AS MIGRAÇÕES INTERNAS NA REGIÃO NORTE

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1 AS IGRAÇÕES INTERNAS NA REGIÃO NORTE PEDRO CAPOS / EÍLIA SALEIRO* Na Região Norte, cerca de 114 mil indivíduos mudaram de concelho de residência entre 1985 e Este valor não se distribui de uma forma igual por toda a região. Uma certa aproximação aos grande centros urbanos parece ser a tendência dos movimentos registados. As igrações Internas na Região Norte O Cávado revela-se como a subregião mais atractiva em termos relativos, atraindo essencialmente indivíduos com idades entre os 25 e os 64 anos; o Grande Porto apresenta-se também como região atractiva; os maiores fluxos migratórios, em termos de trocas concelhias internas observam-se nesta subregião, registando o concelho do Porto um elevado número de entradas e maior ainda de saídas; a maior parte dos concelhos da região mantêm o seu ritmo migratório no período Dos 17 concelhos que alteram este ritmo, porém, quase todos alteram o seu comportamento: de repulsivo para atractivo; as migrações dos indivíduos com idade inferior a 14 anos estão particularmente ligadas às da classe anos. Trata-se de um movimento do tipo acompanhamento familiar. Os movimentos das diferentes classes etárias não podem, por issso, ser vistos isoladamente. As igrações Inter Regionais (NUTS II) A Região Norte registou um saldo negativo de indivíduos relativamente ao período É uma região repulsiva, embora menos do que o Alentejo, adeira e Centro. Nesta análise das migrações líquidas inter-regiões NUTS II, (em que se excluem os movimentos no interior da respectiva região) Lisboa e Vale do Tejo e Algarve registaram os únicos saldos positivos. Em termos relativos (dividindo os saldos migratórios encontrados pela população residente em 1991), o Algarve destaca-se como a região NUTS II mais atractiva, ao registar uma taxa de saldo migratório de 2.74%. no período * INE - Direcção Regional do Norte

2 AS IGRAÇÕES INTERNAS As migrações internas são aqui tratadas do ponto de vista estatístico, isto é, enquanto reveladoras das modificações na ocupação do espaço e nas respectivas funções. Não se pretende com esta abordagem esgotar a análise em torno de um tão importante fenómeno, antes traçar, a partir de uma macro-análise, os principais fluxos populacionais que têm como origem e/ou destino a Região do Norte, a partir de informação decorrente do Recenseamento Geral da População de 1991 e utilizando as questões retrospectivas acerca da residência em 1985 e em É a partir do Censo de 1960 que, em Portugal, é possível tratar as alterações de residência dos indivíduos por referência a um momento passado. Todas as questões sobre o passado contam com a fidelidade da memória dos indivíduos. E sobre este aspecto existe a convicção que o afastamento temporal conduz a uma subavaliação da situação que se pretende descrever. Assim a comparação dos ritmos migratórios, a partir dos dois momentos retidos, será preferencialmente utilizada para avaliar tendências e intensidades relativas. Também os diferentes níveis territoriais tidos em conta alteram o número de deslocações: quanto mais fina for a unidade territorial retida maior será o número de alterações de residência. Do ponto de vista do rigor teórico, a migração, enquanto deslocação geográfica, traduz um corte nas ligações com o meio socioeconómico de origem. Do ponto de vista da informação estatística de base, a opção de mudança de residência com manutenção do local de trabalho (por exemplo) não é facilmente isolável. Assim as deslocações geográficas que dão origem a movimentos pendulares posteriores não são aqui distinguidas das restantes migrações internas permanentes. Outra nota a reter, comummente referida neste tipo de análises, liga-se com o facto de a questão dos Censos, que dá origem a esta informação, incidir exclusivamente sobre a distinção entre o local de residência em dois momentos determinados, não permitindo aferir outras alterações de residência ocorridas ao longo desse intervalo de tempo 1. 1 O questionário individual do RGP de 1991 coloca a questão do concelho de residência em 31 de Dezembro de 1985 e em 31 de Dezembro de Quadro 1 - ovimentos migratórios para as NUTS II ( ) ambos os sexos Regiões (NUTS II) Imigrantes Internos Emigrantes Internos Saldo igrat. Interno Pop. Residente (1991) Taxa de saldo igratório interno(%) NORTE ,18 CENTRO ,32 LISBOA e VALE do TEJO ,33 ALENTEJO ,18 ALGARVE ,74 AÇORES ,08 ADEIRA ,83 Para permitir uma melhor visualização das trocas migratórias com as outras regiões, representaram-se no mapa 1 os saldos entre o Norte e as outras NUTS II. Os saldos migratórios foram mais significativos com a região de Lisboa e Vale do Tejo (4693 indivíduos) e Algarve (1754 indivíduos). As setas indicam os saldos dominantes, isto é, cada saldo positivo resultante das trocas migratórias entre o Norte e outra região. Neste período em análise, , além de Lisboa e Vale do Tejo e Algarve, o Norte perdeu também com as regiões Centro e Açores, sendo favorável ao Norte o saldo com as regiões Alentejo a adeira.

