Autoria: Hélio Zanquetto Filho, Valmir B. Pereira Lugon

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Autoria: Hélio Zanquetto Filho, Valmir B. Pereira Lugon"

Transcrição

1 Modelo para Gestão do Risco nas Propostas de Seguro de Automóvel, com base no Perfil Sócio-Econômico e Cultural do Segurado, utilizando Análise Discriminante Autoria: Hélio Zanquetto Filho, Valmir B. Pereira Lugon Resumo: O presente artigo tem por objetivo desenvolver um Modelo, a partir de dados empíricos, que melhore a gestão do risco, utilizando variáveis representativas das características individuais dos compradores de seguro de automóvel, a partir do cadastro de uma Companhia Seguradora. Este Modelo tenta responder à seguinte pergunta: porque indivíduos com características idênticas têm comportamentos tão díspares quando relacionadas à ocorrência de sinistros? A pesquisa teve início com a revisão bibliográfica da teoria do risco. Após a realização a revisão teórica a pesquisa de campo foi estruturada. Como ferramenta estatística para o desenvolvimento do Modelo utilizou-se Análise Discriminante. Para a análise foram utilizadas sete variáveis iniciais, coletadas na base de dados da Companhia Seguradora Pesquisada. Como conclusão verifica-se que duas das sete variáveis não contribuem para a discriminação, dos sinistrados, no Modelo, sendo então cinco variávies iniciais as representativas. Outro fator observado é que o Modelo apresenta um baixo percentual de classificação correta, o que indica a necessidade de inclusão de novas variáveis no Modelo. 1-Introdução O mercado de seguros no Brasil tem o habito de realizar um cadastro dos clientes com base nos seus dados sócio-econômicos e culturais. Considerando-se a larga experiência de um dos autores deste artigo na área de seguros, verificou-se que as variáveis mais utilizadas pelas companhias de seguros são: idade, sexo, estado civil, renda mensal, escolaridade, ocupação e registro no SERASA. Tendo esta observação como pano de fundo começaram a surgir algumas questões relevantes para as Companhias de Seguro. Os autores deste artigo consideram que as respostas para estas questões serão elementos essenciais para a melhoria da gestão do riso nas Companhias seguradoras. Dentre as perguntas estruturadas na pesquisa, uma merece ser destaca neste artigo: porque indivíduos com características idênticas têm comportamentos tão díspares quando relacionadas à ocorrência de sinistros? Para responder a esta pergunta partiu-se do pressuposto que há a possibilidade de se identificar a propensão ao sinistro dos segurados, a partir das variáveis cadastrais das companhias seguradoras, utilizando-se ferramentas estatísticas. Tendo-se como base as percepções apresentadas este artigo tem por objetivo desenvolver um Modelo, a partir de dados empíricos, que melhore a gestão do risco, utilizando variáveis representativas das características individuais dos compradores de seguro de automóvel, a partir do cadastro das companhias seguradoras. Este Modelo de Gestão de Risco para Seguradoras poderá, em um futuro próximo, ser disponibilizado ao mercado segurador no Brasil. A principal justificativa para o desenvolvimento desta pesquisa pode ser explicada pela importância do sinistro no resultado das seguradoras. O sinistro retido é a mais representativa conta redutora da estrutura de resultado das seguradoras. Assim, o controle mais rigoroso de sua ocorrência, além de contribuir para melhorar o resultado final das companhias seguradoras, poderá proporcionar uma redução no preço/prêmio dos seguros, contribuindo para a acessibilidade de um maior número de consumidores ao produto em seus diversos 1

2 ramos, especialmente naquele objeto do presente estudo que é o automóvel. Tem-se como premissa que é relevante evidenciar ao mercado segurador que a aceitação de propostas de seguro automóvel deve ser precedida de uma adequada análise das características sócioeconômicas e culturais dos compradores, como forma de maximizar o resultado através de um efetivo controle dos riscos assumidos. Uma das formas de se reduzir os preços praticados é o maior controle dos custos das seguradoras. Vale a pena ressaltar que o negócio seguro tem como um de seus pilares o mutualismo, princípio pelo qual um grupo de indivíduos com bens sujeitos aos mesmos riscos, se unem visando a formação de um fundo único quem na materialização do risco sobre o interesse de um de seus membros, supriria sua necessidade. Desta forma, as seguradoras agindo na condição de administradoras desses fundos (não isentando as de suas responsabilidades e necessidade de capital próprio) e, tendo no item sinistralidade (materialização do risco) o seu principal componente de custos, precisam estabelecer critérios de aceitação de riscos. Estes critérios partem da premissa que os objetos segurados dependendo da forma de agir de seu proprietário e/ou usuário, aumentam a probabilidade de ocorrência. Tendo como finalidade principal cumprir o objetivo na seção 1 o presente artigo foi estruturado da seguinte forma. Na seção 2 será apresentado o referencial teórico com o objetivo de dar suporte às análises realizadas. Na seção 3 são apresentados dados da indústria de seguros no Brasil, para que o leitor tenha conhecimento da realidade que o trabalho está inserido. Na quarta seção descreve-se a metodologia de pesquisa apresentando-se a forma que os dados foram coletados, citando ferramentas estatísticas utilizadas para a análise e a estatística descritiva da amostra analisada. Na seção 5 são apresentados os resultados estatísticos. Na sexta e última seção são apresentadas as conclusões desta fase da pesquisa. 2- Referencial Teórico Sinistro, segundo a Superintendência de Seguros Privados-SUSEP (2002) é o acontecimento aleatório independentemente da vontade das partes, por conseguinte, uma variável que estaria fora do controle do administrador. Willians (1985) afirma que Risco é o tempero da vida, mas, em demasia torna-se indigesto. Sabe-se que o relacionamento entre o Risco e o Sinistro é muito estreito. A palavra risco, segundo Bernstein (1997) tem origem no italiano antigo riscare que significa ousar e como tal seria uma opção e não um destino, uma fatalidade, da qual não poderíamos escapar. O risco está diretamente relacionado ao nosso desconhecimento do futuro, e os efeitos adversos de pragas e pestes acompanham a humanidade desde o início. Ao longo dos tempos o homem vem aprendendo, continuamente, a conviver com o risco. Para isso vem desenvolvendo inúmeros métodos para seu gerenciamento (Bernstein, 1997, p. 8). A fronteira entre os tempos modernos e o passado está na capacidade de domínio do risco, considerando-se que o futuro não seria somente um capricho dos deuses e que a humanidade não estaria eternamente à mercê dos fenômenos da natureza. Desde que haja a possibilidade de desconhecer do futuro, cada ser humano é um gerente de risco, não por escolha mas por absoluta necessidade de sobrevivência. Segundo afirma Perim (2002) entendimento e a convivência com o risco faz surgir a indústria de seguros. Os mercadores babilônicos já se organizavam para se protegerem do risco da perda de seus camelos, durante as longas travessias dos desertos que circundavam a Mesopotâmia, visando garantir a reposição dos animais perdidos naquelas longas e difíceis 2

