Demais Produtos de Investimento. Módulo 6. Versão 4/Março, 2005

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1 Versão 4/Março, 2005 Módulo 6 Demais Produtos de Investimento Programa Auto-Instrutivo Preparatório ao Exame de Certificação Profissional ANBID Série 10

2 Programa Auto-Instrutivo Preparatório ao Exame de Certificação Profissional ANBID Série 10 Copyright 2004 by Febraban Fator Humano Todos os direitos reservados conforme contrato entre Febraban e Fator Humano. É proibida a duplicação ou reprodução deste volume, ou parte do mesmo, sob qualquer meio, sem autorização expressa das empresas envolvidas. Desenvolvimento Francisco José Becker Dias Supervisão Técnica e Homologação Eduardo Fortuna Edição Luis Camilo Jouclas Banco de Questões Antonio Saporito Tecnologia JDM Learning Solutions Projeto José Maria de Aguiar Urbano Fone (11) Fax (11)

3 Índice 6. Demais Produtos de Investimento Ações Conceito de Ações Tipos de Ação:...7 Ações Ordinárias...7 Ações Preferenciais...7 Vantagens das ações preferenciais Canais de Distribuição...8 Tipos de Canais de Distribuição e suas Principais Características...9 CTVM Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários...9 DTVM Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários...9 Agências Bancárias...9 Internet Home Broker Formas de Remuneração: Ganhos de capital versus dividendos Eventos Dividendos Bonificação Desdobramento ou Split e Agrupamento ou Inplit Subscrição Riscos inerentes ao produto: Risco da Empresa Risco de Mercado Risco de Liquidez Despesas Incorridas na negociação Tipos Corretagem Custódia Emolumentos Taxa ANA Tributação: Imposto de Renda Fato Gerador Alíquotas Base de Cálculo Compensação de Perdas Retenção de imposto de fonte Responsabilidade de Recolhimento CPMF: mecanismos de recuperação (estorno) Letras Hipotecárias Aspectos Tributários Definição Características Modalidades: Letra Hipotecária com SWAP e sem SWAP Riscos inerentes ao produto Risco de Crédito Risco de Mercado Risco de Liquidez Tributação Imposto de Renda CPMF

4 6.3. Swap Conceito e finalidade Conceito Finalidade Estrutura e Funcionamento do SWAP Características Porque fazer um Swap? Riscos inerentes ao produto Risco de crédito Risco de mercado Tributação: Imposto de Renda IOF CPMF Operação de swap em que as duas pontas são pessoas físicas ou jurídicas não financeiras Operações de swap em que uma ponta é uma instituição financeira CDB Certificado de Depósito Bancário Definição Características CDB Prefixado CDB Pós-Fixado Riscos inerentes ao produto Risco de crédito (FGC como atenuante) Risco de mercado Risco de liquidez Tributação: Imposto de Renda IOF CPMF Debêntures Aspectos Gerais Definição Tipos de Debêntures: conversíveis, não-conversíveis, permutáveis Debênture Simples ou Não Conversível Debênture Conversível Debênture Permutável Taxas e Formas de Remuneração Remuneração Pré ou Pós-fixada Remuneração Prefixada Remuneração Pós-Fixada e Flutuante Riscos inerentes ao produto Espécies de debênture Tipo de Garantias Debêntures com Garantia Real Debênture com Garantia Flutuante Debênture Subordinada Risco de crédito Risco de mercado Risco de liquidez Resgate antecipado Vencimento antecipado

5 Tributação Imposto de Renda IOF CPMF Notas Promissórias ou Commercial Paper Definição Conceito Nota Promissória é um Valor Mobiliário Para que servem as Notas Promissórias? Prazo Remuneração Riscos inerentes ao produto Risco de crédito Risco de mercado Risco de liquidez Tributação Imposto de Renda IO F CPMF Títulos Públicos Conceito e finalidade Riscos inerentes ao produto: Risco de crédito Risco de mercado Risco de liquidez Principais Títulos e suas Características: LFT Letra Financeira do Tesouro LTN Letra do Tesouro Nacional NTN-C Notas do Tesouro Nacional série C NTN-D Notas do Tesouro Nacional série D Tributação Imposto de Renda IOF CPMF Conta Investimento Conta de Investimento Operacionalização da Conta Investimento A vantagem da Conta Investimento O que ocorre com investimentos feitos antes de 1 o de outubro de Gabarito dos Exercícios Gabarito das Questões Gabarito dos espaços a serem preenchidos

