LEI DOS PARTIDOS POLÍTICOS (Lei n /95)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LEI DOS PARTIDOS POLÍTICOS (Lei n. 9.096/95)"

Transcrição

1 - Partido Político: pessoa jurídica de direito privado, destinada a assegurar, no interesse democrático, a autenticidade do sistema representativo e a defender os direitos fundamentais definidos na CF. Seus programas devem respeitar a soberania nacional, o regime democrático, o pluripartidarismo e os direitos fundamentais da pessoa humana.

2 CRIAÇÃO E REGISTRO DOS PARTIDOS - Fundadores : mínimo de 101 eleitores, com domicílio eleitoral em, no mínimo, 1/3 dos Estados. - Elaboração do Programa e do Estatuto. - Eleição dos dirigentes nacionais provisórios. - Requerimento de registro do partido junto a cartório de Registro Civil da Pessoas Jurídicas da Capital Federal. 2

3 CRIAÇÃO E REGISTRO DOS PARTIDOS - O requerimento deve ser acompanhado de: cópia autenticada da ata da reunião de fundação; exemplares do Diário Oficial com a publicação do programa e o estatuto; relação dos fundadores (qualificação, nº do título eleitoral, zona, seção, município, estado, profissão e endereço de residência). 3

4 CRIAÇÃO E REGISTRO DOS PARTIDOS - No requerimento deverá constar: nome e função dos dirigentes provisórios e endereço da sede do partido na Capital Federal. - Expedição de certidão de inteiro teor do registro, pelo Oficial do Registro Civil. 4

5 LEI DOS PARTIDOS POLÍTICOS CRIAÇÃO E REGISTRO DOS PARTIDOS - Adquirida a personalidade jurídica, o partido deverá comprovar o apoiamento mínimo de eleitores, realizar os atos necessários para a constituição definitiva de seus órgãos e designação dos dirigentes, tudo na forma do seu estatuto. 5

6 CRIAÇÃO E REGISTRO DOS PARTIDOS - Apoiamento de eleitores consiste na assinatura de, no mínimo, 0,5% dos votos dados na última eleição geral para a Câmara dos Deputados, excluídos os votos brancos e os nulos, distribuídos por 1/3, ou mais, dos Estados, com um mínimo de um décimo por cento do eleitorado que haja votado em cada um dos Estados. 6

7 CRIAÇÃO E REGISTRO DOS PARTIDOS - As listas (com as assinaturas) são organizadas para cada Zona Eleitoral, sendo a veracidade das assinaturas e o número dos títulos atestados pelo chefe do cartório eleitoral respectivo, no prazo de 15 dias. 7

8 DO REGISTRO DO ESTATUTO E DO ÓRGÃO NACIONAL NO TSE - Anotado os diretórios municipais e regionais em, no mínimo, 1/3 dos Estados, o partido constituirá definitivamente o seu órgão de direção nacional, através de requerimento junto ao TSE, acompanhado de documentos. 8

9 DO REGISTRO DO ESTATUTO E DO ÓRGÃO NACIONAL NO TSE - O pedido será autuado e distribuido a um Relator, no prazo de 48hs. - Publicação de edital : para fins de impugnação, no prazo de três dias, por parte de qualquer filiado e partido político, por seu órgão de direção nacional. 9

10 DO REGISTRO DO ESTATUTO E DO ÓRGÃO NACIONAL NO TSE - Manifestação da PGE no prazo de 10 (dez) dias. - Possibilidade de diligência, no prazo de 10 (dez) dias. - Julgamento no prazo de 30 (trinta) dias. 10

11 DO REGISTRO DO ESTATUTO E DO ÓRGÃO NACIONAL NO TSE - Comunicação aos TREs, que, da mesma forma, comunicarão aos Juízes Eleitorais, se deferido ou não o registro do estatuto e do órgão nacional. Após o registro, o partido poderá credenciar: 3 (três) delegados perante o Juiz Eleitoral; 4 (quatro) perante os TREs e 5 (cinco) perante o TSE. 11

12 FUNCIONAMENTO PARLAMENTAR - Possibilidade de o partido atuar no Legislativo usufruindo das prerrogativas regimentais. - O partido funciona nas Casas Legislativas por intermédio de uma bancada, constituindo suas lideranças. 12

13 ESTATUTO - O partido é livre para estabelecer em seu estatuto a sua estrutura interna, organização e funcionamento. - O estatuto deverá conter, entre outras normas: filiação e desligamento de seus membros; direitos e deveres dos filiados; composição e competência de seus órgãos partidários; duração dos mandatos etc. 13

14 FILIAÇÃO PARTIDÁRIA - O eleitor só pode filiar-se a partido se estiver em pleno gozo de seus direitos políticos. - Para disputar um cargo eletivo o eleitor deve estar filiado ao respectivo partido pelo menos um ano antes da eleição (Estatuto pode estabelecer prazo superior, nunca inferior). 14

15 FILIAÇÃO PARTIDÁRIA - Relação de filiados: encaminhadas ao Juiz Eleitoral da respectiva zona para publicação e arquivamento, a cada ano, na segunda semana dos meses de abril e outubro. - Verificada a ocorrência de dupla filiação o Juiz Eleitoral declarará, de imediato, a nulidade de ambas, comunicando aos partidos interessados e ao eleitor. 15

16 FILIAÇÃO PARTIDÁRIA - Para expedição de certidão comprobatória de filiação partidária será consultada a última relação enviada pelos partidos. - Para desfiliar-se, o filiado deverá fazer comunicação escrita ao diretório municipal de seu partido enviando cópia ao Juiz Eleitoral. 16

