A ADRNP E O PACOTE PARA A DIÁLISE

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1 BOLETIM INFORMATIVO DA ANO: 11 * TRIMESTRAL Abril/Maio/Junho/julho/Agosto/Setembro * Numº 40 * Preço: 0,50 Euro EDITORIAL A ADRNP E O PACOTE PARA A DIÁLISE Esteve esta Associação dos Doentes Renais do Norte de Portugal, reunida com os Representantes da Anadial, afim de nos ser transmitido o conteúdo da reunião havida na Direcção Geral de Saúde acerca da proposta do Pacote para a Diálise. Estiveram presentes nesta reunião dois Dirigentes da ADRNP Associação dos Doentes Renais do Norte de Portugal, e dois Dirigentes da APIR, Associação Portuguesa de Insuficientes Renais. Os dirigentes presentes depois da apresentação e explicações dadas pelo Sr. Dr. Ricardo Carballo da Anadial, deixou-nos bastante preo - cupados com o novo modelo Pacote que aquela Direcção Geral, pretende fazer aplicar, para o tratamento dos Insuficientes Renais em Hemodiálise, nas Clínicas Privadas. O mesmo traduz-se em que sejam os Centros de Diálise Privados a prestar todas os cuidados a que os Insuficientes Renais estão sujeitos, tais como, a Hemodiálise, a medicação, as análises e exames complementares, feitura ou reconstrução de fístulas e os transportes. Pela sua complexidade da proposta, somos de opinião que as Clinicas de Hemodiálise Privadas, estão mais vocacionadas para prestar cuidados dialíticos e assim foram constituídas. Tal proposta suscita-nos muitas dúvidas, porque uma vez mais o Estado e os doentes renais crónicos ficam ainda mais reféns e dependentes das clinicas privadas dada a concentração da prestação destes cuidados em grandes grupos económicos, logo as dificuldades de negociação considerando que toda esta actividade é custeada pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), ao qual compete ainda o pagamento de transporte de doentes renais, serviço este sem qualquer regulação. Tudo isto está devidamente apresentado e concluído pela Universidade Católica, a pedido da Entidade Reguladora de Saúde (ERS), já apresentado como recomendação ao Governo. Independentemente de o doente renal não parecer vir a ser prejudicado tendo em conta a estrutura actual do mercado da hemodiálise, a ERS alerta para a necessidade de alterar o financiamento da hemodiálise e haver uma revisão do sistema de transportes. Se o Estado cumprisse o estabelecido na Constituição, há muito que deveria ter dado ouvidos às Associações de Doentes Renais, no sentido de não permitir o monopólio cerca de 90% já existente, criando uma rede hospitalar para os tratar, e cumprir rigorosamente o seu papel de Fiscalizar e Controlar a Qualidade e os gastos. Tal medida Pacote a ser levado a efeito poderá vir a condicionar a prescrição médica no tocante aos medicamentos, redução nas análises e exames complementares, no que diz respeito ao transporte, é permitir o livre arbítrio por parte das clinicas, o que poderá a vir a pôr em causa os respectivos desejos e livre escolha do seu regresso e ida para o tratamento, entre outros. Assim importa salientar que tudo faremos no sentido para que seja aceite a proposta já apresentada na cria - ção de uma comissão independente, constituída por todos os intervenientes nesta área, sem nunca deixar de fora as Associações de Doentes Renais, que possam elas também estar em pé de igualdade na fiscalização e acompanhamento da qualidade de tratamento de todos nós. O Director OS ARTIGOS PUBLICADOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DOS SEUS AUTORES, E NÃO REFLETEM A OPINIÃO DA ASSOCIAÇÃO

