CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG"

Transcrição

1 RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG CONCURSO: APO/MPOG/ (ESAF APO/MPOG/2010) Assinale a opção verdadeira a respeito do objeto, regime e campo de aplicação da contabilidade aplicada ao setor público. a) O campo de aplicação da contabilidade aplicada ao setor público alcança a administração direta da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, bem como as autarquias a eles pertencentes. b) O regime de competência é obedecido tanto para a despesa quanto para a receita, embora a apuração de resultado se dê pelo regime de caixa. c) Suprimento de fundos, bem como avais, não são objeto da contabilidade aplicada ao setor público em razão dessas operações não afetarem a situação patrimonial líquida do ente. d) O reconhecimento das variações do patrimônio público ocorre somente nas autarquias em razão de a administração direta não visar lucro. e) Embora a apuração de resultado possa ocorrer tanto na administração direta quanto na indireta, os ingressos extraorçamentários são reconhecidos somente nesta última. Resolução Comentários iniciais: O que significa campo de aplicação? É o espaço de atuação do Profissional de Contabilidade que demanda estudo, interpretação, identificação, mensuração, avaliação, registro, controle e evidenciação de fenômenos contábeis, prestação de contas, decorrentes de variações patrimoniais em entidades que movimentam, aplicam ou guardam recursos e patrimônio público. Qual o conceito de entidade pública? Entidade do Setor Público é qualquer pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, com autonomia patrimonial, sujeita a controle, quando realizar atividade que tenha finalidade pública. Conceito de patrimônio público: Patrimônio Público é o conjunto de bens e direitos, tangíveis e intangíveis, onerados ou não, adquiridos, formados, produzidos, recebidos, mantidos ou utilizados pela entidade do setor público, que seja portador ou represente um fluxo de benefícios, presente ou futuro, inerente à prestação de serviços públicos. Em realidade, Setor Público é o espaço social onde se inserem todas as entidades, sejam elas pessoas físicas; pessoas jurídicas com ou sem fins lucrativos; órgãos governamentais; organizações não 1

2 governamentais; organizações sindicais; organizações sociais em geral; e outras que atuam desenvolvendo políticas públicas em associação, ou não, com órgãos governamentais e que, em razão disso, recebem, guardam, movimentam e aplicam recursos ou patrimônio público. Conceito de Contabilidade Pública: Contabilidade Aplicada ao Setor Público é o ramo da ciência contábil que aplica, no processo gerador de informações, os Princípios Fundamentais de Contabilidade e as normas contábeis direcionados ao controle patrimonial de entidades do setor público. Segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBC T 16), o campo de aplicação da Contabilidade Pública abrange todas as entidades do setor público. Tais entidades abrangidas pelo campo de aplicação devem observar as normas e as técnicas próprias da Contabilidade Aplicada ao Setor Público, considerando-se o seguinte escopo: 1º. Integralmente, pelo menos, as entidades governamentais, inseridas nos orçamentos fiscal e de seguridade social; os serviços sociais e os conselhos profissionais; 2º. Parcialmente, no que couber, as demais entidades do setor público, para garantir procedimentos suficientes de prestação de contas e instrumentalização do controle social. Exemplo do 1º escopo: Toda a administração direta de todos os Poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário), Ministério Público, Tribunais de Contas e as entidades da administração indireta (fundações públicas, autarquias e empresas públicas que não exercem atividade econômica, a exemplo da EMBRAPA), inclusive os serviços sociais (SESC, SENAI, SENAC, SEBRAE etc.) e os conselhos representantes das categorias profissionais (CRC, CRM, OAB etc.). Exemplo do 2º escopo: Caixa Econômica Federal CEF, Banco do Brasil BB, somente quando recebem recursos públicos para aplicação em projetos de fomento à agricultura, saneamento básico, entre outros. Nesse caso específico os recursos serão aplicados conforme as regras da contabilidade pública, inclusive para fins de prestação de contas. Assim, aplica-se parcialmente a contabilidade pública. A Lei nº 4.320/64 estabelece o campo de aplicação da Contabilidade Pública da seguinte forma: Art. 83. A contabilidade evidenciará perante a Fazenda Pública a situação de todos quantos, de qualquer modo, arrecadem receitas, efetuem despesas, administrem ou guardem bens a ela pertencentes ou confiados. Art. 85. Os serviços de contabilidade serão organizados de forma a 2

3 permitirem o acompanhamento da execução orçamentária, o conhecimento da composição patrimonial, a determinação dos custos dos serviços industriais, o levantamento dos balanços gerais, a análise e a interpretação dos resultados econômicos e financeiros. Art. 89. A contabilidade evidenciará os fatos ligados à administração orçamentária, financeira patrimonial e industrial. Pode-se observar que esse conceito é mais restrito do que o atual (NBC T 16), aprovado pela Portaria nº 467, de 6 de agosto 2009, da Secretaria do Tesouro Nacional STN. Porém, um não exclui o outro, se complementam. Regime contábil: A opção B versa acerca do regime contábil aplicado a contabilidade pública, assim sendo, farei um resumo sobre o assunto. Atenção! Este assunto tem nova interpretação aprovada pela Secretaria do Tesouro Nacional STN. Em realidade dando nova interpretação ao regime contábil para o setor público a STN consagra o regime de competência aplicado à Contabilidade Pública. O art. 7º, da Portaria Conjunta nº. 2, STN/SOF/2009 estabelece que as variações patrimoniais serão reconhecidas pelo regime de competência patrimonial, visando garantir o reconhecimento de todos os ativos e passivos das entidades que integram o setor público, conduzir a contabilidade do setor público brasileiro aos padrões internacionais bem como ampliar a transparência sobre as contas públicas. Conforme as regras contidas na Resolução CFC nº /07, sob a perspectiva do setor público, o Princípio da Competência é aquele que reconhece as transações e os eventos na ocorrência dos respectivos fatos geradores, independentemente do seu pagamento ou recebimento. Assim sendo, os atos e os fatos que afetam o patrimônio público devem ser contabilizados por competência, e os seus efeitos devem ser evidenciados nas demonstrações contábeis do exercício financeiro com o qual se relacionam, complementarmente ao registro orçamentário das receitas e das despesas públicas. É comum encontrar na doutrina contábil a interpretação do artigo 35 da Lei nº 4.320/1964, na qual entende que na área pública o regime contábil é um regime misto, ou seja, regime de competência para a despesa e de caixa para a receita. Esse entendimento teria base ou fundamento no artigo 35, da Lei nº 4.320/64. Vejamos o que estabelece o citado artigo: Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro: I as receitas nele arrecadadas; 3