6 6. Demais Produtos de Investimento Neste módulo vamos abordar diversos produtos de investimento, com exceção dos fundos de investimento. Inicialmente veremos as ações que são instrumentos de renda variável Ações PORQUE AS AÇÕES SÃO CONSIDERADAS INSTRUMENTOS DE RENDA VARIÁVEL? São classificados como instrumentos de renda variável aqueles produtos cujo rendimento não é conhecido, ou não pode ser previamente determinado. No momento em que realizamos um investimento em uma ação de uma empresa não temos a condições de saber qual será o seu rendimento futuro e tampouco sabemos qual será o seu preço de mercado em uma data futura. Portanto, o retorno de um investimento em ações não pode ser ( 1 ) a priori, o que é uma característica dos instrumentos de renda ( 2 ). São denominados Instrumentos de Renda Variável os produtos de investimento em que a renda não é ( 3 ) a priori, pois esta depende de eventos futuros, tais como os resultados da empresa emissora ou de fatores conjunturais Conceito de Ações AS AÇÕES SÃO TÍTULOS REPRESENTATIVOS DO CAPITAL SOCIAL DE UMA COMPANHIA. Ações são títulos representativos da menor fração do ( 4 ) social de uma sociedade anônima ou, simplesmente, sociedade por ações. As ações são o principal instrumento de renda ( 5 ) do mercado de capitais. As ações são utilizadas como forma de financiar as necessidades de capital de longo prazo das empresas. As ações são valores mobiliários que têm um importante papel no mercado de capitais como fonte de ( 6 ) de longo prazo para empresas. Em geral, as ações não possuem prazo de resgate e os seus preços refletem, basicamente, as expectativas de desempenho das empresas e suas políticas de distribuição de dividendos. Os preços de mercado das ( 7 ) oscilam para acomodar as flutuações da demanda e da oferta. Os detentores das ações são chamados de acionistas ou sócios. Os ( 8 ) são co-proprietários da empresa. Eles têm direito à participação nos resultados da empresa, na proporção do número de ( 9 ) que detêm. ACIONISTA = DETENTOR DE UMA AÇÃO = PROPRIETÁRIO DA EMPRESA - 6 -

7 Tipos de Ação: Existem dois tipos de ações, Ação Ordinária e Ação Preferencial. Estas ações se diferenciam em termos de direitos dos acionistas e de remuneração. Vejamos cada um destes tipos de ação. AÇÕES ORDINÁRIAS As ações ordinárias são as que conferem a seu titular o direito de voto nas Assembléias de Acionistas. O direito de voto dá ao acionista o poder de participar nas assembléias de ( 10 ) onde são tomadas decisões sobre as estratégias, os investimentos, a eleição de diretores e outros assuntos de interesse, podendo, inclusive, alterar o estatuto. O número de ações ordinárias do acionista determina o seu poder de ( 11 ) (a cada ação ordinária corresponde um voto) nas decisões da empresa em Assembléias (AGE Assembléia Geral Extraordinária e AGO Assembléia Geral Ordinária). AÇÕES PREFERENCIAIS As ações preferenciais são ações sem direito de voto. Estas, portanto, não conferem a seu titular o ( 12 ) de voto ou estão sujeitas a restrições no exercício desse direito. O número de ações preferenciais das sociedades anônimas, conforme determinação da nova Lei das Sociedades Anônimas Lei das S/A, promulgada em 31/10/2001, não pode ultrapassar a metade (50%) do capital social (total das ações por ela emitidas). Essa restrição se aplica apenas as sociedades anônimas criadas a partir dessa data. Para as sociedades já existentes quando da promulgação da Lei o limite máximo de ações preferenciais permitido continua sendo de 2/3 do capital social estabelecido na Lei de 15/12/1976. VANTAGENS DAS AÇÕES PREFERENCIAIS As ações preferenciais atribuem aos seus titulares certas vantagens ou preferências que se diferenciam no caso das ações serem ou não negociadas no mercado de valores mobiliários. Formalmente, a nova Lei das S/A define as seguintes vantagens efetivas para as ações preferenciais de sociedades anônimas de capital aberto negociadas no mercado de valores mobiliários: 1. Prioridade no reembolso do capital, com prêmio ou sem ele; 2. Prioridade no recebimento de dividendos, de acordo com pelo menos um dos seguintes privilégios mínimos, fixados em estatuto: a. o direito de participar em uma parcela de pelo menos 25% do lucro líquido do exercício, apurado na forma da Lei, sendo que desse montante lhes é garantido um dividendo prioritário de pelo menos 3% do valor do patrimônio líquido da ação, e ainda, cumulativamente, o direito de participar dos lucros remanescentes em igualdades de condições com as ações ordinárias, depois de a essas ter sido assegurado um dividendo igual ao mínimo prioritário. b. o direito ao recebimento de um dividendo de pelo menos 10% maior do que o atribuído às ações ordinárias; e, c. o direito de receber um dividendo pelo menos igual ao das ações ordinárias e cumulativamente o direito de serem incluídas na oferta pública de alienação de controle em igualdades de condições com as ações ordinárias não integrantes do bloco de controle ( tag along )

