A PERCEPÇÃO DO PROFESSOR ACERCA DO USO DA INFORMÁTICA EDUCACIONAL NO ENSINO DE FISIOTERAPIA

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1 A PERCEPÇÃO DO PROFESSOR ACERCA DO USO DA INFORMÁTICA EDUCACIONAL NO ENSINO DE FISIOTERAPIA Renata Lopes Tonani Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais/MG, RESUMO: Este estudo buscou analisar a percepção do professor acerca do uso da Informática Educacional (IE) no ensino de Fisioterapia. Adotamos uma abordagem qualitativa para estudar uma amostra de professores fisioterapeutas do curso de Fisioterapia da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Utilizamos o questionário auto-aplicado e a entrevista semi-estruturada como instrumentos e o programa SPSS como ferramenta para análise estatística. Os resultados encontrados apontam para o uso da IE no ensino de Fisioterapia, sendo a busca de artigos (100%) e a pesquisa (95%) as sugestões de uso mais indicadas. Dentre os fatores dificultadores para o uso disseminado do computador, o fator pessoal (75%) foi o mais apontado, principalmente no quesito de não-capacitação do corpo docente. Também pudemos aferir que a docência para esses sujeitos envolve certo conhecimento, mas que ainda há algo de dom, de nascer professor. Não é perceptível o conhecimento deles em relação à profissão e à formação docente, ao saber docente e sua integração à prática pedagógica do professor. PALAVRAS-CHAVE: Informática Educacional, Professor de Fisioterapia, Ensino de Fisioterapia INTRODUÇÃO O grande desafio das escolas e dos professores é fazer com que o ensino acompanhe a linguagem dos novos tempos. As novas tecnologias de informação e comunicação, principalmente o computador, estão presentes no dia-a-dia do estudante, assumindo um papel importante no processo de ensino-aprendizagem e trazendo ao ato de estudar uma nova motivação. A Fisioterapia, definida como uma ciência da Saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano, gerados por alterações genéticas, por traumas e por doenças adquiridas, é uma profissão recente no Brasil. Entretanto, apresenta o mesmo modelo de ensino nos últimos trinta

2 , centrado na figura do professor, nas aulas expositivas, nas aulas práticas demonstrativas, e na utilização cotidiana do livro didático. Isso pode ser exemplificado pelo estudo de Monteiro (2004) que abordou as percepções do professor universitário e o uso das novas tecnologias na sua prática pedagógica. Os resultados da pesquisa apontaram o pouco uso do computador e um grande número de aulas expositivas, incentivando a reprodução e não a reflexão e construção do conhecimento pelo próprio aluno. Rebelatto e Botomé (1999) observaram que as disciplinas comuns à maioria de cursos de Fisioterapia foram a Cinesiologia e a Cinesioterapia, ambas consideradas como eixo principal da atuação clínica fisioterápica. Não é comum a oferta de disciplinas ligadas à prática pedagógica, à iniciação científica e à educação tecnológica. Isso demonstra a valorização de uma formação clínica, para que o estudante se torne um profissional capaz de atuar nas diversas áreas da Fisioterapia. Não é generalizada a preocupação com uma formação voltada à iniciação científica e às práticas pedagógicas. Sendo assim, é de se esperar que o fisioterapeuta, ao exercer a função de educador, se depare com um novo e desconhecido universo de sua prática profissional, o ambiente da sala de aula. Em conjunto, tem-se a exigência do cenário educacional por professores críticos e reflexivos, capazes de pensar, contextualizar e melhorar a prática pedagógica, dentro das demandas e dos contextos de uma sociedade contemporânea inserida na gestão do conhecimento e no uso da informática. O computador, por si só, não é capaz de promover milagres e melhorias no ensino. Ele é uma ferramenta útil no processo de ensino-aprendizagem desde que precedido de planejamento docente e incorporado a uma metodologia de ensino. Mercado (2002) relata que a informática não deve ser vista como redentora da educação, mas como uma contribuinte na construção de uma escola capaz de superar seus limites e ainda afirma que: Precisamos estar conscientes de que não é somente a introdução da tecnologia, dos computadores, que trará mudanças na aprendizagem dos alunos. Os computadores, a internet e os softwares são ferramentas ricas em possibilidades que contribuem com a melhoria do nível de aprendizagem, desde que haja uma reformulação no currículo, que se criem novas metodologias, se repense qual o significado da aprendizagem (MERCADO, 2002, p.163).

