MALOTE DIGITAL REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL PODER JUDICIÁRIO

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1 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL PODER JUDICIÁRIO MALOTE DIGITAL Documento: Data: 16/08/ :07:48 Remetente: Nilton Lacer Wanderlei Diretoria de Sistemas TRT 10ª Região

2 Nome do : Código do : Versão: Autores: Equipe de Data: 16/08/10 1. Controle do Documento Histórico de Revisões Versão Emissor Razão para Emissão Data Nilton Proposta inicial 16/08/10 Distribuição de Documentos Meio Destinatário (Responsável pela disseminação versão atual na sua equipe) Gestor do projeto SETIN DIEST DIEST Lotação APRESENTAÇÃO O presente documento Plano de - tem por finalide reunir tos as informações necessárias à execução do projeto. O Plano de será utilizado: - pelo gestor do projeto, para planejar as necessides de recursos e para acompanhar o progresso execução em relação ao inicialmente planejado; - pelos membros equipe do projeto, para compreenderem quais são suas funções, quando elas devem ser executas e de que outras ativides eles dependem; - pelo Comitê de Gestão Estratégica, para acompanhar e monitorar as ações do projeto.

3 2. Escopo ou finalide do projeto O projeto tem como finalide incrementar e otimizar a utilização Tecnologia Informação e Comunicação TIC, disponível para a Décima Região Justiça do Trabalho, promovendo ações que garantam alta disponibilide dos sistemas informatizados, através conscientização necesside de criação de normas e políticas do Tribunal aplicáveis à SETIN e SETIN aos serviços por ela prestados, para aumentar a estabilide e velocide dos sistemas e rapidez no atendimento. To a área de Tecnologia de Informação está sustenta por 5 pilares, que são: I. INFRAESTRUTURA; II. PESSOAL; III. EQUIPAMENTOS; IV. SOFTWARES (SISTEMAS); e V. PROCEDIMENTOS DE TRABALHO. MAGISTRADOS SERVIDORES ADVOGADOS SOCIEDADE INFORMÁTICA DO TRT DA 10ª REGIÃO INFRAESTRUTURA PESSOAL EQUIPAMENTOS SOFTWARE PROCEDIMENTOS DETRABALHO O visa conhecer e solucionar as eventuais deficiências nas políticas gerenciais do Tribunal, em relação a área de Tecnologia Informação e Comunicação, e SETIN referente a normatização e padronização dos serviços prestados que comprometam aspectos operacionais. Com a munça organizacional SETIN, ocorrido com o TRT MODERNO em março de 2010, como setor estratégico vinculado diretamente à Presidência, os serviços de TIC devem estar alinhados política, técnica e normativamente com a realide do Tribunal, para buscar uma melhora na satisfação dos serviços prestados. As informações aqui apresentas foram decorrentes de pesquisa feita pelos membros do projeto junto às áreas envolvis.

