ANA DENISE FERRAZ DA ROSA SÁ

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANA DENISE FERRAZ DA ROSA SÁ"

Transcrição

1 AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS NO TRABALHO E A ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO CAMPUS PESQUEIRA ANA DENISE FERRAZ DA ROSA SÁ Psicóloga Escolar, servidora do IFPE campus Pesqueira e Especialista em Gestão Pública de Instituições de Ensino Profissionalizante e Tecnológico Praça Comendador José Didier, 41, Centro, Pesqueira PE, CEP RESUMO Este trabalho tem por objetivo demonstrar teoricamente a evolução da administração de recursos humanos nas organizações, bem como suas implicações na qualidade, produtividade e o desenvolvimento de competências no ambiente de trabalho. Dessa forma buscou-se investigar em literatura pertinente, através de pesquisa bibliográfica algumas abordagens, contemplando a evolução da Teoria da Administração e da Teoria das Relações Humanas. O trabalho apresenta reflexões acerca de determinados estilos gerenciais causadores de pressões e conflitos psicológicos, desencadeantes de doenças e transtornos mentais. As demandas sociais exigem dinamismo e competência das organizações, o que não deve ser diferente em instituições de educação que têm o compromisso de transformação social. De acordo com os estudos realizados, da observação da prática diária no tratamento dispensado aos servidores e à luz dos dados e registros do serviço de psicologia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Campus-Pesqueira, entende-se como condição sine qua non desenvolver junto à comunidade institucional reflexões que levem a mudanças de cultura organizacional, desenvolvendo uma visão futurística, democrática e de abertura a novas formas de tratar o funcionário, no sentido de zerar as perdas de talentos para outras instituições, prevenir fatores desencadeantes de desequilíbrios emocionais, de contribuir na identificação do funcionário com a instituição e com seu próprio trabalho. Desse modo, considera-se ser imprescindível a atuação de ARH (Administração de Recursos Humanos) para um trabalho dessa natureza. Palavras-chave: Organização Administrativa. Recursos Humanos. Instituição. Servidor Público. ABSTRACT This work aims to demonstrate theoretically the evolution of the administration of human resources in organizations and its implications on quality, productivity and

2 skills development in the workplace. Thus we tried to investigate the current literature, from literature some approaches, including the development of the Theory of Management and the Theory of Human Relations. This paper presents reflections on certain styles of management causing psychological pressures and conflicts, triggering the disease and mental disorders. Social demands require dynamism and competence of the organizations, which should not be different in the education institutions that have a commitment to social transformation. According to studies, the observation of everyday practice in treatment of the servers and in the light of data and records of the department of psychology of the Federal Office for Education, Science and Technology of Pernambuco, Campus-Pesqueira, is defined as a condition sine qua non in the community to develop ideas that lead to institutional change in organizational culture, developing a futuristic vision, democracy and openness to new ways to treat the employee in order to eliminate the loss of talent to other institutions, to prevent triggering factors of imbalances emotional, helping to identify the official with the institution and its work. Thus, we must be the work of ARH (Administration of Human Resources) for the work of this nature. Key-words: Administrative Organization. Human Resources. Institution. Public Server. INTRODUÇÃO A expansão das organizações, o aumento de pessoal e das atividades a serem executadas tem tornado as relações no ambiente de trabalho mais complexas, isso implica repensar acerca de um ramo da Administração, hoje, conhecido como Administração de Recursos Humanos. O momento atual marcado por mudanças tecnológicas, sociais e econômicas, mudanças de paradigmas, de competitividade, reforça mais ainda a necessidade de maximizar o aparelhamento organizacional, no sentido de buscar qualidade em seus serviços. Já não existe mais espaço para a chamada Relação de Pessoal ou Relações Industriais, como era tratada até bem pouco tempo as relações humanas dentro da Administração, que desempenhava o papel de elo entre as organizações e as pessoas, com a função apenas de repasse de informações. Isso não é mais suficiente e nem eficiente para a administração, porque o mundo mudou, as pessoas evoluíram e as organizações também precisam acompanhar estas mudanças. As organizações bem sucedidas são aquelas que administram com as pessoas, ou seja, parceiros/colaboradores, numa relação democrática. Conforme Chiavenato (2007, p. 23). As pessoas não são recursos que a organização consome, utiliza e que produzem custos. Ao contrário, as pessoas constituem fator de competitividade, da mesma forma que o mercado e a tecnologia. Assim

3 parece-nos melhor falar em Administração de Pessoas para ressaltar a administração com as pessoas como parceiros e não sobre as pessoas como meros recursos (CHIAVENATO, 2007) No entanto, algumas organizações parecem emperradas, não se percebe movimento algum no sentido de evoluir nas relações interpessoais. Continuam fechadas em suas decisões, adotando, assim, uma política de exclusão. Diante das mudanças institucionais, de Centro Federal de Educação Tecnológica para Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, percebe-se uma oportunidade ímpar para fazer reflexões com todos os que integram o Campus Pesqueira, no sentido de sensibilizar a comunidade para um repensar de suas práticas gerencias, que atuam sob a ótica puramente mecanicista em pleno século 21, quando as demandas sociais exigem a visão humanística associada à Teoria do Desenvolvimento Organizacional, como assinala UHLMANN: ele entende a Teoria das Relações Humanas como uma bandeira erguida para mostrar à administração clássica aspectos antes renegados, que à luz de maior rigor científico, aprofundamento e complementação encontrados nas teorias Comportamental e do Desenvolvimento Organizacional, constitui sólida base para os modelos de gestão da atualidade. Para isso, buscou-se referências em teóricos que descrevem historicamente a Administração de Recursos Humanos e apresentam proposições para uma profícua administração de recursos humanos e política de valorização de pessoal, que se entende é o caminho para a humanização do ambiente, favorecendo a integração das equipes, contribuindo com a qualidade de vida das pessoas e, conseqüentemente, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco Campus Pesqueira. 1 AS RELAÇÕES HUMANAS NO TRABALHO A organização é um sistema de atividades que envolve mais de uma pessoa em torno de um propósito comum. A cooperação entre as pessoas que a compõem é de fundamental importância, assim como, é indispensável que haja entre as pessoas comunicação e disponibilidade em contribuir com a ação. O conhecimento sobre as pessoas é a base para o estudo das organizações e da ARH Administração de Recursos Humanos. Sendo as organizações formadas por pessoas, estas se engajam às organizações com a finalidade de atingir seus objetivos