2 PARTIDO SOCIALISTA REUNIÃO COM FEDERAÇÃO DISTRITAL DO PORTO Na sequência do nosso comunicado enviado a todos os Órgãos de Comunicação Social, Partidos com assento Parlamentar, bem como às Empresas Privadas de Hemodiálise, acerca da informação por parte destas ultimas de não aceitarem mais doentes renais nos seus Centros Privados, porque o Governo não aceitou a proposta de aumento dos preços para o tratamento dos mesmos, foi esta Associação convidada a ter uma reunião na Federação em epígrafe, afim de ser discutida a nossa posição. Foi recebida uma delegação desta Associação composta por José Gouveia, Fernando Jorge, José Luís e Viriato Gonçalves, a receber-nos estava o Snr. Eng.º. Agostinho Gonçalves, Deputado do PS, da área da Defesa. O mesmo, iniciou a reunião, informando-nos que por deliberação do Partido, iriam iniciar um programa de audi - ção dos problemas que são postos às organizações representativas de determinadas áreas da sociedade, e que por motivos de agenda lhe foi incumbida esta reunião. Pela nossa parte agradecemos e fizemos entrega de um dossier bastante extenso, ligado á Insuficiência Renal e aos problemas que nos afectam e que queremos ver resolvidos, para não se criar mais angustia e desespero para aqueles que representamos. O Senhor Deputado, ficou deveras impressionado, considerando até á presente não ter conhecimento dos reais problemas que se nos deparam no dia a dia e comprometeu-se entregar o processo ao Deputado da área da saúde Dr. Manuel Pizarro, que infelizmente continuamos à espe - ra, considerando ser ele o elo de ligação com o Ministério da Saúde. SNRIPD SECRETARIADO NACIONAL DE REABILITAÇÃO Foi esta Associação convidada a estar presente, na Festa de entrega de Prémios Nacionais do Concurso Escola Alerta 2006/2007, levada a efeito na Escola Secundária Augusto Gomes, em Matosinhos. Estivemos representados pelos Dirigentes, Viriato Gonçalves e Carlos Araújo. 2

3 NOVA CLINICA PARA HEMODIÁLISE PRONTA EM 2008 Primeira unidade de cuidados continuados Para doentes renais também vai abrir. Em conformidade com a conversa havida entre o nosso Presidente da Direcção e o Dr. Nunes de Azevedo, e também publicitado seguidamente no Jor - nal de Notícias, foi transmitido que iria iniciar-se em Mirandela, uma clinica de hemodiálise e que será a primeira clínica de hemodiálise de cuidados continuados, do País, para doentes que necessitam daquele tratamento. Segundo esta informação, trata-se de um investimento de 10 milhões de euros do grupo privado TEC- SAM Tecnologia e Serviços Médicos que já tem duas clinicas na região (Mirandela e Vila Real) e em fase de conclusão a de Mogadouro. Falta de vagas O equipamento surge como resposta à falta de vagas na clínica de Mirandela, onde já fazem tratamento cerca de 130 utentes de Trás-os-Montes, e porque temos sido solicitados por emigrantes que só podem vir passar férias se conseguirmos assegurar a hemodiálise, informação do Dr. Nunes de Azevedo, administrador do grupo. Além da clínica, a nova unidade de cuidados continuados visa responder à falta de condições de habitabilidade de grande parte dos hemodialisados, especialmente no inverno, com o aparecimento de infecções respiratórias e ainda para os doentes que necessitam de cuidados de apoio que as famílias não podem dar, possibilitando a melhoria da sua qualidade de vida. O Equipamento, de mais de 11 mil metros quadrados, terá capacidade para tratar 170 utentes, 16 quartos na unidade de cuidados continuados, uma piscina de hidromassagem e um ginásio. O grupo também pers - pectiva construir 12 bangalós, perto do parque de cam - pismo para as famílias de utentes. J.F. CONSELHOS Obesos têm maior risco de morte após transplante renal O estudo sobre a influência da obesidade na sobrevivência do paciente a curto e a longo prazo após a transplantação renal foi publicado no número de Novembro da revista Transplante Internacional. Uma equipa de especialistas de Nefrologia de sete