MCH1167 O SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR DA REDE PÚBLICA PAULISTA E A VIOLÊNCIA NA ESCOLA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MCH1167 O SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR DA REDE PÚBLICA PAULISTA E A VIOLÊNCIA NA ESCOLA"

Transcrição

1 III Congresso Internacional de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento 20 a 22 de outubro de 2014 CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL MCH1167 O SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR DA REDE PÚBLICA PAULISTA E A VIOLÊNCIA NA ESCOLA LEDA HELENA GALVÃO DE OLIVEIRA FARIAS ACÁCIO ALVES DE OLIVEIRA SHIRLEY ROSANE APARECIDA FERNANDES MONTEIRO MESTRADO - DESENVOLVIMENTO HUMANO UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ ORIENTADOR(A) VIRGINIA M PROSPERO DA CUNHA UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ

2 O SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR DA REDE PÚBLICA PAULISTA E A VIOLÊNCIA NA ESCOLA Autores: Leda Helena Galvão de Oliveira Farias 1 Acácio Alves de Oliveira 2 Shirley Rosane Aparecida Fernandes Monteiro 3 Orientadores: Virginia Mara Próspero da Cunha 4 Maria Auxiliadora Ávila dos Santos Sá 5 Edna Maria Querido de Oliveira Chamon 6 Universidade de Taubaté, Departamento de Pós-Graduação em Educação e Desenvolvimento Humano, Rua Visconde do Rio Branco, 210, Centro, CEP , Taubaté/SP, 1 Mestranda do Programa de Pós-graduação em Educação e Desenvolvimento Humano, Mestrado Profissional em Educação da Universidade de Taubaté (UNITAU). 2 Mestrando do Programa de Pós-graduação em Educação e Desenvolvimento Humano, Mestrado Profissional em Educação da Universidade de Taubaté (UNITAU).. 3 Mestranda do Programa de Pós-graduação em Educação e Desenvolvimento Humano, Mestrado Profissional em Educação da Universidade de Taubaté (UNITAU). 4 Docente do Programa de Pós-graduação em Educação e Desenvolvimento Humano da Universidade de Taubaté (UNITAU). 5 Docente do Programa de Pós-graduação em Educação e Desenvolvimento Humano da Universidade de Taubaté (UNITAU). 6 Docente do Programa de Pós-graduação em Educação e Desenvolvimento Humano da Universidade de Taubaté (UNITAU).

3 O SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR DA REDE PÚBLICA PAULISTA E A VIOLÊNCIA NA ESCOLA Resumo: O presente artigo foi redigido a partir de pesquisa bibliográfica, com abordagem qualitativa e objetivo exploratório. Trata da problemática da violência na escola e da política pública implementada pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, que criou o Sistema de Proteção Escolar e Comunitário para sua rede. Considerando, conforme bem apresentado nos estudos usados como referência, que a violência pode assumir diversas formas e caracteriza-se por ser um fenômeno social dinâmico e mutável, a escola, diante de sua abertura plena e democrática, é, talvez, o ambiente mais vulnerável a ela. Daí a importância e preocupação de se adotar políticas públicas voltadas à dissolução da violência no ambiente escolar. Foi desenvolvido com o objetivo de identificar as contribuições que os estudos já realizados sobre o tema podem oferecer. Analisa as teses encontradas no banco da CAPES e apresenta a discussão e conclusão. Palavras-chave: Sistema de Proteção Escolar e Comunitário, Professor Mediador Escolar e Comunitário, Violência na Escola. SYSTEM OF PROTECTION IN SÃO PAULO PUBLIC SCHOOL NETWORK AND ON SCHOOL VIOLENCE Abstract: This article was written based on bibliographical research with qualitative and exploratory objective approach. It is about the issue of school violence and public political implemented by the Education Department of the State of São Paulo, that created the System of School and Community Protection for your network. Considering, well presented in the studies used as reference, that violence can take many forms and is characterized by being a dynamic and changing social phenomenon, the school, before their full and democratic openness, is perhaps the most vulnerable environment her. Hence the importance of adopting and concern focused on the dissolution of the violence in the school environment policies. It was developed with the aim of identifying the contributions that previous studies on the subject can offer. It analyzes the theses found in the bank of CAPES and presents the discussion and the conclusion. Keywords: School and Community Protection System, School Teacher and Community Mediator, Violence in School.

4 1 INTRODUÇÃO A sociedade contemporânea vivencia a problemática da violência em seu meio e este fenômeno também está presente nas escolas. Ela se manifesta por variadas formas e afeta o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem, as condições de trabalho e o clima escolar. Este contexto se desdobra em outros problemas como sensação de insegurança, apatia, transtornos psicológicos, burnout docente, falta de motivação dos alunos e profissionais da educação, resultados insatisfatórios de aprendizagem, fragilizando a escola no cumprimento de sua função social precípua que é a transmissão do aprendizado. Considerando a insuficiência do emprego de mecanismos corriqueiros de prevenção e mesmo de modos de procedimentos para tratamento dos casos de violência escolar e considerando os casos de violência na e da escola, o Estado de São Paulo, no intuito de enfatizar e tornar concretas medidas de proteção escolar, por meio da Secretaria de Estado da Educação, publicou, em 2010, a Resolução SE n.º 19, visando instituir o Sistema de Proteção Escolar junto à rede estadual de ensino, sendo o disposto em seu artigo 1º: Art. 1º - Fica instituído o Sistema de Proteção Escolar, que coordenará o planejamento e a execução de ações destinadas à prevenção, mediação e resolução de conflitos no ambiente escolar, com o objetivo de proteger a integridade física e patrimonial de alunos, funcionários e servidores, assim como dos equipamentos e mobiliários que integram a rede estadual de ensino, além da divulgação do conhecimento de técnicas de Defesa Civil para proteção da comunidade escolar. (SÃO PAULO, 2010) Nesse sentido, considerando a implantação e vigência do Sistema de Proteção Escolar, criado nos termos da Resolução 19/2010, por meio da análise de publicações referentes ao tema, objetiva-se analisar os registros e resultados de pesquisas que o abordaram, levando-se em consideração sua influência para a melhoria, assim considerados tanto o corpo docente, como o discente, com reflexo para além do ambiente escolar, ou seja, o resultado empreendido no âmbito da comunidade e no seio familiar dos envolvidos. A escola precisa trabalhar sua realidade, mapear as situações de violência de seu contexto, fazendo diagnósticos e direcionando ações para prevenir tais fatos, combater

