OS QUATRO PILARES DA EDUCAÇÃO E AS REFORMAS NO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS REALIZADAS NO IFCE/CRATO 1

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1 OS QUATRO PILARES DA EDUCAÇÃO E AS REFORMAS NO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS REALIZADAS NO IFCE/CRATO 1 Resumo FLORO, Elisângela Ferreira UFRRJ BRITO NETO, Joaquim Valdevino UFRRJ RUFINO, Joaquim Neto UFRRJ Eixo Temático: Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não contou com financiamento Este trabalho faz uma análise de como os quatro pilares da educação foram inseridos na legislação educacional brasileira por meio do Parecer n 15/1998 e da Resolução n 03/1998, ambos, instrumentos de normatização das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio ante a instituição da Lei de Diretrizes e Bases da Educação n 9394/1996. A pesquisa que fundamentou nossas análises se baseou na pesquisa em fontes bibliográficas primárias, especificamente, projetos de trabalho desenvolvidos no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Ceará IFCE/Crato. O texto inicia com uma breve descrição sobre o momento histórico, político e econômico que caracterizou a crise econômica e o processo de reestruturação produtiva. Depois, explicitam-se como os organismos mundiais e os setores produtivos influenciaram as reformas nos sistemas educacionais e nos processos de qualificação do trabalhador. Neste contexto, analisa-se como o relatório Educação: um tesouro a descobrir escrito por Jean Jacques Delors, a pedido da Unesco, influenciou as reformas educacionais brasileiras. A pesquisa bibliográfica evidencia que os quatro pilares foram nomeados pelo Parecer n 15/1998 de princípios: estética da sensibilidade, ética da igualdade e política da identidade, enquanto a pesquisa nas fontes bibliográficas primárias evidenciou que os quatro pilares/princípios da educação passaram a fazer parte do cotidiano das escolas brasileiras, principalmente de modo implícito, o que revela que nem sempre os processos educacionais são materializados de modo consciente e visando à efetiva emancipação do ser humano. Palavras-chave: Pilares da Educação. Reformas Educacionais. Mercado de Trabalho. 1 O Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Ceará - IFCE/Crato situa-se no Sul do estado do Ceará e oferece os cursos de Educação Profissional Técnica Integrada ao Ensino Médio em Agropecuária e Informática, Subsequente em Agropecuária e os cursos de bacharelado em Zootecnia e Sistemas da Informação.

2 7015 Introdução Após a queda do Muro de Berlim, o socialismo real entra em descrédito e o mundo começa a viver uma grande crise de identidade provocada por mudanças sociais, culturais e políticas, geradas em grande parte pela crise do capital e pela globalização das economias. O modelo de bem-estar social keneysiano passa a ser acusado de impedir o desenvolvimento das economias mundiais. A livre negociação é apresentada como solução para reduzir gastos com a força de trabalho. O discurso das empresas é que os encargos trabalhistas são muito altos e impedem a geração de novos empregos. Nesta nova ordem econômica, os direitos dos trabalhadores advindos de conquistas históricas são ameaçados por contratos de trabalho flexibilizados. Além da perda de direitos, soma-se o crescente desemprego causado pela automatização do processo de produção e por exigências de competências profissionais para as quais os operários não estavam preparados. O esforço físico perdeu espaço para operações mentais e de ordem intelectual, especialmente nas fábricas em que se tornaram altamente tecnologizadas. Tudo isto compõem o quadro de desafios que os trabalhadores da sociedade pós-moderna precisam enfrentar e para os quais a educação é colocada como resposta. É na perspectiva da educação como resposta às demandas dos setores produtivos que este trabalho se insere, pois nosso objetivo é explicitar como o Relatório de Delors se pronunciou como o porta-voz do atraso do sistema educacional na formação de jovens capazes enfrentarem as incertezas da economia globalizada e pós-industrial, ao mesmo tempo em que apresentou os quatro pilares da educação como o fundamento teórico e guia para a ação para salvar a educação do atraso histórico que a própria teoria lhe imputou. Desenvolvimento Jean Jacques Delors, a pedido da UNESCO, organiza um relatório da Reunião Internacional Educação para Século XXI (Educação: um tesouro a descobrir) e nele aponta quatro pilares da educação (aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a conviver e aprender a ser) sobre os quais as reformas educacionais deveriam se balizar, a fim de educar crianças e jovens para o enfretamento das incertezas que abalam a sociedade contemporânea. Os quatro pilares foram inseridos na legislação educacional brasileira através do Parecer n 15/1998 aprovado em 01 de junho 1988 (sob autoria de Guiomar Namo de Mello)