3 jornadas. Ainda no aprendizado de convivência com o risco, no século XIII navegadores espanhóis realizavam uma operação através da qual transferiam o risco de naufrágio ou outros danos às suas embarcações para uma figura chamada financiador, mediante a obtenção de um empréstimo no valor de sua embarcação, que seria devolvida, acrescida de juros, caso a embarcação chegasse intacta ao seu destino, do contrário, o navegador não precisaria devolver a quantia obtida como empréstimo (FUNENSEG, 2001, p. 9). A partir de então, surgiu um tipo de contrato em que, similarmente, também havia a transferência do risco de acidente marítimo com a embarcação, no navegador para, neste caso, um banqueiro. Estas primeiras experiências de gerenciamento de risco, apoiavam-se num dos pilares da indústria que é o Mutualismo. O Mutualismo é o princípio que através do qual um grupo de indivíduos com interesses afins, no caso bens a proteger, somam suas forças para a formação de um fundo único, cuja finalidade é suprir, em determinado momento, necessidades eventuais de alguns de seus membros afetados por um acontecimento imprevisto. O Mutualismo poderia também ser chamado de socialização do prejuízo, pois as cotas pagas por cada um, somadas, garantem a reposição do bem perdido. Na Indústria Seguradora existem diferentes conceituações de risco: deve ser um acontecimento possível, mas futuro e incerto, quer quanto à sua ocorrência, quer quanto ao momento em que deverá produzir, independentemente da vontade dos contratantes (Alvim, 1999, p. 215). A FENASEG (1998) reforça esta posição quando afirma que É o evento incerto, ou de data incerta, que independe da vontade das partes, e contra o qual é feito o seguro. O risco é a expectativa de sinistro. Sem risco não pode haver seguro. Como vimos anteriormente existem várias conceituações de risco na industria de seguros, entretanto a grande maioria converge para a definição de que deve haver a possibilidade de perda em uma determinada situação, entretanto, nem todas as situações que envolvem a possibilidade de perda são objeto de negócio por parte da maioria das seguradoras. Os riscos especulativos são àqueles em que juntamente com a possibilidade de perda, há também possibilidade de ganho. Pode-se citar como exemplo a aquisição de 100 ações da empresa ABC, ter-se-á perda se o preço das ações caírem, ou, poder-se-á ter lucro se o preço das ações subirem. O risco, dito, segurável é aquele em que há somente uma possibilidade, que é a perda para a qual procura-se proteção, o chamado risco puro, por exemplo, quando faz-se o seguro de um automóvel está havendo proteção do risco de roubo ou furto e acidentes que poderão danificálo, materializando-se o risco. Entendido como a ocorrência para a qual buscou-se proteção, o proprietário será ressarcido pela seguradora retornando a sua situação inicial, porém, se ao contrário não houver a materialização do risco, o proprietário não terá nenhum ganho sua situação não mudará. Esta distinção entre risco puro e especulativo é importante, pois, a maioria das seguradoras não garante cobertura por perdas nos riscos caracterizados como especulativos, estes contam como mecanismos próprios de proteção nos mercados em que são transacionados, os chamados mercados derivativos. Segundo Williams (1985) do ponto de vista do segurador um típico produto de seguro deve possuir algumas características básicas, quais sejam: compartilhamento de perdas; pagamento de perdas fortuitas; risco transferível; indenização e; compartilhamento de perdas. Segundo este mesmo autor coração do seguro, na verdade seria seu entendimento de mutualismo, dado que as perdas incorridas seriam distribuídas entre os integrantes do grupo. Desta forma o grupo deve estar submetido a riscos comuns e necessita possuir um grande número de unidades expostas. Ainda sob a ótica do segurador um risco, dito segurável, deve atender alguns requisitos Williams (1985, p. 23) enumera os seguintes: existência de grande número de unidades 3

4 expostas; perdas acidentais e não intencionais; perdas determináveis e mensuráveis; perdas não oriundas de catástrofes; chance de perdas calculáveis e; prêmio viável economicamente. A necessidade de que exista um grande número de unidades expostas a determinado risco é facilmente compreensível em função do princípio do mutualismo, dado que às perdas incorridas por um segurado deve ser dividido entre os integrantes do seu grupo de risco. AS perdas acidentais e não intencionais, é imperativo que não haja por parte do segurado nenhuma contribuição para a ocorrência de perdas, a lei de grandes números que norteia o cálculo do valor da perda esperada e do prêmio a ser cobrado pelo segurador, é baseada na ocorrência randômica dos eventos, perdas originadas de eventos intencionais acarretam necessariamente uma elevação no valor do prêmio para que a seguradora possa fazer face ao pagamento das indenizações. Um aumento relevante no valor do prêmio, pode reduzir drasticamente o número de segurados, levando a seguradora a não ter um número adequado de unidades expostas ao risco, prejudicando o cálculo de suas perdas esperadas e, o mais grave, pode levar a seguradora a um processo de incapacidade financeira para pagamento das indenizações. Com relação à determinação e mensuração das perdas, viu-se anteriormente que são razoavelmente previstas através do conhecimento prévio oriundo da experiência própria ou do mercado em relação a determinado risco submetido a avaliação. Entretanto, sua mensuração e recuperação podem não ser tão fácil. Como exemplo pode-se imaginar um seguro de vida a perda monetária esperada é facilmente mensurável, dado que não há controvérsia quanto ao valor pactuado quando da materialização do risco, no caso a morte do segurado. Entretanto nos casos de seguro de responsabilidade civil, lucros cessantes, rendas por incapacidades temporárias e até mesmo automóvel o cálculo da perda monetária esperada, as vezes, torna-se muito difícil. As seguradoras necessitam ser muito hábeis para estimar as perdas esperadas, a fim de que o prêmio a ser cobrado dos segurados seja adequado às suas necessidades. As perdas decorrentes de eventos que atingem um expressivo número ou até mesmo o total de unidades expostas, como decorrentes de guerra não contam com cobertura indenizatória, dada a impossibilidade de se, previamente, estimas as perdas esperadas e conseqüentemente cobrarse o prêmio adequado a fazer face a elas. Por fim, considerando que se conhece o risco e suas perdas estimadas, é necessário que os potenciais segurados ou transferidores de risco, sejam capazes e estejam dispostos a comprarem a proteção desejada, pagando o preço/prêmio julgado adequado pela seguradora, para garantir a indenização das perdas esperadas, dos demais custo e de uma margem de lucro. Em se tratando de acontecimento futuro, o risco depende de uma ocorrência que poderá acontecer e não, obviamente, de em evento já ocorrido ou que esteja ocorrendo. A avaliação de riscos na atividade seguradora esteve sempre voltada para o objeto segurado e as técnicas clássicas para sua mensuração preocupam-se tão somente com seus aspectos intrínsecos, por exemplo: se a probabilidade de ocorrência de um evento com um determinado modelo de automóvel, aumenta, a Seguradora elevará o preço de seu seguro na mesma proporção, não considerando na avaliação do risco as características pessoais dos segurados, atitude que não nos parece ser a mais adequada, afinal, um automóvel não se acidenta sozinho e seu roubo ou furto, acreditamos, pode ser minimizado dependendo dos cuidados de seu proprietário. A desregulamentação da atividade seguradora no Brasil e a evolução do mercado nos últimos anos têm levado a uma mudança na avaliação de riscos pelas Companhias Seguradoras, influenciadas também pela chegada de companhias estrangeiras, a incorporação de novas 4

5 variáveis será imperativa até para manter-se a competitividade e por conseqüência a sobrevivência. As mudanças que vêm ocorrendo nos negócios e na sociedade, alteram também o universo e a natureza dos riscos e exigem, por conseqüência, mudança na avaliação e no seu gerenciamento. Kessler (2001) afirma que as transformações globais, as novas técnicas de produção, as alterações demográficas que impactam taxas de mortalidade e fertilidade, as mudanças ambientais e climáticas, o crescimento econômico (a acumulação de riqueza aumenta a aversão ao risco) e as mudanças nas regulações de responsabilidade dos governos, são causas de mudanças no universo dos riscos. As companhias de seguro, muito provavelmente, sentir-se-ão compelidas a alterarem seus modos de avaliação e gerenciamento de riscos, devido às mudanças citadas. O fato é que através dos tempos o homem vem aperfeiçoando suas técnicas de percepção e avaliação dos riscos, tornando essa convivência muito menos danosa, na medida em que sua adequada mensuração e por conseqüência predição, se não é uma ciência exata, deixou de ser adivinhação. 3- A Industria de Seguros no Brasil O mercado segurador no Brasil vem crescendo nos últimos anos. Na Tabela 1 pode-se verificar o crescimento do faturamento das seguradoras no período 1994/2001, que alcançou 109,26% para uma inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Ampliado) no mesmo período de 78,31%. A utilização do IPCA do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, usado para comparação, decorre do fato de ser o índice oficial usado pelo Banco central para fixação das metas de inflação no Brasil. O mercado segurador brasileiro, hoje, representa 44% da arrecadação do mercado congênere da América Latina, não considerando previdência e capitalização (INFORME FENASEG, 2003). Tabela 1: Faturamento mercado segurador Anos Seguros Capitalização Previdência Privada Total Fonte: ESTATÍSTICAS DE MERCADO (2003) 5

