suas respectivas quantidades e percentuais, no período de julho 2008 a dezembro de Tabela 2 - Distribuição das citologias por sexo entre as espécies Tabela 3 Distribuição das principais lesões não neoplásicas encontradas no período e número de amostras correspondentes Tabela 4 Distribuição geral das lesões neoplásicas entre as raças de felinos ix

11 LISTA DE FIGURAS Figura 1- Organismos, intracelulares, causadores de Esporotricose. Coloração MGG, 100X Figura 2- Presença de bacilos corados negativamente, em aspirado citológico. Coloração MGG, 100x Figura 3- Tumor de Mastócitos. Aspirado de lesão nodular cutânea em canino. Coloração MGG, 100x Figura 4- Imagem aproximada de Mastocitoma. Coloração MGG, 1000x Figura 5- Carcinoma de Células Escamosas. Coloração MGG, 400x Figura 6- Fibrossarcoma felino. Coloração MGG, 1000x x

12 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 Valores encontrados entre os principais tipos de neoplasias diagnosticadas e entre os caninos, no período de jul 2008 a dez Gráfico 2 - Principais Neoplasias diagnosticadas entre os 76 caninos machos Gráfico 3 - Principais Neoplasias diagnosticadas entre as 137 fêmeas caninas Gráfico 4 Número de Mastocitomas diagnosticados entre os caninos machos e fêmeas, no período de jul 2008 a dez Gráfico 5 Valores encontrados entre os principais tipos de neoplasias diagnosticadas nos felinos, no período de jul 2008 a dez Gráfico 6- Principais tumores epiteliais e mesenquimais diagnosticados em felinos xi

13 12 1 INTRODUÇÃO 1.1 Objetivo O presente levantamento dos diagnósticos citológicos de lesões em cães e gatos tem o objetivo de registrar e enriquecer os conhecimentos existentes nesta área, e divulgar aos colegas veterinários e a comunidade em geral, os dados obtidos na região da grande Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, no período de julho de 2008 a dezembro de 2009, onde a publicação de trabalhos semelhantes ainda é pequena. Desta forma podemos comparar os dados de outras regiões, e ganhar conhecimento sobre a casuística dos diagnósticos citológicos mais encontrados na região, a distribuição por sexo, faixa etária, raça, local de coleta no animal, e neoplasias mais freqüentes. 1.2 Importância da Citologia na Clínica Veterinária A análise citológica é uma ferramenta diagnóstica crescente na Medicina Veterinária, que vem sendo reconhecida e divulgada através dos clínicos. Citologia é feita de forma simples, rápida, pouco invasiva, de baixo custo e com boa aceitação pelos proprietários (BASSO et al., 2008). É utilizada para determinação do diagnóstico definitivo ou diferencial, definir um prognóstico e o tratamento mais adequado. Diferencia as lesões em tecido hiperplásico ou normal; massas císticas; inflamação celular; resposta à lesão

14 13 tecidual; neoplasias; e amostras não diagnósticas (FERREIRA, 2008). Indicada para análise citológica de efusões cavitárias e corpóreas, sedimentos urinários, linfonodos, órgãos parenquimatosos e glândulas, tumorações e massas em geral (RASKIN e MEYER, 2003). As alterações cutâneas representam grande parte do percentual de atendimentos na rotina das clínicas veterinárias (SCOTT et al., 2001) (PENA, 2007) e conseqüentemente as amostras cutâneas representam a maior parte das análises citológicas (SISCHO et al., 1989), agregando valor à consulta e beneficiando o trabalho dos clínicos veterinários. 1.3 O Valor Diagnóstico da Citologia A qualidade do diagnóstico citológico está diretamente ligada ao valor da amostra na coleta, no preparo, no transporte e, também no preenchimento das informações, históricos e dados clínicos dos animais (BASSO, 2008 apud ROCHA, 2008). Maioria dos clínicos veterinários possui a responsabilidade de obter amostras que sejam representativas da lesão, de preparar lâminas que possibilitem uma boa análise citológica do material e enviar ao laboratório. Informações básicas sobre a melhor técnica de coleta, de acordo com o tipo de lesão e de material aspirado, assim como experiência prática e habilidade na coleta, são fundamentais para conseguir amostras citológicas de alto valor diagnóstico (COWELL et al., 2009). A citologia muitas vezes, por si só é diagnóstica ou uma maneira de elucidar o tipo de lesão presente. A falta de um correto preenchimento dos campos das requisições citológicas, tanto dos dados completos dos animais, como espécie, raça, sexo e, principalmente idade, quanto das características das lesões coletadas e seu histórico clínico, dificultaram, neste levantamento, o estudo dos casos examinados.