hospitais universitários holandeses estudou o Índice de Massa Corporal (IMC) - baseado no peso e na altura dos pacientes - de adultos na altura em que forma transplantados, usando dados da entidade que regista e coordena as transplantações na Holanda. A investigação concluiu que há um relacionamento significativo entre a obesidade e a falha do transplante ou a morte aumentada, depois de descobrir que seis por cento dos doentes com um IMC superior a 30 (índice de obesidade) morreram no primeiro ano após o transplante, o que aconteceu a metade (três por cento) dos pacientes com um IMC inferior a 30. Um ano depois, 14 por cento dos pacientes obesos tinham tido uma falha do órgão transplantado, comparados com oito por cento de falhas em pacientes não - obesos. Após cinco anos, 71 por cento de pacientes obesos ti - nham ainda um rim transplantado a funcionar com sucesso, comparado com os 80 por cento dos pacientes com um IMC mais baixo. O estudo realçou que, apesar de os números para ambos os grupos de pacientes serem razoavelmente baixos, os pacientes obesos tinham também mais probabilidades de sofrer uma falha do transplante ou não funcionamento permanente devido a infecções e condições fatais do coração. "Estima-se que 60 por cento dos candidatos ao transplante renal nos EUA e 10 por cento nos Países Baixos são obesos ou têm excesso de peso", disse Aalten, salientando que "esta situação tem aumentado constantemente nos últimos anos, o que pode dever-se à ascensão geral da obesidade no mundo". "Concluímos que não é justo negar a pacientes obesos a possibilidade de um transplante renal, porque melhoram mais depois de um transplante do que com a diálise", esclarece Aalten, salientando que "não se deve, no entanto, negligenciar o risco aumentado para pacientes obesos depois da transplantação". "É muito importante que os pacientes que enfrentam transplantes renais estejam inteiramente informados sobre os riscos que enfrentam e sejam incentivados para perder o maior nível de peso possível", defendeu. fonte: Caro Leitor: Faça-se sócio e colabore com esta associação 3

4 CONFERÊNCIA COMPROMISSO CÍVICO PARA A INCLUSÃO Com a presença de Sua Excelência o Senhor Presidente da República Dr. Aníbal Cavaco Silva realizou-se no auditório do Centro Nacional de Exposições em Santarém sobre o lema em epígrafe. Esteve esta Associação representada pelo seu Dirigente Viriato Gonçalves, que transmitiu tratar-se de um vasto e variado programa subordinado à inclusão, que passou pela apresentação de exposição de variadas fotografias da passagem do Senhor Presidente da República, por diversos locais do País subordinadas à inclusão. Iniciaram-se os trabalhos pelos diversos oradores de variadas personalidades da vida social académica e política. Os temas mais versados foram coesão social e compe - titividade, desigualdades de rendimentos na distribuição e exclusão social. As Instituições, Empresários, Autarquias e Organi - zações não Governamentais e o Voluntariado, foi demons - trado o seu papel fundamental. Verifica-se que depois de tantos apoios vindos da U.E. no envio de tantos milhões de euros, consagrados a estas causas, verifica-se que Portugal continua a ser o País da U.E. com um índice de pobreza mais baixa, 20% contra 16% de todos os outros Países que constituem a U.E. Foi dada a informação que o nosso País irá receber mais uns milhões de euros até o ano 2012 para este fim e esperamos que os mesmos sejam devidamente canalizados de forma a verificar-se a alteração na Sociedade Portu - guesa dos índices atrás apontados. Dentro desta iniciativa contou-se ainda com o lançamento do livro ROTEIRO PARA A INCLUSÃO. Esta Conferência devidamente participada, e foi encerrada com o Discurso proferido por Sua Excelência o Senhor Presidente da República, onde deixou bem vincada a sua posição, pois só com o aumento da escolaridade, a qualificação das pessoas a Inclusão de todos na Sociedade é que Portugal avançará para um futuro melhor para todos. Viriato Gonçalves 4