4 II as despesas nele legalmente empenhadas. Porém, a STN e o CFC entendem que a Contabilidade Aplicada ao Setor Público, assim como qualquer outro ramo da ciência contábil, obedece aos princípios fundamentais de contabilidade. Portanto, aplica-se o princípio da competência em sua integralidade, ou seja, tanto para a receita quanto para a despesa. Para os referidos órgãos, em realidade, o artigo 35 refere-se ao regime orçamentário e não ao regime contábil, pois a contabilidade é tratada em título específico, no qual se determina que as variações patrimoniais devem ser evidenciadas, sejam elas independentes ou resultantes da execução orçamentária. Assim, a partir de 2009 a STN estabeleceu que se deve aplicar o integralmente o regime de competência para a contabilidade pública, tanto para a receita quanto para a despesa, porém, existem algumas exceções, a exemplo da retenção do Imposto de Renda da Pessoa física. Depois destes breves comentários vamos analisar as opções: a) Perfeito! O campo de aplicação da contabilidade aplicada ao setor público alcança a administração direta da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, bem como as autarquias a eles pertencentes. Certo. b) Atualmente o regime de competência deve se obedecido tanto para a despesa quanto para a receita. Esse é o atual entendimento da STN. Errado. c) Suprimento de fundos, bem como avais, TODOS esses fatos são objeto da contabilidade aplicada ao setor público. Errado. d) O reconhecimento das variações do patrimônio público ocorre em toda a administração pública que segue as regras de contabilidade pública. Errado. e) Os ingressos extra-orçamentários são reconhecidos tanto na administração direta quanto na indireta. Errado. Opção A. 67. (ESAF APO/MPOG/2010) Assinale a opção cujo fato administrativo é objeto da contabilidade aplicada ao setor público e que afeta positivamente a situação patrimonial líquida do ente. a) Recebimento, pelo almoxarifado, de material de consumo e a conseqüente liquidação da despesa. b) Transferência de bens constante do patrimônio para uso em outro ente da administração federal. c) Confirmação, pelo credor, de cancelamento de dívida antes contabilizada e constante do passivo da instituição. d) Cancelamento de aval concedido a ente da esfera estadual em razão do pagamento da dívida. 4

5 e) Operação de crédito de longo prazo mediante colocação de títulos no mercado. Resolução O comando da questão pede a opção cujo fato ADMINISTRATIVO é objeto da contabilidade pública. Observe que não se refere a fato contábil. a) O recebimento, pelo almoxarifado, de material de consumo e a conseqüente liquidação da despesa é um fato contábil que requer registro imediato. Errado. b) A transferência de bens constante do patrimônio para uso em outro ente da administração federal é um fato contábil, transferência de bens e valores, que requer registro contábil nota de lançamento NL de transferência. Errado. c) A confirmação, pelo credor, de cancelamento de dívida antes contabilizada e constante do passivo da instituição é um fato ADMINISTRATIVO formal que deve ser registrado no ativo e passivo compensado e no sistema patrimonial. Certo. d) Cancelamento de aval concedido a ente da esfera estadual em razão do pagamento da dívida é um ato administrativo que não exige registro contábil, formaliza-se através de contrato. Errado. e) Operação de crédito de longo prazo mediante colocação de títulos no mercado é fato contábil e deve ser registrado imediatamente, para fins de obediência ao principio da prudência. Errado. Opção C. 68. (ESAF APO/MPOG/2010) A inscrição de restos a pagar não processados é uma operação que, ao ser reconhecida pela contabilidade, afeta os seguintes sistemas de contas contábeis: a) sistema patrimonial, quando a despesa se referir à aquisição de equipamentos. b) sistema financeiro e patrimonial, se o gasto puder ser pago com recursos financeiros arrecadados no exercício. c) sistema patrimonial e orçamentário, quando a inscrição ocorrer dentro do exercício. d) sistema orçamentário somente e financeiro. e) sistemas patrimonial, orçamentário, financeiro e compensado. Resolução O comando da questão e respectivas opções exigem conhecimentos acerca dos subsistemas contábeis e inscrição de despesas em restos a pagar. Antes de resolver as opções são importantes algumas considerações iniciais: Restos a pagar: Restos a pagar ou resíduos passivos são despesas empenhadas, liquidadas ou não, e ainda não pagas na data de encerramento do exercício financeiro, em 31 de dezembro. 5

6 De acordo com os artigos 36 da Lei nº 4.320/64 e 67 do Decreto nº /86, consideram-se restos a pagar as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as despesas processadas das não processadas. Restos a pagar processados: Representam as despesas empenhadas e liquidadas. Ou seja, despesas que percorreram todas as suas etapas, exceto quanto ao pagamento, portanto, pendentes apenas de pagamento ao contratado. Restos a pagar não processados: Representam as despesas que dependem, ainda, da prestação do serviço ou do fornecimento do material, ou seja, para que a despesa seja liquidada depende de cumprimento, pelo credor, de suas obrigações contratuais ou legais, portanto, seu direito ainda não foi processado pelo setor contábil. Representam, portanto, as despesas empenhadas, porém, ainda não liquidadas, ou seja, pendentes de liquidação e pagamento. Resumo restos a pagar: RESTOS A PAGAR - RP CONCEITO: Considerem-se Restos a Pagar as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as despesas processadas das não processadas (Lei nº 4.320/64, art. 36 e art. 67, Decreto Federal nº 93872/86). RP - PROCESSADOS RP - NÃO PROCESSADOS Despesas liquidadas Despesas não liquidadas É importante esclarecer que os restos a pagar fazem parte da dívida flutuante (dívida de curto prazo até 12 meses). SISTEMA E SUBSISTEMAS DE CONTAS O sistema contábil representa a estrutura de informações sobre identificação, mensuração, avaliação, registro, controle e evidenciação dos atos e dos fatos da gestão do patrimônio público, com o objetivo de orientar e suprir o processo de decisão, a prestação de contas e a instrumentalização do controle social. Interpretando o conceito: Sistema contábil Informações sobre o quê? Qual é o objetivo do Sistema contábil? Representa a estrutura de informações. Identificação, mensuração, avaliação, registro, controle e evidenciação dos atos e dos fatos da gestão do patrimônio público. Orientar e suprir o processo de decisão, a prestação de contas e a 6

