ESCOLA DE MÚSICA E BELAS ARTES DO PARANÁ FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA PROGRAMA DE INICIAÇÃO A PESQUISA CIENTÍFICA KATHERINY MENDES BATISTA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESCOLA DE MÚSICA E BELAS ARTES DO PARANÁ FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA PROGRAMA DE INICIAÇÃO A PESQUISA CIENTÍFICA KATHERINY MENDES BATISTA"

Transcrição

1 ESCOLA DE MÚSICA E BELAS ARTES DO PARANÁ FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA PROGRAMA DE INICIAÇÃO A PESQUISA CIENTÍFICA KATHERINY MENDES BATISTA RETRATOS DO HÁBITO O CORPO COMO REPRESENTAÇÃO DO SUJEITO CURITIBA PR 2011

2 ESCOLA DE MÚSICA E BELAS ARTES DO PARANÁ FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA PROGRAMA DE INICIAÇÃO A PESQUISA CIENTÍFICA KATHERINY MENDES BATISTA RETRATOS DO HÁBITO O CORPO COMO REPRESENTAÇÃO DO SUJEITO Pesquisa apresentada ao Departamento de Artes Visuais da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, pelo programa de desenvolvimento à pesquisa científica da Fundação Araucária, sob a orientação da Profª. Drª. Bernadette Panek. CURITIBA-PR

3 SUMÁRIO Introdução Identificação de gênero feminino Símbolos no campo social e artístico Corpo como meio estruturante das ações vivenciadas Vídeo Arte Considerações Finais Referências Bibliográficas Anexos

4 Introdução A arte tem que ser uma ferramenta para conectar ou questionar ou criar consciência no público, como qualquer outra coisa. Marina Abramovic O interesse em estudar a manifestação do feminino no meu dia-a-dia e nas artes surgiu quando minha feminilidade foi questionada por não aderir a certos estereótipos do universo da mulher. Por meio do estudo social e comportamental do homem, considerando a teoria da coesão social de Durkhein, e da análise da obra de artistas contemporâneos como Louise Bourgeois, foi possível identificar quais são os símbolos de nossa sociedade ocidental que se relacionam com o feminino. Quais deles atuam no meu universo. E como através das mídias contemporâneas estes estereótipos interferem na percepção, concepção e construção do gênero feminino. No Capítulo I trato da identificação de gênero feminino por meio das ideias do sociólogo Durkhein e utilizo o trabalho de Louise Bourgeois para analisar o perfil da mulher contemporânea. No Capítulo II identifico quais símbolos no meio social e artístico estão relacionados ao universo da mulher e como estes símbolos interferem na construção do feminino. Utilizo as fotografias da artista Cindy Sherman como referencial. Em suas fotos ela questiona os ideais de beleza. No Capitulo III eu trato da relação entre o feminino, o corpo e a imagem. Descrevo a experiência de usar o corpo como um suporte, tanto na vídeo-arte como no trabalho fotográfico, a partir das relações que Lygia Clark estabelece entre o objeto e o corpo. No Capitulo IV eu descrevo os processos de desenvolvimento do vídeo. E no Capitulo V faço as considerações finais sobre minha experiência com a pesquisa, até que ponto pude desenvolvê-la e meus interesses futuros neste assunto. 4

5 1 Identificação de gênero feminino Você pode aguentar qualquer coisa, desde que a ponha no papel, tem de fazer para poder segurar. Louise Bourgeois Ao longo da pesquisa levanto uma série de reflexões sobre o meu posicionamento frente ao universo da mulher. Dessa forma interpreto as sensações que a figura masculina de meu pai manifesta na minha personalidade. Para mim, o corpo se tornou um universo que abriga e transmuta as sensações do meu dia-a-dia. Tais entendimentos só se tornaram possíveis, através do estudo do termo gênero. Considero a problemática de gênero pela perspectiva do sociólogo Émilie Durkheim, ( ). O qual é considerado um dos criadores da sociologia moderna e reconhecido teórico no conceito da coesão social. Na sociologia a coesão social é o estudo do desenvolvimento e comportamento do humano quando em sociedade. 1 Em sua teoria o sociólogo estabelece a existência de uma consciência individual. Ela é designada às emoções, às memórias e às ações que se limitam somente ao próprio bem estar do indivíduo, como se alimentar e vestir-se por exemplo. Durkheim também estabelece a existência de uma consciência que chama de coletiva. A qual significa a assimilação pelo indivíduo de uma série de normas, princípios morais, religiosos, éticos e de 1 DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico.sp, Ed. Martin Claret, 2002.Pg.91 5

6 comportamento, que permitem a conduta do indivíduo na sociedade. A essa série de princípios, Durkheim chamou de fatos sociais. Em minha pesquisa evidencio um dos fatos sociais, em que o sociólogo analisa as questões referentes à compreensão de gênero. Para Durkheim gênero é a diferença sexual entre os seres 2. Ele parte do princípio lógico de que o homem é o gênero masculino e a mulher é o gênero feminino. Esta pesquisa porém pretende tratar, a princípio, do feminino enquanto elemento que independe do sexo. Isto é, a identificação social de um feminino, através da compreensão de elementos visuais, como os tons de cor, que variam do azul ciano ao carmim, as formas que podem expressar delicadeza e as que possuem sinuosidades. Como também elementos sensitivos, como os gestos e as ações. Estes elementos podem se manifestar tanto no homem, quanto na mulher contribuindo na construção de uma identidade feminina. Considero o perfil da mulher contemporânea e sua repercussão nas artes plásticas fazendo uma análise dos trabalhos da artista Louise Bourgeois ( ), francesa radicada em Nova York. O modo como Louise exterioriza suas memórias serve como fundamentação para as discussões que serão levantadas referentes ao sujeito feminino e seu universo. O trabalho da artista reflete a densidade de suas emoções enquanto filha, mulher e artista. Sua obra fortemente autobiográfica segue pulsões que por vezes se confrontam, tais como a solidão, a família, o medo, a ternura, a proteção e a agressão. É na escultura que ela encontra um corpo para abrigar o seu sujeito. Em sua obra Ode à ma mère (1995), uma série de nove águas-fortes, a qual vem acompanhada de um texto, a artista desenvolve representações de aranhas. Em tal momento ela expressa as relações que estabelece entre a aranha e sua própria mãe: Minha melhor amiga era minha mãe. Ela era decidida, inteligente, paciente, tranquilizadora, racional, delicada, refinada, indispensável, ordenada e útil, como uma aranha 3. Além disso, Louise escreve sobre este aracnídeo como um símbolo supremo da infinidade da vida, que se renova constantemente. Assim como uma teia de aranha que é tecida pouco a pouco. Em entrevista ao Museu de Cincinnati (1997) 3, a artista fala sobre sua obra Maman (1999), uma aranha feita em bronze, de escala monumental. 2 DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico.sp, Ed. Martin Claret, 2002.Pg.10 3 Entrevista á Louise Bourgeois. Ohio: The fact Museum Cincinnati, 1997, s/n. 6

