Oficina de Capacitação de Empresas para a Abertura de Capital em Bolsa de Valores

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1 Oficina de Capacitação de Empresas para a Abertura de Capital em Bolsa de Valores

2 2015 Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial ABDI Qualquer parte desta obra pode ser reproduzida, desde que seja citada a fonte. ABDI Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial FDC Fundação Dom Cabral Supervisão Maria Luisa Campos Machado Leal Diretora de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) Equipe Técnica Cynthia Araújo Nascimento Mattos Coordenadora de Promoção da Inovação Cassio Marx Rabello da Costa Líder do Projeto Geraldo Iran de Souza Lima Cardoso Consultor de Projetos Aline Silveira Rygaard Estagiária Coordenadora Geral Carla Maria Naves Ferreira Gerente de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Coordenação de Comunicação Bruna de Castro Coordenadora de Comunicação Revisão de texto Célula de Edição de Materiais Fundação Dom Cabral Projeto Gráfico Marco Lúcius Freitas Fundação Dom Cabral (FDC) Equipe Técnica Carlos Arruda Coordenador do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo Fabian Salum Gerente Executivo da Parceria para o Crescimento Sustentável Maria Raquel Grassi Ferreira Marques Coordenadora do Projeto Monica Carvalho e Afonso Cozzi Professores/Pesquisadores Crédito Bolsa de Valores, Mercadoria e Futuros de São Paulo - BM&F - Bovespa Adriana Barreto Analista de Prospecção de Empresas Cristiana Pereira Diretora Comercial e de Desenvolvimento de Empresas Edna Holanda Superintendente de Prospecção de Empresas Diagramação Fundação Dom Cabral ABDI - Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial Setor Bancário Norte Quadra 1 Bloco B Ed. CNC Brasília DF Tel.: (61) FDC - Fundação Dom Cabral CAMPUS ALOYSIO FARIA Av. Princesa Diana, 760 Alphaville Lagoa dos Ingleses Nova Lima MG Brasil Tel.:

3 República Federativa do Brasil Dilma Rousseff Presidente Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Armando Monteiro Ministro Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial Alessandro Teixeira Presidente Maria Luisa Campos Machado Leal Diretora de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Miguel Antônio Cedraz Nery Diretor de Desenvolvimento Produtivo Charles Capella de Abreu Chefe de Gabinete Carla Maria Naves Ferreira Gerente de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Cynthia Araújo Nascimento Mattos Coordenadora de Promoção da Inovação Fundação Dom Cabral (FDC) Carlos Arruda Diretor Executivo Adjunto de Parcerias Empresariais Maria Raquel Grassi Ferreira Marques Coordenadora do Projeto

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5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CONTEÚDO PROPOSTO PARA A OFICINA DE CAPACITAÇÃO REFERÊNCIAS SUMÁRIOS DE CONTEÚDOS SUGERIDOS PARA SEREM EXPLORADOS ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DE ESTUDOS DE CASO CICLO DE LANÇAMENTO E CRONOGRAMA DE TRABALHO DE UM IPO CUSTOS ENVOLVIDOS EM UM IPO REQUISITOS PARA A LISTAGEM NOS DIVERSOS SEGMENTOS DA BM&F BOVESPA REQUISITOS PARA A LISTAGEM NO NOVO MERCADO REQUISITOS PARA A LISTAGEM NO BOVESPA MAIS MEDIDAS DE INCENTIVO PROMOVIDAS ATRAVÉS DO COMITÊ TÉCNICO DE OFERTAS MENORES SELEÇÃO DE ARTIGOS SOBRE UM CASO DE ABERTURA DE CAPITAL RECENTE MATERIAL DE APOIO...62 Simulador de Custos Apresentações realizadas na 1ª Oficina

