CONTRIBUTO PARA A DEFINIÇÃO DE UMA TIPOLOGIA SOCIOECONÓMICA DOS CONCELHOS DA REGIÃO DO NORTE PAULO GOMES / SÉRGIO BACELAR / EMILIA SALEIRO*

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1 Contributo para a Definição de uma Tipologia Socioeconómica dos Concelhos da Região do Norte CONTRIBUTO PARA A DEFINIÇÃO DE UMA TIPOLOGIA SOCIOECONÓMICA DOS CONCELHOS DA REGIÃO DO NORTE PAULO GOMES / SÉRGIO BACELAR / EMILIA SALEIRO* A interacção no espaço regional de um conjunto de forças sociais, demográficas, políticas e económicas que estruturam as regiões, dando-lhe contornos não imediatamente perceptíveis pelos diversos agentes, tornam a apreensão da realidade regional extremamente complexa. Sendo este um processo essencialmente dinâmico, e sendo as regiões um espaço de actuação e intervenção permanente, a sua evolução nem sempre se traduz num percurso equilibrado. Assim, a questão fundamental remete sempre para a capacidade/necessidade de conhecimento da região. A observação da diversidade de características que estruturam o território e distinguem os seus residentes pode conduzir à antecipação de actuações, em termos da formulação de políticas de intervenção no espaço, normalmente ligadas à dotação de equipamentos e de infraestruturas físicas ou imateriais que promovam os níveis educacionais, as comunicações, o acesso a mercados, o equilíbrio da rede urbana com a estruturação de aglomerados populacionais mínimos por forma a viabilizar novos processos de desenvolvimento. A região é, então, um dado em permanente transformação que importa conhecer segundo dois prismas concorrentes: o estado dos factores internos que a caracterizam e o comportamento homogéneo ou diferenciado desses factores ao nível subregional. Cada subespaço concorre necessariamente, de forma convergente ou divergente, para a definição do perfil da região. Este ensaio de definição de uma tipologia socioeconómica para a região do Norte assenta na observação do estado da região através da análise de alguns factores endógenos tornados visíveis a partir de um conjunto de variáveis disponibilizadas pelos Recenseamentos da População e Habitação de 1981 e * I.N.E. - Direcção Regional Norte