4 (poder de compra, realização profissional, status, etc.), mas nem sempre essa união se dá em perfeita harmonia. Tanto as organizações como as pessoas diferem entre si. As pessoas diferem umas das outras em relação à personalidade, aspirações, valores, atitudes, motivações, aptidões, entre outras variáveis, e são também sujeitas às múltiplas influências. De modo que, uma mesma pessoa difere conforme o tempo, experiências, conhecimentos, etc. Essa preocupação é antiga e requer estudo e acompanhamento de uma liderança competente. O papel do líder é de extrema importância para a equipe que pretende potencializar seus recursos em prol de um determinado objetivo. O comportamento humano nas organizações é bastante imprevisível. Isso ocorre devido às necessidades e aos sistemas de valores individuais, assim como o sistema de recompensas e contribuições, aplicados pela organização. Daí, ponderar a respeito de certos aspectos presentes nas relações interpessoais no grupo de trabalho é de fundamental importância, da mesma forma como é essencial refletir sobre o tipo de política adotada pela organização, que muitas vezes leva seus profissionais a se relacionarem com determinado grau de competição entre si, colaborando com o surgimento de conflitos internos. A vida das pessoas constituem uma infinidade de interações com outras pessoas e com organizações. A A.R.H. funciona em um contexto de organizações e de pessoas. Administrar pessoas significa lidar com pessoas que participam de organizações. Mais do que isto significa administrar com pessoas. Fazer de cada pessoa um verdadeiro administrador de suas tarefas dentro da organização, em qualquer nível que esteja situada ou em qualquer atividade que deva executar. Assim, organizações e pessoas constituem a base fundamental na qual funciona a A.R.H. (CHIAVENATO 2007, p.25) Situações que ocorrem de maneira sutil, tendo em vista a dimensão que possui a hierarquia organizacional e seu poder. 2 A ORIGEM DA TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS Com ou sem fins lucrativos, produzindo bens e prestando serviços educacionais, políticos, sociais, econômicos, religiosos, as organizações que buscam sucesso e competitividade são formadas por pessoas proativas e identificadas com suas tarefas, rotinas e procedimentos. É essa a razão da existência no seu organograma, de uma área diferenciada da administração que se preocupa em harmonizar as necessidades da organização e as necessidades das pessoas que ali trabalham. Então ela recruta, seleciona,coloca, recoloca, treina, desenvolve, analisa, avalia etc. Enfim, cuida das pessoas e da organização.

5 A teoria da administração passa a considerar a abordagem humanística a partir do surgimento da Teoria das Relações Humanas concebida nos Estados Unidos nas décadas de 1920 e 1930, graças ao desenvolvimento das ciências sociais, especialmente da Psicologia (UHLMANN, 1997). A Teoria das Relações Humanas nasceu de um movimento de reação e oposição à teoria clássica da administração, apregoada por Frederick Winslow Taylor (1925) e Henry Ford (1913). Eles advogaram a aplicação de métodos rigorosos, científicos e precisos submetendo os trabalhadores à obediência opressiva e à exploração (UHLMANN, 1997). Os fatores que deram origem à Teoria das Relações Humanas, segundo Chiavenato (2000, p. 108) foram: - A necessidade de humanizar e democratizar a administração, liberando-a dos conceitos rígidos e mecanicistas da Teoria Clássica e adequando-a aos novos padrões de vida do povo americano. - O desenvolvimento das chamadas ciências humanas, principalmente a Psicologia e a Sociologia. - As idéias da filosofia pragmática de Jonh Dewey e da Psicologia Dinâmica de Kurt Lewin foram capitais para a humanização na administração. Elton Mayo foi o fundador da escola, Dewey e Lewin contribuíram para sua concepção. A Sociologia de Pereto também foi fundamental. - As conclusões da experiência de Hawthorne, desenvolvida entre 1927 e 1932 sob a coordenação de Elton Mayo, que o levaram a criticar os princípios da Teoria clássica da Administração. A pesquisa de Hawthorne partiu de problemas de rotatividade do pessoal da produção e foi realizada em várias etapas envolvendo grupo experimental, de controle, observações, entrevistas e análises, contribuindo assim para a elaboração dos princípios básicos da Escola de Relações Humanas: - A integração social do grupo influi positivamente nos resultados da produção. - O homem é gregário por natureza. Age e reage enquanto grupo. - As pessoas são motivadas pela necessidade de reconhecimento, aprovação social e participação, talvez mais que por razões econômicas. A organização deixa de ser visualizada como grupo social formal, enquanto teoria clássica para ser considerada como grupo social informal com normas e princípios adotados pela empresa.