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7 INTRODUÇÃO A partir de meados da década passada, o Brasil se beneficiou de uma conjuntura favorável à retomada da utilização do mercado de emissão de ações em Bolsas de Valores como opção viável de captação de recursos para suas empresas. A combinação de fatores domésticos como consequência da consolidação da estabilidade econômica iniciada no Plano Real, em conjunto com um ambiente internacional de grande liquidez, teve como consequência, entre os anos de 2004 e 2008, uma afluência de recursos para as Bolsas de Valores; baixas taxas de juros domésticas e internacionais tornaram os investimentos em mercados de ações uma alternativa bastante atrativa. Concomitantemente à disponibilidade de capital para investimentos em Bolsas de Valores, ocorreu também a premência do desenvolvimento das instituições, das regras e garantias para os investidores, o que se traduziu na adoção de normas e melhores práticas de Governança Corporativa bem como na reforma nas instâncias legais, como a Lei das S.As. A despeito da mudança do quadro econômico mundial a partir do ano de 2008, as consequências das mudanças no nível institucional são permanentes e resultaram em um ambiente que consolida a captação de recursos em Bolsas de Valores como uma alternativa não só atrativa, mas concretamente viável. Em linha com essa realidade, novas questões se colocam, tais como o desenvolvimento de condições que proporcionem a inserção de um número maior de empresas que tenham acesso a essa fonte de recursos, como as empresas de pequeno e médio porte (que configuram o maior número dentre as empresas brasileiras). Nesse sentido, um grupo de instituições públicas e privadas, composto pela ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), a Bolsa de Valores BM&FBOVESPA, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), e outros agentes de mercado, elaborou um conjunto de medidas com o objetivo de dinamizar o acesso das empresas brasileiras à Bolsa de Valores, descritas na seção 10 deste documento. Relatório Final - 7

8 OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE EMPRESAS PARA A ABERTURA DE CAPITAL EM BOLSA DE VALORES O presente trabalho tem como objetivo dar continuidade aos esforços envidados para que o mercado de valores mobiliários se torne mais acessível às empresas de pequeno e médio porte no Brasil, construindo focos de disseminação de conhecimento específico sobre os mecanismos de acesso ao capital via Bolsas de Valores. Para tal, desenha-se aqui um programa sugerido de conteúdos que devem ser disponibilizados ao empresário (de empresas de qualquer porte) de forma que, de posse de tal conhecimento, esteja capacitado para concretamente recorrer a essa fonte de recursos. Dispomos, em seguida, um encadeamento de conteúdos, fontes de informações disponíveis e metodologias de ensino que devem ser abordadas. O desenvolvimento do trabalho, patrocinado pela ABDI Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial beneficiou-se de uma parceria com o Instituto Educacional BM&FBOVESPA e da consulta aos principais agentes do mercado de capitais, e também aos próprios empresários de forma a construir um consenso sobre o que é crucial, em termos de preparação do empresário, para que sua decisão de optar pela captação de recursos em Bolsas de Valores seja não apenas incentivada, mas guiada com segurança. Da interlocução com os participantes de mercado, foram recolhidas algumas sugestões que devem ser contempladas nas oficinas de capacitação a serem organizadas pelas instituições de ensino e outros atores do mercado, bem como a forma como essa abordagem deve ser prioritariamente disponibilizada ao público em questão. Enumeramos as principais: Governança Corporativa. Ressalta-se a importância central do tema, desde a conscientização de seus pilares quanto de seus mecanismos; em termos práticos, sugere-se enfatizar o impacto sobre controles internos nas empresas, a necessidade de abertura de informações e da transparência na vida pré e pós-ipo, bem como o impacto da adoção de boas práticas sobre o custo do capital. Nesse tópico, é crucial explorar os mecanismos de governança ligados à sucessão de propriedade e como o IPO se apresenta como uma possibilidade de resolução de situações complexas nessa área. Relação entre as fases de crescimento da empresa e as oportunidades de captação de recursos. Dar ênfase à compreensão das diversas ocasiões em que a captação de recursos via mercado de capitais é benéfica à empresa, ressaltando todas as opções que se apresentam em cada um desses estágios. Custos da Abertura de Capital e da manutenção da companhia aberta. Explorar exemplos concretos da estrutura de custos envolvida em todas as etapas da abertura de capital. Papel dos intermediários e fornecedores de Serviços. Sugerem-se medidas para desmistificar a participação dos intermediários, não apenas em termos de custos dos serviços, mas também da necessidade da formação de parcerias com esses prestadores. É necessário reforçar a ideia dos benefícios compartilhados (geração de 8

