MODELOS DE PEÇAS PROCESSUAIS ELEITORAIS

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1 5º CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DAS PROMOTORIAS ELEITORAIS Coordenador: Marcos Ramayana Blum de Moraes Subcoordenador: Marcus Cavalcante Pereira Leal Endereço: Av. Marechal Câmara nº 370-3º andar Telefones: MODELOS DE PEÇAS PROCESSUAIS ELEITORAIS MARÇO/2008.

2 ÍNDICE: Pág. 1) Denúncia (Tema: ausência de mesário no dia da eleição) 03 2) Representação (Tema: propaganda irregular em árvore) 04 3) Contra-razões (Tema: propaganda irregular em árvore) 05 4) Contra-razões (Tema: filiação partidária duplicidade) 07 5) Contra-razões (tema: propaganda irregular por pintura em bem particular) 10 6) Petição para arquivamento por atipicidade (tema: ausência do elemento subjetivo dolo ) 12 7) Manifestação em representação proposta por partido (Tema: propaganda eleitoral antecipada por imprensa) 13 8) Representação (Tema: propaganda antecipada) 14 9) Representação (tema: propaganda irregular) 15 10) Ação de Impugnação ao Requerimento de Registro (tema: período de inelegibilidade após cumprimento de pena) 16 11) Ação de Captação Ilícita de sufrágio 17 12) Ação de Impugnação ao Mandato Eletivo (com fundamento em procedência de ação de investigação judicial eleitoral posterior à eleição) 18 2

3 1) Denúncia (Tema: ausência de mesário no dia da eleição) Exm. Dr. Juiz Eleitoral da ª Zona Eleitoral de. O MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL, através do PROMOTOR ELEITORAL, que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais, vem oferecer DENÚNCIA contra, (qualificação completa), pela prática do seguinte fato. Nos dias, datas referentes ao pleito eleitoral para as eleições de Prefeito, Vice-Prefeito e vereador, respectivamente, primeiro e segundo turno, excluindo-se do segundo turno as eleições pelo sistema proporcional e para o Senado Federal, o denunciado, consciente e voluntariamente, abandonou o serviço eleitoral sem justa causa. O denunciado foi convocado pelo MM. Juízo da ª Zona Eleitoral da comarca de, para compor a mesa receptora de votos, na função de 1º secretário, da seção n, local n, não comparecendo aos trabalhos de votação eleitoral, causando, assim, transtornos ao bom e salutar desenvolvimento do processo eleitoral. Dessa forma, está o denunciado incurso nas sanções penais do artigo 344 do Código Eleitoral. Assim sendo, recebida a presente, requer a citação do denunciado para apresentar defesa por escrito no prazo de 10 (dez) dias, na forma do artigo 357 do Código Eleitoral, incidindo-se, no caso de contumácia voluntária, os efeitos contidos no artigo 366 do Código de Processo Penal, aplicável, subsidiariamente, aos processos eleitorais, na letra do artigo 364 do Código Eleitoral; julgando-se, ao final, procedente a pretensão punitiva com a consequente condenação nas penas da lei. Sem provas testemunhais. 3

4 2) Representação (Tema: propaganda irregular em árvore). MM. Juiz da Propaganda Eleitoral. Proc. n... Candidato-eleito. O caso concreto está a revelar que os cabos-eleitorais do candidato-eleito, afixaram placa em árvore, violando, assim, a lei eleitoral, que veda a fixação, por qualquer modo, de propaganda em árvores, monumentos e outros bens públicos. Cumpre frisar, todavia, que a Lei n 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, criou uma figura típica penal no artigo 49: "Destruir, danificar, lesar ou maltratar, por qualquer modo ou meio, plantas de ornamentação de logradouros públicos ou em propriedade privada alheia". Pena de detenção de 3 meses a 1 ano, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente. Portanto, a conduta do candidato-eleito poderia, "em tese", se fosse sua placa afixada em plantas ornamentais de logradouros públicos, se subsumir no delito acima descrito, cujo bem jurídico ofendido é o meio ambiente. Mas não é esse o caso em julgamento. Verifica-se, portanto a incidência no caso concreto do artigo 37 da Lei n 9.504/97 c/c artigo 13, 3º da Resolução n 22718/08 do Egrégio Tribunal Superior Eleitoral. A árvore é bem público de uso comum e está situada em logradouro público, sendo inequívoca a violação à regra proibitiva da legislação eleitoral. Na disquisição complementar ao auto-infracional, foi constatada a efetiva existência no local da propaganda política eleitoral irregular, sendo de responsabilidade do candidato-eleito o controle de seus simpatizantes-cabos-eleitorais, pois, caso contrário, com a inversão dessa presunção sem prova, ocorreria a absoluta ausência de autuação e a própria ineficácia fático-jurídica da fiscalização eleitoral, criada pela legislação eleitoral vigente. Assim sendo, opino pela fixação da sanção de multa na forma legal. 4