6 - Nas relações de trabalho tanto recebemos influências das atitudes e ações do grupo como também influenciamos o grupo com o nosso jeito de ser. - A divisão do trabalho é negativa para a satisfação pessoal do trabalhador como também as tarefas pouco complexas levando à baixa produtividade. - Valoriza sentimentos e emoções. A experiência de Hawthorne promoveu o diálogo entre psicólogos, sociólogos e engenheiros produzindo diferentes idéias e uma nova concepção da administração. 2.1 A Teoria da Motivação Entendida como um estudo mais avançado da teoria das relações humanas, já que tem como foco as atitudes emocionais da pessoa, passemos então a entender melhor o que vem a ser a motivação. A palavra motivo significa tudo que faz a pessoa agir de determinada forma. Só compreendemos o comportamento das pessoas se conhecermos suas motivações. Então, a motivação é o estímulo que gera o passo que a pessoa dá em direção a algo (pessoa ou objeto), para satisfazer uma necessidade, por isso é preciso que haja envolvimento, ou melhor, força de vontade para. O psicólogo americano A. Maslow formulou uma teoria da motivação com base no conceito da hierarquia de necessidades que influenciam o comportamento humano (UHLMANN, 1997). Para Maslow, o homem expande suas necessidades no decorrer de sua vida. À medida que satisfaz suas necessidades básicas, outras mais elevadas estimulam seu comportamento. A hierarquia das necessidades segundo Maslow (CHIAVENATO, 2007): - Necessidades fisiológicas (ar, comida, repouso, abrigo, etc.) referem-se ao nível mais baixo da pirâmide, mas de vital importância para a sobrevivência e preservação da espécie. - Necessidades de segurança (proteção contra o perigo ou privação) também chamada de estabilidade, referem-se à manutenção do equilíbrio e são representadas por necessidades de preservação do emprego, da saúde e pelo afastamento de outras ameaças à estabilidade. - Necessidades sociais (amizade, inclusão em grupos, etc.) surgem estando as anteriores atendidas e se referem à aceitação das pessoas pelos grupos.

7 - Necessidades de estima (reputação, reconhecimento, auto-respeito, amor, etc.) representam a maneira como a pessoa se vê e se avalia, envolve os aspectos ligados à autoconfiança, à aprovação social, tais como estima, prestígio e status. - Necessidade de auto-realização (realização do potencial, utilização plena dos talentos individuais, etc.) representam o topo da pirâmide das necessidades humanas e se caracterizam pela necessidade de o indivíduo realizar-se, de promover o seu próprio potencial em contínua expansão. Podemos observar alguns aspectos: - Nem todas as pessoas se realizam plenamente. As circunstâncias da vida de cada um determinam a satisfação em nível mais baixo. - As pessoas devem ser compreendidas de modo sistêmico, pois respondem a estímulos externos combinados com suas necessidades pessoais. - O não atendimento ou as frustrações geram tensões psicológicas que repercutirão no comportamento. Levados para o campo da administração esses conhecimentos favorecem a conscientização do gestor, no sentido de ter uma equipe mais coesa e produtiva. Pois é desta concepção comportamental, ou seja, da combinação do sistema de recompensa e contribuição organizacional, com as necessidades pessoais do trabalhador que emerge o clima organizacional e também resulta a contribuição do funcionário. Quando há baixa motivação entre os membros, seja por frustração ou barreiras à satisfação das necessidades o clima organizacional tende a cair caracterizando-se por estados de depressão, desinteresse, apatia e insatisfação. Quando a motivação entre os membros é alta, o clima se eleva e se traduz em relações de satisfação, animação, interesse e colaboração como afirma Chiavenato, Exemplificando através do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Campus Pesqueira, os gestores ignoram as necessidades secundárias (necessidades sociais, de estima e sobretudo de auto-realização) de seus funcionários, transformando-os em servidores apáticos e desmotivados. 2.2 A influência do Trabalho sobre a Saúde do Indivíduo Podemos observar que a motivação tem um importante papel no comportamento das pessoas e que o ambiente de trabalho pode influenciar negativamente ou positivamente na saúde do trabalhador. Quando a influência é negativa faz emergir

8 doenças e perturbações do psiquismo, as quais podem perdurar por muito tempo ou mesmo serem irreversíveis. Como, por exemplo, as posturas inadequadas, inatividade física, hábitos não saudáveis, o stress emocional, ou melhor, as tensões psicológicas ligadas ao trabalho, entre outras. O psiquiatra francês Paul Sivadon, em 1952, escreveu um artigo sobre essa questão, utilizando pela primeira vez o termo Psicopatologia do Trabalho 14 ao constatar o potencial patogênico de certas formas de organização do trabalho (LIMA, 1998, p. 12). Os fatores desencadeantes do stress podem ter origens diversas. Surgem de condições externas resultantes de necessidades que a pessoa enfrenta como fatores financeiros, falência da empresa, possibilidade de demissão, aposentadoria ou exigências culturais, tipo: cobranças sociais e familiares, quanto ao status sócioeconômico, assim como desempenho profissional e outros. A falta de condições no trabalho, que impede o profissional de desenvolver o seu projeto, também é um fator estressante, principalmente se perdura por muito tempo. Bem como a falta de condições ambientais. Dentre estas, pode-se ressaltar: a desarmonia nas relações interpessoais, provocadas pela falta de profissionalismo entre trabalhadores que se deixam levar pelos sentimentos negativos, tipo ambição, inveja, entre outros. A falta de uma política de valorização profissional, a falta de habilidade dos gestores em lidar com seus colaboradores, a falta de ética nas relações de trabalho. Destacamos ainda como condição externa estressante, a supervalorização que a nossa sociedade confere ao dinheiro e o equivocado conceito de sucesso que ela impõe ao indivíduo (DIAS, 1994, p.310). Uma outra forma de tensão, talvez a mais importante é a nossa condição interior. A nossa incapacidade de aceitar a realidade, ou seja, não estar em paz conosco mesmo. Essa não só amplifica os malefícios que por ventura já existam como originam os mais importantes aspectos do stresse ocupacional: a insatisfação profissional e a perturbação neurótica no trato com as pessoas, seja com clientes ou companheiros de trabalho, podendo se estender, também, às relações familiares e sociais. Inclui-se aqui de forma relevante a competição e seus correlatos, como a ambição neurótica, a vaidade e a inveja (DIAS, 1994 p.310). 14 Formas perversas de organização da atividade laboral, gerando pressões e conflitos insuperáveis e possibilitando a emergência da doença mental.

