Curso CPA-10 Certificação ANBID Módulo 6 Demais Produtos de Investimento

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1 Pág: 1/45 Curso CPA-10 Certificação ANBID Módulo 6 Demais Produtos de Investimento

2 Pág: 2/45 Módulo 6 - Demais Produtos de Investimento Este módulo apresenta as principais características de algumas das alternativas de investimento mais comuns: ações, letras hipotecárias, swap, CDB, debêntures, notas promissórias e títulos públicos. Os produtos de investimento podem ser classificados em

3 Pág: 3/45 Capítulo 1 Ações Conceito Ação é a menor fração do capital social de uma empresa estruturada na forma de uma Sociedade Anônima. A emissão de ações é uma das formas de captação de recursos para as empresas. Ao comprar uma ação, o acionista passa a ser proprietário de uma parte da empresa, passa a ser sócio dela. Tipos de ação Ações Ordinárias e Ações Preferenciais De acordo com a natureza dos direitos ou vantagens dos acionistas, as ações são classificadas em espécies.

4 Pág: 4/45 Direitos dos Acionistas Os acionistas possuem direitos essenciais, os quais nem o Estatuto Social nem a Assembléia Geral podem suprimir. Os direitos essenciais dos acionistas são: Participação dos lucros sociais; Participação do acervo da empresa, em caso de liquidação; Fiscalização da gestão dos negócios sociais, de acordo com o previsto na Lei das S.A.; Preferência para a subscrição de ações, partes beneficiárias conversíveis em ações, debêntures conversíveis em ações e bônus de subscrição; Direito a retirar-se da sociedade, de acordo com a Lei das S.A. Canais de Distribuição As ações podem ser movimentadas através de:

5 Pág: 5/45 Definições Ganho de capital Ganho de capital é a diferença positiva entre o preço de uma ação no momento da venda em relação ao momento da compra. Caso esta diferença seja negativa, ao invés de ganho de capital, é caracterizada a perda de capital. Dividendos Os dividendos caracterizam a distribuição dos lucros de uma empresa. Os dividendos podem ser relativos ao lucro, ao capital social ou a qualquer outro critério estabelecido no estatuto; Os dividendos devem obedecer a um percentual mínimo de 25% do lucro líquido ajustado; Caso não seja definida a percentagem dos lucros a ser distribuída, a legislação estabelece a distribuição mínima de 50% do lucro líquido ajustado.

6 Pág: 6/45 A empresa que estiver em dificuldades financeiras ou com prejuízo não é obrigada a distribuir os dividendos. Se esta situação durar por 3 anos consecutivos, seus acionistas preferenciais passarão a ter direito a voto, até que os dividendos voltem a ser distribuídos. Os acionistas são isentos de Imposto de Renda referente aos dividendos. Juros sobre capital próprio O pagamento de juros sobre o capital próprio é uma forma alternativa de remuneração dos acionistas, com limite correspondente à Taxa de Juros de Longo Prazo TJLP aplicada ao capital investido. O valor do pagamento dos juros sobre o capital próprio é dedutível do imposto de renda da empresa. Ao receber juros sobre o capital próprio, o acionista é tributado em 15% em relação ao imposto de renda. Bonificação A bonificação é a distribuição gratuita de novas ações para os acionistas atuais (bonificação em ações) proporcionalmente à quantidade de ações de cada um, devido à incorporação de reservas e lucros. A bonificação também pode ser em dinheiro, caso a empresa opte por distribuir as reservas ao invés de aumentar o capital.

7 Pág: 7/45 Subscrição Subscrição é o exercício do direito de aquisição de novas ações emitidas por uma empresa, assegurado aos acionistas. Uma empresa pode optar pela subscrição de ações quando desejar aumentar ou transferir uma parte do seu capital para outros sócios. A subscrição de ações, também conhecida como underwriting, pode ser realizada tanto no mercado primário quando no mercado secundário. Desdobramento (split) Desdobramento, split em inglês, é o aumento da quantidade de ações representativas do capital de uma empresa sem alteração na participação proporcional de cada sócio, nem alteração no capital social da empresa. O desdobramento deve ser aprovado em assembléia geral.

