ANESTÉSICOS SICOS GERAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANESTÉSICOS SICOS GERAIS"

Transcrição

1 ANESTÉSICOS SICOS GERAIS Fotografia de enfermeira- anestesista administrando anestesia com éter por gotejamento a uma vítima v de acidente (data incerta, aprox ). O cirurgião parece estar suturando o couro cabeludo. Note o clínico medindo o pulso do paciente com um relógio de bolso. Sedare dolorem divinum opus est. ANESTÉSICOS SICOS GERAIS Definição ão: fármacos que promovem inconsciência e analgesia, de modo controlável e reversível vel (também m amnésia, inibição dos reflexos sensitivos e autônomos, e relaxamento da musculatura esquelética).

2 uinconsciência: u SRAA, hipotálamo e tálamo t (analgesia). umemória recente: hipocampo. Histórico N 2 O 1800 Sir Humphrey Davy - produziu e fez testes em si mesmo e até no 1 0 ministro britânico - antes era divertimento popular (gás( hilariante) Horace Wells - CD norte- americano - teve um dente extraído, enquanto ele próprio prio controlava a inalação de N 2 O.

3 ÉTER também para divertimento popular (mas é explosivo) William Henry Morton, CD da Harvard Medical School fazia extrações dentárias. Morton convenceu Warren (Cirurgião-Chefe Chefe do Massachussetts General Hospital) a fazer uma demonstração com sucesso (16/10/1846): Senhores, isto não é uma fraude!.

4 CLOROFÓRMIO RMIO Oliver Wendell Holmes - neurologista James Simpson - obstetra em Glasgow - perseguição religiosa até o 7 0 filho da Rainha Vitória ( anaesthésie sie à la reine ), sob anestesia por insistência do Príncipe Albert. MECANISMO DE AÇÃOA CÉLULA: fases lipídica, hídrica h e protéica. LIPÍDICA DICA: Overton & Meyer (1.899( ) - lipossolubilidade e potência - coeficiente de partição óleo/ leo/água CAM (concentração alveolar mínima). HÍDRICA: Linus Pauling ( teoria( dos clatratos ) ) e Miller et al. (1.961)) ( experiência( das enguias atmosferas - inclusive para anestésicos sicos locais) - complexos com água junto à superfície interna da membrana celular (ou compressão/descompressão da fase lipídica da membrana - 0,4% de aumento de volume pelo AG). PROTÉICA ICA: luciferase (enzima relacionada à ativação da luciferina em vagalumes - proteína pura, hidrofóbica) - lipossolubilidade e efeito de término t repentino fi receptor!?

5 ASSINALAR: a) as moléculas de AG não mostram nada em comum do ponto de vista químico. b) em nível n celular: os AG apresentam maior efeito sobre as sinapses do que sobre a condução axônica ( fl liberação de neurotransmissor; inibição pós-sinp sináptica ou fl sua excitabilidade). c) os barbitúricos ricos (anestésicos sicos injetáveis) estimulam receptores inibitórios (sítio do receptor GABA A, antagonizável pela bicuculina). ESTÁGIOS DA ANESTESIA O padrão foi determinado pelo ÉTER ( estágios de Guedel ) Ten. Arthur Guedel (1883( ). Graduou-se pela University of Indiana Medical School em Na I Guerra Mundial vistoriava o trabalho de médicos, dentistas e enfermeiras com base em seu mapa de reflexos pupilares, percorrendo de motocicleta várias v bases hospitalares nas zonas de batalha (daí ser chamado "o motociclista anestesista da I Guerra Mundial ). Cópia manual original da versão de 1937 dos estágios e sinais da anestesia de Guedel

6 ESTÁGIOS DA ANESTESIA I - Analgesia - não sente dor, fica sonolento, porém m consciente. II - Excitação - perde a consciência e apresenta aumento dos estímulos reflexos (vômito). III - Cirúrgico rgico - apresenta fases de aprofundamento crescente (4( 4 planos: sono; perda sensorial completa; perda do tônus muscular e paralisia dos intercostais). Cessam quase todos os estímulos reflexos e a respiração se torna regular. Alguns reflexos, como o estímulo faríngeo e o peritoneal, ainda permanecem. O tônus muscular vai diminuindo, até desaparecer (primeiro os intercostais e, por último, o diafragma). A musculatura lisa também m relaxa ( a PA).

7 IV - Paralisia bulbar - lesão definitiva dos centros respiratório rio e vasomotor. INDUÇÃO ANESTÉSICA SICA É usada a via intravenosa: : barbitúricos ricos (tiopental, metohexital) ou benzodiazepínicos nicos (midazolam); cetamina. Com curares (de T 1/2 curto: : succinilcolina, ou prolongado: : D-tubocurarina). D Manutenção ão: realizada com anestésicos sicos voláteis ou gasosos, por via inalatória ria.

8 Aspectos fisiológicos: Pulmonar: ventilação. Cardíaco aco: DC (volume-minuto), minuto), FE. Outros fármacosf rmacos: morfina (dificulta a ventilação), atropina (aumenta a FC) etc. MEDICAÇÃO PRÉ-ANEST ANESTÉSICASICA 1 - Diminuição das secreções ões: : bloqueadores muscarínicos. 2 - Analgésicos sicos: : morfina e derivados. 3 - Ansiolíticos ticos: : benzodiazepínicos, nicos, antihistamínicos nicos H 1 etc.