9 Na perspectiva da insatisfação profissional podemos destacar o não gostar, pura e simplesmente, do fazer profissional, de onde se faz, ou ainda, do não fazer o que se propôs por falta de apoio administrativo. E, também, podemos citar a não obtenção das recompensas de que o indivíduo se julga merecedor, seja em termos financeiros, prestígio, poder, ou os três, em conjunto. A insatisfação pode, ainda, estar mais ligada à condição interior da pessoa do que às próprias condições objetivas do trabalho(dias, 1994)As pessoas que não gostam de si mesmas têm a auto-estima em baixa, não sentem prazer em quase nada da vida, ou quando sentem é de forma deturpada. Para essas pessoas o trabalho é um fardo, assim como sua vida. Sua insatisfação tem origem na incapacidade de aceitar o que a vida lhe oferece (DIAS, 1994). Em contrapartida, há pessoas que pela mesma angústia e insatisfação interior se debruçam sobre o trabalho fazendo deste a única razão de ser de sua vida. Vivem para acumular glória, poder e dinheiro, numa ânsia desenfreada tornando-se algoz de si mesmo e dos outros. Quanto às perturbações neuróticas, a inveja é um dos sentimentos mais nocivos e destrutivos recorrentes no campo profissional, embora tenhamos grande dificuldade em reconhecê-la. Para invejosos, vaidosos e competidores, não basta atingir seus objetivos, necessitam deter o outro para que este não consiga, e isto é o que lhe dá mais prazer (DIAS, 1994). É essencial para o nosso equilíbrio psíquico nos alegrar sinceramente com as conquistas do outro, para não sermos consumidos por esses sentimentos nocivos que mais envenenam as nossas relações. Por isso, a vigilância constante sobre nossos sentimentos se faz necessária, além do exercício do desapego e o cultivo da generosidade. Por fim, todos esses conflitos e perturbações vão se acumulando sem que haja algum gerenciamento e associadas a outras fragilidades pessoais, trazem grande sofrimento emocional ao ser humano, conduzindo-o à desmotivação e ao desprezo pela atividade laboral, desencadeando entre outras patologias a depressão e a Síndrome de Burnout 15. O estresse, a fadiga, a depressão e a Síndrome de Burnout, para alguns autores representam a desistência como a característica marcante. Tal desistência significa a aparente falta de investimento emocional em tudo que se refere ao trabalho (ABREU, 2002, P.22). Registramos indícios desta síndrome entre os servidores deste campus, em situações onde o parecer do profissional qualificado deixa de ser 15 Trata-se de uma síndrome na qual o trabalhador perde o sentido da sua relação com o trabalho, de forma que as coisas não lhe importam mais e qualquer esforço lhe parece inútil.

10 valorizado, quando os gestores se revestem de atitudes antidemocráticas perante os funcionários, entre outras situações. 2.3 Trabalho como Fator de Saúde a Humanização do Trabalho Na seção anterior, falou-se acerca dos impactos negativos vinculados à relação de trabalho sobre a saúde mental dos trabalhadores. Passa-se, agora, a ressaltar as influências positivas que podem advir dessa relação na promoção da saúde do ser humano. O trabalho é responsável, em parte, pela formação da identidade e da inserção da pessoa nos diversos grupos sociais. De modo que uma relação satisfatória com a atividade laboral é de fundamental importância para o desenvolvimento das demais áreas da vida humana, uma vez que essa relação depende muito dos suportes afetivos e sociais adquiridos durante seu percurso profissional. Os suportes afetivos advêm dos relacionamentos interpessoais, nos quais há partilha de preocupações, sentimentos de segurança, conforto e confiança. O suporte social refere-se às relações gerais que se estabelecem de forma natural entre os colegas de trabalho, vizinhos e conhecidos, podendo favorecer o estreitamento desses relacionamentos, transformando em suporte afetivo (ABREU, 2002). Os movimentos inovadores, protagonizados pelos psiquiatras e teóricos franceses, que surgiram no campo da saúde mental e do trabalho, após o término da 2ª Guerra Mundial ( ), exigindo a adaptação e readaptação ao sistema produtivo, que nessa época precisava ser animado, teve em Sivadon uma marcante participação. Ele sistematizou a forma de se abordar a doença mental através da ergoterapia 16, ou seja, a integração dos indivíduos (principalmente dos pacientes psiquiátricos) à vida social, por meio do trabalho (LIMA, 1998, p.12). Na prática institucional encontramos indícios de estado e Burnout entre os servidores, quando o parecer do profissional qualificado para, deixa de ser valorizado, quando os gestores se revestem de atitudes antidemocráticas perante os funcionários, entre outras situações. 16 Através dessa abordagem, o trabalho passa a ser reconhecido especialmente pelo seu valor de integração social (Veil, 1985, p.14). É importante reconhecer que Sivadon reconhecia não ter sido o criador da ergoterapia (segundo ele, uma abordagem da loucura tão antiga quanto a própria loucura), mas sabemos que ele trouxe elementos (tanto empíricos quanto teóricos) extremamente inovadores para este campo (LIMA, 1998, p.12)