9 valor para ambas as partes), especialmente esclarecendo os mecanismos de precificação da venda das ações no mercado. Relação com os Investidores. É de extrema importância expor interesses e formas de atuação do investidor e as condições para fortalecer a relação com os acionistas já existentes nas empresas; da mesma forma, a ênfase na necessidade de prover a segurança ao investidor deve ser reforçada. Outros aspectos, tais como as responsabilidades de gestores de fundos de investimentos em empresas investidas e sua correspondência com as responsabilidades de acionistas e administradores das empresas, também devem ser explicitados. Cultura de investimento. Em linha com a compreensão das diversas oportunidades de capitalização das empresas via o mercado de capitais, sugeriu-se a ênfase no aculturamento da empresa como processo contínuo, de forma a melhorar a relação do empresário com o mercado investidor, ressaltando características de como se dá esse relacionamento nas diversas formas e oportunidades. Veículos de Investimento. Expor claramente as opções de possíveis veículos de investimento bem como o esforço para a simplificação de processos de investimento. Ênfase em situações práticas. Partindo-se da constatação de que o conteúdo a ser disponibilizado deve resultar em decisões concretas, deve-se priorizar a discussão e apresentação de situações práticas vividas e explorar a participação de agentes, intermediários e empresários que tenham experiências relevantes a adicionar à abordagem teórica. Público a ser abordado e Continuidade do Processo Educativo. Como a determinação do público-alvo é fator crucial para o sucesso da iniciativa, a segmentação de públicos obedecendo a critérios diversos deve ser observada. Possíveis segmentações são por tamanho da empresa, região, presença ou não de investidores externos na estrutura de capital (PE/VC - Private Equity/Venture Capital), estágio de desenvolvimento da empresa e nível de conhecimento do empresário participante. Em termos de segmentação regional, a observação de aspectos da cultura local pode contribuir para atrair o público adequado. A estrutura proposta para a realização de oficinas de capacitação de empresas sobre Abertura de Capital em Bolsa de Valores é apresentada, a seguir, na seção 1. A estrutura se divide em elaborações sobre a função da captação de recursos no desenvolvimento de uma empresa (capital para crescer), as relações entre preparação de um IPO, governança corporativa e relações com o mercado, bem como os custos envolvidos em um IPO. As seções 2 e 3 trazem as referências bibliográficas básica e complementar e o sumário de conteúdos sugeridos para serem explorados. A seção 4 inclui os tópicos cruciais para a abordagem didática e um roteiro de elaboração de estudos de caso a serem desenvolvidos, com o objetivo de tornar tangível o Relatório Final - 9

10 OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE EMPRESAS PARA A ABERTURA DE CAPITAL EM BOLSA DE VALORES conhecimento concreto do processo de abertura de capital em Bolsas de Valores, além de referências bibliográficas. Na seção 5 aborda-se o ciclo de lançamento e o cronograma de trabalho de um IPO, trazendo uma visão de todo o processo, agentes envolvidos, responsabilidades e papéis, bem como a temporalidade das ações. É feito um esboço de uma linha de tempo típica em um processo de abertura de capital, de forma a fornecer subsídios para a compreensão da duração e temporalidade de tal processo. Em seguida, na seção 6, são apresentadas estimativas dos custos envolvidos no processo de abertura de capital, baseadas em experiências recentes e concretas da BM&FBovespa. Nas seções 7 e 8, são indicados os requisitos de listagem nos níveis de maior governança da BM&FBovespa, bem como, mais especificamente, os requisitos de listagem para empresas de médio e pequeno porte no nicho de acesso correspondente (BOVESPA MAIS). A penúltima seção, número 9, traz um resumo das medidas de incentivo à abertura de capital para empresas de pequeno e médio porte desenvolvidas pelo Comitê Técnico de Ofertas Menores, sumarizando os esforços resultantes dessa iniciativa, bem como mostrando o andamento atual de cada uma delas, nas esferas pública e privada. Finalmente, é fornecido um exemplo de seleção de material sobre um caso concreto de uma abertura de capital recente em diversas fontes, com objetivo ilustrativo. 10