5 3) Contra-razões (Tema: propaganda irregular em árvore). Exm. Dr. Juiz Eleitoral da Propaganda no Município de. Procedimento n. O MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL, através do que esta subscreve, no uso de suas atribuições, vem, respeitosamente, apresentar CONTRA-RAZÕES ao recurso interposto às fls., aduzindo o seguinte. EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DD. PROCURADOR REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO O r. recurso defensivo se consubstancia, basicamente, na alegação de que a douta e sábia sentença judicial de fls., não acolheu a argumentação concernente a ausência de conhecimento por parte do Recorrente da propaganda irregular presa em árvore, que teria sido ato espontâneo de simpatizantes. Perscruta-se de forma inequívoca o acerto da decisão monocrática. O Apelante não está sendo julgado por crime eleitoral, onde se exige, segundo a melhor jurisprudência, o dolo específico e a prova inconcussa, incontroversa do nexo causal entre sua conduta e o crime praticado, inclusive, diante do princípio básico da responsabilidade objetiva, que em direito penal é inadmitida. Quanto à propaganda política eleitoral em questão, verifica-se, de forma inquestionável, o acerto da decisão monocrática, pois, segundo o princípio da responsabilidade solidária, toda a propaganda é realizada pelos partidos e por eles paga nos excessos dos candidatos. 5

6 O fato do Apelante ter orientado a militância no sentido de não afixar em árvores a propaganda eleitoral irregular apreendida, não descaracteriza sua responsabilidade, considerando que fica cabalmente demonstrada sua participação no evento na medida em que não soube controlar seus cabos-eleitorais. Surge, ao nosso sentir, uma relação individual entre o Apelante e o cabo-eleitoral que é estranha a Justiça Eleitoral, pois traria uma presunção de inversão do ônus da prova e das regras do artigo 333 do Código de Processo Civil, aplicáveis, subsidiariamente, nos procedimentos administrativos e processos não penais eleitorais. O ônus da prova quanto ao fato modificativo cabe ao Apelante, e não, à fiscalização eleitoral que fez a autuação infracional de forma regular e em cumprimento aos ditames da lei. Impende observar que a propaganda é irregular, sendo esse FATO INCONTROVERSO (artigo 334, inciso III, do C.P.C.), constituindo objeto da prova. O raciocínio fático rama para a inevitável conclusão de que o Apelante, além de se beneficiar dessa "democrática forma de propaganda", não exerceu controle efetivo sobre os cabos-eleitorais previamente orientados para saírem difundindo sua propaganda política eleitoral. A árvore compõe o logradouro público, cuja conceituação compreende também as calçadas, sarjetas, paredes, pontes, viadutos, abrigos em pontos de transporte coletivos, etc. Uma árvore plantada em local público constitui bem de uso comum, pelo que não se tolera sua utilização para publicidade eleitoral. Aliás, senso elementar condenaria a pretensão, para não se falar da agressão à ecologia. Incide a hipótese vertente na moldura infracional do artigo 37 caput da Lei n 9.504/97 c/c artigo 13, 3º da Resolução n 22718/08 do Egrégio Tribunal Superior Eleitoral. Trata-se a propaganda de uma técnica de apresentação, argumentos e opiniões ao público, de tal modo organizada e estruturada para induzir conclusões ou pontos de vista favoráveis aos seus enunciantes. É um poderoso instrumento de conquistar a adesão de outras pessoas, sugerindo-lhes idéias que são semelhantes àquelas expostas pelos propagandistas. A propaganda política é utilizada para o fim de favorecer a conquista dos cargos políticos pelos candidatos interessados, fortalecendo-lhes a imagem perante o eleitorado, sedimentar a força do governo constituído, ou minar-lhes a base, segundo as perspectivas dos seus pontos de sustentação, ou de contestação. (professor Pinto Ferreira "in" Código Eleitoral Comentado.Ed. Saraiva, 3ª edição/91, página 258). Caracterizada na autuação infracional, a propaganda eleitoral e sua irregular afixação, bem como a responsabilidade do Apelante in elegendo de seus cabos-eleitorais, entendemos que deve ser integralmente confirmada a decisão, até porque existem outros procedimentos semelhantes ao caso concreto, tais como:, todos da fiscalização da 6