11 Nesse contexto, o trabalho é essencial à vida e à felicidade, porém é preciso que tenhamos cuidado para não exceder à tentação de acúmulo de tempo dedicado a este, pois, como diz o dito popular, o trabalho é um meio de vida, e não de morte. Para tanto, algumas condições são necessárias, como férias, se possível fracionadas em dois períodos anuais, a carga horária não deve ultrapassar sessenta horas semanais, além da quantidade de trabalho, prazos suportáveis para a consecução dos mesmos e que seja fonte de prazer. Mudanças interiores se fazem necessárias, assim como a humanização do ambiente de trabalho e a inserção das relações de amor entre as pessoas. Amor no sentido mais amplo, significando amor pela vida e pelo mundo, o cultivo da generosidade. E saber administrar os ressentimentos tão comuns e prejudiciais às pessoas e às organizações. Um importante viés da humanização do trabalho é creditado à valorização do trabalho de quem executa. Pois sabe-se que ao produzir experimenta-se o sentimento de plena realização. Quando o indivíduo não produz, o sentimento de vazio é inevitável e às vezes surge o sentimento de inutilidade. Prejudicando, assim, toda a essência do ser e, conseqüentemente, prejudicando a organização. No entanto, as modernas organizações já se aperceberam disso e implementaram programas de valorização do trabalhador, contemplando a sua participação em certos momentos decisivos relacionados ao trabalho. 3 PROPOSIÇÕES PARA ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NO IFPE Desde o ano de 2003 o Governo Federal adota medidas que apontam para uma nova direção em relação à educação no Brasil e, em especial, à educação Profissional e Tecnológica. As instituições federais dessa modalidade de ensino, que até então eram direcionadas para a educação profissional e para o desenvolvimento econômico, passaram a ter uma política que traz em sua essência a justiça social conduzindo suas ações. Assim sendo, o então Centro Federal de Educação Tecnológica passa a ter novas possibilidades de atuação e de expansão territorial como estratégia de ação, necessitando de um novo modelo de instituição.

12 Daí a criação do Instituto Federal de Educação Profissional e Tecnológica, representando a concretização desse novo e abrangente projeto de governo. A criação dos Institutos de Educação, na perspectiva de articular ações de desenvolvimento territorial sustentável e de conduzir à formação integral de cidadãostrabalhadores emancipados, vai ao encontro dos anseios da sociedade, que se caracteriza pelos avanços tecnológicos, globalização da economia e das comunicações, pelo pluralismo político e pela emergência do poder local. Nessa sociedade emerge a demanda pela autonomia como contraponto a qualquer forma de uniformização e a necessidade de afirmação da singularidade de cada região e de cada povo (BRASIL, MEC). Exige-se, portanto, nessas novas instituições, uma mudança de paradigmas em relação ao fazer pedagógico das comunidades envolvidas. Desse modo, o diálogo do passado com o presente é de fundamental importância para a elaboração do Projeto Político Pedagógico dos institutos, representando assim, o compromisso de transformação social. Nesse contexto, cada instituto deverá contemplar, além da multiculturalidade, que é a marca dos tempos atuais, princípios e valores que norteiam uma política de educação profissional e tecnológica em harmonia com os valores universais dos direitos humanos(brasil. MEC, 2009) Considerando Moacir Gadotti em seu texto: O Projeto político Pedagógico na Escola na perspectiva de uma educação para a cidadania: A gestão democrática deve estar impregnada por uma certa atmosfera que se respira na escola, na circulação das informações, na divisão do trabalho, no estabelecimento do calendário escolar, na distribuição das aulas, no processo de elaboração ou de criação de novos cursos ou novas disciplinas, na formação de grupos de trabalho, na capacitação de recursos humanos, etc. A gestão democrática é, portanto, atitude e método. Atitude democrática é necessária, mas não suficiente. Precisamos de métodos democráticos de efetivo exercício da democracia. Aprendizagem que demanda tempo, atenção e trabalho. (GADOTTI,1994) Dentro desse contexto, a Administração de Recursos Humanos (ARH), no Instituto Federal de Educação Profissional e Tecnológica - Campus Pesqueira, é de suma importância, no sentido de acelerar a mudança de paradigmas através de capacitação e diálogos com a comunidade, assim como promover medidas que favoreçam maior identificação do funcionalismo com a instituição e daquele com a natureza do próprio trabalho, minimizando assim os desperdícios de talentos e/ou subutilização de competências; mediar, logo que apareçam, as relações fragilizadas entre as pessoas e o trabalho, contribuindo com a prevenção de fatores desencadeantes