17 FILIAÇÃO PARTIDÁRIA - O vínculo estará extinto após 2 (dois) dias da comunicação ao partido. - A filiação será cancelada imediatamente nos casos de: morte; perda dos direitos políticos; expulsão e outras formas previstas em estatuto (comunicação obrigatória ao excluído em 48hs após a decisão). 17

18 FILIAÇÃO PARTIDÁRIA - O eleitor que se filiar a outro partido político deve comunicar ao órgão partidário e, também, ao Juiz Eleitoral, no dia imediato ao da nova filiação, sob pena de ambas serem consideradas nulas. 18

19 EXTINÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS - Será cancelado o registro do partido que, na forma do seu estatuto, se dissolva, se incorpore ou se funde a outro. - Será cancelado o registro civil e o estatuto de partido, pelo TSE, após o trânsito em julgado da decisão, quando for comprovado: 19

20 EXTINÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS - ter recebido recursos financeiros de procedência estrangeira; - estar subordinado a entidade ou governo estrangeiro; - não prestar as devidas contas à Justiça Eleitoral e, - que mantém organização paramilitar. 20

21 EXTINÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS - A denúncia de qualquer eleitor, representante de partido político, ou representação do Procurador Geral Eleitoral poderá dar início ao processo de cancelamento. 21

22 FUSÃO DE PARTIDO POLÍTICO -Dois ou mais partidos podem fundir-se num só, por decisão de seus órgãos nacionais de deliberação. - Elaboração de projetos comuns de estatuto e programa, votados pelos órgãos nacionais interessados. 22

23 FUSÃO DE PARTIDO POLÍTICO - Elegem o órgão de direção nacional que fará o registro do novo partido. - Deferido o registro, serão cancelados, de ofício, os registros dos órgãos de direção regionais e municipais dos partidos extintos. 23

24 INCORPORAÇÃO DE PARTIDO POLÍTICO - O partido incorporando decide por maioria absoluta de votos do seu órgão nacional, sobre a adoção do estatuto e do programa do outro partido. Após, será eleito novo órgão de direção nacional. - O novo estatuto deverá ser registrado no Ofício Civil e averbado no TSE. 24

25 Havendo fusão ou incorporação de partidos, os votos obtidos por eles na última eleição geral para a Câmara dos Deputados são somados, para efeito de funcionamento parlamentar, distribuição do Fundo Partidário e acesso gratuito ao rádio e televisão. 25

26 PRESTAÇÃO DE CONTAS - Até o dia 30 de abril do ano seguinte o partido político é obrigado a enviar o balanço contábil do exercício findo à Justiça eleitoral. - O órgão nacional enviará ao TSE, os órgãos estaduais aos TREs e os municipais aos Juízes Eleitorais. 26

27 PRESTAÇÃO DE CONTAS - Quinze dias após a publicação dos balanços financeiros os partidos poderão examinar as contas dos demais partidos, para fins de impugnação, no prazo de 5 (cinco) dias. Constatada a violação, o partido estará sujeito às sanções como, por exemplo, a suspensão das quotas do Fundo Partidário. 27

28 DO FUNDO PARTIDÁRIO O Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos é controlado pelo TSE, sendo constituído por multas e penalidades pecuniárias de natureza eleitoral e leis conexas; recursos financeiros que lhe forem destinados por lei; doações de pessoa física ou jurídica e dotações orçamentárias da União. 28

29 DO FUNDO PARTIDÁRIO A distribuição entre os partidos será feita na seguinte proporção: - 5% do total será dividido em partes iguais a todos os partidos que tenham seus estatutos registrados no TSE; - 95% serão distribuídos aos partidos, na proporção dos votos obtidos na última eleição geral para a Câmara dos Deputados. 29

30 DO FUNDO PARTIDÁRIO Os recursos oriundos do Fundo Partidário deverão ser aplicados: - na manutenção das sedes e serviços do partido, sendo para pagamento de pessoal limitado a no máximo 50% do total recebido; - na propaganda doutrinária e política; - no alistamento e campanhas eleitorais; 30

31 DO FUNDO PARTIDÁRIO - na criação e manutenção: de instituto, fundação de pesquisa, doutrinação e educação política (mínimo 20% do total recebido); de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres (em percentual fixado pelo órgão nacional, observado o mínimo de 5% do total. 31

PONTO DOS CONCURSOS DIREITO ELEITORAL CURSOS DE TEORIA E EXERCÍCIOS TREs. 16º Simulado de Direito Eleitoral para TRE/PA, TRE/ES, TRE/TO e TRE/RN

PONTO DOS CONCURSOS DIREITO ELEITORAL CURSOS DE TEORIA E EXERCÍCIOS TREs. 16º Simulado de Direito Eleitoral para TRE/PA, TRE/ES, TRE/TO e TRE/RN AVISOS: Estamos ministrando os seguintes CURSOS: REGIMENTO INTERNO DO TRE/PA REGIMENTO INTERNO DO TRE/TO REGIMENTO INTERNO DO TRE/ES PROCESSO ELEITORAL E CRIMINAL ELEITORAL TRE/RN ANALISTA JUDICIÁRIO E

Leia mais

META 4. LEITURA OBRIGATÓRIA Legislação: CRFB/88, arts. 6 o 17; Doutrina: Direitos sociais; Nacionalidade; Direitos Políticos e Partidos Políticos.