7 propaganda eleitoral que resultaram em sucessivas autuações em datas posteriores, tendo o Apelante ciência da irregularidade desde a primeira autuação e, ainda assim, persistiu na infração à legislação eleitoral. Desta forma, requer o desprovimento do recurso interposto com a manutenência da sábia e culta decisão recorrida. Ita Speratur. 4) Contra-razões (Tema: filiação partidária duplicidade). Exm. Dr. Juiz de Direito da ª Zona Eleitoral de. Processo n. O MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL, através do que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais, vem apresentar CONTRA-RAZÕES ao r. recurso de fls. dos autos, aduzindo, em síntese, o seguinte: EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DD. PROCURADOR REGIONAL ELEITORAL. A Lei n 9.096, de 19 de setembro de 1995, estabeleceu no artigo 19, diferentemente da lei anterior que regulava a matéria, que seja enviada na primeira semana dos meses de maio e dezembro de cada ano, apenas uma relação com os nomes dos filiados ao Partido Político, constando o número dos títulos eleitorais e das seções em que estão inscritos os eleitores, arquivando-se e publicando-se. Dessa forma, dá-se ampla possibilidade de impugnação e cumpre-se, fielmente, o requisito da condição jurídica-constitucional da elegibilidade dos candidatos. Na omissão do Partido nessas providências, fica prevalecendo a relação de filiados anteriormente encaminhada à Justiça Eleitoral, mas ressalva-se a possibilidade do 7

8 aspirante ao mandato eletivo ou prejudicados requererem diretamente ao Juiz da Zona Eleitoral para que supra a falha do órgão partidário. ou má-fé. Outrossim, perscruta-se que essa ressalva se subsume nas hipóteses de desídia O requerente não faz prova da má-fé do Partido, mas apenas da desídia em cumprir o determinado pela legislação eleitoral. A Resolução n 442/96 do Egrégio Tribunal Regional Eleitoral, dispõe sobre os procedimentos relativos à filiação partidária. Compreende-se, na norma regulamentar, que os cartórios eleitorais terão pasta própria para cada Partido, onde, dentre outras relações, serão arquivadas as relações de filiados. Inclusive, quando ocorrer uma hipótese de desfiliação, a mesma deve ser comunicada ao partido e ao juiz, arquivando-se em pasta própria. Disciplina a norma regulamentar que a relação de filiados e desfiliados prevista na Lei n 9.096/95, deverá SER APRESENTADA EM DUAS VIAS, CONTENDO O NOME DE TODOS OS FILIADOS, NÚMERO DE INSCRIÇÃO ELEITORAL, SEÇÃO EM QUE SÃO INSCRITOS E A DATA DO DEFERIMENTO DAS RESPECTIVAS FILIAÇÕES. Ainda prevê a norma que as relações novas são confrontadas com as anteriores para fins de alterações que devem ser efetivadas. Faz-se verdadeira análise em cartório quanto à regularidade do nome, número de inscrição, seção e, principalmente, se a DATA DE FILIAÇÃO CORRESPONDE AO PERÍODO POSTERIOR A ENTREGA DA ÚLTIMA RELAÇÃO, EVITANDO-SE A DUPLICIDADE DE FILIAÇÃO. Essa verificação também se utiliza do cadastro geral de eleitores da Zona Eleitoral, ou folhas de votação do último pleito e espelhos de atualização BATCH. Cediço também que o cartório digitará as filiações novas, regulares e regularizadas, no programa de filiados, e fará o encaminhamento do respectivo disquete para a Secretaria de Informática do Egrégio Tribunal Regional Eleitoral. De fato a inércia do Partido Político em não cumprir a Resolução supra-mencionada, prejudica a recorrente, pois é condição de elegibilidade a filiação partidária pelo menos um ano antes do pleito eleitoral, das eleições. Não se desconhece que a recorrente assinou a ficha de filiação partidária, preenchendo um dos requisitos da norma estatutária do Partido, conforme documento agora juntado nas razões recursais, fls.. 8