3 7016 e da Resolução n 03/1998 aprovada em 26 de junho de 1998 que tratam das Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio. No entanto, os pilares foram ressignificados e denominados pela Resolução e pelo Parecer de princípios: estética da sensibilidade, política da igualdade e ética da identidade. Vários trechos destes dois documentos evidenciam a relação entre os princípios e os pilares da educação. O primeiro pilar, aprender a conhecer, refere-se à necessidade de superar a visão tradicional da educação, cujo processo de ensino e aprendizagem sempre foi realizado de modo fragmentado e desvinculado da realidade. O aprendizado no ensino tradicional resumese à capacidade de o aluno armazenar sincreticamente os conteúdos. No relatório, Delors defende que a educação deve ser ressignificada para que o aluno tenha a possibilidade de se tornar sujeito ativo e ávido por ampliar seus conhecimentos, não se contentando com as informações recebidas como um dado pronto e inacabado. Segundo Delors, o ensino deve deixar de privilegiar a passividade para que o sujeito se torne um crítico das informações prontas, apresentadas como verdades universais, sejam elas transmitidas pelos meios de comunicação ou pelos professores. Para o Relatório, quando o ensino prioriza o aprender a conhecer (de modo ativo), torna-se possível superar a padronização e a repetição a que os jovens foram submetidos na história da educação tradicional. É possível, em vários trechos do Parecer n 15/1998 perceber a intrínseca relação entre a reforma curricular do Ensino Médio com as demandas dos setores produtivos: O ensino médio passa, pois a integrar a etapa do processo educacional que a nação considera básica para o exercício da cidadania, base para o acesso às atividades produtivas, inclusive para o prosseguimento nos níveis mais elevados e complexos de educação, e para o desenvolvimento pessoal (BRASIL, 1998, p.13 ). Como observado, não se trata apenas de educar para o mundo do trabalho, mas também para a cidadania, que são postos de modo tão entrelaçados pelo Parecer, que é impossível conceituar cidadania sem relacioná-la diretamente ao trabalho. A cidadania é vinculada à ideia de conquista de um trabalho, único meio pelo qual o jovem pode garantir sua sobrevivência. Este fato é notório quando o Parecer n 15/1998 tece a seguinte explicação sobre o Ensino Médio: Etapa da escolaridade que tradicionalmente acumula as funções propedêuticas e de terminalidade, ela tem sido a mais afetada pelas mudanças nas formas de conviver,