7 Mamam Louise Bourgeois - National Gallery of Canada, Revela assim, que sua escultura, transmite tanto a sensação de proteção e acolhimento quanto de ataque. Bourgeois acomoda sob algumas de suas Aranhas, uma estrutura feita de tela metálica e retalhos de tapeçaria antiga. Dentro dessa estrutura existe uma cadeira que está posicionada em abaixo do centro da aranha. Ao ver essa obra exposta no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (nov./2011), pude compreender a natureza das sensações que a artista procurou transmitir. Falo do acolhimento e o do ataque. A grade de metal que cerca a cadeira junto às tapeçarias, cria no espaço, um tempo de memórias. Creio que os retalhos de tapeçaria fazem menção a sua infância e família, afinal Louise morava com sua família no interior de Paris, onde possuíam uma oficina de restauração de tapetes que era gerenciada pela mãe. Seu pai, Louis Bourgeois passava mais tempo em Paris gerenciando a galeria de tapetes. Por meio da tela de metal, das tapeçarias, e do posicionamento da cadeira, Louise traz ao observador um sentimento de desconforto. As sensações de dor, de buscar as memórias, de transmitir a angustia e ao mesmo tempo a calma são recorrentes na obra. Em suas representações da aranha, Louise muitas vezes a trata como sendo sua própria mãe. A obra da Aranha, a qual tive a oportunidade de ver na exposição no MAM/RJ, associei ao texto de Bourgeois da obra Ode à ma mère, quando a artista trata da comparação entre a aranha e sua mãe e de suas próprias memórias. Nesse momento, percebi que a aranha abraça e protege a própria Louise por entre suas patas de mais de dois metros cada. A obra é perturbadora, aliás naquela cadeira a única pessoa que pode ali sentar é a própria artista. Na verdade, Bourgeois cria um ninho de proteção, tem a cadeira e a grade que separa a artista do mundo exterior, não basta apenas a grade de proteção ainda existe a aranha. 7

8 Em sua infância Louise teve de deixar o Lycée Fénelon, liceu de estudos, para ajudar na oficina de sua mãe, desenhando os tapetes e aprendendo a manusear a lã e os pigmentos. Só mais tarde ingressou na Sorbonne para realizar uma graduação em geometria e filosofia. Estes estudos influenciaram fortemente seu trabalho por toda a vida. Tanto através da geometria na construção e ordenação do espaço, como em seus estudos psicanalíticos. A artista expressa em sua obra o interesse por exorcizar suas memórias, emoções e pensamentos. A manifestação do masculino é muito recorrente em seu trabalho. Através de escritos e também nas esculturas com formas fálicas como Sleep 2, e Destruction of the Father Bourgeois trabalha intensamente por meio de metáforas a relação que existe entre ela e seu pai. Sleep II Louise Bourgeois Mam RJ 2011 Destruction of the Father Louise Bourgeois Mam-RJ 2011 Toda sua obra, como menciona em um de seus escritos psicanalíticos é um pedido de desculpas ao pai. 4 O medo do abandono e a rejeição pela figura masculina é uma presença constante. O Abandono ao qual ela mesma considera estar relacionado às frequentes ausências do pai, devido à guerra, ao trabalho e as amantes. Em um texto de seu diário ela se compara ao pai: Meu padrão de me apaixonar é o mesmo de meu pai em busca de compaixão. Em ambos os casos nos entregamos completamente, em ambos os casos é uma espécie de oração patética. E então tanto eu como meu pai nos sentimos rejeitados. Há um terrível sentimento de frustração e às vezes ódio. 5 Louise amava seu pai, e sentia culpa pelo sofrimento que ele causava a sua mãe. Não queria amar o homem que nunca estava presente. 4 BOURGEOIS, Louise. O Retorno do Desejo Proibido Escritos Psicanalíticos. SP, Instituto Othake, LB-0029 p.5 5 BOURGEOIS, Louise. O Retorno do Desejo Proibido Escritos Psicanalíticos. SP, Instituto Othake, LB-0450 p.29 8

9 Em meu trabalho também desenvolvo minha relação com a figura masculina paterna. A qual teve grande importância durante minha formação. Primeiramente na construção de um ideal feminino. E mais tarde na exigência em manter esse ideal. Como sempre, meu pai e eu fomos muito próximos, posso dizer que todos os questionamentos que uma menina tem na adolescência e pergunta à mãe, na minha vida foram respondidos por ele, meu pai. A figura de minha mãe sempre foi para mim a de uma pessoa forte e independente. No entanto ao se tratar de assuntos mais íntimos, eu sempre a vi como uma mulher recatada. Que preservava ao máximo sua integridade, e a pureza feminina. Meu pai era o homem, era o liberal, conversávamos de igual para igual, para mim ele parecia mais real do que ela. O divórcio de meus pais não prejudicou nossa relação. E assim eu cresci desenvolvendo pensamentos e valores muito próximos aos dele. Meu pai foi claro ao me dizer uma vez que enquanto mulher eu deveria seguir os seguintes valores: ser inteligente, culta, persistente, me dar ao respeito, ser forte e acreditar em mim. No entanto só mais tarde percebi que estes valores só lhe interessavam enquanto lhe convinha a minha dependência. No momento em que contrariei sua posição, e decidi ganhar autonomia nas minhas decisões, comecei a manifestar no modo de ser, vestir e falar, um perfil de mulher diferente do que ele esperava que eu fosse. Sua reação foi de desaprovação. Na verdade, avaliou minha feminilidade. Compreendi, nesse momento, que a imagem que meu corpo manifestou, projetou um estereótipo de sujeito. Esse fato gerou em mim o interesse pelo estudo de gênero, então procurei entender quais são esses símbolos conectados às questões do feminino e do masculino. E como se manifestam na construção de uma identidade feminina. Assim por meio da produção fotográfica e de um vídeo-experimental tenho a intenção de desconstruir essa identidade feminina. Desejo para mim, assim como Bourgeois deseja em sua obra, eliminar o supérfluo, a fim de estabelecer relações nítidas e fundamentais. Interpreto essa frase como sendo a busca em compreender a manifestação do meu feminino que independe de elementos externos para existir. Enquanto mulher eu compreendo que possuo a feminilidade no âmago interior. Porém é comum que as mulheres se esqueçam disso. E coloquem a feminilidade como dependente da existência de elementos externos, supérfluos. Digo, a mulher deve perceber que sem usar o salto alto, sem estar de saias, 9

10 mesmo sem cabelo, ainda é mulher. Acredito que essa compreensão de si, é o que estabelece as relações nítidas e fundamentais que Louise Bourgeois cita. No trabalho audiovisual utilizo filmagens antigas da minha família, situações como uma viagem no fim de semana, o meu aniversário de três anos, uma festa na escola. Essas imagens quando apresentadas não seguem uma linearidade. A intenção do vídeo é transportar quem o assiste para o meu universo pessoal onde memórias de família e ações do cotidiano atual se fundem na construção do meu sujeito. 2 Símbolos no campo social e artístico "Todos somos vulneráveis de alguma maneira, todos somos homem-mulher" Louise Bourgeois Sigo com a perspectiva da coesão social de Durkheim, cuja teoria trata do estudo comportamental do homem quando em sociedade. A teoria leva em consideração as questões políticas, sociais e econômicas da localidade onde o ser humano vive. Através de uma análise social busco identificar quais são os símbolos de nossa sociedade ocidental que se relacionam com o feminino, quais deles atuam no meu universo e como através das mídias contemporâneas eles interferem na percepção, concepção e construção do feminino. Através de uma análise da situação social da mulher ocidental, percebo que as mulheres hoje ocupam as mesmas funções dos homens. Mesmo não sendo remuneradas da mesma forma sustentam famílias sozinhas. Em comparação a décadas passadas, o número de mulheres que buscam sua independência aumentou. Possuem leis em sua defesa e lutam pelo respeito ao seu corpo. Diferente das gerações passadas onde a mulher não tinha voz e suas escolhas eram feitas primeiramente pelo pai e depois pelo marido. Algumas mulheres hoje se sentem preparadas para enfrentar o mundo sem que o homem as ajude. Essa força feminina se tornou clara para mim já na infância, quando meus pais se divorciaram. Eu continuei morando com minha mãe, que foi referência de proteção e determinação. Eu a via cuidando de mim e de minha irmã, da casa, das contas, trabalhando e ainda assim disposta a nos ver crescer. Eu a via como uma super-mulher que era capaz de tudo. Minha mãe até hoje é uma mulher vaidosa. Lembro-me de quando era mais nova, as 10

11 unhas dela sempre estavam impecáveis, variavam nas semanas, do rubi ao rosa claro. Também variava o tom do seu cabelo, que foi loiro, ruivo e castanho até ela se encontrar no tom natural. Recordo que quando eu era mais nova ela escova o meu cabelo antes de dormir para deixá-lo macio. No verão ela sempre estava de saia ou vestido estampado. Dizia-me para não ralar as pernas, para evitar cicatrizes. Até hoje ela é adepta aos hidratantes e filtros do sol e repete como em um mantra que eu devo proteger o rosto e as mãos do sol, pois as mãos revelam a idade da mulher. Neste universo social encontro a identidade feminina ocidental, que engloba diversos símbolos. Alguns deles são códigos visuais como a moda, as formas sinuosas, flexíveis, que se abrem criando um núcleo, as flores e os tons de cor que variam dos azuis aos vermelhos. Outros são símbolos sensíveis como a delicadeza, a sensualidade e a fragilidade. E também os objetos como o salto alto, a maquiagem e o soutien. Este perfil é destinado diretamente ao sujeito feminino. Frequentemente a mulher incorpora e reproduz estes símbolos como parte de sua identidade, sem questionar sobre a necessidade de tomar para si estes valores. Muitas aderem estas informações à sua imagem sem ter consciência do que eles representam. É comum apenas transportarem para suas vivências pessoais, o modelo que lhes é imposto socialmente, de como uma mulher deve parecer e se comportar. Certos padrões de comportamento ocidentais como sentar com as pernas cruzadas, não roer as unhas, manter os cabelos penteados, já estão implícitos no nosso inconsciente coletivo 6. Não são os gestos ou a forma como se apresenta que irão qualificar o sujeito enquanto sexo feminino. Outro referente para minha pesquisa são as fotografias da artista Cindy Sherman. A artista iniciou seu trabalho através do formato autorretrato. Ela é a modelo de suas imagens. Nas quais desenvolve temas como os papéis sexuais, a desmitologização do corpo, andrógina, os estereótipos sociais da mulher americana e os ideais de beleza. Assim como Sherman também uso meu corpo como modelo para a realização das fotografias. No momento que me aproprio destes elementos, diferente da artista não perco a identidade pessoal, ou seja, meu trabalho é realmente autobiográfico. Os símbolos escolhidos por mim para o trabalho fotográfico são o sapato de salto alto, os seios e a imagem da mulher na publicidade. 6 DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico.sp, Ed. Martin Claret, p.10 11

12 Untitled Film Still 6 Cindy Sherman- Na série Untitled Film Stills 1977, Cindy Sherman representa e questiona, em forma de autorretrato, ícones da feminilidade construídos ao longo dos anos pelo cinema e pela televisão. Os estereótipos variam desde a jovem estudante à prostituta. Em suas fotos a artista não está presente propriamente, ou seja, ela apenas representa um personagem, como afirma em entrevista ao New York Times : Eu estou anônima em meu trabalho. Quando olho para as imagens, eu nunca me vejo, elas não são autorretratos meus. 7 Como já foi dito anteriormente, ao contrário da artista eu me identifico nas fotos que faço. Não posso anular minha identidade nas imagens, pois meu trabalho é pessoal. Exponho minhas próprias reflexões sobre o feminino, minhas interpretações dos objetos e símbolos escolhidos. Trato de minhas vivências familiares. Utilizo meu próprio corpo como modelo para a execução das fotografias. Meu corpo representa meu universo, que abriga e transmuta as sensações do meu dia-a-dia. A decisão em usar meu corpo como suporte individualiza minha experiência existencial. Origina-se do meu desejo em exteriorizar as memórias e questionamentos que compõem minha identidade feminina. Em meu trabalho fotográfico, me caracterizo de maneira próxima a uma modelo de revista. Durante a realização das fotos para o trabalho aproprio-me dos padrões de beleza da mídia, maquiagem e cabelo. Aliás, faço questão de intensificar a ação da maquiagem e cabelo. 7 Entrevista ao jornal New York Times, 01/02/1990, A Portraitist s Through Art History. 12

13 Série Retratos do Habito Katheriny Batista 2011 Perfil Estes elementos devem ser percebidos pelo observador, desejo que esse excesso fique aparente, pois acredito que dessa maneira quem vê a fotografia pode perceber como os efeitos de maquiagem se manifestam no corpo. É comum a mulher ser representada na mídia com feição sensual, mãos no cabelo ou na boca, feição nostálgica olhando para o lado e para cima, ou incrivelmente feliz, exibindo o sorriso perfeito. Eu desqualifico as expressões habituais. Assim ao posar para as fotos uso um adaptador bucal que força o sorriso e deforma a expressão. O adaptador não permite o movimento com a boca, a saliva escorre, os dentes e a gengiva estão expostos mostrando o corpo além da superfície maquiada. As sensações transmitidas são as de sofrimento, submissão a estes padrões e repúdio para quem as observa. Todos os símbolos da beleza estão aplicados no corpo. Porque ele não consegue ser belo? Na foto em que uso o adaptador bucal minha intenção é a de questionar nossos ideais de beleza. O sorriso quando levado aos seus extremos, assusta. A feiura é manipulada através da alteração da expressão pelo uso do adaptador. Série Retratos do Habito Katheriny Batista 2011 Imagem da mulher na publicidade Desejo que este choque questione o observador sobre as relações que nossa sociedade afirma entre o belo e o feio. Nesta pesquisa eu coloco o meu corpo como suporte na atuação destes símbolos, que operam na representação do sujeito feminino. Minhas indagações frente ao modelo criado e imposto pelas mídias de comunicação como a 13

14 televisão, os filmes, as revistas, originou-se quando minha feminilidade, de uma mulher real foi comparada a este padrão artificial. A intenção, dos questionamentos de meu pai, era a de reformular o meu entendimento sobre o feminino. Houve situações em que ele analisou, a roupa, os sapatos, o cabelo e me disse que eu não parecia uma mulher. Questionou-me do porque não estar de saia, do porque não usar salto alto, do porque não estar de brincos. E me pediu uma justificativa. Acredito que estas convenções sociais sobre o feminino, não respeitam a integridade da mulher, pois a maioria das mulheres sofre ao tentar cumpri-las. Como mulher eu me sinto exposta e atacada em todas as minhas complexidades físicas e morais ao simples ato de sair de casa. Quando as mulheres se expõem ao convívio social tem suas expressões e vontades reprimidas. Por todos os meios recebem estímulos sobre como devem parecer e agir. A mulher sofre, pois não é incentivada a aceitar sua beleza natural, o seu ser feminino. Ela se torna escrava de si, buscando uma perfeição inalcançável. As reflexões que surgem frente aos questionamentos de meu pai, são necessárias para encontrar um feminino cuja existência independe da relação objeto-imagem. Sendo objeto um elemento externo, um adereço que a mulher decide colocar em seu corpo, e a imagem é oque este corpo projeta no espaço. Acredito que a beleza e a feminilidade da mulher se manifestam no espaço por si só, não devem estar relacionadas à necessidade de sobrepor ao corpo brincos, maquiagens e acessórios. Falo de um feminino enquanto essência. 8 No vídeo, eu me aproprio de cenas de desfiles retirados da internet que mostram a reprodução de um padrão de beleza e também cenas de comerciais antigos como o Meu primeiro soutien da Valisére. Marca a qual considero ser um símbolo da sensualidade feminina. Tal comercial valoriza o momento de passagem da puberdade, quando a menina ganha seu primeiro soutien de presente do pai. A propaganda enfatiza a importância deste objeto. A partir desse comercial o símbolo dos seios é trabalhado na fotografia que produzo. Na imagem tenho os seios comprimidos por faixas de atadura, e no vídeo registro esta ação. 8 BUARQUE, Aurélio. Dicionário Aurélio. SP, Positivo,2010. p s.f. É o que constitui a natureza de um ser, de uma de uma coisa, natureza divina.filosofia. Natureza ideal de um ser: para o existencialismo, a existência precede à essência. 14