3 apa I: Saldos igratórios das NUTS II com a Região Norte (1985 / 1991) 738 NORTE CENTRO 86 LISBOA E VALE DO TEJO 4693 ALENTEJO AÇORES 1754 ADEIRA ALGARVE No período , a situação da região do Norte não se altera substancialmente. antém um saldo negativo, embora a sua posição relativamente às outras regiões tenha melhorado. Continua a ser menos repulsiva do que o Alentejo e adeira e surge agora com um saldo migratório menos negativo. A região Norte é, neste período, a que apresenta taxa de saldo migratório mais baixa, em valor absoluto. As igrações Inter-Subregiões Litoralização e Concentração nos Grandes Centros A análise das migrações por NUTS III permite observar mais detalhadamente o tipo de dinamismo migratório existente dentro da região Norte. Quadro 2 - ovimentos migratórios para as NUTS III ( ). Ambos os sexos NUTS III (NORTE) Imigrantes Internos Emigrantes Internos Saldo igratório Interno Pop. Residente (1991) Taxa de Saldo igratório Interno % INO-LIA ,16 CÁVADO ,64 AVE ,08 GRANDE PORTO ,39 TÂEGA ,71 ENTRE-DOURO-E-VOUGA ,37 DOURO ,84 ALTO-TRÁS-OS-ONTES ,88 A subregião que apresenta neste período maior fluxo de emigrantes e imigrantes internos é o Grande Porto; depois surgem o Ave (os valores apresentados pelo Grande Porto são quase três vezes superiores aos da região do Ave, no que respeita aos imigrantes internos), o Cávado e o Tâmega. A região do Tâmega, no entanto, apresenta um fluxo de emigrantes internos muito elevado, o que a coloca, (em termos de saldo relativo - taxa de saldo migratório interno) no grupo das três regiões mais repulsivas, juntamente com o Douro (-0.84%) e Alto Trás-os-ontes (-0.88%). A análise das taxas de saldo migratório interno permite também considerar a região do Cávado como a região mais atractiva das NUTS III do Norte (0.64%). Seguem-se-lhe o Grande Porto (0.39%) e o Entre Douro e Vouga (0.37%) Uma análise dos saldos entre estas regiões pode ser observada no mapa 2. Como atrás, no caso das NUTS II, representamos os saldos entre as regiões NUTS III em termos de fluxo, estando o vértice da seta apontado para a região que ficou a ganhar na respectiva troca de fluxos migratórios. Para comodidade de leitura consideraramse 4 classes de saldos entre as regiões.

4 apa 2: Saldos igratórios Inter NUTS III. Ambos os sexos (1985 / 1991) ATÉ 100 INDIVÍDUOS 100 A 500 INDIVÍDUOS DE 500 A 1000 INDIVÍDUOS AIS DE 1000 INDIVÍDUOS Em geral, o sentido positivo dos saldos verifica-se do interior para o litoral. As trocas que constituem excepção verificam-se a partir de subregiões do litoral para o Cávado, Ave ou Entre Douro e Vouga. Na classe que corresponde aos saldos migratórios de 100 a 500 indivíduos notamse deslocações que permitem constituir esses 3 pólos de atracção : Cávado, Ave e Entre Douro e Vouga. Regista-se inclusivamente um saldo positivo para essas 3 regiões com o Grande Porto. as é justamente para o Grande Porto que apontam os grandes fluxos de saldo migratório (classe mais de 1000 indivíduos). O saldo mais acentuado verificouse entre as regiões Tâmega e Grande Porto, traduzindo-se num saldo de 2679 indivíduos, favorável a esta subregião. No quadro 3 estão representados os saldos migratórios intersubregiões que originaram estes mapas. Assinalaram-se os saldos positivos que, entre duas regiões, corresponde ao saldo dominante. No período , o comportamento das regiões não difere significativamente do período anterior: litoralização e concentração nas regiões DE Quadro 3 - Saldos igratórios Inter-regiões NUTS III ( ). Ambos os sexos PARA INO- LIA CÁVADO do Grande Porto, Cávado, Ave e Entre Douro e Vouga. O Grande Porto perde algum poder de atracção passando a ter, em termos relativos, um saldo migratório interno semelhante ao do Ave. As regiões do Cávado, Ave, Grande Porto e Entre Douro e Vouga mantêm taxas de saldo migratório positivas, enquanto inho-lima, Tâmega, Douro e Alto Trás-os-ontes continuam a apresentar sinais de repulsão. Neste período, destaca-se o elevado saldo migratório entre o Grande Porto e o Cávado, favorável a esta região. AVE GRANDE PORTO TÂEGA ENTRE DOURO E VOUGA DOURO ALTO TRÁS- OS-ONTES INO-LIA CÁVADO AVE GRANDE PORTO TÂEGA ENTRE DOURO E VOUGA DOURO ALTO TRÁS-OS-ONTES

5 As igrações Inter-Concelhias Um Certo "Reequilíbrio"? Na análise das migrações inter-concelhias privilegiamos, da mesma forma, apenas os fluxos líquidos verificados entre os concelhos. Não se dispõe de informação que permita a contagem dos movimentos dentro do mesmo concelho. O quadro apresentado como anexo 1 mostra os concelhos da Região Norte por ordem crescente da taxa de saldo migratório interno em O concelho do Porto, sendo o que registou o maior fluxo de entrada e também de saída, apresenta o saldo migratório mais negativo de todos os concelhos da Região Norte ( indivíduos). Depois surge grande parte dos concelhos do Douro, Tâmega e Alto Trás-os-ontes. As situações de maior atracção ocorrem em atosinhos, aia, Valongo, Gondomar e Vila Nova de Gaia, no Grande Porto, Esposende e Braga (Cávado), Valença (inho - Lima), Stª aria da Feira (Entre Douro e Vouga), Lousada (Tâmega) e Fafe (Ave). Esta leitura poderá ser facilitada pelos cartogramas que se apresentam a seguir: apa 3 Taxa de Imigração Interna interconcelhia (%) a 2 2 a 4 4 a 7 7 a 20 apa 4 Taxa de Emigração Interna interconcelhia (%) a 2 2 a 4 4 a 7 7 a 20

6 apa 5 Taxa de Saldo igratório Interno interconcelhio (%) a -2-2 a 0 0 a 2 2 a 6 Numa análise breve a este último cartograma podemos afirmar que praticamente todo o litoral com excepção do Porto e Espinho apresentam situações de atracção face a outros concelhos. Numa situação de repulsão moderada encontraremos os concelhos do inho-lima interior e Cávado (com excepção de Braga), Ave (V.N. Famalicão e Guimarães), e alguns concelhos do Tâmega, abrangendo ainda a maior parte dos concelhos do Douro e Alto Trás-os-ontes. Os concelhos de mais forte repulsão encontram-se distribuídos da seguinte forma: (i) o Porto, que se encontra inserido num grupo de concelhos bastante atractivos; (ii) um grupo de concelhos em continuidade geográfica (só interrompida por Amarante) composta por ontalegre, Terras de Bouro, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Baião, esão Frio, Cinfães e Castelo de Paiva; (iii) alguns concelhos de Alto Trás-os-ontes (Vinhais, iranda do Douro e Vimioso) e Torre de oncorvo. apa 6: Saldos igratórios Inter Concelhios. Ambos os sexos (1985 / 1991) 100 a 200 Indivíduos 1000 E AIS INDIVÍDUOS 200 A 1000 INDIVÍDUOS