4 7017 de exercer a cidadania e de organizar o trabalho, impostas pela nova geografia política do planeta, pela globalização econômica e pela revolução tecnológica (BRASIL, 1998, p.16 ). Também fica evidente que a mola propulsora da reforma foi a reestruturação nos modos de produção que passou a exigir "um novo perfil de formação do aluno, mais condizente com as características da sociedade pós-industrial. Portanto, a motivação inicial das reformas educacionais foram as mudanças econômicas e tecnológicas, seguidas das exigências dos organismos internacionais financiadores dos países em desenvolvimento. Por isso, as orientações para o norteamento do currículo do Ensino Médio passaram a defender transposições didáticas que rompessem com o ensino tradicionalmente repetitivo, que não contribuíam para a formação do cidadão/profissional exigido pelo mercado de trabalho. É deste modo que o aprender a conhecer foi inserido como orientação didática para o currículo das escolas brasileiras. Assim, o aprender a conhecer envolve a articulação de vários saberes, tais como, o raciocínio lógico e o aprendizado interdisciplinar, essenciais na resolução de problemas cotidianos. A interdisciplinaridade é um dos meios apresentados pelo Parecer n 15/1998 para efetivar a organização didática com base no aprender a conhecer, na medida em que possibilita a articulação da dimensão cognitiva com informações advindas de vários campos do conhecimento, e assim, promover um aprendizado em que o aluno é capaz de entender um fenômeno epistemológico na sua integralidade. (...) a interdisciplinaridade supõe um eixo integrador, que pode ser o objeto de conhecimento, um projeto de investigação, um plano de intervenção. Nesse sentido ela deve partir da necessidade sentida pelas escolas, professores e alunos de explicar, compreender, intervir, mudar, prever, algo que desafia uma disciplina isolada e atrai a atenção de mais de um olhar, talvez vários. Explicação, compreensão, intervenção são processos que requerem um conhecimento que vai além da descrição da realidade e mobiliza competências cognitivas para deduzir, tirar inferências ou fazer previsões a partir do fato observado (BRASIL, 1998, p.39). A interdisciplinaridade, além da dimensão cognitiva do aprender a aprender, contribuirá para que o sujeito do conhecimento aprenda a trabalhar em equipes interdisciplinares. Para isto, é necessário promover a articulação entre conteúdos e efetivar práticas didáticas que promovam a superação de posturas individualizadas. É por isto que o aprender a conhecer integra-se e pressupõe os outros pilares: aprender a conviver (em um sentido mais restrito para saber trabalhar em equipes) e o aprender a viver.

5 7018 O aprender a conhecer está presente no Parecer n 15/1998 através do princípio da estética da sensibilidade. Porém, este princípio além do aprender a conhecer, engloba o pilar do aprender a fazer, pois, aprender a conhecer e a fazer, em ações concretas, são indissociáveis. É por meio da conjugação entre o conhecer e o fazer que o jovem poderá: (...) acessar, selecionar e processar informações está permitindo descobrir novas fronteiras do conhecimento, nas quais este se revela cada vez mais integrado. Integradas são também as competências e habilidades requeridas por uma organização da produção na qual criatividade, autonomia e capacidade de solucionar problemas serão cada vez mais importantes, comparadas à repetição de tarefas rotineiras (BRASIL, 1998, p.16). Assim, podemos entender que aprender a fazer, o segundo pilar, está indissociavelmente ligado ao aprender a conhecer e ambos relacionam-se com a aplicação prática dos conhecimentos construídos de forma ativa. Aprender a fazer, significa posicionarse com competência frente aos problemas que o mundo do trabalho exige, exercendo ocupações laborais num mundo no qual a tecnologia vem desmaterializando o trabalho. A tendência da nova economia, segundo o Relatório de Delors, é que haja cada vez menos trabalhos repetitivos e aumento de trabalho cognitivo, de modo que, para que o trabalhador possa se adaptar com flexibilidade às mudanças constantes do mundo econômico, político e social, deverá construir competências profissionais que se manifestam entre o conhecer e o fazer. Por isso, a estética da sensibilidade une o conhecer e o fazer, tratando-os como meios de o jovem assumir, no mundo do trabalho, ocupações que necessitam cada vez mais de pessoas com domínio dos processos de produção. A organização do ensino de acordo com a lógica da produtividade corrobora para a subjetivação do ser humano, pois, como podemos observar, a estética da sensibilidade visa à criação de um consenso de que é necessário sensibilizar o ser humano para a incerteza e a inquietação do mundo produtivo. É no contexto dos modos de produção que o Parecer define a estética da sensibilidade como: (...) expressão do tempo contemporâneo, a estética da sensibilidade vem substituir a da repetição e padronização, hegemônica na era das revoluções industriais. Ela estimula a criatividade, o espírito inventivo, a curiosidade pelo inusitado, a afetividade, para facilitar a constituição de identidades capazes de suportar a inquietação, conviver com o incerto, o imprevisível e o diferente. (...) a estética da sensibilidade valoriza a leveza, a delicadeza e a sutileza (...) esforço permanente para devolver ao âmbito do trabalho e da produção a criação e a beleza, daí banidas pela moralidade industrial taylorista (BRASIL, 1998, p.21).