5 VISITA AO CENTRO DE HEMODIÁLISE UNINEFRO GUIMARÃES Na sequência do Serviço Social realizado por esta Associação junto dos Insuficientes Renais Crónicos, em tratamento nos diversos Centros a nível nacional, privilegiamos desta vez os colegas do Centro em referência. Assim deslocaram-se lá os nossos Dirigentes Manuel Coelho, Mário Luís e Raul Morais. toda a sua área verdejante. Assim constatamos que as mesmas contem todos os requisitos para os quais foram concebidas. Posteriormente foi-nos dada a autorização para conversarmos e ouvirmos os Insuficientes Renais, que nos transmitiram sentir-se agradados com a qualidade de tratamento que lhes é prestado, bem como o tratamento Momento de cantar os parabéns Os mesmos foram recebidos pelo Director Clinico, Sr. Dr. Jorge Baldaia e pela Enf. Chefe Adelina Monteiro, e iniciaram uma reunião onde foram trocadas opiniões acerca dos problemas que mais afligem os Insuficientes Renais Crónicos e esta Associação. Seguidamente seguiu-se uma visita guiada pelo Director Clinico ás instalações, que não sendo construído de raiz, considerando que o mesmo foi montado num espaço no primeiro andar do Hospital Velho, de Guimarães, devidamente restauradas para o efeito, para além de ter uma vista privilegiada para o Castelo de Guimarães, envolvendo não só as muralhas como também humano, por parte de toda a equipa que compõe este Centro de Diálise. Foi com grande satisfação que no dia da nossa visita presenciamos uma pequena festa de Aniversário de uma doente que completou a bonita idade de 92 anos, mantendo todas as suas faculdades, registamos este facto pois como sabemos não é muito frequente encontrarmos doentes renais nestas condições. Este Centro de Diálise é composto por três Nefrologistas mais seis Médicos residentes, dezoito enfermeiros, uma sala para positivos e uma sala para negativos e tem dezasseis monitores. APOIEM ESTA ASSOCIAÇÃO ENVIANDO AS QUOTAS E SUBSIDIOS 5

6 A ADRNP esteve presente no NORMÉDICA/AJUTEC 2007, com um stand para apresentação do que é a Insuficiência Renal Crónica, o Transplante, DPCA e DPA, assim como algumas das iniciativas realizadas ao longo dos seus 31 anos de existência. Aproveitamos para fazer a divulgação da Prevenção, a todos aqueles que durante os 4 dias que durou o certame, nos visitaram. Como se sabe por um lado o público que nos visita e que tem interesse em saber algo sobre esta patologia, são alunos das escolas secundárias que pretendem seguir a área da saúde, assim como técnicos ligados à saúde, doutras áreas da saúde, que também pretendem ter mais algum conhecimento, assim como público em geral. Recebemos também a visita de alguns sócios. Aproveitamos para agradecer à Direcção da EXPONOR a cedência do Stand, gratuitamente. Caro Sr. (A) Associado (A) Para quem não tem tempo de se deslocar a esta Associação para actualizar as suas quotas tem aqui uma oportunidade de o fazer. Basta preencher estas linhas e enviar-nos. Nome Nº. Quantia, Euros Cheque Nº. Banco Depósito na nossa conta bancária: CGD NIB: Poderá também pagar por vale postal (CTT) 6