9 Inegavelmente que a juntada aos autos da ficha de filiação partidária em cópia reprográfica altera a relação jurídica do pedido anteriormente formulado, pois se apresenta como fato novo, prova superveniente. A alteração se dá a favor da postulação recursal, pois, segundo a maioria da jurisprudência do Egrégio Tribunal Superior Eleitoral, a comprovação da condição de filiado por ficha de filiação satisfaz à condição de elegibilidade, mesmo que o nome do aspirante à candidato não conste da relação enviada pelo partido à Justiça Eleitoral. Os r. acórdãos seguiram o entendimento de que a comprovação da condição de filiação se faz com a juntada aos autos da ficha de filiação partidária e, consequente certidão cartorária, além de que afasta-se a inelegibilidade constitucional com a argumentação jurídica fincada na não consagração de prejuízo ao aspirante de mandato eletivo nessas hipóteses. Realmente a questão é de prova e a prova foi feita tardiamente, apenas em razões recursais pela juntada da ficha de filiação partidária que possui valoração jurídica diversa do r. livro de nome de filiados ao Partido que se principia às fls., datado de. A lista de filiados encaminhada ao cartório eleitoral é de suma importância ao direito eleitoral, pois implica, inclusive, na adequação do verbete sumular n 14 do Tribunal Superior Eleitoral, pois a duplicidade de filiação tratada no parágrafo único do artigo 22 da Lei n 9.096/95 somente fica caracterizada caso a nova filiação ocorra após a remessa das listas dos novos filiados previstas no parágrafo único do artigo 58 da referida lei. Todavia, a questão da prova altera substancialmente a relação existente, trilhando rumo seguro ao acolhimento da pretensão recursal, pois está a recorrente inscrita no Partido desde, fls.. Diante do r. juízo de retratação subsumido no dispositivo do parágrafo sexto do artigo 267 do Código Eleitoral, opino que seja reconsiderada a douta decisão de fls., deferindo-se o pedido de filiação partidária e expedindo-se a certidão para fins de instrução ao requerimento de registro de candidatura no Tribunal Regional Eleitoral, não havendo seguimento ao recurso. Dessa forma, manifesto-me pelo conhecimento e provimento recursal na forma da lei, acaso não acolhido o douto juízo de reconsideração sobre o tema fático-jurídico perfilhado no recurso diante da prova nova apresentada. Promotor eleitoral 9

10 5) Contra-razões (tema: propaganda irregular por pintura em bem particular). Exm. Dr. Juiz Eleitoral da Propaganda no Município de. Procedimento n O MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL, através do que esta subscreve, no uso de suas atribuições, vem, respeitosamente, apresentar CONTRA-RAZÕES ao recurso interposto às fls., aduzindo o seguinte. EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DD. PROCURADOR REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO O r. recurso defensivo se subsume basicamente na alegação de que a douta e sábia sentença judicial de fls., não acolheu a argumentação concernente a ausência de conhecimento por parte do Recorrente da propaganda tipo pintura em bem particular. 10