7 Relativamente aos saldos migratórios, entre concelhos, no período , destacam-se os movimentos dentro da subregião do Grande Porto e para o concelho de Braga. Registaram-se, para Braga, movimentos significativos de alguns concelhos próximos (Barcelos, Guimarães, Vieira do inho), e de dois concelhos mais distantes: ontalegre e Porto. O saldo Porto/Braga, de 299 indivíduos a favor de Braga, foi aliás um dos valores responsáveis pelo saldo Grande Porto / Cávado expresso no mapa 2. A posição de Guimarães revelou-se sobretudo pelos saldos negativos com Braga (-206) e Fafe (-238). Regista-se por outro lado uma entrada significativa no concelho de Stª. aria da Feira (medida pelos saldos a seu favor face aos concelhos do Porto, Espinho, Vila Nova de Gaia, Castelo de Paiva, Arouca, Oliveira de Azeméis e S. João da adeira). Parte deste movimento (do Grande Porto para Entre Douro-e-Vouga) havia já sido referido no mapa 2. as é sobretudo na classe 1000 e mais indivíduos que se encontra explicação para o saldo tão negativo do concelho do Porto. O Porto regista, de facto, os saldos negativos mais significativos em termos concelhios, no período , devido ao volume de saídas para outros concelhos. Os maiores movimentos de saída do Porto deram-se exclusivamente para concelhos do Grande Porto. Por ordem crescente, os saldos foram de 1444 (favorável a Valongo), 2520 (favorável à aia), 3243 (favorável a Gondomar), 4151 (favorável a Vila Nova de Gaia) e 5717 (favorável a atosinhos). Relativamente ao período , como expresso no anexo 2: ovimentos migratórios concelhios ( ). Ambos os sexos, o Porto continua a ser o concelho mais repulsivo. Este resultado surge como consequência dos fortes saldos migratórios negativos que o Porto continua a manifestar, particularmente devido às trocas a favor de Gondomar, V. N. Gaia e atosinhos. Observam-se também algumas situações curiosas, face ao período anterior. Freixo de Espada à Cinta e Alijó, que surgiam em como concelhos repulsivos, aparecem agora com saldos positivos. Situações idênticas ocorrem em mais 10 concelhos. Atente-se, mesmo assim, que os saldos registados para estes concelhos são baixos em valor absoluto. Este mapa, quando comparado com o mapa homólogo do período 1985/91 (mapa 5), permite observar um comportamento mais atractivo de certos concelhos, que antes apresentavam saldos migratórios negativos. Em alguns casos, as taxas de saldos migratórios são próximas embora de sinais contrários (Sernancelhe, por exemplo, passou de -0.27% em 1985/91 para 0.14% no período 1989/91). Encontramos, ao todo, na Região Norte, 12 concelhos em que os saldos migratórios passam de negativos para positivos: no Cávado, Barcelos e Vila Verde; em Entre Douro e Vouga, Vale de Cambra; no Tâmega, Paços de Ferreira e Felgueiras; no Douro, Peso da Régua, Sernancelhe, S. João da Pesqueira, Vila Flor, Freixo de Espada à Cinta e Alijó; em Alto Trás-os- ontes, Alfândega da Fé. apa 7 Taxa de Saldo igratório Interno interconcelhio (%) a -1-1 a 0 0 a 1 1 a 2

8 Caixa 1 AUENTO DO NÚERO DE CONCELOS ATRACTIVOS: ais entradas ou menos saídas? Para observarmos melhor o que se passou com estes concelhos cujos sinais dos saldos migratórios se alteraram, calculamos taxas anuais médias de saldo migratório no sentido de permitir a comparação entre os dois períodos 1985 / 91 e 1989 / 91(ver anexo 3). As colunas 4 e 5 contém as taxas médias anuais dos saldos migratórios em cada um dos períodos considerados. De facto, o perfil em 1985 é idêntico ao de 1989, ou seja o comportamento migratório não se altera, na generalidade, entre estes dois períodos. No entanto, e como já foi possível observar, 13 em 84 concelhos trocaram de sinal de 1985/91 para 1989/91. Desses 13 concelhos, 12 correspondem à passagem de saldo migratório negativo a positivo (como referido atrás), e o restante (S. João da adeira) a uma troca no sentido contrário. O cartograma seguinte ilustra o comportamento concelhio face à evolução do sinal do saldo migratório nestes dois períodos: Comportamento igratório dos Concelhos Saldos édios nos Períodos 85/91 e 89/ / / saldo negativo + saldo positivo as a que se deve, na verdade essa troca de sinal? A uma diminuição no fluxo das saídas ou a um aumento no fluxo das entradas? No caso de S. João da adeira (v. anexo 3, cols 2 e 3) nota-se um abrandamento nas entradas e um aumento mais pronunciado das saídas. Como resultado final, S. João da adeira passa de atractivo a repulsivo. Nos outros 12 concelhos, que passam a ser atractivos, regista-se um aumento, quer no fluxo de entrada quer no fluxo de saída, embora o peso das imigrações seja mais forte, o que trona este grupo de concelhos mais atractivo no período 1989/91.