9 ANESTÉSICOS SICOS INALATÓRIOS H 3 C - CH 2 - O - CH 2 - CH 3 fi ÉTER DIETÍLICO Cl F 3 - C - CH fi HALOTANO Br Cl H 3 C - O CF 2 - CH fi METOXIFLURANO Cl F HF 2 - C - O CF 2 - CH fi ENFLURANO Cl Cl HF 2 - C - O C C- F 3 fi ISOFLURANO H C-H 2 H 2 -C C-H 2 fi CICLOPROPANO O N N fi ÓXIDO NITROSO METABOLISMO DOS ANESTÉSICOS SICOS INALATÓRIOS metoxiflurano até fi 50% halotano até fi 30% outros fi menor que 20% TOXICIDADE clorofórmio rmio halotano metoxiflurano en-,, iso- e desflurano fi fígado (CCl 3 ; CCl 2 ) fi Br - e ác. trifluoroacético tico fi íon fluoreto fi baixa OUTRAS Clorofórmio, rmio, halotano fi arritmias card., hepatotoxicidade metoxiflurano fi nefrotóxico

10 Apêndice do Dr. Fábio M. de Oliveira u A anestesia geral é usada em Obstetrícia exclusivamente para o parto por cesariana de urgência (quando há risco de vida materna ou fetal). u Porém, os anestésicos atravessam a barreira placentária e induzem anestesia também no feto. u O tempo avaliado para retirar o feto é de cerca de 6 minutos apenas desde o início da indução da anestesia.

Prof. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária - UFRGS. Anestesia: É o ato anestésico reversível que produz:

Prof. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária - UFRGS. Anestesia: É o ato anestésico reversível que produz: Prof. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária - UFRGS Conceitos Básicos Anestesia: É o ato anestésico reversível que produz: - perda da consciência (narcose), - supressão da percepção dolorosa (analgesia)

Leia mais

Anestesias e Anestésicos

Anestesias e Anestésicos Anestesias e Anestésicos ANESTESIA É uma palavra de origem grega que quer dizer ausência de sensações. Outra definição é uma "ausência de consciência reversível", seja uma ausência total de consciência

Leia mais

Farmacologia dos Anestésicos Gerais

Farmacologia dos Anestésicos Gerais 15 Farmacologia dos Anestésicos Gerais Jacob Wouden e Keith W. Miller Introdução Caso Farmacodinâmica dos Anestésicos Inalatórios A Concentração Alveolar Mínima (CAM) Índices Terapêuticos e Analgésicos

Leia mais

Farmacologia Geral dos Anestésicos Inalados II

Farmacologia Geral dos Anestésicos Inalados II Beneficência Portuguesa de São Paulo Serviços Médicos São Paulo Farmacologia Geral dos Anestésicos Inalados II David Ferez david.ferez@uol.com.br Disciplina de Anestesiologia, Dor e Terapia Intensiva http://www.davidferez.net.br

Leia mais

Sistema Nervoso. Aula Programada Biologia. Tema: Sistema Nervoso

Sistema Nervoso. Aula Programada Biologia. Tema: Sistema Nervoso Aula Programada Biologia Tema: Sistema Nervoso 1) Introdução O sistema nervoso é responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente. Sua função é perceber e identificar as condições ambientais externas,

Leia mais

Sistema Nervoso. Divisão Anatômica e Funcional 10/08/2010. Sistema Nervoso. Divisão. Funções gerais. Sistema nervoso central (SNC)

Sistema Nervoso. Divisão Anatômica e Funcional 10/08/2010. Sistema Nervoso. Divisão. Funções gerais. Sistema nervoso central (SNC) Sistema Nervoso Divisão Anatômica e Funcional Sistema Nervoso Divisão Sistema nervoso central (SNC) Sistema nervoso periférico (SNP) Partes Encéfalo Medula espinhal Nervos Gânglios Funções gerais Processamento

Leia mais

Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Cérebro. Cerebelo. Encéfalo. Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula

Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Cérebro. Cerebelo. Encéfalo. Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula Introdução O corpo humano é coordenado por dois sistemas: o nervoso e o endócrino. O sistema nervoso é o que coordena, por meio da ação dos neurônios, as respostas fisiológicas, como a ação dos músculos

Leia mais

AGENDA. Considerações sobre a Dor do Parto Técnicas para alívio da dor

AGENDA. Considerações sobre a Dor do Parto Técnicas para alívio da dor MÉTODOS NÃO FARMACOLÓGICOS PARA ALÍVIO DA DOR NO TRABALHO DE PARTO Thayssa Rocha Humanização do Parto e Nascimento ENAM 2008 20/05/2008 AGENDA Considerações sobre a Dor do Parto Técnicas para alívio da

Leia mais

7.012 Conjunto de Problemas 8

7.012 Conjunto de Problemas 8 7.012 Conjunto de Problemas 8 Questão 1 a) A figura abaixo é um esquema generalizado de um neurônio. Identifique suas partes. 1 Dendritos, 2 corpo da célula e 3 axônio. b) Qual é a função de um axônio?