6 7019 Quando a estética da sensibilidade é apresentada como uma forma de romper com a padronização, não se refere apenas à padronização do ensino tradicional porque também visa, essencialmente, romper com a rigidez da formação de força do trabalho típica do taylorismo. O taylorismo caracteriza-se por um modelo de produção que impõe um ritmo repetitivo e fragmentado à ação trabalhador, que deve conhecer apenas a sua parte no processo de produção, sendo impedido de ter uma visão integral do seu próprio trabalho. Por isto mesmo, para o taylorismo, o sistema econômico não precisa investir na educação integral do trabalhador, pois, não se espera, nem mesmo se admite que ele participe do processo produtivo. Com as mudanças nos meios de produção e a influência do toyotismo nas formas de gerenciamento, um novo perfil profissional passa a ser exigido dos operários. A repetição cede, gradativamente, lugar à necessidade de um trabalhador criativo, que possa contribuir para que as indústrias produzam mais e com menor custo. Neste contexto, a estética da sensibilidade tenta romper com a concepção de trabalho/educação rotineiros, propondo que na escola e nas indústrias instaurem-se práticas educativas e laborais, que relacionem satisfação e prazer ao ato de trabalhar. Para isto será necessário integrar ao trabalho: (...) diversão, alegria e senso de humor a dimensões de vida muitas vezes consideradas (...) austeras, como a escola, o trabalho, os deveres, a rotina cotidiana. Mas a estética da sensibilidade quer também educar pessoas que saibam transformar o uso do tempo livre num exercício produtivo porque criador. E que aprendam a fazer do prazer, do entretenimento, da sexualidade, um exercício de liberdade responsável (BRASIL, 1998, p.21). A estética da sensibilidade ousa porque vai além da simples relação entre trabalho e educação, visando em um patamar mais amplo, interferir na forma como as pessoas se veem e se posicionam frente à realidade na qual convivem. A relação entre trabalho/educação se relaciona com o terceiro pilar do conhecimento, o aprender a conviver, que, por sua vez se manifesta no Parecer n 15/1998 e Resolução n 03/1998 através do princípio política da igualdade.

7 7020 Enquanto os dois primeiros pilares compõem a estética da sensibilidade (voltados para o trabalho), o pilar do aprender a conviver, constitui o princípio da política da igualdade. A política da igualdade e o aprender a conviver remetem à necessidade de, na sociedade globalizada, de constantes contatos financeiros, o homem aprender a conviver com culturas diferentes e respeitá-las. O aprendizado da convivência se materializa quando se aprende a descobrir progressivamente o outro e a trabalhar em projetos comuns (que acabam desenvolvendo o aprendizado para o trabalho em equipes, superando o individualismo). O pilar da convivência é apresentado nas Diretrizes Curriculares do Ensino Médio como sendo responsáveis pelo reconhecimento dos direitos civis, humanos e da cidadania. (...) a política da igualdade vai se expressar também na busca da eqüidade no acesso à educação, ao emprego, à saúde, ao meio ambiente saudável e a outros benefícios sociais, e no combate a todas as formas de preconceito e discriminação por motivo de raça, sexo, religião, cultura, condição econômica, aparência ou condição física (BRASIL, 1998, p.23). Assim sendo, a convivência é apresentada como um princípio que relaciona o aprendizado à concepção de multiculturalidade, que visa romper com os estereótipos que alimentam as discriminações, ou seja, promover igualdade entre desiguais, tornando o ser humano, em um homem ser mais livre. Entre aprender a aprender, aprender a fazer e aprender a conviver coaduna-se o quarto pilar, aprender a ser, que envolve a constituição da identidade do ser humano sob a perspectiva de que é necessário educar sob os princípios da ética. Educar sob inspiração da ética não é transmitir valores morais, mas criar as condições para que as identidades se constituam pelo desenvolvimento da sensibilidade e pelo reconhecimento do direito à igualdade a fim de que orientem suas condutas por valores que respondam às exigências do seu tempo (BRASIL, 1998, p.25). A ética, como se apresenta, é uma forma de contribuir para a formação de um novo homem, capaz de forjar uma nova sociedade. Por isto, o objetivo máximo da ética da identidade é ousado, pois, visa contribuir para que o ser humano desenvolva integralmente o seu ser, sendo capaz de realizar escolhas, assumindo que a vida diz respeito à assunção de um projeto de vida.