7 instrumentalização do controle social. NOVAS REGRAS SOBRE SUBSISTEMAS CONTÁBEIS Segundo a NBC T 16.2, a Contabilidade Aplicada ao Setor Público será organizada na forma de um sistema de informações, cujos subsistemas, conquanto possam oferecer produtos diferentes em razão da respectiva especificidade, convergem para o produto final, que é a informação sobre o patrimônio público. Importante! A Contabilidade Pública estava, até 31/12/2009, estruturada em quatro sistemas. Com a aprovação da NBC T 16.2, passou a ser organizada com a denominação de subsistemas de informações, na mesma quantidade (quatro), todavia, com novo formato. Antes (até 2009): Registra, processa e evidencia os atos e os fatos 1. Orçamentário relacionados ao planejamento e à execução orçamentária; Registra, processa e evidencia os fatos relacionados aos 2. Financeiro ingressos e aos desembolsos financeiros, bem como as disponibilidades no início e final do período; Registra, processa e evidencia os fatos não financeiros 3. Patrimonial relacionados com as variações qualitativas e quantitativas do patrimônio público; Registra, processa e evidencia os atos de gestão cujos efeitos possam produzir modificações no patrimônio da 4. Compensação entidade do setor público, bem como aqueles com funções específicas de controle. Agora (2010 em diante): Registra, processa e evidencia os atos e os fatos 1. Orçamentário relacionados ao planejamento e à execução orçamentária; Registra, processa e evidencia os fatos financeiros e não 2. Patrimonial financeiros relacionados com as variações qualitativas e quantitativas do patrimônio público; Registra, processa e evidencia os custos dos bens e 3. Custos serviços, produzidos e ofertados à sociedade pela entidade pública; Registra, processa e evidencia os atos de gestão cujos 4. Compensação efeitos possam produzir modificações no patrimônio da entidade do setor público, bem como aqueles com funções específicas de controle. Portanto, as alterações promovidas foram: Criação do Subsistema de Custos; Extinção do Subsistema Financeiro, cujos registros passaram a ser abrangidos pelo Subsistema Patrimonial. Perceba que agora este 7

8 subsistema trata de fatos financeiros e não financeiros. Lembre-se! O que antes era denominado de sistemas de contas, atualmente a Resolução CFC nº /08, que aprova a NBC T 16.2, os conceitua de subsistema de contas. Portanto, a NBC T 16.2 informa que a contabilidade pública é organizada na forma de um sistema de informações, cujas partes ou subsistemas, conquanto possam oferecer produtos diferentes em razão da respectiva especificidade, convergem para o produto final, que é a informação geral sobre o patrimônio público. Depois do referencial teórico vamos analisar a questão: Comando da questão: A inscrição de restos a pagar não processados é uma operação que, ao ser reconhecida pela contabilidade, afeta os seguintes sistemas de contas contábeis: Analise: A inscrição de restos a pagar não processados quando reconhecidos pela contabilidade afeta os sistemas orçamentário, financeiro, patrimonial e de compensação. Orçamentário: pelo empenho da despesa. Financeiro: pelo reconhecimento da despesa e inclusão no balanço financeiro (receita extra-orçamentária) para compensar a despesa orçamentária. Patrimonial: pelo reconhecimento da dívida de curto prazo no balanço patrimonial (passivo financeiro). Compensação: pelo controle de inscrição e posterior baixa dos restos a pagar. Opção E. 69. (ESAF APO/MPOG/2010) Assinale a opção verdadeira a respeito da contabilização da previsão da receita e fixação da despesa orçamentária. a) A previsão da receita modifica negativamente a situação patrimonial enquanto a despesa afeta positivamente. b) Ambas as operações são registradas em contas do compensado e não afetam a situação patrimonial líquida do ente público. c) A situação patrimonial do ente permanece inalterada somente quando a receita é corrente e a despesa é de capital. d) As despesas de capital, por não afetarem a situação patrimonial líquida do ente, não têm sua previsão registrada pela contabilidade. e) A estimação das receitas de capital é reconhecida pela contabilidade somente no ato de recolhimento. Resolução Veremos os respectivos lançamentos contábeis: 8

9 Previsão de receita Arrecadação de receita Fixação da despesa na LOA Empenho da despesa Liquidação de despesa Pagamento de despesa Macetes! 1. Previsão de receita e fixação de despesa não afeta o patrimônio líquido dos órgãos ou entidades, a alteração ocorrerá na arrecadação de receita orçamentária corrente e transferências de capital e na execução de despesas; 2. As contas de controle da execução orçamentária da receita e da despesa estão localizadas nos grupos de contas e O grupo se refere ao ativo compensado e o grupo ao passivo compensado. Observe a estrutura do plano de contas: 9

10 Em vigor até ATIVO COMPENSADO 2.9 PASSIVO COMPENSADO EXECUÇÃO ORCAMENTÁRIA DA EXECUÇÃO ORCAMENTÁRIA DA RECEITA RECEITA EXECUÇÃO ORCAMENTÁRIA DA EXECUÇÃOO ORCAMENTÁRIA DA DESPESA DESPESA Facultativo a partir de 2010 e obrigatório a partir de CONTROLES DA APROVAÇÃO DO PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO PLOA Projeto Inicial da Lei Orçamentária Receita Previsão da Receita Previsão Inicial da Receita 6. CONTROLES DA EXECUÇÃO DO PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO Execução do PLOA Processamento do PLOA Receita 6.2. Execução do orçamento Execução da receita Execução da Despesa Análise das opções: a) A previsão da receita é um ato administrativo que NÃO modifica a situação patrimonial e a despesa afeta negativamente o patrimônio. Errado. b) Perfeito! Ambas as operações (previsão da receita e fixação da despesa) são registradas em contas do ativo e passivo compensado e não afetam a situação patrimonial líquida do ente público. Certo. c) A situação patrimonial do ente será alterada quando do recebimento de receita corrente e permanecerá inalterado no caso de despesa é de capital, exceto transferências de capital. Errado. d) As despesas de capital sempre terão sua previsão registrada pela contabilidade. Errado. e) A estimação das receitas de capital é reconhecida pela contabilidade no momento de sua previsão na LOA. Errado. Opção B. 70. (ESAF APO/MPOG/2010) Assinale a opção falsa a respeito das demonstrações contábeis (balanços) de que tratam os arts. 101 a 106 da Lei n /64. a) O Balanço Orçamentário evidencia as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas. b) As receitas orçamentárias realizadas são evidenciadas no Balanço Orçamentário e no Balanço Financeiro. c) O montante dos restos a pagar inscritos no exercício integra a despesa realizada no Balanço Orçamentário. d) A função do Balanço Financeiro é evidenciar a despesa e a receita orçamentária, bem como pagamentos e recebimentos de natureza extra-orçamentárias, inclusive o recebimento de bens. e) A Demonstração das Variações Patrimoniais evidencia as variações verificadas no patrimônio, inclusive as de natureza extraorçamentárias. Resolução 10