2 Trata-se de um primeiro esboço de tipologia, na medida em que foram apenas tidas em conta variáveis primárias decorrentes dos Recenseamentos da População e Habitação. Numa fase posterior proceder-se-á ao enriquecimento do estudo retendo resultados de outros inquéritos, nomeadamente do Inventário Municipal, bem como um vasto conjunto de dados relativos aos concelhos da Região do Norte e publicados nos Anuários regionais. Este conjunto de novos dados contribuirá para uma caracterização mais ampla da região, acentuando a vertente da dinâmica económica com expressão ao nível regional. A análise entretanto efectuada é essencialmente estática uma vez que a preocupação se centra no conhecimento do estado actual e não tanto nos processos que conduziram a esse estado. Para este primeiro ensaio de tipologia dos concelhos da Região do Norte foram retidas 39 variáveis disponibilizadas pelos Recenseamentos. As variáveis seleccionadas permitem a observação da população da região segundo várias ópticas: o volume populacional e a respectiva distribuição por grupos etários; as condições da habitação dadas pelas infraestruturas existentes; a actividade económica da população residente; o nível de qualificação da população. Assim as variáveis retidas ao nível de concelho, e referidas quase exclusivamente ao ano de 1991, foram: 1 - População residente; 2 - Densidade populacional; 3 - População residente com menos de 15 anos; 4 - População residente com idade compreendida entre os 15 e os 25 anos; 5 - População residente com idade compreendida entre os 25 e os 65 anos; 6 - População residente com 65 e mais anos; 7 - Variação da População residente entre 1981 e 1991; 8 - Saldo migratório no período inter-censitário; 9 - % de população residente nascida no estrangeiro; 10 - Número de famílias; 11 - média das famílias; 12 - Número de alojamentos; 13 - Número de edifícios; 14 - % de alojamentos com água; 15 - % de alojamentos com electricidade; 16 - % de alojamentos com esgotos; 17 - Taxa de actividade; 18 - Taxa de desemprego; 19 - % de população residente activa empregada no sector primário, em 1991; 20 - % de população residente activa empregada no sector secundário, em 1991; 21 - % de população residente activa empregada no sector terciário, em 1991; 22 - % de população residente activa empregada no sector primário, em 1981; 23 - % de população residente activa empregada no sector secundário, em 1981; 24 - % de população residente activa empregada no sector terciário, em 1981; 25 - % de população residente com 12 ou mais anos empregada segundo o grupo de profissões tipo 1 (grupos 1 a 3 da CITP); 26 - % de população residente com 12 ou mais anos empregada segundo o grupo de profissões tipo 2 (grupos 4 e 5 da CITP); 27 - % de população residente com 12 ou mais anos empregada segundo o grupo de profissões tipo 3 (grupos 7 e 8 da CITP); 28 - % de população residente com 12 ou mais anos empregada segundo o grupo de profissões tipo 4 (grupos 6, 9 e 0 da CITP); 29 - % de população residente em alojamentos familiares cujo representante da família pertence ao grupo socioeconómico designado Empresários e Pequenos Patrões (15 primeiros grupos socioeconómicos conforme classificação do RGP/91); 30 - % de população residente em alojamentos familiares cujo representante da família pertence ao grupo socioeconómico designado Quadros (grupos 16 a 20 conforme classificação do RPG/91); 31 - % de população residente em alojamentos familiares cujo representante da família pertence ao grupo socioeconómico designado Outros (grupos 21 a 28 conforme classificação do RGP/91); 32 - % de população residente com 12 ou mais anos cujo principal meio de vida é o Trabalho; 33 - % de população residente com 12 ou mais anos cujo principal meio de vida resulta de estar a cargo da família ; 34 - % de população residente com 12 ou mais anos cujo principal meio de vida são as pensões; 35 - % de população residente com 12 ou mais anos cujo principal meio de vida provém de outrassituações; 36 - Taxa de analfabetismo; 37 - % de população com 12 e mais anos que concluiu o nível de ensino básico; 38 - % de população com 18 e mais anos que concluiu o nível de ensino secundário; 39 - % de população com 25 e mais anos que concluiu o nível de ensino médio ou superior; Continua

3 A metodologia utilizada assenta fundamentalmente no modelo em factores comuns e residuais (Gomes, 1987), onde cada factor representa a combinação linear de variância máxima de um cluster de variáveis particularmente correlacionadas, previamente identificado através de um algoritmo de classificação automática. Neste modelo os factores não são ortogonais pelo que as soluções são directamente interpretáveis sem o recurso às rotações dos eixos. Por outro lado, a matriz dos factores conduziu naturalmente à hierarquização dos concelhos da região do Norte. O modelo a cinco factores é considerado o mais aderente à estrutura inicial dos dados. Factores e Percentagem de Inércia Associada Factores % de Inércia Factor 1 86,34 Factor 2 79,51 Factor 3 34,17 Factor 4 97,47 Factor 5 98,15 Este quadro apresenta a percentagem de inércia associada, separadamente, a cada um dos factores do modelo, isto é, a percentagem de inércia da primeira componente principal relativa a cada subgrupo de variáveis previamente identificado. Pelas variáveis que concorrem para a sua definição, designamos os cinco factores por: Factor que destaca os concelhos onde predominam o sector terciário, os níveis de qualificação secundário e médio/superior, as profissões tipo 1 e 2 e os Quadros. Mapa I:

4 Factor 2 - Económico de - que opõe os concelhos onde predomina o sector secundário, o trabalho como principal meio de vida e onde as taxas de actividade são mais elevadas, aos concelhos com maior peso do grupo etário dos 65 e mais anos e em que as pensões constituem o principal meio de vida. Mapa II: Económico de Factor 3 - Demográfica - destaca os concelhos com maior peso de população pertencente aos grupos etários: menores de 15 anos e dos 15 aos 24 anos e onde a dimensão média das famílias é maior. Mapa III: Demográfica

5 Factor 4 - Ruralidade - destaca os concelhos em que se verifica o predomínio relativo do sector primário no conjunto das actividades desenvolvidas pela população residente. Mapa IV: Ruralidade Factor destaca os concelhos com maior população residente, maior número de edifícios, alojamentos e famílias. Mapa V:

6 Uma Região Diferenciada Os factores de cariz qualitativo, resultantes de um processo de síntese de dados quantitativos, permitem uma abordagem múltipla da região e dos seus subespaços que origina necessariamente um conjunto de interrogações à actual tendência de organização/desorganização de um espaço regional em que as intervenções dos diferentes agentes não podem deixar de ter em conta estratégias de reforço dos laços territoriais já visíveis ou que se desenham aos vários níveis de desagregação espacial. Verifica-se, assim, uma dicotomia litoral/ interior, de contornos variáveis, que se manifesta claramente face a factores como os que designamos por ruralidade e dinamismo económico de base industrial. Também o factor vitalidade demográfica permite observar a oposição entre algumas regiões mais dinâmicas do ponto de vista demográfico, não deixando de verificar-se, também aqui, a oposição litoral/interior. O comportamento excêntrico do Porto e alguns concelhos envolventes (Maia, Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Gondomar e Espinho) resulta de processos demográficos diferenciados: enquanto o Porto envelhece devido à diminuição da sua população residente que se desloca para concelhos limítrofes, estes, com um forte crescimento efectivo na última década, vêem a sua vitalidade reduzir-se relativamente a outros subespaços devido à menor importância do crescimento natural. Em termos genéricos, é certo que a síntese que conduziu à formação destes três factores e à respectiva expressão territorial, ratifica a imagem que se tem da região, sublinhada pelo facto de se situarem no litoral os concelhos de maior dimensão populacional e que por essa via detêm condições primárias de viabilização de processos de desenvolvimento mais sólidos. Será, então, legítimo pensar que estamos na presença de uma região, que face àqueles atributos, se decompõe em dois sub-espaços homogéneos irreversíveis? Ou estaremos perante um processo de expansão das dinâmicas do litoral para o interior com uma capacidade de internalização variável por parte dos concelhos do interior, em que se verifica, nomeadamente nalguns deles, um nível já assinalável na qualificação dos recursos humanos? Esta última questão prende-se com a expressão no espaço da região do factor excelência que releva para primeiro plano um conjunto de concelhos que, individualmente ou em contínuo espacial, se constituem - em resultado de processos autónomos ou induzidos - como centros reais ou potenciais de dinamização e estruturação do território da região. Trata-se de concelhos como Viana do Castelo, Caminha e Valença (no Minho- Lima), Braga (no Cávado), Póvoa de Varzim, Matosinhos, Maia, Valongo, Porto, Gondomar, Vila Nova de Gaia e Espinho (no Grande Porto), Vila Real, Peso da Régua e Lamego (no Douro), Chaves, Mirandela e Bragança (no AltoTrás-os- Montes). Ainda ao nível de uma abordagem global da região é de destacar o posicionamento intermédio dos concelhos de Vila Real, Peso da Régua e Lamego que se assumem como zona de transição entre os comportamentos dos concelhos do litoral e os do interior e, por esse facto, tendem a funcionar, dada também a sua centralidade geográfica, como veículo privilegiado de valorização, estruturação e difusão de novas formas e processos de competitividade do território envolvente, quer estes sejam complementares, quer concorrentes à tradicional predominância do Grande Porto. Pontos Fortes e Pontos Fracos de Cada Subregião Minho - Lima Económico de Arcos de Valdevez Caminha Melgaço Monção Paredes de Coura Ponte da Barca Ponte de Lima Valença Viana do Castelo Vila Nova de Cerveira A maioria dos concelhos que constituem o Minho-Lima revelam, nos cinco factores considerados, características de interioridade que se manifestam no envelhecimento da população (com níveis idênticos aos observados no Alto Trásos-Montes), e consequente perda de vitalidade demográfica, e na predominância das actividades do sector primário como ocupação mais frequente da população activa residente. Apesar deste cenário alguns concelhos contrariam esta imagem da subregião. De forma mais permanente destaca-se Viana do Castelo - como polo de referência da subregião e da região do Norte - mas também Caminha, Valença e Vila Nova de Cerveira parecem denunciar alguma diferenciação face à imagem de interioridade da subregião do Minho-Lima em resultado de uma estrutura produtiva de pendor mais terciário - a que não é estranha a progressiva dinamização do relacionamento com os concelhos vizinhos, de Espanha, assente na actividade comercial - e também da importância já assumida pelos níveis de ensino secundário e médio/superior na estrutura de qualificação das populações.