6 O mix de produção no Brasil é fortemente concentrado nos ramos de automóvel, vida e saúde, que representam aproximadamente 70% da produção, conforme dados da Tabela 2. Tabela 2: Produção de seguros por ramo Anos Automóvel Vida Saúde Demais Total Fonte: ESTATÍSTICAS SEGURO (2003). O ramo de seguro automotivo, objeto principal do presente artigo, é inequivocamente revelador do tamanho do mercado que temos a explorar, a frota brasileira de automóveis de passeio e comerciais leves é de (trinta e dois milhões, trezentos e dezoito mil e seiscentas e quarenta e seis) unidades (ESTATÍSTICA, 2003), enquanto a frota segurada é de apenas (sete milhões, seiscentos e cinqüenta e três mil e trezentos e oitenta e sete) unidades, aproximadamente 23,7% (INFORME-FENASEG, 2003). Se considerar que referida frota gerou receita de R$ (cinco bilhões, quatrocentos e vinte e dois milhões, quatrocentos e sessenta e um mil), média de R$ 708,50 (setecentos e oito reais e cinqüenta centavos) por veículo segurado (INFORME-FENASEG, 2003), as seguradoras tem um mercado potencial de R$ (dezessete bilhões, quatrocentos e setenta e cinco milhões, trezentos e trinta e seis mil) apenas do ramo automóvel. 4- Metodologia O desenvolvimento desta pesquisa teve início a revisão bibliográfica da teoria do risco. Após a realização a revisão teórica a pesquisa de campo foi estruturada a fim de atingir o objetivo estabelecido. Assim, os procedimentos metodológicos para a investigação de campo foram divididos em 5 etapas, quais sejam: 1-Observação das etapas do processo de análise das propostas de seguros; 2-Análise de documentos integrantes do arcabouço legal e normativo da instituição, especialmente resoluções, circulares, comunicados etc. de origem interna. Resoluções e outras instruções originárias de órgãos fiscalizadores e normatizadores como: Conselho Nacional de Seguros Privados CNSP e Superintendência de Seguros Privados SUSEP; 3-Coleta de depoimentos de técnicos da companhia sobre seus sentimentos em relação aos recursos utilizados para a avaliação de riscos e, que outros mecanismos poderiam vir a ser utilizados para melhorar o processo de análise; 4-Identificação das informações integrantes do cadastro dos segurados, abrangendo dados pessoais e relacionados ao objeto segurado e; 5- Coleta dos dados necessários ao trabalho Por sua expressividade para o setor de seguros, este trabalho limitou-se ao ramo automóvel. Os dados coletados foram dados primários retirados da base da companhia seguradora, e a 6

7 extração de seus arquivos exigiu, inicialmente, a identificação das informações disponíveis. Para isso forma necessários os seguintes passos: 1-definir a disposição das informações, tarefa usualmente denominada na organização de definição de lay-out ; 2-Extrair e analisar os dados dos arquivos da seguradora; 3- complementar dos dados faltantes com utilização de informações dos arquivos do banco comercial controlador da seguradora fornecedora dos dados e; 4-tratar dos dados com descarte daqueles com informações incompletas. Após estes procedimentos restaram registros (objetos de pesquisa) na base de dados para análise, sendo o total inicial de (trinta e dois mil registros). Os dados utilizados neste trabalho foram obtidos junto a uma companhia Seguradora compreendendo todas as apólices de seguro automóvel contratadas com pessoas físicas no período compreendido entre 02/01/2000 e 31/12/2000. A escolha deste período decorre do fato de se ter os dados mais recentes possíveis e a necessidade de se acompanhar todo o período de vigência das apólices, o que no caso daquelas emitidas em 31/12/2000 teriam se estendido até 31/12/2001. Cabe esclarecer que não existem impedimentos de ordem legal para apólices com períodos de vigência inferiores ou superiores a 12 (doze) meses, porém, este é o prazo da esmagadora maioria das apólices de seguro automóvel realizadas pelas companhias seguradoras no Brasil e da totalidade das utilizadas neste trabalho. Quanto às variáveis utilizadas, elegemos aquelas que os funcionários da seguradora consideram que são fortes o bastante para discriminar (diferenciar) os potenciais sinistrados. Estas variáveis compõem a base de dados da Seguradora. Assim, foram eleitas sete variáveis iniciais: 1-sexo, 2-faixa etária, 3-estado civil, 4-ocupação, 5-renda mensal, 6-nível de escolaridade e; 7 -registro no SERASA. As faixas de classificação de cada variável são apresentadas nas Tabelas 4,5,6,7,8,9 e 10, com suas respectivas freqüências relativas por nível. Considerando-se que a Análise Discriminante exige que as variáveis independentes sejam variáveis numéricas, havia um problema metodológico para resolver, dado que as variáveis Sexo, Estado Civil, Ocupação e Registro na SERASA são variáveis categóricas. Assim, a solução encontrada para este problema foi transformar estas sete variáveis em variáveis dummy contendo n-1 subvariáveis (variáveis Xs, fictícias), onde n é o número de níveis de cada variável. Sinsich (1995) e Hair et al. (1998). Os autores deste artigo consideram desnecessário apresentar a formulação com a solução matemática, para na definição das variáveis dummy, por considera-la simples e sem relevância aqui. Assim, para representar a variável Sexo criou-se uma variável dummy, para representar a variável estado civil foram criados seis dummys, variável ocupação quatro dummys, para a variável Registro no SERASA, criou-se uma dummy. Além disso, decidiu-se categorizar as variáveis faixa etária e renda mensal, pois os autores desta pesquisa considera que nos dois casos o que discrimina são as faixas e não a idade ou renda propriamente ditas. Assim, para a variável faixa etária foram criadas cinco faixas e para a variável Renda foram criadas sete fixas. Assim, os resultados da análise discriminantes dar-se-ão em função das variáveis dummy (Xs) e não das variáveis propriamente ditas. Entretanto, vale ressaltar que este procedimento não afeta em nada as análises do problema investigado. 7

8 Tabela 3: Distribuição de freqüência Não Sinistrado ,9 Sinistrado ,1 Total ,0 Tabela 4: Distribuição de freqüência segundo sexo Masculino ,3 Feminino ,7 Total ,0 Tabela 5: Distribuição de freqüência segundo a faixa etária Até 29 anos ,3 De 30 a 39 anos ,8 De 40 a 49 anos ,6 De 50 a 59 anos ,4 Maior que 59 anos ,9 Total ,0 Tabela 6: Distribuição de freqüência segundo o estado civil Casado ,6 Solteiro ,3 Separado Judicialmente 852 4,1 Divorciado 704 3,3 Viúvo 730 3,5 Outros 463 2,2 Total ,0 Tabela 7: Distribuição de freqüência segundo a ocupação Empregado ,1 Empregador ,2 Outros ,6 Profissional Liberal ,1 Total ,0 8

9 Tabela 8: Distribuição de freqüência segundo a renda mensal Até R$ 1.999, ,5 De R$ 2.000,00 a R$ 2.999, ,4 De R$ 3.000,00 a R$ 3.999, ,7 De R$ 4.000,00 a R$ 4.999, ,9 De R$ 5.000,00 a R$ 5.999, ,1 De R$ 6.000,00 a R$ 6.999, ,5 Maior ou igual a R$ 7.000, ,9 Total ,0 Tabela 9: Distribuição de freqüência segundo a escolaridade Analfabeto 149 0,7 1º Grau ,5 2º Grau ,3 Superior ,5 Mestrado 191 0,9 Doutorado 28 0,1 Total ,0 Tabela 10: Distribuição de freqüência segundo a ocorrência de registro no SERASA Não ,2 Sim ,8 Total ,00 5- Apresentação dos Resultados Considerando-se a estrutura montada para a Análise Discriminante, iniciou-se a análise com 15 variáveis, não se esquecendo que várias delas são variáveis dummy. Assim, fez-se o primeiro teste com as variáveis. Observa-se na Tabela 11 que as variáveis Renda Mensal, Sexo, Divorciado, Outro Ocupação e Separado Judicialmente possuem coeficientes abaixo do mínimo recomendado por Hair et al. (1998, p. 294). Na Análise Discriminante simultânea somente os valores de coeficientes maiores que 0,3 ou menores que 0,3 devem considerados na análise. Neste caso, deveriam ser retiradas do modelo as quatro variáveis. Entretanto, considerando-se que variáveis Divorciado, Outro ocupação e Separado Judicialmente são variáveis dummy, decidiu-se realizar o teste retirando somente as variáveis Renda Mensal e Sexo. Este procedimento tinha por objetivo verificar se os coeficientes dos outros fatores 9