7 CONFERÊNCIA NACIONAL ESTRATÉGIAS LOCAIS DE SAÚDE AUDITÓRIO DA INFARMED LISBOA Foi esta Associação convidada pelo Alto Comissariado da Saúde para participar nesta Conferência, que teve lugar no Auditório da Infarmed, e em nossa representação esteve presente o nosso Dirigente Manuel Coelho Ribeiro, a mesma teve como objectivo apresentar as seguintes intervenções acerca de: IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE AO NÍVEL LOCAL; A INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA DOS CENTROS DE SAÚDE; O APOIO ÀS ESTRATÉGIAS LOCAIS DE SAÚDE; ESTRATÉGIAS LOCAIS DE SAÚDE; GANHOS EM SAÚDE ATRAVÉS DE REDES LOCAIS; INTEGRAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS LOCAIS DE SAÚDE EM REDES GLOBAIS; GESTÃO DO CONHECIMENTO; PERSPECTIVAS FUTURAS: A DISSEMINAÇÃO DA ELSA. Foram muitos os oradores, entre eles a Alta-Comissária da Saúde, Prof.ª Dr.ª. Maria do Céu Machado, Dr. Luís Pisco, Prof. Dr. Constantino Sakellarides, Prof. Norton Warner, Prof.ª Dr.ª. Alena Petrkova. Considerou-se ser uma sessão importante, tanto pelos temas tratados como pelos ilustres oradores, logo apre - senta mos algumas partes representativas da mesma. DOAÇÃO DE ORGÃOS É DOAR NOVA VIDA 7

8 VISITA AO CENTRO DE HEMODIÁLISE D.R.D. RIBA D AVE Dando corpo à nossa actividade social, no passado dia 18 de Julho do corrente ano, uma delegação desta Associação composta pelos Dirigentes Manuel Coelho, Mário Luís e Viriato Gonçalves fomos visitar este Centro sendo recebidos pelo Director Clínico Dr. António Baldaia e pela Enf. Chefe D. Rosa, seguida de uma reunião prévia onde abordamos a razão da nossa visita e ao mesmo tempo abordamos algumas questões que se põe aos Insuficientes Renais e também a forma de funcionamento e luta que travamos, sempre, na procura de melhores condições para aqueles que representamos. Seguiu-se uma visita guiada, um pouco apressada, pelo Director Clínico ás instalações do Centro, onde cons - tatamos que as mesmas não oferecem os requisitos para as quais foram concebidas, pois para além do espaço entre as Máquinas de Diálise ser diminuto, não usufruem de luz natural em todas as salas. Posteriormente conversamos com os Insuficientes Renais, alguns fizeram referência ás fracas instalações, no entanto frisaram que a qualidade de tratamento, clínico e humano, se encontram dentro do que consideram, serem as normais. A salientar que o tratamento prolonga a vida dos nossos doentes, também neste Centro, encontramos dois ou três doentes com mais de noventa anos, sendo este motivo de orgulho para todas equipes que compõe este Centro de Diálise As máquinas são relativamente novas o que satisfazem os enfermeiros e doentes. Este centro de diálise é composto pelo Director Clínico, 1 Nefrologista, 2 Internistas, 4 Médicos Residentes, Enfermeira Chefe e mais 19 Enfermeiros, 1 sala para po si - tivos e uma sala parta negativos, tem 20 monitores, mais quatro suplentes. Manuel Coelho, Mário Luís e Viriato Gonçalves CONSULTAS E APOIO JURÍDICO IINFORMAMOS OS NOSSOS ASSOCIADOS QUE TEMOS AO NOSSO DISPÔR, PARA INFORMAÇÕES E ENCAMINHAMENTO, O EXMº. SNR. DR. DANTAS FERREIRA (ADVOGADO) QUE SOLIDARIAMENTE SE DISPONIBILIZA APOIAR NESTA ÁREA QUALQUER NOSSO ASSOCIADO. CONSULTA PREVIAMENTE MARCADA ATRAVÉS DA ASSOCIAÇÃO 8

9 103 doentes morreram à espera de rim Aumento da colheita de órgãos é meta do País No ano passado morreram 103 portugueses enquanto esperavam por um transplante de rim. Em lista de espera estavam 2293 doentes, 595 dos quais entraram em Os dados sobre a situação portuguesa, divulgados pela Comissão de Transplantes do Conselho da Europa denotam não uma ausência de centros de transplante, mas sim constrangimentos na colheita. Portugal tem 20,1 dadores por milhão de habitantes, mas luta para se aproximar dos níveis e níveis espanhóis (33,8 dadores). Apesar de haver oito centros com valências para transplante de rim no País, a espera continua a ser uma das maiores entre os vários órgãos, sendo calculada num mínimo de três anos. O número de transplantes renais tem vindo a crescer, mas mantém-se abaixo dos dados de Porém, a mortalidade não tem como única razão o tempo de espera. Segundo Eduardo