8 7021 Para que este pilar se manifeste nas instituições educativas, é imprescindível transformá-las. Elas devem estimular a criatividade, as práticas culturais, exercitar o gosto pelo belo e pela convivência, pois só assim serão desenvolvidas as (...) competências (...) mais valorizadas pelas novas formas de produção pósindustrial que se instalam nas economias contemporâneas. Essa é a esperança e a promessa que o novo humanismo traz para a educação, em especial a média: a possibilidade de integrar a formação para o trabalho num projeto mais ambicioso de desenvolvimento da pessoa humana (BRASIL, 1998, p.26). Diante do exposto, observa-se que a motivação das reformas educacionais foi a necessidade de formar profissionais para atender às demanda dos setores produtivos e isto foi apresentado à sociedade como um projeto de educação comprometido com a superação das desigualdades sociais. Entendemos que o Parecer n 15/1998 e a Resolução n 03/1998 (ambos instituídos para estabelecer as diretrizes educacionais para o Ensino Médio, ante a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação n 9394/96) ao chamarem os quatro pilares de princípios (estética da sensibilidade, política da igualdade e ética da identidade) contribuíram para escamotear ao máximo possível as intenções econômicas que estavam subjacentes às reformas educacionais, fazendo parecer apenas mais um projeto de educação inovador. Enfim, as reformas orientavam a organização curricular do Ensino Médio de acordo com os princípios da estética da sensibilidade, ética da igualdade e política da identidade, ou em outros termos, dos quatro pilares da educação. Após estas considerações, passaremos a explicitar como estas concepções se fizeram presentes nas reformulações curriculares das propostas pedagógicas das escolas de Ensino Médio e Profissionalizante e para isto tomaremos como universo de análise o projeto pedagógico do curso Técnico em Agropecuária do IFCE/Crato. No IFCE/ Crato, a última reformulação da proposta pedagógica se deu no ano de 2003, quando estava em vigor o Decreto n 2208/1997, o Parecer n 15/1998 e a Resolução n 03/1998. Apesar de compreendermos o Decreto n 2208/1997 como um dos mais visíveis veículos de implantação dos princípios, não nos deteremos à análise deste Decreto, pois, nosso intuito é analisar como estes princípios, apesar de inconscientemente, estão presentes nos documentos da escola.