13 de desequilíbrios emocionais e/ou outras doenças. Já não cabe mais nesta Instituição a chamada Relação de Pessoal como funciona até os dias atuais a Coordenação de Recursos Humanos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Campus Pesqueira. Com a mera função de repasse de informações. Deste modo, o papel dos profissionais de Recursos Humanos é o de intervir nas situações de sofrimento, reduzindo seus impactos e de potencializar, na medida do possível, as vivências prazerosas na instituição. CONSIDERAÇÕES FINAIS Partindo dos estudos e das reflexões realizados, comparando-os com as evidências empíricas do nosso ambiente de trabalho, chegamos à conclusão de que a política organizacional do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco Campus Pesqueira não tem acompanhado a contento as inovações, em sentido lato, nessa seara. Isto colabora para as ocorrências que se evidenciam como a rotatividade dos profissionais, surgimento de conflitos e adoecimentos. Para nós está muito clara a necessidade de uma mudança de paradigma no que se refere ao fazer individual e ao fazer coletivo, no sentido de viabilizar êxito às políticas educacionais executadas e/ou gestadas por esta Instituição que têm por objetivo último a transformação social. E como promover essa transformação social do ensino, sem se revestir da abordagem humanística? Humanizar o ambiente de trabalho implica em respeitar o trabalhador enquanto pessoa, enquanto ser em toda sua dignidade. É compreender o homem de modo sistêmico conforme Maslow concebe em sua Teoria Comportamental, que considera as necessidades pessoais em harmonia com a Teoria do Desenvolvimento Organizacional, como afirma Uhlmann. A humanização deve estar presente em todas as nossas ações. Nesse contexto se faz necessário e urgente, além da maximização do aparelhamento institucional, um movimento interno que busque cuidar do espaço de convivência. Zelo pelo clima institucional, abertura à participação, cultivo de valores tipo confiança e transparência, associado ao estudo e debate de temas relacionados à educação e, especificamente, à educação profissional, de modo que toda a comunidade participe de momentos de reflexão sobre as novas demandas institucionais e sociais.

14 Essa nova práxis objetiva tornar o conhecimento da natureza do trabalho, em sua dimensão mais ampla, um possível fio condutor de novos significados sobre a importância de cada servidor para o Instituto, para os alunos que estão sendo formados e para a sociedade. A práxis apontada objetiva ainda minimizar o sofrimento e aumentar a possibilidade de prazer e realização profissional, favorecendo com isso a melhoria de qualidade de vida dos servidores e a maximização da competência do Instituto. Para tanto, a atuação de especialistas em ARH (Administração de Recursos Humanos) é imprescindível neste momento marcado por grandes mudanças externas e internas, exigindo da comunidade institucional o desenvolvimento de atitudes democráticas, indispensáveis à formação integral de cidadãos-trabalhadores emancipados. REFERÊNCIAS ABREU, Klayne Leite de et al. Estresse ocupacional e Síndrome de Burnout no exercício profissional da psicologia. Psicologia Ciência e Profissão. Brasília, v. 22. n. 2, p , BRASIL. MEC. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia: concepção e diretrizes. Brasília, jun p. Disponível em: <http://www.ifpe.edu.br/cefetpe.br/novosite/concepcao_e_diretrizes_do_ifs. pdf>. Acesso em: 25 maio CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 6. ed. São Paulo: Atlas, CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração.7. ed. Rio de Janeiro: Campus, DIAS, Marco Aurélio da Silva. Quem ama não adoece: o papel das emoções na prevenção e cura das doenças. 9. ed. São Paulo: Best Seller, GADOTTI, Moacir. O Projeto Político-pedagógico da escola na perspectiva de uma educação para a cidadania. Disponível em: 25 maio <http://www.ifpe.edu.br/cefetpe.br/novosite/projeto_politico_ped_gadotti.pdf>. Acesso em: 25 maio GUI, Roque Tadeu. Prazer e sofrimento no trabalho: representações sociais de profissionais de recursos humanos. Psicologia Ciência e Profissão. Brasília, v. 22. n. 4, p , 2002.

15 LIMA, Maria Elizabeth Antunes. A psicopatologia do trabalho: origens e desenvolvimentos recentes na França. Psicologia Ciência e Profissão. Brasília, v. 18. n. 2, p , UHLMANN, Günter Wilhelm. Administração: das teorias administrativas à administração aplicada e contemporânea. São Paulo: FTD, p.

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias Evolução da Administração e as Escolas Clássicas Anteriormente XVIII XIX 1895-1911 1916 1930 Tempo

Leia mais

11. Abordagem Comportamental

11. Abordagem Comportamental 11. Abordagem Comportamental Conteúdo 1. Behaviorismo 2. Novas Proposições sobre a Motivação Humana 3. Teoria da Hierarquia das de Maslow 4. Teoria dos dois fatores 5. Teoria X & Y de McGregor 6. Outros

Leia mais

AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG

AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG 1. Introdução 2. Maslow e a Hierarquia das necessidades 3. Teoria dos dois Fatores de Herzberg 1. Introdução Sabemos que considerar as atitudes e valores dos

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS

A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS GOMES, Elaine Dias. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG. E-mail: elaineapoderosa@hotmail.com

Leia mais

Introdução à Administração. Prof. Adilson Mendes Ricardo Novembro de 2012

Introdução à Administração. Prof. Adilson Mendes Ricardo Novembro de 2012 Novembro de 2012 Aula baseada no livro Teoria Geral da Administração Idalberto Chiavenato 7ª edição Editora Campus - 2004 Nova ênfase Administração científica tarefas Teoria clássica estrutura organizacional

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

FACULDADE ARQUIDIOCESANA DE CURVELO

FACULDADE ARQUIDIOCESANA DE CURVELO BEATRIZ APARECIDADE MOURA JOYCE SOARES RIBAS JUCIELE OTTONE MALAQUIAS MARTINS LUANA PÉRSIA DINIZ MÍRIAN DUARTE MACHADO GONZAGA DA SILVA O PAPEL DO GESTOR E A AUTO-ESTIMA DOS FUNCIONÁRIOS UMA ANÁLISE DA