8 Pág: 8/45 Exemplo: Para facilitar a negociação de lotes menores de ações, uma ação com valor unitário de R$200,00 poderia ser desdobrada na razão de 1 para 10. Com isso, cada ação passaria a valer R$20,00 e a quantidade de ações seria multiplicada por 10. Grupamento (inplit) Grupamento, inplit em inglês, é a redução da quantidade de ações representativas do capital de uma empresa sem alteração na participação proporcional de cada sócio, nem alteração no capital social da empresa. O grupamento deve ser aprovado em assembléia geral. Exemplo: Para facilitar a negociação de lotes unitários de ações, uma ação com valor unitário de R$0,01 poderia ser grupada na razão de 100 para 1. Com isso, cada ação passaria a valer R$1,00 e a quantidade de ações seria dividida por 100. Riscos inerentes ao produto Como um ativo de renda variável, as ações não garantem uma rentabilidade prefixada, representando um investimento de risco. É importante que um investidor não dependa exclusivamente dos recursos aplicados em ações para suprir necessidades imediatas. Um investimento em ações de médio e longo prazo pode compensar eventuais perdas.

9 Pág: 9/45 Risco da Empresa Ao adquirir ações, o investidor se torna proprietário de uma parte do capital da empresa emitente dos títulos. O Risco da Empresa depende: da atividade da empresa e das características do mercado - risco econômico; e do endividamento da empresa - risco financeiro. A responsabilidade dos acionistas está limitada ao capital investido. Risco de Mercado O Risco de Mercado depende de variações nos cenários social, político e econômico, como flutuações de preços e de taxas. Alguns fatores podem influenciar no desempenho da empresa e, conseqüentemente, de suas ações no mercado, como, por exemplo, taxas de juros muito elevadas, dívidas contraídas em moeda estrangeira ou situação econômica pouco favorável.

10 Pág: 10/45 Risco de Liquidez O Risco de Liquidez está associado à impossibilidade momentânea de um investidor transformar seu investimento em dinheiro, devido à inexistência de contrapartes interessadas em negociar as ações nas condições do mercado. Geralmente, essa impossibilidade resulta na variação do valor das ações, reduzindo a sua rentabilidade.

11 Pág: 11/45 Despesas incorridas na negociação Corretagem Corretagem é a taxa de remuneração de um intermediário financeiro na compra ou venda de títulos. Para operações registradas na BOVESPA, a corretagem é livremente acordada entre a Sociedade Corretora e seus clientes. Custódia Custódia é o serviço de guarda de títulos, oferecido pelas bolsas e corretoras de valores. O custo de custódia é cobrado mensalmente do acionista através de débito em conta corrente. Ao comprar ações, o investidor pode guardar consigo o título que representa estas ações (cautela) ou deixar que instituições de custódia o façam. Emolumentos Emolumentos são os custos referentes aos serviços prestados pelas bolsas. Na BOVESPA os compradores e vendedores pagam 0,035% do valor de cada operação, referentes aos emolumentos.

12 Pág: 12/45 Taxa de Aviso de Negociação de Ações ANA O Aviso de Negociação de Ações ANA é um comunicado quinzenal enviado pela bolsa de valores aos investidores, contendo informações sobre as operações de compra e venda de suas ações. O ANA vale como comprovante das operações realizadas na bolsa de valores. Atualmente, a TAXA relativa à emissão do ANA não é cobrada pela BOVESPA. Tributação Imposto de Renda Características do Imposto de Renda incidente em investimentos em ações: o fato gerador é o ganho líquido resultante das operações em bolsas de valores, avaliado mensalmente; a base de cálculo é a diferença positiva entre o valor de venda (alienação) e o valor da compra, já descontado o valor da corretagem e o IOF (atualmente com alíquota de 0%). A alíquota é de 15% Exceção: Possuem alíquota de 20%: operações de day-trade, compra e venda no mesmo dia; e rendimentos originados entre janeiro de 2002 e dezembro de 2004.

13 Pág: 13/45 Imposto de Renda Retenção na fonte: 0,005% do valor de venda é retido na fonte, a título de antecipação, desde que não seja correspondente a R$1,00 ou menos no acumulado do mês. Este valor antecipado poderá ser: deduzido do imposto de renda sobre os ganhos líquidos apurados no mês; deduzido do imposto de renda sobre os ganhos líquidos apurados nos meses subseqüentes; compensado na declaração de ajuste anual se, após as deduções relativas aos ganhos líquidos, ainda houver saldo de imposto retido; compensado no imposto sobre o ganho de capital na alienação (venda) de ações. As pessoas físicas que possuam movimento até R$20.000,00 num mesmo mês estão isentas do Imposto de Renda. O recolhimento do Imposto de Renda deve ser realizado: até o último dia útil do mês subseqüente ao da apuração. pelo contribuinte. O Imposto de Renda devido poderá ser compensado por perdas anteriores em operações com ações, sem limite de prazo. A alíquota do IOF em relação às transações com ações é de 0%. O CPMF não incide nas operações com ações.

