Título: Influência do tempo de jogo nos comportamentos táticos de jogadores de futebol, no Teste GR3-3GR

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1 Seção: Artigos Título: Influência do tempo de jogo nos comportamentos táticos de jogadores de futebol, no Teste GR3-3GR Israel Teoldo da Costa 1,2, Júlio Garganta 3, Pablo Juan Greco 2, Ezequiel Muller 3 Agradecimento Com o apoio do Programa AlBan, Programa de bolsas de alto nível da União Européia para América Latina, bolsa nº E07D400279BR. 1 Centro Universitário de Belo Horizonte, UNI-BH, Belo Horizonte, MG-Brasil 2 Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte, MG-Brasil. 3 Centro de Investigação, Formação, Inovação e Intervenção em Desporto, CIFI 2 D, FADEUP, Porto, Portugal. Endereço para correspondência: Israel Teoldo da Costa Centro de Estudos em Cognição e Ação (CECA) Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG Av. Presidente Antônio Carlos, 6627 Pampulha Belo Horizonte MG Cep: Fone/Fax: 0XX (31)

2 RESUMO O objetivo do presente trabalho consistiu em verificar a influência do tempo de jogo nos comportamentos táticos de jogadores de futebol, aquando da aplicação do Teste GR3-3GR. Foram avaliadas 1476 ações táticas desempenhadas por 12 jogadores da categoria sub-15. A análise estatística foi realizada com recurso ao SPSS for Windows, versão 17.0, e constou de análise exploratória para verificar a normalidade da distribuição, análise descritiva, teste de homogeneidade, qui-quadrado, teste t para amostras pareadas, teste t para amostras independentes e teste de fiabilidade. Os resultados mostraram que as equipes do clube A alteraram o seu comportamento tático coletivo entre os tempos de jogo. Já as equipes do clube B mantiveram o seu padrão tático de jogo para os dois tempos de aplicação do teste. Palavras-chave: futebol, tática, princípios de jogo, jogo reduzido, tempo de jogo. Influence of time spent in tactical behaviours by soccer players in the test GK3-3GK ABSTRACT The study aim was to check the influence of the size field and the quantity of the time in tactical behaviours performed by the soccer players in test GK3-3GK. The sample analyzed was 1476 tactical actions performed by 12 Under-15s soccer players. For data analysis it was used SPSS for Windows version Descriptive analysis, chi-square test, test of Kolmogorov-Smirnov, test of Levene, paired-samples T test, independent-samples T test and reliability test were carried out. The results indicated that the time of exercise, first to second match period, influenced tactical collective behaviour performed by player of Club A. One other hand, teams of club B exhibiting similar tactical collective behaviour in both match periods. Keywords: soccer, tactics, game principles, small-sided games, time spent in exercise. 2

3 1. Introdução No Futebol, as capacidades táticas e os processos cognitivos subjacentes à tomada de decisão são considerados requisitos essenciais para a excelência do desempenho esportivo. Tal premissa se fortalece considerando três constrangimentos específicos do jogo: 1) a maioria das ações ocorre sem que os jogadores estejam em contato direto com a bola (GARGANTA, 1997); 2) jogadores com limitado domínio das habilidades técnicas podem jogar Futebol se tiverem um nível razoável de compreensão tática (OSLIN; MITCHELL; GRIFFIN, 1998); 3) parco conhecimento tático pode comprometer a execução eficiente e/ou eficaz das habilidades técnicas (TEODORESCU, 1984). Tal perspectiva da tática confere um destaque especial às movimentações dos jogadores e ao respectivo posicionamento no campo, que se refletem na capacidade de ocuparem e/ou criarem espaços livres em função dos princípios táticos adequados aos diferentes momentos do jogo. Os princípios táticos configuram um conjunto de normas sobre o saber-fazer no jogo e, portanto, proporcionam aos jogadores a possibilidade de conseguirem soluções táticas eficazes para os problemas decorrentes das situações que defrontam (GARGANTA; PINTO, 1994). Uma vez subentendidos e adotados pelos jogadores, os princípios táticos auxiliam a equipe no melhor controle do jogo, na manutenção da posse de bola, na alteração do ritmo de jogo, nas tarefas defensivas, na gestão das transições entre fases, no alcance mais fácil do gol, etc. (ZERHOUNI, 1980; ABOUTOIHI, 2006). Por isso, quanto mais ajustada e qualificada for a aplicação dos princípios táticos durante o jogo, melhor poderá revelar-se o desempenho da equipe ou do jogador na partida. Buscando desenvolver esses princípios e as competências táticas de jogo, vários treinadores têm recorrido aos jogos reduzidos para induzir a execução de ações que podem ocorrer com maior probabilidade durante uma partida (11x11). Dentre a gama de situações reduzidas que pode ser utilizada nos treinamentos, a situação de três contra três (3x3) configurase como sendo a estrutura mínima que confere a ocorrência de todos os princípios táticos inerentes ao jogo de 11x11 (GARGANTA, 2002). Além disso, os jogos reduzidos possuem uma forte associação com a componente física (JEFFREYS, 2004; SASSI; REILLY; IMPELLIZZERI, 2004; RAMPININI et al., 2007; GABBETT; MULVEY, 2008; WELLS et al., 2008), e por isso tem sido utilizados para promover o condicionamento energético-funcional dos jogadores. Das variáveis que podem ser manipuladas nos jogos reduzidos, as relacionadas com o tempo e com a dimensão do campo parecem ser mais comumente utilizadas pelos profissionais, devido às suas claras implicações no desenvolvimento da capacidade física e técnica (GRANT et al., 1999; GRANT; WILLIAMS; JOHNSON, 1999; OWEN; TWIST; FORD, 2004; REILLY; WHITE, 2004; REILLY, 2005; IMPELLIZZERI et al., 2006; DELLAL et al., 2008; 3

4 COUTTS et al., 2009), bem como no aprimoramento da performance tática (VELEIRINHO, 1999; GRECO, 2006; FRENCKEN; LEMMINK, 2009). Não obstante, torna-se necessário conhecer as especificidades e características dos exercícios realizados em espaço reduzido, uma vez que a literatura tem reportado que o cansaço físico pode interferir nas capacidades cognitivas dos jogadores (GRECO, 1999; RAMPININI et al., 2007) e que, por consequência, influencia a detecção e a utilização das informações do jogo necessárias para uma orientação tática adequada a um determinado objetivo (SOUZA; GRECO; PAULA, 2000; JÚLIO; ARAÚJO, 2005). Com base nos pressupostos apresentados, o presente trabalho teve por objetivo verificar de que modo o tempo de jogo podem afetar os comportamentos táticos de jogadores de futebol. 2. Material e métodos 2.1 Amostra Foram avaliadas 1476 ações táticas, 701 das quais ofensivas e 775 defensivas, desempenhadas por 12 jogadores sub-15 de dois clubes portugueses. Não foram analisadas as ações relativas à reposição da bola pela linha lateral nem os tiros-livres. 2.2 Instrumento O instrumento utilizado no presente estudo foi o Teste GR3-3GR, desenvolvido no Centro de Estudos dos Jogos Desportivos da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (CEJD-FADEUP). O teste GR3-3GR é aplicado em um campo reduzido de 36 metros de comprimento por 27 metros de largura, durante 4 minutos de jogo. Durante a sua aplicação é solicitado aos jogadores avaliados que joguem de acordo com as regras oficiais do jogo, com exceção da regra do impedimento. Através do Teste GR3-3GR pode-se avaliar as ações táticas desempenhadas pelos jogadores com e sem bola de acordo com os princípios táticos fundamentais do jogo de Futebol. A unidade de observação utilizada no teste é a posse de bola. O conceito de posse de bola foi baseado do trabalho de Garganta (1997) que o considera quando um jogador respeita, pelo menos, uma das seguintes situações: (a) realiza pelo menos três contatos consecutivos com a bola; (b) executa um passe positivo (permite a equipe manter a posse de bola); (c) realiza um remate (finalização). A grelha de observação do teste possui as definições, as referências espaciais, as ações táticas e os indicadores de performance que permitem observar, avaliar e classificar todas as movimentações realizadas pelos jogadores no jogo. As referências espaciais utilizadas são: campograma, epicentro de jogo, linha da bola e centro de jogo. O campograma refere-se às linhas imaginárias traçadas sobre o campo de jogo que permitem dividi-lo em 12 zonas, 3 corredores e 4 setores (GARGANTA, 1997); o epicentro de jogo é o local onde a bola se 4