9 Caixa 2 A IOBILIDADE DAS GENTES DO INTERIOR É importante, também, analisar a percentagem de população que não alterou o seu concelho de residência. Este fenómeno, a que se pode chamar inércia ou imobilidade concelhia, está mais associado aos concelhos do interior. Em 20 concelhos da região Norte, mais de 90% dos indivíduos aí residentes já lá residiam em Trata-se de: elgaço, onção, (em inho - Lima); ontalegre, Boticas, Vinhais, Vimioso, iranda do Douro, ogadouro, Alfândega da Fé, Valpaços, urça (em Alto Trás - os - ontes); Ribeira de Pena, Celorico de Basto, Baião, Resende, Cinfães, Castelo de Paiva, (no Tâmega); esão Frio, Lamego, Torre de oncorvo, (no Douro). O cartograma seguinte, que apresenta 5 classes de inércia ou imobilidade, mostra que a maioria dos concelhos apresentam valores de 88 a 90% para este indicador. Numa posição intermédia estão São João da Pesqueira, Tarouca, dois concelhos do inho-lima,(v.n. Cerveira e Caminha), Cávado (Esposende, Vila Verde, Braga e Amares), Póvoa de Varzim, alguns concelhos do Ave (Sto. Tirso e Fafe) e Tâmega (Felgueiras e Lousada), Vila Nova de Gaia, Gondomar, Espinho, Stª aria da Feira e Oliveira de Azeméis. É em 3 concelhos da área metropolitana do Porto (atosinhos, aia e Valongo) e em S. João da adeira que a inércia é mais fraca. Indivíduos que não mudaram de concelho (1985/91) % face à Pop. Residente em a a a a 90 > 90

10 Estrutura Etária e Sexo dos igrantes Com o objectivo de delinear uma caracterização sucinta das migrações internas em termos de idade e sexo, consideramos 4 classes etárias: 0 a 14 anos, 15 a 24, 25 a 64 e finalmente 65 e mais anos. Esta distribuição das idades permite distinguir vários tipos de migrantes: uns são os que pertencem à classe 0-14, inactivos (a maior parte estudantes). Os indivíduos da classe estão repartidos em duas situações: ou são activos (empregados) ou inactivos estudantes. Quanto à classe 65 e mais anos, permite caracterizar as migrações das idades mais avançadas (reformados, etc). A classe intermédia, 25 a 64 anos é a mais ampla e aquela onde se concentra a maior parte dos migrantes. A Região Norte A estrutura etária dos migrantes internos da região Norte pode ser observada no quadro 4. Dos indivíduos que em 1985 tinham residência em concelho diferente de 1991, 59%, aproximadamente, têm, em 1991, entre 25 e 64 anos. Esta proporção baixa para 49.8% quando consideramos o período Quanto às restantes faixas etárias, observa-se um aumento nas respectivas proporções, de um período para o outro. O facto mais relevante, neste quadro, está na relação homens/mulheres na classe Tanto para 1985 como 1989, mais mulheres do que homens neste grupo etário afirmam ter residido em concelhos diferentes dos de Tal desequilíbrio volta a verificar-se na classe 65 e mais, também nos dois períodos, embora devido a razões diferentes. As Subregiões NUTS III No sentido de analisar a distribuição etária dos saldos migratórios relativos por NUTS III (período ), apresenta-se gráficamente (gráfico 1) o peso dos saldos migratórios de cada classe etária e sexo, no total da população residente em 1991, em cada subregião. Este indicador mede a proporção de indivíduos, por sexo e idade, que a região perdeu ou ganhou devido às migrações internas. Os resultados são apresentados em permilagem. Alguns desequilíbrios, ao nível do sexo ou da idade, surgem neste gráfico. No inho- Lima, região que apresenta na globalidade saldo migratório negativo, o saldo migratório dos homens entre 25 e 64 anos e dos 65 e mais anos é positivo. A mesma divergência ocorre na região do Ave, embora com sinais contrários. Neste caso, para as mulheres com idades entre 25 e 64 anos registou-se um saldo negativo, tendência contrariada em todas as outras classes, em que os saldos são sempre positivos. No Grande Porto, observa-se uma situação única de desequilíbrio entre as classes e Os saldos migratórios da classe são superiores (mais positivos) do que os das outras classes. Em cada mil indivíduos residentes em 1991, cerca de 3, com idades entre 15 e 24 anos, resultam do saldo migratório com as outras subregiões do Norte. Devido à migração podemos dizer que o Grande Porto está a tornar-se mais jovem. Fenómeno inverso está a suceder nas regiões inho-lima, Tâmega, Douro e Alto Trás-os-ontes, em que os saldos da classe são mais negativos do que na classe Estas regiões estão, em termos migratórios a tornar-se mais envelhecidas. Quadro 4 - Estrutura Etária dos igrantes Internos da Região Norte: igrações concelhias. Percentagem face ao total período TOTAL E / ,22 7,63 7,58 21,00 8,18 12,82 58,56 29,57 28,99 5,23 1,81 3, / ,83 8,92 8,90 26,78 10,30 16,47 49,80 25,42 24,38 5,60 1,88 3,72

11 Gráfico 1 - Saldos igratórios relativos por idade e sexo. NUTS III da Região Norte. ( ). Permilagem inho - Lima Cávado 0,40 0,20-0,20-0,40-0,60-0,80-1,00-1,20-1, E + 4,00 3,50 3,00 2,50 2,00 1,50 1,00 0, E + Ave Grande Porto 0,50 3,00 0,40 2,50 0,30 0,20 0,10-0,10-0, E + 2,00 1,50 1,00 0, E + Tâmega Entre Douro e Vouga -0, E + 2,50 2,00-1,00-1,50-2,00-2,50-3,00-3,50 1,50 1,00 0,50-0, E + Douro Alto Trás - os - ontes -0,50-1,00-1,50-2,00-2,50-3,00-3,50-4,00-4, E + -0,50-1,00-1,50-2,00-2,50-3,00-3,50-4, E + As subregiões onde o peso do saldo migratório na população residente é mais elevado são o Cávado, Tâmega, Douro e Alto Trás-os- ontes. A primeira surge como a região mais atractiva em termos relativos, como já havia sido referido, atraindo essencialmente, os indivíduos da classe etária Douro e Alto-Trás-os- ontes perdem essencialmente indivíduos dos 15 aos 24 anos na proporção de 4 em cada mil, e indivíduos dos 25 aos 64 anos (3 em cada mil) aproximadamente, enquanto que no Tâmega estas duas classes etárias estão mais homogéneas em termos de perdas relativas, na ordem dos 3 por cada mil indivíduos. Tendo por referência o peso do saldo migratório na população residente de cada grupo etário e sexo específicos, é possível concluir acerca da influência das migrações na estrutura de cada classe etária e sexo. As perdas e os reforços mais nítidos foram observados nas seguintes regiões, idades e sexos: - inho-lima: Saída de mulheres da classe 15 a 24 anos - Tâmega, Douro e Alto Trás-os-ontes: Saída de mulheres e homens da classe 15 aos 24 anos - Cávado: Entrada de mulheres da classe 15 aos 24 anos - Grande Porto: Entrada de mulheres e homens da classe 15 aos 24 anos Considerando a proporção de cada grupo etário no total do movimento migratório (imigração ou emigração) obtemos uma aproximação a uma pirâmide etária dos migrantes. Observa-se, em primeiro lugar uma proporção mais elevada de imigrantes na classe anos, para todas as NUTS III do Norte. Em alguns casos (Grande Porto, Douro e Alto Trás-os-ontes), a frequência relativa das mulheres neste grupo etário é superior à dos homens. Esta situação acontece em todas as NUTS III no que diz respeito às classes e 65 e mais anos.