10 melhoram com a saída destas duas variáveis, ou seja, se o modelo discriminaria melhor com duas variáveis a menos. Os resultados obtidos com a retirada das variáveis Renda Mensal e Sexo estão apresentados na Tabela 12. Observa-se que agora além das três variáveis que já estavam indicadas para sair do modelo Divorciado, Outro ocupação e Separado Judicialmente, a variável empregado também passou a ser indicada para sair do modelo porque tem coeficiente abaixo de 0,3. Em resumo o modelo agora passa a ter 09 variáveis, são elas: Idade, Nível de Escolaridade, SERASA, Casado, Solteiro, Profissional Liberal e Empregador (proprietário). Entretanto, as variáveis Separado Judicialmente e Divorcidado, pertenciam a mesma categoria inicial (Estado Civil-antes de realizar a transformação em dummys), assim, decidiu-se por criar uma variável que agrupasse as duas para ver se o modelo seria melhor discriminado. Da mesma forma as variáveis Empregado e Outro ocupação partenciam, antes da transformação em dummy da mesma categoria de variável (Ocupação), então fez o mesmo procedimento com estas, tendo o total de nove variáveis. Tabela 11: coeficientes das variáveis (modelo com todas variáveis) Structure Matrix Idade,514 Nível Escolaridade,452 Serasa -,439 Casado,396 Profissional Liberal,390 Solteiro -,389 Empregador (proprietário) -,375 Separado Judicialmente -,166 Outro Ocupação,125 Empregado -,088 Renda Mensal -,083 Sexo,035 Divorciado -,013 10

11 Tabela 12: coeficientes das variáveis (modelo reduzido em duas variáveis) Structure Matrix Idade,516 Nível Escolaridade,453 Serasa -,440 Casado,397 Profissional Liberal,391 Solteiro -,390 Empregador (proprietário) -,376 Separado Judicialmente -,167 Outro Ocupação,125 Empregado -,088 Divorciado -,013 Os resultados do agrupamento descrito no parágrafo anterior estão apresentados na Tabela 13. Pode-se verificar que de nada adiantou agrupar as variáveis pois os coeficientes das duas permaneceram muito abaixo de 0,3, desta forma, seguindo a recomendação de Hair et al (1998) excluímos estas variáveis do modelo. Assim, o modelo que iniciou com 15 variáveis fica reduzido a 7 variáveis. Tendo-se como base o cadastro inicial as variáveis Renda Mensal e Sexo saíram do modelo. Analisando a Tabela 14 verifica-se que o modelo é significante. Tabela 13: coeficientes das variáveis (modelo com nove variáveis) Structure Matrix Idade,522 Nível Escolaridade,458 Serasa -,446 Casado,401 Profissional Liberal,396 Solteiro -,395 Empregador (proprietário) -,381 Outro Estado Civil(a) -,089 OUT_OCU,003 11

12 Tabela 14: significância do modelo Wilks' Lambda Test of Function(s) Wilks' Lambda Chi-square df Sig. 1,997 73,520 7,000 Tabela 15: Capacidade de classificação do modelo Classification Results(a) Predicted Group Membership Indicativo Sinistrado Sinistrado Não Sinistrado Total Original Count % Sinistrado Não Sinistrado Sinistrado 51,0 49,0 100,0 Não Sinistrado 45,1 54,9 100,0 54,4% dos casos são classificados corretamente. 6- Conclusão De acordo com os resultados apresentados na seção anterior verifica-se que a Companhia Seguradora Pesquisada poderá reduzir sua base de dados em duas variáveis, são elas: Sexo e Renda Mensal. Estas duas variáveis podem ser retiradas porque desde o primeiro momento o coeficiente de contribuição delas para a discriminação, ou seja, a identificação de possíveis sinistrados era muito baixo. Este fato representa uma surpresa para os autores desta pesquisa porque o mercado segurador tem por prática afirmar que as pessoas do sexo masculino são mais agitadas e mais imprudentes no trânsito, o que acarretaria uma maior quantidade de sinistro por parte do sexo masculino. Assim, esperava-se que o coeficiente da variável Sexo fosse relevante dentro do modelo. Com relação à variável Renda Mensal houve a mesma surpresa. Em geral as pessoas de maior poder aquisitivo têm mais de um veículo em suas residências, assim, tenderiam a ser mais sinistrados, por serem mais imprudentes, o que também não ocorre. Além disso, pode-se observar que da variável inicial Ocupação, existem dois níveis que discriminam, sendo estes as variáveis Profissional Liberal e Empregador. Este fato é relevante pois indica que se a pessoa tem uma renda variável que depende de seu próprio esforço diário, ou seja, se ela gera sua própria renda, ela discrimina a possibilidade de ser sinistrado. Se ela trabalhar em atividades que é empregado, não importa se seu cargo é publico ou privado, isso não acontece. As mesmas observações feitas no parágrafo anterior valem para a variável inicial Estado Civil, pois o que interessa, ou seja, o que realmente discrimina é se a pessoa é solteira ou casada. Qualquer outro estado civil não contribui para a discriminação do sinistro. Apesar destas conclusões iniciais, os autores desta pesquisa consideram que o modelo classifica muito pouco, ou seja, observando a Tabela 15 verifica-se que este modelo acerta 12

13 aproximadamente 54% dos casos. Neste caso, se o modelo classificasse como sinistrado um cliente que não seria sinistrado, perde-se um cliente potencial e muito rentável para a Companhia de Seguros. Caso o modelo classifique como não sinistrado uma pessoa sinistrada, ter-se-á o aumento de gastos da companhia de seguros, afetando diretamente os resultados operacionais da mesma. A fim de melhorar o modelo proposto esta se desenvolvendo, como continuidade desta pesquisa, uma pesquisa qualitativa por meio de entrevistas junto aos gerentes de seguros da Companhia Pesquisada, tentando identificar quais variáveis poderiam ser acrescidas ao modelo a fim de melhorar seu desempenho. Pelos cálculos preliminares, considera-se modelo relevante se ele classificar o mínimo de 80% dos segurados corretamente, pois os ganhos com os não errados serão compensados pelos acertos. Entretanto, existe a possibilidade de não se conseguir bons índices de classificação, mesmo após a inclusão de outras variáveis. Caso isso ocorra a única explicação para o fato dar-se-ia com a afirmação que a ocorrência de sinistros na área de seguros é realmente um evento aleatório como descrevem alguns autores. Referências Bibliografias ALVIM, Pedro. O contrato de seguro. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense, BERNSTEIN, Peter L. Desafio aos deuses: a fascinante história do risco. Tradução de Ivo Korytowski. Rio de Janeiro: Campus, ESTATÍSTICA Disponível em: <http://www.denatran.gov.br-estatisticas-frotaporestado>. Acesso em: 01 jul ESTATÍSTICAS-SEGURO. Disponível em: <http://www.funenseg.org.br-estatisticas-seguroparticipaçãodocapitalestrangeiro>. Acesso em: 01 jul FENASEG Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização. Arquivos da Conferência Brasileira de Seguros, Resseguros, Previdência Privada e Capitalização. Disponível em: <http://www.fenaseg.org.br>. Acesso em: 16 out FUNENSEG. Curso básico de seguro teoria geral do seguro. Rio de Janeiro, [s.n.], HAIR Joseph et al. Multivariate data analysis, Ed. Prentice Hall, New Jersey, USA, KESSLER, Denis. Anticipating and managing risks in the 21st century: the Geneva papers on risk and insurance. Vol. 26, n.1, jan PERIM, Dayse Maria. Seguros: uma visão histórica e conceitual. Monografia (Graduação em Administração de Empresas). Vitória, ES: Universidade Federal do Espírito Santo, INFORME-FENASEG. Disponível em: <http://www.fenaseg.org.br-publicacoes-informe>. Acesso em: 02 jul RAGSDALE, Cliff T. Spreadsheet modeling and decision analysis: a pratical introduction to managmente science. 2. ed. Ohio: South-Western College Publishing, SINSICH, Terry Business Statistics by Example, Ed. Prentice-Hall, New Jersey, USA, SUSEP. Glossário. Disponível em: <http://www.susep.gov.br-glossario>. Acesso em: 16 jul WILLIAMS, Chester Arthur; HEINS, Richard M. Risk management and insurance. 5. ed. Nova Iorque: McGrae-Hill,

FUNDAÇÃO INSTITUTO CAPIXABA DE PESQUISAS EM CONTABILIDADE, ECONOMIA E FINANÇAS FUCAPE VALMIR BORGES PEREIRA LUGON

FUNDAÇÃO INSTITUTO CAPIXABA DE PESQUISAS EM CONTABILIDADE, ECONOMIA E FINANÇAS FUCAPE VALMIR BORGES PEREIRA LUGON FUNDAÇÃO INSTITUTO CAPIXABA DE PESQUISAS EM CONTABILIDADE, ECONOMIA E FINANÇAS FUCAPE VALMIR BORGES PEREIRA LUGON MODELO PARA GESTÃO DO RISCO NAS PROPOSTAS DE SEGURO DE AUTOMÓVEL, COM BASE EM CARACTERÍSTICAS

Leia mais

O MERCADO DE MICROSSEGUROS NO BRASIL: REGULAÇÃO E MODELAGEM

O MERCADO DE MICROSSEGUROS NO BRASIL: REGULAÇÃO E MODELAGEM 1.00.00.00-3 CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA 1.02.00.00-2 PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA O MERCADO DE MICROSSEGUROS NO BRASIL: REGULAÇÃO E MODELAGEM AUTOR: GABRIEL LOPES DOS SANTOS FILIAÇÃO: CURSO DE CIÊNCIAS

Leia mais

Na sociedade atual, a lógica do mutualismo garante a sustentabilidade do sistema de saúde suplementar?