11 O Apelante não está sendo julgado por crime eleitoral, onde se exige, segundo a melhor jurisprudência o dolo específico e a prova inconcussa, incontroversa do nexo causal entre sua conduta e o crime praticado, inclusive, diante de princípio básico da responsabilidade objetiva, que em direito penal é inadmitida. Surge, ao nosso sentir, uma relação individual entre o Apelante e o cabo-eleitoral que é estranha a Justiça Eleitoral, pois traria uma presunção de inversão do ônus da prova e das regras do artigo 333 do Código de Processo Civil aplicáveis, subsidiariamente nos procedimentos administrativos e processos não penais eleitorais. O ônus da prova quanto ao fato modificativo cabe ao Apelante, e não, a fiscalização eleitoral que fez a autuação infracional de forma regular e em cumprimento aos ditames legais. Impende observar que a propaganda é irregular, sendo esse FATO INCONTROVERSO, (artigo 334, inciso III, do C.P.C.), constituindo objeto da prova. O raciocínio fático rama para a inevitável conclusão de que o Apelante, além de se beneficiar dessa "democrática forma de propaganda", não exerceu controle efetivo sobre os cabos-eleitorais previamente orientados segundo declinou para saírem difundindo sua propaganda política eleitoral. Trata-se, a propaganda, de "uma técnica de apresentação, argumentos e opiniões ao público, de tal modo organizada e estruturada para induzir conclusões ou pontos de vista favoráveis aos seus enunciantes. É um poderoso instrumento de conquistar a adesão de outras pessoas, sugerindo-lhes idéias que são semelhantes àquelas expostas pelos propagandistas. A propaganda política é utilizada para o fim de favorecer a conquista dos cargos políticos pelos candidatos interessados, fortalecendo-lhes a imagem perante o eleitorado, sedimentar a força do governo constituído, ou minar-lhes a base, segundo as perspectivas dos seus pontos de sustentação, ou de contestação. (professor Pinto Ferreira "in" Código Eleitoral Comentado.Ed. Saraiva, 3ª edição/91, página 258). Desta forma, requer o desprovimento do recurso interposto com a manutenência da sábia e culta decisão recorrida. Ita Speratur. 11

12 6) Petição para arquivamento por atipicidade (tema: ausência do elemento subjetivo dolo ). Exm. Juiz da ª Zona Eleitoral. Proc. n. A questão trazida aos autos, como duplicidade de inscrição, ao nosso sentir, não está a caracterizar o delito do artigo 289 do Código Eleitoral, ou seja,"inscrever-se, fraudulentamente, eleitor", porque o tipo penal só admite a modalidade dolosa, o dolo genérico, sendo delito formal. Pela narrativa do eleitor, ocorreu visível desconhecimento referente as regras da segunda via e transferência do título eleitoral, disciplinadas nos artigos 52/61 do Código Eleitoral, agindo o eleitor culposamente. Desta forma, diante da atipicidade da conduta, por ausência de dolo, requer o Ministério Público, o arquivamento das presentes peças informativas na forma legal. 12

13 7) Manifestação em representação proposta por partido (Tema: propaganda eleitoral antecipada por imprensa). Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da ª Zona Eleitoral. Procedimento nº. Trata-se de representação oferecida pelo Partido em face do jornal, Fulano e Beltrano, ambos Prefeito e Vice Prefeito de, objetivando a repressão à propaganda eleitoral antecipada, realizada através da imprensa e promovida pela Prefeitura. Nos termos do art. 43, único, da Lei nº 9.504/97, e art. 3º, da Resolução nº /08 do Egrégio Tribunal Superior Eleitoral, é permitida a divulgação paga através da imprensa escrita de propaganda política eleitoral, tão-somente, a partir, do dia 6 de julho do ano eleitoral. Tal propaganda deve obedecer aos padrões definidos nas referidas disposições legais. Impende observar que a matéria jornalística objeto da presente representação tem um evidente cunho de propaganda eleitoral, vedada pela lei. Outrossim, à primeira vista, diante das provas contidas no procedimento, não restou demonstrado, que o segundo e terceiro representados são os financiadores da matéria jornalística, cuja natureza (conforme acima enfatizada) é de propaganda eleitoral. 13

14 Ressalta-se ainda, que a matéria jornalística não observou as limitações impostas pela legislação eleitoral, ou seja, 1/8 (um oitavo) de página de jornal padrão. Vê-se, portanto, a inadequação limitativa do espaço jornalístico destinado à promoção das obras e serviços executados pelo Poder Executivo local. Portanto, a vista do exposto manifesta-se o Ministério Público pela aplicação da multa, somente, ao primeiro representado, excluindo-se os demais diante da falta de comprovação de liame subjetivo. 8) Representação (Tema: propaganda antecipada). Exmº. Dr. Juiz de Direito da Zona Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro. O MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL, através do que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais, vem oferecer REPRESENTAÇÃO em face de (qualificação completa); pela prática dos seguintes fatos: No dia, hora, local, descrição do fato. Desta forma, o representado descumpriu o disposto no artigo 36 da Lei nº 9.504/97 e artigo 3º da Resolução nº /08 do Tribunal Superior Eleitoral. Assim sendo, requer o Ministério Público que seja a presente representação autuada e processada nos termos do artigo 69 e seguintes da mencionada 14