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR Prof. Bento QUESTÕES Doc. # 1 Revisão Indique se é Verdadeira ou Falsa a seguinte afirmação UMA TEORIA É UMA EXPLICAÇÃO LÓGICA OU ABSTRACTA DE UM PROBLEMA OU CONJUNTO DE

Leia mais

ESCOLA: AMBIENTE DE HARMORNIA OU CONFLITO? RESUMO

ESCOLA: AMBIENTE DE HARMORNIA OU CONFLITO? RESUMO ESCOLA: AMBIENTE DE HARMORNIA OU CONFLITO? 1 Sandra Gaspar de Sousa Moura RESUMO Este artigo tem a finalidade de mostrar a importância das relações interpessoais dentro do ambiente escolar e como os sujeitos

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA 1. FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2. JUSTIFICATIVA. Promover a saúde e a segurança dos servidores e magistrados.

QUALIDADE DE VIDA 1. FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2. JUSTIFICATIVA. Promover a saúde e a segurança dos servidores e magistrados. QUALIDADE DE VIDA 1. FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Promover a saúde e a segurança dos servidores e magistrados. 2. JUSTIFICATIVA Segundo França (1996), a Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) representa

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Teoria Básica da Administração. Teoria das Relações Humanas. Professor: Roberto César

Teoria Básica da Administração. Teoria das Relações Humanas. Professor: Roberto César Teoria Básica da Administração Teoria das Relações Humanas Professor: Roberto César Abordagem Humanística Ênfase Tarefas Estrutura Pessoas Preocupação Máquina e Método Organização formal e princípios O

Leia mais

Quem Contratar como Coach?

Quem Contratar como Coach? Quem Contratar como Coach? por Rodrigo Aranha, PCC & CMC Por diversas razões, você tomou a decisão de buscar auxílio, através de um Coach profissional, para tratar uma ou mais questões, sejam elas de caráter

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

Módulo 11 Socialização organizacional

Módulo 11 Socialização organizacional Módulo 11 Socialização organizacional O subsistema de aplicação de recursos humanos está relacionado ao desempenho eficaz das pessoas na execução de suas atividades e, por conseguinte, na contribuição

Leia mais

AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE

AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE MOVE 2015 AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE II CONGRESSO TODOS JUNTOS CONTRA O CANCER MOVE 2015 PRINCIPAIS MENSAGENS 01 AVALIAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA GARANTIR A QUALIFICAÇÃO DOS PROCESSOS DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes 1 SÉRIE DESENVOLVIMENTO HUMANO FORMAÇÃO DE LÍDER EMPREENDEDOR Propiciar aos participantes condições de vivenciarem um encontro com

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

Nisto poderemos perguntar, por que pensar em liderança: Vejamos alguns pontos de vital importância:

Nisto poderemos perguntar, por que pensar em liderança: Vejamos alguns pontos de vital importância: LIDERANÇA EMPRESARIAL EVIDÊNCIAS DO COACHING COMO ESTRATÉGIA DE SUCESSO Prof. Dr. Edson Marques Oliveira, Doutor em Serviço Social pela Unesp-Franca-SP, mestre em Serviço Social pela PUC-SP e bacharel

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA Elaine Schweitzer Graduanda do Curso de Hotelaria Faculdades Integradas ASSESC RESUMO Em tempos de globalização, a troca de informações

Leia mais

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Abril/2014 Porto Velho/Rondônia Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Terceiro Setor É uma terminologia sociológica que

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS

A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS Carine Ferreira Machado Virago 1 Carla Cristiane Costa 2 Resumo: A nova conjuntura educacional, voltada especialmente a uma educação integral

Leia mais

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler 2 Introdução A política corporativa de RH da Schindler define as estratégias relacionadas às ações para com seus colaboradores; baseia-se na Missão e nos

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

X Encontro Nacional de Escolas de Governo

X Encontro Nacional de Escolas de Governo X Encontro Nacional de Escolas de Governo Painel Cursos de pós-graduação nas escolas de governo A experiência da Enap na oferta de cursos de pós-graduação lato sensu Carmen Izabel Gatto e Maria Stela Reis

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php. Eduardo Varela

TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php. Eduardo Varela TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php Eduardo Varela 1 Turnover Voluntário Uma breve análise dos estímulos www.factor9.com.br/educacional.php Turnover

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento.

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Por PAULA FRANCO Diante de um cenário empresarial extremamente acirrado, possuir a competência atitude

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MOTIVAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO NA EMPRESA MAHRRY CONFECÇÕES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico Sâmia Simurro Novembro/2011 FATOS SOBRE O STRESS Inevitável Nível positivo?

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Motivação para o Desempenho Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Heitor Duarte asbornyduarte@hotmail.com Márcio Almeida marciobalmeid@yahoo.com.br Paulo F Mascarenhas

Leia mais

SHORT PAPER. Um trabalho pequeno, conciso, que aborda um único problema ou questão,

SHORT PAPER. Um trabalho pequeno, conciso, que aborda um único problema ou questão, SHORT PAPER Um trabalho pequeno, conciso, que aborda um único problema ou questão, O short paper é um trabalho acadêmico que visa contribuir para o desenvolvimento da criatividade do aluno, levando o mesmo

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LI ESTAMOS PASSANDO PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. VALORIZAR PESSOAS

Leia mais

Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil. Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC

Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil. Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC QUEM SOMOS? INSTITUTO GESC - IGESC Fundação da AMBA, pelos alunos do primeiro curso de MBA. Serviços