Na sociedade atual, a lógica do mutualismo garante a sustentabilidade do sistema de saúde suplementar? Na sociedade atual, a lógica do mutualismo garante a sustentabilidade do sistema de saúde suplementar? Página 1 Conceitos Risco É um evento incerto cuja ocorrência tem um efeito negativo. Esse evento pode

Leia mais

5 Análise dos Resultados Seguro de Vida

5 Análise dos Resultados Seguro de Vida Capítulo 5 Análise dos Resultados - Seguro de Vida 5 Análise dos Resultados Seguro de Vida Este capítulo tem como objetivo a análise dos resultados obtidos através da modelagem dos dados de uma seguradora.

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.3.3- Seguros

Conhecimentos Bancários. Item 2.3.3- Seguros Conhecimentos Bancários Item 2.3.3- Seguros Conhecimentos Bancários Item 2.3.3- Seguros Insegurança nas atividades cotidianas SEGURO Necessidade de controlar o RISCO! Conhecimentos Bancários Item 2.3.3-

Leia mais

PM48 MPE. SITE NA INTERNET : www.brasilcap.com CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO

PM48 MPE. SITE NA INTERNET : www.brasilcap.com CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO PM48 MPE SITE NA INTERNET : www.brasilcap.com CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO Subscritor é a pessoa que subscreve a proposta de aquisição do Título, assumindo o compromisso de efetuar o pagamento na forma convencionada

Leia mais

INTRODUÇÃO DE FATOR MODERADOR DE USO EM PLANOS DE SAÚDE COMO ELEMENTO DE CORREÇÃO DA SINISTRALIDADE NO SEGURO- SAÚDE

INTRODUÇÃO DE FATOR MODERADOR DE USO EM PLANOS DE SAÚDE COMO ELEMENTO DE CORREÇÃO DA SINISTRALIDADE NO SEGURO- SAÚDE INTRODUÇÃO DE FATOR MODERADOR DE USO EM PLANOS DE SAÚDE COMO ELEMENTO DE CORREÇÃO DA SINISTRALIDADE NO SEGURO- SAÚDE Fossati, Gilberto*; Ruschel, Felipe F**; Robinson, Gustavo GR**; Caye, Carlos A**; Robinson,

Leia mais

Como funciona o seguro

Como funciona o seguro Como funciona o seguro Sobre a Insurance Europe A Insurance Europe é a federação de seguradoras e resseguradoras da Europa. Por meio dos seus 34 órgãos membros as associações nacionais de seguradoras a

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA SEGURO DE VIDA

TERMO DE REFERÊNCIA SEGURO DE VIDA TERMO DE REFERÊNCIA SEGURO DE VIDA 1- Objeto da Licitação: Prestação de serviço para contratação de seguro de vida em grupo para os empregados da Empresa Municipal de Informática S.A - IplanRio, visando

Leia mais

OUROCAP EMPRESA CONDIÇÕES GERAIS - MODALIDADE TRADICIONAL SITE NA INTERNET: www.brasilcap.com GLOSSÁRIO

OUROCAP EMPRESA CONDIÇÕES GERAIS - MODALIDADE TRADICIONAL SITE NA INTERNET: www.brasilcap.com GLOSSÁRIO OUROCAP EMPRESA CONDIÇÕES GERAIS - MODALIDADE TRADICIONAL SITE NA INTERNET: www.brasilcap.com GLOSSÁRIO Subscritor - é a pessoa que subscreve a proposta de aquisição do Título, assumindo o compromisso

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 e 2008. (Em milhares de reais)

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 e 2008. (Em milhares de reais) NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 e 2008 (Em milhares de reais) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A Seguradora está autorizada a operar em seguros do

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETIVO: o presente projeto visa a contratação de seguro para os veículos, especificados no Anexo a este termo: Relação e Dados dos Veículos para Contratação do Seguro,

Leia mais

TRANSQUALIT GERENCIAMENTO DE RISCOS

TRANSQUALIT GERENCIAMENTO DE RISCOS TRANSQUALIT Transqualit GRIS GERENCIAMENTO DE RISCOS INTRODUÇÃO Organizações de todos os tipos estão cada vez mais preocupadas em atingir e demonstrar um desempenho em termos de gerenciamento dos riscos

Leia mais

2 Conceitos de Capital

2 Conceitos de Capital Capítulo 2 Conceitos de Capital 2 Conceitos de Capital Este capítulo tem como objetivo definir o capital na visão da instituição, interligando-o aos riscos existentes nas operações das mesmas. Além disso,

Leia mais

(R$500)Título de Capitalização de Pagamento Único Cód. 11.4. Condições Gerais. Glossário

(R$500)Título de Capitalização de Pagamento Único Cód. 11.4. Condições Gerais. Glossário (R$500)Título de Capitalização de Pagamento Único Cód. 11.4 Condições Gerais Glossário Subscritor - é a pessoa que subscreve a proposta de aquisição do Título, assumindo o compromisso de efetuar o na forma

Leia mais

A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada.

A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada. A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada. Adesão Característica do contrato de previdência privada, relativa ao ato do proponente aderir ao plano de previdência. Administradores

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA 2015/2016

CONVENÇÃO COLETIVA 2015/2016 CONVENÇÃO COLETIVA 2015/2016 A seguir reproduzimos as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho entre o SINPROCIM e SINDPRESP, em relação a convenção anterior. REAJUSTE SALARIAL A partir de 1º de março

Leia mais

Lucro Líquido de R$179,4 milhões ou R$2,33 por ação no 4T06 e R$460,2 milhões ou R$5,99 por ação em 2006.

Lucro Líquido de R$179,4 milhões ou R$2,33 por ação no 4T06 e R$460,2 milhões ou R$5,99 por ação em 2006. Lucro Líquido de R$179,4 milhões ou R$2,33 por ação no 4T06 e R$460,2 milhões ou R$5,99 por ação em 2006. São Paulo, 28 de fevereiro de 2007 - A Porto Seguro S.A. (Bovespa: PSSA3) anuncia seu resultado

Leia mais

Estruturação do Contrato Automático de Resseguro

Estruturação do Contrato Automático de Resseguro Estruturação do Contrato Automático de Resseguro Seminário A Arte de Elaborar o Contrato Marcus Clementino 13 de agosto de 2013 Estruturação do Contrato Automático Princípios básicos; Interesses e necessidades

Leia mais

ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL. (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000)

ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL. (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000) ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000) PLANO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE LONDRINA

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO PRODUTO CAIXACAP VITÓRIA

CONDIÇÕES GERAIS DO PRODUTO CAIXACAP VITÓRIA CONDIÇÕES GERAIS DO PRODUTO CAIXACAP VITÓRIA GLOSSÁRIO Subscritor é a pessoa que subscreve a proposta de aquisição do Título, assumindo o compromisso de efetuar o pagamento na forma convencionada nestas

Leia mais

BRADESCO MINICARD VISA NACIONAL

BRADESCO MINICARD VISA NACIONAL BRADESCO MINICARD VISA NACIONAL Ele foi criado para lhe oferecer um conjunto de benefícios e facilitar seu dia-a-dia, especialmente nos momentos em que você mais precisa de um Cartão. Para o Bradesco,