4 As informações dispostas neste documento não esgotam as limitações e dificuldes enfrentas pela Secretaria de Tecnologia Informação na prestação dos serviços essenciais ao Tribunal e à sociede, cabendo análise mais detalha e circunstancia. A seguir serão evidenciados alguns aspectos relativos a situação atual, indicando que ca PILAR deverá ter um projeto detalhado, buscando obter alternativas, políticas e normas, alinhas estrategicamente à realide do Tribunal. Cinco PILARES: I INFRAESTRUTURA O Tribunal possui vários DATA CENTER, local onde ficam armazenados os computadores centrais, que fornecem serviços de rede de computadores, acesso a internet, sistemas informatizados (SAP1, SAP2, FOLHA DE PAGAMENTO, SALA DE SESSÕES ETC), sendo um DATA CENTER para ca unide jurisdicional (TRT-SEDE, Foro de Brasília, Taguatinga, Palmas, Araguaína e Varas do Trabalho do Gama, Gurupi, Dianópolis, Guaraí) e Prédio de Apoio, todos interligados. Por não ter uma política de desenvolvimento e centralização dos serviços de TIC (Tecnologia Informação e Comunicação), ca um dos DATA CENTER tem estrutura própria, com alguns serviços instalados localmente, ou seja, o mesmo nível de garantia em relação a segurança e disponibilide definis, devem ser replicas para os outros DATA CENTER, aumentando assim o investimento e dificultando a gestão. A seguir serão apresentados alguns aspectos baseados na realide do Edifício Sede, devido a localização dos principais equipamentos responsáveis pelo funcionamento rede de computadores e dos sistemas informatizados do Tribunal (internet, intranet, todos os sistemas administrativos, Folha de Pagamento, SAGA e SAP2), onde ocorrem as seguintes situações: 1. Rede Elétrica: de acordo com o processo administrativo nº 378/2009, ocorreram 24 (vinte e quatro) ocorrências críticas (curtos-circuitos e princípio de incêndio), de janeiro até julho de 2010, que causaram paralisação dos serviços de TIC (Tecnologia Informação e Comunicação), com uma média de 3,5 ocorrências por mês; e apresenta uma rede elétrica desbalancea, instável e fora s normas de segurança vigente. 2. Sistema de Refrigeração: conforme a DITEC, o sistema de refrigeração é ultrapassado, ineficiente e fora s normas de segurança, cuja instabilide causa problemas recorrentes de superaquecimento no ambiente do DATA CENTER e consequente desligamento obrigatório de todos equipamentos nele existentes; o sistema de refrigeração deman presença constante, quase que diária, de técnicos responsáveis pela manutenção;

5 foram registras 7 (sete) ocorrências críticas, de janeiro até julho de 2010, que causaram a paralisação de alguns dos serviços de TIC (Tecnologia Informação e Comunicação); e falta de sistema de proteção contra interrupção de energia para o sistema de refrigeração, de forma que em caso de ausência de energia os equipamentos no DATA CENTER não precisem ser desligados por superaquecimento do ambiente. 3. Cabeamento do DATA CENTER : segundo a DITEC não há uma identificação clara do cabeamento para os pontos lógicos do DATA CENTER, de modo a permitir uma rápi identificação para facilitar a manutenção e a instalação de novos pontos de rede. 4. Ambiente físico: segundo a DITEC o Espaço ocupado atualmente é insuficiente para instalação de novos equipamentos; o ambiente não tem proteção contra incêndio; o controle de acesso ao DATA CENTER é frágil, possibilitando a entra de pessoas não autorizas com risco para integride s informações e equipamentos; as normas de segurança para ambientes de DATA CENTER não estão sendo obedecis, pois existe o compartilhamento do mesmo espaço físico dos sistemas elétrico (quadros de energia), de refrigeração e dos equipamentos computacionais. Neste pilar é sugerido um diagnóstico real situação e reformulação do ambiente físico (instalações elétricas, ambiente físico sala, climatização e cabeamento), além de novos procedimentos de segurança. Pretende-se ter: 1. acesso físico restrito e monitorado; 2. sistemas de proteção contra interrupção de energia e grupo motor gerador para proteção contra falhas de energia; 3. ambiente com temperatura e umide controlas; 4. sistema de prevenção contra incêndios adequados; 5. infraestrutura para gestão de um grande número de equipamentos; e 6. monitoramento dos recursos 24 horas por dia.