8 AS AÇÕES PREFERENCIAIS TÊM DIREITO DE VOTO? As ações preferenciais adquirem o direito de voto em igualdade de condições com as ações ordinárias, caso nas assembléias se a empresa deixe de pagar os dividendos mínimos a que fizerem jus pelo prazo previsto no estatuto, não superior a 3 exercícios consecutivos. Elas conservarão esse direito, até que todos os pagamentos devidos sejam efetivados pela empresa. Portanto, os acionistas ( 13 ) podem adquirir o direito de voto nestas circunstâncias. Vale notar que o acionista preferencial geralmente não está interessado no controle da empresa, mas sim nos dividendos a serem recebidos e na valorização das ações em mercado.! QUESTÃO 1 As ações que conferem direito de voto aos seus detentores são do tipo: a) Ordinárias b) Preferenciais! QUESTÃO 2 As ações que têm prioridade na distribuição de dividendos, não inferior a 25% do lucro líquido do exercício, são do tipo: a) Ordinárias b) Preferenciais Canais de Distribuição As ações novas, emitidas pelas empresas, são colocadas no mercado através de intermediários financeiros do subsistema distribuidor de valores mobiliários, dentre os quais se destacam os Bancos Múltiplos com carteira de investimento, Bancos de Investimento, as Corretoras e as Distribuidoras. A negociação das ações, que já estão em circulação no mercado, seja nas bolsas de valores ou nos mercados organizados, são intermediadas oficialmente apenas pelas Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários de forma direta ou, ainda, via internet no Home Brokers. AS CORRETORAS E DISTRIBUIDORAS DE VALORES SÃO OS PRINCIPAIS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIA DE AÇÕES

9 TIPOS DE CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO E SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS CTVM CORRETORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS O que são as Corretoras? As Sociedades Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários - CTVM são sociedades voltadas à distribuição e intermediação de títulos e valores mobiliários que operam por conta própria ou por conta e ordem de terceiros. As corretoras executam a ( 14 ) de compra e venda de ações para seus clientes, os investidores. As corretoras são intermediários financeiros que compõem o sub-sistema de ( 15 ) do SFN Sistema Financeiro Nacional. As corretoras são membros das Bolsas de Valores, credenciadas pelo Banco Central e pela CVM para negociar valores mobiliários como as ações, nos pregões físico e eletrônico. A atuação nos pregões é exclusiva de ( 16 ). DTVM DISTRIBUIDORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS O que são as Distribuidoras? As Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários - DTVM são sociedades voltadas à ( 17 ) e intermediação de títulos e valores mobiliários que operam por conta própria ou por conta e ordem de terceiros. Como podemos ver, os objetivos das DTVM e das CTVM são muito parecidos, a diferença fundamental entre elas é que somente as ( 18 ) atuam nos pregões das bolsas, das quais são membros. AGÊNCIAS BANCÁRIAS O atendimento de investidores também pode ser feito através de agências bancárias. Neste caso os atendentes ou assessores de investimento atuam como um canal de comunicação entre o cliente do Banco e a Corretora que irá executar a operação no ( 19 ) da Bolsa de Valores. INTERNET HOME BROKER O que é Home Broker? O Home Broker é uma forma que permite negociar ações via Internet. As negociações são feitas através do site de uma corretora ligada via ( 20 ) ao sistema de negociação da BOVESPA, permitindo ao investidor operar através da internet. Esse conceito moderno permite disseminar a negociação eletrônica, ampliando o acesso de investidores ao mercado acionário Formas de Remuneração: Ganhos de capital versus dividendos A remuneração de um investimento em ações provém de dividendos e de ganhos de capital na valorização das ações. Vejamos as características destas componentes da ( 21 ) do investimento em ações. Dividendos O dividendo é um provento da ação que corresponde a parcela do lucro apurado pela empresa que é distribuído em dinheiro aos seus acionistas. O dividendo, portanto, é um componente da remuneração do investimento em uma ( 22 )

10 O pagamento da remuneração aos acionistas também pode ser feito na forma de Juros sobre o Capital Próprio JCP, criado pela Lei de 26/12/95. Os JCP pagos aos acionistas sofrem a incidência de imposto de renda na fonte pela alíquota de 15%, e são imputados aos acionistas na conta dos dividendos obrigatórios, pelo seu valor líquido. Ganho de Capital O ganho de capital é o resultado obtido na venda da ação, isto é, a diferença entre o preço da aquisição e o preço da alienação. Portanto, o ( 23 ) de capital é, também, um componente da remuneração do investimento em uma ação. Remuneração A remuneração de investimento em ações é, portanto, composta pelos ( 24 ) recebidos mais o ganho de capital. Vejamos um exemplo. Exemplo Roberto possui investimentos em ações de duas companhias, BMI e CMG, e deseja determinar o retorno destes seus investimentos. " Na BMI ele investiu no início do ano $ e atualmente, um ano após, seu investimento vale $ No final do ano ele recebeu $800 de dividendos. " Na CMG, ele investiu na mesma data, $ e hoje vale $ No fim do ano ele recebeu de dividendos $ Usando a equação para cálculo da taxa de retorno para cada um dos investimentos temos: BMI K B = ($800 + $ $20.000) / $ = 11,5% CMG K C = ($ $ $12.000) / $ = 12,5% Embora o valor de mercado da CMG tenha caído durante o ano, a distribuição de dividendos permitiu que ele obtivesse um retorno superior do que aquele obtido na BMI. Ou seja, o impacto combinado dos dividendos mais o ganho (perda) de ( 25 ), isto é a mudança no preço, é o que realmente importa Eventos As ações são emitidas por companhias e vendidas a investidores, ou seja, os acionistas, que recebem os benefícios e os proventos. Entre os proventos destacam-se os dividendos e as bonificações. DIVIDENDOS Qual a fonte dos recursos para os Dividendos? O dividendo a ser distribuído aos acionistas provém dos resultados do exercício da empresa, após as deduções de prejuízos acumulados, de provisão para o imposto de renda, das participações estatutárias de empregados e de administradores e das partes

11 beneficiárias. Se o estatuto da empresa não estabelecer o percentual do lucro a ser distribuído, a companhia deverá pagar metade do lucro líquido do exercício. Em resumo, o dividendo é a parcela do lucro da empresa que é ( 26 ) aos acionistas, conforme mostra a Figura 1. Empresa Investidor Capital Lucro Retido Lucro Distribuído Subscrição Capitalização Distribuição Ações Dividendo Figura 1 Esquema da distribuição de Dividendos BONIFICAÇÃO O que é uma Bonificação? São novas ações emitidas e distribuídas pela empresa a seus acionistas, sem custo e na proporção de suas participações, resultantes da incorporação das reservas legais ao capital social. A bonificação, portanto, é um provento que resulta da ( 27 ) de reservas ao capital, distribuído aos acionistas na forma de ( 28 ). Veja esquema na Figura 2. DESDOBRAMENTO OU SPLIT E AGRUPAMENTO OU INPLIT Figura 2 Bonificação com Incorporação de Reservas O que é Desdobramento ou Split? O desdobramento é a distribuição gratuita de novas ações feita através da diluição do capital em aumento no número de ações proporcional a posição original em todos os tipos e classe de ações, sem contrapartida financeira. Figura 3 Split de ações Com o Split objetiva-se aumentar a liquidez dos títulos no mercado. Em um Split, portanto, o número de ações ( 29 ), mas as participações dos acionistas permanecem inalteradas. Veja o esquema na Figura