15 resolução, e ao final, seja julgada procedente, sujeitando o representado ao pagamento da multa prevista nos referidos dispositivos legais. Requer ainda, o Ministério Público, a produção das provas admitidas em direito, notadamente a prova testemunhal, documental e fotográfica. 9) Representação (tema: propaganda irregular). Exmº. Dr. Juiz de Direito da Propaganda Eleitoral de. O Ministério Público Eleitoral, através do que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais, vem oferecer REPRESENTAÇÃO com fundamento no art. 96 da Lei nº 9.504/97, em face de Fulano (candidato registrado sob o nº ), pela prática do seguinte fato. No dia, na rua, nas proximidades do nº, no bairro, nesta cidade, Fulano mantinha afixado um cartaz de pano numa árvore (bem público), configurando propaganda política eleitoral, com os seguintes dizeres: "Fulano 2008, Voto Feliz ". Fiscais da propaganda eleitoral, constataram a irregularidade da fixação, e fotografaram a propaganda ( doc. ), fls., onde fica evidenciada a violação ao artigo 13, 3º da Resolução /08 do egrégio Tribunal Superior Eleitoral, bem como ao artigo 37 da Lei nº 9.504/97. 15

16 O representado foi notificado, visando a pronta retirada da propaganda irregular no prazo de 24 (vinte e quatro) horas. No entanto, transcorrido o prazo, não retirou a propaganda, mantendo-se contumaz. Desta forma, sendo ainda inequívoca a ciência do representado sobre a autuação judicial da propaganda eleitoral irregular, requer a aplicação de multa no valor de (cinco mil) UFIR, com base no artigo 37, 1º, da Lei nº 9.504/97, julgando-se procedente o pedido na forma legal. Requer, outrossim, a notificação do representado e/ou advogados, com base no 5º do art. 96 da Lei nº 9.504/97, para apresentar defesa no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, na forma legal. Protesta provar o alegado por todos os meios probatórios, especialmente, documentos, testemunhas, fotografias e perícias. 10) Ação de Impugnação ao Requerimento de Registro (tema: período de inelegibilidade após cumprimento de pena). Exmº. Dr. Juiz Eleitoral da ª Zona Eleitoral. O Ministério Público, através do que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais, vem oferecer IMPUGNAÇÃO AO PEDIDO DE REGISTRO do "candidato a candidato" Fulano, inscrito sob o nº, pelo Partido, expondo, para ao final requerer o que se segue. O impugnado foi condenado pelo crime de tráfico de drogas ( art. 33 da Lei nº /06), no dia, por decisão do r. juízo da ª Vara Criminal de. No dia, cumpriu integralmente a pena que lhe foi imposta, conforme faz prova a certidão de fls. dos autos. O impugnado foi escolhido regularmente pela convenção municipal do partido, sendo um pré-candidato à vereador nas próximas eleições. 16

17 De fato, o presidente do Partido, requereu o registro do impugnado, juntando as documentações exigíveis por lei. No entanto, o impugnado é inelegível. Como se percebe, dúvida inexiste quanto à hipótese de suspensão dos direitos políticos, enquanto o impugnado cumpria sua pena. O inciso III, do art. 15 da Constituição Federal é fremente sobre o assunto em julgamento. Eleitoral. Destaca-se, ainda, a exegese do verbete sumular nº 9 do Egrégio Tribunal Superior Prima facie, poder-se-ia, entender que o impugnado cumpriu a pena e, consequentemente está amplamente restabelecido os seus direitos públicos políticos subjetivos de votar e ser votado, ou seja o ius sufragii e o ius honorum. Acontece que, embora não esteja com seus direitos políticos suspensos, incide na vedação da inelegibilidade infraconstitucional, disciplinada na alínea "e", do inciso I, do art. 1º, da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990 (Lei das Inelegibilidades). O impugnado, portanto, é inelegível por 3 (três) anos, após o cumprimento da pena por tráfico de drogas. A pena foi cumprida no dia, estando o impugnado inelegível até o dia. Desta forma, requer o indeferimento do pedido de registro do impugnado, notificando-o para apresentar defesa na forma do art. 4º da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990, dando-se ciência ao partido político através de seu presidente (presentante legal). A prova é apenas documental. 11) Ação de Captação Ilícita de sufrágio Exmº. Dr. Juiz de Direito da ª Zona Eleitoral. O Ministério Público, através do que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais, vem propor AÇÃO DE CAPTAÇÃO ILÍCITA DE SUFRÁGIO em face de Fulano de Tal, candidato pelo Partido, diante dos fatos e fundamentos infra-escritos. 17

