TENDÊNCIAS EVOLUTIVAS DA POPULAÇÃO ACTIVA NA REGIÃO NORTE ( ) ANTÓNIO EDUARDO PEREIRA*

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1 Tendências Evolutivas na Região Norte ( ) TENDÊNCIAS EVOLUTIVAS DA POPULAÇÃO ACTIVA NA REGIÃO NORTE ( ) ANTÓNIO EDUARDO PEREIRA* Entre 1981 e 1991, a População Activa da região Norte aumentou em cerca de 135 mil indivíduos, fruto sobretudo do crescimento demográfico, mas também duma forte subida do nível de actividade feminina. Assim, enquanto o número de homens activos da região praticamente estagnou, o de mulheres activas cresceu perto de 25%. O prolongamento dos estudos e a antecipação das idades da reforma, são outras duas tendências sociais que, juntas, fazem com que a População Activa tenda a concentrar-se numa faixa etária cada vez mais estreita. Numa análise intra-regional, é perceptível a reprodução da habitual fronteira entre um litoral atractivo e um interior menos dinâmico. Os concelhos do Porto e de Bragança, contudo, constituem dois pólos - diametralmente opostos em termos geográficos - que parecem querer escapar àquela regra. A população residente com Actividade Económica - que aqui designaremos, de modo abreviado, por População Activa - representa aquela parcela da população residente que, num dado momento, tendo já atingido ou ultrapassado a idade mínima legal para trabalhar ( 1 ) está, ou desejaria estar, directamente envolvida na produção de bens e/ou serviços. Engloba, por isso, quer a população empregada, quer a desempregada ( 2 ). Assim, a sua evolução está, em princípio, relativamente protegida das flutuações conjunturais sentidas no mercado de emprego, as quais se devem reflectir de modo bem mais intenso na dicotomia emprego/desemprego. Ora, acontece que a análise dos dados definitivos proporcionados pelo Recenseamento Geral da População de 1991, bem como a sua comparação com os dados conhecidos do Recenseamento de 1981, não pode deixar de ser afectada pelos momentos conjunturais vividos aquando da realização de cada um daqueles censos. Assim, ela é sobretudo válida para estudar a evolução decenal de variáveis de cariz estrutural, como a População Activa, tendo um valor mais limitado se se pretendesse caracterizar as evoluções do emprego e do desemprego. * I.N.E. - Direcção Regional Norte Entre 1981 e 1991, a População Activa da região Norte cresceu em cerca de 135 mil indivíduos (9,3% em termos relativos). Para este número contribuiram sobretudo as mulheres do Norte, pois o seu número aumentou em mais de 131 mil (mais

2 24,8%). Por seu turno, o número de homens activos apenas aumentou em menos de 4 mil indivíduos (mais,4%). Assim, o peso das mulheres na População Activa total cresceu, em anos, de 36,7% para 41,8%. Por outro lado, a taxa bruta de actividade (número de activos por cada cem residentes) global da região cresceu cerca de 3,1 pontos percentuais, fixando-se em 45,5 em Além disso, diminuise a diferença entre as taxas masculina e feminina. Assim, a taxa masculina reduziu-se ligeiramente, de 55,7 para 54,8, enquanto a feminina subiu de para 36,8. A estratificação etária da região Norte conheceu também profundas alterações. Assim, o grupo etário dos 25 aos 54 anos viu o seu peso reforçado: se em 1981 representava cerca de 55,4% do total da População Activa, em 1991 chegava aos 64,3%. Nas idades mais jovens, ocorre uma diminuição acentuada do nível de actividade, como consequência directa de um maior grau de escolarização, entre outros factores. No pólo oposto, a queda das taxas de actividade é a contrapartida do aumento do número relativo de reformados e outros pensionistas. Maior Escolarização dos Jovens O aumento da percentagem de estudantes foi comum aos dois sexos e a toda a faixa etária dos 12 aos 29 anos. No entanto, foi sobretudo entre as mulheres que esse aumento se fez sentir. Assim, agravou-se ligeiramente o fosso preexistente, a partir do grupo etário dos 15 aos 19 anos, entre uma maior percentagem de estudantes do sexo feminino e uma menor incidência de estudantes do sexo Gráfico I: Taxas de Actividade e Percentagens de Estudantes entre Jovens, por Sexo e Grupos Etários, em 1981 e 1991, na Região Norte Homens 7 masculino. Entre os 12 e os 14 anos, pelo contrário, continua a ser maior a percentagem de estudantes masculinos, mas reduziu-se a diferença. Por outro lado, é interessante notar que, para ambos os sexos, é sobretudo na faixa etária dos 15 aos 19 anos (logo seguida da dos 12 aos 14) que aumenta o peso relativo dos estudantes. Quanto à diminuição do grau de actividade económica entre os jovens, ela é mais linear entre o sexo masculino. De facto, as taxas de actividade dos indivíduos do sexo masculino diminuem fortemente, sobretudo dos 12 aos 24 anos, mas também dos 25 aos 29 anos. Entre as jovens, pelo contrário, é apenas dos 12 aos 19 anos que diminuem as taxas de actividade, enquanto que a partir dos 2 anos se regista um aumento do nível de actividade das mulheres (Gráfico I). Assim, enquanto entre os jovens do sexo masculino o maior grau de escolarização resulta de imediato num menor grau de participação na vida económica, entre o sexo feminino aquele factor mistura-se com outros, como a importância crescente do papel social atribuído à mulher (inclusive no mundo do trabalho) e a consequente diminuição do número de jovens classificadas como domésticas, originando uma evolução das taxas de actividade menos nítida e mais diferenciada segundo os escalões etários das jovens. Curiosamente, do lado masculino, a diminuição do nível de actividade não é senão parcialmente compensada pelo aumento da escolarização, já que cresce também o número relativo dos que nem estudam, nem trabalham, nem procuram um emprego, fenómeno significativo sobretudo entre os 2 aos 24 anos. Ao contrário, do lado feminino, reduz-se substancialmente (embora continue a ser bastante maior do que entre o sexo masculino, sobretudo em virtude das domésticas) o peso das jovens que nem estudam nem são economicamente activas, o qual é crescente com o grupo etário (Gráfico II). Mulheres ( 1 ) Actualmente, esta idade mínima é de 14 anos, mas em 1991, aquando da realização do último censo populacional, era ainda de 12 anos, sendo portanto esse o limiar adoptado no presente estudo. ( 2 ) Importa recordar que só é classificado como desempregado quem efectivamente deseja obter um emprego a a 19 2 a a 29 anos % estudantes 1981 % estudantes 1991 taxa de actividade 1981 taxa de actividade a a 19 2 a a 29 anos