Leia mais

Anestesia Inalatória INTRODUÇÃO HISTÓRICO

Anestesia Inalatória INTRODUÇÃO HISTÓRICO CAPÍ T ULO Anestesia Inalatória CAMIL A MACHADO DE S OUZA M A R IA A N GEL A TARDE LLI INTRODUÇÃO A popularidade dos anestésicos inalatórios está relacionada à sua fácil administração e à possibilidade

Leia mais

Anatomia e Fisiologia Humana

Anatomia e Fisiologia Humana Componentes Vias Respiratórias A) Cavidades ou Fossas Nasais; B) Boca; C) Faringe; D) Laringe; E) Traqueia; F) Brônquios; G) Bronquíolos; H) Pulmões Cavidades ou Fossas Nasais; São duas cavidades paralelas

Leia mais

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi Fisiologia Animal Sistema Nervoso Sistema Nervoso Exclusivo dos animais, vale-se de mensagens elétricas que caminham pelos nervos mais rapidamente que os hormônios pelo sangue. Mantido vivo pela eletricidade,

Leia mais

Sistema Nervoso. Função: ajustar o organismo animal ao ambiente.

Sistema Nervoso. Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Sistema Nervoso Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Perceber e identificar as condições ambientais externas e as condições internas do organismo 1 LOCALIZAÇÃO: SISTEMA NERVOSO - CORPOS CELULARES:

Leia mais

FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO

FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO Controle do funcionamento do ser humano através de impulsos elétricos Prof. César Lima 1 Sistema Nervoso Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Perceber e

Leia mais

SISTEMA NERVOSO PARTE 1

SISTEMA NERVOSO PARTE 1 SISTEMA NERVOSO PARTE 1 1 TECIDO NERVOSO 1. O sistema nervoso é dividido em: SISTEMA NERVOSO CENTRAL e SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO 2. A unidade básica = célula nervosa NEURÔNIO 3. Operam pela geração de

Leia mais

FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA - UNICAMP

FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA - UNICAMP Prezado aluno, Estes exercícios fazem parte de uma compilação de vários testes e provas que foram utilizadas no passado e formam uma base sólida para estudo. Tente resolvê-los sozinho, ao invés de simplesmente

Leia mais

SISTEMA NERVOSO. Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a:

SISTEMA NERVOSO. Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a: SISTEMA NERVOSO Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a: perceber as variações do meio (interno e externo), a difundir as modificações que essas variações produzem executar as respostas

Leia mais

9/30/2014. Por que engenheiros biomédicos precisam estudar anatomia e fisiologia? Introdução. Fisiologia. Anatomia

9/30/2014. Por que engenheiros biomédicos precisam estudar anatomia e fisiologia? Introdução. Fisiologia. Anatomia Por que engenheiros biomédicos precisam estudar anatomia e fisiologia? Introdução à Anatomia e Fisiologia EN2319-Bases Biológicas para Engenharia I Reginaldo K Fukuchi Universidade Federal do ABC Por que

Leia mais

Rivastigmina (Port.344/98 -C1)

Rivastigmina (Port.344/98 -C1) Rivastigmina (Port.344/98 -C1) Alzheimer DCB: 09456 CAS: 129101-54-8 Fórmula molecular: C 14 H 22 N 2 O 2.C 4 H 6 O 6 Nome químico: (S)-N-Ethyl-3-[(1-dimethylamino)ethyl]-N-methylphenylcarbamate hydrogen

Leia mais

Fisiologia do Sistema Nervoso

Fisiologia do Sistema Nervoso FORMAÇÃO DO TUBO NEURAL Fisiologia do Sistema Nervoso Curso: Biologia Profa. EMBRIOGÊNESE DO SN DIVISÃO DO SN 1 SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO Diversidade celular SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO NERVOS SOMÁTICO

Leia mais

MEDITAÇÃO : FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS PROF. DR. JAIR SANTOS

MEDITAÇÃO : FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS PROF. DR. JAIR SANTOS Prof. Jair Santos MEDITAÇÃO : FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS PROF. DR. JAIR SANTOS Prof. Jair Santos 2 INTRODUÇÃO Newberg(2003): a meditação induz mudanças na cognição, percepção sensorial, afetos, atividade

Leia mais

TÉCNICA EM EQUIPAMENTO MÉDICO/ ODONTOLÓ- GICO ANESTESIA

TÉCNICA EM EQUIPAMENTO MÉDICO/ ODONTOLÓ- GICO ANESTESIA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO TÉCNICA EM EQUIPAMENTO MÉDICO/ ODONTOLÓ- GICO ANESTESIA Parte I: MÚLTIPLA ESCOLHA 01 Como se

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO/2014

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO/2014 UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO/2014 Edital n o 044/2014 Especialidade: TÉCNICO EM EQUIPAMENTO MÉDICO / ODONTOLÓGICO - GASOTERAPIA

Leia mais

Prof. Dr. Gilson Cesar Nobre Franco

Prof. Dr. Gilson Cesar Nobre Franco TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA EM IMPLANTODONTIA Prof. Dr. Gilson Cesar Nobre Franco Terapêutica Medicamentosa Pré-operatório Trans-operatório Pós-operatório Ansiolíticos Antiinflamatórios tó i Antimicrobianos

Leia mais

Projeto Medicina. Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC

Projeto Medicina. Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC Projeto Medicina Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC Neurociência DIVISÃO DO SISTEMA NERVOSO Sistema Nervoso Central Sistema

Leia mais

Neurônio Neurônio (SNC) Neurônio pós ganglionar Órgão efetor. Neurônio pré e pós ganglionar. Neurônio e músculo esquelético (placa.

Neurônio Neurônio (SNC) Neurônio pós ganglionar Órgão efetor. Neurônio pré e pós ganglionar. Neurônio e músculo esquelético (placa. Colinérgicos Sinapses Colinérgicas Neurônio Neurônio (SNC) Neurônio pós ganglionar Órgão efetor Neurônio pré e pós ganglionar Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Neurônio e músculo

Leia mais

Regulação nervosa e hormonal Sistema nervoso Sistema hormonal Natureza das mensagens nervosas e hormonais Desequilíbrios e doenças

Regulação nervosa e hormonal Sistema nervoso Sistema hormonal Natureza das mensagens nervosas e hormonais Desequilíbrios e doenças Funcionamento e coordenação nervosa Regulação nervosa e hormonal Sistema nervoso Sistema hormonal Natureza das mensagens nervosas e hormonais Desequilíbrios e doenças No Sistema Nervoso as mensagens são

Leia mais

Sistema Respiratório Introdução

Sistema Respiratório Introdução Introdução Nesse caso, o termo respiração é empregado incluindo as trocas gasosas através do corpo e as trocas gasosas nas células dos diferentes tecidos. As trocas gasosas são realizadas através da superfície

Leia mais

Ciências Morfofuncionais III Fármacos analgésicos

Ciências Morfofuncionais III Fármacos analgésicos Ciências Morfofuncionais III Fármacos analgésicos Professores: Felipe, Jean-Pierre e Olivia FÁRMACOS ANALGÉSICOS Analgésico é um termo coletivo para designar qualquer membro do diversificado grupo de drogas

Leia mais

NEUROFISIOLOGIA ORGANIZAÇÃO GERAL:

NEUROFISIOLOGIA ORGANIZAÇÃO GERAL: NEUROFISIOLOGIA O Sistema Nervoso (SN) e o Sistema Endócrino (hormonal) desempenham a maioria das funções de controle do organismo - O SN controla atividades RÁPIDAS: contração muscular, eventos viscerais

Leia mais

TRANSPORTE DE GASES NO SANGUE. Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular Setor de Ciências Biológicas

TRANSPORTE DE GASES NO SANGUE. Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular Setor de Ciências Biológicas TRANSPORTE DE GASES NO SANGUE Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular Setor de Ciências Biológicas ANATOMIA DO SISTEMA RESPIRATÓRIO ESTRUTURA DAS VIAS AÉREAS ESQUERDO WEST 2002 VASOS ALVEOLARES

Leia mais

EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA. Nome:... Data:... Assinatura:...

EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA. Nome:... Data:... Assinatura:... EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA Nome:... Data:... Assinatura:... DISSERTAÇÃO: RECEPTORES E VIAS DE TRANSDUÇÃO DO SINAL COMO ESTRATÉGIA AO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS FÁRMACOS

Leia mais

ANATOMIA HUMANA II. Roteiro SISTEMA NERVOSO. Enfermagem. Sistema Nervoso. Prof. Me. Fabio Milioni 17/09/2015

ANATOMIA HUMANA II. Roteiro SISTEMA NERVOSO. Enfermagem. Sistema Nervoso. Prof. Me. Fabio Milioni 17/09/2015 ANATOMIA HUMANA II Enfermagem Sistema Nervoso Prof. Me. Fabio Milioni Roteiro SISTEMA NERVOSO Conceito Função Divisão Sistema Nervoso Central Tecido Nervoso Cerebelo Diencéfalo Telencéfalo Meninges Líquor

Leia mais

SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo

SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo www.bioloja.com EMBRIOGÊNESE DO SN DIVISÃO DO SN O SISTEMA NERVOSO O SNC recebe, analisa e integra informações. É o local onde ocorre a tomada de decisões e o envio

Leia mais

FISIOLOGIA GASTROINTESTINAL. FISIOLOGIA HUMANA -Morfofisiologia aplicada à Odontologia - Profª Monica Zeni Refosco

FISIOLOGIA GASTROINTESTINAL. FISIOLOGIA HUMANA -Morfofisiologia aplicada à Odontologia - Profª Monica Zeni Refosco FISIOLOGIA GASTROINTESTINAL FISIOLOGIA HUMANA -Morfofisiologia aplicada à Odontologia - Profª Monica Zeni Refosco OBJETIVOS DA AULA Conhecer os componentes do TGI; Descrever as funções desse sistema; Distinguir

Leia mais

Dose da droga administrada ABSORÇÃO Concentração da droga na circulação sistêmica DISTRIBUIÇÃO ELIMINAÇÃO Droga nos tecidos de distribuição FARMA- COCINÉ- TICA FARMACOCINÉTICA Concentração da droga no

Leia mais

Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central e Autonômico

Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central e Autonômico Beneficência Portuguesa de São Paulo Serviços Médicos São Paulo Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central e Autonômico David Ferez david.ferez@uol.com.br Disciplina de Anestesiologia, Dor e Terapia

Leia mais

Objetivos: Descrever os neurotransmissores -Catecolaminas dopamina, noradrenalina, adrenalina -Acetilcolina

Objetivos: Descrever os neurotransmissores -Catecolaminas dopamina, noradrenalina, adrenalina -Acetilcolina FACULDADE DE MEDICINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA VIDA PUC-Campinas DISCIPLINA DE BASES MORFOFISIOLÓGICAS DO SISTEMA NERVOSO, SENSORIAL E LOCOMOTOR BIOQUÍMICA A 2012 Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes Objetivos:

Leia mais

Informações sobre anestesia

Informações sobre anestesia Informações sobre anestesia Estamos fornecendo este documento para ajudar os pacientes que serão submetidos a anestesia, para melhor entendimento do processo. Leia-o cuidadosamente e entenda o conteúdo.