5 encontra num determinado instante T ; a linha da bola é marcada transversalmente ao campo de jogo a partir do epicentro; e o centro de jogo é um círculo imaginário que possui cinco metros de raio do epicentro de jogo e que, em função da linha da bola, pode ser divido em metade mais ofensiva e metade menos ofensiva (vide figura 1). INSERIR FIGURA 1 AQUI Os dez princípios táticos avaliados no teste são para a fase ofensiva: penetração, cobertura ofensiva, mobilidade, espaço e unidade ofensiva; e para a fase defensiva: contenção, cobertura defensiva, equilíbrio, concentração e unidade defensiva. O quadro a seguir mostra o conceito e a descrição de cada um desses princípios. INSERIR QUADRO 1 AQUI A partir da análise das ações táticas desempenhadas pelos jogadores são calculados os índices de performance tática IPT s - (valores entre pontos) de acordo com quatro parâmetros: 1) decisão de realização do princípio tático; 2) qualidade de realização das ações táticas relacionadas aos princípios táticos; 3) localização da ação tática no campo de jogo e 4) resultado final da ação. Os cálculos dos índices de performances de jogo, da fase ofensiva, da fase defensiva e de cada princípio são feitos com base nas seguintes equações: Índice de Performance Tática de Jogo (IPTJ)= soma das ações de jogo (decisão de realização do princípio X qualidade da ação X localização da ação no campo de jogo X resultado da ação)/número de ações de jogo. Índice de Performance Tática Ofensiva (IPTO)= soma das ações ofensivas (decisão de realização do princípio X qualidade da ação X localização da ação no campo de jogo X resultado da ação)/número de ações ofensivas. Índice de Performance Tática Defensiva (IPTD)= soma das ações defensivas (decisão de realização do princípio X qualidade da ação X localização da ação no campo de jogo X resultado da ação)/número de ações defensivas. Índice de Performance Tática Princípio (IPTP)= soma das ações do princípio (decisão de realização do princípio X qualidade da ação X localização da ação no campo de jogo X resultado da ação)/número de ações do princípio. 5

6 2.3 Procedimento A recolha de dados foi realizada em dois clubes portugueses, com o consentimento dos seus responsáveis. Em cada clube foram formadas duas equipes e os atletas receberam informações sobre o objetivo do teste. Todos os jogadores tinham os seus coletes numerados do modo a facilitar a respectiva identificação. Concedeu-se aos jogadores 30 segundos de familiarização, findos os quais se deu início ao teste. O teste GR3-3GR foi aplicado nos dois clubes em dois períodos de 4 minutos, denominados na investigação como primeiro e segundo tempos. Entre esses tempos, as equipes mudavam de campo de jogo, sem disporem de pausa para descanso. 2.4 Material Para a gravação dos jogos foi utilizada uma câmara digital PANASONIC modelo NV DS35EG. O material de vídeo obtido foi introduzido em formato digital em um computador portátil (marca LG modelo E500 processador Intel T2370) via cabo (IEEE 1394) convertendoos em ficheiros.avi. Para o tratamento de imagem e análise do jogo foram utilizados os softwares Utilius VS e Soccer Analyser. O primeiro consiste em um software específico destinado à análise e arquivo dos registros observados. O segundo, construído especificamente para o Teste GR3-3GR, permite inserir as referências espaciais do teste no vídeo e possibilita a avaliação rigorosa do posicionamento e da movimentação dos jogadores no campo de jogo. 2.5 Análise Estatística Para o tratamento dos dados foi utilizado o software SPSS (Statistical Package for Social Science) for Windows, versão Foi realizada a análise descritiva (frequência, percentual, variação de percentual, média e desvio padrão) para as variáveis princípio, localização, resultado, índice de performance, número de ações/jogador, percentual de erro e localização relativa aos princípios. A distribuição normal dos dados foi verificada através do teste de Kolmogorov-Smirnov e a homogeneidade das variáveis foi assegurada pelo teste de Levene. O teste qui-quadrado,( ² א) com um nível de significância de p<0,05 foi aplicado para analisar a associação entre princípios, localização e resultados efetuados entre os dois tempos (PESTANA; GAGEIRO, 2003). O teste t para amostras pareadas foi utilizado para comparar os dados dos tempos de jogo (1º e 2º) entre as mesmas equipes em função das médias dos índices de performance, percentual de erro e localização relativa aos princípios. O teste t para duas amostras independentes foi utilizado para comparar os resultados entre os dois clubes em função das médias dos índices de performance, percentual de erro e localização relativa aos princípios. O coeficiente Kappa de Cohen foi utilizado para verificar a fiabilidade intraobservador. 6