15 14 2 CLASSIFICAÇÕES CITOLÓGICAS DAS LESÕES Segundo RASKIN e MEYER (2003) a citologia tem como objetivo, a classificação das lesões em tecidos normais ou hiperplásicos; formações císticas; lesões inflamatórias; resposta à lesão tecidual; e neoplasias. 3 SUBTIPOS DAS LESÕES NÃO NEOPLÁSICAS As lesões citológicas não neoplásicas podem ser: 3.1 Tecidos normais ou hiperplásicos: quando ocorre aumento tecidual não neoplásico com predomínio de células maduras, apresentando uniformidade de tamanho e morfologia. Exemplo de hiperplasias mais freqüentemente encontradas é hiperplasia vaginal; hepatomegalia e esplenomegalia; hiperplasia de linfonodos e próstata (RASKIN e MEYER, 2003). 3.2 Formações Císticas: São formações preenchidas com material líquido ou semi-sólido e geralmente com baixa celularidade. Como exemplos os Seromas, Higromas, Mucocele ou Sialocele, Cisto de Glândula Apócrina, Cisto Epidérmico ou Folicular, Cistos de Mama e Próstata (RASKIN e MEYER, 2003).

16 Lesões Inflamatórias: São denominadas de acordo com o tipo celular predominante (RASKIN e MEYER, 2003; COWELL et al., 2009). da população celular; Purulenta ou Neutrofílica: neutrófilos constituem mais de 85% são macrófagos. Chamados de Granulomas; Histiocítica ou Macrofágica: mais de 15% da população celular Piogranulomatosa ou Mista: população celular formada por neutrófilos e macrófagos, podendo ter linfócitos, plasmócitos, eosinófilos e mastócitos em pequenas quantidades. células inflamatórias Eosinofílica: eosinófilos são mais de 10% da população das Linfocítica ou Plasmocítica: predomínio de linfócitos pequenos a médios e plasmócitos, entre outras células inflamatórias. 2009) 3.4 Resposta à lesão tecidual (RASKIN e MEYER, 2003; COWELL et al.,

17 Calcinose cutânea, tumoral ou circunscrita: ocorre mineralização da pele, tecido periarticular ou subcutâneo, respectivamente, apresentando aspecto arenoso. Pode ser classificada como distrófica, ou idiopática ou metastática Tecido de Granulação: quando ocorre proliferação de fibroblastos em resposta a uma lesão tecidual crônica, causando aumento de volume local Hematoma: formação que contem fluido vermelho, com células sanguíneas, alto valor protéico, e normalmente sem plaquetas Higroma e Seroma: tumefações teciduais flutuantes, com líquido claro com baixa celularidade de células mononucleares. saliva no tecido subcutâneo Mucocele ou Sialocele: aumento de volume pela acumulo de

18 17 4 LESÕES NEOPLÁSICAS Neoplasia é a proliferação anormal de um tecido, cujo crescimento descontrolado não sofre influencia dos mecanismos de gerenciamento do organismo, tornando-se prejudicial a este. RASKIN e MEYER (2003) classificam as lesões neoplásicas dividindo-as em quatro categorias, de acordo com suas características citomorfológicas: superfícies de revestimentos; 4.1 Neoplasias Epiteliais- origem de tecido glandular, parenquimatoso e 4.2 Neoplasias Mesenquimais ou Mesenquimatosas- origem do mesenquima do tecido embrionário; hematopoiéticas; 4.3 Neoplasias de Células Arredondadas- geralmente associadas a células 4.4 Neoplasias de Núcleos Livres- origem endócrina e neuroendócrina.

19 18 5 AMOSTRAS NÃO DIAGNÓSTICAS São amostras que não forneceram condições mínimas para um diagnóstico citológico. Podem ser por lesões de difícil esfoliação, levando a escassez celular; ou material e local de coleta inapropriado; ou preparação de lâminas com material necrótico, sobrepostos ou espessos, e/ou excesso de células rompidas; ou mau armazenamento das lâminas citológicas. 6 MATERIAL E MÉTODOS O levantamento dos exames citológicos do Laboratório Veterinário Amigo dos Bichos, no período de julho de 2008 a dezembro de 2009, foi feito através das fichas e protocolos do laboratório, de todos os exames realizados no período, catalogando os nomes dos animais, a espécie, a raça, o sexo, a idade, o local de coleta e lesão, e o diagnóstico citológico, para posterior correlação e estudo dos dados. Os diagnósticos citológicos foram baseados, principalmente, nas classificações e especificações descritas por RASKIN e MEYER (2003); COWELL et al., (2009).

20 19 7 RESULTADOS Durante esse período foram realizadas 566 citologias, sendo 315 amostras de lesões cutâneas, oriundas de clínicas e consultórios particulares da região da Grande Florianópolis e, eventualmente de outras cidades catarinenses. Dos 566 exames, 261 (46,1%) foram diagnosticadas como lesões Não Neoplásicas, 236 (41,7%) como Neoplásicas, e 69 (12,2%) como não diagnósticas. Como representadas na Tabela 1, as lesões Inflamatórias representaram 64% dos casos. Tabela 1 Classificação geral das lesões não neoplásicas e suas respectivas quantidades e percentuais, no período de julho 2008 a dezembro de NÃO NEOPLÁSICAS NÚMERO DE AMOSTRAS % Lesões Inflamatórias Formações Císticas 35 13,4 Resposta à lesão tecidual 33 12,65 Tecidos Normais ou Hiperplasias 26 9,95 Total

21 20 A lesão inflamatória Piogranulomatosa, apresentou maior percentual entre todas as lesões inflamatórias, com 67,6% ou 113 amostras. Podemos ressaltar a presença de um caso de Esporotricose felina, cujo animal oriundo do Rio de Janeiro, diagnosticado pela citologia (figura 1) e confirmado, posteriormente, pela cultura fúngica. Estudos sobre a epidemiologia, diagnósticos e tratamentos da esporotricose já foram realizados por vários autores, como MAYA (2007) e PAULA (2008). Assim como, destaque para um raro caso de Síndrome do Granuloma Lepróide Canino, sugerido através da citologia, por apresentar estruturas bacterianas não coradas ou em negativo, intracelulares (figura 2). Esta síndrome foi descrita por BIONDI (2009). Das formações císticas, os cistos epidérmicos ou foliculares, predominaram sobre os outros tipos, correspondendo a 68,6%. As hiperplasias linfóides representaram 80% das lesões hiperplásicas e, os tecidos de granulação 39,4% das respostas à lesão tecidual. Figura 1- Organismos, intracelulares, causadores de Esporotricose. Coloração May Grunwald Giemsa (MGG), 100X.

22 21 Figura 2- Presença de bacilos corados negativamente, em aspirado citológico. Coloração Instantânea, 100x Foram examinadas amostras de 519 caninos, 46 felinos e uma tartaruga tigre d água. De acordo com a distribuição pelo sexo, ocorreram mais análises citológicas entre as fêmeas (Tabela 2). Tabela 2 - Distribuição das citologias por sexo entre as espécies CANINOS FELINOS TARTARUGA TOTAL MACHOS FÊMEAS TOTAL As lesões não neoplásicas mais diagnosticadas na rotina dos exames citológicos estão listadas na Tabela 3, e relacionadas ao número total de amostras que corresponderam a cada uma delas.

23 22 Tabela 3 Distribuição das principais lesões não neoplásicas encontradas no período e número de amostras correspondentes. DIAGNÓSTICO CITOLÓGICO Inflamação Piogranulomatosa NÚMERO DE AMOSTRAS 114 Infl. Neutrofílica 21 Infl. Eosinofílica 14 Infl. Macrofágicas 3 Paniculites ou Esteatites 13 S. Granuloma Lepróide 1 Esporotricose 1 Cisto epidérmico 24 Cisto mamário 7 Cisto Glândula Apócrina 2 Calázio ou cisto Meibomius 2 Tecido de granulação 13 Mucocele/ Sialocele 9 Seroma/ Higroma 7 Hematoma 2 Calcinose 2 Hiperplasia Linfóide 12 Hiperplasia Glândula Salivar 2 Hiperplasia mamária 1 Tecidos normais 11 Total 261

24 23 Dos 566 exames realizados nesse período, 236 (41,7%) amostras foram diagnosticadas como Neoplásicas. As neoplasias epiteliais, mesenquimais e de células redondas, obtiveram percentuais semelhantes de resultados encontrados entre todas as amostras neoplásicas. No geral, tanto as neoplasias epiteliais, quanto as de células redondas representaram 32,2% das amostras. As mesenquimais 31% e, outros 4,6% distribuídos entre os tumores mistos de mama e tumores testiculares (Gráfico 1). Gráfico 1 Valores encontrados entre os principais tipos de neoplasias diagnosticadas e entre os caninos, no período de jul 2008 a dez Lesões Neoplásicas Caninos Machos Caninos fêmeas Neoplasias Céls Redondas Neoplasias Epiteliais Neoplasias Mesenquimais Os tumores de Células Redondas foram os mais encontrados nas citologias de caninos, sendo 73 casos (34,2%) entre os 213 diagnósticos neoplásicos. Destes, 33 casos foram de Mastocitoma (45,2%). Entre os sexos, 76 diagnósticos citológicos de neoplasias ocorreram em machos, e 137 em fêmeas. Nos machos, 40 casos foram de tumores de células redondas (52,6%) principalmente mastocitomas (Gráfico 2).

25 24 Gráfico 2 - Principais Neoplasias diagnosticadas entre os 76 caninos machos. Entre as fêmeas, 52 casos foram de neoplasias epiteliais, representadas pelos carcinomas e adenocarcinomas mamários (34,6%) e 33 de tumores de células redondas, com destaque para os mastocitomas (51,5%), Figuras 3 e 4. As principais neoplasias encontradas em caninos fêmeas estão listadas no Gráfico 3, e a distribuição dos números de casos de mastocitomas entre os sexos no Gráfico 4. Os Lipomas foram as neoplasias mesenquimais mais diagnosticadas nesse período, com 35,6%. Cães da raça Boxer foram os mais acometidos pelos mastocitomas, correspondendo a um terço dos casos; fêmeas da raça Poodle e sem raça definida, apresentaram maior número de casos de carcinomas e adenocarcinomas, principalmente mamários (63,6%).

26 25 Gráfico 3 - Principais Neoplasias diagnosticadas entre as 137 fêmeas caninas. Gráfico 4 Número de Mastocitomas diagnosticados entre os caninos machos e fêmeas, no período de jul 2008 a dez Total de amostras Neop. Céls Redondas Mastocitomas 0 todos os caninos Caninos machos Caninos fêmeas

27 26 Figura 3- Tumor de Mastócitos. Aspirado de lesão nodular cutânea em canino. Coloração MGG, 100x. Figura 4- Mastocitoma. Coloração MGG, 1000x

28 27 Foram analisadas no total 46 amostras citológicas de felinos, e 18 obtiveram diagnósticos de lesões neoplásicas (39%), representadas no Gráfico 5. Os tumores mais diagnosticados foram os Carcinomas de Células Escamosas (Figura 5) entre as neoplasias epiteliais, com aproximadamente 28% dos casos. Os Fibrossarcomas (Figura 6) foram as principais neoplasias mesenquimais, com 16,7% (Gráfico 6). Os Carcinomas foram mais frequentes nos machos sem raça definida, e os Fibrossarcomas em fêmeas da raça persa (Tabela 4). Gráfico 5 Valores encontrados entre os principais tipos de neoplasias diagnosticadas nos felinos, no período de jul 2008 a dez Total lesões felinos machos Felinos fêmeas Neoplasias Epiteliais Neoplasias Mesenquimais Neoplasias De Céls Redondas Tabela 4 Distribuição geral das lesões neoplásicas entre as raças de felinos. Neoplasias S.R.D. PERSA SIAMES Epiteliais 9-1 Mesenquimais Células Redondas Total

29 28 Gráfico 6 Principais tumores epiteliais e mesenquimais diagnosticados em felinos. Figura 5- Carcinoma de Células Escamosas. Coloração MGG, 400x.