3 Para Cysneiros (1999), o computador é a tecnologia educacional mais utilizada no momento, mas, antes de se pensar na informática na educação, é preciso refletir sobre o que é a tecnologia. Para isso, o autor utiliza o conceito de Don Idhe (1993), que caracteriza a tecnologia sob três aspectos. O primeiro implica em um elemento material. O segundo envolve um conjunto de práxis e o terceiro indica uma relação entre o objeto e as pessoas que o constroem, utilizam e modificam. Sendo assim, o computador é uma tecnologia educacional desde que, como recurso material, seja engajado em alguma prática educativa, girando em torno dos processos de ensino e de aprendizagem, havendo algum tipo de relação entre educadores e a tecnologia, ou entre aprendizes e a tecnologia. Aqui empregaremos o termo Informática Educacional (IE) ao referirmos ao uso do computador e suas ferramentas na educação, seguindo o conceito de Valente (1993), que caracteriza a IE como o processo que coloca o computador e sua tecnologia a serviço da educação. Como dito anteriormente, as novas tecnologias de comunicação e informação, principalmente o computador, estão presentes no dia-a-dia do estudante, assumindo um papel importante no processo de ensino-aprendizagem e trazendo ao ato de estudar uma nova motivação. Sendo assim, a Informática Educacional (IE) tem muito a contribuir no ensino de Fisioterapia. Exemplo disso pode ser encontrado nos estudos de Monteiro (2004) que abordou a utilização da informática na sala de aula como uma nova expectativa para o ensino de Fisioterapia. Freitas (2001) também relatou que a utilização de multimídia no processo de ensino-aprendizagem do curso de Fisioterapia dinamiza as aulas, facilitando o aprendizado aos alunos. Rebellato e Botomé (1999) observaram também que, com o avanço das novas tecnologias na educação, verificou-se uma diversificação dos recursos didáticos utilizados pelos professores no aprendizado das disciplinas do curso de Fisioterapia, como a utilização de equipamentos e softwares, proporcionando ao estudante uma vivência próxima da realidade, facilitando o seu aprendizado. Dessa forma, a partir do conceito utilizado para a IE, como o processo que coloca o computador e suas ferramentas tecnológicas a serviço da educação, podemos perceber a natureza pedagógica da IE e sua grande contribuição para o ensino de Fisioterapia.

4 Embora ainda não encontremos muitos estudos relacionados ao ensino de Fisioterapia e a IE, não podemos deixar de relatar que vivemos em uma sociedade tecnologicamente modernizada, onde o computador se faz presente no dia-a-dia das pessoas, trazendo uma nova maneira de agir, pensar, conhecer, viver. E, por isso, é importante que o curso de Fisioterapia, enquanto meio formador possibilite oportunidades de convivências, adaptações e mediações dos alunos frente às novas inovações, nesse caso, a IE. Neste contexto, surgiu a seguinte questão da investigação: Qual a percepção do professor de Fisioterapia acerca do uso da IE no ensino de Fisioterapia? OBJETIVO O objetivo deste trabalho é analisar a percepção do professor de Fisioterapia acerca do uso da Informática Educacional no ensino de Fisioterapia. CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS Metodologia Qualitativa No presente estudo, utilizamos uma pesquisa qualitativa por considerarmos ser esta a mais adequada para compreender as percepções dos professores de Fisioterapia acerca do uso da IE no ensino de Fisioterapia. Amostragem O trabalho foi realizado no segundo semestre de 2006, com 20 professores fisioterapeutas do curso de Fisioterapia da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Não conseguimos com as Instituições o contato dos professores fisioterapeutas. No sindicato dos professores de Belo Horizonte, esse acesso também não nos foi permitido e com isso não pudemos aferir o número certo de professores fisioterapeutas que lecionam nos cursos de Fisioterapia da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Sendo assim, tentamos com essa amostragem abranger o universo das dez Instituições que oferecem o curso de Fisioterapia. Obtivemos representatividade de pelo menos um professor vinculado a uma das Instituições, e percebemos que era comum um mesmo