7 Análise da Fiabilidade As observações do teste GR3-3GR foram realizadas por um observador treinado. Esse observador possui concordância inter-observadores com os outros observadores do grupo de treinamento acima de 0,80. Para efeitos de aferição da fiabilidade nesse estudo, foram reavaliadas 246 ações táticas desempenhadas dos jogadores, representando 16,67% da amostra; valor superior ao de referência (10%) apontado pela literatura (TABACHNICK; FIDELL, 1989). As sessões para determinar a fiabilidade intra-observador foram realizadas respeitando um intervalo de 10 dias. O resultado da fiabilidade intra-observador exibiu valor igual a 0,97 (erro padrão 0,02), sendo classificado pela literatura como perfeito (LANDIS; KOCH, 1977). 3. Resultados e Discussão Optou-se por apresentar os dados seguindo a sequência de critérios avaliados no próprio teste Gr3-3GR, ou seja, serão mencionadas primeiramente as informações relativas às frequências das ações por cada princípio, a localização de execução das mesmas no campo de jogo e respectivos resultados. Posteriormente, serão expostos os valores referentes às outras variáveis analisadas: (a) índices de performance tática, (b) número de ações/jogador, (c) percentual de erros e (d) localização relativa aos princípios. Essa última variável corresponde à realização das ações táticas relativas aos princípios ofensivos no meio campo defensivo e às ações táticas relativas aos princípios defensivos no meio campo ofensivo. A Tabela 1 apresenta a frequência das ações táticas consoantes aos princípios de jogo, à localização e ao resultado da ação nos dois tempos de jogo realizados pelas equipes dos clubes participantes. INSERIR TABELA 1 AQUI Verifica-se que os jogadores do Clube A realizaram mais ações táticas do que os jogadores do Clube B tanto no primeiro (416) quanto no segundo tempo (397). Entretanto, as equipes do Clube B realizaram mais ações táticas no segundo (338) do que no primeiro tempo (325). Já as equipes do Clube A executaram menos ações táticas no segundo tempo em comparação com o primeiro, o que pode evidenciar que esses jogadores sentiram mais os efeitos do cansaço físico na realização das ações táticas. Em relação à frequência de realização dos princípios, verifica-se que no Clube A ocorreram mais ações táticas ofensivas relacionadas aos princípios espaço no primeiro tempo (22,36%). No segundo tempo a maior frequência de ações ofensivas foi do princípio cobertura ofensiva (16,62%). Em relação aos princípios defensivos observa-se que tanto no primeiro quanto no segundo tempo a maior frequência de ações táticas estiveram relacionadas ao princípio da unidade defensiva (20,91% e 23,68%). Para as equipes do Clube B verificam-se 7