14 Pág: 14/45 Capítulo 2 Letras Hipotecárias Definição Letras hipotecárias são títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras autorizadas a conceder créditos hipotecários. As instituições financeiras podem utilizar as letras hipotecárias para captar recursos necessários ao financiamento de linhas de crédito imobiliário. Atualmente, as instituições financeiras só poderão utilizar as Letras Hipotecárias, como forma de captação, quando o volume de financiamentos concedidos, de acordo com o estabelecido pelo Sistema de Financeiro de Habitação - SFH, for maior que o volume de captação em caderneta de poupança. Características Rentabilidade A remuneração básica das letras hipotecárias pode ser relativa a 1 dos seguintes índices: Índice de Remuneração da Poupança - TR; Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M); Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC); Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI). Ao emitir uma Letra Hipotecária, a instituição financeira deve determinar um único índice de atualização, sendo vedada cláusula de opção.

15 Pág: 15/45 Prazos O prazo para investimento em Letras Hipotecárias é no mínimo de 6 meses e no máximo igual ao prazo de vencimento dos créditos hipotecários que garantem seus títulos. As Letras Hipotecárias relativas a um índice de preços têm prazo mínimo de 60 meses (5 anos). As Letras Hipotecárias relativas à TR têm prazo mínimo de 180 dias (6 meses). O lastro das Letras Hipotecárias são os financiamentos hipotecários da instituição. A liquidez das Letras Hipotecárias é baixa pois elas só podem ser resgatadas após o prazo de carência, geralmente entre 6 meses e 2 anos. Modalidades As Letras Hipotecárias podem ser de duas modalidades:

16 Pág: 16/45 Riscos inerentes ao produto Risco de Crédito O Risco de Crédito de Letras Hipotecárias é baixo, pois seus títulos têm como garantia: Os créditos hipotecários dos quais as instituições emissoras das Letras Hipotecárias sejam titulares; O Fundo Garantidor de Créditos FGC. Fundo Garantidor de Crédito O objetivo do FGC é prestar garantia de créditos contra instituições dele associadas, quando ocorrer: decretação da intervenção, liquidação extrajudicial ou falência da associada; reconhecimento, pelo Banco Central do Brasil, do estado de insolvência da associada.

17 Pág: 17/45 A garantia do FGC abrange: Depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio; Depósitos em caderneta de poupança; Depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado; Letras de câmbio; Letras imobiliárias; Letras hipotecárias; e Letras de crédito imobiliário. Fundo Garantidor de Crédito As instituições associadas ao FGC são os bancos múltiplos, os bancos comerciais, os bancos de investimento, os bancos de desenvolvimento, a Caixa Econômica Federal, as sociedades de crédito, financiamento e investimento, as sociedades de crédito imobiliário, as companhias hipotecárias e as associações de poupança e empréstimo, em funcionamento no Brasil, que: recebem depósitos à vista, a prazo ou em contas de poupança; efetuam aceite em letras de câmbio; captam recursos mediante a emissão e a colocação de letras imobiliárias, letras hipotecárias e letras de crédito imobiliário. O valor máximo assegurado pelo FGC, por instituição, é de R$60.000,00 por depositante ou aplicador, independentemente do valor total e da distribuição em diferentes formas de depósito e aplicação.

18 Pág: 18/45 Riscos de Mercado e de Liquidez As Letras Hipotecárias estão sujeitas às variações de preços e taxas de juros, ou seja, possuem risco de mercado. As Letras Hipotecárias apresentam risco de liquidez pela impossibilidade de resgate antecipado e pelos altos valores necessários para participar deste mercado. Tributação Imposto de Renda IR para pessoas físicas: A partir de 1º de janeiro de 2005, a remuneração produzida por letras hipotecárias, certificados de recebíveis imobiliários e letras de crédito imobiliário é isenta do imposto de renda, na fonte e na declaração anual de imposto de renda. Esta isenção não se aplica aos ganhos de capital na alienação ou cessão. Os ganhos resultantes de aplicações em Letras Hipotecárias realizadas por pessoas jurídicas estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda, de acordo com a tabela: Quando aplicável, o Imposto de Renda incide sobre os rendimentos nas operações com Letras Hipotecárias ou na diferença entre o resultado do swap e o valor resultante da aplicação da taxa original do contrato.