3 Mulheres 1981 Mulheres 1991 Gráfico II: Indivíduos Jovens não Estudantes e Economicamente Inactivos, por Sexo e Grupos Etários, em 1981 e 1991, na Região Norte (em percentagens) Homens Homens a a 19 2 a a 29 anos ( 3 ) À semelhança do que é feito no âmbito dos Censos 91, incluem-se nesta designação genérica os indivíduos que, não estando a trabalhar, recebiam uma pensão de reforma, aposentação, velice ou reserva. 9 Cada vez mais Reformados e Pensionistas No extremo oposto da vida activa - a partir dos 5 anos - ocorreu um forte aumento do número relativo de reformados ( 3 ) de ambos os sexos. Este fenómeno não pode ser explicado apenas por uma tendência para uma maior precocidade das reformas, pois o aumento do peso dos reformados supera a diminuição do nível de actividade económica (entre as mulheres, até aos 59 anos, ocorreu mesmo um aumento do peso das reformadas a par com um aumento do nível de actividade económica). Assim, o grande aumento do número de reformados parece indiciar também um maior grau de cobertura da população mais idosa por parte da Segurança Social. Entre as mulheres, esta realidade é facilmente compreendida à luz da maior participação da mulher no mercado de trabalho e, portanto, do maior número de reformadas e aposentadas. Gráfico III: Taxas de Actividade e Percentagens de Reformados a partir dos 5 anos, por Sexo e Grupos Etários, em 1981 e 1991, na Região Norte Homens 9 O aumento do peso relativo dos reformados, sendo bastante forte nos dois sexos, foi ainda maior entre as mulheres. Para ambos os sexos, foi dos 6 aos 64 anos que aquele aumento foi mais sentido. Do lado masculino, ocorreu, entre os menos jovens, uma diminuição nítida das taxas de actividade, sentida sobretudo a partir dos 55 anos e com destaque para o grupo etário dos 6 aos 64 anos. Entre as mulheres, a evolução registada foi bem diferente. Assim, dos 5 aos 54 anos ocorreu um aumento sensível do nível de actividade feminina; daí em diante, as taxas de actividade das mulheres do Norte praticamente não se alteraram, embora subissem ligeiramente dos 55 aos 59 anos e decrescessem também ligeiramente dos 6 aos 64 anos (Gráfico III). Nas idades intermédias ( aos 49 anos) ocorreram uma muito ligeira diminuição (entre 2 e 3 pontos percentuais) das taxas de actividade masculinas e um forte aumento (de 12 a 2 pontos percentuais) das taxas de actividade femininas. Globalmente, há que considerar que as taxas de actividade femininas continuam a ser bastante inferiores às masculinas, exepto nas margens dos limites etários : menores de 2 anos e com 65 e mais anos, onde o Mulheres taxade actividade 81 taxade actividade 91 % reformados/as 81 % reformados/as a 59 6 a e a 59 6 a e +