11 1. CONTEÚDO PROPOSTO PARA A OFICINA DE CAPACITAÇÃO PRIMEIRO BLOCO: CAPITAL PARA CRESCER 1. Apresentação do Ciclo de Captação de Recursos para Empresas: 1.1. Estabelecimento da relação entre ciclo de vida da empresa, evolução da receita, situação da geração de caixa e necessidade de capital, com ênfase em compreender quais fontes de recursos estão disponíveis em cada fase Conceitos a serem explorados: Curva em J típica Alavancagem Operacional e Alavancagem Financeira Estimativa de custo de capital Estimativa de custo do endividamento Análise dos fatores que influenciam na escolha da fonte de captação de recursos Prós e contras de cada fonte de recursos: capital semente, venture capital, private equity, dívida, emissão de ações. 2. Definições: 2.1. O que é uma oferta pública? Primária: Detalhamento da destinação dos recursos Capex / Cronograma de novos projetos Secundária: Divisão entre acionistas vendedores Diluição pretendida pelos acionistas vs. liquidez necessária. Relatório Final - 11

12 OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE EMPRESAS PARA A ABERTURA DE CAPITAL EM BOLSA DE VALORES 2.2. Por que abrir o capital de uma empresa emitindo ações? 2.3. Os principais agentes que participam de uma oferta e seus papéis: bancos, advogados, auditores, consultores para adequação da governança corporativa, consultores para adequação da estrutura de comunicação com o mercado de capitais, órgãos públicos (reguladores), bolsas de valores. 3. Avaliação: 3.1. Que empresa pode ou deve abrir seu capital? Histórico Situação formal das demonstrações financeiras Situação dos controles e procedimentos internos Lideranças internas Relação custo / benefício da abertura do capital Segmento adequado para listagem na Bolsa Timing Prós e contras da Abertura de Capital. 4. Benefícios e responsabilidades envolvidas na abertura de capital (IPO - Initial Public Offering) para a Companhia: 4.1. Acesso a capital Crescimento da companhia Vantagens competitivas Responsabilidades para com os sócios e reguladores. 5. Depoimentos / vídeos com considerações da vida pós-ipo (empresários que tenham passado pela experiência da abertura de capital, profissionais de RI (Relações com Investidores) das empresas que tenham feito o IPO). 6. Informações sobre a pesquisa Incentivos à Abertura de Capital em Bolsa de Valores, realizada recentemente pela FDC, patrocinada pela ABDI, com empresas de capital fechado, de capital aberto e intermediários Descobertas: Do lado da demanda por IPOs (pelos investidores): importância da cultura de investimento, adequação de veículos para investimento Do lado da oferta de IPOs (pelas empresas): revisão de processos, teoria pecking order, private equity e venture capital como eventuais passos importantes para o IPO Desdobramentos: Importância da geração de informação adequada pelas empresas como elemento facilitador do processo de captação via IPO. 12

13 O IPO como oportunidade (baixo custo de capital, facilidade de transição) PE e VC como sinalizadores de interesse de investidores em participar do ciclo de crescimento das empresas. Documento completo da pesquisa disponível em site da ABDI: SEGUNDO BLOCO: PREPARAÇÃO DE UM IPO, GOVERNANÇA CORPORATIVA E RELAÇÕES COM O MERCADO 1. Apresentação de vídeos motivacionais com depoimentos de empresários que tenham passado pela experiência da abertura de capital em Bolsa de Valores. 2. Noções básicas de Governança Corporativa e a importância da transparência e comunicação com o mercado Os pilares: Conformidade Transparência Equidade Prestação de Contas Mecanismos de controle corporativo: Mercado de capitais Sistema regulatório Mercados de produtos e fatores Controles internos. 3. Ciclo de lançamento de um IPO: 3.1. Preparação interna da empresa: Decisão sobre a estrutura da oferta: primária, secundária Passos para atender às exigências da CVM: Pedido de Registro de Companhia Aberta Pedido de Registro da Oferta Contrato de Distribuição Contrato de Adesão de Co-Managers e Corretoras Locais Principais Decisões do Conselho de Administração e das Reuniões de Acionistas Material Publicitário. Relatório Final - 13