19 Pág: 19/45 As aplicações realizadas até 22/12/2004, data em que foi publicada a lei , serão consideradas como feitas em 01/07/2004, em relação à contagem do prazo de enquadramento da alíquota do Imposto de Renda. Os rendimentos resultantes até 31/12/2004 serão tributados em 20%, conforme a legislação anterior. A responsabilidade pelo recolhimento do IR é da instituição pagadora dos rendimentos, a qual deve ser reter este imposto na fonte.

20 Pág: 20/45 Capítulo 3 Swap Conceito e finalidade Swap é um acordo entre duas partes onde é estabelecida a troca de indexadores financeiros, sem que haja a troca do principal. As operações de swap devem ser: negociadas em mercado de balcão; registradas na Central de Liquidação e Custódia de Títulos Privados CETIP ou na Bolsa de Mercadorias e Futuros BM&F. As operações de swap não seguem uma padronização, ou seja, as partes envolvidas em cada operação devem estabelecer suas próprias condições, como, por exemplo, prazo, valores e indexadores. A finalidade principal do swap é proteger o capital investido hedge.

21 Pág: 21/45 Riscos inerentes ao produto Como a operação de swap é um contrato entre duas partes, o risco de crédito está relacionado à possibilidade do não cumprimento do compromisso assumido pela parte que tiver que pagar a diferença entre os fluxos financeiros envolvidos. O risco de mercado associado aos contratos de swap é relativo às variações nas taxas e índices envolvidos em cada contrato. O fato gerador do Imposto de Renda é a liquidação do contrato de swap. O Imposto de Renda relativo às operações de swap: Possui alíquotas de acordo com a tabela para Renda Fixa, mostradas a seguir: Tem como base de cálculo o resultado positivo a ser recebido na data de liquidação do contrato (ou na sua cessão) É retido na fonte pela pessoa jurídica que tiver que pagar o rendimento da operação de swap, ou seja, a parte que tiver um resultado negativo (swap negativo) deve pagar a diferença de rendimentos para a parte que tiver um resultado positivo (swap positivo) e deve reter o Imposto de Renda correspondente, no momento da liquidação do contrato.

22 Pág: 22/45 As aplicações realizadas até 22/12/2004, data em que foi publicada a lei , serão consideradas como feitas em 01/07/2004, em relação à contagem do prazo de enquadramento da alíquota do Imposto de Renda. Os rendimentos resultantes até 31/12/2004 serão tributados em 20%, conforme a legislação anterior. Não há incidência de IOF nas operações de swap. As aplicações realizadas até 22/12/2004, data em que foi publicada a lei , serão consideradas como feitas em 01/07/2004, em relação à contagem do prazo de enquadramento da alíquota do Imposto de Renda. Os rendimentos resultantes até 31/12/2004 serão tributados em 20%, conforme a legislação anterior. O IOF somente incide sobre os investimentos em CDB quando o resgate ocorrer antes de 30 dias, de acordo com a tabela regressiva do IOF.

23 Pág: 23/45 Capítulo 4 CDB Certificado de Depósito Bancário Definição Os Certificados de Depósito Bancário CDB são títulos emitidos por bancos comerciais, de investimento ou múltiplos com o objetivo de captação de recursos para aplicação em ativos, como empréstimos. Os CDB são conhecidos como depósitos a prazo. Estes títulos podem ser transferidos através de endosso nominativo endosso em preto, observados os prazos mínimos. Características CDB prazos para resgate A remuneração relativa aos CDB pode ser prefixada ou pós-fixada. De acordo com o tipo de operação, os prazos mínimos para resgate dos CDB são:

24 Pág: 24/45 CDB formas de resgate O CDB é resgatado através de crédito em conta corrente em duas situações: no vencimento do título vencimento do papel, quando o investidor receberá o valor investido e a remuneração contratada, já descontados os impostos; antes do vencimento, de acordo com as condições estabelecidas pela instituição emissora do título. O investidor receberá o valor investido e a remuneração contratada ajustada de acordo com as taxas de juros praticadas no momento do resgate. CDB taxas de formas de remuneração A taxa de um CDB com remuneração prefixada é definida de acordo com o valor do dinheiro no momento da captação e com o prazo de investimento. Um CDB com taxa pós-fixada pode ter a sua remuneração relativa à variação da TR, do CDI ou da taxa SELIC. Situações comuns.