9 7022 No ano de 2009 foram encaminhados ao CGE (Coordenação Geral de Ensino) dois projetos para a criação de dois laboratórios específicos por disciplina, um de Geografia e outro de Matemática, cujas justificativas, respectivamente eram: As salas ambientes ou laboratórios são espaços de construção coletiva do conhecimento nos quais os recursos didático-pedagógicos criam vida. Com esses espaços e recursos o professor (a) e os alunos (a) s podem vazão à sua criatividade, dinamizar o trabalho e enriquecer as atividades de ensino-aprendizagem, tornando esse processo muito mais dinâmico, prazeroso e eficaz. O aluno aprende fazendo em oficinas de matemática (Projetos de trabalho, IFCE/Crato, 2009). Os conceitos presentes nestes projetos, tais como: construção coletiva do conhecimento, criatividade, dinâmico, prazeroso e aprender fazendo coadunam com os quatro pilares da educação, especialmente o aprender a conhecer e o aprender a fazer. No entanto, é necessário refletir que estes termos aparentemente neutros não são frutos de uma nova concepção didática e nem se inserem apenas no bojo do processo educacional. Eles estão diretamente vinculados às necessidades dos setores produtivos por profissionais que saibam trabalhar em equipe, ser criativos e apontar sugestões inovadoras para melhorar os processos de produção. As inspirações da estética da sensibilidade ao se vincularem à política de igualdade e a ética da identidade, conforme o relatório de Delors, vinculam-se à formação de um novo trabalhador e estes termos acabam sendo incorporados no cotidiano da instituição para se referir às mais diversas atividade didáticas, como pode ser observado: A criação do referido laboratório se justifica por qualificar melhor os educandos, educadores, funcionários e a comunidade, condição fundamental e de grande importância para a melhoria das condições de ensino, pesquisa e extensão do IFCE/CRATO, onde serão trabalhados diversos assuntos ligados aos problemas relacionados com a Geografia, a educação ambiental e a cidadania na Região do Cariri e do mundo (Projeto de trabalho de Geografia, IFCE/Crato, 2009). Os conceitos sobre a estética da sensibilidade e a ética da igualdade são traduzidos de forma indireta em ambos os projetos por meio de termos como: criatividade e qualificação que são utilizados para caracterizar o processo de ensino e aprendizagem. Observa-se que estes termos, em alguns casos, são utilizados indiscriminadamente e sem consciência teórica do assunto. Segundo Neves (2004, p.10), a polissemia e a ambigüidade com que a legislação trata determinadas concepções têm como objetivo criar as condições

10 7023 necessárias para que a classe trabalhadora pense minimamente e que os intelectuais se tornem em especialistas com reduzida capacidade de elaboração crítica das relações sociais vigentes. As ações propostas para serem desenvolvidas no projeto de criação do Laboratório de Matemática têm como objetivo desenvolver nos alunos: - Atitudes positivas em relação á matemática (gosto pela matemática), perseverança na busca de soluções e confiança em sua capacidade de aprender e fazer matemática. - A construção, com compreensão, de conceitos, procedimentos e habilidades matemáticas. - A busca de relações, propriedades e regularidades. - Espírito investigativo e autonomia (Projetos de trabalho, IFCE/Crato, 2009). A descrição das atividades que os alunos devem desenvolver e os objetivos que devem ser atingidos por eles envolvem o domínio de habilidades, atitudes e conhecimentos para os quais não só basta conhecer ou fazer, mas, sobretudo, ser. Isto significa que não se exige mais dos alunos apenas o aprendizado de um conteúdo. Hoje é necessário que ele saiba como aprender, o que fazer com aquilo que aprendeu e que saiba utilizar estes aprendizados para obter trabalho e garantir a sobrevivência. Porém, a grande problemática é que estas intenções não estão reveladas para o conjunto da classe trabalhadora e nem mesmo para os profissionais que assumem o trabalho pedagógico nas instituições educativas. Freitag (1986, p.15), ao analisar esta situação evidencia que a educação sempre expressa uma doutrina pedagógica (que explícita ou implicitamente) se baseia em uma filosofia de vida, concepção de homem e sociedade. Portanto, numa realidade concreta o processo educacional sempre estará vinculado a uma ideologia política e representa indubitavelmente um dado grupo social. No ano de 2009, um projeto de extensão foi realizado pelo IFCE/Crato com o intuito de desenvolver atividades relacionadas ao aprender a ser (ética da identidade), tendo como proposta a realização de um mini-curso na Semana Tecnológica. O projeto partiu da disciplina de Língua Portuguesa e seu objetivo era: Propiciar momentos de reflexão a todos aqueles que estão em busca de um mundo melhor: da casa de cada um, das relações de cada um, do ambiente em que cada um vive porque é urgente o amor pelas pessoas, pela natureza e pelo nosso planeta (Projetos de trabalho, IFCE/Crato, 2007).