14 OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE EMPRESAS PARA A ABERTURA DE CAPITAL EM BOLSA DE VALORES Passos para atender às exigências da BM&FBOVESPA: Contrato do BOVESPA MAIS Reserva de Ticker Apresentação às corretoras locais Discussões relativas à estrutura da oferta Início da negociação das ações Ajustes na área administrativa: estrutura legal, alterações no Estatuto Social Registro da Companhia Aberta Revisão da Governança Corporativa: formação de Conselho de Administração, formação de comitês e discussão sobre seus papéis (especialmente o comitê de auditoria), Conselho Fiscal. Constituição da área de Relações com Investidores Ajustes na Área Financeira: análise do Balanço e ajustes necessários, preparação do material para o prospecto, elaboração do prospecto da oferta Due Diligence: Legal: Explorar questões de diversas naturezas: ambientais, tributárias, trabalhistas, administrativas Análise de todos os tipos de contingências e riscos Preparação e disponibilização do data room Financeiro: 3.2. Elaboração do prospecto da oferta Análise das demonstrações financeiras existentes Desenvolvimento do modelo de avaliação do negócio, para ser usado pelo(s) banco(s) de investimentos O Marketing e a Venda do IPO: Busca do melhor "valor" Estratégia de Distribuição Precificação da Oferta Atividades pós-oferta: Formulários pós-oferta Implantação de novos protocolos de informações financeiras para as novas exigências à companhia Modelo de Governança Corporativa Relações com Investidores: 14

15 Papel do RI depois do IPO: Base de Contatos Website Corporativo Conference Calls com Investidores Press Releases Adoção de novas normas contábeis e de divulgação Treinamento do pessoal de Contabilidade e Finanças Compliance Montagem de informações pró-forma, demonstrações financeiras combinadas, consolidadas Avaliação dos custos de manutenção da Companhia Aberta. TERCEIRO BLOCO: CUSTOS E EXERCÍCIO PRÁTICO DE UM PROCESSO DE IPO 1. Custos envolvidos em uma operação de IPO: 1.1. Custos legais e institucionais Custos de publicação, publicidade e marketing Custos de intermediação financeira Custos com advogados e auditores Custos internos da empresa Custos com consultores. 2. Exploração do Fluxo do Processo do IPO, explicitando as diversas fases e a sua duração, de forma que o empresário colete subsídios para implantar na prática um processo similar (o detalhamento do conteúdo desse item encontra-se na Seção Ciclo de Lançamento de um IPO, que inclui as fases do processo e sua duração ao longo de uma Linha do Tempo). 3. Neste ponto, sugere-se que sejam apresentados depoimentos com ponderações positivas e negativas sobre a experiência com o processo de abertura de capital, incluindo depoimentos dos intermediários nos processos: banqueiros de investimento, auditores, advogados. No caso das empresas, é interessante a participação dos executivos que tiveram uma participação expressiva e relevante no processo, tais como Presidentes, Diretores Financeiros e de Relações com Investidores (RI). 4. Estudo de Caso: apresentação completa de um processo de abertura de capital, tendo em mente os passos seguidos nesse roteiro. Idealmente, devem ser dois casos (um de Relatório Final - 15

16 OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE EMPRESAS PARA A ABERTURA DE CAPITAL EM BOLSA DE VALORES sucesso, um de insucesso). Em anexo, fizemos uma seleção, a título de exemplo, de uma empresa que abriu seu capital recentemente. O exercício deve acompanhar a leitura das matérias selecionadas e também uma pesquisa sobre os custos específicos que foram publicados em fonte pública. 5. Exercício de simulação de custos de um IPO, com casos concretos que mostrem os extremos de custos mais baixos e mais altos, visando a proporcionar uma ponderação das possibilidades, dificuldades e especificidades de cada um. 16

17 2. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA BÁSICA PRICEWATERHOUSE COOPERS. Como Abrir o Capital da sua Empresa no Brasil. São Paulo Disponível em: GUIA PRÁTICO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Experiências do Círculo de Companhias da América Latina (IFC). Disponível em: se.pdf?mod=ajperes&cacheid=577e088048a7e3d19a47df6060ad5911 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABDI, BNDES, BM&F BOVESPA, CVM e FINEP. Utilização do Mercado de Capitais para o Financiamento de Pequenas e Médias Empresas por meio de Ações. Diagnóstico do grupo de trabalho experiências internacionais, BARROS, J. R.; SCHEINKMAN, J. A.; CANTIDIANO, L. L.; GOLDENSTEIN, L.; SILVA, T. M.; CARVALHO, A. Desafios e oportunidades para o Mercado de Capitais Brasileiro. In: Estudos para o Desenvolvimento do Mercado de Capitais. BOVESPA, Disponível em: BM&FBOVESPA. Projeto Ofertas Menores. Documento de circulação interna. EID, W. O Custo de manter uma S.A. no Brasil. GVCEF, Disponível em: Relatório Final - 17