Leia mais

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM)

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) Protocolo: Nº 63 Elaborado por: Manoel Emiliano Última revisão: 30/08/2011 Revisores: Samantha Vieira Maria Clara Mayrink TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) DEFINIÇÃO: O Trauma Raquimedular (TRM) constitui o conjunto

Leia mais

Sedação um coadjuvante importante na Odontologia moderna.

Sedação um coadjuvante importante na Odontologia moderna. Sedação um coadjuvante importante na Odontologia moderna. Sedação em Odontologia Várias técnicas de sedação moderada ou consciente estão presentes no sentido de proporcionar um conforto com diminuição

Leia mais

SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR

SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR NEUROFISIOLOGIA Prof. Hélder Mauad DOR - Mecanismo de proteção do organismo Ocorre quando um tecido está sendo lesado Faz com que o indivíduo reaja para remover o estímulo lesivo

Leia mais

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA Policial BM Espínola LEMBRE-SE Antes de administrar cuidados de emergência, é preciso garantir condições de SEGURANÇA primeiramente

Leia mais

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi Fisiologia Animal Sistema Nervoso Sistema Nervoso Exclusivo dos animais, vale-se de mensagens elétricas que caminham pelos nervos mais rapidamente que os hormônios pelo sangue. Mantido vivo pela eletricidade,

Leia mais

COLÉGIO ALEXANDER FLEMING SISTEMA RESPIRATÓRIO. Profª Fernanda Toledo

COLÉGIO ALEXANDER FLEMING SISTEMA RESPIRATÓRIO. Profª Fernanda Toledo COLÉGIO ALEXANDER FLEMING SISTEMA RESPIRATÓRIO Profª Fernanda Toledo RECORDAR Qual a função do alimento em nosso corpo? Por quê comer????? Quando nascemos, uma das primeiras atitudes do nosso organismo

Leia mais

FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA

FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA 01. O transporte de CO 2 no sangue dos vertebrados é feito, principalmente, sob a forma de: a) carboxi-hemoglobina b) íons bicarbonato pela ação da anidrase

Leia mais

BIO E EXTENSIVO AULA 30

BIO E EXTENSIVO AULA 30 BIO E EXTENSIVO AULA 30 30.01 - Uma célula nervosa (neurônio) é constituída basicamente por: corpo celular, onde se encontram as organelas e o núcleo; dendritos, que são ramificações que recebem o estímulo

Leia mais

INTRODUÇÃO A.L. A.L. ANESTESIA EM ANIMAIS DE EXPERIMENTAÇÃO ACLIMATAÇÃO A.L. A.L. rio. Laboratório. Animais. Objetivos CONDIÇÕES GERAIS

INTRODUÇÃO A.L. A.L. ANESTESIA EM ANIMAIS DE EXPERIMENTAÇÃO ACLIMATAÇÃO A.L. A.L. rio. Laboratório. Animais. Objetivos CONDIÇÕES GERAIS ANESTESIA EM ANIMAIS DE EXPERIMENTAÇÃO Denise Aya Otsuki Laboratório de Anestesiologia LIM08 FMUSP INTRODUÇÃO Animais A.Laboratório: rio: rato, camundongo, cobaia, coelho, hamster Cão Ruminantes (ovelha)

Leia mais

Disciplina de Fisiologia Veterinária. GH e PROLACTINA. Prof. Fabio Otero Ascoli

Disciplina de Fisiologia Veterinária. GH e PROLACTINA. Prof. Fabio Otero Ascoli Disciplina de Fisiologia Veterinária GH e PROLACTINA Prof. Fabio Otero Ascoli GH Sinônimos: Hormônio do crescimento ou somatotrópico ou somatotropina Histologia: Em torno de 30 a 40% das células da hipófise

Leia mais

o Ressonar e a Apneia de Sono

o Ressonar e a Apneia de Sono o Ressonar e a Apneia de Sono sintomas diagnóstico tratamento O ressonar apesar de ser comum, fonte de brincadeiras e aceite como normal na população em geral é de facto uma perturbação que não deve ser

Leia mais

Xylestesin. Solução Injetável. Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos Ltda. BULA PARA O PACIENTE

Xylestesin. Solução Injetável. Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos Ltda. BULA PARA O PACIENTE Xylestesin Sem Vasoconstritor - cloridrato de lidocaína - 2,0% Com Vasoconstritor - cloridrato de lidocaína - 2,0% + hemitartarato de norepinefrina (1:50.000 em norepinefrina) Solução Injetável Cristália

Leia mais

O uso de benzodiazepínicos em idosos

O uso de benzodiazepínicos em idosos O uso de benzodiazepínicos em idosos Rafael C Freire Doutor em psiquiatria Laboratório do Pânico e Respiração IPUB UFRJ INCT Translacional em Medicina Declaração de conflito de interesse Emprego Financiamento