25 Pág: 25/45 CDB com swap Ao adquirir um CDB com swap, o investidor está adquirindo um CDB e um swap, ou seja, ele pode trocar a rentabilidade do CDB por outra, como, por exemplo, uma taxa prefixada ou variação de moeda estrangeira. Riscos inerentes ao produto Risco de Crédito O Risco de Crédito associado a um CDB está relacionado ao risco de crédito do banco emissor deste título. O Risco de Crédito de um CDB é reduzido pela garantia do Fundo Garantidor de Créditos FGC. Risco de Mercado e Risco de Liquidez O Risco de Mercado associado a um CDB está relacionado principalmente às variações da taxa de juros na qual o CDB se baseia. O Risco de Liquidez associado a um CDB é baixo. Até mesmo o resgate anterior ao prazo de vencimento pode ser realizado (de acordo com as regras definidas pela instituição emissora), além da possibilidade de negociação ou transferência do título.

26 Pág: 26/45 Tributação O fato gerador do Imposto de Renda é o resgate do CDB. O Imposto de Renda relativo aos investimentos em CBD: Possui alíquotas de acordo com a tabela para Renda Fixa, mostradas a seguir: Tem como base de cálculo a diferença positiva entre o valor resgatado e o valor aplicado, descontado o IOF. É retido na fonte pela instituição financeira emissora do CDB. As aplicações realizadas até 22/12/2004, data em que foi publicada a lei , serão consideradas como feitas em 01/07/2004, em relação à contagem do prazo de enquadramento da alíquota do Imposto de Renda. Os rendimentos resultantes até 31/12/2004 serão tributados em 20%, conforme a legislação anterior. O IOF somente incide sobre os investimentos em CDB quando o resgate ocorrer antes de 30 dias, de acordo com a tabela regressiva do IOF.

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28 Pág: 28/45 Capítulo 5 Debêntures Aspectos Gerais Debêntures são títulos de renda fixa de médio e longo prazo emitidos por sociedades anônimas de capital aberto, que garantem aos a seus detentores debenturistas o direito de crédito contra a empresa emissora. O objetivo da emissão de debêntures é captar recursos para financiamento de novos projetos, securitização de ativos, reestruturação de passivos financeiros ou obtenção de capital de giro, entre outros. Tipos de debêntures As debêntures podem ser de 2 classes: Simples ou não-conversíveis são as debêntures que representam apenas um direito de crédito em relação à empresa emissora dos títulos, não podendo ser convertidas em ações;

29 Pág: 29/45 Conversíveis são as debêntures que podem ser convertidas em ações da empresa emissora dos títulos. Taxas e formas de remuneração O Banco Central do Brasil e a Comissão de Valores Mobiliários, em decisão conjunta, estabeleceram que as debêntures de distribuição pública podem ter remuneração relativa às seguintes taxas: taxa de juros prefixada; uma das seguintes taxas, ajustada para mais ou para menos por um percentual fixo: o Taxa Referencial TR; o Taxa de Juros de Longo Prazo TJLP; o Taxa Básica Financeira TBF; o taxas flutuantes desde que seu benchmark seja: regularmente calculado e de conhecimento público; baseado em operações contratadas a taxas de mercado prefixadas, com prazo igual ou superior ao período de reajuste estipulado em contrato. A emissão de debêntures remuneradas pela TBF só é permitida às sociedades de arrendamento mercantil e às companhias hipotecárias.

30 Pág: 30/45 Taxas e formas de remuneração Além dos juros, as debêntures também podem remunerar seus debenturistas com participação nos lucros da empresa emissora ou prêmio. Debêntures com cláusula de correção Riscos inerentes ao produto O Risco de Crédito associado a uma debênture está relacionado ao risco de crédito da empresa emissora do título.