11 Atenção! Observe que o comando da questão pede a opção FALSA acerca das demonstrações contábeis. Referencial teórico: De acordo com a Lei 4.320/1.964, art. 101, os resultados gerais do exercício serão demonstrados no Balanço Orçamentário, no Balanço Financeiro, no Balanço Patrimonial, na Demonstração das Variações Patrimoniais, além de outros quadros demonstrativos. Para cumprimento do objetivo de padronização dos procedimentos contábeis e também das disposições do Conselho Federal de Contabilidade, relativas aos Princípios Fundamentais de Contabilidade, bem como as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBCT 16), a Portaria STN nº 751, de 16 de dezembro de 2009, aprovou as seguintes demonstrações contábeis para o setor público: Assim, de acordo com o Manual das Demonstrações Contábeis do Setor Público (Portaria STN nº 751/2009), as demonstrações contábeis das entidades definidas no campo de aplicação da Contabilidade do Setor Público, incluindo as exigidas pela Lei 4.320/64, são: a) Balanço Patrimonial (BP); b) Balanço Orçamentário (BO); c) Balanço Financeiro (BF); d) Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP); e) Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) - Acrescentado; f) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) Acrescentado. Importante! Esse demonstrativo contábil será obrigatório apenas para as empresas estatais dependentes e para os entes que as incorporarem no processo de consolidação das contas; g) Demonstração do Resultado Econômico (DRE) - Acrescentado. Todas as demonstrações contábeis previstas na referida norma devem ser divulgadas da seguinte forma: - Demonstrações Contábeis Consolidadas - devem compor a Prestação de Contas Anual de Governo, que recebe parecer prévio do Tribunal de Contas competente; - Demonstrações Contábeis Não-Consolidadas - devem compor a tomada ou prestação de contas anual dos administradores públicos. Veremos os conceitos legais de cada um dos demonstrativos contábeis (lei 4.320/64): Art O Balanço Orçamentário demonstrará as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas. Art O Balanço Financeiro demonstrará a receita e a despesa orçamentárias, bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extra-orçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte. 11

12 Art A Demonstração das Variações Patrimoniais evidenciará as alterações verificadas no patrimônio, resultantes ou independentes da execução orçamentária, e indicará o resultado patrimonial do exercício. Art O Balanço Patrimonial demonstrará: I - O Ativo Financeiro; II - O Ativo Permanente; III - O Passivo Financeiro; IV - O Passivo Permanente; V - O Saldo Patrimonial; VI - As Contas de Compensação. 1o O Ativo Financeiro compreenderá os créditos e valores realizáveis independentemente de autorização orçamentária e os valores numerários. 2o O Ativo Permanente compreenderá os bens, créditos e valores, cuja mobilização ou alienação dependa de autorização legislativa. 3o O Passivo Financeiro compreenderá as dívidas flutuantes e outras cujo pagamento independa de autorização orçamentária. 4o O Passivo Permanente compreenderá as dívidas fundadas e outras que dependam de autorização legislativa para amortização ou resgate. 5o Nas contas de compensação serão registrados os bens, valores, obrigações e situações não compreendidas nos parágrafos anteriores e que, mediata ou indiretamente, possam vir a afetar o patrimônio. Conforme se observa acima, a função do Balanço Financeiro é evidenciar a despesa e a receita orçamentária, bem como os pagamentos e recebimentos de natureza extra-orçamentárias, porém, NÃO evidencia o recebimento de bens. Os bens são evidenciados no balanço patrimonial. Opção D. 12

NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE

NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE CENÁRIO ANTERIOR Gestão Dívida Financeira Pública ORÇAMENTO PUBLICO Contabilidade Receita e Despesa Demonstrativos Contábeis:

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Fonte: Apresentação da Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT do Tesouro Nacional Última Atualização: 14/09/2009 1 Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor

Leia mais

CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO

CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO Existe conceito de Contabilidade como um todo. Contabilidade é a ciência que estuda e pratica as funções de orientação e controle relativas aos atos e

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 1. Apresentação. Aula 1. Conceitos e definições. Bases legais. Contabilidade Pública.

Contabilidade Pública. Aula 1. Apresentação. Aula 1. Conceitos e definições. Bases legais. Contabilidade Pública. Contabilidade Pública Aula 1 Apresentação Prof. Adilson Lombardo Aula 1 Conceitos e definições Bases legais Contabilidade Pública Orçamento Público Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas 16 Normas

Leia mais

CONTABILIDADE PÚBLICA

CONTABILIDADE PÚBLICA CONTABILIDADE PÚBLICA 1. Conceito: Para Bezerra Filho (2006, p.131), a Contabilidade pública pode ser definida como o ramo da ciência contábil que controla o patrimônio público, evidenciando as variações

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis Contabilidade Pública Aula 4 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Plano de Contas Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão Consiste em um rol ordenado de forma sistematizada de contas

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

Nota Técnica n. 001/2015/GECOG Vitória, 13 de janeiro de 2015. Registro de Passivos sem Suporte Orçamentário.

Nota Técnica n. 001/2015/GECOG Vitória, 13 de janeiro de 2015. Registro de Passivos sem Suporte Orçamentário. Técnica n. 001/2015/GECOG Vitória, 13 de janeiro de 2015. Assunto: Registro de Passivos sem Suporte Orçamentário. 1 Trata-se de orientação acerca do reconhecimento contábil de obrigações sem suporte orçamentário

Leia mais

Conceito de Contabilidade Pública. e Campo de Aplicação

Conceito de Contabilidade Pública. e Campo de Aplicação Conceito, Objeto, Objetivo e Campo de Aplicação Conceito de Contabilidade Pública Contabilidade Aplicada ao Setor Público é o ramo da ciência contábil que aplica, no processo gerador de informações, os

Leia mais

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL Aspectos Contabilidade Pública Contabilidade Geral Legislação Lei nº 4.320/64 Lei nº 6.404/76 Princípios PFC e Princípios PFC

Leia mais

Permitida a reprodução total ou parcial desta publicação desde que citada a fonte.

Permitida a reprodução total ou parcial desta publicação desde que citada a fonte. Subsistemas Orçamentário Patrimonial Custos Compensação registra, processa e evidencia os atos e os fatos relacionados ao planejamento e à execução orçamentária; registra, processa e evidencia os fatos

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA Demonstrações Contábeis José Rafael Corrêa Quanto mais eu sei, mais eu descubro que nada eu sei Sócrates 1 Conceitos CONTABILIDADE INFORMAÇÃO Informação

Leia mais

WORKSHOP II Curso Básico de Contabilidade Pública, conforme a Lei 4.320/64. Marcus Vinicius P. de Oliveira e Equipe técnica da Pi Contabilidade

WORKSHOP II Curso Básico de Contabilidade Pública, conforme a Lei 4.320/64. Marcus Vinicius P. de Oliveira e Equipe técnica da Pi Contabilidade WORKSHOP II Curso Básico de Contabilidade Pública, conforme a Lei 4.320/64. Marcus Vinicius P. de Oliveira e Equipe técnica da Pi Contabilidade 1 Objetivo do Workshop Apresentar os principais conceitos

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL RELATÓRIO CONTÁBIL Anexo I RELATÓRIO CONTÁBIL Análise das contas orçamentárias, financeiras, patrimoniais e das incorporações referentes aos balanços das unidades que compõe a no exercício de 2007. I APRESENTAÇÃO

Leia mais

Balanço Patrimonial. Art. 105. O Balanço Patrimonial demonstrará: I o Ativo Financeiro

Balanço Patrimonial. Art. 105. O Balanço Patrimonial demonstrará: I o Ativo Financeiro Segundo o MCASP, o é a demonstração contábil que evidencia, qualitativa e quantitativamente, a situação patrimonial da entidade pública, por meio de contas representativas do patrimônio público, além das

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 03. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 03. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Olá, ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À Aula 03 MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Dando continuidade ao nosso estudo dirigido, hoje veremos os seguintes tópicos: 01.04.04

Leia mais

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC.