META 4. LEITURA OBRIGATÓRIA Legislação: CRFB/88, arts. 6 o 17; Doutrina: Direitos sociais; Nacionalidade; Direitos Políticos e Partidos Políticos. META 4 LEITURA OBRIGATÓRIA Legislação: CRFB/88, arts. 6 o 17; Doutrina: Direitos sociais; Nacionalidade; Direitos Políticos e Partidos Políticos. EXERCÍCIO 1. (FGV - 2008 - Senado Federal - Policial Legislativo

Leia mais

REGISTRO DE CANDIDATO

REGISTRO DE CANDIDATO LEGISLAÇÃO APLICÁVEL - Constituição Federal - Código Eleitoral (Lei n. 4737/65) - Lei n. 9.504/97 (Lei das Eleições) - Lei Complementar n. 64/90 (Lei das Inelegibilidades) DISPOSIÇÕES GERAIS REGISTRO DE

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.166/09 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. regimentais, O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 6.996, DE 7 DE JUNHO MAIO DE 1982. Dispõe sobre a utilização de processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais e

Leia mais

Carta de Serviços aos Cidadãos

Carta de Serviços aos Cidadãos Carta de Serviços aos Cidadãos Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul: a cada dia mais próximo da comunidade www.tre-jus.br O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul é um órgão do Poder

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I DA SOCIEDADE, DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, PRAZO E FINALIDADES Artigo 1 - A Comissão Estadual de Residência Médica

Leia mais

TEMAS DA REFORMA POLÍTICA

TEMAS DA REFORMA POLÍTICA TEMAS DA REFORMA POLÍTICA 1 Sistemas Eleitorais 1.1 Sistema majoritário. 1.2 Sistema proporcional 1.2 Sistema misto 2 - Financiamento eleitoral e partidário 3- Suplência de senador 4- Filiação partidária

Leia mais

PORTARIA N O 288, DE 9 DE JUNHO DE 2005

PORTARIA N O 288, DE 9 DE JUNHO DE 2005 PORTARIA N O 288, DE 9 DE JUNHO DE 2005 Estabelece normas e procedimentos visando à arrecadação, recolhimento e cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas, e à utilização da Guia

Leia mais

Manual de Convenção. Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado.

Manual de Convenção. Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado. Manual de Convenção Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado. Seis meses antes da Convenção Data limite de filiação para votar e ser votado nas Convenções Municipais.

Leia mais

1. As eleições do PEDEX 2011 serão realizadas em todo o Paraná no dia 28 de agosto de 2011 das 9 às 17 horas.

1. As eleições do PEDEX 2011 serão realizadas em todo o Paraná no dia 28 de agosto de 2011 das 9 às 17 horas. ORIENTAÇÕES AOS MUNICÍPIOS, SOBRE O PEDEX 2011 PROCESSO DE ELEIÇÕES DIRETAS EXTRAORDINÁRIAS 2011 I- NORMAS GERAIS DAS ELEIÇÕES 1. As eleições do PEDEX 2011 serão realizadas em todo o Paraná no dia 28 de

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL PRESIDÊNCIA PORTARIA N. 288, DE 9 DE JUNHO DE 2005

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL PRESIDÊNCIA PORTARIA N. 288, DE 9 DE JUNHO DE 2005 TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL PRESIDÊNCIA PORTARIA N. 288, DE 9 DE JUNHO DE 2005 Estabelece normas e procedimentos visando à arrecadação, recolhimento e cobrança das multas previstas no Código Eleitoral

Leia mais

Prestação de Contas Eleitoral. Flávio Ribeiro de Araújo Cid Consultor Eleitoral

Prestação de Contas Eleitoral. Flávio Ribeiro de Araújo Cid Consultor Eleitoral Prestação de Contas Eleitoral Flávio Ribeiro de Araújo Cid Consultor Eleitoral Janeiro de 2006 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DA PRESTAÇÃO DE CONTAS PARA AS ELEIÇÕES DE 2006 Trata-se de um tema revestido

Leia mais

REGIMENTO INTERNO ELEITORAL (Aprovado na AGE de 10.08.2011)

REGIMENTO INTERNO ELEITORAL (Aprovado na AGE de 10.08.2011) REGIMENTO INTERNO ELEITORAL (Aprovado na AGE de 10.08.2011) I - Das disposições gerais II - Do processo eleitoral A) Da eleição para a Diretoria e o Conselho Fiscal B) Da eleição para o Conselho de Ética

Leia mais

SECRETARIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO. Nova Portaria que estabelece os procedimentos para o Registro Sindical

SECRETARIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO. Nova Portaria que estabelece os procedimentos para o Registro Sindical SECRETARIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO Nova Portaria que estabelece os procedimentos para o Registro Sindical Brasília DF 18 e19.07.2012 Organização dos dispositivos na seguinte ordem: Dos Pedidos - Dos sindicatos

Leia mais

Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente. Lei n. 574/00

Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente. Lei n. 574/00 Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente Lei n. 574/00 CAPÍTULO II DO CONSELHO TUTELAR DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ART. 15 Fica criado o Conselho

Leia mais

RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I

RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I Alterada pela Resolução CNAS nº 3, de 13 de fevereiro de 2001 Regras e critérios para a concessão ou renovação do Certificado de Entidade

Leia mais

TEMAS DEBATIDOS DECISÕES DA COMISSÃO 1- SUPLÊNCIA DE SENADOR. Foram aprovadas as seguintes alterações:

TEMAS DEBATIDOS DECISÕES DA COMISSÃO 1- SUPLÊNCIA DE SENADOR. Foram aprovadas as seguintes alterações: Senado Federal Comissão da Reforma Política TEMAS DEBATIDOS DECISÕES DA COMISSÃO 1- SUPLÊNCIA DE SENADOR a) Redução de dois suplentes de Senador para um; b) Em caso de afastamento o suplente assume; em