15 Série Retratos do Hábito Katheriny Batista 2011 Seios Mesmo quando me aproprio de trechos de comerciais o faço na intenção de transportar o público para o meu campo íntimo. Acredito que a identificação do observador com essas imagens, que já caíram em domínio público, podem trazer à aproximação entre tal universo e o que discuto na obra. A familiaridade que proponho através das imagens de comerciais e filmes pode aproximar quem as assiste de meu trabalho. O observador reconhece, toma para si e obtém o percebimento das situações que exponho sobre o feminino. Afinal compreendo que os mesmos assuntos com que lido nesta pesquisa podem ser temas de reflexão para outras pessoas. A partir destes aspectos, social, familiar e pessoal, desejo compreender como o feminino se expressa no dia-a-dia e nas artes. Para que consiga identificar estes códigos implícitos no modo como penso e ajo. E assim questionar através de meu trabalho artístico, este universo associado à mulher. Parto da compreensão das subjetividades existentes entre o feminino, o corpo e a imagem que este representa. Através de produção fotográfica e de um vídeoexperimental tenho a intenção de desconstruir essa identidade feminina. 3 - Corpo como meio estruturante das ações vivenciadas Nós somos os propositores: Nós somos o molde, cabe a você soprar dentro dele o sentido da nossa existência. Lygia Clark Eu acredito que cada pessoa deve ter plena consciência e percebimento do que é, e de suas próprias ações. Para que consequentemente, também tenha consciência do que representa 15

16 no espaço. Isto é, tenha consciência da imagem que representa. Durante a produção fotográfica fiz algumas cenas que aparecem no vídeo. Elas são o registro da minha vivência com os símbolos que escolhi. São eles, o salto alto, os seios e a imagem da mulher na publicidade. Ao escolher me apropriar de um destes símbolos, os qualifico junto ao corpo. Assim, altero o modo como meu corpo se projeta no espaço, e consequentemente as interpretações que provém desta nova imagem criada. Durante a construção das imagens estabeleci que o foco seria transmitir a experiência entre o corpo e o objeto. A relação entre corpo e objeto fica clara quando trabalho o símbolo do salto alto. Na fotografia meus pés estão em primeiro plano. Um deles veste um laço de fita rosa. O laço remete aos arranjos de um sapato, e traz a sensação de delicadeza e sensualidade. Os calcanhares estão apoiados sobre a ponta de um prego que representa o salto alto. Trata-se de sacrifício. Trata-se da tortura consentida. As sensações da dor, do desconforto na posição dos pés, da imposição social e do sofrimento pela beleza estão projetadas na fotografia. Imóvel. Série Retratos do Habito Katheriny Batista 2011 Salto Alto Nesta imagem, o corpo está preso ao objeto. A ponta do prego está comprimida contra os calcanhares. É como se ele entrasse nos pés tornando o corpo tragicamente imóvel. O delicado e o abrasivo se contrapõem. Estas noções transportam-se da plasticidade da fotografia para a realidade do cotidiano feminino. Esse ato de desapego aos estereótipos e costumes socialmente impostos e transmitidos de geração a geração, é um desafio para mim. Pois considero que ainda hoje vivemos em um mundo onde o pensamento masculino a saber, da inferioridade da mulher prevalece. A mulher está sujeita às imposições, mesmo que sutis, de nossa sociedade patriarcal. Seja por meio de uma capa de revista feminina, onde é comum a imagem da mulher estar vinculada ao estereótipo magro aliado à expressão de felicidade. Ou em comerciais publicitários, percebo a abordagem destes veículos de comunicação na indução do meu ser, sentir e agir. Busco me desapegar 16

17 destes costumes, pois não desejo me sentir feminina somente quando possuo ou ajo conforme estes estereótipos. No âmago artístico também estão presentes os elementos que expressam a relação entre o feminino, o corpo e a imagem. A obra da artista Lygia Clark ( ) rompeu com o espaço bidimensional do quadro, aboliu a moldura e se aproximou mais do mundo em terceira dimensão. Seus trabalhos, em maioria interagem com o público. Eles tratam do corpo como meio estruturante das ações vivenciadas. 9 O Objeto não esta mais fora do corpo, mas sim é o próprio corpo. Em sua obra, que pertence a uma série Roupa-Corpo- Roupa: O Eu e o Tu 1967, Lygia Clark desenvolve a temática da dessexualização por meio da figura simbólica de dois corpos que vestem macacões e possuem capacetes. É impossível identificar o sexo das pessoas, exceto por elementos vermelhos em um deles, que tende a ser o da mulher. Roupa-Corpo- Roupa: O Eu e o Tu Lygia Clark- Assim, o homem e a mulher interagem através do toque por meio de aberturas nas roupas, idealizadas pela artista. Ela desnaturaliza o corpo ligado ao sexo em sua instalação Roupa Corpo: o Eu e o Tu A sensação de dessexualização é evidente. Ambos têm bolsos e cavidades com fechos. Usam capacetes que escondem os rostos. Esses elementos, o azul e o azul com vermelho se tateiam, se reconhecem. Encontram os bolsos e estendem-se às cavidades do outro, trocam suas sensações como se aos poucos se tornassem um só. Ambos estão conectados por um tubo /06/2011 às 22:00 p.m 17

18 Este tubo permite que se escute a respiração do outro. No trabalho áudio-visual faço menção a esta obra. Utilizo as cores. O vermelho é utilizado como filtro sobre a imagem do perfil de um rosto masculino. O azul respectivamente para o perfil do rosto feminino. As imagens estão sobrepostas. Ocupam o mesmo lugar no espaço e em alguns momentos um perfil se manifesta mais que o outro. Assim no vídeo, esta sobreposição da cabeça masculina com a feminina traz também uma aproximação. No trabalho de Louise também encontro a personificação do masculino e do feminino. O Ativo e o passivo. O destrutivo e o sedutor. 10 Sua escultura Femme Couteau 1969 é feita em mármore rosa. A forma sinuosa remete à sensação de leveza, e de delicadeza. Bem como a fusão do masculino e do feminino. Por sua gestualidade, assemelha-se a forma de uma faca. Na Femme Couteau, como Louise Bouegeois diz em entrevista a revista New York 1974, A mulher se torna uma lâmina, ela está na defensiva. Ela se identifica com o pênis para se defender. 11 A curva e a ponta colocadas em extremidades opostas do mármore, representam como diria ela: a polaridade das mulheres. Também na escultura a simbologia da forma fálica se confunde com um volume de quadril. A mulher transformase em uma faca, na defensiva. Bourgeois justifica afirmando que a mulher no início de sua vida sexual se sente vulnerável, tem medo de ser machucada pelo pênis, então se apropria dele para se sentir segura. É sobre vulnerabilidade e proteção. Desde cedo fui acostumada com um mundo masculino, fui acostumada a perceber o feminino em pequenos gestos, e também seu lado misterioso, o masculino BOURGEOIS, Louise. Reconstrução do pai destruição do pai. SP, Cosa&Naify Edições, p BOURGEOIS, Louise. Reconstrução do pai destruição do pai. SP, Cosa&Naify Edições, p BOURGEOIS, Louise. Reconstrução do pai destruição do pai. SP, Cosa&Naify Edições, p