7 Decorre desta análise a configuração de um contínuo espacial composto por Viana do Castelo, Caminha, Vila Nova de Cerveira e Valença que constituem um arco de competitividade real ou potencial na estruturação, quer da subregião onde se inserem, quer da região do Norte, quer ainda desta com os territórios fronteiros da Galiza. Cávado Económico de Amares Barcelos Braga Esposende Terras de Bouro Vila Verde A subregião do Cávado representa um dos sub-espaços da região do Norte com maior vitalidade demográfica (conjuntamente com o Tâmega, Ave e Entre Douro e Vouga). Se face a este atributo estamos perante um espaço homogéneo, o mesmo não se verifica na expressão territorial dos restantes factores em que se manifesta a oposição entre os concelhos mais rurais (Vila Verde, Amares, Terras do Bouro) e os que apresentam um maior dinamismo económico de base industrial (Barcelos e Braga). Esposende é a excepção verificando-se uma convivência destas duas actividades no interior do concelho, sem o predomínio de qualquer delas. Da síntese dos factores considerados emerge o concelho de Braga como centro de excelência que ultrapassa este nível sub-regional: 2º concelho em termos de excelência, 16º em dinamismo económico de base industrial, 31º na vitalidade demográfica, 6º em termos de dimensão populacional. Ave Económico de Fafe Guimarães Póvoa de Lanhoso Santo Tirso Vieira do Minho Vila Nova de Famalicão Os seis concelhos que integram o Ave constituem um dos sub-espaços mais homogéneos da região do Norte. A excepção é dada pelo comportamento de Vieira do Minho. Assim, os concelhos de Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Santo Tirso e Vila Nova de Famalicão formam um contínuo espacial de contornos similares, decorrentes do seu posicionamento face aos atributos em análise. Dos elementos mais marcantes da caracterização deste subespaço regional - para além de se tratar de uma das subregiões com maior proporção de jovens na população total - ressaltam dois aspectos de sinal contrário. Por um lado o forte dinamismo económico assente em elevadas taxas de actividade, o trabalho como principal meio de vida e a importância das actividades do sector secundário pouco exigentes em termos de qualificação dos recursos humanos. Por outro lado o débil posicionamento daqueles concelhos face a atributos que podem ser considerados como envolventes ou inerentes à esfera produtiva, como sejam o nível de qualificação da população da subregião e dos seus activos em particular. Esta situação, particularmente preocupante, coloca a questão da longevidade de um processo de desenvolvimento baseado em actividades pouco exigentes em termos da qualificação de quem as executa. Grande Porto Económico de Espinho Gondomar Maia Matosinhos Porto Póvoa de Varzim Valongo Vila do Conde Vila Nova de Gaia A subregião do Grande Porto, pela dinâmica que lhe é conhecida, comporta-se como um espaço relativamente homogéneo cuja competitividade face a outros territórios é manifesta a este nível de análise. Apesar do envelhecimento da sua população residente, concentra um conjunto de actividades maioritariamente inseridas no sector terciário e relativamente exigentes do ponto de vista da formação/qualificação da população que as desenvolve. Esta situação permite caracterizar o Grande Porto como um espaço de excelência que supre, através de um conjunto de serviços residentes, as necessidades internas e de espaços envolventes extremamente dinâmicos em diferentes ramos da indústria, mas que ainda não foram capazes (défice de qualificação?) de incorporar nas suas actividades e no seu território serviços complementares indispensáveis à valorização e prossecução consistente da sua produção específica. Estes atributos, aliados à sua dimensão populacional, conferem à subregião do Grande Porto um posicionamento único no contexto regional e supra regional que apesar da perda de dinamismo demográfico, não encontra ainda espaços verdadeiramente concorrentes no interior da região do Norte.