Leia mais

Lei dos Partidos Políticos

Lei dos Partidos Políticos Lei dos Partidos Políticos Lei Orgânica n.º 2/2003, de 22 de Agosto, com as alterações introduzidas pela Lei Orgânica n.º 2/2008, de 14 de Maio 1 A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER

REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER PREÂMBULO O Estatuto do PSDB, aprovado em 1988, previu em sua Seção V, art. 73, 2º a criação do Secretariado da Mulher como parte integrante da Executiva

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 6/2013 (ELEIÇÕES-IBDFAM) ADITIVO

RESOLUÇÃO Nº 6/2013 (ELEIÇÕES-IBDFAM) ADITIVO RESOLUÇÃO Nº 6/2013 (ELEIÇÕES-IBDFAM) ADITIVO Dispõe sobre os procedimentos, critérios, condições de elegibilidade, normas de campanha eleitoral e pressupostos de proclamação dos eleitos nas eleições do

Leia mais

Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos.

Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos. Resolução CNAS n.º 32, de 24 de fevereiro de 1999 Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos. O Plenário do Conselho Nacional de Assistência Social

Leia mais

Marcia Maria Biondi Pinheiro Presidente do CNAS

Marcia Maria Biondi Pinheiro Presidente do CNAS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL O Conselho Nacional de Assistência Social CNAS informa que, em reunião Plenária realizada no dia 11 de maio

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA OBTER O TÍTULO DE UTILIDADE PÚBLICA

PROCEDIMENTOS PARA OBTER O TÍTULO DE UTILIDADE PÚBLICA PROCEDIMENTOS PARA OBTER O TÍTULO DE UTILIDADE PÚBLICA No Estado de São Paulo, a Lei Estadual n 2.574 de 4 de dezembro de 1980 estabelece normas para a declaração de utilidade pública. Cabe à Secreta a

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.390/12 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.881, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Mensagem de veto Dispõe sobre a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das

Leia mais

Estado de Goiás PREFEITURA MUNICIPAL DE ANICUNS Adm. 2013 / 2016 EDITAL 009-2015 CHAMAMENTO PÚBLICO QUALIFICAÇÃO DE ORGANIZAÇÕES SOCIAIS

Estado de Goiás PREFEITURA MUNICIPAL DE ANICUNS Adm. 2013 / 2016 EDITAL 009-2015 CHAMAMENTO PÚBLICO QUALIFICAÇÃO DE ORGANIZAÇÕES SOCIAIS EDITAL 009-2015 CHAMAMENTO PÚBLICO QUALIFICAÇÃO DE ORGANIZAÇÕES SOCIAIS A Secretaria Municipal de Educação de Anicuns, pessoa jurídica de direito público, inscrita no CNPJ: 02.262.368/0001-53, por intermédio

Leia mais

CDT - TELEFONE: 3248.1018 / 3248.1019 - PESSOAS JURÍDICAS - e-mail: pj@cdtsp.com.br

CDT - TELEFONE: 3248.1018 / 3248.1019 - PESSOAS JURÍDICAS - e-mail: pj@cdtsp.com.br CDT - TELEFONE: 3248.1018 / 3248.1019 - PESSOAS JURÍDICAS - e-mail: pj@cdtsp.com.br SUGESTÃO de texto para estatuto de constituição de Associações. Observação: As informações deste arquivo deverão ser

Leia mais

PROCURADORIA GERAL ELEITORAL

PROCURADORIA GERAL ELEITORAL PROCURADORIA GERAL ELEITORAL Parecer nº 117/201 - EJGA Nº 95.759/PGE Registro de Partido Político nº 594-54.2013.6.00.0000 Classe: 42 Procedência : Brasília-DF Requerente : Rede Sustentabilidade (Rede)

Leia mais

a.1.4) Em caso de Associação Civil, a aceitação de novos associados, na forma do estatuto;

a.1.4) Em caso de Associação Civil, a aceitação de novos associados, na forma do estatuto; CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 002/2014 QUALIFICAÇÃO DE ENTIDADES PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS COMO ORGANIZAÇÃO SOCIAL NA ÁREA DE SAÚDE O Município de Fontoura Xavier, Estado do Rio Grande do Sul, pessoa jurídica

Leia mais

O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, no uso de suas atribuições legais e regimentais, Resolução COFEN 255 / 2001 Atualiza normas para o registro de empresas O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, no uso de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO o disposto no art. 1º da Lei

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA. Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA. Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração A Associação adota a denominação INOVA-RIA: Associação de Empresas para uma Rede de Inovação em Aveiro e

Leia mais

ESTATUTO. Art. 2. O Partido é representado em juízo, ou fora dele, pelo presidente do Diretório Nacional.

ESTATUTO. Art. 2. O Partido é representado em juízo, ou fora dele, pelo presidente do Diretório Nacional. 1 ESTATUTO DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1. O Partido Social Democrata Cristão - PSDC, fundado em conformidade com o art. 17 da Constituição Federal e legislação pertinente, com sede e foro em Brasília

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.371/11 Dispõe sobre o Registro das Entidades Empresariais de Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO

Leia mais

Você pode contribuir para eleições mais justas

Você pode contribuir para eleições mais justas Procuradoria Regional Eleitoral no Estado de SP Defesa da democracia, combate à impunidade. Você pode contribuir para eleições mais justas Os cidadãos e as cidadãs podem auxiliar muito na fiscalização

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 315, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2012

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 315, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2012 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 315, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2012 Altera as Resoluções Normativas - RN nº 85, de 7 de dezembro de 2004, que dispõe sobre

Leia mais

Obrigações Eleitorais

Obrigações Eleitorais Obrigações Eleitorais Votação no Catar Inscrição eleitoral para residentes no Catar Documentação necessária para inscrição eleitoral no Catar Transferência do título de eleitor para o Catar Documentação

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, da Constituição,

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, da Constituição, DECRETO 3.100, de 30 de Junho de 1999. Regulamenta a Lei nº 9.790, de 23 de março de 1999, que dispõe sobre a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, como Organizações

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PESSOA JURÍDICA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PESSOA JURÍDICA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PESSOA JURÍDICA Para a liberação de acesso ao Cadastro NIS pela internet, o empregador deverá entregar na Agência onde será concedida a autorização, cópia e original de documentação

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015.