12 Gráfico 2 - Estrutura Etária dos Imigrantes de algumas NUTS III da Região Norte. ( ) Grande Porto 65 E + Douro 65 E Alto Trás - os - ontes 65 E As pirâmides etárias dos emigrantes evidenciam o facto de para as regiões inho-lima e Alto Trás-os-ontes na classe o número de mulheres emigrantes ser superior ao dos homens. O mesmo se verifica na distribuição dos emigrantes nas classes e 65 e mais em todas as subregiões NUTS III. Gráfico 3 - Estrutura Etária dos Emigrantes de algumas NUTS III da Região Norte. ( ) inho - Lima 65 E + Alto Trás - os - ontes 65 E Os Concelhos Os saldos migratórios relativos dos concelhos por classes etárias, permitem verificar quais os grupos etários de mais forte incidência migratória. Caracterizamos os movimentos mais fortes, em cada grupo etário. (anexo 3, colunas 6 a 9) O concelho do Porto é, como já referido, um concelho com comportamento diferente dos restantes (forte na emigração e na imigração). Nas faixas etárias 0-14 e 25-64, surge como o mais repulsivo, enquanto nos grupos e 65 e mais, Cinfães e Cabeceiras de Basto são os concelhos com maior repulsão migratória. Tem interesse, nesta análise, verificar o comportamento dos saldos migratórios relativos por grupos etários, para o mesmo concelho. Vejam-se os casos do Porto, Torre de oncorvo (essencialmente repulsivos) e aia e atosinhos (essencialmente atractivos).

13 Gráfico 4 - Saldos igratórios relativos por idade e sexo. Alguns concelhos da Região Norte (1985 / 91). Permilagem Porto Torre de oncorvo -5, , , , , E + -2,00-4,00-6,00-8, ,00-14, E + aia atosinhos 3 25, , , ,00 1 5,00 5, E E + O Porto surge como francamente repulsivo no grupo etário comparativamente com os outros grupos. Isso revela o tipo de saídas do Porto que se destinam na sua maioria, aos concelhos limítrofes do Grande Porto, principalmente atosinhos, Gondomar e V. N. Gaia. Torre de oncorvo apresenta saldos migratórios relativos mais homogéneos quanto à distribuição etária. A classe é, ainda assim, a mais forte. Quanto à aia e atosinhos, notam-se fluxos superiores nos indivíduos da classe É neste grupo etário que se encontra a maioria dos imigrantes nestes dois concelhos. Relações de Comportamento entre os Grupos Etários A nível concelhio podemos verificar mais detalhadamente algumas relações que não foram retidas nas análises anteriores. Estarão os grupos etários relacionados entre si(?), isto é, a mobilidade geográfica de um grupo etário influencia de algum modo as mobilidades de outros grupos etários? A partir da análise de diagramas de dispersão foi possível observar relações do tipo linear relativamente fortes entre os grupos etários 0-14 e Estas relações revelaram os coeficientes de correlação linear que constam do quadro 5. Ligações menos fortes verificam-se entre as classes etárias vs e 0-14 vs Quadro 5 - atriz de correlações entre os grupos etários considerados grupos etários e , ,87 0, e + 0,73 0,75 0,74 1 A relação linear mais forte apresenta um coeficiente de correlação linear de 0.87 (grupos 0-14 vs ). De um modo geral, todas as classes etárias estão correlacionadas. Conviria verificar se este fenómeno corresponde a algum tipo de tendência migratória habitual em cada concelho motivada seja por acompanhamentos familiares nas migrações, diminuição/aumento da população activa, envelhecimento da população, inércia migratória, etc. Quanto ao acompanhamento familiar, há razões para afirmar (v. caixa 3) que o grupo etário 0-14 depende, em termos migratórios, da classe Tal dependência pode significar uma ligação familar: crianças que mudam de residência para acompanhamento dos pais. Outro aspecto que podemos avaliar está relacionado com o enfraquecimento do fenómeno migratório nos concelhos onde é elevado o número de indivíduos nas camadas etárias mais elevadas. A inércia migratória é um indicador relacionado com o número de indivíduos que não mudaram de concelho no período considerado ( ). Notase que este fenómeno aumenta nos concelhos mais envelhecidos sendo o envelhecimento medido através de vários indicadores 1. Este facto pode indicar que a diminuição das saídas é consequência de uma diminuição na reserva dos potenciais migrantes que, como já verificamos, se situam predominantemente no grupo etário dos 25 aos 64 anos. Nos concelhos onde isto acontece, mantendose os elevados níveis de inércia migratória, agravarse-ão, provavelmente, os indicadores de envelhecimento. Tal situação só seria alterada com o aumento das imigrações para estes concelhos. Corresponderá um certo reequilíbrio (que pareceu surgir no período com algumas inversões nos fluxos migratórios) a esta alteração? 1 Uma referência mais detalhada a estes indicadores poderá ser encontrada em Sérgio Bacelar, "Uma Dinâmica com Contrastes", Estatísticas e Estudos Regionais - nº1, JAN / ABR 1993.