5 docente ministrar aulas em mais de um curso de Fisioterapia da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Instrumentos Metodológicos de Investigação Uma vez delimitada a amostra, aplicamos o questionário auto-aplicado com objetivo de facilitar ao professor expor seus pensamentos, opiniões e interesses acerca do uso da IE no ensino de Fisioterapia. Através de perguntas diretas e indiretas buscamos investigar o perfil sócio profissional desse docente, sua prática pedagógica e o ensino de Fisioterapia frente à Informática Educacional. Para isso o questionário foi dividido em seções. A seção A que abordava o perfil profissional e a seção B que buscava relacionar a IE com o ensino de Fisioterapia. Todos os contatos foram primeiramente feitos por telefone e a partir disso os questionários foram encaminhados por . Esperamos as respostas, e no período de um mês todos os professores responderam ao questionário. Depois de aplicado o questionário, algumas lacunas ainda podiam ser encontradas. Com intuito de explorar as falas, pensamentos e significados para esses sujeitos, optamos por adotar entrevistas semi-estruturadas, conforme a sugestão de LÜDKE (1986), a partir de um esquema básico, porém não aplicado rigidamente, permitindo que o entrevistador fizesse as necessárias adaptações. Tratamento dos Dados Optamos por uma abordagem quantitativa na análise dos dados numéricos, com o quais se pôde construir os perfis do envolvidos no processo de investigação. Foi utilizado o pacote estatístico SPSS (Statistical Package for Social Sciences versão 8.0) RESULTADOS E DISCUSSÃO Seção A: Perfil Profissional dos Docentes Na amostra observamos uma expressiva predominância feminina (80%), em relação à porcentagem masculina (20%). A amostra é representada por uma maioria jovem, ou seja, uma geração inserida na gestão do conhecimento e no uso da informática.

6 de 36 a 40 10,0% mais de 45 10,0% de 26 a 30 50,0% de 31 a 35 30,0% Figura 1: Faixa etária dos sujeitos da amostra A maior parte da amostra tem menos de 10 de conclusão da graduação em Fisioterapia (65%). Mas é expressiva a porcentagem de formados entre 11 e 20 (30%). mais de 20 5,0% de 11 a 20 30,0% De 1 a 5 35,0% De 6 a 10 30,0% Figura 2: Tempo de conclusão da graduação Todos os professores da amostra estão em processo de desenvolvimento profissional, sendo que 95% já têm a especialização lato sensu concluída. Em relação à especialização stricto sensu, 45% dos investigados já estão no processo, sendo que 35% já concluíram o mestrado. Esse dado mostra que, mesmo tratando-se de uma amostra jovem e com pouco tempo de formação, é expressivo o aprimoramento profissional dos entrevistados.

7 Ainda em relação à titulação, 90% das especializações lato sensu foram nas áreas clínicas da Fisioterapia e 10% na área da educação. No mestrado, observamos que 67% das titulações foram na área da saúde, 22% na área da engenharia e apenas 11% na área da educação. Esses dados demonstram uma formação continuada embasada mais na área de atuação clínica fisioterápica do que na educação e no ensino em si. Quando correlacionados os dados de tempo de docência e idade, pôde-se observar que os mais jovens (de 26 a 30 de idade) correspondem a 50% da amostra e são os que apresentam menor tempo de docência (15% lecionam há menos de um ano), enquanto o entrevistado mais velho (mais de 45 de idade) é o que apresenta maior tempo na docência. Tabela 1:Correlação entre tempo de docência e faixa etária Tempo de docência Total menos de 1 De 1 a 5 De 6 a 10 de 11 a 20 mais de 20 ano Faixa etária de 26 a 30 de 31 a 35 mais de 45 de 36 a Total Seção B: Percepção dos professores acerca do uso da Informática Educacional no ensino de Fisioterapia