12 O que é o Agrupamento ou Inplit? O agrupamento é a operação inversa ao desdobramento, ou seja, consiste na redução proporcional do número de ações em circulação, sem alteração no capital, portanto sem prejuízo ao patrimônio do acionista. Em um Inplit o número de ações ( 30 ) e, conseqüentemente, o valor de mercado da ação aumenta, mas as participações se mantêm inalteradas. Empresa Capital 10 ações 1 ação Investidor Ações Figura 4 Inplit de ações SUBSCRIÇÃO O que é subscrição? A subscrição de ações ocorre quando uma empresa, visando captar recursos, realiza um aumento de capital através da emissão de novas ações a serem colocadas no mercado. Para prevenir contra a possível diluição na participação do capital da empresa, os acionistas têm o direito de preferência na subscrição das novas ações, na proporção de suas participações e pelo preço e prazo preestabelecidos pela empresa. A preferência na subscrição é um ( 31 ) do acionista, chamado de Direito de Subscrição, que pode ser negociado na Bolsa no decorrer do prazo preestabelecido para o seu exercício. A ( 32 ) de ações, portanto, é o ato através do qual os investidores adquirem novas ações emitidas pela companhia. Durante o prazo de exercício da preferência na subscrição, somente os ( 33 ) podem subscrever. Terminado este prazo, outros ( 34 ) podem candidatar-se a subscrição das sobras, isto é, a parte não subscrita pelos acionistas

13 $ EXERCÍCIO 1 Classifique os eventos da coluna da esquerda, marcando o seu número, no Box ao lado da descrição que lhe corresponde na coluna da direita: EVENTO BOX DESCRIÇÃO 1. Dividendo Redução proporcional no número de ações emitidas, sem alteração no capital. 2. Bonificação Direito a aquisição de novas ações emitidas na proporção de sua participação. 3. Desdobramento Distribuição de ações resultante da incorporação de reservas ao capital. 4. Agrupamento Parcela do lucro líquido distribuído aos acionista. 5. Subscrição Aumento proporcional no número de ações emitidas, sem alteração no capital Riscos inerentes ao produto: Diariamente o noticiário econômico divulga as cotações das ações e os movimentos das bolsas de valores, informando os volumes e as variações no preços, isto é, se os preços subiram, caíram ou permaneceram estáveis. As oscilações diárias que são noticiadas nos dão uma idéia da volatilidade do mercado acionário e dos riscos de investir em ações. O risco de investir em ações, no sentido mais básico, pode ser entendido como a probabilidade do retorno real ser inferior ao esperado. O risco é tanto maior quanto maior for a chance do retorno ficar ( 35 ) do previsto. A variabilidade do retorno, ou simplesmente da incerteza associada ao retorno, caracteriza o ( 36 ) de investir em ações. Os preços das ações variam de acordo com as ( 37 ) de mercado que, por sua vez, refletem as condições econômicas do país, das empresas e dos setores a que elas pertencem. Normalmente, os preços das ações traduzem as expectativas dos agentes econômicos em relação às perspectivas do país e, por conseqüência, dos resultados das empresas abertas. Assim, podemos dizer que o risco de investir em ações está associado às condições específicas da ( 38 ) e as condições macroeconômicas do país. VEJAMOS ALGUNS DOS PRINCIPAIS RISCOS ENVOLVIDOS NOS INVESTIMENTOS EM AÇÕES. RISCO DA EMPRESA O preço de uma ação de uma determinada companhia depende de inúmeros fatores de natureza conjuntural, estrutural e que podem ser específicos da empresa ou sistêmicos, isto é, do mercado como um todo. O risco de um investimento em ( 39 ) de uma empresa isoladamente, pode ser desmembrado em duas componentes: o risco específico da empresa e o risco sistemático de mercado. O risco específico da empresa está associado ao desempenho da ( 40 ) individualmente, isto é, as incertezas sobre os seus lucros futuros. Por exemplo, se a companhia estiver atravessando uma adversidade que gere uma expectativa de menores lucros no futuro, o preço de suas ações tenderá a ( 41 ), independente do comportamento do mercado acionário como um todo