14 Caixa 3 O ACOPANAENTO FAILIAR Uma das razões aparentes para a forte associação entre os grupos etários 0-14 e parece ser o acompanhamento familiar. Analisando a regressão efectuada tomando como variável dependente o saldo migratório relativo da classe 0-14 (C0-14 ) e como variável independente o saldo migratório relativo na classe (C25-64), podemos concluir que os valores das migrações internas na classe explicam grande parte dos valores do grupo A equação de regressão encontrada foi a seguinte*: C ^ 0-14 = x C R = 0.76 (-2.82) (15.98) Uma regressão idêntica, tomando o saldo migratório relativo da classe como variável independente e o saldo migratório relativo da classe 0-14 como variável dependente forneceu os seguintes resultados: C ^ 0-14 = x C R = 0.52 (2.04) (9.33) etários: Encontraram-se também as seguintes equações de regressão, relativamente a outros grupos C ^ = x C R 2 = 0.49 (-6.62) (8.84) C ^ 65 e + = x C R 2 = 0.55 (-4.27) (9.95) * Entre parêntesis, apresentam-se os valores da estatística T.

15 Caixa 4 A INÉRCIA IGRATÓRIA Observa-se a existência de uma relação no mesmo sentido - por vezes considerável - entre certos indicadores de envelhecimento e inércia migratória relativa, isto é, proporção de indivíduos que não mudaram de concelho face ao total de residentes em (ver quadro 6). Estes indicadores referem-se aos CENSOS 91 tendo por base a população residente. Apresentam-se as expressões que permitiram calculá-los: % idosos = P65+ P P DJ91= DI91= 100 P total P15 64 P15 64 (percentagem de idosos) (índice de dep. de jovens) (índice de dep. de idosos) DT91= P P IE= P IDACT= P P0 14 P total (índice de dep. total) (índice de envelhecimento) (índice de dep. de activos) P a-b representa a população residente em 91, com idade compreendida entre a e b. Analisemos os coeficientes de correlação linear R entre a inércia migratória relativa e os outros indicadores: Quadro 6 - Coeficientes de correlação linear R (coef. correlação) % Idosos DJ91 DI91 DT91 IE IDACT entre Inércia relativa e O coeficiente de correlação linear mostra-se mais forte e positivo nas ligações da inércia relativa com a percentagem de idosos, dependência de idosos, dependência total e índice de envelhecimento sendo forte mas negativo na ligação com o índice de dependência de activos. níveis. Existe, portanto, uma associação entre a inércia migratória e o envelhecimento, medida a vários

16 Anexo 1 - ovimentos igratórios concelhios ( ). Ambos os sexos CONCELO POP. RESIDENTE (1991) IIGRANTES INTERNOS EIGRANTES INTERNOS SALDO IGRATÓRIO INTERNO TAXA DE SALDO IGRATÓRIO INTERNO (%) PORTO ,71 CINFÃES ,54 CASTELO DE PAIVA ,05 TORRE DE ONCORVO ,91 ESÃO FRIO ,75 CELORICO DE BASTO ,70 BAIÃO ,69 VIIOSO ,50 ONTALEGRE ,44 TERRAS DE BOURO ,32 CABECEIRAS DE BASTO ,22 IRANDA DO DOURO ,20 VINAIS ,08 ONDI DE BASTO ,99 AROUCA ,88 VIEIRA DO INO ,85 RIBEIRA DE PENA ,83 ELGAÇO ,82 OGADOURO ,80 URÇA ,76 ARAAR ,54 RESENDE ,49 SABROSA ,42 FREIXO DE ESPADA À CINTA ,36 ALIJÓ ,35 CARRAZEDA DE ANSIÃES ,20 IRANDELA ,15 VALPAÇOS ,10 LAEGO ,09 V. NOVA DE FOZ CÔA ,09 TABUAÇO ,08 S. JOÃO DA PESQUEIRA ,06 ALFÂNDEGA DA FÉ ,97 S. ARTA DE PENAGUIÃO ,92 VILA FLOR ,86 PONTE DA BARCA ,82 PONTE DE LIA ,75 ARCOS DE VALDEVEZ ,74 PAREDES DE COURA ,70 ESPINO ,70 PENEDONO ,64 ACEDO DE CAVALEIROS ,59 PENAFIEL ,57 Continua

17 Continuação Anexo 1 - ovimentos igratórios concelhios ( ). Ambos os sexos CONCELO POP. RESIDENTE (1991) IIGRANTES INTERNOS EIGRANTES INTERNOS SALDO IGRATÓRIO INTERNO TAXA DE SALDO IGRATÓRIO INTERNO (%) VILA POUCA DE AGUIAR ,54 AARES ,54 BOTICAS ,48 ONÇÃO ,47 ARCO DE CANAVESES ,46 GUIARÃES ,38 BARCELOS ,32 SERNANCELE ,27 PESO DA RÉGUA ,25 PAREDES ,14 PAÇOS DE FERREIRA ,12 VILA VERDE ,09 V. NOVA DE FAALICÃO ,09 VALE DE CABRA ,08 FELGUEIRAS ,08 VILA REAL ,08 CAVES ,01 OLIVEIRA DE AZEÉIS ,01 OIENTA DA BEIRA ,01 VILA DO CONDE ,05 VILA NOVA DE CERVEIRA ,08 S. JOÃO DA ADEIRA ,10 TAROUCA ,17 AARANTE ,23 BRAGANÇA ,32 VIANA DO CASTELO ,35 PÓVOA DE VARZI ,60 PÓVOA DE LANOSO ,61 SANTO TIRSO ,72 CAINA ,85 FAFE ,01 LOUSADA ,05 ESPOSENDE ,15 FEIRA ,16 VALENÇA ,17 BRAGA ,84 VILA NOVA DE GAIA ,09 GONDOAR ,32 VALONGO ,45 AIA ,15 ATOSINOS ,49