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC. 1 ANEXO III - PT/MPS Nº 95, DE 06 DE MARÇO DE 2007 DOU DE 07.03.07 MODELOS E INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS SÃO AS EXTRAÍDAS DOS LIVROS, REGISTROS E

Leia mais

QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE

QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE Prezado internauta e estudante do Ponto dos Concursos! Desejo a todos uma mente ILUMINADA e que tenham

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Aula 01 MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Abordaremos os seguintes pontos: 01.03.03 reconhecimento da receita orçamentária. 01.03.03.01 relacionamento do regime orçamentário com o regime

Leia mais

TCE-TCE Auditoria Governamental

TCE-TCE Auditoria Governamental TCE-TCE Auditoria Governamental Pessoal, vou comentar as questões da prova. 61. Considere as informações extraídas do Balanço Orçamentário, referentes ao exercício financeiro de 2014, de uma entidade pública:

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 3. Apresentação. Definição de Receita Pública. Receita Pública. Classificação da Receita Pública

Contabilidade Pública. Aula 3. Apresentação. Definição de Receita Pública. Receita Pública. Classificação da Receita Pública Contabilidade Pública Aula 3 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Definição de Receita Pública Um conjunto de ingressos financeiros com fonte e fatos geradores próprios e permanentes, oriundos da ação

Leia mais

7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16

7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16 7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16 Autor(es) LEONARDO GARCIA PAIS DE ARRUDA Orientador(es) ELAINE

Leia mais

6º Congresso Catarinense de. Controladores Internos Municipais. 17 e 18 de junho de 2010

6º Congresso Catarinense de. Controladores Internos Municipais. 17 e 18 de junho de 2010 6º Congresso Catarinense de Secretários de Finanças, Contadores Públicos e Controladores Internos Municipais 17 e 18 de junho de 2010 RECEITAS E DESPESAS PÚBLICAS: Enfoque Orçamentário X Enfoque Patrimonial

Leia mais

Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF. Selene Peres Peres Nunes

Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF. Selene Peres Peres Nunes Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF Selene Peres Peres Nunes 03/8/2015 Por que avaliação de custos no setor público? possível realocação orçamentária (uso no orçamento) onde podem ser realizados

Leia mais

A nova visão da. Contabilidade Aplicada ao Setor Público

A nova visão da. Contabilidade Aplicada ao Setor Público A nova visão da Contabilidade Aplicada ao Setor Público Constituição Federal Lei de Responsabilidade Fiscal 101/2000 Lei 4.320/64 Finanças Públicas Lei 12.249/2010 Conselho Federal de Contabilidade Lei

Leia mais

5.4 Balanço Patrimonial

5.4 Balanço Patrimonial IV - Quociente Financeiro de Execução Os números demonstram, nos três períodos, superávit orçamentário e financeiro, considerando-se também para as despesas em regime de caixa. V - Saldos Financeiros Os

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.2 PATRIMÔNIO E SISTEMAS CONTÁBEIS

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.2 PATRIMÔNIO E SISTEMAS CONTÁBEIS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.2 PATRIMÔNIO E SISTEMAS CONTÁBEIS Conteúdo Item DISPOSIÇÕES GERAIS 1 PATRIMÔNIO PÚBLICO

Leia mais

Manual de Contabilidade Aplicada no Setor Público: Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Manual de Contabilidade Aplicada no Setor Público: Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Manual de Contabilidade Aplicada no Setor Público: Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT Última Atualização: 12/01/2010 Programa do Módulo 2 1. Plano de

Leia mais

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Brasília-DF Dezembro/2012 INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Processo CFC n.º 2012/000258

Leia mais

NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO. A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP.

NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO. A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP. NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP. A CONTADORIA GERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Entendendo a estrutura administrativa

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE PÚBLICA EXERCÍCIO DE 2014

DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE PÚBLICA EXERCÍCIO DE 2014 NOTAS EXPLICATIVAS 1. DIVULGAÇÃO DE POLÍTICAS CONTÁBEIS Políticas contábeis são os princípios, bases, convenções, regras e procedimentos específicos aplicados pela entidade na elaboração e na apresentação

Leia mais

CONTABILIDADE PÚBLICA *

CONTABILIDADE PÚBLICA * NIVELAMENTO EM CONTABILIDADE CONCEITOS DE CONTABILIDADE GOVERNAMENTAL CONTABILIDADE PÚBLICA * Professor ALBANIR RAMOS 2006 Contabilide Contabilide Pública Governamental é uma especialização Contabilide

Leia mais

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS Apresentação O ano de 2009 encerrou pautado de novas mudanças nos conceitos e nas práticas a serem adotadas progressivamente na contabilidade dos entes públicos de todas as esferas do Governo brasileiro.

Leia mais

RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA AULA 01 - DEMONSTRATIVA APRESENTAÇÃO

RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA AULA 01 - DEMONSTRATIVA APRESENTAÇÃO AULA 01 - DEMONSTRATIVA APRESENTAÇÃO Sou Bosco Silveira e fui convidado pelo Felipe Souza para colaborar com os candidatos a cargos e empregos públicos nos certames promovidos por órgãos e entidades da

Leia mais

SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 634, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013.

SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 634, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013. SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 634, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013. Dispõe sobre regras gerais acerca das diretrizes, normas e procedimentos contábeis aplicáveis aos entes da Federação, com vistas

Leia mais

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.1 - CONCEITUAÇÃO, OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO A Contabilidade Pública aplica, no processo gerador de informações, os princípios

Leia mais

10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo

10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo 10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo Plano de Contas Aplicado ao Setor Público CH: 1:20 h Conteúdo: 1. Aspectos gerais do Plano

Leia mais

A Nova Contabilidade do Setor Público. Conselho Federal de Contabilidade

A Nova Contabilidade do Setor Público. Conselho Federal de Contabilidade A Nova Contabilidade do Setor Público Conselho Federal de Contabilidade 1 Conteúdo: Antecedentes Novo foco da contabilidade Convergência às IPSAS Principais entidades normativas O conjunto das NBC T SP

Leia mais

Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público

Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público Coordenação Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação STN/CCONF Última Atualização: 28/02/2012 Novas Demonstrações Contábeis do Setor Público

Leia mais

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional;

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional; Código: MAP-DIFIN-001 Versão: 00 Data de Emissão: XX/XX/XXXX Elaborado por: Gerência de Contabilidade Aprovado por: Diretoria de Finanças e Informações de Custos 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP Novas Demonstrações Contábeis do Setor Público DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO SETOR PÚBLICO Englobam todos os fatos contábeis e atos que interessam

Leia mais

CRESS/MA - 2ª Região Conselho Regional de Serviço Social/MA CNPJ: 06.042.030/0001-47

CRESS/MA - 2ª Região Conselho Regional de Serviço Social/MA CNPJ: 06.042.030/0001-47 Conselho Regional de Serviço Social/MA CNPJ: 06.042.030/0001-47 Balanço Patrimonial ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA CRÉDITOS A CURTO PRAZO PASSIVO CIRCULANTE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS,

Leia mais

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL.

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL. CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL. Autores: Marcus Vinicius Passos de Oliveira Elisangela Fernandes dos Santos Esaú Fagundes Simões Resumo Esta pesquisa tem

Leia mais

PCASP e os Consórcios Públicos

PCASP e os Consórcios Públicos Subsecretaria de Contabilidade Pública SUCON Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação CCONF V FÓRUM MINEIRO DE CONTABILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL Junho/2015 Conteúdo PCASP: introdução,

Leia mais

ENCERRAMENTO DE MANDATO. Heraldo da Costa Reis Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ.

ENCERRAMENTO DE MANDATO. Heraldo da Costa Reis Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ. ENCERRAMENTO DE MANDATO Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ. No ano em curso de 2008, dois fatos ocuparão as nossas atenções: O encerramento dos mandatos dos atuais prefeitos,

Leia mais

4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle

4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle 4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle Luís Eduardo Vieira Superintendência de Gestão Técnica SGT Financeira e Controle. Introdução A transparência

Leia mais

Execução Orçamentária e Financeira

Execução Orçamentária e Financeira Execução Orçamentária e Financeira Introdutório aos cursos dos Sistemas de Contabilidade e Gastos Públicos Setembro / 2008 Administração Pública Classifica-se, conforme a CF/88 em: Administração Direta

Leia mais

NOÇÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA

NOÇÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA NOÇÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA SUMÁRIO REGISTROS CONTÁBEIS DE OPERAÇÕES TÍPICAS EM UNIDADES ORÇAMENTÁRIAS OU ADMINISTRATIVAS (SISTEMAS: ORÇAMENTÁRIO, FINANCEIRO, PATRIMONIAL E DE COMPENSAÇÃO)...2 INVENTÁRIO:

Leia mais

Implantação do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público PCASP. A experiência do Estado do Rio Grande do Sul.

Implantação do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público PCASP. A experiência do Estado do Rio Grande do Sul. Implantação do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público PCASP. A experiência do Estado do Rio Grande do Sul. Público Alvo: Servidores de Prefeituras do Estado do Rio Grande do Sul que atuam na área contábil.

Leia mais

TCM-SP Agente de Fiscalização - Administração

TCM-SP Agente de Fiscalização - Administração TCM-SP Agente de Fiscalização - Administração Pessoal, vou comentar as questões da prova da área administrativa. Conhecimentos Específicos 40 Considerando as diretrizes das Normas Brasileiras de Contabilidade

Leia mais

Adequação do Sistema de Contabilidade Pública: novo plano de contas, competência e custos Subsecretaria de Contabilidade Pública STN/MF

Adequação do Sistema de Contabilidade Pública: novo plano de contas, competência e custos Subsecretaria de Contabilidade Pública STN/MF Adequação do Sistema de Contabilidade Pública: novo plano de contas, competência e custos Subsecretaria de Contabilidade Pública STN/MF MUDANÇAS NA ESTRUTURA CONCEITUAL Demonstrações Contábeis Plano de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004

RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004 CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004 Aprova a NBC T 19.2 - Tributos sobre Lucros. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

Leia mais

ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente.

ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente. ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente. Evelyse Amorim Lourival Amorim Florianópolis, 11 de novembro de 2014 ITG 2002 Introdução e Principais

Leia mais

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015.

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece os procedimentos e as normas a serem adotados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual direta e indireta, para o encerramento anual

Leia mais

Palavras-chave: Demonstrações Contábeis. Setor público. Lei de Responsabilidade Fiscal.

Palavras-chave: Demonstrações Contábeis. Setor público. Lei de Responsabilidade Fiscal. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NO SETOR PÚBLICO Adriana Oliveira Nogueira Universidade de Fortaleza (UNIFOR-CE) adriana@secon.ce.gov.br Manuel Salgueiro Rodrigues Júnior Universidade

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 6. Apresentação. Demonstração do Balanço Patrimonial. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Necessidade e Função

Contabilidade Pública. Aula 6. Apresentação. Demonstração do Balanço Patrimonial. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Necessidade e Função Contabilidade Pública Aula 6 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Demonstração do Balanço Patrimonial Necessidade e Função Demonstração dos Fluxos de Caixa Demonstração do Resultado Econômico Contextualização

Leia mais

AULA 01: Sistemas de Contas.

AULA 01: Sistemas de Contas. AULA 01: Sistemas de Contas. Contabilidade Pública p/ SUMÁRIO PÁGINA 1. Apresentação 1 2. Cronologia dos sistemas/subsistemas 2 3. Características comuns dos sistemas e subsistemas 6 3.1. Sistemas contábeis

Leia mais

CENÁRIO ATUAL DA CONTABILIDADE PÚBLICA BRASILEIRA

CENÁRIO ATUAL DA CONTABILIDADE PÚBLICA BRASILEIRA CONTABILIDADE PATRIMONIAL APLICADA AO SETOR PÚBLICO: UMA ABORDAGEM PRÁTICA Palestrante:André Ricardo Batista E-mail andrericardo@tce.pe.gov.br Facebook: Andre Ricardo Batista Tel. 081 3181-7677 1 CENÁRIO

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «21. A respeito das funções da Contabilidade, tem-se a administrativa e a econômica. Qual das alternativas abaixo apresenta uma função econômica? a) Evitar erros

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS OBJETIVO 1. Esta norma estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação, de registro dos componentes e variações