Leia mais

OUROCAP ESTILO FLEX SITE NA INTERNET: www.brasilcap.com CONDIÇÕES GERAIS MODALIDADE TRADICIONAL GLOSSÁRIO

OUROCAP ESTILO FLEX SITE NA INTERNET: www.brasilcap.com CONDIÇÕES GERAIS MODALIDADE TRADICIONAL GLOSSÁRIO OUROCAP ESTILO FLEX SITE NA INTERNET: www.brasilcap.com CONDIÇÕES GERAIS MODALIDADE TRADICIONAL GLOSSÁRIO Subscritor - é a pessoa que subscreve a proposta de aquisição do Título, assumindo o compromisso

Leia mais

RELATÓRIO SEGURIDADE. Março/2010

RELATÓRIO SEGURIDADE. Março/2010 RELATÓRIO SEGURIDADE Março/2010 O relatório da área de seguridade tem por finalidade apresentar as principais atividades desenvolvidas no mês, informando os números e valores relativos ao período de março

Leia mais

Normas Contábeis Orientações da SUSEP ao Mercado de Seguros, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Resseguro

Normas Contábeis Orientações da SUSEP ao Mercado de Seguros, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Resseguro Normas Contábeis Orientações da SUSEP ao Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Resseguro julho/2013 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 1.1. Área Responsável... 2 1.2. Base Legal... 2 1.3. Abrangência...

Leia mais

Termos usados em Segurança Empresarial:

Termos usados em Segurança Empresarial: Termos usados em Segurança Empresarial: Ameaça: É qualquer indicação, circunstância ou evento com potencial de causar dano ou perda. Ativo: É qualquer equipamento, infraestrutura, material, informação,

Leia mais

DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967

DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967 DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967 Regulamenta os seguros obrigatórios previstos no artigo 20 do Decreto-lei nº 73, de 21.11.66, e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da

Leia mais

DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967: Regulamenta os seguros

DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967: Regulamenta os seguros DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967: Regulamenta os seguros obrigatórios previstos no artigo 20 do Decreto-lei nº 73, de 21.11.66, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da

Leia mais

11 de fevereiro de 2010. DESEPE Nº 2010.02.1010/CE

11 de fevereiro de 2010. DESEPE Nº 2010.02.1010/CE 11 de fevereiro de 2010. DESEPE Nº 2010.02.1010/CE CONDIÇÕES PARTICULARES DO SEGURO DE VIDA EM GRUPO E ACIDENTES PESSOAIS CONVEÇÃO COLETIVA DO SINDICATO DOS CONCESSIONÁRIOS E DISTRIBUIDORES DE VEÍCULOS

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO DE PAGAMENTO MENSAL (CÓDIGO 45.1) VIP 200

CONDIÇÕES GERAIS TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO DE PAGAMENTO MENSAL (CÓDIGO 45.1) VIP 200 CONDIÇÕES GERAIS TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO DE PAGAMENTO MENSAL (CÓDIGO 45.1) VIP 200 CONDIÇÕES GERAIS TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO DE PAGAMENTO MENSAL (CÓDIGO 45.1) GLOSSÁRIO _ Subscritor é a pessoa que subscreve

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.302/0001-94 PROCESSO SUSEP Nº: 15414.

CONDIÇÕES GERAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.302/0001-94 PROCESSO SUSEP Nº: 15414. I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.302/0001-94 APLUBCAP POPULAR 166 : POPULAR PROCESSO SUSEP Nº: 15414.004323/2012-20 II - GLOSSÁRIO Subscritor é

Leia mais

Palavras-chave: normas internacionais, seguradoras, contabilidade.

Palavras-chave: normas internacionais, seguradoras, contabilidade. Normas Contábeis para Seguradoras versus Padrões Internacionais de Contabilidade: uma análise a luz das IFRS. Resumo Jefferson Ricardo do Amaral Melo 1 O mercado segurador cresce a cada dia com uma diversidade

Leia mais

ÍNDICE. Introdução. 1. Demonstração Patrimonial e de Resultados. 2. Política de Investimentos 2010. 3. Distribuição de Investimentos

ÍNDICE. Introdução. 1. Demonstração Patrimonial e de Resultados. 2. Política de Investimentos 2010. 3. Distribuição de Investimentos Relatório Anual 2009 ÍNDICE Introdução 1. Demonstração Patrimonial e de Resultados 2. Política de Investimentos 2010 3. Distribuição de Investimentos 4. Parecer Atuarial 5. Parecer dos Auditores Independentes

Leia mais

3ª EDIÇÃO - PRÊMIO TRIBUTAÇÃO E EMPREENDEDORISMO Categoria 1: Profissionais Subtema: Impactos econômicos da tributação pelo Simples Nacional

3ª EDIÇÃO - PRÊMIO TRIBUTAÇÃO E EMPREENDEDORISMO Categoria 1: Profissionais Subtema: Impactos econômicos da tributação pelo Simples Nacional 3ª EDIÇÃO - PRÊMIO TRIBUTAÇÃO E EMPREENDEDORISMO Categoria 1: Profissionais Subtema: Impactos econômicos da tributação pelo Simples Nacional A EXCLUSÃO DE EMPRESAS DO SIMPLES NACIONAL MARINA BRANDÃO DUTRA

Leia mais

Sistema de Saúde Suplementar

Sistema de Saúde Suplementar 300 Sistema de Saúde Suplementar Marcia Cunha S. A. de Carvalho 1 INTRODUÇÃO Desde as últimas décadas do século XX, assistimos à demissão do Estado de seu dever de prestar assistência à saúde da população,

Leia mais

Análise econômica das novas regras de solvência das seguradoras brasileiras Francisco Galiza 1 Outubro/2007

Análise econômica das novas regras de solvência das seguradoras brasileiras Francisco Galiza 1 Outubro/2007 Análise econômica das novas regras de solvência das seguradoras brasileiras Francisco Galiza 1 Outubro/2007 1) Introdução Nos últimos dias úteis de 2006, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP)

Leia mais

PM 60 SA SITE NA INTERNET: www.brasilcap.com CONDIÇÕES GERAIS

PM 60 SA SITE NA INTERNET: www.brasilcap.com CONDIÇÕES GERAIS PM 60 SA SITE NA INTERNET: www.brasilcap.com CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO Subscritor é a pessoa que subscreve a proposta de aquisição do Título, assumindo o compromisso de efetuar o pagamento na forma convencionada

Leia mais

OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO ( CIC ) NO EMPREENDIMENTO

OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO ( CIC ) NO EMPREENDIMENTO OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO ( CIC ) NO EMPREENDIMENTO CONDOMÍNIO HOTEL TATUAPÉ ( OFERTA ) DECLARAÇÃO DO ADQUIRENTE NOME DO

Leia mais

Termo de Referência 03/2013 - NUBEN. Assunto: Licitação de Seguro de Vida em Grupo para os empregados da TERRACAP para o triênio 2013/2015

Termo de Referência 03/2013 - NUBEN. Assunto: Licitação de Seguro de Vida em Grupo para os empregados da TERRACAP para o triênio 2013/2015 Termo de Referência 03/2013 - NUBEN Assunto: Licitação de Seguro de Vida em Grupo para os empregados da TERRACAP para o triênio 2013/2015 1 - INTRODUÇÃO O presente Projeto Básico foi elaborado com o propósito

Leia mais

Risco. Conceitos Básicos

Risco. Conceitos Básicos Risco Conceitos Básicos Risco: definições 1 Mercado Financeiro Risco A análise deste conceito é um desafio no processo de tomada de decisão, realizado segundo três conjuntos de condições: certeza, análise

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 7CCSADFCMT01 A UTILIZAÇÃO DA CONTABILIDADE DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Marília Caroline Freire Cunha (1) ; Maria Sueli Arnoud Fernandes (3). Centro de Ciências Sociais Aplicadas/Departamento

Leia mais

Projeto Básico 001/2010. Assunto: Licitação de Seguro de Vida em Grupo para os empregados da TERRACAP para o biênio 2010/2012

Projeto Básico 001/2010. Assunto: Licitação de Seguro de Vida em Grupo para os empregados da TERRACAP para o biênio 2010/2012 Projeto Básico 001/2010 Assunto: Licitação de Seguro de Vida em Grupo para os empregados da TERRACAP para o biênio 2010/2012 1 - INTRODUÇÃO O presente Projeto Básico foi elaborado com o propósito de fornecer

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N o 269, de 30 de setembro de 2004.