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015. SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015. Dispõe sobre o registro de corretor de seguros, de capitalização e de previdência, pessoa física e pessoa jurídica,

Leia mais

AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DE ORGANIZAÇÕES ESTRANGEIRAS DESTINADAS A FINS DE INTERESSE COLETIVO NO BRASIL

AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DE ORGANIZAÇÕES ESTRANGEIRAS DESTINADAS A FINS DE INTERESSE COLETIVO NO BRASIL AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DE ORGANIZAÇÕES ESTRANGEIRAS DESTINADAS A FINS DE INTERESSE COLETIVO NO BRASIL 1. Organizações estrangeiras destinadas a fins de interesse coletivo 1 No direito brasileiro,

Leia mais

FINANCIAMENTO DE CAMPANHA ELEITORAL. 1. Da arrecadação e aplicação de recursos

FINANCIAMENTO DE CAMPANHA ELEITORAL. 1. Da arrecadação e aplicação de recursos Módulo - 4 FINANCIAMENTO DE CAMPANHA ELEITORAL 1. Da arrecadação e aplicação de recursos Sob pena de rejeição das contas a arrecadação de recursos e os gastos por candidatos, inclusive dos seus vices e

Leia mais

CARTA CONVITE Nº 005/2008 M I N U T A

CARTA CONVITE Nº 005/2008 M I N U T A IMPORTANTE : PARA PARTICIPAR DA LICITAÇÃO O INTERESSADO DEVERÁ RETIRAR O EDITAL SOB PROTOCOLO COM ATÉ 24 HORAS DE ANTECEDÊNCIA DO CERTAME NA SEDE DO CONSELHO SITUADO À RUA PAMPLONA, 1200 JD PAULISTA CEP:

Leia mais

MANUAL DE CANDIDATURA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA

MANUAL DE CANDIDATURA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA MANUAL DE CANDIDATURA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA PR 2016 LEI ELEITORAL para o PRESIDENTE DA REPÚBLICA (LEPR) Decreto-Lei nº 319-A/76, de 3 de maio Com as alterações introduzidas pelas pelos seguintes diplomas

Leia mais

Capítulo 1 - O Diretório Acadêmico

Capítulo 1 - O Diretório Acadêmico DIRETÓRIO ACADÊMICO DA ENGENHARIA DO CEFET/RJ ATA DE ALTERAÇÃO DO ESTATUTO Aos vinte e cinco dias do mês de junho de dois mil e oito, na sede do Diretório Acadêmico da Engenharia do CEFET/RJ, sito a Avenida

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005

RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005 RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005 Dispõe sobre os procedimentos para cadastramento de Fundações Privadas ou Associações pela Comissão de Cadastramento de ONGs e Associações, de

Leia mais

PRINCIPAIS PRAZOS NA LEI Nº 6.015, DE 21-12-1973 (Lei dos Registros Públicos)

PRINCIPAIS PRAZOS NA LEI Nº 6.015, DE 21-12-1973 (Lei dos Registros Públicos) PRINCIPAIS PRAZOS NA LEI Nº 6.015, DE 21-12-1973 (Lei dos Registros Públicos) Anotações Art. 106. Sempre que o oficial fizer algum registro ou averbação, deverá, no prazo de cinco dias, anotá-lo nos atos

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005)

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004 (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições que lhe confere a

Leia mais

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Ementa: Dispõe sobre as instruções para Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina. Fonte: CFM O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

Estatuto Social. Contribuir para a revitalização do Distrito Industrial, tanto na sua imagem quanto na sua infra-estrutura.

Estatuto Social. Contribuir para a revitalização do Distrito Industrial, tanto na sua imagem quanto na sua infra-estrutura. Estatuto Social Da Denominação, Sede e Fins Artigo 1º - A Associação Distrito Vivo (ADV) é uma associação civil, de pessoas jurídicas instaladas no Distrito Industrial de duração indeterminada, apartidária,

Leia mais

REGIMENTO DAS SEÇÕES REGIONAIS. Art. 41, 42 e 43 do Estatuto

REGIMENTO DAS SEÇÕES REGIONAIS. Art. 41, 42 e 43 do Estatuto REGIMENTO DAS SEÇÕES REGIONAIS Art. 41, 42 e 43 do Estatuto 1. OBJETIVOS São objetivos das Seções Regionais: 1.1 Propiciar aos associados estabelecidos no Estado de São Paulo e fora da sua capital, uma

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES do LOTEAMENTO TURISTICO ANDURALUA II

ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES do LOTEAMENTO TURISTICO ANDURALUA II ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES do LOTEAMENTO TURISTICO ANDURALUA II O presente Estatuto foi elaborado em conformidade com a Lei 10.406 de 2002 Novo Código Civil. ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES..., doravante simplesmente

Leia mais

PROGRAMA. Princípios básicos republicanos. 1. A única fonte legítima do poder político é o voto livre do povo;