Leia mais

POTENCIAL ELÉTRICO. alvaro.unespbauru@hotmail.com

POTENCIAL ELÉTRICO. alvaro.unespbauru@hotmail.com POTENCIAL ELÉTRICO alvaro.unespbauru@hotmail.com Potenciais elétricos Potencial de membrana: é a diferença de potencial elétrico, em Volts (V), gerada a partir de um gradiente eletroquímico através de

Leia mais

Recebimento de pacientes na SRPA

Recebimento de pacientes na SRPA CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E Recebimento de pacientes na SRPA O circulante do CC conduz o paciente para a SRPA; 1.Após a chegada do paciente

Leia mais

O sistema nervoso esta dividido em duas partes:

O sistema nervoso esta dividido em duas partes: 1 FISIOLOGIA HUMANA I Neuromuscular Prof. MsC. Fernando Policarpo 2 Conteúdo: Estrutura do Sistema Nervoso Central (SNC) e Periférico (SNP). Elementos do Tecido Nervoso. Mecanismos de Controle Muscular.

Leia mais

Mapeamento do córtex motor

Mapeamento do córtex motor Motricidade Mapeamento do córtex motor 1. Principal região controladora para início dos movimentos voluntários: Área motora primária- Giro pré-central 2.Área somatossensorial primária (giro pós central)

Leia mais

SISTEMA NERVOSO. Condução do impulso nervoso 11/06/2012. Tipos celulares:

SISTEMA NERVOSO. Condução do impulso nervoso 11/06/2012. Tipos celulares: SISTEMA NERVOSO Percepção e interpretação de estímulos internos e externos; Tipos celulares: - Neurônios condução de impulsos nervosos - Células da Glia manutenção dos neurônios Elaboração de respostas

Leia mais

A respiração ocorre dia e noite, sem parar. Nós podemos sobreviver determinado tempo sem alimentação, mas não conseguimos ficar sem respirar por mais

A respiração ocorre dia e noite, sem parar. Nós podemos sobreviver determinado tempo sem alimentação, mas não conseguimos ficar sem respirar por mais PROFESSORA NAIANE A respiração ocorre dia e noite, sem parar. Nós podemos sobreviver determinado tempo sem alimentação, mas não conseguimos ficar sem respirar por mais de alguns poucos minutos. Você sabe

Leia mais

FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA

FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA Respiração A função da respiração é essencial à vida e pode ser definida, de um modo simplificado, como a troca de gases (O 2 e CO 2 ) entre as células do organismo e a atmosfera.

Leia mais

Aminoácidos-neurotransmissores

Aminoácidos-neurotransmissores Aminoácidos-neurotransmissores Síntese e metabolismo de aminoácidos no SNC Receptores dos aminoácidos excitatórios Ketamina Memantina Dizolcilpina (MK801) Fenciclidina Receptores NMDA e GABA A Potenciação

Leia mais

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO i) DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO Sevoflurano Baxter 100%, líquido para inalação por vaporização. ii) COMPOSIÇÃO QUALITATIVA

Leia mais

Do nascimento até 28 dias de vida.

Do nascimento até 28 dias de vida. Do nascimento até 28 dias de vida. CONDIÇÕES MATERNAS Idade : Menor de 16 anos, maior de 40. Fatores Sociais: Pobreza,Tabagismo, Abuso de drogas, Alcoolismo. Má nutrição História Clínica: Diabetes materna,

Leia mais

INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS. Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia

INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS. Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia 1 O sistema nervoso é o mais complexo e diferenciado do organismo, sendo o primeiro a se

Leia mais

FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA

FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Programa de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas Lab. Regulação Central do Sistema Cardiovascular Prof. Hélder Mauad FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA Aula 01 Organização

Leia mais

COMA. Recuperação da Consciência. Morte Encefálica

COMA. Recuperação da Consciência. Morte Encefálica Avaliação do Paciente Neurológico Dra. Viviane Cordeiro Veiga Unidades de Terapia Intensiva Neurológica Hospital Beneficência Portuguesa Alterações do nível de consciência Sonolência: indivíduos que despertam

Leia mais

THIOPENTAX tiopental sódico. Pó para solução injetável - 0,5 g Pó para solução injetável - 1 g. Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.

THIOPENTAX tiopental sódico. Pó para solução injetável - 0,5 g Pó para solução injetável - 1 g. Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. THIOPENTAX tiopental sódico Pó para solução injetável - 0,5 g Pó para solução injetável - 1 g Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. MODELO DE BULA PARA O PACIENTE Thiopentax tiopental sódico 0,5 g / 1 g APRESENTAÇÕES

Leia mais

Monitorização/ Dispositivos de Oferta/Benefícios e Malefícios Oxigenoterapia. Mariana C. Buranello Fisioterapeuta Nayara C. Gomes - Enfermeira

Monitorização/ Dispositivos de Oferta/Benefícios e Malefícios Oxigenoterapia. Mariana C. Buranello Fisioterapeuta Nayara C. Gomes - Enfermeira Monitorização/ Dispositivos de Oferta/Benefícios e Malefícios Oxigenoterapia Mariana C. Buranello Fisioterapeuta Nayara C. Gomes - Enfermeira Monitorização Oximetria de pulso É a medida da saturação da

Leia mais

Introdução. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira

Introdução. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira Introdução A função do sistema respiratório é facilitar ao organismo uma troca de gases com o ar atmosférico, assegurando permanente concentração de oxigênio no sangue, necessária para as reações metabólicas,