19 Femme Couteau ( 1969 ) Louise Bourgeois Destruição do Pai Reconstrução do Pai 4 Vídeo Arte Os homens olham as mulheres. O fiscal que existe dentro da mulher é masculino: a fiscalizada, feminino. Desse modo, ela vira um objeto - e mais particularmente um objeto da visão: um panorama Cindy Sherman Durante a pesquisa teórica pude esclarecer e aprofundar meus conhecimentos referentes as questões do gênero e do universo feminino. Tomar para si essas questões que habitam o espaço social e das artes, vivencia-los e experimenta-los, tendo meu corpo como objeto participativo da obra ilustra minha intenção de usar essa temática como ferramenta para o entendimento das verdades pessoais que foram levantadas ao longo da pesquisa. As percepções e entendimentos que venho construindo durante a pesquisa manifestam-se também por meio da vídeo-arte. Utilizei este veículo, pois acredito que me permite expressar com maior clareza os pensamentos, as memórias, as ações, e os sentimentos frente a este tema. Escolhi o título O corpo como representação do sujeito, pois essa foi a metodologia que utilizei durante as filmagens. Apropriei-me do meu corpo como um suporte na atuação dos símbolos. Bem como me apropriei de sujeitos imaginários. Personagens de comerciais e modelos de desfiles. Com a intensão de atuarem na representação do sujeito feminino. No vídeo, tanto trechos de comerciais antigos, como filmagens antigas da família, compõem juntas a representação do meu universo. Desejo que o observador compartilhe de meus pensamentos e se identifique com as questões que levanto sobre o feminino e seu universo. O vídeo foi feito em etapas. Desde a identificação dos elementos presentes em meu cotidiano que se relacionam com o feminino, a experimentação destes, a compreensão de 19

20 seus valores. Até a discussão sobre o gênero. Expresso em imagens meu processo íntimo de reformulação da identidade feminina. Durante este trabalho procurei compreender a simbologia do feminino para não utiliza-la sem consciência desse ato. Busquei me tornar uma mulher mais livre. 5- Considerações Finais Durante este ano de pesquisa pude esclarecer e a profundar minha compreensão sobre a manifestação do feminino, no campo social e das artes. Também pude conhecer com maior propriedade a vida e obra das artistas Louise Bourgeois, Lygia Clark, Cindy Sherman e Marina Abramovich. O que com toda certeza fortalece o desenvolvimento de minha pesquisa pessoal. Percebi como essas artistas trabalham temas que muitas vezes se assemelham, como o corpo, o feminino, o objeto e o intimo nas mais diferentes áreas. Essa percepção ampliou minha visão das possibilidades em transpor meus pensamentos do âmbito das ideias e reflexões para o âmbito material e plástico. Minha experiência em desenvolver um trabalho autobiográfico e expressa-lo em diferentes meios, da fotografia e da vídeo-art, me fez repensar sobre o modo como lido com as minhas relações familiares, o modo como me relaciono com o meu feminino, e sua manifestação no espaço. O fato de usar o meu corpo como um suporte nessa experiência ampliou minha percepção dos gestos e ações e me proporcionou perceber o corpo como um universo que abriga minhas reflexões, emoções e ações. Sinto-me um mulher mais consciente de minha manifestação no espaço, sou uma mulher mais livre. Tenho a intenção de continuar a pesquisa explorando mais o corpo no trabalho autobiográfico, penso em futuramente contemplar nos estudos de gênero, o masculino. 20

21 Referências Bibliográficas Entrevista á Louise Bourgeois. Ohio: The factmuseum Cincinnati, 1997, s/n. BOURGEOIS, Louise. Reconstrução do pai Destruição do pai. SP, Cosa&Naify Edições, BIDEGAIN, A. M. (Org.) Mulheres: autonomia e controle religioso na América Latina. Petrópolis: Vozes/Cehila, Texto: MAPA SOLTO, Profa. Dra. Ana Cristina de Rezende Chiara (UERJ) Texto: A PROJEÇÃO DO CORPO NO CONTEXTO DA OBRA - UMA REFLEXÃO A PARTIR DA INSTALAÇÃO A CASA É O CORPO DE LYGIA CLARK, Dione Veiga Vieira Webgrafia html 21

22 Anexos Mamam ( ) Louise Bourgeois - National Gallery of Canada, Série Retratos do Habito Katheriny Batista 2011 Salto Alto Série Retratos do Habito Katheriny Batista 2011 Salto Alto publicidade Série Retratos do Habito Katheriny Batista 2011 Imagem da mulher na 22

23 publicidade Série Retratos do Habito Katheriny Batista 2011 Imagem da mulher na Série Retratos do Habito Katheriny Batista 2011 Seios Série Retratos do Habito Katheriny Batista 2011 Perfil Série Retratos do Habito Katheriny Batista 2011 Perfil 23

24 Série Retratos do Habito Katheriny Batista 2011 Perfil 24

Questões de gênero. Masculino e Feminino

Questões de gênero. Masculino e Feminino 36 Questões de gênero Masculino e Feminino Pepeu Gomes Composição: Baby Consuelo, Didi Gomes e Pepeu Gomes Ôu! Ôu! Ser um homem feminino Não fere o meu lado masculino Se Deus é menina e menino Sou Masculino

Leia mais

TEATRO DE MARIONETES DE PAUL KLEE E A PRODUÇÃO DE BONECOS.

TEATRO DE MARIONETES DE PAUL KLEE E A PRODUÇÃO DE BONECOS. TEATRO DE MARIONETES DE PAUL KLEE E A PRODUÇÃO DE BONECOS. Amanda Cristina de Sousa amandita_badiana@hotmail.com E.M. Freitas Azevedo Comunicação Relato de Experiência Resumo: O presente relato trata da

Leia mais

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS 13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS A importância da formação pessoal e social da criança para o seu desenvolvimento integral e para a

Leia mais

Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior

Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior C omo este é o mês das crianças, decidi propor para aqueles que estão em busca de autoconhecimento, alguns exercícios que ajudam a entrar

Leia mais

AS TRÊS EXPERIÊNCIAS

AS TRÊS EXPERIÊNCIAS Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 8 Ọ ANO EM 2014 Disciplina: PoRTUGUÊs Prova: desafio nota: Texto para as questões de 1 a 7. AS TRÊS EXPERIÊNCIAS Há três coisas para

Leia mais

** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança e não pode ser copiado ou reproduzido sem a autorização prévia.

** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança e não pode ser copiado ou reproduzido sem a autorização prévia. * Este texto corresponde à visão da autora Marcia Dib e todas as informações aqui contidas são de inteira responsabilidade da autora. ** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança

Leia mais

1 O que é terapia sexual

1 O que é terapia sexual 1 O que é terapia sexual Problemas, das mais diversas causas, estão sempre nos desafiando, dificultando o nosso diaa-dia. A vida é assim, um permanente enfrentamento de problemas. Mas existem alguns que

Leia mais

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 8 Fator emocional O projeto comum de ter filhos, construir a própria família, constitui um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher. A maternidade e a paternidade

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

Atividade: Leitura e interpretação de texto. Português- 8º ano professora: Silvia Zanutto

Atividade: Leitura e interpretação de texto. Português- 8º ano professora: Silvia Zanutto Atividade: Leitura e interpretação de texto Português- 8º ano professora: Silvia Zanutto Orientações: 1- Leia o texto atentamente. Busque o significado das palavras desconhecidas no dicionário. Escreva

Leia mais

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA DESENGANO FADE IN: CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA Celular modelo jovial e colorido, escovas, batons e objetos para prender os cabelos sobre móvel de madeira. A GAROTA tem 19 anos, magra, não

Leia mais

TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2

TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2 1 EFEITOS TERAPÊUTICOS DA COLAGEM EM ARTETERAPIA NAS TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2 Palavras-chave: Arteterapia, Enfermagem psiquiátrica, Toxicomania, Cuidar em

Leia mais

A LIBERDADE COMO POSSÍVEL CAMINHO PARA A FELICIDADE

A LIBERDADE COMO POSSÍVEL CAMINHO PARA A FELICIDADE Aline Trindade A LIBERDADE COMO POSSÍVEL CAMINHO PARA A FELICIDADE Introdução Existem várias maneiras e formas de se dizer sobre a felicidade. De quando você nasce até cerca dos dois anos de idade, essa

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 5

Transcrição de Entrevista nº 5 Transcrição de Entrevista nº 5 E Entrevistador E5 Entrevistado 5 Sexo Feminino Idade 31 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008

Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008 Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008 Seção: Entrevista Pág.: www.catho.com.br SABIN: A MELHOR EMPRESA DO BRASIL PARA MULHERES Viviane Macedo Uma empresa feita sob medida para mulheres. Assim

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

Histórico do livro Menino brinca de boneca?