18 No dia, o candidato promoveu a distribuição gratuita de dentaduras aos eleitores do município de, nas proximidades do nº da rua, bairro. Os fatos foram fotografados, filmados e testemunhados, conforme fazem prova os documentos em anexo. De fato a conduta do concorrente, além de ser, "em tese", crime tipificado no artigo 299 do Código Eleitoral (corrupção eleitoral), constitui captação de sufrágio durante a campanha político eleitoral ao pleito vindouro de As provas estão a demonstrar que o candidato agiu diretamente na conduta ilícita, pois aparece ele mesmo distribuindo as dentaduras, em pleno palanque eleitoreiro, divulgando suas pretensões políticas ao cargo de vereador. Desta forma, resta violado o disposto no artigo 41-A da Lei nº 9.504/97, pelo que requer o Ministério Público seja julgado procedente o pedido, fixando-se multa no valor de 50 mil (cinqüenta mil) UFIR, além da decretação da cassação do registro ou do diploma do candidato, na forma legal. Requer, ainda, que seja notificado o Partido, para apresentar defesa, se desejar integrar a relação processual, bem como o próprio investigado. Pleiteia a produção de prova testemunhal, cujo rol segue abaixo, bem como pericial e documental. 12) Ação de Impugnação ao Mandato Eletivo (com fundamento em procedência de ação de investigação judicial eleitoral posterior à eleição). Exmº. Dr. Juiz de Direito da ª Zona Eleitoral. O Ministério Público, através do que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais, vem oferecer IMPUGNAÇÃO AO MANDATO ELETIVO em face de Fulano de Tal, diplomado no dia pelo MM. Juízo eleitoral, sendo eleito ao cargo de vereador do município de, pelo partido, apresentando os fatos e fundamentos infra-escritos. 18

19 No dia o impugnado foi regularmente diplomado. A presente impugnação é tempestiva, porque ajuizada dentro do prazo constitucional de 15 (quinze) dias contados da diplomação, marco inicial do prazo. O impugnado distribuiu brindes, dentaduras, tijolos, remédios e outros produtos, em troca de votos nas eleições de 2008, conforme faz prova os documentos contidos na inicial, fls.. O impugnado foi considerado inelegível por 3 ( três) anos, conforme decisão de fls., proferida pelo juízo da ª Zona Eleitoral, em razão dos mesmos fatos que servem de subsunção ao ajuizamento da presente ação popular constitucional. [Descrever mais detalhes atinentes ao abuso do poder econômico e político]. Dessa forma, com base no artigo 14, 10 e 11 da Constituição Federal e art. 1º, IV, da Lei nº 9.265/96, requer a procedência do pedido para invalidar o diploma eleitoral obtido fraudulentamente e com abuso de poder econômico/político, impedindo-se, com o trânsito em julgado, que o impugnado continue a exercer o mandato eletivo, deixando de aplicar a sanção de inelegibilidade, porque já obtida no procedimento nº., que serve de base a apresente ação. Requer a produção de prova testemunhal, seguindo-se o rol infra-escrito, bem como documental e pericial. Outrossim, requer a notificação do impugnado para apresentar defesa na forma do artigo 297 do CPC, aplicando-se, quanto ao rito processual o artigo 282 e segs. do CPC Essas peças processuais foram cedidas ao 5º CAOp por diversos promotores eleitorais no exercício de suas atribuições, sendo algumas resultantes de pesquisa realizada na Internet. 19

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