Barroso, presidente da Autoridade para os Serviços de Sangue e de Transplantação (ASST), "nem todos são vítimas de insuficiência renal, podendo falecer na sequência de doença ou de outras causas", diz ao DN. Ainda não existem dados sobre a espera associada a outros órgãos, mas Maria João Aguiar, coordenadora nacional de colheitas da ASST, espera que até, "ao final do ano, se conheça o número de doentes à espera de outros órgãos". No futuro, esta informação detalhada estará acessível ao público. Os transplantes de rim ascenderam a quase 40 por milhão de habitantes no ano passado, a maior parte dos quais (35,8) a partir de um dador cadáver. Mas é precisamente através dos dadores vivos que há mais hipóteses de reduzir a lista de espera. Eduardo Barroso refere haver duas formas de encurtar a lista: "Aumen- tando a colheita em dador cadáver ou através do programa de dador vivo." A lei que permite a dádiva de órgãos em vida a casais e amigos, publicada há dois meses, é uma das ferramentas essenciais para aumentar o número de órgãos disponíveis. A lei de 30 de Junho depende agora da regulamentação, que já está pronta, segundo garante o presidente da ASST. A directiva está agora a ser analisada pelos administradores hospitalares, sendo de esperar que seja publicada a partir de Setembro. O cirurgião explica que "já há muitas pessoas in teres - sadas, especialmente casais". Por isso prevê um "boom" logo que a lei seja implementada, uma vez que muitos processos já estão em curso e em análise. Em Portugal, o número de dadores está estacionário desde há dez anos, lembra Maria João Aguiar. Segundo uma newsletter de 1997 do Conselho a Europa, o nú - mero de dadores era, até, ligeiramente superior (21,2 por milhão). O que mudou, desde então, foi o número de transplantes realizados, com excepção do transplante de rim com dador cadáver. Há dez anos, apenas se fa - ziam 0,3 transplantes renais por milhão de habitantes, com dador vivo, quando hoje estamos próximos de 4. Os transplantes de coração cresceram mais de 300% em dez anos, ascendendo a 3,8 por milhão, cerca de metade do líder europeu neste tipo de intervenções, a Bélgica. A nível hepático, Eduardo Barroso salientou que Portugal é um dos "países mais activos da Europa", tendo realizado 225 transplantes em Apenas foi ultrapassado pela Espanha e Bélgica. No transplante de pulmões estamos, pelo contrário apenas um pouco me - lhor do que a Grécia, com dois transplantes realizados. Maria João Aguiar disse que "foram desaproveitados 14 pulmões, que foram para Espanha". Em causa estão dificuldades estruturais e profissionais e o facto de ter uma maior taxa de insucesso. Em 2006 foram realizados transplantes no mundo e a média de doações na Europa dos 27 ascendeu a 17,8 por milhão de habitantes. Espanha é a líder na colheita, com 33,8 dadores por milhão, e no transplante de vários órgãos. A Roménia e outros países de Leste apresentam os piores indicadores europeus. Diana Mendes 9

10 ALTERAÇÃO À LEI DOS TRANSPLANTES Foi publicado no Diário da República a Lei nº 22/2007 que transpõe parcialmente para a ordem jurídica nacional a Directiva nº. 2004/23/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 31 de Março, alterando a Lei nº. 12/93, de 22 de Abril, relativa à colheita e transplante de Órgãos e tecidos de origem humana. Directiva. Com a publicação deste diploma o mesmo vem obrigar a uma grande mudança na saúde em Portugal, nomeadamente para aqueles doentes como nós precisam de um transplante de tecidos mão regeneráveis. Na original Lei nº. 12/93, Capítulo II, Artº 6.º, podia lerse: "2 - Pode admitir-se a dádiva de órgãos ou substâncias não regeneráveis quando houver entre dador e receptor relação de parentesco até ao 3.