5 suas manifestações e desenvolver valores de boa convivência, respeito pelos direitos individuais e coletivos e construção de cidadania. 2 REFERENCIAL TEÓRICO Com efeito, conforme bem enfatizado nos estudos já realizados, o processo educacional, não bastasse sua complexidade, dentre outros problemas, esbarra no entrave da violência, assim considerada de variadas formas. Nesse sentido, sabe-se que a violência presente na escola é, hoje, considerada uma das questões que mais tem vindo à tona, devido a ampla divulgação nos meios de comunicação em massa, sendo por canais televisivos, rádios e, principalmente, por meio da internet e seus subcaminhos, ou seja, as redes sociais em geral. É considerada normal, o que não deveria ser, a disseminação de vídeos e imagens de estudantes, sobretudo da rede pública, nos mais diversos Estados do país, trocando ofensas físicas, praticando bullying, proferindo gestos não condizentes com o ambiente escolar, agressões entre alunos e até mesmo entre professores e alunos. A banalidade empregada ao tema não pode ser considerada situação corriqueira, de modo que a aplicação de mecanismos de contenção de tais fatos, privilegiando o modo preventivo e de forma mediadora deve prevalecer no ambiente escolar. Há também nas escolas uma inabilidade comunicativa entre escola, família e comunidade, conforme Lima (2012) diz há falta de comunicação, de acolhimento, a ausência de diálogo com os alunos e com a família. Levando em consideração o tema, na tentativa de conceituar a violência, em estudo feito destinado à obtenção do grau de Mestrado em Educação, Lilia Maria Cardoso Esquierro, trouxe em sua dissertação alguns pontos de interesse no que tange à classificação de violência no âmbito escolar: As violências são classificadas sob duas formas: exógenas (violência na escola) e endógenas (violência da escola). A violência exógena é aquela que vem de fora para dentro da escola, ou seja, tráfico de drogas, pichação, depredação etc. A violência endógena é aquela que o professor ou a escola em geral pratica contra o aluno, ou seja, falta de diálogo, humilhação por meio de apelidos e formas de punição, falta de preparação da aula, limitandose a passar apenas os conteúdos exigidos etc. Há também a violência para com a escola que retrata os ressentimentos de certas famílias e jovens que culpam somente a escola pelos diversos problemas de indisciplina, da falta de qualidade da aprendizagem, entre outros. Assim, a questão da violência deve ser analisada a fundo, seja para compreendê-la no plano teórico, seja para conhecer como acontece na prática. É comum, quando se fala em violência,

6 que se tenha em mente a violência da criminalidade. É preciso, porém, atentar para o fato de que, da mesma forma que podemos sofrer a violência podemos também ser agentes ou causadores dela, sendo melhor tratar de violências com toda atenção que a situação requer. A violência usa disfarces e está presente em todos os lugares, também nas escolas, ambiente no qual a cultura da paz deveria prevalecer. (ESQUIERRO, 2011, p.19) Em consideração à necessidade de se garantir ao educando a promoção do ensino em um ambiente adequado e afastar a ocorrência de violência escolar, ao Estado fica a incumbência de desenvolver meios, preferentemente em conjunto com a sociedade, visando a proteção física e psíquica dos alunos dentro do espaço escolar, e, ainda, com reflexo na comunidade em que está inserido. Para tanto, seguindo essa política, o Sistema de Proteção Escolar e Comunitário considera as seguintes diretrizes: - o exercício do direito público subjetivo do aluno à educação deve-se efetivar em ambiente escolar democrático, tolerante, pacífico e seguro; - é responsabilidade da Administração Pública zelar pela integridade física dos alunos e servidores nos estabelecimentos da rede estadual de ensino, assim como pela conservação e proteção do patrimônio escolar; - as escolas devem promover modelos de convivência pacífica e democrática, assim como práticas efetivas de resolução de conflitos, com respeito à diversidade e ao pluralismo de ideias. (SÃO PAULO, 2010) Cumpre revisitar o conceito de Sistema de Proteção Escolar apresentado por Carlos Alberto Ferreira de Souza, em Violência e Indisciplina na Escola, Legislação e Solução de conflitos: um Estudo de Caso centrado no Professor Mediador Escolar e Comunitário : O Sistema de Proteção Escolar é o conjunto de ações coordenadas pela Secretaria da Educação que visam promover um ambiente escolar saudável e seguro, propício à socialização dos alunos, por meio da prevenção de conflitos, da valorização do papel pedagógico da equipe escolar e do estímulo à participação dos alunos e sua integração à escola e à comunidade. As ações que integram o Sistema de Proteção Escolar reafirmam a escola como um espaço privilegiado para a construção da cidadania participativa e o pleno desenvolvimento humano (SOUZA, 2012, p. 55) Em análise às diretrizes citadas, percebe-se a intenção do Estado de São Paulo na adoção de uma política pública voltada à questão da vulnerabilidade, inclusive da violência, ainda que longe de alcançar uma solução ideal que contemple todas as vertentes. O principal, para o caso, é vislumbrar uma integração dos mecanismos de proteção escolar, da criação de uma rede de proteção, daí ser de crucial importância a aferição dos avanços concretizados ou não para o desenvolvimento do sistema. Em que pese a importância da abrangência do Sistema de Proteção Escolar e Comunitário, de maneira ampla, considerado como instrumento de garantia física e

7 patrimonial de todo o conjunto de elementos da rede pública, o foco principal do tema envolve a vulnerabilidade de segurança e integridade física dos componentes humanos que o integram. Seguindo essa temática, cumpre ressaltar, quanto à resolução de conflitos de natureza escolar, sobretudo no que diz respeito à necessidade de diminuição dos índices de violência no âmbito da rede pública, a função de Professor Mediador Escolar e Comunitário expressa como função crucial no embate da problemática em questão. A Resolução SE 19/2010, ao integrar e sistematizar a política pública, enfatizou a inserção deste novo elemento na escola, estabelecendo que: Art. 7º - Para implementar ações específicas do Sistema de Proteção Escolar, a unidade escolar poderá contar com até 2 docentes, [...] para o desempenho das atribuições de Professor Mediador Escolar e Comunitário, que deverá, precipuamente: I - adotar práticas de mediação de conflitos no ambiente escolar e apoiar o desenvolvimento de ações e programas de Justiça Restaurativa; II - orientar os pais ou responsáveis dos alunos sobre o papel da família no processo educativo; III - analisar os fatores de vulnerabilidade e de risco a que possa estar exposto o aluno; IV - orientar a família ou os responsáveis quanto à procura de serviços de proteção social; V - identificar e sugerir atividades pedagógicas complementares, a serem realizadas pelos alunos fora do período letivo; VI - orientar e apoiar os alunos na prática de seus estudos. (SÃO PAULO, 2010) A adesão das escolas ao projeto é voluntária e se o fizer passará a contar com a função do Professor Mediador Escolar e Comunitário. É feita a atribuição da função para um professor, que desenvolverá o projeto na unidade escolar. Ao final do ano letivo, o Professor Mediador Escolar e Comunitário é avaliado, podendo ser reconduzido, de acordo com os parâmetros estabelecidos na legislação em vigor, sob responsabilidade de Comissão composta pela Direção da unidade escolar, pelo Supervisor de Ensino da escola e pelo Supervisor de Ensino responsável pela Gestão Regional do Sistema de Proteção Escolar. Vale ressaltar que a recondução do Professor Mediador Escolar e Comunitário deve levar em consideração o resultado promovido no decorrer do ano letivo em que atuou, sem deixar de lado a necessidade de contextualização de suas atividades e uma análise da graduação dos casos de violência da unidade escolar na qual o professor está inserido. Ou seja, há certa relatividade no resultado alcançado pelos trabalhos do Professor Mediador Escolar e Comunitário em confrontação com a realidade local.

8 Ao apresentar sua tese de doutorado pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências e Letras UNESP/Araraquara, em suas considerações finais, Claudia Aparecida Sorgon Scotuzzi afirmou que: o PMEC enfrenta, ainda, o desafio de tentar disseminar um novo olhar sobre a indisciplina e a punição no ambiente escolar, contrapondo-se aos Manuais do próprio Programa e às orientações dos sindicatos que arrastam Diretores para a aplicação de punições cada vez mais severas aos alunos que não se enquadram na ordem escolar. Confronta, ainda, os próprios professores capturados pela ideia de solução dos conflitos escolares por outras instituições, inclusive a polícia. (SCOTUZZI, 2012, p. 195) Além desses desafios e, em outra perspectiva, o Professor Mediador Escolar e Comunitário assume uma tarefa complexa, que é a de provocar transformações e mudanças nos padrões de comportamento na resolução de conflitos. Ele desenvolve ações que valorizam a cultura da paz. Na verdade, toda a escola deve esmerar-se, fundamentalmente em realizar, um trabalho coletivo para uma mudança nas relações escolares que se aproxime das relações éticas e morais, essencialmente pedagógicas. 3 MÉTODO A pesquisa bibliográfica e documental foi o procedimento adotado como fio condutor para apoiar a redação deste artigo. Numa abordagem qualitativa, com caráter exploratório, tomou-se por base teses e trabalhos já concluídos e que tratavam do Sistema de Proteção Escolar e Comunitário e da problemática da Violência Escolar, bem como análise da legislação correspondente, tendo como foco principal verificar o que se produziu sobre o tema. Foram encontradas poucas publicações, por se tratar de uma política pública relativamente recente na rede estadual paulista. 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO A violência escolar, em todas as suas formas, é reflexo de uma sociedade violenta na qual estamos inseridos, valendo observar que ao Sistema de Proteção Escolar e Comunitário, e ao Professor Mediador Escolar e Comunitário cumpre papel de suma importância na diminuição das estatísticas de violência escolar, porém não está a eles a resolução dessa problemática. Por outro lado, tende-se, com o incremento do Sistema de Proteção Escolar, de forma precípua com o aprimoramento dos métodos de mediação, pulverizar a atividade de mediação de modo que, de forma gradativa, ainda que paulatinamente, se construa

9 um novo modo de conduta frente aos conflitos e se revigore o sentimento de segurança no seio da rede pública de ensino. Sob esse aspecto, de acordo com análise da legislação, das teses encontradas, cotejadas com a vivência no âmbito do Sistema de Proteção Escolar e Comunitário, tem-se que os métodos e ações utilizados pelo Professor Mediador Escolar e Comunitário ainda estão aquém do ideal proposto pelo Sistema de Proteção, ao indicar a utilização de técnicas e meios alternativos para a resolução dos conflitos e ao desenvolver ações de prevenção e conscientização, porém nota-se a aceitação e valorização da função e algumas mudanças, de forma lenta e gradual nos ambientes escolares. Percebe-se também nos textos, registros de uma relativa melhora no ambiente escolar a partir da atuação deste professor. 5 CONCLUSÃO Considerando, conforme bem apresentado nos estudos usados como referência, que a violência pode assumir diversas formas e caracteriza-se por ser um fenômeno social dinâmico e mutável, a escola, diante de sua abertura plena e democrática, é, talvez, o ambiente mais vulnerável a ela. Daí a importância e preocupação de se adotar políticas públicas voltadas à dissolução da violência no ambiente escolar. É, portanto, neste contexto, que o Sistema de Proteção Escolar, instituído pelo Governo do Estado de São Paulo através da Resolução 19/2010, tem, por finalidade, assegurar o direito subjetivo à educação, considerando a melhoria do ambiente escolar como um todo e para além do espaço físico da escola, com foco na análise do principal foco que é a violência escolar e a atuação do Professor Mediador Escolar e Comunitário para sua resolução. REFERÊNCIAS ESQUIERRO, L. M. C. Violência na Escola: O Sistema de Proteção Escolar do Governo do Estado de São Paulo e o Professor Mediador Escolar e Comunitário. Dissertação apresentada como exigência parcial para obtenção do grau de Mestre em Educação. UNISAL. Americana: Disponível em: Acesso em: 11/09/2014. LIMA, A. Um olhar socioeducativo: relato de experiências em mediação de conflitos no ambiente escolar. Mestrado Profissional em Adolescente em Conflito com a lei. UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO. SÃO PAULO: Disponível em: Acesso em: 11/09/2014.