31 Pág: 31/45 Saiba mais: fatores para diminuição do risco O Risco de Mercado associado às debêntures está relacionado às variações das taxas às quais elas são baseadas. O Risco de Liquidez associado a uma debênture está relacionado a condições que possam dificultar a sua negociabilidade. Tributação Imposto de Renda Nas operações com debêntures, o Imposto de Renda tem como fatos geradores: o pagamento de juros ou rendimentos periódicos; a alienação (venda) do papel; e o pagamento da amortização. A base de cálculo do Imposto de Renda é o rendimento resultante no período entre o resgate, cessão ou repactuação e a aplicação.

32 Pág: 32/45 O Imposto de Renda relativo aos investimentos em debêntures Possui alíquotas de acordo com a tabela para Renda Fixa, mostradas a seguir É retido na fonte pela empresa emissora da debênture. Caso haja um intermediário financeiro, este será o responsável pela retenção e recolhimento do Imposto de Renda. As aplicações realizadas até 22/12/2004, data em que foi publicada a lei , serão consideradas como feitas em 01/07/2004, em relação à contagem do prazo de enquadramento da alíquota do Imposto de Renda. Os rendimentos resultantes até 31/12/2004 serão tributados em 20%, conforme a legislação anterior. O IOF somente incide sobre os investimentos em debêntures quando o resgate ocorrer antes de 30 dias, de acordo com a tabela regressiva do IOF, o que não é comum pois este tipo de investimento é de médio ou longo prazo.

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34 Pág: 34/45 Capítulo 6 Notas Promissórias Definição Notas Promissórias Comerciais Commercial Papers são títulos de curto prazo emitidos por sociedades anônimas com o objetivo de captar recursos para capital de giro. Instituições financeiras não podem emitir Notas Promissórias. As Notas Promissórias podem ser emitidas com prazo mínimo de 30 dias e prazo máximo de: 180 dias, quando emitidas por sociedades anônimas de capital fehado 360 dias, quando emitidas por sociedades anônimas de capital aberto Riscos inerentes ao produto O Risco de Crédito associado a uma Nota Promissória está relacionado ao risco de crédito da empresa emissora do título. O Risco de Mercado associado às Notas Promissórias está relacionado às variações dos preços e taxas do mercado que podem influir no valor desses títulos. O Risco de Liquidez associado a uma Nota Promissória está relacionado a: falta de recursos disponíveis para remunerar esses títulos no momento da sua liquidação; ou falta de contrapartes capazes de negociar a quantidade desejada de títulos.

35 Pág: 35/45 Tributação Imposto de Renda Nas operações com Notas Promissórias, o Imposto de Renda tem como fato gerador qualquer rendimento periódico ou remuneração adicional, como: liquidação; resgate; cessão; e repactuação. A base de cálculo do Imposto de Renda é a diferença positiva entre o valor da alienação e o valor da aplicação. O Imposto de Renda relativo aos investimentos em Notas Promissórias Possui alíquotas de acordo com a tabela para Renda Fixa, mostradas a seguir É retido na fonte pela pessoa jurídica responsável pelo pagamento dos rendimentos ou da instituição/entidade que realize o pagamento dos rendimentos ao investidor, mesmo sem ser a fonte pagadora.

36 Pág: 36/45 As aplicações realizadas até 22/12/2004, data em que foi publicada a lei , serão consideradas como feitas em 01/07/2004, em relação à contagem do prazo de enquadramento da alíquota do Imposto de Renda. Os rendimentos resultantes até 31/12/2004 serão tributados em 20%, conforme a legislação anterior. Não há incidência de IOF em operações com Notas Promissórias.

37 Pág: 37/45 Capítulo 7 Títulos Públicos Conceito e finalidade Títulos Públicos são títulos emitidos pelo governo federal com o objetivo de financiar as suas atividades. Eles representam a dívida mobiliária da União. Os títulos públicos são emitidos para: antecipação de receita fiscal financiamento do déficit orçamentário A venda de títulos públicos pode ser realizada de umas das seguintes formas: Oferta pública com a realização de leilão; Oferta pública sem a realização de leilão (Tesouro Direto); ou Emissões diretas de acordo com necessidades específicas previstas em lei. Os Governos Estaduais e Municipais também podem emitir títulos para captar recursos. Riscos inerentes ao produto Geralmente, o Risco de Crédito associado aos Títulos Públicos é considerado zero, pois está associado ao risco de crédito do governo. O Risco de Mercado associado aos Títulos Públicos está relacionado às variações das taxas de juros (prefixadas ou pós-fixadas) relacionadas diretamente ao preço dos títulos. O Risco de Liquidez associado aos Títulos Públicos é muito baixo.