6 II PESSOAL Devido ao aumento de demans e serviços prestados a área de Informática do TRT e o não equilíbrio do quadro de pessoal, de acordo com o relatório de projetos em anmento na SETIN, disponibilizados na INTRANET do TRT e os relatórios de ativides s áreas SETIN (DISIS, DITEC e DISUS), entregues à Secretaria Geral Presidência, no mês de Maio de 2010, foram identificados excessos de ativides para um mesmo técnico e dificuldes na execução de tarefas, de acordo com os tópicos abaixo: 1. demans sem previsão de atendimento; 2. falta de definição formal e implantação Política de Segurança ; 3. gestores executando ativides operacionais para atendimento s demans, de forma rotineira; 4. modernização dos sistemas para atendimento s novas demans; 5. ausência de plano de contingência em caso de paras dos serviços; e 6. definição de política de modernização e padronização do atendimento s demans de TIC (Tecnologia Informação e Comunicação). De acordo com a Resolução n.º 90, de 29 de setembro 2009 do CNJ, as funções gerencias e estratégicas de TIC (Tecnologia Informação e Comunicações), devem ser executas, preferencialmente, por servidores efetivos do quadro permanente. Onde as ativides estratégicas definis pela Resolução são: 1. governança de TIC; 2. gerenciamento de projetos de TIC; 3. análise de negócios; 4. segurança informação; 5. gerenciamento de infraestrutura; e 6. gestão dos serviços de terceirizados de TIC. Ressalte-se ain que a quantide de servidores (atualmente 39 servidores, sendo 3 (três) do núcleo de telefonia) é menor que o mínimo recomendo (75 servidores, de acordo com o número de usuários dos serviços de TIC Tecnologia de Informação e Comunicação) pelo CNJ na Resolução n.º 90, de 29 de setembro Um grande problema em relação a gestão de pessoal é o acúmulo de serviço que sobrecarrega os servidores SETIN, conforme o relatório dos projetos em anmentos, disponibilizado na INTRANET e a quantide de solicitações recebis, registras pela DISUP. Quadro demonstrativo s solicitações registras pela DISUP no exercício de LOCALIZAÇÃO TOTAL Edifício Sede Foro de Brasília 7.107

7 Prédio de Apoio 250 Foro de Taguatinga Vara do Trabalho do Gama 212 Foro de Palmas 454 Foro de Araguaína 207 Vara do Trabalho de Dianópolis 44 Vara do Trabalho de Guaraí 78 Vara do Trabalho de Gurupi 23 SOLICITAÇÕES entre Jan/Jul de No quadro citado não foram computas tos as demans, pois as solicitações recebis via correio eletrônico, atendimento pessoal ou atendimento telefônico feito diretamente ao técnico, via processo administrativo ou por comunicação interna, não foram incluís. Foi identifica a necesside de valorização dos servidores área de TIC, pois além carga de trabalho, necesside de especialização constante, também existem servidores responsáveis por sistemas de grande importância (como por exemplo folha de pagamento, consultas processuais via internet) tendo acesso a informações sigilosas que não possuem função, ou função compatível com o grau de responsabilide que respondem. III EQUIPAMENTOS Dentre os incidentes registrados pela DISUP, os que representam impressoras apresentam um grande percentual. A limitação de recursos dos modelos desses equipamentos existentes no parque do Tribunal é grande limitador operacional e econômico, por não permitir, por exemplo, impressão frente e verso. De acordo com a necesside técnica dos usuários tem-se a necesside de definição de política de equipamentos, com perfil setorizado. Atualmente possuímos estações servidoras e equipamentos de rede com capacide limite alcança ou não preparas para atender demans futuras. Exemplos disso são: 1. equipamentos para disponibilização de mais pontos de acesso à rede do Tribunal; e 2. computadores com grande capacide de armazenamento para atendimento virtualização dos processos. Sendo assim, torna-se necessária a criação de um política formal e permanente sobre manutenção do parque computacional do Tribunal de acordo com proposta a ser elabora, levando em consideração os novos projetos e a Resolução n.º 90, de 29 de setembro 2009 do CNJ, no capítulo IV, Infraestrutura de TIC.