8 maiores frequências para os princípios táticos espaço (16,62% e 16,57%) e unidade defensiva (19,69% e 23,67%) em ambos os tempos. Em relação à variação percentual intraclubes verifica-se que as equipes do Clube A executaram no segundo tempo mais ações táticas relacionadas ao princípio mobilidade (88,61%) e menos ações táticas relacionadas ao princípio espaço (36,90%). Esses dados demonstram aumento de ações táticas dos jogadores entre a linha do último marcador e a linha de fundo adversária no segundo tempo. Já as equipes do Clube B realizaram nesse tempo mais ações de concentração (44,23%) e menos de cobertura defensiva (75,96%), evidenciando menor número de jogadores dentro do centro de jogo nos momentos de marcação do portador da bola. Observando todos os valores de variação percentual intraclube pode-se perceber que o aumento e o decréscimo de execução das ações táticas foram semelhantes. As equipes do Clube A e B tiveram aumento de execução de ações táticas relacionadas a três princípios táticos ofensivos e dois defensivos; e decréscimo de execução de ações táticos relacionadas à dois princípios táticos ofensivos e três defensivos. Dentre esses, verifica-se que nos princípios cobertura ofensiva, cobertura defensiva e concentração o tipo de variação não foi semelhante. Dentre esses três, as equipes do Clube B somente tiveram maior frequência de execução no princípio da concentração. Na comparação Interclubes verifica-se que as maiores variações de acréscimo e decréscimo de execução de ações táticas relacionadas aos princípios ofensivos localizaram-se, respectivamente, nos princípios espaço (34,55) e unidade ofensiva (38,32%) para o primeiro tempo e mobilidade (43,67%) e penetração (43,24%) para o segundo tempo. Em relação aos princípios defensivos observa-se que essas variações se localizam nos princípios da cobertura defensiva (121,35% e 893,28%) e do equilíbrio (52,71% e 40,40%) em ambos os tempos. Na Tabela 1 também se observa as localizações das ações táticas executadas pelos jogadores dos dois clubes. Observa-se que as equipes do Clube A executaram no meio campo ofensivo mais ações táticas relacionadas aos princípios defensivos no primeiro tempo (28,37%) e no segundo tempo mais ações relacionadas aos princípios ofensivos (23,43%). Já no meio campo defensivo essas mesmas equipes realizaram mais ações ofensivas (27,16%) no primeiro tempo e mais ações defensivas no segundo tempo (33,75%). Esse resultado evidencia claramente uma mudança de posicionamento tático por parte dessas equipes. Já as equipes do Clube B tiveram comportamento semelhante nos dois tempos. No meio campo ofensivo e no meio campo defensivo executaram, respectivamente, mais ações defensivas e ofensivas em ambos os tempos. Esse resultado mostra que elas não alteraram a estratégia de jogo e o posicionamento tático em campo. 8

9 Ao verificar a variação percentual intraclube das ações táticas executadas nos dois tempos pode-se constatar que os comportamentos das equipes foram antagônicos. Enquanto as equipes do Clube A reduziram no segundo tempo as suas ações defensivas no meio campo ofensivo (32,51%), as equipes do Clube B aumentaram (8,60%). Já no meio campo defensivo, enquanto as equipes do Clube A aumentaram as suas ações defensivas (37,66%), as equipes do Clube B diminuíram (8,42%). Essa discrepância de comportamentos em termos da localização das ações táticas fica mais evidente quando se verifica os dados da variação percentual interclubes. Através desses constata-se que as maiores diferenças entre os clubes estudados se situaram no segundo tempo de jogo. A terceira variável da Tabela 1 diz respeito aos resultados das ações táticas. Verifica-se que os clubes participantes apresentaram semelhanças nas maiores frequências das variáveis manutenção da posse e posse adversário presentes nos resultados ofensivos e defensivos, respectivamente. Entretanto ao observar os dados da variação percentual intraclube, verifica-se que os resultados obtidos por esses clubes foram diferentes. Enquanto as equipes do Clube A conseguiram aumentar a manutenção fragmentada (74,64%) e diminuir a perda da posse fragmentada (43,58%), as equipes do Clube B obtiveram maior perda da posse (34,12%) e redução na manutenção fragmentada (52,66%). Esses resultados demonstram que apesar dos dados absolutos dos clubes parecerem semelhantes, as variações de resultados foram divergentes consoantes as ações táticas desempenhadas. Em relação à variação percentual interclubes, verifica-se que os resultados foram divergentes entre os tempos. Enquanto no primeiro tempo as maiores variações percentuais concentraram-se nas variáveis ofensivas remate à baliza (39,56%) e perda da posse (79,49%), no segundo tempo elas se situaram em manutenção fragmentada (325,69%) e perda da posse fragmentada (45,82%). Em termos de resultados defensivos pode-se observar que as maiores variações se localizaram nas variáveis recuperação da posse (88,81%) e remate à baliza do adversário (40,17%) no primeiro tempo e nas variáveis recuperação fragmentada (47,61%) posse adversário fragmentada (354,07%) no segundo tempo. Em relação a esses dados foram encontradas diferenças significativas entre o segundo tempo dos dois clubes. Essas diferenças situaram-se nas variáveis remate à baliza (p=0,04) e manutenção da posse (p=0,04), sendo as duas mais executadas pelas equipes do Clube B em termos percentuais. A Tabela 2 apresenta as médias e os desvios padrões dos IPT s, número de ações/jogador, percentual de erros e localização relativa aos princípios. INSERIR TABELA 2 AQUI 9