8 Quando questionados sobre a melhoria do ensino devido ao uso da IE, observamos que: 60% acreditam que o ensino de Fisioterapia tende a melhorar totalmente com o uso da IE por professores e alunos, 35% responderam parcialmente e apenas 1% respondeu não acreditar na melhoria da qualidade do ensino.. Essa resposta gerou certa dúvida, pois quem respondeu não utilizar qualquer recurso tecnológico na prática educativa acredita totalmente na melhoria da qualidade do ensino com o uso da IE. Isso reforça a afirmação de Ferreira A. (2004) que aborda o professor como sujeito ativo, que deve aprender a utilizar o computador e não esperar cursos de aprendizagem por parte da instituição. Você acredita que a qualidade do ensino tende a melhorar com o uso da Informática Educacional por Total parte dos alunos e professores Você utiliza algum recurso Totalmente Parcialmente Não contribui tecnológico na sua práticasim educativa não 1 1 Total Tabela 2: Qualidade do ensino de Fisioterapia através do uso da IE As falas também demonstram que os sujeitos da amostra percebem a importância do uso da IE para o ensino de Fisioterapia, mas eles saem do seu papel de sujeito ativo e transferem para as instituições a responsabilidade pela não utilização da IE. Fiz o treinamento, sei como faz tutoração a distância. Mas nas instituições que trabalho isso não faz parte, não é institucional. O máximo que faço é mandar trabalho ao aluno, alguma orientação, mas não mando a aula (F2). Quanto às sugestões de utilização da IE no ensino de Fisioterapia, a busca de artigos apresentou maior freqüência (100%) de respostas, seguida pela exposição de

9 conteúdos (95%) e pesquisa (95%) e, depois, pela comunicação com alunos (85%) e comunicação entre alunos (80%). Os fatores apontados como dificultadores do uso disseminado da IE no ensino de Fisioterapia foram: estrutural (70%), organizacional (60%) e pessoal (75%). No fator estrutural, a justificativa mais encontrada foi que nem sempre as instituições teriam os recursos disponíveis em quantidade suficiente para alunos e professores. Isso pôde ser diagnosticado também nas falas dos sujeitos da amostra. No inicio até fiz minhas aulas em data show, mas as escolas têm problema com reserva e como minhas aulas não tem imagem, movimento, o que eu passaria no data show eu passo na transparência. O retroprojetor está sempre aqui e é mais prático (F2). No fator organizacional, percebeu-se que a falta de uma disciplina específica que incentive a utilização de recursos tecnológicos para a pesquisa e até mesmo a falha em políticas institucionais voltadas para o uso da tecnologia na educação foram as justificativas mais encontradas. Os docentes relataram tais falhas na própria formação. Eu me formei para fisioterapeuta, minha formação foi mais voltada para a prática do que para a pesquisa ou ensino (F1). O pessoal foi o fator apontado como maior dificultador para o uso disseminado da IE no ensino de Fisioterapia. Nesse ponto, duas justificativas abordadas são relevantes para a pesquisa. A primeira, que fala da não-capacitação do corpo docente para a utilização dos recursos tecnológicos, também aferida nas falas dos entrevistados. Eu acho que tenho muito que aprender, que acrescentar, incrementar... Em relação mesmo ao computador, eu tenho muito que aprender ainda (F1). Outro ponto interessante citado nas justificativas do fator pessoal é o fato de a habilidade do educador em relação à informática ser um fator contribuinte para o sucesso de sua aplicação no ensino.

10 Como afirma Silva (2000), o computador não substitui o professor em sala de aula, mas, utilizado por um docente treinado, pode ser uma ferramenta versátil e enriquecedora na formação e educação dos alunos. Durante as entrevistas, observarmos que os professores não têm muito conhecimento acerca da Informática Educacional (IE) e da formação profissional do docente, o que pode contribuir para a distância entre o falar e o realmente fazer, executar. Acho que a docência, o que te faz aprender realmente é um pouco do dom e o tempo, com o tempo que você vai aprimorando (F2). A docência para esses sujeitos é algo inato, da própria pessoa, e não um conjunto de saberes adquiridos pelo professor e integrados à sua prática pedagógica, como Tardif e Raymound (2000) propõem. O interessante é que, mesmo tendo essa visão da profissão docente, eles reconhecem que ser professor exige certo conhecimento e desenvolvimento profissional. Eu acho que todo professor deveria ter especialização em como dar aula, metodologia do ensino superior, algo assim (F2). Eu acho que tenho que buscar meu mestrado, doutorado... Me inserir mais em pesquisa...o mestrado e doutorado não ensina dar aula, mas ensina a pesquisa e um professor precisa saber pesquisar (F1). Eu sei que conteúdo eu tenho, mas a metodologia me falta um pouco (F1). Quando questionados sobre a própria prática pedagógica, nem todos demonstraram necessidade de mudança ou reconhecimento de que é preciso sua ação para a inovação se fazer presente. Nesse sentido, concordamos com Mercado (2002), para quem a informática deve ser vista como uma contribuinte na construção de uma escola capaz de superar seus limites. O computador é útil no processo de ensino-aprendizagem desde que precedido de planejamento docente e incorporado a uma metodologia de ensino. Dessa forma, a introdução da IE na prática educativa, como qualquer mudança com o intuito de aprimorar o processo de ensino-aprendizagem, envolve repensar o