18 OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE EMPRESAS PARA A ABERTURA DE CAPITAL EM BOLSA DE VALORES PITTA, L. Análise do Desempenho das Ofertas Públicas de Ações (IPO e Follow-On) no Brasil (2004-1º SEM/2011): um estudo de evento. Dissertação de Mestrado Profissionalizante em Administração, IBMEC/RJ, TORRES FILHO, E. T.; MACAHYBA, E. T. T. F. O mercado de títulos de dívida corporativa no Brasil: avaliação e proposta. Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial. Junho/

19 3. SUMÁRIOS DE CONTEÚDOS SUGERIDOS PARA SEREM EXPLORADOS Objetivos Instrucionais Conteúdo Conhecer por que e como as empresas abrem seu capital, bem como todo o processo necessário para tal. Análise de todo o processo de abertura de capital, requisitos legais, todos os agentes, sua importância e papel Correlação entre Gestão de Risco e Governança Corporativa de Empresas de Capital Aberto: conceito e aplicação da "transparência" Entender a importância da Governança Corporativa nos processos de IPO. Melhores práticas de Governança Corporativa Relação com Gestão de Risco Transparência na comunicação com o mercado: Teoria e Prática Entender o papel estratégico da área de RI nas aberturas de capital e a natureza de seus relacionamentos internos e externos. Relacionamento com Bolsas de Valores e CVM Relacionamento com stakeholders internos e externos Elaboração sobre os conceitos de transparência, estruturação interna das empresas para a presença no mercado Relatório Final - 19

20 OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE EMPRESAS PARA A ABERTURA DE CAPITAL EM BOLSA DE VALORES 20

21 4. ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DE ESTUDOS DE CASO A indicação é de que seja feito pelo menos um estudo de caso como matéria complementar à oficina. Se possível, a melhor opção é a apresentação de um estudo de caso baseado em uma experiência conhecida no mercado e, em seguida, a confecção de um planejamento contemplando a simulação de um processo de abertura de capital da sua empresa desde o planejamento até a implantação dos procedimentos pós-ipo. Aspectos a serem abordados no estudo de caso de abertura de capital: 1. Contexto: análise do contexto macroeconômico em que se insere a empresa em questão Breves considerações sobre o quadro macroeconômico do país, com foco no impacto específico sobre o setor em que se insere a empresa Situação da disponibilidade de outras fontes de recursos. 2. Enfoque interno da empresa: 2.1. Considerações sobre os principais níveis de governança: Acionistas: origem do capital (privado, misto, presença de fundos de investimentos) Conselho (existência de um conselho e/ou comitês de gestão) Corpo executivo Corpo operacional Análise da situação financeira da empresa: Principais indicadores de gestão financeira da empresa: rentabilidade, eficiência financeira Comparação com seus pares na mesma indústria. Relatório Final - 21

22 OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE EMPRESAS PARA A ABERTURA DE CAPITAL EM BOLSA DE VALORES 2.3. Análise de aspectos jurídicos que possam impactar a possibilidade de abertura de capital: pendências judiciais, problemas de sucessão familiar (no caso de empresas familiares), pendências com sócios existentes. 3. Enfoque externo à empresa: 3.1. Ambiente de negócios e da concorrência específico do setor em que se insere a empresa com ferramentas de análise de estratégia Considerações sobre a estrutura de capital dos concorrentes Análise dos riscos presentes e potenciais no caso da mudança de estrutura de capital: Convivência com novos acionistas Mudança no perfil de abertura de dados da empresa Contato mais estreito com públicos externos Execução da estratégia necessária para utilização do capital captado Mudanças micro e macroeconômicas Mudanças no perfil do mercado do setor em questão Competição do setor em questão. 4. Fontes de capital: 4.1. Análise das fontes de capital alternativas à Bolsa de Valores (no caso específico da empresa em questão) Relacionamento do estágio de desenvolvimento da empresa com as potenciais fontes de capital disponíveis em um cenário de médio prazo (três anos) e longo prazo (cinco anos ou mais) Avaliação das fontes disponíveis de capital para a empresa em questão à luz das perspectivas macroeconômicas do momento. 5. Processo de abertura de capital: 5.1. Passos necessários (analisar como foi feito o processo na empresa em questão) Análise do impacto da preparação do IPO internamente: mudanças ocorridas, custos, benefícios Relacionamento com stakeholders: mudanças ocorridas na rotina da empresa Impacto sobre a gestão: geração de gargalos ou eficiência. 6. Análise de todos os custos incorridos para a preparação e execução do IPO. 7. Ponderações sobre o resultado: aumento de valor, liquidez do patrimônio, soluções de sucessão, posicionamento de mercado. 22