30 29 Figura 6- Fibrossarcoma felino. Coloração MGG, 1000x. Infelizmente, devido ao não preenchimento adequado das requisições citológicas, não foi possível realizar um estudo sobre os métodos de coleta das amostras, assim como pela falta de informações sobre os dados dos animais, 152 casos ou 26,8% das amostras totais, foram catalogadas com idades indefinidas, não podendo ser incluídas relacionadas às faixas etárias. Houve 69 amostras citológicas não diagnósticas correspondendo a 12% do total de amostras citológicas. No geral, a maior número de lesões neoplásicas ocorreu em animais com idades de 8 a 12anos. Nos caninos observou-se um discreto predomínio das lesões em animais na faixa de 8 anos, mas variando entre 7 a 10 anos. Os felinos apresentaram maior número de diagnósticos neoplásicos em animais com 10 e 12 anos.

31 30 8 DISCUSSÃO Segundo COWELL et al., (2009) cães e gatos apresentam alta incidência de neoplasias cutâneas e subcutâneas, podendo representar, em alguns estudos, 67,5% de todos os tumores caninos. No presente estudo, dos 213 diagnósticos de neoplasia em caninos, 135 eram amostras cutâneas, representando 63,3% dos tumores examinados, assemelhando-se ao relato por esse autor. Muitos autores relatam sobre as vantagens, facilidades, e a importância da citologia como ferramenta diagnóstica na clínica veterinária (BASSO et al., 2008; FERREIRA, 2008) levando ao aumento do número de exames citológicos sobre os histopatológicos (FRANCISCO et al., 2008). No presente estudo, as lesões não neoplásicas e não inflamatórias, como cistos, hiperplasias e respostas teciduais às lesões, constituíram 36% das amostras, superando o mencionado por RASKIN e MEYER (2003) de aproximadamente 10% de lesões cutâneas. As formações císticas epidermóides predominaram sobre os outros tipos de cistos, correspondendo a 68,6%. Este predomínio também foi descrito por LIMA JÚNIOR (2007a), porém diferenciando no percentual encontrado dos cistos epidérmicos de 57%. Em outro trabalho, LIMA JÚNIOR (2007b) teve predomínio de lesão inflamatória neutrofílica (68,86%), discordando com os dados deste estudo, onde as lesões inflamatórias piogranulomatosas ou mistas foram as mais encontradas (67,6%). O tumor cutâneo mais encontrado foi o mastocitoma. Os Mastocitomas são os tumores cutâneos mais freqüentes em cães, relatados por muitos autores (VAIL, 1996; BELLEI, 2006; OLIVEIRA, 2007) e corresponderam a 34,3% das amostras cutâneas

32 31 estudadas. Percentual este, mais alto que o achado por BELLEI (2006) de 13,4% dos diagnósticos histopatológicos e ALENCAR (2006) com 10,04% das amostras citológicas. PIRES (2007) apresentou o maior índice dos diagnósticos citológicos, com 85,72% das amostras. Cães da raça Boxer tiveram 33% dos casos de mastocitomas. Na rotina laboratorial de citologia, observamos uma predileção desta raça, assim como os animais sem raça definida, por tumores de células redondas, incluindo os mastocitomas. Esse fato é reforçado por alguns autores (PATNAIK et al., 1984; VAIL, 1996; MILLER, 1995; MARTINS, 2008). De acordo com os dados de mastocitomas obtidos entre cães machos e fêmeas, 52,6% e 51,5%, respectivamente, podemos sugerir não haver predileção entre os sexos. Resultados semelhantes foram obtidos por BELLEI (2006) relatando KALDRYMIDOU (2002); ROSSI (2008); FERREIRA (2008) citando SCOTT, MILLER e GRIFFIN (1996); GOLDSCHMIDT e HENDRICK (2002). Nas fêmeas da espécie canina, os mastocitomas ficaram em segundo lugar, após os adenocarcinomas e carcinomas mamários. Este fato confirma o relatado por RASKIN e MEYER (2003), que os tumores de glândula mamária são os principais tumores em cadelas, com maior freqüência para o adenocarcinoma, seguido das neoplasias cutâneas caninas. SÁ (2008) também realizou um trabalho sobre a importância da citologia e histopatologia no diagnóstico de tumores de mama, ressaltando a alta ocorrência de carcinomas e adenocarcinomas mamários. Nos felinos, o Carcinoma de Células Escamosas ou Carcinoma Epidermóide foi a neoplasia cutânea mais encontrada, representando 27,7% das amostras. Para RASKIN e MEYER (2003); YAGER e WILCOCK (1994) os carcinomas de células escamosas são

33 32 responsáveis por 15% das neoplasias cutâneas em gatos. De acordo com MAFFEZZOLLI e ZOTTI (2007) e SOBERANO (2006) são os tumores mais comuns. Todos os casos de carcinoma epidermóide, neste trabalho, acometeram gatos machos, porém outros estudos relatam não haver predileção sexual (RUSLANDER et al., 1997). Fibrossarcoma foi a segunda neoplasia felina mais diagnosticada (16,7%). São as mais freqüentes entre as neoplasias mesenquimais em felinos, porém de baixa incidência estatística (MARTINS, 2008). RASKIN e MEYER (2003) relatam ser a quarta neoplasia cutânea mais comum de gatos. Ocorreram mais em fêmeas (66,7%) do que em machos (33,3%), aproximando-se do encontrado por FERNANDES (2009), com 25% de casos em machos e 75% em fêmeas. Porém, apenas três casos de Fibrossarcoma neste estudo e nove relatados pelo autor, constituem uma amostragem muito pequena para pressupor uma predileção sexual. A faixa etária de maior número de casos de neoplasias em caninos foi de 8 a 12 anos (PIRES et al., 2007; SPADER et al., 2006), com idade média de 8 anos, principalmente nos animais acometidos de mastocitomas (ROSSI, 2008; FERREIRA, 2008; MARTINS, et al., 2008). Os carcinomas de células escamosas ocorreram em animais idosos, com idade média de 11 anos (MAFFEZZOLLI e ZOTTI, 2007). As idades dos animais que apresentaram fibrossarcomas não foram informadas.

34 33 9 CONCLUSÕES O exame citológico de lesões em pequenos animais é uma ferramenta diagnóstica essencial na clínica veterinária. Pela sua praticidade, baixo custo e confiabilidade vêm sendo divulgada e solicitada com mais freqüência entre os veterinários. Além de propiciar um diagnóstico definitivo ou diferencial, disponibiliza informações importantes sobre a lesão, sugerindo um adequado tratamento clínico e prognóstico, ou esclarecimentos sobre o tipo de lesão presente. Porém, para determinar um diagnóstico citológico, é essencial haver uma interação direta entre os clínicos veterinários e o patologista, com acesso as informações completas dos dados do animal, do local e das características da lesão, assim como da evolução e do histórico clínico do animal, da técnica de coleta empregada, e da suspeita clínica. Concluímos que as amostras cutâneas de cães e gatos são as mais enviadas ao laboratório para análise citológica. As neoplasias de Células Redondas são as mais freqüentes nos caninos, principalmente os Mastocitomas, ocorrendo predileção por cães da raça Boxer e os cães sem raça definida. Nos felinos, o carcinoma de células escamosas e o fibrossarcoma, se destacaram entre as outras neoplasias.

35 34 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALENCAR, N. X. et al. Estudo retrospectivo de diagnóstico citológico de neoplasia em cães e gatos junho de 2002 a dezembro de In: 34 Congresso Brasileiro de Veterinária, 2007, Santos SP. 34º Congresso Brasileiro de Veterinária, BASSO, Karina Maria et al. Implantação do diagnostico citopatológico na clínica oncológica de pequenos animais. Veterinária e Zootecnia. Paraná, supl. ao v.15, n.3, p. 9-11, dez BELLEI, Maria Helena Mendonça et al. Prevalência de neoplasias cutâneas diagnosticadas em caninos no estado de Santa Catarina, Brasil, no período entre 1998 a Revista de Ciências Agroveterinárias, Lages, v.5, n.1, p , BIONDI, Flávia et al. Síndrome do Granuloma Lepróide Canino Relato de Caso. Medvep - Revista Científica de Medicina Veterinária- Pequenos Animais e Animais de Estimação. Curitiba, 7(22), p , COWELL, Rick L. et al. Diagnóstico Citológico e Hematologia de Cães e Gatos. 3. ed. São Paulo: MedVet, p. FERNANDES, Ana Sofia Vistas. SARCOMA NO LOCAL DE INJECÇÃO EM FELINOS. Lisboa: p. Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária, Universidade Técnica de Lisboa, FERREIRA, Isabelle. Terapêutica no carcinoma de células escamosas cutâneo em gatos. Ciência Rural, Santa Maria, v. 36, n. 3, p , mai - jun, 2006.

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