PROGRAMA. Princípios básicos republicanos. 1. A única fonte legítima do poder político é o voto livre do povo; PROGRAMA O Partido Republicano Brasileiro - PRB, organizado segundo os ditames do sistema democrático representativo consagrado pela Constituição Federal, apresenta-se à sociedade brasileira como instrumento

Leia mais

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Lei Nº 4.769, de 09 de setembro de 1965 O Presidente da República Dispõe sobre o exercício da profissão de Administrador e dá outras providências (*) (**). Faço saber que o Congresso Nacional decreta e

Leia mais

PORTARIA No- 186, DE 10 DE ABRIL DE 2008

PORTARIA No- 186, DE 10 DE ABRIL DE 2008 PORTARIA No- 186, DE 10 DE ABRIL DE 2008 O MINISTRO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, no Título

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE JOGADORES DE BEACHTENNIS ESTATUTO SOCIAL DOS JOGADORES DE BEACHTENNIS. CAPÍTULO l DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FINALIDADES

ASSOCIAÇÃO DE JOGADORES DE BEACHTENNIS ESTATUTO SOCIAL DOS JOGADORES DE BEACHTENNIS. CAPÍTULO l DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FINALIDADES 1 ESTATUTO SOCIAL DOS JOGADORES DE BEACHTENNIS CAPÍTULO l DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FINALIDADES CAPÍTULO II INDEPENDÊNCIA CAPÍTULO III ADMISSÃO, DIREITOS, DEVERES E PENALIDADES CAPÍTULO IV DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - A Associação Nacional dos Técnicos de Fiscalização Federal Agropecuária - ANTEFFA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 19.768 (17.12.96) PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 15.486 - DISTRITO FEDERAL (Brasília).

RESOLUÇÃO Nº 19.768 (17.12.96) PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 15.486 - DISTRITO FEDERAL (Brasília). Fonte: DJ de 17/02/1997 Ementa: Disciplina a Prestação de Contas dos Partidos Políticos e o Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos (Fundo Partidário). Observação: RES 19.864, DE

Leia mais

Lista de documentos mínimos necessários para o início do processo de solicitação de autorização de funcionamento por Modalidade

Lista de documentos mínimos necessários para o início do processo de solicitação de autorização de funcionamento por Modalidade Lista de documentos mínimos necessários para o início do processo de solicitação de autorização de funcionamento por Modalidade Administradora de Benefícios Documento Requerimento formal solicitando a

Leia mais

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente.

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente. REGIMENTO INTERNO DO COMDICA Título I DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Capítulo I - DA NATUREZA Art.1º - O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente COMDICA,

Leia mais

Os sócios da Liga são ordinários ou honorários, designando-se por «Amigos».

Os sócios da Liga são ordinários ou honorários, designando-se por «Amigos». CAPÍTULO I (Denominação, natureza e fins) Artigo 1º 1 A Liga dos Amigos do Hospital Geral de Santo António é uma associação apolítica e inconfessional com sede na Cidade do Porto, Largo Professor Abel

Leia mais

Sumário APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 13 APRESENTAÇÃO... 15 NOTA À TERCEIRA EDIÇÃO... 17 NOTA À SEGUNDA EDIÇÃO... 19 DIREITO ELEITORAL...

Sumário APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 13 APRESENTAÇÃO... 15 NOTA À TERCEIRA EDIÇÃO... 17 NOTA À SEGUNDA EDIÇÃO... 19 DIREITO ELEITORAL... Sumário APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 13 APRESENTAÇÃO... 15 NOTA À TERCEIRA EDIÇÃO... 17 NOTA À SEGUNDA EDIÇÃO... 19 CAPÍTULO 1 DIREITO ELEITORAL... 21 1.1. Conceito...21 1.1.1. Competência legislativa em

Leia mais

III- lutar por uma universidade autônoma, democrática e participativa, que cumpra suas funções acadêmicas e político-sociais;

III- lutar por uma universidade autônoma, democrática e participativa, que cumpra suas funções acadêmicas e político-sociais; ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO RUY BARBOSA (Faculdade de Direito-UFBA) TÍTULO I DA ENTIDADE Capítulo I Da Natureza Jurídica Art.1º O Centro Acadêmico Ruy Barbosa (CARB), fundado em 25 de Outubro de 1999,

Leia mais

DECRETO Nº 15.248, DE 02 DE JULHO DE 2013

DECRETO Nº 15.248, DE 02 DE JULHO DE 2013 DECRETO Nº 15.248, DE 02 DE JULHO DE 2013 Regulamenta a concessão da licença para atividade política, do afastamento para o exercício de mandato eletivo e da licença para desempenho de mandato classista

Leia mais

Carta de Serviços aos Cidadãos

Carta de Serviços aos Cidadãos Carta de Serviços aos Cidadãos Justiça Eleitoral - RS a cada dia mais próxima da comunidade A Justiça Eleitoral do Rio Grande do Sul é um órgão do poder Judiciário da União. Suas principais atividades

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO EDITAL Nº JFRJ-EDT-2015/00176 EDITAL DE EDITAL PÚBLICO DE CADASTRAMENTO E SELEÇÃO DE ENTIDADES (PRAZO DE PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS: ATÉ 01 DE DEZEMBRO DE 2015) O DOUTOR FÁBIO DE SOUZA SILVA,

Leia mais

GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA. Estatutos. Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007

GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA. Estatutos. Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007 GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA Estatutos Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007 Capítulo I Da denominação, dos fins e da sede da Associação Artigo 1º

Leia mais

ASSEITE-MT Associação das Empresas de Informática e Telecomunicações de Mato Grosso