8 IV SOFTWARE Devido a falta de padronização dos softwares e ao grande número de software não licenciados para uso, observamos a urgência normatização do uso de software nas dependências do Tribunal, atualização s licenças de uso e retira dos softwares não normatizados. Em relação aos sistemas utilizados no sistemas do Tribunal, deve ser criado uma padronização, de acordo com as linguagens utilizas no desenvolvimento dos sistemas corporativos pelo CSJT e CNJ, facilitando a troca de sistemas entre os Tribunais e permitindo a aquisição de aplicativos no mercado. Em atendimento Resolução n.º 90, de 29 de setembro 2009 do CNJ, no capítulo II, dos sistemas de automação, os sistemas deverão atender a padrões de desenvolvimento, suporte operacional, segurança informação, gestão documental, interoperabilide, e outros recomendos pelo Comitê de Gestão de Sistemas Informatizados do Poder Judiciário Os novos técnicos não foram treinados nos softwares utilizados nos principais sistemas (SAP1, SAP2, Folha de Pagamento, Sala de Sessões, Distribuição, Sistemas Administrativos e outros), pois estes foram desenvolvidos nas linguagens FORMS e REPORTS ORACLE, as quais foram descontinuas de evolução pela empresa fornecedora. Como proposta de solução seria a criação de uma política de modernização e padronização s ferramentas de desenvolvimento, com a capacitação dos técnicos área nas ferramentas de desenvolvimento. Os principais sistemas em produção do Tribunal não têm documentação, alguns com grande número de incidentes de erros (conforme informações DISUP), com o conhecimento centralizado no técnico (conforme relatório de ativides DISIS, enviado a Secretaria Geral de Presidência), dificultando às manutenções corretivas e evolutivas por todos os técnicos Diretoria de Sistemas (DISIS). Após a padronização s linguagens, juntamente com uma metodologia de desenvolvimento de sistemas, deve-se fazer uma plano de atualização nesses sistemas. V PROCEDIMENTOS DE TRABALHO Devido a ausência de procedimentos formais e documentados SETIN, ocorrem problemas na priorização de demans (ativide realiza pelo Presidente do TRT), retrabalho (falha na homologação dos atendimentos), falta de comunicação com os usuários dos sistemas (munça do sistema sem prévia comunicação com todos os usuários), dificulde em fornecer estimativas e cumprir prazos (de acordo com o relatório de AÇÕES DEMANDADAS À SETIN, disponibilizado na Intranet), por não ser utiliza técnica de metrificação dos sistemas de TIC e pelo fato de servidores dividirem seu tempo entre as ativides de desenvolvimento e a manutenção dos aplicativos no dia-a-dia.

9 A seguir é apresentado o modelo de recebimento de demans, pela SETIN. Observa-se que as solicitações são efetuas através de diversos canais (telefone, pessoalmente, CI/Proc. Admin, Central de Atendimento, ) para as diversas áreas (DITEC, DISIS, DISUP), chegando a ocorrer casos em que as solicitações são feitas diretamente ao servidor que atenderá a deman. A falta formalização e padronização nos procedimentos para recebimento e atendimento às demans acrescido inexistência de um sistema que permita ao usuário o acompanhamento do anmento de suas solicitações, implica no desconhecimento por parte dos usuários s ações realizas pela SETIN, o que gera ansiede, incompreensão e insatisfação dos usuários, verificado informalmente com os mesmos. Estas constatações devem ser valis através de pesquisa de satisfação. Em relação ao controle e acompanhamento s demans, a ferramenta utiliza não atende às necessides gerenciais, pois o seu controle é feito manualmente, ocasionando: 1. Falta de priorização nas demans emergenciais; 2. Per de tempo; 3. Gasto com impressão desnecessária s demans; 4. Retrabalho dos atendentes; 5. Possibilide de falhas, devido a procedimentos manuais de tratamento informação; 6. Falta de relatórios automatizados que indiquem problemas constantes que necessitem de atuação.