14 Portanto, ao investir em uma única empresa, o investidor está correndo o risco associado ao desempenho daquela empresa especificamente, além dos riscos decorrentes das condições do ( 42 ) como um todo. Vejamos agora o que é risco de mercado. RISCO DE MERCADO No mercado de ações, em um mesmo momento, podemos ter várias ações com preços em alta enquanto outras estão em baixa ou estáveis. A forma diversa com que os preços das ações se movem cria a possibilidade de reduzir o risco investindo em uma carteira de ações ao invés de investir em apenas uma ( 43 ). Em teoria, é possível eliminar uma parte do ( 44 ), associado ao investimento em ações de uma única empresa através do processo da diversificação. Quando este processo é levado ao ponto em que não é mais possível obter reduções de risco por seu intermédio, dizemos que a carteira é bem ( 45 ). O risco remanescente em uma carteira bem diversificada, isto é, aquele que não é passível de ser eliminado pela diversificação, é chamado de risco não diversificável ou risco sistemático. O risco sistemático é, também, chamado de risco de mercado. Por outro lado, o risco que pode ser eliminado pela diversificação é denominado risco diversificável ou risco não sistemático. Quando se investe em ações, é possível reduzir o risco não sistemático pela diversificação, mas não é possível eliminar o risco de mercado. RISCO DE LIQUIDEZ Risco não Sistemático + = Risco Sistemático Componentes do Risco Total Risco Total Figura 5 Componentes do risco total O RISCO TOTAL DE UMA AÇÃO PODE SER VISTO COMO UMA SOMA DE DOIS RISCOS, UM DIVERSIFICÁVEL OU NÃO SISTEMÁTICO E OUTRO NÃO DIVERSIFICÁVEL OU SISTEMÁTICO. O risco de liquidez de um investimento em ações está associado a dificuldade em resgatar ou realizar uma posição, isto é ( 46 ) as ações. Para entendermos o risco de liquidez vejamos uma situação hipotética de um investidor em ações que, por razões diversas, decide vender suas ações. Digamos que o mercado como um todo esteja normal, mas as ações deste investidor são ações pouco negociadas

15 O investidor terá dificuldade para realizar a venda em um curto período de tempo e caso consiga vender a posição, provavelmente fará a preços mais baixos. Esta dificuldade e a possível queda nos preços decorrentes da execução da venda pelo investidor são características do risco de ( 47 ). Outra faceta do risco de liquidez é aquela que decorre de condições anormais de mercado. Por exemplo, o investidor pode ter feito um investimento em ações com boa negociação nos pregões, mas que devido a conjuntura desfavorável, o mercado sofra uma retração no nível de negócios em bolsa, criando dificuldade na ( 48 ) e, conseqüentemente, acelerando ainda mais a queda nos preços. Essa condição traz, portanto, um risco de liquidez, não específico da ação, mas do mercado. Posições individuais relativamente grandes quando comparadas ao tamanho do mercado também criam potencial risco de liquidez por excesso de concentração do investimento. $ EXERCÍCIO 2 Classifique como: risco de mercado; risco da empresa; ou risco de liquidez, cada uma das situações descritas na coluna da direita, de acordo com a natureza predominante do risco ao qual um investidor em ações está exposto. TIPO DE RISCO SITUAÇÃO O REAL SOFRE UMA DESVALORIZAÇÃO SIGNIFICATIVA POR FUGA DE CAPITAIS. MOMENTANEAMENTE A BOLSA VEM APRESENTANDO BAIXO VOLUME DE NEGÓCIOS. OS BANCO CENTRAL SOBE OS JUROS PARA UMA AMEAÇA DE INFLAÇÃO Despesas Incorridas na negociação Tipos As negociações, através de Corretoras de Valores Mobiliários, com ações em Bolsa de Valores tem custos operacionais envolvidos. Esses custos são: a) Taxa de Corretagem: b) Custo de custódia: c) Emolumentos: d) Taxa A.N.A: CORRETAGEM O MONTANTE INVESTIDO NA AÇÃO É RELATIVAMENTE GRANDE EM COMPARAÇÃO AO TAMANHO DO MERCADO. AÇÃO DETIDA PELO INVESTIDOR APRESENTA POUCOS NEGÓCIOS NA BOLSA DE VALORES. Sobre as operações com ações, realizadas através de uma corretora na Bolsa de Valores é cobrada uma taxa de corretagem pela intermediação. A taxa de ( 49 ) incide sobre o movimento financeiro e pode ser livremente pactuada entre o cliente e a