CIRCULAR SUSEP N o 269, de 30 de setembro de 2004. CIRCULAR SUSEP N o 269, de 30 de setembro de 2004. Estabelece, altera e consolida as regras e critérios complementares de funcionamento e de operação dos contratos de seguros de automóveis, com inclusão

Leia mais

Um estudo amostral dos seguros de automóveis no Brasil

Um estudo amostral dos seguros de automóveis no Brasil Um estudo amostral dos seguros de automóveis no Brasil Francisco Galiza Autor do livro Economia e Seguro: Uma Introdução, publicado pela Funenseg 1) Introdução: Uma configuração atual do ramo O objetivo

Leia mais

RealCap PM Sonhos - Sorteios Mensais CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO

RealCap PM Sonhos - Sorteios Mensais CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO RealCap PM Sonhos - Sorteios Mensais CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO Subscritor é a pessoa que subscreve a proposta de aquisição do Título, assumindo o compromisso de efetuar o pagamento na forma convencionada

Leia mais

19/05/2010. Definições. Componentes. Tipos. Mensuração. Perfis de indivíduos. Gerenciamento

19/05/2010. Definições. Componentes. Tipos. Mensuração. Perfis de indivíduos. Gerenciamento Riscos Prof. Dr. Tharcisio Bierrenbach de Souza Santos Risco: definições, tipificação e relevância Definições Componentes Tipos Mensuração Perfis de indivíduos Gerenciamento 2 Risco: definições 1 Mercado

Leia mais

CIRCULAR SUSEP Nº 145, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2.000

CIRCULAR SUSEP Nº 145, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2.000 CIRCULAR SUSEP Nº 145, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2.000 Dispõe sobre a estruturação mínima das Condições Contratuais e das Notas Técnicas Atuariais dos Contratos exclusivamente de Seguros de Automóvel ou dos

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO PREMIUM CASH

CONDIÇÕES GERAIS DO PREMIUM CASH CONDIÇÕES GERAIS DO PREMIUM CASH I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: BRADESCO CAPITALIZAÇÃO S/A CNPJ: 33.010.851/0001-74 PREMIUM CASH PLANO PM 60/60 N - MODALIDADE: TRADICIONAL PROCESSO

Leia mais

Análise dos determinantes do Índice Combinado das maiores seguradoras brasileiras: um estudo econométrico entre os anos de 2005 a 2014

Análise dos determinantes do Índice Combinado das maiores seguradoras brasileiras: um estudo econométrico entre os anos de 2005 a 2014 Análise dos determinantes do Índice Combinado das maiores seguradoras brasileiras: um estudo econométrico entre os anos de 2005 a 2014 Luis Gustavo Gutierrez Gebin luis_gustavo_08@hotmail.com Gustavo Oliveira

Leia mais

CIRCULAR SUSEP Nº 145, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2000 Publicada no DOU de 09/11/2000 Dispõe sobre a estruturação mínima das Condições Contratuais e das

CIRCULAR SUSEP Nº 145, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2000 Publicada no DOU de 09/11/2000 Dispõe sobre a estruturação mínima das Condições Contratuais e das CIRCULAR SUSEP Nº 145, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2000 Publicada no DOU de 09/11/2000 Dispõe sobre a estruturação mínima das Condições Contratuais e das Notas Técnicas Atuariais dos Contratos exclusivamente

Leia mais

4. VEICULOS A DISPOSIÇÃO EXCLUSIVOS DAS AREAS (LOGISTICA/PCP/MANUTENÇÃO)

4. VEICULOS A DISPOSIÇÃO EXCLUSIVOS DAS AREAS (LOGISTICA/PCP/MANUTENÇÃO) 1 de 5 1. OBJETIVO Estabelecer a política e procedimento geral a serem seguidos por toda a companhia em relação a veículos pessoais,, carros fornecidos pela companhia e de despesas com quilometragem a

Leia mais

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP POPULAR 358 MODALIDADE POPULAR PAGAMENTO MENSAL CONDIÇÕES GERAIS

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP POPULAR 358 MODALIDADE POPULAR PAGAMENTO MENSAL CONDIÇÕES GERAIS I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.302/0001-94 APLUBCAP POPULAR 358 MODALIDADE: POPULAR PROCESSO SUSEP Nº: 15414.901125/2013-97 II - GLOSSÁRIO Subscritor

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 1 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 20.050.042-11 - PLANO PREVER DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO 9- VALOR DE RESGATE 10- NÚMERO DE EMPREGADOS

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS SEGURO DE TRANSPORTES

GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS SEGURO DE TRANSPORTES GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS SEGURO DE TRANSPORTES Este glossário apresenta-se composto de palavras e expressões comumente usadas pelo mercado segurador e por vezes desconhecidas pelo grande público consumidor

Leia mais

Bases Técnicas das Empresas Securitárias

Bases Técnicas das Empresas Securitárias Bases Técnicas das Empresas Securitárias Francisco de Assis Braga Risco e Seguro - Definições Básicas - Probabilidade de dano - é a freqüência relativa de perdas no longo prazo. - Risco - é a incerteza

Leia mais

I INFORMAÇÕES INICIAIS II - GLOSSÁRIO

I INFORMAÇÕES INICIAIS II - GLOSSÁRIO I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: INVEST CAPITALIZAÇÃO S/A CNPJ: 93.202.448/0001-79 NOME FANTASIA DO PRODUTO: INVESTCAP POP-PM 61 MODALIDADE: POPULAR PROCESSO SUSEP Nº: 15414.901593/2014-42

Leia mais

PLANO DE BENEFÍCIOS CARRO RESERVA 1.0 DO OBJETIVO DO PLANO:

PLANO DE BENEFÍCIOS CARRO RESERVA 1.0 DO OBJETIVO DO PLANO: PLANO DE BENEFÍCIOS CARRO RESERVA 1.0 DO OBJETIVO DO PLANO: 1.1 A destinação deste plano de benefício é disponibilizar, ora contratado, diárias de veículo econômico com ar para as pessoas físicas ou jurídicas

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N o 269, de 30 de setembro de 2004.

CIRCULAR SUSEP N o 269, de 30 de setembro de 2004. CIRCULAR SUSEP N o 269, de 30 de setembro de 2004. Estabelece, altera e consolida as regras e critérios complementares de funcionamento e de operação dos contratos de seguros de automóveis, com inclusão

Leia mais

Categoria: Case: PAMTAX

Categoria: Case: PAMTAX PRÊMIO ANSP 2005 Categoria: Empresas de Prestação de Serviços Case: PAMTAX 2 Í N D I C E SINOPSE Pág. 4 PROBLEMA Pág. 5 A situação das seguradoras Pág. 6 A situação das transportadoras Pág. 8 SOLUÇÃO Pág.

Leia mais

ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL

ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL 1. A PROPOSTA COMERCIAL será constituída de uma Carta Proposta, que trará o valor da CONTRAPRESTAÇÃO PECUNIÁRIA ofertada, através

Leia mais

A representação institucional do mercado segurador

A representação institucional do mercado segurador A representação institucional do mercado segurador A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização CNseg é a entidade de representação

Leia mais

Microsseguros. Série Pesquisas. Volume 2

Microsseguros. Série Pesquisas. Volume 2 Microsseguros Série Pesquisas Volume 2 i ii ESCOLA NACIONAL DE SEGUROS FUNENSEG Microsseguros Série Pesquisas Volume 2 Coordenação Editorial CLAUDIO CONTADOR Rio de Janeiro 2010 iii Escola Nacional de

Leia mais

TERMO ADITIVO A ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015

TERMO ADITIVO A ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 TERMO ADITIVO A ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: DF000169/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 09/03/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR004633/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46206.002832/2015-40

Leia mais

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP POPULAR 200 MODALIDADE POPULAR PAGAMENTO MENSAL CONDIÇÕES GERAIS

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP POPULAR 200 MODALIDADE POPULAR PAGAMENTO MENSAL CONDIÇÕES GERAIS I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.302/0001-94 APLUBCAP POPULAR 200 MODALIDADE: POPULAR PROCESSO SUSEP Nº: 15414.900570/2013-30 II - GLOSSÁRIO Subscritor

Leia mais

Se estiver no Mercosul, também poderá contar com os serviços de emergência, bastando ligar para 55 11 4133 6537.

