INTRODUÇÃO DE FATOR MODERADOR DE USO EM PLANOS DE SAÚDE COMO ELEMENTO DE CORREÇÃO DA SINISTRALIDADE NO SEGURO- SAÚDE

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1 INTRODUÇÃO DE FATOR MODERADOR DE USO EM PLANOS DE SAÚDE COMO ELEMENTO DE CORREÇÃO DA SINISTRALIDADE NO SEGURO- SAÚDE Fossati, Gilberto*; Ruschel, Felipe F**; Robinson, Gustavo GR**; Caye, Carlos A**; Robinson, Jorge G**. Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre. * Professor Adjunto ** Doutorandos

2 INTRODUÇÃO Atuaria é à parte da estatística que investiga problemas relacionados com a teoria e o cálculo de seguros numa coletividade. O cálculo dos preços dos seguros é feito de princípios atuariais, baseados fundamentalmente na maior ou menor ocorrência de dano ao bem segurado. Essa probabilidade, cientificamente avaliada, de ocorrência de prejuízo ou dano em algum bem segurado chama-se sinistralidade. O cálculo atuarial para determinar o preço de um seguro é proporcional a sua sinistralidade, ou seja, será tanto maior o preço quanto maior for a probabilidade de que ocorra um prejuízo ou dano ao bem segurado. A utilização de dados estatísticos sedimentados ao longo dos anos e permanentemente monitorados faz com que a margem de erro desses cálculos seja muito pequena. Assim o valor de um seguro contra incêndio de uma residência custa mais caro se ela for de madeira, porque a probabilidade de incêndio é maior do que se ela fosse de alvenaria. Da mesma forma, o seguro contra incêndio dessa residência custa proporcionalmente mais barato do que o seguro contra roubo, porque é estatisticamente comprovada a menor sinistralidade por incêndio do que por roubo em residências. Por outro lado, o seguro contra roubo dessa residência custa proporcionalmente menos do que o seguro contra roubo de um automóvel, porque a probabilidade de roubo do automóvel é maior do que o roubo na casa. Entretanto, quando se trata de seguros de saúde, além das probabilidades objetivas da ocorrência de doenças, que podem ser avaliadas estatisticamente e ter sua sinistralidade bem determinada, a utilização dos serviços médicos ocorre pelos mais diversos motivos subjetivos em, muitas vezes, indevidos. Basta que uma pessoa famosa tenha uma doença, que apareça uma reportagem na televisão, para que um grande número de pessoas não expostas àquela doença busquem consultas desnecessárias e exijam diagnósticos inúteis e caros. O mesmo ocorre em menor escala, mas de forma multicêntrica, quando uma pessoa tem uma doença grave e um expressivo contingente de familiares, parentes, vizinhos, colegas de trabalho, clientes, etc, ficam motivados a procurar serviços médicos para investigar a mesma ou outras doenças para as quais não apresentam sinais, sintomas ou riscos que justifiquem aquela investigação. A redução destes custos desnecessários é do interesse tanto da empresa seguradora, que não quer ter prejuízo, quanto do comprador do seguro, que não quer pagar mais caro para cobrir esse uso abusivo. Algumas administradoras de planos de saúde e os próprios institutos de previdência dos estados utilizam um fator moderador de uso, que consiste no pagamento de taxa de participação por parte do usuário no momento de fazer uma consulta médica ou exame laboratorial. Essa taxa de participação, mesmo sendo de valor pouco expressivo, provoca uma diminuição da procura dos serviços médicos naqueles casos em que não há motivos justificados. OBJETIVO Avaliar a importância da utilização de um fator moderador de uso na determinação dos custos de um plano de saúde e sua repercussão sobre o preço final do plano e a demanda por consultas médicas.

3 MATERIAL E MÉTODO Tomada aleatoriamente uma administradora de planos de saúde para obtenção de dados mensais sobre: - número total de usuários; - número total de consultas realizadas; - custo total das consultas realizadas em planos com um fator moderador de uso; - custo total das consultas realizadas em planos sem o fator moderador de uso. Com base nos dados torna-se importante à verificação da influência do fator moderador de uso na ocorrência de consultas médicas, no custo e na repercussão no preço final dos planos. RESULTADOS O Plano de Saúde sem um fator moderador de uso paga ao médico a importância de R$ 40,00 (quarenta reais), enquanto que o Plano de Saúde com fator moderador de uso o valor de R$ 25,00 e o segurado mais R$ 25,00 no momento da consulta. A Tabela 1 mostra a situação do Plano sem o fator moderador de uso. TABELA 1: RESULTADO DO PLANO DE SAÚDE SEM O FATOR MODERADOR DE USO, QUANTO ÀS CONSULTAS BENEFICIÁRIOS, CUSTO E RECEITA TOTAL MÊSES CONSULTAS BENEFIC. % CONSULTAS CUSTO REC. TOTAL % RECEITA TOTAL Janeiro , ,06 Fevereiro , ,93 Março , ,49 Abril , ,18 Maio , ,34 Junho , ,37 Julho , ,79 Agosto , ,70 Setembro , ,89 Outubro , ,32 Novembro , ,35 Dezembro , ,27 TOTAL , ,27 Este Plano de Saúde sem o fator moderador de uso mostra que o percentual médio de consultas por beneficiário do Plano é de 43,77%, consumindo 31,27% da receita do Plano.