Leia mais

Subsistema de Custos no Setor Público: as contribuições da NBC TSP 16.11

Subsistema de Custos no Setor Público: as contribuições da NBC TSP 16.11 Subsistema de Custos no Setor Público: as contribuições da NBC TSP 16.11 Msc. João Eudes Bezerra Filho Membro do Grupo Assessor das NBCASP CFC Auditor das Contas Públicas TCE/PE Professor do Mestrado da

Leia mais

A Contabilidade Municipal e as Providências no Último Ano de Mandato. Márcio Henrique Barbosa Maciel de Sousa

A Contabilidade Municipal e as Providências no Último Ano de Mandato. Márcio Henrique Barbosa Maciel de Sousa A Contabilidade Municipal e as Providências no Último Ano de Mandato Márcio Henrique Barbosa Maciel de Sousa Introdução O Processo de transição e a memória administrativa Lei Complementar Estadual nº 260/2014

Leia mais

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 Para mais informações, acesse o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Parte I Procedimentos Contábeis Orçamentários, 5ª edição. https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/artigos/parte_i_-_pco.pdf

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.137/08 Aprova a NBC T 16.10 Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e

Leia mais

Previsão da receita e fixação da despesa referente à aprovação do orçamento com base na Lei Orçamentária Anual, no valor de R$ 50.000.

Previsão da receita e fixação da despesa referente à aprovação do orçamento com base na Lei Orçamentária Anual, no valor de R$ 50.000. Olá, pessoal! Comento neste toque as questões de Contabilidade Pública que caíram no concurso para conselheiro substituto do TCE-CE. A banca foi a Fundação Carlos Chagas. Aproveito a oportunidade para

Leia mais

Semana de Administração, Orçamentária, Financeira e de Contratações Públicas dos Estados e Municípios Contabilidade Pública Básica

Semana de Administração, Orçamentária, Financeira e de Contratações Públicas dos Estados e Municípios Contabilidade Pública Básica Semana de Administração, Orçamentária, Financeira e de Contratações Públicas dos Estados e Municípios Contabilidade Pública Básica Organização: Paulo Henrique Feijó Welinton Vitor dos Santos Heriberto

Leia mais

Olá, pessoal! Fraternal abraço! Alipio Filho

Olá, pessoal! Fraternal abraço! Alipio Filho Olá, pessoal! Comento neste toque as questões de Contabilidade Pública que caíram no concurso para conselheiro substituto do TCE-GO. A banca foi a Fundação Carlos Chagas. Aproveito a oportunidade para

Leia mais

AS NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL

AS NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL AS NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL Portaria STN 184/08 Desenvolve Ações do Processo Convergência; Portaria STN 406/11 Prazo Legal 2012; Portaria STN 828/11 (Procedimentos Contábeis de Bens

Leia mais

A Contabilidade Aplicada ao Setor Público: Dimensão Patrimonial e Ambiente da Convergência

A Contabilidade Aplicada ao Setor Público: Dimensão Patrimonial e Ambiente da Convergência A Contabilidade Aplicada ao Setor Público: Dimensão Patrimonial e Ambiente da Convergência 1 Professor João Eudes Bezerra Filho ATIVO FINANCEIRO 305.000,00 PASSIVO FINANCEIRO 115.000,00 ATIVO FINANCEIRO

Leia mais

DECRETO 011 / 2012. ATENDER aos dispositivos da Portaria nº 828, de 14 de dezembro de 2011, da Secretaria do Tesouro Nacional, e;

DECRETO 011 / 2012. ATENDER aos dispositivos da Portaria nº 828, de 14 de dezembro de 2011, da Secretaria do Tesouro Nacional, e; DECRETO 011 / 2012 Institui o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público MCASP.

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO. 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO. 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO BALANÇO PATRIMONIAL 02 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO PERÍODO 03 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 04 DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

40 questões sobre princípios orçamentários Material compilado pelo Prof: Fernando Aprato para o concurso do TCE-RS 2011.

40 questões sobre princípios orçamentários Material compilado pelo Prof: Fernando Aprato para o concurso do TCE-RS 2011. 1 40 questões sobre princípios orçamentários Material compilado pelo Prof: Fernando Aprato para o concurso do TCE-RS 2011. TRT_22/Técnico_Judiciário_Administrativa/FCC/2010 - E05 9 1. A exclusividade concedida

Leia mais

PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS E ATUARIAS NOS RPPS. Professor João Eudes Bezerra Filho

PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS E ATUARIAS NOS RPPS. Professor João Eudes Bezerra Filho PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS E ATUARIAS NOS RPPS Professor João Eudes Bezerra Filho DIAGNÓSTICO: CENÁRIO ATUAL DIMENSÃO CONTABILIDADE PATRIMONIAL ATIVO FINANCEIRO ATIVO FINANCEIRO Disponível Caixa (Tesouraria)

Leia mais

MUNICÍPIO DE SERRA DO NAVIO PODER LEGISLATIVO CÂMARA MUNICIPAL DE SERRA DO NAVIO

MUNICÍPIO DE SERRA DO NAVIO PODER LEGISLATIVO CÂMARA MUNICIPAL DE SERRA DO NAVIO Em cumprimento ao disposto na Legislação vigente, (Art.101 da Lei nº 4.320/64), os resultados gerais do exercício serão demonstrados no Balanço Orçamentário, Financeiro, Balanço Patrimonial, Demonstração

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 920/01. Aprova, Da NBC T 10 Dos Aspectos Contábeis Específicos em Entidades Diversas, o item: NBC T 10.8 Entidades Cooperativas.

RESOLUÇÃO CFC N.º 920/01. Aprova, Da NBC T 10 Dos Aspectos Contábeis Específicos em Entidades Diversas, o item: NBC T 10.8 Entidades Cooperativas. RESOLUÇÃO CFC N.º 920/01 Aprova, Da NBC T 10 Dos Aspectos Contábeis Específicos em Entidades Diversas, o item: NBC T 10.8 Entidades Cooperativas. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas

Leia mais

CUSTOS NO SETOR PÚBLICO SOB A PERSPECTIVA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS

CUSTOS NO SETOR PÚBLICO SOB A PERSPECTIVA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS CUSTOS NO SETOR PÚBLICO SOB A PERSPECTIVA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS João Eudes Bezerra Filho Membro do Grupo Assessor das NBCASP CFC Auditor das Contas Públicas TCE/PE DIAGNÓSTICO: QUANTO À CONTABILIDADE

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA

NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA 1. CONTEXTO ORGANIZACIONAL O Tribunal de Contas é um órgão com autonomia orçamentária e financeira de auxílio ao

Leia mais

Anexo III Ato de Encerramento do Exercício de 2014

Anexo III Ato de Encerramento do Exercício de 2014 UNIDADES RESPONSÁVEIS PARA ENTREGA DOS ITENS DO ANEXO 05 DA IN TCE/ES nº 28/2013 A COMISSÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS Item Nome Descrição RESPONSÁVEL 1 MENSAG 2 ROLRES 3 RELGES 4 RELUCI 5 PROEXE Mensagem

Leia mais

PROCEDIMENTO CONTÁBIL Nº 001/2015 (versão 0.0.1)

PROCEDIMENTO CONTÁBIL Nº 001/2015 (versão 0.0.1) PROCEDIMENTO CONTÁBIL Nº 001/2015 (versão 0.0.1) RESTOS A PAGAR PROCESSADOS E NÃO PROCESSADOS ÍNDICE 1 OBJETIVO... 1 2 CONCEITOS... 1 3 CLASSIFICAÇÃO NO PLANO DE CONTAS... 2 4 PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS...