16 Corretora. A Bovespa, no entanto, sugere corretagens que variam de acordo com o valor negociado no dia, conforme a Tabela 1. Faixa de Valores (R$) Percentual % Valor Fixo (R$) 0,00 135,07 0,00 2,70 135,08 498,62 2,00 0,00 498, ,69 1,50 2, , ,38 1,00 10,06 Acima de 3.029,39 0,50 25,21 Tabela 1 Corretagem sugerida pela Bovespa CUSTÓDIA Entende-se por custódia a guarda de títulos e valores mobiliários, bem como dos direitos de exercício, que podem ser bonificações, dividendos ou direitos de subscrição, e que são distribuídos pela sociedade anônima aos acionistas. Os custos de ( 50 ) estão relacionados com o pagamento pelos serviços de custódia, que no caso de ações é prestado pela CBLC Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia. A CBLC é a clearing do mercado de ações. EMOLUMENTOS Os emolumentos são cobrados pelas Bolsas por pregão em que tenham ocorrido negócios por ordem do investidor. A taxa cobrada pela Bolsa é de 0,035% do valor financeiro da operação. TAXA ANA Taxa ANA é o Aviso de Negociação de Ações, independentemente do número de transações em seu nome. A Bovespa isentou por tempo indeterminado a cobrança desta taxa. $ EXERCÍCIO 3 Associe os tipos de custos com a remuneração pelos serviços prestados: TIPO DE CUSTO TIPO DE SERVIÇO Remuneração da Bolsa de Valores pelas operações realizadas no pregão. Remunera o serviços de guarda das ações e dos seus direitos de exercício. Remunera a corretora que executa a operação de compra e venda Tributação: As operações com ações estão sujeitas a tributação do ganho de capital a alíquota de 15%. Ganho de capital é o resultado líquido obtido pelo investidor, isto é o preço de venda menos o preço de ( 51 ) e menos os custos da transação. Os prejuízos

17 podem ser compensados, inclusive no mercado de opções, exceção feita as operações de Day Trade 1, que somente podem ser compensadas com ganhos em operações da mesma espécie. Os dividendos pagos por ações não são tributados para fins de Imposto e Renda e os juros sobre capital próprio são tributados à alíquota de 15% sobre o valor recebido. IMPOSTO DE RENDA O Imposto de Renda nas operações com ações pode ser resumido como mostra o esquema da Figura 6. Vejamos, agora, cada das fases da tributação. Figura 6 IR sobre ganhos com Ações FATO GERADOR Preço de Venda Preço de Compra Ganho Bruto Custos de Transação Ganho Líquido Compensação de Perdas Base de Cálculo IR =20% =15% Uma característica importante da tributação do Imposto de Renda das operações de renda variável está no fato de que o rendimento é apurado no final de cada mês pelo próprio investidor e este tem prazo até o final do mês subseqüente para efetuar o pagamento à receita. O fato gerador do imposto é o ganho positivo na venda de ações à vista, ou o resultado positivo em Day Trade, isto é, na venda de ativos comprados no mesmo dia, ou seja preço de venda, menos preço de compra, menos os custos operacionais. ALÍQUOTAS As alíquotas de imposto são: " Ações à vista: 15% da base de cálculo apurada no mês. " Day Trade: 15% da base de cálculo apurada no mês, sendo que 1% do ganho é retido na fonte. BASE DE CÁLCULO Para ações à vista a base de cálculo: É o ganho realizado durante o mês nas operações de venda de ações (preço de venda preço médio de compra), podendo-se compensar as despesas efetuadas na realização das operações (corretagens, por exemplo) e as perdas sofridas no passado com operações de renda variável exceto Day Trade. As vendas de ações no valor de até R$ ,00 por mês por investidor estão isentas de imposto de renda. 1 Day Trade é o nome dado as operações de compra e venda realizadas, através da mesma corretora de valores, no mesmo dia com um mesmo título

18 Para as operações de Day Trade a base de cálculo: É o ganho auferido durante o mês nas operações de day trade, podendo-se deduzir as perdas acumuladas de day- trade e as despesas efetuadas na realização das operações. Do imposto calculado, deduz-se o imposto retido na fonte (1%). A base de cálculo do imposto de 1% retido na fonte é o ganho de cada operação de Day Trade. Porém, para aquelas operações de Day Trade que forem realizadas através da mesma corretora, a alíquota de 1% poderá ser aplicada sobre os ganhos líquidos do dia. COMPENSAÇÃO DE PERDAS Ações à vista: Perdas passadas em operações com ações podem ser utilizadas para abater ganhos em operações com ações que serão oferecidos à tributação. Não há limite de prazo para o direito de compensar uma perda com ações. Day trade: Ganhos em operações de Day Trade só podem ser compensados com perdas em operações de Day Trade. RETENÇÃO DE IMPOSTO DE FONTE Nas operações com ações, o valor da alienação está sujeito a incidência do imposto de renda na fonte à alíquota de 0,005% (cinco milésimos por cento). Estão dispensadas da retenção de imposto as operações cujo valor seja igual ou inferior a R$1,00 (um real). Este imposto retido na fonte pode ser deduzido do imposto sobre ganhos líquidos no mês ou compensado com imposto sobre ganhos líquidos nos meses subseqüentes. Esta retenção pode, também, ser compensada na declaração de ajuste anual se houver excesso de imposto retido. RESPONSABILIDADE DE RECOLHIMENTO A responsabilidade da retenção do imposto de fonte é da instituição intermediadora que recebe diretamente a ordem do cliente. Ações à vista: O agente responsável pelo recolhimento de fonte (0,005% do valor da operação) é a instituição intermediadora, e o recolhimento do imposto sobre o ganho de capital é de responsabilidade do próprio Investidor, que deverá fazer o recolhimento através de DARF. Day trade: O investidor é responsável por recolher o IR apurado ao final do mês. A instituição intermediadora é responsável por reter o Imposto de Renda de 1% na fonte. CPMF: MECANISMOS DE RECUPERAÇÃO (ESTORNO) Estão isentos da incidência da CPMF os débitos em conta corrente para compra de ações e para negociação de derivativos de ações negociadas em Bolsa, pois estes não são tributadas pela CPMF