10 A administração pública federal através de normativos como a Instrução Normativa Nº 04 Secretaria de Logística e Tecnologia (SLTI) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão promove a fixação de procedimentos e de critérios de mensuração dos serviços prestados incluindo métricas, indicadores e valores relacionados a contratação de bens e serviços relacionados a tecnologia informação. Com relação a mensuração de complexide do desenvolvimento de aplicativos, o TCU cita especificamente a técnica de Análise de Pontos de Função (APF) - item , TC /2007-4, Acórdão n 1.999/2007-TCU-Plenário e item , TC /2007-7, Acórdão n 2.024/2007-TCU-Plenário, como a técnica de metrificação dos sistemas de TIC. Em atendimento a Resolução n.º 90, de 29 de setembro 2009 do CNJ, no capítulo II, as novas aplicações de automação de procedimentos judiciais (e opcionalmente dos administrativos) deverão obedecer aos processos de trabalho, de acordo com as práticas de mercado aplicáveis a Administração Pública, de forma a cumprir aos seguintes requisitos: 1. Manter a documentação do sistema atualiza; 2. Homologar as manutenções e implementações antes de entrar em produção; 3. Oferecer suporte para assinatura eletrônica; 4. Utilizar o Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados aprovados pelo CNJ; 5. Seguir o modelo de interoperabilide (possibilide de ser utilizado em vários sistemas operacionais dos computadores) padronizado pelo Governo Federal. Estes processos de trabalho propõem a integração de tos áreas SETIN envolvis, tais como as áreas de Atendimento ao usuário, Banco de Dados, Rede, Desenvolvimento de Sistemas e Segurança Informação, para o desenvolvimento e implantação s demans de sistemas e serviços. Assim a implantação de sistemas deverá ser acompanha de: 1. Entrega de manuais; 2. Treinamentos formais aos usuários; 3. Capacitação dos servidores para atendimento dos usuários; 4. Parecer s áreas de banco de dos e rede; 5. Valição dos requisitos de segurança s informações tratas; 6. Homologação formal do gestor do negócio; e 7. Registro s alterações e implantações. Embora tenham sido citados elementos relacionados ao desenvolvimento de aplicativos, também, deve-se padronizar e formalizar os procedimentos de abertura, registro e acompanhamento dos incidentes, problemas e demais solicitações de serviço relacionados a tecnologia informação.

11 CONCLUSÃO De acordo com o cenário atual informática do TRT 10ª Região, conclui-se que para alcançarmos os padrões mínimos dos indicadores do projeto (índice de Disponibilide de Sistemas On-Line, Satisfação dos Usuários em relação aos Sistemas de TIC e Índice de aderência aos Padrões Mínimos de TI estabelecidos para o Poder Judiciário) até o exercício de 2014, o TRT deverá adequar a sua infraestrutura e gestão dos ativos de tecnologia informação, capacitar e adequar o quadro de pessoal, mapear e melhorar os processos de trabalho impactantes na disponibilide dos sistemas, aplicar as melhores práticas reconhecis por padrões de mercado na gestão de tecnologia informação e comunicações, desenvolver e implantar uma Política de Segurança de Informação e se adequar aos padrões mínimos de TI estabelecidos para o Poder Judiciário pelo Conselho Nacional de Justiça, por meio Resolução n.º 90, de 29 de setembro Não-escopo do projeto Não fazem parte do projeto as ações de treinamento em pós-graduações e mestrados, pois serão tratados diretamente pela Secretaria de Tecnologia Informação. 4. Alinhamento estratégico Tema: Tecnologia Informação e Comunicação Objetivos: 1)Garantir a confiabilide, integralide e disponibilide s informações; 2)Assegurar ferramentas de TIC adequas à estratégia.. O projeto Virtualizando utilizará to a infraestrutura e processos desenvolvidos para geração, manutenção e instalação de softwares e as políticas de segurança e de disponibilização s informações. 5. Clientes do projeto Unide Público Alvo Contribuição SETIN Secretário; Diretores; e Chefes. Desenvolvimento e implantação s melhores práticas gerenciais. SETIN; Comitê de Gestão Estratégica; Diretoria Geral Judiciária; Diretoria Desembargadores; Secretários e Diretores Desenvolvimento e implantação de Política de Segurança e de disponibilização informação