11 7024 O aprender a ser é tomado em um sentido romantizado como se referisse apenas ao desejo de tornar o ser humano uma pessoa melhor. Não queremos com isto afirmar que a formação humana não seja importante, porém, acreditamos que a formação deste homem para ser, não pode estar limitada a uma concepção metafísica de homem bom, pois, educar o homem é um ato consciente, e, sobretudo político. O pilar aprender a ser (política da identidade) não se compara à concepção gramsciniana de emancipação ou de hominização. Assim sendo, aprender a ser, tal qual posto no Relatório de Delors é uma simplificação da condição histórica do ser humano. Outro fator importante a evidenciar é que os pilares da educação/princípios são expostos na legislação, especialmente pelo Parecer n 15/1998, como um verdadeiro projeto de vida a ser alcançado por meio da articulação dos conteúdos escolares com o mercado de trabalho: (...) um projeto em aberto, podendo incluir períodos de aprendizagem de nível superior ou não intercalados com experiências de trabalho produtivo de diferente natureza, além das escolhas relacionadas à sua vida pessoal: constituir família, participar da comunidade, eleger princípios de consumo, de cultura e lazer, de orientação política, entre outros. A condução autônoma desse projeto de vida reclama uma escola média de sólida formação geral (BRASIL, 1998, p. 35). Esta concepção do ato de educar e dos objetivos que devem ser alcançados coaduna com as concepções do Banco Mundial para a erradicação da pobreza. Segundo o relatório do banco (2007, p. 02) a situação dos jovens de hoje oferece ao mundo uma oportunidade sem precedente para acelerar o crescimento e reduzir a pobreza. Para isto, o relatório afirma que é preciso investir nos jovens agora a fim de que eles desenvolvam as aptidões necessárias para a obtenção de êxito na economia competitiva global. Um ponto nevrálgico no relatório é a afirmação de que a oferta de oportunidades de educação deve fazer com o jovem desenvolva a capacidade de fazer as escolhas certas. Ou seja, a solução para a desigualdade social, os problemas de saúde, o desemprego, a precarização, enfim, todas as mazelas sociais, podem ser apontadas como uma falha do processo educacional ou falha do indivíduo que não soube escolher adequadamente entre as oportunidades que o sistema lhe ofereceu.

12 7025 Considerações Finais Várias razões corroboram para que os pilares da educação fossem trabalhados de forma inconsciente nas escolas brasileiras. Dentre eles é possível citar o fato de que a própria legislação é a primeira a contribuir para a neutralização teórica ao atribuir novos nomes para conceitos já existentes, sem deixar claro de onde eles surgiram. Por outro lado, a ação docente precisa se fundamentar em uma ação consciente, não só em relação aos quatro pilares, mas, sobretudo, a qualquer política pública que venha trazer inovações que beneficiam apenas o interesse dos grupos sociais já privilegiados. Só através disto é que será possível construir uma visão mais crítica e superadora dos princípios ideológicos que são postos na legislação e legitimadores da dualidade do ensino. Portanto, para vivermos numa sociedade mais justa os alunos de todas as classes sociais precisam viver experiências concretas de uma educação emancipadora. REFERÊNCIAS BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Lei de diretrizes e bases da educação nacional, Brasília-DF: MEC, 1996., Parecer CNE/CEB 15/98. Diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio, Brasília-DF: MEC, 1998., Resolução 03/98. Diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio, Brasília- DF: MEC, 1998., Decreto nº. 2208, Brasília, 1997., Decreto nº. 5154, Brasília, DELORS, Jacques (Coord.). Educação: um tesouro a descobrir. Brasília: UNESCO/MEC, RAMOS, Nogueira Marise. A pedagogia das competências: autonomia ou adaptação. 3ed. São Paulo: Cortez, NEVES, L. M. W.. As reformas da educação escolar brasileira e a formação de um intelectual urbano de novo tipo. In: 27a Reunião Anual da ANPED, 2004, Caxambu-MG. Programas e resumos, 2004.

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