8 Tâmega Económico de Amarante Baião Cabeceiras de Basto Castelo de Paiva Celorico de Basto Cinfães Felgueiras Lousada Marco de Canaveses Mondim de Basto Paços de Ferreira Paredes Penafiel Resende Ribeira de Pena A subregião do Tâmega composta por 15 concelhos reflecte, de algum modo e a determinados níveis de análise, um comportamento heterogéneo em resultado da sua dimensão. É uma das sub-regiões mais jovens da região do Norte - apesar de entre as mais jovens ser também a que apresenta um crescimento migratório intercensitário mais desfavorável. Com uma dinâmica económica assente numa base industrial assinalável, sobretudo nos concelhos fronteira do Grande Porto e Ave, apresenta limitações semelhantes às apontadas para a subregião do Ave: níveis de qualificação da população residente pouco significativos para a dinâmica industrial que revela, bem como um sector de serviços incipiente, revelando uma estrutura produtiva pouco exigente do ponto de vista da qualificação da mão-de-obra. Estes aspectos tornam-se relevantes pela constatação da posição antípoda de alguns concelhos do Tâmega face a factores como Económico de e. A heterogeneidade desta subregião manifesta-se claramente na repartição dos respectivos concelhos em dois grupos distintos quando são tidos em conta atributos mais ligados à actividade económica desenvolvida pela sua população. De um lado os concelhos mais dinâmicos e mais industriais (Paços de Ferreira, Lousada, Felgueiras, Paredes, Penafiel, Marco de Canavezes, Amarante e Castelo de Paiva), do outro os mais rurais, na fronteira com o Douro e com Alto Trásos-Montes (Baião, Cinfães, Resende, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Ribeira de Pena). Entre Douro e Vouga Económico de Arouca Feira Oliveira de Az eméis S. João da Madeira Vale de Cambra É a menor subregião da região do Norte, em número de concelhos, representando a quarta subregião com maior vitalidade demográfica depois do Ave, Tâmega e Cávado. Constitui um sub-espaço que, de algum modo, reflecte a convivência entre uma dinâmica económica de base industrial e a pouca qualificação dos recursos humanos, mas com uma discrepância menos acentuada do que a observada no Tâmega. Deste conjunto de concelhos emerge S.João da Madeira que se projecta pela conciliação de um bom posicionamento face a factores como e Económico de Base Industrial e por esta via constitui um núcleo polarizador da subregião. Douro Económico de A subregião do Douro é um espaço essencialmente rural, inexpressivo do ponto de vista das actividades inseridas no sector secundário, envelhecido - sobretudo nos concelhos mais orientais - mas apresentando algum esforço ao nível da qualificação da respectiva população residente. Nesta subregião emergem três concelhos: Vila Real, Peso da Régua e Lamego, cujo comportamento corresponde ao de zona de transição entre o litoral e o interior, onde se alicerçam um conjunto de condições, nomeadamente relativas à presença de um terciário de apoio à actividade económica e de níveis de qualificação da população, que constituem uma base de potenciamento e de progressiva autonomia na sustentação da competitividade deste território e de um efeito motor sobre um espaço marcadamente rural (embora com uma especificidade associada à produção de um produto único ao nível nacional e internacional). Alto Trás-os-Montes Económico de Alijó Armamar Carrazeda de Ansiães Freixo de Espada à Cinta Lamego Mesão Frio Moimenta da Beira Penedono Peso da Régua Sabrosa S. Marta de Penaguião S. João da Pesqueira Sernancelhe Tabuaço Tarouca Torre de Moncorvo Vila Nova de Foz Côa Vila Flor Vila Real Alfândega da Fé Boticas Bragança Chaves Macedo de Cavaleiros Miranda do Douro Mirandela Mogadouro Montalegre Murça Valpaços Vila Pouca de Aguiar Vimioso Vinhais