12 Geral Administrativa ; Tribunal Pleno Edifício Sede e Varas do Trabalho Áreas funcionais do TRT Usuários dos recursos de tecnologia informação e comunicação Desembargadores; Juízes e Servidores Fornecimento de informações sobre a satisfação quanto aos recursos, serviços e sistemas de tecnologia informação utilizados na ativide jurisdicional. Processo de solicitação de serviços de TI. 6. Justificativa O Planejamento Estratégico do Poder Judiciário foi instituído pelo Conselho Nacional de Justiça por meio Resolução n.º 70, de 18 de março de Essa resolução estabeleceu objetivos e metas que foram utilizas como parâmetro para a condução do processo de elaboração e revisão do planejamento estratégico institucional dos diversos Tribunais Justiça do Trabalho ao longo do ano de Considerando o alinhamento às metas estabelecis na Resolução n.º 70, bem como as recomenções contis no Acórdão do TCU n.º 1603/2008-Plenário, no que concerne à melhoria governança e níveis de serviços de tecnologia de informação e comunicação, o Conselho Nacional de Justiça, por meio Resolução n.º 90, de 29 de setembro 2009, estabeleceu os requisitos de nivelamento de tecnologia informação e comunicação referentes ao quadro de pessoal, aos sistemas de automação, a infraestrutura e a gestão, no âmbito do Poder Judiciário. Essa resolução determinou que os Tribunais devem elaborar e manter um Planejamento Estratégico de Tecnologia Informação e Comunicação - PETI, alinhado às diretrizes estratégicas institucionais e nacionais, bem como elaborar um plano de trabalho e cronograma para atendimento aos critérios de nivelamento nela estabelecidos. O cronograma apresentado deve prever o atendimento total dos critérios até dezembro de 2014 e a ca ano deve contemplar, no mínimo, 20% s obrigações determinas. Posteriormente foram estabelecidos os objetivos estratégicos nacionais para a área de tecnologia informação e comunicação, delineados pela Resolução n.º 99 do Conselho Nacional de Justiça, de 24 de novembro de 2009, que instituiu o Plano Estratégico Nacional de Tecnologia Informação e Comunicação no âmbito do Poder Judiciário.

13 A partir Resolução n.º 99, coube aos Tribunais elaborar os seus respectivos planejamentos estratégicos de tecnologia informação e comunicações, alinhados ao Plano Estratégico Nacional de Tecnologia Informação e Comunicação, seus objetivos, indicadores e metas. Dando continuide a esse processo, o Conselho Superior Justiça do Trabalho, por meio Resolução n.º 69, de 21 de junho de 2010, instituiu o Planejamento Estratégico de Tecnologia Informação e Comunicação no âmbito Justiça do Trabalho - PETI-JT, para o período de 2010 a 2014, definindo os objetivos estratégicos, indicadores e metas para o âmbito Justiça do Trabalho. Essa resolução determina que os Tribunais Regionais do Trabalho promovam o alinhamento de seus planejamentos estratégicos ao Planejamento Estratégico de Tecnologia Informação e Comunicação Justiça do Trabalho até dezembro de O Tribunal Regional do Trabalho 10ª Região, em atendimento a Resolução n.º 70, alinhou o seu planejamento estratégico às determinações nacionais e em consonância com as demais resoluções citas surge a necesside deste projeto para o atendimento dos requisitos referentes a área de tecnologia informação e comunicações. O processo de promoção de uma cultura de planejamento estratégico, evidenciado pela publicação s resoluções anteriormente descritas e seus desdobramentos, vem ao encontro necesside de aprimoramento contínuo governança corporativa e de melhoria s práticas de gestão no Judiciário. Após a execução do projeto, o Tribunal estará apto a receber sistemas informatizados disponibilizados pelo CNJ e CSJT, bem como garantirá a gestão dos processos e ativos que impactem na disponibilide dos sistemas de informação essenciais a prestação do serviço jurisdicional. Por lir com o patrimônio público, o projeto justifica-se por proteger os bens tangíveis investidos na informática do TRT, equipamentos que chegam a cifra de milhões, as pessoas que trabalham no DATA CENTER ; e os bens intangíveis, que seriam as informações processuais armazenas nos bancos de dos, a imagem do TRT perante a sociede, e o ganho em eficácia e eficiência no atendimento s demans área de Informática, pela utilização de procedimentos validos e aplicáveis à Administração Pública. 7. Indicadores e metas do projeto Os indicadores foram selecionados a partir do Planejamento Estratégico do Tribunal Regional do Trabalho 10ª Região, considerando aqueles impactados diretamente pelos resultados deste projeto. INDICADOR DE RESULTADO DO PROJETO: LINHA DE BASE: 90% (2009) Indicador 33 Índice de disponibilide de Sistemas ONLINE (indicador 43 do PEPJ) META 90,5%(2010) / 95%(2011) / 96,5% (2012) / 98% (2013) / 99% (2014)