10 Ao analisar os IPT s do primeiro tempo entre os clubes A e B, verificam-se diferenças significativas no total ofensivo (p=0,00), demonstrando um índice maior para o Clube B (49,21±3,74). No entanto, devido o IPT do total defensivo revelar maiores valores para o Clube A (30,98±5,97) nos princípios contenção (25,98±9,40), concentração (32,69±6,29) e unidade defensiva (36,07±11,97), o IPT do total de jogo entre o primeiro tempo dos dois clubes é superior para o Clube A (38,53±6,36). Ao comparar os dados do segundo tempo verifica-se diferença significativa no IPT do total ofensivo (p=0,01), apesar dos valores dos IPT s serem semelhantes entre os clubes. Essa semelhança pode ser explicada em função dos princípios ofensivos mobilidade e unidade ofensiva terem valores superiores para as equipes do Clube B, enquanto que nos outros três princípios ofensivos os valores são superiores para as equipes do Clube A. No IPT total de jogo, observa-se que o Clube A (39,60±2,72) possui valor absoluto superior ao Clube B (35,43±4,22), provavelmente, devido ao maior índice de performance no total defensivo (33,42±3,70). Comparando os dois tempos de jogo do Clube B observa-se que os IPT s ofensivos e defensivos são maiores no primeiro tempo. Possivelmente isso ocorre devido aos melhores índices nos princípios cobertura ofensiva (54,70±4,92), mobilidade (68,44±17,70), espaço (49,38±10,62), equilíbrio (29,31±7,08) e unidade defensiva (23,76±6,11). Na comparação dos dois períodos de jogo do Clube A encontraram-se diferenças significativas no total ofensivo (p=0,00) e no total de jogo (p=0,03), demonstrando que o IPT para esses jogadores foi superior no segundo tempo em relação ao primeiro. Esse resultado se confirma quando se verifica que somente para os princípios espaço (46,95±7,17), unidade ofensiva (65,94±9,18) e concentração (36,07±11,97) os valores de IPT s foram superiores no primeiro tempo. Em relação à variável número de ações/jogador, verificou-se diferenças significativas entre o primeiro e o segundo tempo do Clube A no princípio espaço (p=0,03) e total defensivo (p=0,01). Já no Clube B as diferenças se situaram no total ofensivo (p=0,00) e no total defensivo (p=0,00). Ao comparar o primeiro tempo dos dois clubes observam-se diferenças significativas no total ofensivo (p=0,00) e no total defensivo (p=0,00). Esses resultados demonstram que a maior frequência de execução das ações táticas pelo Clube A se localiza no primeiro tempo, apesar de também existirem diferenças significativas no segundo tempo para cobertura defensiva (p=0,01) e total defensivo (p=0,00). Em relação à variável percentual de erros observa-se que no Clube A a média do total ofensivo foi significativamente superior (p=0,03) no segundo tempo comparado ao primeiro. Já no Clube B os percentuais de erro no total ofensivo e no princípio unidade ofensiva foram superiores no primeiro tempo comparativamente ao segundo. 10