Leia mais

Sistema nervoso Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico

Sistema nervoso Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico SISTEMA NERVOSO Sistema nervoso Funções: Coordena o funcionamento dos outros sistemas. Controla os movimentos (voluntários e involuntários). É responsável pela recepção de estímulos externos e pela resposta

Leia mais

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO Claudia de Lima Witzel SISTEMA MUSCULAR O tecido muscular é de origem mesodérmica (camada média, das três camadas germinativas primárias do embrião, da qual derivam

Leia mais

Fisiologia da glândula Tireóide

Fisiologia da glândula Tireóide Universidade Federal do Espírito Santo PSICOLOGIA Fisiologia da glândula Tireóide Élio Waichert Júnior Localização anatômica Secreta 3 Hormônios: Tiroxina (T4) Triiodotironina (T3) Calcitonina Prof. Élio

Leia mais

Elementos Estruturais e Funcionais do Sistema Nervoso

Elementos Estruturais e Funcionais do Sistema Nervoso CÉREBRO Cérebro O ser humano define-se por uma multiplicidade de caraterísticas que o distinguem dos outros animais. O seu organismo é constituído por um conjunto de orgãos e sistemas que se relacionam

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Viabom 50 mg comprimidos Dimenidrinato APROVADO EM Este folheto contém informações importantes para si. Leia-o atentamente. Este medicamento pode ser adquirido

Leia mais

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM HOSPITALAR Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM Chefia do Serviço de Enfermagem Supervisor de Enfermagem Enfermeiro Encarregado de Unidade/Setor Enfermeiros em Unidade de Terapia Intensiva

Leia mais

45 3 OP - Aspectos elementares dos processos de neurotransmissão.

45 3 OP - Aspectos elementares dos processos de neurotransmissão. Código Disciplina CH CR Nat Ementa BIQ808 BIOQUÍMICA CELULAR (DOMÍNIO CONEXO) BIQ826 TÓPICOS DE BIOQUÍMICA AVANÇADA EFI804 FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO FAE914 DIDÁTICA ENSINO SUPERIOR FAR815 IMUNOFARMACOLOGIA

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 16 SISTEMA NERVOSO NOS VERTEBRADOS

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 16 SISTEMA NERVOSO NOS VERTEBRADOS BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 16 SISTEMA NERVOSO NOS VERTEBRADOS Como pode cair no enem (ENEM) A cafeína atua no cérebro, bloqueando a ação natural de um componente químico associado ao sono,

Leia mais

Potencial de ação: Evento elétrico/químico que se inicia na região do axônio próxima ao corpo celular e desloca-se em direção aos botões terminais.

Potencial de ação: Evento elétrico/químico que se inicia na região do axônio próxima ao corpo celular e desloca-se em direção aos botões terminais. Curso - Psicologia Disciplina: Psicofarmacologia Resumo Aula 3- Bases Psicológicas e Neurais da Psicofarmacologia Neurônios: estrutura básica Soma: contém o núcleo que garante os processos vitais da célula.

Leia mais

CORPO MOVIMENTO; SISTEMA NERVOSO; SISTEMA CARDIORESPIRATÓRIO; SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO. SISTEMA ENDÓCRINO

CORPO MOVIMENTO; SISTEMA NERVOSO; SISTEMA CARDIORESPIRATÓRIO; SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO. SISTEMA ENDÓCRINO CORPO X MACONHA CORPO MOVIMENTO; SISTEMA NERVOSO; SISTEMA CARDIORESPIRATÓRIO; SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO. SISTEMA ENDÓCRINO CORPO - MOVIMENTO CORPO - MOVIMENTO Movimentos estão presentes em todas as atividades

Leia mais

Técnicas anestésicas

Técnicas anestésicas Técnicas anestésicas A anestesia deve ser realizada, em animais de laboratório, sempre que o procedimento implique em dor ou desconforto dos animais. Não são necessários anestésicos, analgésicos ou tranqüilizantes

Leia mais

ANTICORPOS. CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Microbiologia e Imunologia Clínica PROFESSORES: Guilherme Dias Patto Silvia Maria Rodrigues Querido

ANTICORPOS. CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Microbiologia e Imunologia Clínica PROFESSORES: Guilherme Dias Patto Silvia Maria Rodrigues Querido CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Microbiologia e Imunologia Clínica PROFESSORES: Guilherme Dias Patto Silvia Maria Rodrigues Querido ANTICORPOS Anticorpo é uma globulina sintetizada por linfócitos B e principalmente

Leia mais

Cloridrato de Naloxona. Hipolabor Farmacêutica Ltda. Solução Injetável. 0,4mg/mL

Cloridrato de Naloxona. Hipolabor Farmacêutica Ltda. Solução Injetável. 0,4mg/mL Cloridrato de Naloxona Hipolabor Farmacêutica Ltda. Solução Injetável 0,4mg/mL 1 cloridrato de naloxona Medicamento genérico Lei 9.787, de 1999 NOME GENÉRICO: cloridrato de naloxona FORMA FARMACÊUTICA:

Leia mais

Monitoração Neurofisiológica Intraoperatória. Dr. Paulo André Teixeira Kimaid SBNC - 2013