Se estiver no Mercosul, também poderá contar com os serviços de emergência, bastando ligar para 55 11 4133 6537. Assist24h_AutoPasseio_jul 6/13/07 4:32 PM Page 1 CARO SEGURADO Para você que adquiriu o Real Automóvel e contratou os serviços de Assistência 24 horas, este é o seu guia de serviços da Real Assistência.

Leia mais

EXPOSIÇÃO DIDÁTICA SOBRE A ABERTURA DO MERCADO DE RESSEGUROS NO BRASIL

EXPOSIÇÃO DIDÁTICA SOBRE A ABERTURA DO MERCADO DE RESSEGUROS NO BRASIL RELATÓRIOS DE PESQUISA EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO v.13, Série B. n.1, p. 1-7 EXPOSIÇÃO DIDÁTICA SOBRE A ABERTURA DO MERCADO DE RESSEGUROS NO BRASIL Deborah Tinoco Ribeiro deborahtinoco@yahoo.com.br Marcus

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DIN DIN DO RONALDO

CONDIÇÕES GERAIS DIN DIN DO RONALDO CONDIÇÕES GERAIS DIN DIN DO RONALDO GLOSSÁRIO Subscritor é a pessoa que subscreve a proposta de aquisição do Título, assumindo o compromisso de efetuar o pagamento na forma convencionada nestas Condições

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N o 362, de 26 de março de 2008.

CIRCULAR SUSEP N o 362, de 26 de março de 2008. MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N o 362, de 26 de março de 2008. Estabelece regras para a Nota Técnica Atuarial de Carteira que deverá ser encaminhada com o Plano

Leia mais

CONTROLE SOCIAL SOBRE OS ROYALTIES DO PETRÓLEO: QUEM SABE O QUE?

CONTROLE SOCIAL SOBRE OS ROYALTIES DO PETRÓLEO: QUEM SABE O QUE? CONTROLE SOCIAL SOBRE OS ROYALTIES DO PETRÓLEO: QUEM SABE O QUE? Gisele Chaves (UFES) giselechaves2@yahoo.com.br JORGE LUIZ DOS SANTOS JUNIOR (UFES) jjuniorsan@yahoo.com.br Lys Piovezan Tardin (UFES) lyspiovezan@gmail.com

Leia mais

ANÁLISE DO PONTO DE EQUILÍBRIO E INVESTIMENTO DE UMA FÁBRICA DE CASCÕES DE SORVETES

ANÁLISE DO PONTO DE EQUILÍBRIO E INVESTIMENTO DE UMA FÁBRICA DE CASCÕES DE SORVETES ANÁLISE DO PONTO DE EQUILÍBRIO E INVESTIMENTO DE UMA FÁBRICA DE CASCÕES DE SORVETES Cristina Raquel Reckziegel (FAHOR) cr000900@fahor.com.br Gezebel Marcela Bencke (FAHOR) gb000888@fahor.com.br Catia Raquel

Leia mais

5 Estudo de caso: índice de cobrabilidade

5 Estudo de caso: índice de cobrabilidade 5 Estudo de caso: índice de cobrabilidade Neste capítulo, as metodologias abordadas nos capítulos 3 e 4 serão adaptadas e aplicadas ao contexto descrito no capítulo 1 (mensurar as variáveis que compõem

Leia mais

SUSEP. Regulatory Practice Insurance News. Capital Mínimo Circular SUSEP 486, de 23.01.2014 Cálculo do capital de risco

SUSEP. Regulatory Practice Insurance News. Capital Mínimo Circular SUSEP 486, de 23.01.2014 Cálculo do capital de risco Regulatory Practice Insurance News Janeiro 2014 SUSEP Capital Mínimo Circular SUSEP 486, de 23.01.2014 Cálculo do capital de risco Esta Circular dispõe sobre instruções complementares necessárias à execução

Leia mais

Pesquisa Operacional

Pesquisa Operacional GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA Pesquisa Operacional Tópico 4 Simulação Rosana Cavalcante de Oliveira, Msc rosanacavalcante@gmail.com

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 Dispõe sobre a atividade de corretor de seguros, e dá outras providências. O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP POPULAR 513 MODALIDADE POPULAR PAGAMENTO MENSAL CONDIÇÕES GERAIS

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO APLUBCAP POPULAR 513 MODALIDADE POPULAR PAGAMENTO MENSAL CONDIÇÕES GERAIS I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: APLUB CAPITALIZAÇÃO S. A. CNPJ: 88.076.302/0001-94 APLUBCAP POPULAR 513 MODALIDADE: POPULAR PROCESSO SUSEP Nº: 15414.900001/2014-75 II - GLOSSÁRIO Subscritor

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE LIMITES DE CRÉDITO! Uma nova abordagem para um velho problema.! Apresentação de planilha para determinação de limites de crédito.

DETERMINAÇÃO DE LIMITES DE CRÉDITO! Uma nova abordagem para um velho problema.! Apresentação de planilha para determinação de limites de crédito. UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 41 DETERMINAÇÃO DE LIMITES DE CRÉDITO! Uma nova abordagem para um velho problema.! Apresentação de planilha para determinação de limites de crédito. Carlos Alexandre Sá (calex@marlin.com.br)

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 228, DE 2010.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 228, DE 2010. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 228, DE 2010. Dispõe sobre os critérios de estabelecimento do capital adicional baseado no risco de crédito das sociedades

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS. Mês de Vigência Taxa de Juros 1º 0,65% a.m. 2º ao 12º 0,45% a.m.

CONDIÇÕES GERAIS. Mês de Vigência Taxa de Juros 1º 0,65% a.m. 2º ao 12º 0,45% a.m. PLIN FIDELIDADE MODALIDADE TRADICIONAL PROCESSO SUSEP Nº: 15414.003764/2008-28 CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO Subscritor é a pessoa que subscreve a proposta de aquisição do Título, assumindo o compromisso

Leia mais

A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Alexandre Assaf Neto O artigo está direcionado essencialmente aos aspectos técnicos e metodológicos do

Leia mais

CONSULTORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA

CONSULTORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA CONSULTORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA CONSULTORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA PERFIL DAS MULTAS DE TRÂNSITO PROCESSADAS NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA JAN-SET / 2015 Núcleo de Gestão de Políticas Públicas, Ciências Sociais,

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO IBICAPITALIZAÇÃO MAIS

CONDIÇÕES GERAIS DO IBICAPITALIZAÇÃO MAIS CONDIÇÕES GERAIS DO IBICAPITALIZAÇÃO MAIS I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: BRADESCO CAPITALIZAÇÃO S.A. CNPJ: 33.010.851/0001-74 PLANO PM 60/60 A - MODALIDADE: TRADICIONAL PROCESSO SUSEP

Leia mais

Reavaliação dos custos e do resultado operacional do Sistema de Transferência de Reservas desde 2002

Reavaliação dos custos e do resultado operacional do Sistema de Transferência de Reservas desde 2002 Nota Técnica 65/2015 BCB/Deban/Conep- Gemon Brasília, 24 de fevereiro de 2015 Reavaliação dos custos e do resultado operacional do Sistema de Transferência de Reservas desde 2002 1. Introdução A política

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 162, DE 2006.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 162, DE 2006. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 162, DE 2006. Institui regras e procedimentos para a constituição das provisões técnicas das sociedades seguradoras, entidades

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e Fundo de Investimento Imobiliário Península Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 3 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Ativo 2009 2008

Leia mais

FILOSOFIA DE INVESTIMENTO. Retorno esperado de um lançamento 80% 100% + 20% 100% ( ) = 60% ( 1 20% ) 20 =1,15%

FILOSOFIA DE INVESTIMENTO. Retorno esperado de um lançamento 80% 100% + 20% 100% ( ) = 60% ( 1 20% ) 20 =1,15% Através da CARTA TRIMESTRAL ATMOS esperamos ter uma comunicação simples e transparente com o objetivo de explicar, ao longo do tempo, como tomamos decisões de investimento. Nesta primeira carta vamos abordar

Leia mais

Marco Antonio Rossi. Diretor Presidente do Grupo Bradesco Seguros e Previdência

Marco Antonio Rossi. Diretor Presidente do Grupo Bradesco Seguros e Previdência Marco Antonio Rossi Diretor Presidente do Grupo Bradesco Seguros e Previdência 1 Brasil Entre as Maiores Economias do Mundo Mercado Brasileiro de Seguros e Previdência O Mundo do Seguro e Previdência Desafios

Leia mais