11 Entre o primeiro tempo dos dois clubes os princípios mobilidade (p=0,03) e unidade ofensiva (p=0,00) manifestaram diferenças significativas no percentual de erros, sendo que os jogadores do Clube B não cometeram nenhum erro na execução das ações táticas relacionadas ao princípio mobilidade. Por sua vez, os jogadores do Clube A não erraram na execução das ações táticas relacionadas ao princípio unidade ofensiva. No segundo tempo verificaram-se diferenças significativas nos princípios mobilidade (p=0,03) e espaço (p=0,02). Nesses, as equipes do Clube A erraram mais ações táticas relacionadas ao princípio mobilidade e as equipes do Clube B cometeram mais erros nas ações táticas relacionadas ao princípio espaço. Um dos fatores que propiciaram melhor índice de performance de jogo no segundo tempo para as equipes do Clube A pode estar associado à localização relativa aos princípios. Nesta se verificou diferenças significativas no princípio unidade ofensiva (p=0,01) e equilíbrio (p=0,03) demonstrando que foram realizadas mais ações do princípio unidade ofensiva em meio campo defensivo no segundo tempo (3,00±2,35) e mais ações táticas do princípio equilíbrio em meio campo ofensivo no primeiro tempo (2,00±1,67). Para as equipes do Clube B não foram encontradas diferenças significativas para essa variável. Ao comparar o primeiro tempo entre os clubes A e B verificou-se diferenças significativas no total ofensivo (p=0,01) para a localização relativa aos princípios. Na comparação entre os segundos tempos dos dois clubes encontraram-se diferenças significativas no princípio cobertura defensiva (p=0,02). 4. Conclusões Constatou-se que as equipes do clube A realizaram menos ações táticas no segundo tempo comparativamente ao primeiro. Além disso, essas equipes mudaram o posicionamento tático coletivo no segundo tempo, deixando de fazer marcação no meio campo ofensivo e passando a fazer mais ações defensivas no meio campo defensivo. No segundo tempo, essas equipes também deixaram de explorar os espaços vazios entre equipes e passaram a realizar um jogo mais direto explorando os espaços existentes nas costas do último defensor, tendo maior variação percentual nas ações táticas relacionadas ao princípio da mobilidade. As equipes do clube B conseguiram realizar mais ações táticas no segundo tempo e mantiveram o padrão tático de jogo que explorava, principalmente, as ações táticas relacionadas aos princípios espaço e unidade defensiva. As maiores variações nos comportamento táticos dessas equipes se situaram nos princípios concentração e cobertura defensivas. O fator tempo influenciou negativamente as equipes do clube B, porque o índice de performance de jogo diminuiu entre os tempos. Já as equipes do clube A melhoraram os seus índices de performance de jogo no segundo tempo. 11

12 Assim, conclui-se que o tempo afetou os comportamentos táticos dos jogadores principalmente no que diz respeito ao número de ações táticas realizadas, ao tipo de princípio utilizado e a localização no espaço de jogo que, em conseqüência, possuem implicações na performance dos jogadores. Referências ABOUTOIHI, S. Football: Guide de L'éducateur Sportif. Paris: Editions ACTIO COSTA, I. T.; GARGANTA, J.; GRECO, P. J.; MESQUITA, I. Princípios Táticos do Jogo de Futebol: conceitos e aplicação. Revista Motriz, v.15, n.3, p.01-15, COUTTS, A. J.; RAMPININI, E.; MARCORA, S. M.; CASTAGNA, C.; IMPELLIZZERI, F. M. Heart rate and blood lactate correlates of perceived exertion during small-sided soccer games. Journal of Science & Medicine in Sport, v.12, n.1, p DELLAL, A.; CHAMARI, K.; PINTUS, A.; GIRARD, O.; COTTE, T.; KELLER, D. Heart Rate Responses During Small-Sided Games and Short Intermittent Running Training in Elite Soccer Players: A Comparative Study. Journal of Strength & Conditioning Research, v.22, n.5, p FIFA. Laws of the Game 2008/2009. Zurich: Fédération Internationale de Football Association FRENCKEN, W. G. P.; LEMMINK, K. A. Team Kinematics of small-sided soccer games. In: REILLY, T.; KORKUSUZ, F. (Ed.). Science and Football VI - Proceedings on the Sixth World Congress of Science and Football. London: Routledge, 2009, p GABBETT, T. J.; MULVEY, M. J. Time-Motion Analysis of Small-Sided Training Games and Competition in Elite Women Soccer Players. Journal of Strength & Conditioning Research, v.22, n.2, p GARGANTA, J. Modelação táctica do jogo de futebol estudo da organização da fase ofensiva em equipas de alto rendimento p. (Doutorado em Ciências do Desporto). Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto, Universidade do Porto, Porto, GARGANTA, J. Competências no ensino e treino de jovens futebolistas. Revista Digital, Buenos Aires, Ano 8, n o 45, 2002, disponível em: <http://www.efdeportes.com>. Acesso 30 jul GARGANTA, J.; PINTO, J. O ensino do futebol. In: GRAÇA, A.; OLIVEIRA, J. (Ed.). O ensino dos jogos desportivos. Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto: Rainho & Neves Lda, v.1, 1994, p