Histórico do livro Menino brinca de boneca? Histórico do livro Menino brinca de boneca? Menino brinca de boneca? foi lançado em 1990, com grande aceitação de público e crítica, e vem sendo referência de trabalho para profissionais, universidades,

Leia mais

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um.

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um. coleção Conversas #10 - junho 2014 - Eu sou Estou garoto num de programa. caminho errado? Respostas para algumas perguntas que podem estar sendo feitas Garoto de Programa por um. A Coleção CONVERSAS da

Leia mais

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997.

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. 017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. Acordei hoje como sempre, antes do despertador tocar, já era rotina. Ao levantar pude sentir o peso de meu corpo, parecia uma pedra. Fui andando devagar até o banheiro.

Leia mais

MULHERES QUE AMAM DE MAIS

MULHERES QUE AMAM DE MAIS ROBIN NORWOOD MULHERES QUE AMAM DE MAIS Tradução de Isabel Alves k Índice Agradecimentos........................................ 9 Prefácio............................................... 11 Introdução............................................

Leia mais

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens Disponível no site Esoterikha.com: http://bit.ly/dinamicas-para-jovens Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos As dinâmicas de grupo já fazem parte do cotidiano empresarial,

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA

SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA Por Marcos Ribeiro* Um pouco dessa história começa por volta dos 10/12 anos, quando meninos e meninas começam a sofrer as primeiras transformações físicas,

Leia mais

5 Passos para vender mais com o Instagram

5 Passos para vender mais com o Instagram 5 Passos para vender mais com o Instagram Guia para iniciantes melhorarem suas estratégias ÍNDICE 1. Introdução 2. O Comportamento das pessoas na internet 3. Passo 1: Tenha um objetivo 4. Passo 2: Defina

Leia mais

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias Lucas Zanella Collin Carter & A Civilização Sem Memórias Sumário O primeiro aviso...5 Se você pensa que esse livro é uma obra de ficção como outra qualquer, você está enganado, isso não é uma ficção. Não

Leia mais

O discurso de mídia em relação a mulher 1

O discurso de mídia em relação a mulher 1 O discurso de mídia em relação a mulher 1 GLÁUCIA PEREIRA DE SOUZA UNIVERSIDADE CATOLICA DE BRASILIA O objetivo desta comunicação é fazer uma primeira discussão sobre o discurso da mídia em relação à mulher,

Leia mais

A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL

A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL JOÃO GOULART INTRODUÇÃO A arte apresenta uma forma de

Leia mais

Ciclos educativos. Desenvolvimento Humano

Ciclos educativos. Desenvolvimento Humano Estágios; Processo; Desenvolvimento; Conhecimento; Experiência cultural; Múltiplas inteligências; Aprendizagem; Educação; Desenvolvimento Humano Ciclos educativos Infantil; Fundamental; Fund. I e II Médio;

Leia mais

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas Manual de Aplicação do Jogo da Escolha Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas 1 1. Como o jogo foi elaborado O Jogo da Escolha foi elaborado em 1999 pelo Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas

Leia mais

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 QUESTÃO 01 Arte abstrata é uma arte: a) que tem a intenção de representar figuras geométricas. b) que não pretende representar figuras ou objetos como realmente são. c) sequencial, como, por exemplo, a

Leia mais

TRILHEIROS QUE BUSCAM ENSINAGEM NA MODA. Rogério Justino FLORI fotoflori@gmail.com Faculdade de Artes Visuais - Universidade Federal de Goiás

TRILHEIROS QUE BUSCAM ENSINAGEM NA MODA. Rogério Justino FLORI fotoflori@gmail.com Faculdade de Artes Visuais - Universidade Federal de Goiás TRILHEIROS QUE BUSCAM ENSINAGEM NA MODA Rogério Justino FLORI fotoflori@gmail.com Faculdade de Artes Visuais - Universidade Federal de Goiás Irene TOURINHO irenetourinho@yahoo.es Faculdade de Artes Visuais

Leia mais

O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO. Reflexões sobre as dimensões teórico-metodológicas da educação profissional

O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO. Reflexões sobre as dimensões teórico-metodológicas da educação profissional O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO Reflexões sobre as dimensões teórico-metodológicas da educação profissional O louco No pátio de um manicômio encontrei um jovem com rosto pálido, bonito e transtornado.

Leia mais

Culturas e Imagens IMAGENS E REALIDADE. Alice Casimiro Lopes. Pinto o que sei, não o que vejo. [PABLO PICASSO]

Culturas e Imagens IMAGENS E REALIDADE. Alice Casimiro Lopes. Pinto o que sei, não o que vejo. [PABLO PICASSO] Culturas e Imagens IMAGENS E REALIDADE Alice Casimiro Lopes Pinto o que sei, não o que vejo. [PABLO PICASSO] Claude Monet, Impressão, sol nascente, Museu Marmottan, Paris Joan Miró, Noturno, coleção privada.

Leia mais

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado.

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado. 1 O que é Ética? Definição de Ética O termo ética, deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade.

Leia mais

Estudo de Caso na Abordagem do Psicodrama

Estudo de Caso na Abordagem do Psicodrama Estudo de Caso na Abordagem do Psicodrama Júlia Linéia Schapuiz Acadêmica e Estagiária de Psicologia Ms. Evandir Bueno Barasuol Professora e Orientadora O presente estudo trata-se de um caso clínico do

Leia mais

Prefácio... 9. A mulher do pai... 14. A mulher do pai faz parte da família?... 17. A mulher do pai é parente?... 29. Visita ou da casa?...

Prefácio... 9. A mulher do pai... 14. A mulher do pai faz parte da família?... 17. A mulher do pai é parente?... 29. Visita ou da casa?... Sumário Prefácio... 9 A mulher do pai... 14 A mulher do pai faz parte da família?... 17 A mulher do pai é parente?... 29 Visita ou da casa?... 37 A mulher do pai é madrasta?... 43 Relação civilizada?...

Leia mais

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak Entrevista com Ezequiel Quem é você? Meu nome é Ezequiel, sou natural do Rio de Janeiro, tenho 38 anos, fui

Leia mais

O Trabalho de Família de Origem

O Trabalho de Família de Origem O Trabalho de Família de Origem Autora: Vânia Bastos Fonseca de Castilho CEFAC 1994 A vida da Família de origem é uma experiência poderosa para todas as pessoas e seu impacto não fica restrito à infância.

Leia mais

OLHAR GLOBAL. Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas. A poeira do. renascimento. Fotografe Melhor n o 207

OLHAR GLOBAL. Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas. A poeira do. renascimento. Fotografe Melhor n o 207 OLHAR GLOBAL Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas A poeira do renascimento 36 Fotografe Melhor n o 207 Olivier convida pessoas que encontra na rua ou na internet para posarem

Leia mais

ACENDA O OTIMISMO EM SUA VIDA. Quiz Descubra Se Você é uma Pessoa Otimista

ACENDA O OTIMISMO EM SUA VIDA. Quiz Descubra Se Você é uma Pessoa Otimista ACENDA O OTIMISMO EM SUA VIDA Quiz Descubra Se Você é uma Pessoa Otimista Uma longa viagem começa com um único passo. - Lao-Tsé Ser Otimista não é uma tarefa fácil hoje em dia, apesar de contarmos hoje

Leia mais

ulher não fala muito Mulher pensa alto

ulher não fala muito Mulher pensa alto ulher não fala muito Mulher pensa alto bla bla PROF. GRETZ Mulher não fala muito. Mulher pensa alto. Reflexões bem humoradas para uma ótima vida a dois Florianópolis 2014 1. Silêncio 7 2. Percepção 13