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERROLÂNDIA BAHIA CNPJ 14.196.703/0001-41

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERROLÂNDIA BAHIA CNPJ 14.196.703/0001-41 DECRETO Nº. 075, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2015. Dispõe sobre os procedimentos para o encerramento do exercício financeiro de 2015 no âmbito da Administração Pública Municipal e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE PLANEJAMENTO, CONTABILIDADE E FINANÇAS DO ESTADO DA BAHIA

SISTEMA INTEGRADO DE PLANEJAMENTO, CONTABILIDADE E FINANÇAS DO ESTADO DA BAHIA SUMÁRIO 1. Objetivo... 1 2. Motivação e Justificativa... 1 3. Procedimentos e Contabilização no FIPLAN... 2 3.1 Inscrição Do Crédito Em Dívida Ativa Na Unidade Competente... 2 3.2 Atualização Monetária,

Leia mais

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO. No nosso encontro de hoje resolvo questões de receita exigidas no último concurso do MPU/2010.

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO. No nosso encontro de hoje resolvo questões de receita exigidas no último concurso do MPU/2010. QUESTÕES DE RECEITAS PÚBLICAS MPU - 2010 Prezado amigo concursando! Sucesso e sorte na conquista de seu sonho! No nosso encontro de hoje resolvo questões de receita exigidas no último concurso do MPU/2010.

Leia mais

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS SIOPS Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva / Ministério da Saúde

Leia mais

ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS

ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás TCE/GO Auditor de Controle Externo Área Controle Externo ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS Língua Portuguesa Ortografia oficial... 01 Acentuação

Leia mais

Contabilidade Geral e Pública MPOG/2010

Contabilidade Geral e Pública MPOG/2010 Elias Cruz Toque de Mestre www.editoraferreira.com.br Curso de Contabilidade Básica com Prof Elias Cruz: maio/2010 (Manaus/AM); julho/2010 (Natal/RN);... Aguardem!!! Prova de (Prova elaborada pela ESAF

Leia mais

MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO

MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO PARTE GERAL Aplicado à União, Estados, Distrito Federal e Municípios Válido para o exercício de 2013

Leia mais

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS OBJETIVOS Dotar as Promotorias de Justiça

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Resumo Demonstrações contábeis são informações e dados que as empresas oferecem ao fim de cada exercício, com a finalidade de mostrar aos acionistas, ao governo e todos os interessados,

Leia mais

Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 Descrição dos Fluxos de Trabalho

Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 Descrição dos Fluxos de Trabalho Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 4.1.1 - FLUXOGRAMA ORÇAMENTO LEGISLAÇÃO. Planejamento e Orçamento PPA Audiência Pública Legislativo Apreciação Executivo - Sanção Audiência Pública LDO Legislativo -

Leia mais

O importante é não desistir porque existem bons certames em vista, a exemplo do próximo concurso da Polícia Federal.

O importante é não desistir porque existem bons certames em vista, a exemplo do próximo concurso da Polícia Federal. QUESTÕES DE CONCURSOS Colega estudante! Colegas Concursandos e candidatos ao TCU e STF! Desejo-lhes uma mente ILUMINADA na hora das provas e que a sorte lhe acompanhe em todas as fases desse concurso.

Leia mais

Lançamentos Típicos de entidades do setor público

Lançamentos Típicos de entidades do setor público Lançamentos Típicos de entidades do setor público Efetue os lançamentos típicos a partir das informações captadas em cada caso típico do município de Transparência de Pombal. etermine inicialmente a Natureza

Leia mais

Lei de Responsabilidade Fiscal

Lei de Responsabilidade Fiscal AOF Lei de Responsabilidade Fiscal PLANEJAMENTO Lei de Diretrizes Orçamentárias Lei Orçamentária Anual Execução Orçamentária e do Cumprimento das Metas RECEITA PÚBLICA Previsão e da Arrecadação Renúncia

Leia mais

GESTÃO, seus reflexos NA NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA E OS RECENTES CONTROLES DO TCEES

GESTÃO, seus reflexos NA NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA E OS RECENTES CONTROLES DO TCEES GESTÃO, seus reflexos NA NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA E OS RECENTES CONTROLES DO TCEES Projeto do CFC 2013: Ano da Contabilidade no Brasil A importância da Contabilidade para o desenvolvimento socioeconômico

Leia mais

Contabilidade no Setor Público para Concursos: Aula 01. Princípios de Contabilidade sob Perspectiva do Setor Público

Contabilidade no Setor Público para Concursos: Aula 01. Princípios de Contabilidade sob Perspectiva do Setor Público Contabilidade no Setor Público para Concursos: Aula 01 Princípios de Contabilidade sob Perspectiva do Setor Público Princípios de contabilidade: Entidade Continuidade Oportunidade Registro pelo valor original

Leia mais

RESUMÃO. Administração Direta dos entes públicos;

RESUMÃO. Administração Direta dos entes públicos; RESUMÃO CONTABILIDADE PÚBLICA A Contabilidade Pública é um ramo da ciência contábil e tem o objetivo de captar, registrar e interpretar os fenômenos que afetam as situações orçamentárias, financeiras e

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE ALAGOAS VII ENCONTRO DE CONTABILIDADE DO AGRESTE ALAGOANO NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO Fernando Carlos Almeida MAIO - 2014 Contabilidade

Leia mais

CAMPO DE APLICAÇÃO DA CONTABILIDADE PÚBLICA 1ª PARTE Leonardo Silveira do Nascimento cpublicaconcursos@yahoo.com.br

CAMPO DE APLICAÇÃO DA CONTABILIDADE PÚBLICA 1ª PARTE Leonardo Silveira do Nascimento cpublicaconcursos@yahoo.com.br CAMPO DE APLICAÇÃO DA CONTABILIDADE PÚBLICA 1ª PARTE Leonardo Silveira do Nascimento cpublicaconcursos@yahoo.com.br Olá pessoal! Nesta aula iremos abordar um assunto cada vez mais recorrente nas provas

Leia mais