4 O Plano de Saúde com fator moderador de uso, mostra na Tabela 2 uma situação diferente da anterior, onde apenas 24,64% dos beneficiários consultam todos os meses, implicando em custos da ordem de 19,55% dos recursos totais arrecadados pelo Plano. TABELA 2: RESULTADO DO PLANO DE SAÚDE COM O FATOR MODERADOR DE USO, QUANTO ÀS CONSULTAS BENEFICIÁRIOS, CUSTO E RECEITA TOTAL MÊSES CONSULTAS BENEFIC. % CONSULTAS CUSTO REC. TOTAL % RECEITA TOTAL Janeiro , ,33 Fevereiro , ,25 Março , ,06 Abril , ,15 Maio , ,03 Junho , ,78 Julho , ,16 Agosto , ,66 Setembro , ,74 Outubro , ,28 Novembro , ,00 Dezembro , ,08 TOTAL , ,55 O Plano de Seguro Saúde com fator moderador de uso mostra que, um percentual (24,64%) menor de beneficiários consultam, todos os meses em relação ao Plano sem fator moderador de uso que atinge (43,77%), implicando em um gasto, também, inferior da receita com consultas médicas. A análise dos dados permite tirar uma série de observações. No Plano sem o fator moderador de uso, o número de consultas aumentou no decorrer do período de janeiro a dezembro do ano em estudo, atingindo 63,8% de aumento nas consultas; os beneficiários aumentaram de para o que correspondeu a 64,1%; na relação consulta com o total de beneficiários do Plano foi verificado que 43,77% destes buscaram consulta médica. Comparativamente ao Plano com o fator moderador de uso, no mesmo período o número de consultas atingiu consultas; o número de beneficiários foi de com uma relação de utilização de consultas da ordem de 24,64%. No Plano sem fator moderador de uso o custo das consultas médicas foi de R$ ,00 (um milhão seiscentos e setenta e quatro mil trezentos e nove reais) para uma receita total do Plano de R$ ,00 (cinco milhões trezentos e cinqüenta e três mil quinhentos e sessenta e um reais) representando um consumo de recursos financeiros da ordem de 31,27%; enquanto que no Plano com fator moderador de uso o custo das

5 consultas médicas foi de R$ ,00 (trezentos e sessenta e quatro mil novecentos e sessenta e sete reais) para uma receita total do Plano de R$ ,00 (um milhão oitocentos e sessenta e seis mil quatrocentos e setenta e quatro reais) representando um consumo de recursos financeiros da ordem de 19,55%. A análise estatística, utilizando o teste de proporção com aproximação à curva normal, para um p < 0,05, para ambas as situações entre Planos, percentagem de consultas e custo de consultas, foi encontrado significância estatística. A percentagem de consultas no Plano de Saúde com fator moderador de uso é menor do que a percentagem de consultas no Plano sem fator moderador de uso podendo caracterizar-se como um mecanismo de controle do número de consultas, além de significar o melhor aproveitamento das consultas quanto a real necessidade do segurado na busca à assistência médica. A constatação de um menor percentual (19,55%) de consumo da receita total do Plano com fator moderador de uso, em relação à (31,27%) do Plano sem o fator moderador de uso permite, também, constatar que seria viável o melhor aproveitamento do Plano com maior extensão à população quando o Plano de Saúde trabalhar com um fator moderador de uso. Os benefícios seriam assim ampliados de maneira significativa e seria possível exigir-se do médico um melhor cumprimento das normas internacionais e nacionais quanto ao tipo e tempo do atendimento e, a resolutividade do problema de saúde do segurado-paciente. No Plano sem fator moderador de uso se utilizado o valor médio das consultas, R$ 21,90 (vinte e um reais e noventa centavos) obtido no Plano com fator moderador de uso, o Plano poderia ter ofertado 66% mais de consultas aos seus beneficiários, atingindo consultas com o mesmo custo tido no atendimento de seus segurados (R$ ,00 hum milhão seiscentos e setenta e quatro mil trezentos e nove reais). CONCLUSÕES Há uma tendência ao aumento de consultas médicas quando o Plano de Saúde não contempla um fator moderador de uso. O custo das consultas médicas é significantemente maior nos Planos sem um fator moderador de uso, apesar de o número de benefícios médicos serem significantemente menores. O fator moderador de uso funciona como um mecanismo de controle do número de consultas médicas, podendo significar atenção médica de melhor qualidade. Os benefícios podem ser ampliados quanto a resolutividade dos casos.

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