38 Pág: 38/45 Principais títulos e suas características LFT - Letra Financeira do Tesouro As Letras Financeiras do Tesouro LFT são títulos pós-fixados emitidos pelo Tesouro Nacional, com rentabilidade diária, vinculados à taxa SELIC taxa básica da economia. As características das Letras Financeiras do Tesouro LFT são: LTN - Letra do Tesouro Nacional As Letras do Tesouro Nacional LTN são títulos prefixados emitidos pelo Tesouro Nacional.

39 Pág: 39/45 NTN - B Nota do Tesouro Nacional - Série B As Notas do Tesouro Nacional Série B NTN-B são títulos com rentabilidade vinculada à variação do IPCA acrescida de juros definidos no momento da aplicação. NTN - C Nota do Tesouro Nacional - Série C As Notas do Tesouro Nacional Série C NTN-C são títulos com rentabilidade vinculada à variação do IGP-M acrescida de juros definidos no momento da aplicação.

40 Pág: 40/45 NTN - D Nota do Tesouro Nacional - Série D As Notas do Tesouro Nacional Série D NTN-D são títulos com rentabilidade vinculada à variação do dólar americano acrescida de juros definidos no momento da aplicação. NTN - F Nota do Tesouro Nacional - Série F As Notas do Tesouro Nacional Série F NTN-F são títulos com rentabilidade prefixada no momento da aplicação.

41 Pág: 41/45 Tributação Imposto de Renda Nas operações com Títulos Públicos, os fatos geradores do Imposto de Renda são a recompra, os juros e o resgate dos títulos. A base de cálculo do Imposto de Renda é o rendimento resultante no período entre o resgate e a aplicação. O Imposto de Renda relativo aos investimentos em Títulos Públicos: Possui alíquotas de acordo com a tabela para Renda Fixa, mostradas a seguir: É retido na fonte pelo Agente de Custódia dos títulos. As aplicações realizadas até 22/12/2004, data em que foi publicada a lei , serão consideradas como feitas em 01/07/2004, em relação à contagem do prazo de enquadramento da alíquota do Imposto de Renda. Os rendimentos resultantes até 31/12/2004 serão tributados em 20%, conforme a legislação anterior.

42 Pág: 42/45 O IOF somente incide sobre os investimentos em debêntures quando o resgate ocorrer antes de 30 dias, de acordo com a tabela regressiva do IOF.

43 Pág: 43/45 Exercícios de fixação 1) Títulos que representam uma fração do capital social de uma empresa: a. cotas de um fundo b. ações c. acionistas d. sociedades anônimas 2) Que risco um investidor assume ao adquirir ações de uma empresa? a. risco de mercado b. risco da bolsa de valores c. risco da empresa d. risco de liquidez 3) Prazo mínimo para a emissão de Letras Hipotecárias com base nos índices de preços: a. 60 meses b. 180 dias c. 3 meses d. 90 dias 4) A troca de dois fluxos financeiros está relacionada a: a. Underwriting b. Termo c. Opções d. Swap

44 Pág: 44/45 5) Os acionistas preferenciais têm direito a voto: a. Em todas as Assembléias Gerais b. Apenas nas Assembléias Extraordinárias c. Quando a empresa não distribuir dividendos por um período de 3 exercícios d. Em sociedades anônimas de capital aberto 6) Ação que garante o direito de voto a seu titular: a. Nominativa b. Ordinária c. Preferencial d. Superior 7) Títulos de renda fixa emitidos por bancos com prazos prefixados para resgate, geralmente de 60, 90 ou 180 dias: a. NTN-B b. LFT c. SELIC d. CDB 8) Título de curto prazo emitido por sociedades anônimas com o objetivo de captar recursos para capital de giro: a. Letra Hipotecária b. Nota Promissória c. Debênture d. Ação

45 Pág: 45/45 9) Título Público com rentabilidade prefixada e valor nominal múltiplo de R$1.000,00: a. NTN-B b. NTN-D c. LTN d. LFT 10) Título Público pós-fixado vinculado à taxa SELIC: a. NTN-D b. LTN c. LFT d. NTN-C Gabarito dos exercícios de fixação do módulo 6 do curso CPA-10: 1 B / 2 C / 3 A / 4 D / 5 C / 6 B / 7 D / 8 B / 9 C / 10 C

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