19 Com o advento da Lei 9.892/04, os investimentos em ação podem ser realizados com recursos da conta corrente ou da conta investimento. Qualquer que seja a origem dos recursos, não haverá incidência de CPMF, pois a liquidação de operação com ações negociadas em Bolsa, através da conta corrente, estão isentas da CPMF. Essas operações, no entanto, podem, também, ser realizadas através da Conta Investimento. Neste caso os recursos devem ser inicialmente transferidos da conta corrente para a conta investimento gerando uma cobrança de CPMF. As ações compradas através da conta investimento devem ser mantidas em conta de custódia segregada daquelas adquiridas com recursos da conta corrente. RESUMO DA TRIBUTAÇÃO DE AÇÕES: O Fato ( 52 ) é o ganho de capital, e a base de cálculo é o ganho acumulado no ( 53 ), a alíquota é de ( 54 ), sendo que no Day Trade e no mercado de ações há retenção na fonte de ( 55 ) e de ( 56 ) respectivamente, e o responsável pelo recolhimento é o ( 57 ) através de DARF

20 6.2. Letras Hipotecárias ASPECTOS TRIBUTÁRIOS Sobre o rendimento auferido por Pessoa Física nas aplicações em Letra Hipotecária (LH) não há incidência de imposto de renda 2. No entanto, caso a remuneração da Letra Hipotecária tenha sido trocada por outro indexador, através de uma operação de Swap, poderá haver tributação se o Swap 3 tiver resultado positivo. Sobre o rendimento da Letra Hipotecária não há imposto de renda para a ( 58 ), mas sobre o resultado de Swap, caso este seja positivo, incidirá a alíquota de IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte) aplicável a operação de renda fixa de prazo correspondente, isto é: 22,5%; 20%; 17,5%; e 15%. Embora o rendimento da LH esteja isento de imposto de renda, o ganho de capital não está isento de tributação no momento da alienação ou cessão Definição As Letras Hipotecárias LH são instrumentos de captação de recursos emitidos por Instituições Financeiras autorizadas a conceder créditos hipotecários, ou seja, Caixa Econômica Federal, Sociedade de Crédito Imobiliário, Associação de Poupança e Empréstimo, Banco Múltiplo com Carteira de Crédito Imobiliário e Companhias Hipotecárias. Estes instrumentos são garantidos por créditos ( 59 ) de primeira hipoteca Características VEJAMOS AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS LETRAS HIPOTECÁRIAS PRAZOS O prazo mínimo de emissão de uma LH é de 180 dias e o prazo máximo não poderá ser superior ao prazo dos créditos hipotecários que lhe servem de lastro. Enquanto o prazo mínimo é de ( 60 ) dias, o prazo máximo está condicionado ao ( 61 ) do crédito hipotecário do lastro. As letras hipotecárias emitidas com base em índice de preços devem, no entanto, ter prazo mínimo de sessenta meses de prazo. LASTRO O lastro das Letras Hipotecárias são os créditos ( 62 ) de primeira hipoteca que servem de garantia. Portanto, a emissão de LH está condicionada ao ( 63 ) que é o crédito hipotecário. FORMA DE RESGATE As LH são resgatadas no vencimento, mas podem ser resgatadas antecipadamente após o prazo de 180 dias. 2 A partir de janeiro de 2005, além das Letras Hipotecárias, estão isentos de tributação os Certificados de Recebíveis Imobiliários CRI e Letras de Crédito Imobiliário. 3 O produto Swap será visto no próximo ponto

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