Leia mais

O começo na Educação Infantil

O começo na Educação Infantil O começo na Educação Infantil Ao entrar na pré-escola, a criança vive um momento delicado, pois tem que aprender, de uma só vez, a afastar-se do convívio familiar e a criar novas relações afetivas. A emoção

Leia mais

ESTILO E IDENTIDADE. Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO

ESTILO E IDENTIDADE. Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO ESTILO E IDENTIDADE Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO Introdução Por milhares de anos, foi possível concordar que a mais importante linguagem do homem

Leia mais

Instituto Mundo Melhor 2013. A Educação para a Paz como caminho da infância

Instituto Mundo Melhor 2013. A Educação para a Paz como caminho da infância Instituto Mundo Melhor 2013 por um MUNDO MELHOR A Educação para a Paz como caminho da infância PROJETO O PROGRAMA INFÂNCIA MUNDO MELHOR O Projeto Infância Mundo Melhor investe na capacitação e na formação

Leia mais

Projeto Internos: a fotografia no hospital

Projeto Internos: a fotografia no hospital CRIAÇÃO Projeto Internos: a fotografia no hospital Haná Vaisman É impossível ficar três meses lidando com uma pessoa todo dia e falar que ela é só paciente e você só médico. Você acaba tendo preocupações

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

Mulher do Futuro. Construindo um Projeto de Vida Integral. Por Maju Canzi Limiyarti www.mulherintegral.com

Mulher do Futuro. Construindo um Projeto de Vida Integral. Por Maju Canzi Limiyarti www.mulherintegral.com Mulher do Futuro Construindo um Projeto de Vida Integral Por Maju Canzi Limiyarti www.mulherintegral.com Mulher do Futuro Construindo um Projeto de Vida Integral Sobre a Autora Maju Canzi Limiyarti é Coach

Leia mais

Superando Seus Limites

Superando Seus Limites Superando Seus Limites Como Explorar seu Potencial para ter mais Resultados Minicurso Parte VI A fonte do sucesso ou fracasso: Valores e Crenças (continuação) Página 2 de 16 PARTE 5.2 Crenças e regras!

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

Zelo. A Regra de Ouro. Por que ser zeloso? Parceiros atingidos. Zelo - SIM. Zelo - NÃO

Zelo. A Regra de Ouro. Por que ser zeloso? Parceiros atingidos. Zelo - SIM. Zelo - NÃO Exercitando o Caráter 6 a 9 anos Zelo O zelo, ou cuidado, é uma qualidade típica das pessoas de bom caráter. A pessoa zelosa tem cuidado para não prejudicar as outras pessoas e demais seres vivos, nem

Leia mais

3. Meu parceiro poderia ficar chateado se soubesse sobre algumas coisas que tenho feito com outras pessoas.

3. Meu parceiro poderia ficar chateado se soubesse sobre algumas coisas que tenho feito com outras pessoas. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA NÚCLEO DE ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Caro(a) participante: Esta é uma pesquisa do Departamento de Psicologia da Universidade Federal do Paraná e

Leia mais

Apresentando Émile Durkheim (pág 25)

Apresentando Émile Durkheim (pág 25) Apresentando Émile Durkheim (pág 25) Émile Durkheim nasceu em Épinal, França, em 1858, e morreu em Paris em novembro de 1917. Foi influenciado pelo positivismo de Auguste Comte, considerado o pai da Sociologia

Leia mais

Institucional. Realização. Patrocínio. Parceria

Institucional. Realização. Patrocínio. Parceria Relatório Fotográfico Março, Abril e Maio de 2009 Institucional Realização Patrocínio Parceria Introdução Existe uma grande diferença entre as águas do mar e o azul das ondas. A água é concreta, objetiva,

Leia mais

Desenvolvimento sustentável: o que é e como alcançar? 1. Marina Silva 2

Desenvolvimento sustentável: o que é e como alcançar? 1. Marina Silva 2 Desenvolvimento sustentável: o que é e como alcançar? 1 Boa tarde a todos e a todas! Marina Silva 2 Quero dizer que é motivo de muita satisfação participar de eventos como esse porque estamos aqui para

Leia mais

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 Nathália Sene GARIERI/ Licenciada em História Aline Rafaela Portílio LEMES Aline Aparecida SILVA Samuel Douglas Farias COSTA RESUMO A propaganda ocupa um largo

Leia mais

Lembro de uma cena em especial, no Hospital Psiquiátrico Cyro Martins, que muito

Lembro de uma cena em especial, no Hospital Psiquiátrico Cyro Martins, que muito UM TÊNUE LIMIAR... 1 Graciella Leus Tomé Lembro de uma cena em especial, no Hospital Psiquiátrico Cyro Martins, que muito me chocou. Foi a internação de uma jovem senhora, mãe, casada, profissão estável,

Leia mais

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência 43 5 ADOLESCÊNCIA O termo adolescência, tão utilizado pelas classes médias e altas, não costumam fazer parte do vocabulário das mulheres entrevistadas. Seu emprego ocorre mais entre aquelas que por trabalhar

Leia mais

Competências avaliadas pela ICF

Competências avaliadas pela ICF Competências avaliadas pela ICF ð Estabelecendo a Base: 1. Atendendo as Orientações Éticas e aos Padrões Profissionais Compreensão da ética e dos padrões do Coaching e capacidade de aplicá- los adequadamente

Leia mais

Mediação: processo comunicacional não violento

Mediação: processo comunicacional não violento Mediação: processo comunicacional não violento Desde que comecei a escrever nessa coluna, preocupo-me em deixar muito claro do que se trata a mediação. Assim, a mediação é um processo conversacional pacífico,

Leia mais

Quem tem boca vai a Roma

Quem tem boca vai a Roma Quem tem boca vai a Roma AUUL AL A MÓDULO 14 Um indivíduo que parece desorientado e não consegue encontrar o prédio que procura, aproxima-se de outro com um papel na mão: - Por favor, poderia me informar

Leia mais

Principais Sociólogos

Principais Sociólogos Principais Sociólogos 1. (Uncisal 2012) O modo de vestir determina a identidade de grupos sociais, simboliza o poder e comunica o status dos indivíduos. Seu caráter institucional assume grande importância

Leia mais

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e Sexta Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e mudou o rumo da vida profissional FOLHA DA SEXTA

Leia mais

SUA APARÊNCIA REVELA COMO VOCÊ SE SENTE

SUA APARÊNCIA REVELA COMO VOCÊ SE SENTE tratamentos estéticos injetáveis podem melhorar sua imagem e autoestima SUA APARÊNCIA REVELA COMO VOCÊ SE SENTE R ē N U Rejuvenescimento com Naturalidade interessada numa alteração permanente. Estou feliz

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

A MODA JOVEM NOS ANOS 1980 E A TRANSFORMAÇÃO DO JEANS EM ROUPA ELEGANTE

A MODA JOVEM NOS ANOS 1980 E A TRANSFORMAÇÃO DO JEANS EM ROUPA ELEGANTE 11º Colóquio de Moda 8ªEdição Internacional 2º Congresso Brasileiro de Iniciação Científica em Design e Moda 2015 A MODA JOVEM NOS ANOS 1980 E A TRANSFORMAÇÃO DO JEANS EM ROUPA ELEGANTE The youth fashion

Leia mais

A alma da liderança Por Paulo Alvarenga

A alma da liderança Por Paulo Alvarenga A alma da liderança Por Paulo Alvarenga A palavra liderança é uma palavra grávida, tem vários significados. Desde os primórdios dos tempos a humanidade vivenciou exemplos de grandes líderes. Verdadeiros

Leia mais

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH)

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) 15/07/2011 METALÚRGICO, 26 ANOS Não costumo fazer exame porque sinto meu corpo bom, ótimo. Nunca senti uma dor. Senti uma dor uma vez na

Leia mais

PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL

PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL Panorama Social Viviani Bovo - Brasil 1 RELATÓRIO FINAL PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL PANORAMA SOCIAL Viviani Bovo Campinas - Brasil Panorama Social Viviani Bovo - Brasil 2 Relatório para Certificação

Leia mais

Entendendo o que é Gênero

Entendendo o que é Gênero Entendendo o que é Gênero Sandra Unbehaum 1 Vila de Nossa Senhora da Piedade, 03 de outubro de 2002 2. Cara Professora, Hoje acordei decidida a escrever-lhe esta carta, para pedir-lhe ajuda e trocar umas

Leia mais

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE - Educação Física A DANÇA DO VENTRE NA EDUCAÇÃO. Autor: VIVIANE ESTEVES DE MELLO BRAGA

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE - Educação Física A DANÇA DO VENTRE NA EDUCAÇÃO. Autor: VIVIANE ESTEVES DE MELLO BRAGA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE - Educação Física A DANÇA DO VENTRE NA EDUCAÇÃO Autor: VIVIANE ESTEVES DE MELLO BRAGA Instituição: Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) Orientador: Laércio Schwantes Iório

Leia mais

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail.