14 INDICADOR DE CONTROLE DO PROJETO: LINHA DE BASE: 50% (2009) Indicador 34 Índice de satisfação dos usuários em relação aos sistemas de TIC META 55%(2010) / 65%(2011) / 70%(2012) / 73%(2013) / 75%(2014) INDICADOR DE CONTROLE DO PROJETO: LINHA DE BASE: 90%(2009) Indicador 35 Índice de aderência aos padrões mínimos de TI estabelecidos para o poder judiciário (indicador 41 do PEPJ). META 90,5%(2010) / 95%(2011) / 96,5%(2012) / 98%(2013) / 99%(2014) 8. Marcos e entregas do projeto O quadro abaixo apresenta os principais marcos e entregas do projeto: Estrutura de Decomposição de Trabalho (EDT) Cronograma Área Início Término interveniente Planejamento do projeto aprovado 05/07/10 30/07/10 Comitê Gestor Estratégico; Grupo do Plano de treinamento aprovado 09/08/10 14/04/11 Treinamentos executados 02/05/11 14/09/12 Mentoria para elaboração de metodologia de desenvolvimento 01/10/10 06/06/11 contrata Metodologia de desenvolvimento implanta 06/06/11 07/10/11 Adequação dos Links de transmissão concluí 09/08/12 28/12/12 DITEC Grupos Gerados instalados 09/08/10 10/03/11 Adequação Infraestrutura do DATA CENTER 01/07/11 21/12/12 concluí Plano de Continuide do Negócio concluído implantado 16/07/12 28/12/12 Processo de Atendimento ao usuário implantado 16/08/10 29/12/12 Mapeamento situação atual do quadro de pessoal concluído 02/02/12 19/06/13 Grupo do ; SETIN Adequação quantide de servidores concluí 12/08/10 10/10/11

15 Reestruturação s unides concluí 03/03/11 06/07/12 Comitê de Seguração Informação implantado 03/02/11 08/06/11 Comitê Gestor Estratégico; Grupo do Política de Segurança Informação Implanta 05/03/12 07/06/12 9. Custos do projeto Categoria Detalhamento Responsável pela Aquisição Treinamentos 2010 Oracle Database 10g: Backup e Recovery Curso Configuração e solução de problemas em Windows 2008 Network Infrastructure Server Oracle Enterprise Manager 10g Grid Control NEW RH033 Red Hat Linux Essentials RH131 Red Hat Linux Administration RH318 Red Hat Enterprise Virtualization Método de Aquisição Data Limite para Aquisição Exercício Financeiro Custo Estimado , , , , , ,00