Monitoração Neurofisiológica Intraoperatória. Dr. Paulo André Teixeira Kimaid SBNC - 2013 Monitoração Neurofisiológica Intraoperatória Dr. Paulo André Teixeira Kimaid SBNC - 2013 MNIO: Uma peculiaridade do Sistema Nervoso é que o conhecimento de sua Anatomia e Fisiologia permite a localização

Leia mais

Sistema endócrino + Sistema nervoso. integração e controle das funções do organismo

Sistema endócrino + Sistema nervoso. integração e controle das funções do organismo Sistema endócrino Sistema endócrino + Sistema nervoso integração e controle das funções do organismo Sistema endócrino Conjunto de glândulas endócrinas que secretam hormônio Relembrando Glândulas que liberam

Leia mais

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 2ª etapa do curso

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 2ª etapa do curso ANEXO Para candidatos que desejam entrar na 2ª etapa do Metabolismo (anabolismo x catabolismo) Metabolismo de Carboidratos Metabolismo de Lipídeos Motilidade no trato gastrointestinal Introdução ao Metabolismo

Leia mais

Compreender a Doença Pulmonar

Compreender a Doença Pulmonar Compreender a Doença Pulmonar INTRODUÇÃO Para compreendermos o funcionamento do organismo, muitas vezes descrevemo-lo como sendo formado por várias partes ou sistemas. Assim, por exemplo, temos o sistema

Leia mais

Resumo de fisiologia. Sistema Nervoso. Nome: Curso: Data: / /

Resumo de fisiologia. Sistema Nervoso. Nome: Curso: Data: / / Resumo de fisiologia Sistema Nervoso Nome: Curso: Data: / / 1 - Organização dos tecidos biológicos CÉLULA TECIDO ORGÃO SISTEMA - SER 2 - Estrutura Do Sistema Nervoso Características a. Apresenta-se com

Leia mais

Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP) Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc

Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP) Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP) Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc É a realização da prática de enfermagem de modo sistemático (organizado e planejado). Com o objetivo

Leia mais

Efeitos do mercúrio na saúde e no meio ambiente Prof. Eloisa Dutra Caldas I Seminário Saúde Sem Mercúrio em Brasília Brasília, 16 de abril de 2013

Efeitos do mercúrio na saúde e no meio ambiente Prof. Eloisa Dutra Caldas I Seminário Saúde Sem Mercúrio em Brasília Brasília, 16 de abril de 2013 Universidade de Brasília Efeitos do mercúrio na saúde e no meio ambiente Prof. Eloisa Dutra Caldas I Seminário Saúde Sem Mercúrio em Brasília Brasília, 16 de abril de 2013 Século IX Mercúrio Amaciar pele

Leia mais

Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005

Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005 Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005 Atividades Administrativas 1. Consultoria I 2. Assessoria I 3. Auditoria I 4. Planejamento I 5. Supervisão I Livre negociação entre as partes a partir de 72,31

Leia mais

SISTEMA NERVOSO A FUNÇÃO GERAL

SISTEMA NERVOSO A FUNÇÃO GERAL SISTEMA NERVOSO O Sistema Nervoso se divide em a) Sistema Nervoso Central e b) Sistema Nervoso Periférico. No sistema nervoso central existem dois tipos de células: a) os neurônios e b) as células da glia

Leia mais

Dor, Anestesia e Analgesia em Animais de Laboratório

Dor, Anestesia e Analgesia em Animais de Laboratório Dor, Anestesia e Analgesia em Animais de Laboratório Leonardo Toshio Oshio Médico Veterinário Centro de Biologia da Reprodução - CBR/UFJF Juiz de Fora, Minas Gerais Senciente adj. Aquele que é capaz de

Leia mais

MODELO DE BULA PARA O PACIENTE

MODELO DE BULA PARA O PACIENTE MODELO DE BULA PARA O PACIENTE I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: SEVORANE sevoflurano APRESENTAÇÕES Inalante: 1 ml/ml: embalagem contendo 1 frasco de 100 ml ou 250 ml VIA INALATÓRIA USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Leia mais

SÉRIE: 2º ano EM Exercícios de recuperação final DATA / / DISCIPLINA: QUÍMICA PROFESSOR: FLÁVIO QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA

SÉRIE: 2º ano EM Exercícios de recuperação final DATA / / DISCIPLINA: QUÍMICA PROFESSOR: FLÁVIO QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA SÉRIE: 2º ano EM Exercícios de recuperação final DATA / / DISCIPLINA: QUÍMICA PROFESSOR: FLÁVIO QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA QUESTÃO 01 Em uma determinada transformação foi constatado que poderia ser representada

Leia mais

Tylex 7,5 mg / 30 mg comprimidos paracetamol, fosfato de codeína

Tylex 7,5 mg / 30 mg comprimidos paracetamol, fosfato de codeína 1 IDENTIFICAÇÃO MEDICAMENTO DO Tylex 7,5 mg / 30 mg comprimidos paracetamol, fosfato de codeína APRESENTAÇÕES Comprimidos de 7,5 mg de fosfato de codeína e 500 mg de paracetamol em embalagens com 12 comprimidos

Leia mais

Curso: Integração Metabólica

Curso: Integração Metabólica Curso: Integração Metabólica Aula 9: Sistema Nervoso Autônomo Prof. Carlos Castilho de Barros Sistema Nervoso Sistema Nervoso Central Sistema Nervoso Periférico Sensorial Motor Somático Autônomo Glândulas,

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10

Leia mais