º grau". Ou seja, o transplante de dador vivo só podia ser realizado entre familiares próximos, não sendo este permitido entre casais. No entanto na nova Lei, Capítulo II, Artº. 6º pode ler-se: 2 - A colheita de órgãos e tecidos de uma pessoa viva só pode ser feita no interesse terapêutico do receptor e desde que não esteja disponível qualquer órgão ou tecido adequado colhido de dador post mortem e não exista outro método terapêutico alternativo de eficácia comparável. 3 - No caso de dádiva e colheita de órgãos ou tecidos não regeneráveis, a respectiva admissibilidade fica dependente de parecer favorável, emitido pela Entidade de Verificação da Admissibilidade da Colheita para Transplante (EVA). Isto significa que o transplante de órgãos e tecidos não regeneráveis em vida passa a ser possível entre quaisquer indivíduos, desde que seja gratuito, exista consentimento de ambos, o dador não seja menor, o processo seja do interesse terapêutico e se mostre como "último recurso do receptor, não possa causar danos ao dador e depois de aprovado pela EVA. Mudança, esta há muito aguardada, que poderá em muitos criar uma grande satisfação, mas deverá também criar alguma apreensão. O saber que a dádiva voluntária de um órgão entre dois adultos devidamente informados e capazes passa a ser permitida sem grandes restrições, tudo bem, mas que alguns afirmam esta Lei irá contribuir para a diminuição das listas de espera e das angústia de milhares de doentes que não têm familiares próximos de quem possam receber o órgão que necessitam e que até agora não podiam recorrer ao conjugue. Porém acho oportuno perguntar então porque se diminuiu os Transplantes Renais de cadáver e agora se for de conjugue, que não está provado na totalidade pela comunidade científica da compatibilidade entre ambos. Temos todos que pensar que existem algumas implicações nesta mudança: - Tráfico de órgãos ou realização de falsos casamentos unicamente para obtenção de um órgão a troco de dinheiro ou nacionalidade portuguesa; É relevante dizer que, até certo ponto, a Lei salvaguarda esta questão, através do seguinte item: "A dádiva e a colheita de órgãos ou tecidos não regeneráveis, que envolvam estrangeiros sem residência permanente em Portugal, só podem ser feitas mediante autorização judicial." No entanto, sabemos a capacidade que o ser humano tem para fingir, especialmente quando se encontra sob Algum tipo de coerção. - Maior probabilidade de rejeição do tecido transplantado, relativamente à doação entre irmãos ou pais e filhos, com consequente dificuldade acrescida na aceitação, pelo organismo, de um segundo transplante; - Falta de informação dada ao dador e receptor que, na compreensível ânsia de acelerar o processo, não ponde - ram o processo de doação e as suas implicações físicas, relacionais de forma adequada, o que leva por vezes a processos de rejeição provocados por factores emocionais e ao surgimento de problemas psicológicos graves após o transplante. - Pela quantidade de factores envolvidos, a avaliação do processo por parte da EVA poderá levar demasiado tempo a ser concluída e atrasar ainda mais os transplantes, aumentando as listas de espera. Ponderando vantagens e perigos, a considerar que esta alteração vem retirar da legislação anterior o anonimato do dador, pelas consequências ou aproveitamentos que daí advenham. J.F. Informações Esteve esta Associação representada pelo seu Dirigente Vi riato Gonçalves, a convite da Jun ta Metropolitana do Porto, na cerimónia da assinatura do protocolo da criação de um Serviço de Informação e Me dia ção para Pessoas com Defi ciência, para a grande área Metropolitana do Porto. Estivemos presentes na Sessão Solene Comemorativa do 33º Aniversário da ADFA Associa ção dos Deficientes das Forças Armadas. Representou esta Associação o nosso Dirigente Viriato Gonçalves. APD-Porto Estivemos presentes na Conferência Igualdade de Oportunidades, Um Projecto Social Necessário que esta levou a efeito no Salão da Assembleia Municipal VNG. 10