18 Anexo 2 - ovimentos igratórios concelhios ( ). Ambos os sexos CONCELO POP. RESIDENTE (1991) IIGRANTES INTERNOS EIGRANTES INTERNOS SALDO IGRATÓRIO INTERNO TAXA DE SALDO IGRATÓRIO INTERNO (%) PORTO ,16 ESÃO FRIO ,87 VINAIS ,86 CINFÃES ,79 ONTALEGRE ,76 CASTELO DE PAIVA ,71 TORRE DE ONCORVO ,68 BAIÃO ,64 S. JOÃO DA ADEIRA ,59 IRANDA DO DOURO ,55 CELORICO DE BASTO ,55 RESENDE ,52 CABECEIRAS DE BASTO ,51 PONTE DA BARCA ,50 AROUCA ,46 TERRAS DE BOURO ,46 URÇA ,45 ARAAR ,43 VIEIRA DO INO ,39 BOTICAS ,39 ELGAÇO ,36 OGADOURO ,36 IRANDELA ,36 RIBEIRA DE PENA ,34 VIIOSO ,33 VILA REAL ,32 VILA POUCA DE AGUIAR ,31 TABUAÇO ,28 VALPAÇOS ,26 PAREDES ,25 ONDI DE BASTO ,25 CARRAZEDA DE ANSIÃES ,25 GUIARÃES ,20 LAEGO ,19 PENEDONO ,16 V. NOVA DE FOZ CÔA ,16 ARCOS DE VALDEVEZ ,15 PONTE DE LIA ,14 ARCO DE CANAVESES ,13 S. ARTA DE PENAGUIÃO ,10 ESPINO ,10 ONÇÃO ,09 ACEDO DE CAVALEIROS ,06 PENAFIEL ,04 Continua

19 Continuação Anexo 2 - ovimentos igratórios concelhios ( ). Ambos os sexos CONCELO POP. RESIDENTE (1991) IIGRANTES INTERNOS EIGRANTES INTERNOS SALDO IGRATÓRIO INTERNO TAXA DE SALDO IGRATÓRIO INTERNO (%) V. NOVA DE FAALICÃO ,02 AARES ,02 OIENTA DA BEIRA ,02 SABROSA ,01 PAREDES DE COURA S. JOÃO DA PESQUEIRA ,03 OLIVEIRA DE AZEÉIS ,04 FELGUEIRAS ,05 BARCELOS ,06 ALIJÓ ,06 VIANA DO CASTELO ,10 PAÇOS DE FERREIRA ,10 VILA DO CONDE ,11 VILA VERDE ,12 VILA NOVA CERVEIRA ,12 VALE DE CABRA ,12 PESO DA RÉGUA ,13 SERNANCELE ,14 PÓVOA DE VARZI ,16 CAVES ,16 ESPOSENDE ,22 BRAGANÇA ,22 SANTO TIRSO ,25 CAINA ,28 FAFE ,29 VILA FLOR ,29 VALENÇA ,30 AARANTE ,32 FREIXO DE ESPADA À CINTA ,35 LOUSADA ,35 ALFÂNDEGA DA FÉ ,37 BRAGA ,39 FEIRA ,40 TAROUCA ,45 PÓVOA DE LANOSO ,63 GONDOAR ,69 VILA NOVA DE GAIA ,78 VALONGO ,90 AIA ,26 ATOSINOS ,31

20 Anexo 3 - Variações das Taxas de Imigração e Emigração e Taxas Anuais dos Saldos igratórios CONCELOS DE RESIDÊNCIA E 1985 e/ou 1989 Var. da taxa média imigração Var. da taxa média emigração Taxa de saldo migrat. médio anual Taxa de saldo migrat. médio anual Saldos migratórios relativos por grupos etários ( ) E ARCOS DE VALDEVEZ 0,23 0,20-0,14-0,12-0,15-0,27-0,26-0,07 CAINA 0,20 0,14 0,16 0,22 0,10 0,23 0,41 0,09 ELGAÇO 0,25 0,19-0,35-0,28-0,32-0,62-0,82-0,07 ONÇÃO 0,18 0,16-0,09-0,07-0,01-0,23-0,16-0,06 PAREDES DE COURA 0,14 0,01-0,13-0,57-0,18 0,05 PONTE DA BARCA 0,09 0,32-0,16-0,39-0,30-0,29-0,24 PONTE DE LIA 0,15 0,12-0,14-0,11-0,10-0,30-0,29-0,05 VALENÇA 0,27 0,26 0,22 0,23 0,18 0,28 0,68 0,03 VIANA DO CASTELO 0,16 0,15 0,07 0,07 0,09-0,01 0,25 0,02 VILA NOVA DE CERVEIRA 0,18 0,10 0,01 0,09-0,03 0,05-0,08 0,13 AARES 0,32 0,23-0,10-0,01-0,03-0,25-0,19-0,07 BARCELOS 0,20 0,09-0,06 0,05-0,06-0,12-0,13-0,01 BRAGA 0,23 0,28 0,35 0,30 0,29 0,49 0,98 0,09 ESPOSENDE 0,22 0,27 0,22 0,17 0,24 0,25 0,63 0,03 TERRAS DE BOURO 0,21 0,13-0,44-0,36-0,28-0,68-1,21-0,15 VILA VERDE 0,30 0,19-0,02 0,09-0,02-0,09 0,02 FAFE 0,17 0,13 0,19 0,23 0,18 0,19 0,65-0,01 GUIARÃES 0,11 0,19-0,07-0,16-0,02-0,07-0,28-0,01 PÓVOA DE LANOSO 0,47 0,09 0,12 0,49 0,22-0,03 0,41 0,01 SANTO TIRSO 0,22 0,16 0,14 0,19 0,07 0,20 0,39 0,06 VIEIRA DO INO 0,28 0,24-0,35-0,31-0,34-0,59-0,84-0,08 V. NOVA DE FAALICÃO 0,18 0,18-0,02-0,01-0,04 0,05-0,09-0,01 ESPINO 0,24 0,19-0,13-0,08-0,16-0,08-0,52 0,07 GONDOAR 0,30 0,21 0,44 0,53 0,38 0,30 1,52 0,12 AIA 0,43 0,23 0,79 0,98 0,68 0,63 2,72 0,13 ATOSINOS 0,42 0,25 0,85 1,02 0,59 0,71 2,90 0,28 PORTO 0,22 0,83-1,08-1,68-0,92-0,19-4,36-0,24 PÓVOA DE VARZI 0,28 0,28 0,11 0,12 0,06 0,14 0,40-0,01 VALONGO 0,36 0,32 0,65 0,70 0,49 0,54 2,12 0,30 VILA DO CONDE 0,26 0,19 0,01 0,09-0,04 0,02 0,03 0,05 VILA NOVA DE GAIA 0,34 0,13 0,40 0,60 0,27 0,39 1,34 0,10 AARANTE 0,29 0,08 0,04 0,25 0,07-0,14 0,27 0,03 BAIÃO 0,24 0,23-0,51-0,50-0,46-0,70-1,31-0,22 CABECEIRAS DE BASTO 0,30 0,28-0,42-0,40-0,30-1,24-0,48-0,21 CASTELO DE PAIVA 0,25 0,23-0,58-0,56-0,41-1,10-1,34-0,19 CELORICO DE BASTO 0,31 0,23-0,51-0,43-0,43-1,05-1,08-0,14 CINFÃES 0,26 0,20-0,67-0,61-0,38-1,60-1,40-0,16 FELGUEIRAS 0,19 0,13-0,01 0,04 0,02 0,05-0,08-0,07 LOUSADA 0,30 0,22 0,20 0,27 0,24 0,24 0,57 ARCO DE CANAVESES 0,18 0,20-0,09-0,10-0,07-0,16-0,16-0,08 ONDI DE BASTO 0,28 0,10-0,38-0,20-0,41-0,95-0,56-0,07 PAÇOS DE FERREIRA 0,31 0,21-0,02 0,08-0,01 0,08-0,22 0,04 PAREDES 0,18 0,35-0,03-0,20 0,02-0,10-0,09 0,04 PENAFIEL 0,29 0,21-0,11-0,03-0,09-0,18-0,34 0,04 RESENDE 0,16 0,28-0,28-0,40-0,10-0,67-0,58-0,14 RIBEIRA DE PENA 0,20 0,11-0,35-0,27-0,21-0,87-0,62-0,13 Continua