13 GRANT, A.; WILLIAMS, M.; DODD, R.; JOHNSON, S. Physiological and Technical Analysis of 11v11 and 8v8 Youth Football Matches. Insight, v.3, n GRANT, A.; WILLIAMS, M.; JOHNSON, S. Technical Demands of 7v7 and 11v11 Youth Football Matches. Insight, v.4, p GRECO, P. Conhecimento técnico-tático: o modelo pendular do comportamento e da ação tática nos esportes coletivos. Revista Brasileira de Psicologia do Esporte, p GRECO, P. J. Cognição e Ação. In: SAMULSKI, D. (Ed.). Novos Conceitos em Treinamento Esportivo. Belo Horizonte: CENESP/UFMG, 1999, p IMPELLIZZERI, F. M.; MARCORA, S. M.; CASTAGNA, C.; REILLY, T.; SASSI, A.; IAIA, F. M.; RAMPININI, E. Physiological and Performance Effects of Generic versus Specific Aerobic Training in Soccer Players. International Journal of Sports Medicine, v.27, n.6, p JEFFREYS, I. The use of small-sided games in the metabolic training of high school soccer players. Strength & Conditioning Journal, v.26, n.5, p JÚLIO, L.; ARAÚJO, D. Abordagem dinâmica da acção táctica no jogo de futebol. In: ARAÚJO, D. (Ed.). O contexto da decisão - a acção táctica do desporto. Lisboa: Visão e Contextos Lda, 2005, p LANDIS, J. R.; KOCH, G. C. The measurement of observer agreement for categorical data. Biometrics, v.33, p OSLIN, J. L.; MITCHELL, S. A.; GRIFFIN, L. L. The Game Performance Assessment Instrument (GPAI): development and preliminary validation. Journal of Teaching in Physical Education, v.17, n.2, p OWEN, A.; TWIST, C.; FORD, P. Small Sided Games: The physiological and technical effects of altering pitch size and player numbers. Insight, v.7, p PESTANA, M. H.; GAGEIRO, J. N. Análise de dados para ciências sociais: a complementaridade do SPSS. Lisboa: Edições Sílabo p. RAMPININI, E.; IMPELLIZZERI, F. M.; CASTAGNA, C.; ABT, G.; CHAMARI, K.; SASSI, A.; MARCORA, S. M. Factors influencing physiological responses to small-sided soccer games. Journal of Sports Sciences, v.25, n.6, p REILLY, T. An ergonomics model of the soccer training process. Journal of Sports Sciences, v.23, n.6, p REILLY, T.; WHITE, C. Small-sided games as an alternative to interval training for soccer players. Journal of Sports Sciences, v.22, n.6, p

14 SASSI, R.; REILLY, T.; IMPELLIZZERI, F. A comparison of small-sided games and interval training in elite professional soccer players. Journal of Sports Sciences, v.22, n.6, p SOUZA, P.; GRECO, P. J.; PAULA, P. Tática e processos cognitivos subjacentes a tomada de decisões nos jogos desportivos coletivos. In: GARCIA, E.; LEMOS, K. (Ed.). Temas Atuais V - Educação Física e Esportes. Belo Horizonte: Health Editora, 2000, p TABACHNICK, B.; FIDELL, L. Using Multivariate Statistics. New York: Harper & Row Publishers TEODORESCU, L. Problemas de teoria e metodologia nos jogos desportivos. Lisboa: Livros Horizontes Lda p. VELEIRINHO, A. C. O jogo reduzido. Pertinência e possibilidades no ensino dos jogos desportivos colectivos. In: TAVARES, F. (Ed.). Estudos 2 - Estudo dos jogos desportivos. Concepções, metodologias e instrumentos. Faculdade de Desporto da Universidade do Porto: Multitema, v.1, 1999, p WELLS, C.; MCAULEY, S.; BURBEARY, N.; FICKLING, A.; TOMLINSON, V. Are highintensity small-sided games beneficial for the physical development of junior academy football players? FA Coaches Association, p ZERHOUNI, M. Principes de base du football contemporain. Fleury: Orges

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