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail. A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO Igor Luiz Medeiros 2 igorluiz.m@hotmail.com Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Artes, Filosofia

Leia mais

Sistema de Ensino CNEC

Sistema de Ensino CNEC 1 SUMÁRIO VOLUME 1 "O homem é um pedaço do Universo cheio de vida." Ralph Waldo Emerson Capítulo 1 O Tempo não para 5 Capítulo 2 Você percebendo-se como sujeito histórico 20 Capítulo 3 O Universo que nos

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

ATENDIMENTO A CLIENTES

ATENDIMENTO A CLIENTES Introdução ATENDIMENTO A CLIENTES Nos dias de hoje o mercado é bastante competitivo, e as empresas precisam ser muito criativas para ter a preferência dos clientes. Um dos aspectos mais importantes, principalmente

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º 18. DICAS PARA A PRÁTICA Orientação para o trabalho A- Conhecimento de si mesmo Sugestão: Informativo de Orientação Vocacional Aluno Prezado Aluno O objetivo deste questionário é levantar informações para

Leia mais

Resiliência. Capacidade para superar os desafios da vida

Resiliência. Capacidade para superar os desafios da vida Resiliência Capacidade para superar os desafios da vida O que é resiliência? Resiliência pode ser definida como a capacidade de se renascer da adversidade fortalecido e com mais recursos. (...) Ela engloba

Leia mais

Miracy Gustin * Responsabilidade Social do Operador Jurídico é um tema muito importante. Primeiro, porque nós não estamos chamando o operador

Miracy Gustin * Responsabilidade Social do Operador Jurídico é um tema muito importante. Primeiro, porque nós não estamos chamando o operador Miracy Gustin * A verdade é que quando recebi o convite, sendo uma associação de advogados de trabalhadores rurais, fiquei muito emocionada. E pensei: eu tenho que levar o melhor. O que vale mesmo é eu

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

ANINHA, UMA AMIGA ESPECIAL: RESIGNIFICANDO A PALAVRA NEGRO ATRAVÉS DA LUDICIDADE.

ANINHA, UMA AMIGA ESPECIAL: RESIGNIFICANDO A PALAVRA NEGRO ATRAVÉS DA LUDICIDADE. 1 ANINHA, UMA AMIGA ESPECIAL: RESIGNIFICANDO A PALAVRA NEGRO ATRAVÉS DA LUDICIDADE. Livânia Beltrão Tavares Universidade Estadual da Paraíba li.vania@hotmail.com Ana Claudia Dias Ivazaki Universidade Estadual

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

Vamos explorar temas como:

Vamos explorar temas como: Esse curso tem o objetivo de aprofundar a prática e o estudo de desenho no formato cartoon para utilização em registros visuais, facilitação gráfica, ilustração e outras aplicações. Ao longo desses 2 meses

Leia mais

STEVEN CARTER. Sou uma. mulher inteligente. porque... Dicas para você se valorizar e transformar sua vida amorosa

STEVEN CARTER. Sou uma. mulher inteligente. porque... Dicas para você se valorizar e transformar sua vida amorosa STEVEN CARTER Sou uma mulher inteligente porque... Dicas para você se valorizar e transformar sua vida amorosa Introdução Você se considera uma mulher inteligente? Antes de responder, tenha em mente o

Leia mais

> Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes

> Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes > Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes Criado em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), inicialmente, tinha como objetivo avaliar o desempenho

Leia mais

5 DICAS PARA REINVENTAR O SEU. e a si mesma!

5 DICAS PARA REINVENTAR O SEU. e a si mesma! 5 DICAS PARA REINVENTAR O SEU GUARDA-ROUPA e a si mesma! E S T I L O É A SUA ALMA V I S T A P E L O lado de fora. I N T R O D U Ç Ã O Qual é a mulher nesse mundo QUE NUNCA RECLAMOU EM FRENTE AO ESPELHO

Leia mais

Dedico este livro a todas as MMM S* da minha vida. Eu ainda tenho a minha, e é a MMM. Amo-te Mãe!

Dedico este livro a todas as MMM S* da minha vida. Eu ainda tenho a minha, e é a MMM. Amo-te Mãe! Dedico este livro a todas as MMM S* da minha vida. Eu ainda tenho a minha, e é a MMM. Amo-te Mãe! *MELHOR MÃE DO MUNDO Coaching para Mães Disponíveis, www.emotionalcoaching.pt 1 Nota da Autora Olá, Coaching

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM

RECUPERAÇÃO DE IMAGEM RECUPERAÇÃO DE IMAGEM Quero que saibam que os dias que se seguiram não foram fáceis para mim. Porém, quando tornei a sair consciente, expus ao professor tudo o que estava acontecendo comigo, e como eu

Leia mais

Palavras-chave: Representação. Homem. Publicidade. Semântica Argumentativa.

Palavras-chave: Representação. Homem. Publicidade. Semântica Argumentativa. REPRESENTAÇÃO MASCULINA NA PUBLICIDADE BRASILEIRA: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ARGUMENTATIVO Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) Resumo: A publicidade, assim como

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 TEXTO NUM. 2 INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 Max Weber, O indivíduo e a ação social: O alemão Max Weber (1864-1920), diferentemente de Durkheim, tem como preocupação central compreender o indivíduo e suas

Leia mais

Arquivo pessoal. Amanda Teixeira

Arquivo pessoal. Amanda Teixeira Arquivo pessoal Amanda Teixeira MULHER E MÍDIA por Débora Junqueira Fora das capas de revistas Adolescentes negras não se reconhecem nas publicações femininas Quem tem os lábios grossos e quer disfarçá-los

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE IMAGEM PESSOAL NO AMBIENTE DE TRABALHO. Amanda Medeiros Cecília Aragão

CONSTRUÇÃO DE IMAGEM PESSOAL NO AMBIENTE DE TRABALHO. Amanda Medeiros Cecília Aragão CONSTRUÇÃO DE IMAGEM PESSOAL NO AMBIENTE DE TRABALHO Amanda Medeiros Cecília Aragão Mais importante do que a roupa é a vida que se vive dentro da roupa. A gente é mais bonita quando está feliz. Quem se

Leia mais

coleção Conversas #26 Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #26 Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. Saí da prisão volto coleção Conversas #26 - setembro 2015 - e estou ou não desempregado, para o crime? Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS, da

Leia mais

Aprendizes do Futuro: como incorporar conhecimento e transformar realidades Eduardo Carmello

Aprendizes do Futuro: como incorporar conhecimento e transformar realidades Eduardo Carmello Aprendizes do Futuro: como incorporar conhecimento e transformar realidades Eduardo Carmello Para suportar as intensas mudanças nos próximos 10 anos, Aprendizes do Futuro compreendem que é necessário criar

Leia mais