21 Continuação Anexo 3 - Variações das Taxas de Imigração e Emigração e Taxas Anuais dos Saldos igratórios CONCELOS DE RESIDÊNCIA E 1985 e/ou 1989 Var. da taxa média imigração Var. da taxa média emigração Taxa de saldo migrat. médio anual Taxa de saldo migrat. médio anual Saldos migratórios relativos por grupos etários ( ) E AROUCA 0,22 0,23-0,36-0,36-0,22-0,67-0,84-0,15 FEIRA 0,13 0,05 0,22 0,31 0,16 0,34 0,61 0,04 OLIVEIRA DE AZEÉIS 0,12 0,09 0,03-0,04 0,09-0,02-0,01 S. JOÃO DA ADEIRA -0,04 0,43 0,02-0,46 0,44-0,27-0,10 0,02 VALE DE CABRA 0,15 0,04-0,02 0,10-0,07-0,08 0,06 ALIJÓ 0,52 0,22-0,25 0,05-0,29-0,62-0,29-0,13 ARAAR 0,38 0,42-0,29-0,33-0,27-0,69-0,44-0,15 CARRAZEDA DE ANSIÃES 0,41 0,37-0,23-0,19-0,02-0,62-0,34-0,23 FREIXO DE ESPADA À CINTA 0,75 0,22-0,26 0,27-0,33-0,90-0,12-0,02 LAEGO 0,31 0,25-0,21-0,14-0,10-0,50-0,45-0,05 ESÃO FRIO 0,20 0,36-0,52-0,68-1,11-1,29-0,36 OIENTA DA BEIRA 0,25 0,27-0,01 0,11-0,15 0,09-0,03 PENEDONO 0,32 0,32-0,12-0,13-0,08-0,43-0,11-0,03 PESO DA RÉGUA 0,53 0,38-0,05 0,10 0,08-0,43 0,09 0,01 SABROSA 0,46 0,20-0,27-0,01-0,25-0,37-0,52-0,27 S. ARTA DE PENAGUIÃO 0,23 0,14-0,17-0,08-0,14-0,16-0,46-0,14 S. JOÃO DA PESQUEIRA 0,42 0,20-0,20 0,02-0,16-0,40-0,31-0,20 SERNANCELE 0,27 0,11-0,05 0,11 0,01-0,14-0,11-0,03 TABUAÇO 0,43 0,44-0,20-0,22-0,16-0,56-0,32-0,04 TAROUCA 0,47 0,15 0,03 0,35 0,03-0,07 0,27-0,06 TORRE DE ONCORVO 0,28 0,26-0,55-0,53-0,43-0,90-1,23-0,35 V. NOVA DE FOZ CÔA 0,43 0,34-0,21-0,12 0,08-0,62-0,27-0,28 VILA FLOR 0,66 0,27-0,16 0,23-0,18-0,41-0,12-0,15 VILA REAL 0,20 0,43-0,01-0,25 0,10-0,13-0,01-0,03 ALFÂNDEGA DA FÉ 0,61 0,14-0,18 0,29-0,07-0,64-0,22-0,03 BOTICAS 0,06 0,27-0,09-0,30-0,20-0,09-0,16-0,03 BRAGANÇA 0,67 0,56 0,06 0,17 0,12 0,01 0,13 0,05 CAVES 0,31 0,19 0,12 0,12-0,14 0,06-0,03 ACEDO DE CAVALEIROS 0,43 0,37-0,11-0,05-0,18-0,32-0,01-0,09 IRANDA DO DOURO 0,34 0,36-0,42-0,43-0,24-1,01-0,75-0,20 IRANDELA 0,40 0,46-0,22-0,28-0,06-0,56-0,54 OGADOURO 0,35 0,29-0,34-0,28-0,32-0,53-0,80-0,15 ONTALEGRE 0,22 0,35-0,46-0,59-0,46-0,79-0,96-0,24 URÇA 0,18 0,20-0,33-0,35-0,54-0,50-0,50-0,22 VALPAÇOS 0,21 0,21-0,21-0,20-0,11-0,53-0,41-0,05 VILA POUCA DE AGUIAR 0,11 0,25-0,10-0,24-0,08-0,28-0,06-0,12 VIIOSO 0,46 0,25-0,47-0,26-0,63-0,65-0,89-0,33 VINAIS 0,31 0,59-0,39-0,67-0,42-0,53-0,87-0,26

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