16 RH401 Red Hat Enterprise Deployment and Systems Management ,25 Total: , Plano de Risco Risco Estratégia Respostas ao Risco Incêndio no DATA CENTER M Sensibilizar a Alta direção do Tribunal na urgência s ações de prevenção. Insuficiência de recursos financeiros para execução s ações de melhoria na infraestrutura física. Dificulde alocação dos técnicos para trabalhar nas ativides do projeto devido a concorrência com as ativides rotineiras. Insuficiência de recursos financeiros para execução s ações de capacitação Falta de comprometimento dos envolvidos na execução do projeto Prejuízo execução do projeto em função de ativides diárias concorrentes ou vice-versa Resistência às munças nos processos de trabalho na área de TI M M M M M M Auxiliar a alta direção do Tribunal na busca por recursos para melhoria infraestrutura. Informar dos benefícios do projeto ao longo do tempo para a área de TIC e para as ativides futuras do Tribunal, junto as chefias imediatas. Substituir possíveis treinamentos externos por eventos internos. Manter reuniões mensais de acompanhamento. Ajustar o cronograma de acordo com as demans recebis. Envolver os servidores no projeto e a direção área para incluir as novas ativides como processos de trabalho. Estar participando de canais e Decisões de órgãos externos que M alterem a legislação vigente encontros área judiciária. Alocação de grande esforço e M Manter reuniões mensais com a investimentos em ativides com comissão de informática e grupos baixo impacto na visão do usuário gestores dos sistemas. de TI Não cumprimento dos prazos em A Fazer reuniões mensais de função de projetos prioritários que acompanhamento para adequação do venham a surgir. cronograma Quantitativo de servidores M Sensibilizar a alta direção do Tribunal

17 insuficientes para desenvolver o projeto M Mitigar ; A Aceitar s funções e demans informática. 11. Plano de Comunicação Documento/ Evento Relatório de Progresso de Resumos de Progresso do Atas de Reunião Riscos e Questões em aberto Quem gera/organiza Gestor do Gerente de Gestor do Gestor do Quem recebe/participa Equipe de Equipe do Equipe do projeto e participantes reunião Comitê Estratégico Periodicide Mídia Especificaçõe s Quinzenal / Descritivo do Portal anmento do de projeto, Gestão principais Estraté ativides gica concluís e próximas Quinzenal Por evento/ reunião Por evento Arquivo/ Arquivo/ Arquivo/ ativides. Descritivo resumido do anmento do projeto em relação ao plano de trabalho. Registro de assuntos tratados, decisões realizas e próximas ações com responsáveis. Registro de riscos e questões em aberto. 12. Gestor do Nome Cargo NILTON LACERDA WANDERLEI ANALISTA JUDICIÁRIO Telefone Endereço Eletrônico Lotação (061) DISIS 13. Equipe do projeto Nome Lotação Período Dedicação

18 a. Desembargador André R. P. V. Damasceno GDAVD Fases Aprovação/ Implantação b. Márcio Eduardo Araya DISIS Fase do c. Jorge Alexandre Martins DISUP Fase do d. Francisco Rogério C. Ponte Filho DITEC Fase do e. Misael Marinho Gomes DISUP Fase do f. Edson Mateus de Sousa DISIS Fase do g. Período: horário pré-definido ou fase do projeto Dedicação: integral, parcial ou por ativide Parcial Parcial Parcial Parcial Parcial Parcial 14. Aprovação do Elaborado por Data Assinatura Nilton Lacer Wanderlei 30/07/10 Revisado por Data Assinatura Márcio Eduardo Araya 30/07/10 Parecer Diretoria de Gestão Estratégica Data Assinatura Ciente s Áreas Intervenientes Data Assinatura {titular unide} {titular unide} {titular unide} Aprovado pelo Comitê de Gestão Estratégica Data Assinatura

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