9 A subregião do Alto Trás-os-Montes, como a do Douro ou mesmo do Minho-Lima, tem características eminentemente rurais - decorrentes da actividade prosseguida pela sua população - e de perda de vitalidade demográfica em resultado do envelhecimento da população residente - é a subregião mais envelhecida da região do Norte. Desta paisagem, rural e envelhecida, emergem três concelhos com características distintas dos restantes (Bragança, Mirandela e Chaves), essencialmente no que se refere ao respectivo comportamento face ao factor. É de sublinhar, neste comportamento, a importância que assume a qualificação dos recursos humanos, quer do ponto de vista das profissões exercidas, quer do nível de ensino formal atingido e concluído. Verifica-se, nos três concelhos referidos, uma situação idêntica à observada para alguns concelhos do Douro - Vila Real, Peso da Régua e Lamego - que se traduz numa não correspondência imediata entre os níveis de qualificação da população residente e o dinamismo económico da subregião - rural e envelhecida - em que aqueles concelhos representam centros de referência para um desenvolvimento futuro. E no entanto, estas condições primárias podem gorar-se se não houver, por parte dos agentes económicos, uma resposta - endógena ou induzida do exterior - assente na diversificação do tecido produtivo da subregião. Região Norte Económico de Anexo Arcos de Valdevez Caminha Melgaço Monção Paredes de Coura Ponte da Barca Ponte de Lima Valença Viana do Castelo Vila Nova de Cerveira Amares Barcelos Braga Esposende Terras de Bouro Vila Verde Fafe Guimarães Póvoa de Lanhoso Santo Tirso Vieira do Minho Vila Nova de Famalicão Espinho Gondomar Maia Matosinhos Porto Póvoa de Varzim Valongo Vila do Conde Vila Nova de Gaia Amarante Baião Cabeceiras de Basto Castelo de Paiva Celorico de Basto Cinfães Felgueiras Lousada Marco de Canaveses Mondim de Basto Paços de Ferreira Paredes Penafiel Resende Ribeira de Pena Continua

10 Continuação Região Norte Económico de Arouca Feira Oliveira de Azeméis S. João da Madeira Vale de Cambra Alijó Armamar Carrazeda de Ansiães Freixo de Espada à Cinta Lamego Mesão Frio Moimenta da Beira Penedono Peso da Régua Sabrosa S. Marta de Penaguião S. João da Pesqueira Sernancelhe Tabuaço Tarouca Torre de Moncorvo Vila Nova de Foz Côa Vila Flor Vila Real Alfândega da Fé Boticas Bragança Chaves Macedo de Cavaleiros Miranda do Douro Mirandela Mogadouro Montalegre Murça Valpaços Vila Pouca de Aguiar Vimioso Vinhais

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