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres

Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Professora Ani Torres Visão estratégica Visão estratégica está relacionada com alcançar os objetivos empresariais. Considera: Tipos psicológicos, Motivação:

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 GESTÃO PARTICIPATIVA NA CONSTRUÇÃO DA QUALIDADE DE ENSINO EM COOPERATIVAS EDUCACIONAIS DO PIAUÍ Cyjara Orsano

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS Agenda da Conferência O que são redes? O que são redes interorganizacionais? Breve histórico das redes interorganizacionais Tipos

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

Fundamentos do Comportamento de Grupo

Fundamentos do Comportamento de Grupo Fundamentos do Comportamento de Grupo 1: Motivação no trabalho e suas influências sobre o desempenho: Definir e classificar os grupos; Analisar as dinâmicas presentes nos grupos; Refletir sobre a influência

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Organização da Aula. Cultura e Clima Organizacionais. Aula 3. Mudança: um Mal Necessário. Contextualização. O Capital Humano é Crítico

Organização da Aula. Cultura e Clima Organizacionais. Aula 3. Mudança: um Mal Necessário. Contextualização. O Capital Humano é Crítico Cultura e Clima Organizacionais Aula 3 Profa. Me. Carla Patricia Souza Organização da Aula Cultura e mudança Impactos da mudança Resistência à mudança Mudança: um Mal Necessário Contextualização O ambiente

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais Edilson José de Carvalho¹ Jarbas de Holanda Beltrão² 1 Pedagogo e Especialista em Educação

Leia mais

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES Desde 1999 NOSSA MISSÃO AÇÕES DE TREINAMENTO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES MISSÃO Inspirar nossos clientes para a expansão de ideias e formação de relacionamentos saudáveis e duradouros no ambiente

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores Sumário Liderança para potenciais e novos gestores conceito Conceito de Liderança Competências do Líder Estilos de Liderança Habilidades Básicas Equipe de alta performance Habilidade com Pessoas Autoestima

Leia mais

ORIENTADOR EDUCACIONAL

ORIENTADOR EDUCACIONAL ORIENTADOR EDUCACIONAL 01. A discussão sobre a Organização do Trabalho na Escola permitiu que fosse determinada uma das atribuições inerentes à Orientação Educacional que é: (A) organizar as turmas homogêneas,

Leia mais

GESTOR ESCOLAR: ENTRE A PEDAGOGIA E A ADMINISTRAÇÃO

GESTOR ESCOLAR: ENTRE A PEDAGOGIA E A ADMINISTRAÇÃO GESTOR ESCOLAR: ENTRE A PEDAGOGIA E A ADMINISTRAÇÃO INTRODUÇÃO Beatriz de Castro Rosa 1 O reconhecimento acadêmico de uma Instituição de Ensino Superior decorre, dentre outros fatores, do desenvolvimento

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES Cassia Uhler FOLTRAN 1 RGM: 079313 Helen C. Alves LOURENÇO¹ RGM: 085342 Jêissi Sabta GAVIOLLI¹ RGM: 079312 Rogério Bueno ROSA¹ RGM:

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1

CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1 CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1 SILVEIRA, J.F²; BRANDT, B. O²; CORRÊA, D. M. W²; POTRICH, A. C. G³; ROHDE, C. L. C 4. 1 Trabalho de Pesquisa 2 Psicóloga,

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE. O Grupo Social. Inicialmente faz-se necessário

Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE. O Grupo Social. Inicialmente faz-se necessário Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE Inicialmente faz-se necessário entender o que é grupo social, a sua importância e contribuição na vida de uma pessoa, para posteriormente

Leia mais

Saúde psicológica na empresa

Saúde psicológica na empresa Saúde psicológica na empresa introdução Nos últimos tempos muito tem-se falado sobre qualidade de vida no trabalho, e até sobre felicidade no trabalho. Parece que esta discussão reflete a preocupação contemporânea

Leia mais

O gerenciamento da Comunicação Organizacional

O gerenciamento da Comunicação Organizacional O gerenciamento da Comunicação Organizacional Hilbert Reis Comunicação Social Jornalismo UFOP Pesquisador PIP/UFOP Índice 1 Otimização da comunicação integrada 1 2 Estratégias, planejamentos e a gestão

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias O Programa Esporte e Lazer da Cidade e o seu processo formativo para egressos do curso de educação física da Universidade Federal

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento;

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento; FRANCISCO BITTENCOURT Consultor Sênior do MVC VISÃO, AÇÃO, RESULTADOS Visão sem ação é um sonho, sonho sem visão é um passatempo. Fred Polak INTRODUÇÃO No conhecido diálogo entre Alice e o gato Ceeshire,

Leia mais

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS Marino, Reynaldo Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde - FASU/ACEG GARÇA/SP-

Leia mais

Gestão de pessoas. Gestão de pessoas

Gestão de pessoas. Gestão de pessoas Gestão de pessoas Prof. Dr. Alexandre H. de Quadros Gestão de pessoas Gestão de pessoas ou administração de RH? Uma transformação das áreas e de seus escopos de atuação; Houve mudança ou é somente semântica;

Leia mais

PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL

PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL Pernambuco, 2012 PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL DOCUMENTO DE TRABALHO Sobre um Plano de Ação relativo à Proteção e ao Bem-Estar dos Animais 2012-2015 Base estratégica das ações propostas

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA Prof. Gustavo Nascimento Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA A liderança e seus conceitos Liderança é a capacidade de influenciar um grupo para que as metas sejam alcançadas Stephen Robbins A definição de liderança

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais