Contabilidade Pública. Aula 6. Apresentação. Demonstração do Balanço Patrimonial. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Necessidade e Função

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1 Contabilidade Pública Aula 6 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Demonstração do Balanço Patrimonial Necessidade e Função Demonstração dos Fluxos de Caixa Demonstração do Resultado Econômico Contextualização 1

2 A Lei 4.320/64, art O balanço patrimonial demonstrará I. financeiro Demonstração do Balanço Patrimonial II. permanente III. financeiro IV. permanente V. Saldo patrimonial VI. Contas de compensação Nas NBCASPs, o Balanço Patrimonial está estruturado no seguinte grupo são recursos controlados pela entidade como resultado de eventos passados, dos quais se espera que resultem, para a entidade, em benefícios econômicos futuros ou potencial de serviços Instrumentalização <Ente da Federação> Balanço Patrimonial : Período: (Mês) Data de emissão: Página: <Ente da Federação> Balanço Patrimonial : Período: (Mês) Data de emissão: Página: Circulante Caixa e equivalente Créditos a curto prazo Estoques Variações patrimoniais Diminutivas pagas antecipadamente Circulante Obrigações trabalhistas a pagar Empréstimos e financiamentos de curto prazo Obrigações fiscais de curto prazo Não Circulante realizável a longo prazo Investimento Imobilizado Intangível Não Circulante Empréstimos e financiamentos de longo prazo Fornecedores de longo prazo Total do 2

3 Patrimônio Líquido Financeiro Financeiro Permanente Permanente Saldo Patrimonial Compensações Patrimônio Social Total do Patrimônio Líquido Saldo dos atos potenciais do Saldo dos atos potenciais do Total Total Total Total Análise e Interpretação do Balanço Patrimonial A análise do Balanço Patrimonial tem como objetivo elaborar indicadores que servirão de suporte, para a avaliação da gestão econômica da entidade, podendo ser: índices de liquidez endividamento de curto e longo prazo grau de imobilização do Superavit financeiro estabelecido pela Lei 4.320/64 Financeiro Financeiro obtenção de resultado positivo ou negativo do saldo patrimonial ou da evolução, ou redução do Patrimônio Líquido Permanente Saldo Patrimonial Permanente 3

4 <Ente da Federação> Demonstração dos Fluxos de Caixa Demonstração dos Fluxos de Caixa : Período: (Mês) Data de emissão: Página: Fluxos de caixa das atividades das operações (1) Ingressos Receitas Derivadas Receita Tributária Receita de Contribuições Outras Receitas Derivadas Receitas Originárias Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Transferências Intergovernamentais Desembolsos Pessoal e outras despesas correntes por função Legislativa Judiciária Transferências Previdência Social Intergovernamentais Juros e encargos da Dívida Juros e correção monetária da Dívida Interna Fluxo de caixa líquido das atividades das operações Juros e correção monetária da Dívida Externa 4

5 Fluxos de caixa das atividades de investimentos (2) Desembolsos Aquisição de Não Circulante Ingressos Concessão de empréstimos e financiamentos Alienação de bens Amortização de empréstimos e financiamentos concedidos Fluxo de caixa líquido das atividades de investimentos Fluxos de caixa das atividades de financiamento (3) Ingressos Geração líquida de caixa e equivalente de caixa (4) Operações de créditos Desembolsos Caixa e equivalente de caixa inicial Amortização/Refinanciamento da dívida Fluxo de caixa líquido das atividades de financiamento Caixa e equivalente de caixa final 1. Fluxo de caixa das operações: ingressos dispêndios 2. Fluxo de caixa de investimentos: ingressos dispêndios 5

6 3. Fluxo de caixa de financiamento: ingressos 4. Caixa e equivalente de caixa dispêndios Análise e Interpretação da Demonstração do Fluxo de Caixa Permite aferir de onde a entidade obteve o maior gerador do fluxo de investimentos e quais os impactos que os mesmos poderão produzir nos fluxos futuros <Ente da Federação> Demonstração do Resultado Econômico : Período: (Mês) Data de Emissão: Página: Demonstração do Resultado Econômico 1. Receita econômica dos serviços prestados e dos bens ou dos produtos fornecidos 2. ( ) Custos diretos identificados com a execução da ação pública 3. Margem bruta 4. ( ) Custos indiretos identificados com a execução da ação pública 5. (=) Resultado econômico apurado 6

7 1. Receita Econômica (RE) 2. Custo de Oportunidade (CO) 3. Custos diretos identificados com a execução da ação pública 4. Margem bruta 5. Custos indiretos identificados com a execução da ação pública 6. Resultado econômico apurado Análise e Interpretação da Demonstração do Resultado Econômico Na análise da demonstração do resultado econômico, são possíveis as seguintes avaliações Item Item Resultado Receitas econômicas > Custos diretos e indiretos apropriados à atividade Superavit econômico Aplicação Receitas econômicas < Custos diretos e indiretos apropriados à atividade Deficit econômico Receitas econômicas = Custos diretos e indiretos apropriados à atividade Equilíbrio econômico 1. Na gestão fiscal, constituem requisitos essenciais da responsabilidade: a) as despesas compreendem os desembolsos, os compromissos e os encargos, quando imputados no resultado b) as receitas e despesas extraorçamentárias integram o resultado patrimonial do exercício c) o pagamento da despesa só será efetuado quando ordenado, após sua regular liquidação d) o reconhecimento da receita ocorre somente com o lançamento, que permite a identificação do devedor Fonte: (Conselho Federal de Contabilidade Exame de Suficiência 2003 Bacharel em Ciências Contábeis) 7

8 1. Na gestão fiscal, constituem requisitos essenciais da responsabilidade: c) o pagamento da despesa só será efetuado quando ordenado, após sua regular liquidação Síntese O Balanço Patrimonial, a Demonstração de Fluxos de Caixa e a Demonstração de Resultado Econômico são ferramentas de gestão qualitativa que têm foco na correta utilização e aplicação dos recursos públicos, e sua interpretação direciona e controla esse processo ASSUMPÇÃO, Márcio José. Contabilidade aplicada ao Setor Público. Curitiba: Ibpex, BRASIL. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. Manual de contabilidade aplicado ao Setor Público. 1. ed. Brasília: Secretaria do Tesouro Nacional, Coordenação Geral de Contabilidade, Contatos 8

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