ASSEITE-MT Associação das Empresas de Informática e Telecomunicações de Mato Grosso ESTATUTO SOCIAL DA ASSEITE-MT Data de Fundação: 12 de agosto de 1985. ÍNDICE GERAL Capítulo I - Identidade Social... 03 Capítulo II Objetivos... 03 Capítulo III Associados... 04 Capítulo IV Rendas... 07

Leia mais

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000)

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, SEDE, DURAÇÃO, OBJECTIVOS, ÂMBITO Art.º 1º

Leia mais

CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS

CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS -------------------------------- [Nota: os instrumentos de alteração contratual devem contem o número de registro da sociedade no CNPJ e o número de inscrição

Leia mais

PONTO DOS CONCURSOS CURSO: DIREITO ELEITORAL - TEORIA E EXERCÍCIOS TREs. 3º Simulado de Direito Eleitoral para TREs. PROFESSOR: RICARDO GOMES AVISOS:

PONTO DOS CONCURSOS CURSO: DIREITO ELEITORAL - TEORIA E EXERCÍCIOS TREs. 3º Simulado de Direito Eleitoral para TREs. PROFESSOR: RICARDO GOMES AVISOS: AVISOS: 1. Os Simulados de Direito Eleitoral para TREs serão com base em Provas da FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS (FCC); 2. Estamos ministrando o CURSO DE DIREITO ELEITORAL para TREs Teoria e Exercícios, iniciado

Leia mais

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos Art.1º A Diretoria Regional (DR) da SBEM-RN é órgão executivo

Leia mais

EDITAL PÚBLICO DE CADASTRAMENTO DE ENTIDADES PÚBLICAS OU PRIVADAS COM DESTINAÇÃO SOCIAL Nº EPE.0006.000005-1/2013

EDITAL PÚBLICO DE CADASTRAMENTO DE ENTIDADES PÚBLICAS OU PRIVADAS COM DESTINAÇÃO SOCIAL Nº EPE.0006.000005-1/2013 EDITAL PÚBLICO DE CADASTRAMENTO DE ENTIDADES PÚBLICAS OU PRIVADAS COM DESTINAÇÃO SOCIAL Nº EPE.0006.000005-1/2013 O DOUTOR GUSTAVO DE PAIVA GADELHA, JUIZ FEDERAL TITULAR DA 6ª VARA DA /PB, no uso das atribuições

Leia mais

RESOLUÇÃO CFN Nº 510/2012

RESOLUÇÃO CFN Nº 510/2012 Página 1 de 9 RESOLUÇÃO CFN Nº 510/2012 Dispõe sobre o registro, nos Conselhos Regionais de Nutricionistas, de atestados para comprovação de aptidão para desempenho de atividades nas áreas de alimentação

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DA JUVENTUDE. Município de Soure

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DA JUVENTUDE. Município de Soure REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DA JUVENTUDE Município de Soure 2014 1 Nota justificativa É hoje inquestionável a transversalidade das políticas públicas dirigidas à juventude. São inegáveis as vantagens

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 Dispõe sobre a atividade de corretor de seguros, e dá outras providências. O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

TRASLADO DE CERTIDÕES DE REGISTRO CIVIL EMITIDAS NO EXTERIOR

TRASLADO DE CERTIDÕES DE REGISTRO CIVIL EMITIDAS NO EXTERIOR TRASLADO DE CERTIDÕES DE REGISTRO CIVIL EMITIDAS NO EXTERIOR DISPOSIÇÕES GERAIS Édison Renato Kirsten Registrador Santo Antônio da Patrulha/RS Conforme artigo 32 da Lei 6015/73, os assentos de nascimento,

Leia mais

Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno. apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br

Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno. apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br ÍNDICE SEÇÃO I - DOS SÓCIOS 1 SEÇÃO II - DA ASSEMBLÉIA GERAL 1 SEÇÃO III - DO CONSELHO

Leia mais

MEDIDA: RESPONSABILIZAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CRIMINALIZAÇÃO DO CAIXA 2

MEDIDA: RESPONSABILIZAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CRIMINALIZAÇÃO DO CAIXA 2 MEDIDA: RESPONSABILIZAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CRIMINALIZAÇÃO DO CAIXA 2 16ª P R O P O S T A L E G I S L A T I V A ANTEPROJETO DE LEI Altera a Lei 9.096/95 para prevê a responsabilização dos partidos

Leia mais

Estatuto CAPPF ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO PROFESSOR PAULO FREIRE TÍTULO I

Estatuto CAPPF ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO PROFESSOR PAULO FREIRE TÍTULO I Estatuto CAPPF O Estatuto do CAPPF precisou ser modificado para ser adequado ao Código Civil. O novo estatuto foi aprovado em Assembléia dos Estudantes da FEUSP com pauta específica no dia 23 de abril.

Leia mais

A Associação é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos e durará por tempo indeterminado.

A Associação é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos e durará por tempo indeterminado. ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DIABÉTICO FEIRA Artigo 1º A associação denomina-se ASSOCIAÇÃO DIABÉTICO FEIRA, com sede no Hospital de São Sebastião, EPE,, concelho de Santa Maria da Feira, podendo ser transferida

Leia mais

Regimento Interno de Atuação do Conselho Fiscal da Fundação das Escolas Unidas do Planalto Catarinense Fundação UNIPLAC

Regimento Interno de Atuação do Conselho Fiscal da Fundação das Escolas Unidas do Planalto Catarinense Fundação UNIPLAC 1 Regimento Interno de Atuação do Conselho Fiscal da Fundação das Escolas Unidas do Planalto Catarinense Fundação UNIPLAC Capítulo I Da Natureza, Finalidade e Composição Art. 1 - O Conselho Fiscal é o