11 papel do professor. É ele quem planeja, implementa e propõe os métodos de ensino. Portanto, cabe a este docente não só refletir sobre sua prática como ser o sujeito ativo e responsável por sua atuação docente. CONCLUSÃO Com base nos dados encontrados, conseguimos traçar o perfil desses 20 fisioterapeutas docentes dos cursos de Fisioterapia da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Trata-se de uma amostra jovem (50% tem entre 26 a 30 de idade) e com expressiva predominância feminina (80%), onde todos envolvidos se encontram em processo de desenvolvimento profissional, a maioria (90% na especialização lato sensu e 67% no Mestrado) voltada mais para a área de atuação clínica do que para a educação e para o ensino em si. Em relação à percepção desses professores acerca da IE no ensino de Fisioterapia, constatamos que a maioria (60%) acredita na melhora do ensino com o uso da IE, sendo a busca de artigos (100%) e a pesquisa (95%) as sugestões de uso mais indicadas. Quando interrogados sobre os fatores que dificultam o uso disseminado do computador, o fator pessoal (75%) foi o mais apontado, principalmente no quesito de não-capacitação do corpo docente. Também pudemos aferir que a docência para esses sujeitos envolve certo conhecimento, mas que ainda há algo de dom, de nascer professor. Não é perceptível o conhecimento deles em relação à profissão e formação docente, ao saber docente e sua integração à prática pedagógica do professor. Em relação à própria docência, nem todos percebem a necessidade de acompanhar os novos tempos de um processo de ensino-aprendizagem que requer um professor reflexivo, ativo e mediador da aprendizagem do aluno. Isso revela a distância que existe entre o que eles falam e acreditam e o que realmente eles são e exercem como profissionais docentes.

12 REFERÊNCIAS CYSNEIROS, Paulo Gileno. Professores e máquinas: Uma concepção de informática na educação. Recife, Universidade Federal de Pernambuco, NIE/NPD (mimeo),1999. FERREIRA, Andreia de Assis. Apropriação das novas tecnologias : concepções de professores de História acerca da Informática Educacional no processo ensinoaprendizagem. Dissertação (Mestrado em Educação Tecnológica) - Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, Belo Horizonte, FREITAS, André Everton. O Ensino Superior na era da informática: Produtos de multimídia interativa como ferramenta no aprendizado da Biomecânica do Pé. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) - Universidade Federal de Santa Catarina, 2001 LUDKE, M & André, M.E.D.A. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, MERCADO, Luís Paulo Leopoldo. Novas Tecnologias na Educação: Reflexões sobre a prática. Maceió: EDUFAL, MONTEIRO, S. E. Percepções do Professor Universitário sobre a incorporação e o uso de novas tecnologias na sua prática pedagógica. Dissertação. (Mestrado em Engenharia de Produção) - Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, REBELATTO, J.R., BOTOMÉ; S.P. Fisioterapia no Brasil: Fundamentos para uma Ação Preventiva e Perspectivas Profissionais. São Paulo: Manole, SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa: a educação presencial e a distância em sintonia com a era digital e com a cidadania. Rio de Janeiro: Quartet, 2000 TARDIF, Maurice; Raymound, Danielle. Saberes, tempo e aprendizagem do trabalho no magistério. Revista Educação e Sociedade. vol.21 p , no.73 Campinas 2000.

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