23 5. CICLO DE LANÇAMENTO E CRONOGRAMA DE TRABALHO DE UM IPO Nos quadros seguintes, explicitam-se as fases envolvidas em um processo de abertura de capital. CICLO DE LANÇAMENTO DE UM IPO: Fonte: Adaptado pelos autores a partir do relatório da PriceWaterhouse Coopers / BM&F BOVESPA Como Abrir o Capital da sua Empresa no Brasil. Relatório Final - 23

24 OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE EMPRESAS PARA A ABERTURA DE CAPITAL EM BOLSA DE VALORES No quadro seguinte, Cronograma de Trabalho de um IPO, apresenta-se uma linha de tempo hipotética e estimada com base em casos práticos de processos de abertura de capital. Os quadros sombreados em cor mais forte ressaltam os procedimentos que envolvem o trabalho de adequação dos dados financeiros e de reporte internamente às empresas, onde o trabalho dos intermediários, tais como auditores e assessores financeiros são mais requisitados. CRONOGRAMA DE TRABALHO DE UM IPO Fonte: Adaptado pelos autores a partir do relatório da PriceWaterhouse Coopers / BM&F BOVESPA Como Abrir o Capital da sua Empresa no Brasil. No quadro seguinte, coloca-se o passo a passo do desenvolvimento do cronograma do IPO, designando-se os agentes envolvidos em cada etapa. A duração estimada de cada uma é específica de cada processo, portanto, estimam-se, em média, as durações de cada etapa como um todo. Através da análise dos estudos de caso é possível conhecer experiências com o processo, que serão ali detalhadas. 24

25 DETALHAMENTO DO CRONOGRAMA DO IPO: A PERSPECTIVA DO EMPRESÁRIO Fase 1: Planejamento Duração* Em torno de 1 mês Atividade Decisão fazer a oferta pública de ações Contratação de auditoria externa independente Contratação de um Banco (intermediário financeiro) para a coordenação do processo Contratação de escritório de advocacia para adaptação de estatutos e outros documentos legais Responsável Conselho de Administração (CA) CA CA CA Convocação de Assembleia Geral Extraordinária (AGE), publicação da Ata da AGE e do Aviso ao Mercado CA Em torno de 3 meses Análise e preparação dos requerimentos de listagem Considerações estratégicas e seleção de mercado Análise de aspectos preparatórios de auditoria Banco (intermediário financeiro) e Auditores CA e Banco Auditores Conversão do Sistema de Relatório Financeiro Auditores Avaliação Preliminar Banco e Departamento Financeiro da Companhia Relatório Final - 25

26 OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE EMPRESAS PARA A ABERTURA DE CAPITAL EM BOLSA DE VALORES Fase 2: Preparação Duração* Atividade Responsável Estabelecimento de controles internos sobre relatórios financeiros ajustados Auditores Preparação da "história" da Companhia Banco e colaboradores internos (abrange todas as áreas da operação da Companhia) Determinação das estruturas Legal e Fiscal Auditores e advogados Em torno de 3 meses Preparação do Draft do documento de Oferta (elaboração do prospecto de emissão)** Banco e advogados Compilação de dados financeiros e operacionais Auditores e colaboradores internos (abrange, principalmente, o departamento financeiro, mas outras áreas operacionais também) Coleta de dados e Due diligence financeira e legal *** Auditores, advogados Data room management / Due diligence *** Auditores 26

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