Leia mais

Certificado Digital - Pessoa Jurídica. DOCUMENTOS NECESSÁRIOS DA PESSOA JURÍDICA (CNPJ A1 ou CNPJ A3)

Certificado Digital - Pessoa Jurídica. DOCUMENTOS NECESSÁRIOS DA PESSOA JURÍDICA (CNPJ A1 ou CNPJ A3) Certificado Digital - Pessoa Jurídica DOCUMENTOS NECESSÁRIOS DA PESSOA JURÍDICA (CNPJ A1 ou CNPJ A3) Além dos documentos da Pessoa Jurídica, são necessários, também, dois documentos de identificação do

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº xx.xxx INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Dias Toffoli Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais para

Leia mais

AGÊNCIA DNA CASCAIS CASCAIS UM CONCELHO EMPREENDEDOR ESTATUTOS

AGÊNCIA DNA CASCAIS CASCAIS UM CONCELHO EMPREENDEDOR ESTATUTOS AGÊNCIA DNA CASCAIS CASCAIS UM CONCELHO EMPREENDEDOR ESTATUTOS Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1.º Natureza A Agência DNA CASCAIS Cascais um Concelho Empreendedor é uma associação sem fins lucrativos,

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA imprimir Norma: RESOLUÇÃO Órgão: Conselho Federal de Medicina Número: 1980 Data Emissão: 07-12-2011 Ementa: Fixa regras para cadastro, registro, responsabilidade técnica e cancelamento para as pessoas

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010

RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010 RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010 Define os parâmetros nacionais para a inscrição das entidades e organizações de assistência social, bem como dos serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de Vendas Novas. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de Vendas Novas. Preâmbulo Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de Vendas Novas Preâmbulo Enquanto autarquia local, a Câmara Municipal deve promover a participação dos seus munícipes nas decisões relativas ao destino do

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO ARTIGO 1º O Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios do Estado

Leia mais

ENTIDADES DE UTILIDADE PÚBLICA. Como criar ou adequar a sua

ENTIDADES DE UTILIDADE PÚBLICA. Como criar ou adequar a sua ENTIDADES DE UTILIDADE PÚBLICA Como criar ou adequar a sua A presente publicação é dirigida às pessoas que desejam ir além de suas obrigações e deveres individuais, para trabalharem por questões de interesse

Leia mais

Curso de Regimento Interno da Câmara dos Deputados Prof. Gabriel Dezen Junior

Curso de Regimento Interno da Câmara dos Deputados Prof. Gabriel Dezen Junior Curso de Regimento Interno da Câmara dos Deputados Prof. Gabriel Dezen Junior Teste 1 1. ( ) É competência da Mesa da Câmara dos Deputados a decisão de reunião dessa Casa fora do Palácio do Congresso Nacional,

Leia mais

RESOLUÇÃO-COFECI N.º 327/92

RESOLUÇÃO-COFECI N.º 327/92 RESOLUÇÃO-COFECI N.º 327/92 Revê, consolida e estabelece normas para inscrição de pessoas físicas e jurídicas nos Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis. Ad referendum O PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL

Leia mais

OFERTA PÚBLICA DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA

OFERTA PÚBLICA DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA OFERTA PÚBLICA DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA EDITAL DE LEILÃO - CGTEE Nº 002/2014 OFERTA PÚBLICA DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA EDITAL DE LEILÃO CGTEE Nº 002/2014 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 18, DE 2 DE MARÇO DE 2012

RESOLUÇÃO Nº 18, DE 2 DE MARÇO DE 2012 RESOLUÇÃO Nº 18, DE 2 DE MARÇO DE 2012 Dispõe sobre os registros definitivos e temporários de profissionais no Conselho de Arquitetura e Urbanismo e dá outras providências. O Conselho de Arquitetura e

Leia mais

Estatuto da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Autarquias de Fiscalização do Exercício Profissional - FENASERA

Estatuto da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Autarquias de Fiscalização do Exercício Profissional - FENASERA Estatuto da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Autarquias de Fiscalização do Exercício Profissional - FENASERA Capítulo I Da Federação e Seus Objetivos Seção I Da Constituição, Denominação, Sede,

Leia mais

ESTATUTO DO PPL. Capítulo I. Do Partido, sede e princípios básicos

ESTATUTO DO PPL. Capítulo I. Do Partido, sede e princípios básicos ESTATUTO DO PPL Capítulo I Do Partido, sede e princípios básicos Artigo 1º - O Partido Pátria Livre PPL, com foro em Brasília, Capital da República, e sede nacional no Setor Comercial Sul (SCS), Quadra

Leia mais

Brasília, 27 de maio de 2013.

Brasília, 27 de maio de 2013. NOTA TÉCNICA N o 20 /2013 Brasília, 27 de maio de 2013. ÁREA: Desenvolvimento Social TÍTULO: Fundo para Infância e Adolescência (FIA) REFERÊNCIAS: Lei Federal n o 4.320, de 17 de março de 1964 Constituição

Leia mais

EDITAL Nº 003/2013 ELEIÇÃO PARA CARGO DE DIRETOR ESCOLAR DAS UNIDADES EDUCATIVAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO PARA O BIÊNIO 2014/2015.

EDITAL Nº 003/2013 ELEIÇÃO PARA CARGO DE DIRETOR ESCOLAR DAS UNIDADES EDUCATIVAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO PARA O BIÊNIO 2014/2015. 1 EDITAL Nº 003/2013 ELEIÇÃO PARA CARGO DE DIRETOR ESCOLAR DAS UNIDADES EDUCATIVAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO PARA O BIÊNIO 2014/2015. A Secretaria, através da Comissão Eleitoral Central, designada pela

Leia mais