11 EMENTA E CUIDADOS NA PREPARAÇÃO ALMOÇO PARA DOENTES RENAIS EM HEMODIÁLISE Sugestão EMENTA: Entradas Costelinha de porco estufado Rojõezinhos 1 pão de trigo normal A costelinha e os rojões devem ter o mínimo de sal possível; Se possível o pão deve ser com pouco sal. SOPA: Creme de cenoura A sopa deve levar :cenoura. Alho francês, couve branca, cebola; chuchu e massinha. COMO PREPARAR A SOPA: (Quantidades por pessoa) 1 mão fechada de massinhas 1 chávena almoçadeira da mistura dos referidos legumes 1 colher de sobremesa de azeite - Deixar os legumes partidos e em água desde a véspera e ir mudando a água; - Deixar levantar fervura e cozer alguns minutos; depois mudar a água e deixar acabar de cozer; - Adicionar sal em pequena quantidade e apenas no final desta 2ª cozedura: - Adicionar azeite PRATO: Peru assado no forno fatiado Assar o peru com muito pouco sal e em pouca gordura (que deve ser azeite). Para temperar e cozinhar pode usarse cebola, alho, salsa, louro, pimentão. ACOMPANHAMENTO: Arroz seco; couve branca e cenoura cozidas e salteadas em alho e azeite O arroz pode levar um leve estrugido e deve ter pouquíssimo sal; A couve branca e a cenoura antes de serem salteadas em azeite e alho devem ser preparadas e cozidas da seguinte forma: -Deixá-los partidos e em água desde a véspera e ir mudando a água; -Deixar levantar fervura e cozer alguns minutos; depois mudar a água e deixar acabar de cozer; -Adicionar sal em pequena quantidade e apenas no final desta 2ª cozedura; SOBREMESA Maçã assada (as maçãs devem ser pequenas, com cerca de 100gr. Cada; Devem ser preparadas com açúcar e canela para não diabéticos e apenas com canela para diabéticos) LEITE CREME Feito com metade de água, metade leite, e com adoçante em vez de açúcar para os diabéticos, deve levar apenas metade dos ovos da receita original BEBIDAS Água sem gás, vinho verde branco; vinho maduro tinto ATENÇÃO É IMPORTANTE QUE SE USE O MINIMO DE SAL POSSÍVEL. TODOS OS LEGUMES DEVEM ESTAR PARTIDOS E DE MOLHO EM ÁGUA NO MINIMO 24 HORAS ANTES E DEVE IR-SE MUDANDO A ÁGUA Dra. Rita Guelra Dietista 11

12 9º CONGRESSO NACIONAL DE DEFICIENTES NÃO Á DISCRIMINAÇÃO INCLUSÃO COMO DIREITOS HUMANOS Participa, faz ouvir a tua voz PAVILHÃO MUNICIPAL DE EXPOSIÇÕES DA MOITA 20 DE OUTUBRO DE 2007 PORTO, CASCATA MEDIEVAL Estas pedras de granito cobertas de nevoeiro são do berço onde nasci. Daqui, surgiu este grito de liberdade, o primeiro mandamento que aprendi. Naveguei mundos diferentes empunhei espadas ao vento contra as marés do destino. Crepúsculos de tardes quentes na memória, eu sustento este sonho de menino. Trago nas mãos, duas margens para dar ao rio, que espelha a cascata medieval. Na beleza das imagens amo-te, cidade velha destes o nome a Portugal... Carlos Bessa A A.D.R.N.P. DESEJA A TODOS OS SEUS ASSOCIADOS ANIVERSARIANTES E SEUS FAMILIARES UM DIA FELIZ... PUBLICAÇÃO TRIMESTRAL ASSOCIAÇÃO SOLIDARIEDADE SOCIAL SEM FINS LUCRATIVOS E DE UTILIDADE PÚBLICA Director: José Fernando Freitas Gouveia Redactor: José Luís Barreira T. Alves Redacção / Administração: Rua Antero de Quental, 162/ PORTO - Tel/Fax: Rua Pintor António Cruz - Bairro da Mouteira, Bloco/4, Ent/173/175 A - Tras PORTO - Tel.: Fax: Colaboradores: Mário Luís, Manuel Coelho, Viriato Gonçalves e Raul Morais Propriedade da: Associação dos Doentes Renais do Norte de Portugal Pessoa Colectiva: Nº Depósito Legal nº /99 Impresso: Tipografia A.D.F.A Tiragem: Exemplares Editado com o apoio do 12

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