10 SÃO PAULO. (Estado) Secretaria de Estado da Educação. Resolução SE 19, de 13/02/2010. Institui o Sistema de Proteção Escolar na rede estadual de ensino de São Paulo e dá providências correlatas Disponível: <http://www.profdomingos.com.br/estadual_resolucao_se_19_2010.html>. Acesso em 19/05/14. SCOTUZZI, C. A. S. O Sistema de Proteção Escolar da SEESP e o Professor Mediador nesse Contexto: Análise de uma política pública de prevenção de violência nas escolas. Trabalho de Tese de Doutorado apresentado ao Programa de Pós- Graduação da Faculdade de Ciências e Letras UNESP/Araraquara, como requisito para obtenção do título de Doutor em Educação Escolar. Araraquara: Disponível em: Acesso em: 11/09/2014. SOUZA, C. A. F. Violência e indisciplina na escola, legislação e solução de conflitos: um estudo de caso centrado no Professor Mediador Escolar e Comunitário. Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Educação da Faculdade de Ciência e Tecnologia UNESP de Presidente Prudente - SP, para a obtenção do título de Mestre em Educação. Presidente Prudente, Disponível em: Acesso em: 21/08/2014.

POLÍTICA DE EDUCAÇÃO,PREVENÇÃO,ATENÇÃO E ATENDIMENTO ÁS VIOLÊNCIAS NA ESCOLA-ESTADO DE SANTA CATARINA.

POLÍTICA DE EDUCAÇÃO,PREVENÇÃO,ATENÇÃO E ATENDIMENTO ÁS VIOLÊNCIAS NA ESCOLA-ESTADO DE SANTA CATARINA. POLÍTICA DE EDUCAÇÃO,PREVENÇÃO,ATENÇÃO E ATENDIMENTO ÁS VIOLÊNCIAS NA ESCOLA-ESTADO DE SANTA CATARINA. JULIA SIQUEIRA DA ROCHA jsiqueiradarocha@gmail.com IONE RIBEIRO VALLE Ione.valle@ufsc.br ELEMENTOS

Leia mais

Grupo de pesquisa JOVEDUC. Jovens, violência e educação

Grupo de pesquisa JOVEDUC. Jovens, violência e educação Grupo de pesquisa JOVEDUC Jovens, violência e educação Projetos de Pesquisa Financiamento FAPESP Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Linha de pesquisa : Programas Especiais - Ensino Público

Leia mais

2º SEMINÁRIO DO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA PSE PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ E PREVENÇÃO DAS VIOLÊNCIAS

2º SEMINÁRIO DO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA PSE PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ E PREVENÇÃO DAS VIOLÊNCIAS 2º SEMINÁRIO DO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA PSE PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ E PREVENÇÃO DAS VIOLÊNCIAS Objetivo do PSE O Programa Saúde na Escola (PSE) vem contribuir para o fortalecimento de ações na perspectiva

Leia mais

Mediação Escolar e Comunitária

Mediação Escolar e Comunitária Mediação Escolar e Comunitária Orientação Técnica para PMECs 14.03.2014 Professores Mediadores : Planejando e (re)organizando o Plano de Trabalho de 2014 Objetivos do Encontro: Revisitar as ações desenvolvidas

Leia mais

A ESCOLA COMO ESPAÇO DE SOCIALIZAÇÃO DA CULTURA EM DIREITOS HUMANOS

A ESCOLA COMO ESPAÇO DE SOCIALIZAÇÃO DA CULTURA EM DIREITOS HUMANOS A ESCOLA COMO ESPAÇO DE SOCIALIZAÇÃO DA CULTURA EM DIREITOS HUMANOS Adelaide Alves Dias * * Psicóloga. Mestre em Psicologia Social e Doutora em Educação. Professora do Centro de Educação e pesquisadora

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Complexidade do assunto e multiplicidade de interpretações que o tema encerra. Ações mais assemelhadas à indisciplina

Leia mais

MEDIAÇÃO DE CONFLITOS ESCOLARES: PROJETO BLITZ DA PAZ

MEDIAÇÃO DE CONFLITOS ESCOLARES: PROJETO BLITZ DA PAZ 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS ESCOLARES: PROJETO BLITZ DA PAZ

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

EDUCAÇÃO EM VALORES HUMANOS: CONSTRUINDO CAMINHOS PARA PREVENÇÃO DO BULLYING ESCOLAR

EDUCAÇÃO EM VALORES HUMANOS: CONSTRUINDO CAMINHOS PARA PREVENÇÃO DO BULLYING ESCOLAR EDUCAÇÃO EM VALORES HUMANOS: CONSTRUINDO CAMINHOS PARA PREVENÇÃO DO BULLYING ESCOLAR ESTANISLAU, Andrezza Mangueira 1 FONSÊCA, Patrícia Nunes da SANTOS, Jérssia Laís Fonseca dos ROBERTO, Jaciara de Lira

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E GRADUAÇÃO: UMA ARTICULAÇÃO POSSÍVEL NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

EDUCAÇÃO NÃO FORMAL: A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR SOCIAL NA CONSTRUÇÃO DE SABERES PARA A VIDA EM COLETIVIDADE

EDUCAÇÃO NÃO FORMAL: A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR SOCIAL NA CONSTRUÇÃO DE SABERES PARA A VIDA EM COLETIVIDADE EDUCAÇÃO NÃO FORMAL: A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR SOCIAL NA CONSTRUÇÃO DE SABERES PARA A VIDA EM COLETIVIDADE Joselaine de Araujo 1, Caroline Kraus Luvizotto 2 1 Discente do Programa de Mestrado em Educação

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

Rede de Defesa e Segurança

Rede de Defesa e Segurança Rede de Defesa e Segurança 1 PROGRAMA ALIANÇA PELA VIDA Objetivo: Estruturar ações integradas de prevenção, acolhimento e tratamento dos usuários e dependentes de álcool e outras drogas e seus familiares,

Leia mais

Apeoesp busca diálogo para melhorar a segurança nas escolas

Apeoesp busca diálogo para melhorar a segurança nas escolas Maria Izabel Azevedo Noronha Apeoesp busca diálogo para melhorar a segurança nas escolas SEGUNDO PESQUISA, VIOLÊNCIA EM ESCOLAS DE SP ATINGE 4 EM 10 PROFESSORES E REVELA QUE MAIS DA METADE CONSIDERA SUA

Leia mais

OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA E SUA ATUAÇÃO

OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA E SUA ATUAÇÃO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1022 OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA Á EDUCAÇÃO. Luis Carlos Azevedo 1 RESUMO

CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA Á EDUCAÇÃO. Luis Carlos Azevedo 1 RESUMO CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA Á EDUCAÇÃO Luis Carlos Azevedo 1 RESUMO Este artigo apresenta como objeto de as pesquisas sobre as Contribuições da Psicologia à Educação. O objetivo foi analisar a produção

Leia mais

Caderno de Propostas. 26, 27 e 28 de abril de 2013 Espaço APAS - São Paulo

Caderno de Propostas. 26, 27 e 28 de abril de 2013 Espaço APAS - São Paulo Caderno de Propostas VIII COREP - SP Congresso Regional de Psicologia Psicologia, Ética e Cidadania: Práticas Profissionais a Serviço da Garantia de Direitos 26, 27 e 28 de abril de 2013 Espaço APAS -

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA 1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO PROJETO TÉCNICO: ACESSUAS TRABALHO / PRONATEC EQUIPE RESPONSÁVEL: Proteção Social Básica PERÍODO: Setembro

Leia mais

Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social

Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social Proposta para Implementação de Serviço de Responsabilização e Educação de Agressores Grupo Paz em Casa

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS

TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS Programação Primeiro Dia: I Seção Discutindo Papéis 1-8h30 às 12h30 Abertura e Boas-vindas Dinâmica de Apresentação Acordos de Convivência Trabalho

Leia mais

O AMBIENTE ESCOLAR COMO ESPAÇO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE: PERSPECTIVAS A PARTIR DE UM PROJETO DE EXTENSÃO

O AMBIENTE ESCOLAR COMO ESPAÇO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE: PERSPECTIVAS A PARTIR DE UM PROJETO DE EXTENSÃO O AMBIENTE ESCOLAR COMO ESPAÇO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE: PERSPECTIVAS A PARTIR DE UM PROJETO DE EXTENSÃO ALENCAR 1, Islany Costa BATISTA 2, Lais Duarte CRUZ 3, Pedro José Santos Carneiro Cruz SIMON 4, Eduardo

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

UM OLHAR SOCIOEDUCATIVO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS EM MEDIAÇÃO DE CONFLITOS NO AMBIENTE ESCOLAR

UM OLHAR SOCIOEDUCATIVO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS EM MEDIAÇÃO DE CONFLITOS NO AMBIENTE ESCOLAR UM OLHAR SOCIOEDUCATIVO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS EM MEDIAÇÃO DE CONFLITOS NO AMBIENTE ESCOLAR Resumo Adenildo de Lima adenildolima@hotmail.com Adalberto Botarelli berto_botarelli@uol.com.br (UNIBAN) A pesquisa

Leia mais

Gênero, ética e sentimentos: A resolução de conflitos no campo da educação

Gênero, ética e sentimentos: A resolução de conflitos no campo da educação PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Gênero, ética e sentimentos: A resolução de conflitos no campo da educação Valéria Amorim Arantes 1 Brigitte Ursula Stach Haertel

Leia mais

Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração

Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital SALERNO, Daniela Prado 1 VIEIRA, Vania Maria de Oliveira

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

Centro de Criação de Imagem Popular Largo de São Francisco de Paula, 34 / 4º andar 20.051-070070 Rio de Janeiro RJ Tel./ Fax.: (21) 2509.3812 cecip@cecip.org.br www.cecip.org.br Nossa missão Contribuir

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares 590 O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares Raquel Renzo Silva - UNESP Analúcia Bueno dos Reis Giometti - UNESP INTRODUÇÃO A atualidade

Leia mais

AUTORES: Edinamar Aparecida Santos da SILVA; Vânia C. MARCELO; Newillames Gonçalves NERY; Jacqueline Rodrigues de LIMA; Maria Goretti QUEIRÓZ.

AUTORES: Edinamar Aparecida Santos da SILVA; Vânia C. MARCELO; Newillames Gonçalves NERY; Jacqueline Rodrigues de LIMA; Maria Goretti QUEIRÓZ. TÍTULO: MESTRADO PROFISSIONAL E A ESTRUTURAÇÃO DA EDUCAÇÃO PERMANENTE EM UMA UNIDADE DE ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE DA FAMÍLIA DE GOIÂNIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA AUTORES: Edinamar Aparecida Santos da SILVA;

Leia mais

SEMANA DA SAÚDE INTRODUÇÃO

SEMANA DA SAÚDE INTRODUÇÃO SEMANA DA SAÚDE Sandra Rosabel Pereira 1 ; Maria Angelica de Moraes Assumpção Pimenta 2 ; Maria Goreti Aléssio Crispim 3 ; Nelza de Moura 4 ; Neusa Denise Marques de Oliveira 5 ; Eliana Maria Fabiano de

Leia mais

Código de Ética da FAMA

Código de Ética da FAMA Código de Ética da FAMA SEÇÃO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Artigo 1º - O Código de Ética da FAMA fundamenta-se em princípios que formam a consciência social e que regem a conduta profissional e social íntegra,

Leia mais

Proteção Social Básica para Juventude

Proteção Social Básica para Juventude Proteção Social Básica para Juventude Orientação para a implantação do Projeto Agente Jovem de Desenvolvimento Social e Humano Tem esta orientação para implantação do projeto Agente Jovem de Desenvolvimento

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h. Estrutura Curricular do Curso Disciplinas

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h. Estrutura Curricular do Curso Disciplinas CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h Ética profissional na Educação Fundamentos históricos, conceitos, sociais e legais na Educação Inclusiva Legislação Aplicável na Educação Inclusiva Fundamentos

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICIPIO DE SUMARÉ

O PREFEITO DO MUNICIPIO DE SUMARÉ PROJETO DE LEI Nº, de 03 de Agosto de 2010 "Dispõe sobre a implementação de medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying escolar no projeto pedagógico elaborado pelas escolas públicas de

Leia mais

Formação de professores para o uso das TIC: um estudo de caso sobre os cursos presenciais de Letras no Vale do Paraíba

Formação de professores para o uso das TIC: um estudo de caso sobre os cursos presenciais de Letras no Vale do Paraíba 1 Formação de professores para o uso das TIC: um estudo de caso sobre os cursos presenciais de Letras no Vale do Paraíba Sílvia Helena Santos Vasconcellos 1 Resumo O presente artigo apresenta os resultados

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA FARIAS, Maria Lígia Malta ¹ SOUSA, Valéria Nicolau de ² TANNUSS, Rebecka Wanderley ³ Núcleo De Cidadania e Direitos Humanos/ PROEXT RESUMO O Projeto de Extensão

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

ORIENTADOR EDUCACIONAL

ORIENTADOR EDUCACIONAL ORIENTADOR EDUCACIONAL 01. A discussão sobre a Organização do Trabalho na Escola permitiu que fosse determinada uma das atribuições inerentes à Orientação Educacional que é: (A) organizar as turmas homogêneas,

Leia mais

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL RESUMO AMORIM 1, Tâmara Ramalho de Sousa SIMÕES 2, Poliana

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa Por meio do Programa Rede Judicial de Proteção objetiva-se reduzir a reprodução de infrações penais semelhantes às cometidas, a partir de intervenções orientadas para

Leia mais

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física 10 Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física Juliana Marin Orfei Especialista em Atividade Física: Treinamento Esportivo UNICASTELO Viviane Portela Tavares Especialista em Atividade

Leia mais

LEI Nº 3480/2014, DE 06 DE MAIO DE 2014.

LEI Nº 3480/2014, DE 06 DE MAIO DE 2014. LEI Nº 3480/2014, DE 06 DE MAIO DE 2014. ALTERA DISPOSITIVOS CONSTANTES NA LEI Nº 3224/2011, QUE ESTABELECE O PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL, INSTITUI O RESPECTIVO QUADRO

Leia mais

PROGRAMA: MINISTÉRIO PÚBLICO PARCEIRO DA EDUCAÇÃO

PROGRAMA: MINISTÉRIO PÚBLICO PARCEIRO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA: MINISTÉRIO PÚBLICO PARCEIRO DA EDUCAÇÃO 1 Título do Projeto: PROGRAMA: MINISTÉRIO PÚBLICO PARCEIRO DA EDUCAÇÃO PROJETO 01: MULTIPLICADORES DE PRÁTICAS RESTAURATIVAS E DE CULTURA DE PAZ NAS ESCOLAS

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

Disciplina de Oferta Complementar. Formação Pessoal e Social

Disciplina de Oferta Complementar. Formação Pessoal e Social Disciplina de Oferta Complementar Formação Pessoal e Social Promover a cidadania Aprender a viver no mundo que nos rodeia Mod. AEVPA - Conselho Pedagógico Página 1 de 11 Disciplina de Oferta Complementar

Leia mais

Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012)

Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012) Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012) O Ensino de Direitos Humanos da Universidade Federal do

Leia mais

Plano Estratégico do Programa de Mestrado em Direito da UniBrasil PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015

Plano Estratégico do Programa de Mestrado em Direito da UniBrasil PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015 PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015 MAPA ESTRATÉGICO DO PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITO DA UNIBRASIL MISSÃO Promover, desenvolver e publicar pesquisas de qualidade, com sólida base jurídica e contextualização

Leia mais

PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA

PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA PROPOSTA DE RECOMENDAÇÃO PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA A Recomendação ora apresentada se faz necessária para que o Ministério

Leia mais

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA Área Temática: Direitos Humanos e Justiça Liza Holzmann (Coordenadora da Ação de Extensão) Liza Holzmann 1 Palavras Chave:

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 CONTRIBUIÇÕES DE UM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ADMINISTRAÇÃO PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM ESTUDO SOB O PONTO DE VISTA DOS PÓS-GRADUANDOS i RESUMO NATHÁLIA DE FÁTIMA JOAQUIM 1, CEYÇA

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Exemplo de Atribuições: Condições de Trabalho: Requisitos para preenchimento do cargo: b.1) -

CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Exemplo de Atribuições: Condições de Trabalho: Requisitos para preenchimento do cargo: b.1) - CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Participar do processo de planejamento e elaboração da proposta pedagógica da escola; orientar a aprendizagem dos alunos; organizar as atividades inerentes ao processo

Leia mais

Grêmio em Forma: o fomento à participação dos jovens na escola como estratégia de prevenção da violência

Grêmio em Forma: o fomento à participação dos jovens na escola como estratégia de prevenção da violência Grêmio em Forma: o fomento à participação dos jovens na escola como estratégia de prevenção da violência (Artigo publicado no livro Violência & Juventude, editora Hucitec, 2010) Este texto pretende apresentar

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

PROGRAMA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS

PROGRAMA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS Programa Mediação Conflitos PROGRAMA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS MARCO LÓGICO 2015 Programa Mediação Conflitos A- Intificação do Problema (Árvore problemas): ÁRVORE DE PROBLEMAS CONSEQUÊNCIAS PROBLEMA Homicídios

Leia mais

REVISTA SABER ACADÊMICO N 16 / ISSN 1980-5950 SQUIZATTO, E. P. S. 2013.

REVISTA SABER ACADÊMICO N 16 / ISSN 1980-5950 SQUIZATTO, E. P. S. 2013. 86 Artigo original A PRÁXIS PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL SQUIZATTO, E. P. S. 1 Nome Completo Ediléia Paula dos Santos Squizatto Artigo submetido

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF ANEXO 01 CURSO: Tecnólogo em e Social UFF SELEÇÃO DE VAGAS REMANESCENTES DISCIPLINAS / FUNÇÕES - PROGRAMAS / ATIVIDADES - PERFIS DOS CANDIDATOS - NÚMEROS DE VAGAS DISCIPLINA/FUNÇÃO PROGRAMA/ATIVIDADES

Leia mais

Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes

Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes 1. Introdução Fenômeno dos mais graves de nosso tempo, a exploração sexual-comercial de crianças e adolescentes não deve ser

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL DE PSICOLOGIA NO CONTEXTO ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL DE PSICOLOGIA NO CONTEXTO ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL DE PSICOLOGIA NO CONTEXTO ESCOLAR Larissa Brito da Silva, Waleria Maria de Sousa Paulino, Stefania Germano Dias, Flavio Pereira de Oliveira, Leilane Menezes Maciel

Leia mais

Introdução. Maria Cristina Piana

Introdução. Maria Cristina Piana Introdução Maria Cristina Piana SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros PIANA, MC. A construção do perfil do assistente social no cenário educacional [online]. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo:

Leia mais

REFLEXÕES TEÓRICAS PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR A PARTIR DA ABORDAGEM CRÍTICO SUPERADORA

REFLEXÕES TEÓRICAS PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR A PARTIR DA ABORDAGEM CRÍTICO SUPERADORA REFLEXÕES TEÓRICAS PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR A PARTIR DA ABORDAGEM CRÍTICO SUPERADORA 55 Edvaldo José de Oliveira Júnior, Rita de Cássia Cornetti Oliveira, José Ricardo Silva Faculdade de Presidente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA Capítulo I Caracterização Artigo 1 º O Serviço-Escola de Psicologia (SEP) da UNIFESP é uma instância do campus Baixada

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 PORTAL DO FÓRUM GOIANO DE EJA: INTERAÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO EM AMBIENTE VIRTUAL Danielly Cardoso da Silva Karla Murielly Lôpo Leite Maria Emília de Castro Rodrigues O presente texto tem por objetivo apresentar

Leia mais

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis PARÂMETROS PARA A CONSTITUIÇÃO DAS COMISSÕES INTERSETORIAIS DE ACOMPANHAMENTO DO PLANO NACIONAL DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E DEFESA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

RESOLUÇÃO N. º 50/2012

RESOLUÇÃO N. º 50/2012 RESOLUÇÃO N. º 50/2012 Dispõe sobre os parâmetros para a formação continuada de conselheiros de direitos e tutelares e demais atores do sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente O Conselho

Leia mais

1999pet06-FGA ILMA. SENHORA DELEGADA REGIONAL DO TRABALHO, SRA. ELIZABETH MAROJA B. E SILVA.

1999pet06-FGA ILMA. SENHORA DELEGADA REGIONAL DO TRABALHO, SRA. ELIZABETH MAROJA B. E SILVA. 1999pet06-FGA ILMA. SENHORA DELEGADA REGIONAL DO TRABALHO, SRA. ELIZABETH MAROJA B. E SILVA. SINDICATO DOS ESTABELECIMENTOS PARTICULARES DE ENSINO DO DISTRITO FEDERAL -SINEPE/DF, entidade sindical com

Leia mais

EVASÃO ESCOLAR: UMA EXPRESSÃO DA QUESTÃO SOCIAL NO CONTEXTO DA ESCOLA 1

EVASÃO ESCOLAR: UMA EXPRESSÃO DA QUESTÃO SOCIAL NO CONTEXTO DA ESCOLA 1 EVASÃO ESCOLAR: UMA EXPRESSÃO DA QUESTÃO SOCIAL NO CONTEXTO DA ESCOLA 1 KAEFER, Carin Otília 2 ; LEAL, Francine Ziegler 3. 1 Resultado de projeto de extensão do Curso de Serviço Social da UNIFRA. 2 Orientadora/

Leia mais

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008 MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008 NOTA DESCRITIVA FEVEREIRO/2008 Nota Descritiva 2 2008 Câmara dos Deputados. Todos os direitos reservados. Este trabalho poderá ser reproduzido ou transmitido na íntegra,

Leia mais

O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. Conheça: est.edu.br

O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. Conheça: est.edu.br O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. EXTENSÃO Conheça: est.edu.br PROGRAMA DE EXTENSÃO A Faculdades EST é vinculada à Rede Sinodal de Educação, identificada com a Igreja Evangélica de Confissão Luterana

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA REDE ESCOLAR EM CURITIBA PR: A LUTA PELA IGUALDADE DE DIREITOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL RESUMO

A IMPORTÂNCIA DA REDE ESCOLAR EM CURITIBA PR: A LUTA PELA IGUALDADE DE DIREITOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL RESUMO A IMPORTÂNCIA DA REDE ESCOLAR EM CURITIBA PR: A LUTA PELA IGUALDADE DE DIREITOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL Daiane Fernandes Giorgi de Paula 1 Simone Patricia Batista de Camargo

Leia mais

Das diretrizes gerais

Das diretrizes gerais PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Anderson Ferreira) Dispõe sobre o Estatuto da Família e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta Lei institui o Estatuto da Família e dispõe

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 7.457, DE 2010

PROJETO DE LEI N.º 7.457, DE 2010 CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 7.457, DE 2010 (Da Sra. Sueli Vidigal) Dispõe sobre o desenvolvimento de política "antibullying" por instituições de ensino e de educação infantil, públicas ou privadas,

Leia mais

Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas

Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas SERVIÇO SOCIAL NA BSP SERVIÇO SOCIAL NA BSP BSP COMO ESPAÇO CULTURAL COM AÇÃO CENTRADA NA LEITURA A LEITURA é vista pela BSP como fundamento

Leia mais

Violência escolar: construindo diálogo na escola

Violência escolar: construindo diálogo na escola Violência escolar: construindo diálogo na escola O que é violência escolar? Influência é influenciada Escola inserida num contexto social permeado de violências Violência Violência ação intencional* que

Leia mais

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB Resumo Este estudo apresentado em forma de pôster tem como

Leia mais

A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DOCENTE: ENTRE A INOVAÇÃO TÉCNICA E A EDIFICANTE

A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DOCENTE: ENTRE A INOVAÇÃO TÉCNICA E A EDIFICANTE A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DOCENTE: ENTRE A INOVAÇÃO TÉCNICA E A EDIFICANTE Ilma Passos Alencastro Veiga 1 Edileuza Fernandes da Silva 2 Odiva Silva Xavier 3 Rosana César de Arruda Fernandes 4 RESUMO: O presente

Leia mais

NOME DO SERVIÇO: SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS.

NOME DO SERVIÇO: SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS. NOME DO SERVIÇO: SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS. DESCRIÇÃO GERAL: Serviço realizado em grupos, organizado a partir de percursos, de modo a garantir aquisições progressivas aos seus

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

O processo de planejamento participativo da unidade escolar

O processo de planejamento participativo da unidade escolar O processo de planejamento participativo da unidade escolar Pedro GANZELI 1 Resumo: Nos últimos anos, com o avanço das políticas educacionais que postulam a descentralização, a gestão da unidade escolar

Leia mais

Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO a seguinte Lei:

Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO a seguinte Lei: LEI N.º 1135/13, DE 01 DE ABRIL DE 2013. Dispõe sobre o Sistema Municipal de Assistência Social de Queimados e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO

Leia mais

SUBCOMISSÃO PERMANENTE DE SEGURANÇA PÚBLICA Comissão de Constituição e Justiça - SENADO FEDERAL PLANO DE TRABALHO

SUBCOMISSÃO PERMANENTE DE SEGURANÇA PÚBLICA Comissão de Constituição e Justiça - SENADO FEDERAL PLANO DE TRABALHO SUBCOMISSÃO PERMANENTE DE SEGURANÇA PÚBLICA Comissão de Constituição e Justiça - SENADO FEDERAL PLANO DE TRABALHO 1. Contextualização e finalidades A violência, a falta de segurança e o medo da criminalidade

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

ESPECIAL O LUGAR DO ATENDIMENTO ESPECIALIZADO NO SUAS

ESPECIAL O LUGAR DO ATENDIMENTO ESPECIALIZADO NO SUAS PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL O LUGAR DO ATENDIMENTO ESPECIALIZADO NO SUAS Departamento de Proteção Social Especial Secretaria Nacional de Assistência Social Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à

Leia mais

EDUCAR NA DIVERSIDADE E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES

EDUCAR NA DIVERSIDADE E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAR NA DIVERSIDADE E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES Autor (a): Cláudia Alves da Silva Graduanda de Pedagogia e Bolsista do PIBID/CAPES Coautor: Francisco Mateus Alexandre de Lima Graduando de Pedagogia e

Leia mais

identificação e detalhamento dos indicadores definidos para mensurar os resultados do projeto.

identificação e detalhamento dos indicadores definidos para mensurar os resultados do projeto. APRESENTAÇÃO O presente documento se refere ao Plano do Projeto de Implantação das Estratégias de Ensino - a ser executado por Instituição de Ensino Superior - IES que se inscreva para fazer parte do Projeto

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Ministério do Desenvolvimento Social

Leia mais

Transformação Humana em Educação e Mediação

Transformação Humana em Educação e Mediação Transformação Humana em Educação e Mediação O Instituto Them, empresa formada por psicólogas e mediadoras, presta serviços nas áreas de gestão de conflitos e comunicação. Apresenta como diferenciais a

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

CONFERÊNCIA LIVRE DO SISTEMA DE JUSTIÇA MPPR/ OAB/ TJ CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA - CONSEG

CONFERÊNCIA LIVRE DO SISTEMA DE JUSTIÇA MPPR/ OAB/ TJ CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA - CONSEG CONFERÊNCIA LIVRE DO SISTEMA DE JUSTIÇA MPPR/ OAB/ TJ Princípio A segurança pública deve promover a cidadania e prevenir a criminalidade. Princípio As políticas de segurança pública devem ser transversais.

Leia mais

Bullying: causas e consequências na perspetiva dos agentes educativos

Bullying: causas e consequências na perspetiva dos agentes educativos UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Ciências Sociais e Humanas Bullying: causas e consequências na perspetiva dos agentes educativos Um estudo de caso Paulo Alexandre Freitas Agostinho Dissertação para obtenção

Leia mais

TECNICISMO E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA

TECNICISMO E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA TECNICISMO E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA CAMPOS, Graziela gracampos7@uol.com.br GUIMARÃES, Suely Fernandes fmsuely@hotmail.com PALHARINI, Alessandra Rosa alepalharini@yahoo.com.br SANTOS,

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ

EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ 1 EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ Renise Bastos Farias Dias (UFAL) renisebastos@gmail.com RESUMO: Trata-se de uma pesquisa de campo, de análise quantitativa, realizada

Leia mais

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário.

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário. PROGRAMA ULBRASOL Irmo Wagner RESUMO Com a intenção e o propósito de cada vez mais fomentar e solidificar a inserção da Universidade na Comunidade em que encontra-se inserida, aprimorando a construção

Leia mais