4 nível de actividade dos dois sexos se aproxima (sem, contudo, deixar de ser superior do lado masculino). Além disso, notam-se outras diferenças. Entre os homens, o nível de actividade, atinge um pico aos -34 anos (em 1981 esse pico estendia-se por toda a faixa etária dos 25 aos 34 anos) e mantém-se elevado até muito tarde: assim, a taxa de actividade dos homens entre os 5 e os 54 anos era, em 1991, praticamente igual (sendo mesmo ligeiramente superior) à dos 2 a 24 anos. Pelo contrário, entre as mulheres, o pico de actividade é alcançado (tanto em 1981 como em 1991) entre os 25 e os 29 anos e a partir daí a taxa de actividade cai muito rapidamente. Deste modo, a taxa de actividade das mulheres dos 5 aos 54 anos era, em 1991, apenas cerca de 56% da dos 2 aos 24 anos. 9 Gráfico IV: Taxas de Actividade Específicas por Sexo e Grupos Etários, para 1981 e 1991, na Região Norte (em percentagens) HM 81 HM 91 H 81 H 91 M 81 M a a 19 2 a a 29 a a 39 4 a a 49 5 a a 59 6 a e + As Causas do Crescimento Com o objectivo de identificar quais os factores determinantes do crescimento da População Activa da Região do Norte, ensaiou-se uma decomposição desse mesmo crescimento. Foram considerados os seguintes factores, como potenciais fontes de variação do número de activos: crescimento demográfico e variações das taxas de actividade específicas por sexos e grupos etários. O efeito atribuído ao crescimento demográfico é definido como sendo a variação da População Activa que teria ocorrido, caso as taxas de actividade por sexo e grupo etário se tivessem mantido inalteradas entre 1981 e Por seu turno, a incidência da variação da taxa de actividade específica de um dado grupo etário e sexo, é definida como sendo a diferença entre a População Activa efectivamente observada (naquele grupo etário e sexo) em 1991 e aquela que teria sido recenseada caso a respectiva taxa de actividade se tivesse mantido inalterada (ver caixa Metodologia de decomposição do crescimento da População Activa).

5 Metodologia de decomposição do crescimento Sendo a População Activa dada por População Activa = taxa bruta de actividade População Re sidente as suas variações só podem resultar de alterações ocorridas na taxa bruta de actividade e/ou na População Residente. Alternativamente, a População Activa pode ser vista como um somatório de produtos entre a população residente de um dado grupo etário e sexo e a taxa de actividade específica do mesmo grupo etário e sexo. Em consonância, os factores que podem induzir variações da População Activa são, além da População Residente, as várias taxas de actividade específicas por sexos e grupos etários. A incidência da variação observada na População Residente - o Efeito Demográfico - é calculada segundo a seguinte fórmula: Efeito Demográfico = tae H 1981 População Residente H i GE i + tae M 1981 População Residente M 1991 i GEi População Activa 1981 onde tae H e tae M representam, respectivamente, as taxas de actividade específicas de homens e mulheres para um dado grupo etário referenciado pelo índice i ( GE i ). Por seu turno, o efeito da variação da taxa de actividade específica de um dado grupo etário é, para os homens, dado por Incidência var iação tae HGE = i = ( tae H 1991GE tae H 1981GE ) P. Residente H 1991 i i GE = i = População Activa H 1991 tae H 1981 População Re sidente H 1991 e, para as mulheres, por uma expressão em tudo equivalente. Na apresentação dos resultados, optou-se por considerar apenas cinco grupos etários, construídos de forma a realçar as principais evoluções ocorridas entre 1981 e No entanto, para que se obtivesse um maior rigor, os cálculos foram efectuados considerando grupos etários elementares: 12 a 14 anos, 15 a 19 anos, 2 a 24 anos e seguintes grupos de 5 anos, até 65 e mais anos. Os efeitos das variações das taxas de actividade destes grupos etários elementares foram depois agregados, permitindo assim obter o efeito das variações das taxas de actividade de grupos etários mais alargados. GE i GE i GE i GE i GE i Decomposição do crescimento da População Activa da região Norte entre 1981 e 1991, segundo os seus factores explicativos REGIÃO NORTE nº de activos % da População Activa de 1981 % da variação total População Activa em População Activa em variação total Homens Mulheres Efeito demográfico Incidência total da variação das taxas de actividade masculinas, sendo: dos 12 aos 19 anos dos 2 aos 24 anos dos 25 aos 54 anos dos 55 aos 59 anos dos 6 anos em diante Incidência total da variação das taxas de actividade femininas, sendo: dos 12 aos 19 anos dos 2 aos 24 anos dos 25 aos 54 anos dos 55 aos 59 anos dos 6 anos em diante O efeito demográfico foi, entre 1981 e 1991, o principal responsável pelo crescimento da População Activa da região Norte. Segue-se-lhe a variação (positiva) das taxas de actividade femininas entre os 2 e os 59 anos. Em termos comparativos, pode dizer-se que o impacto acumulado das taxas de actividade femininas daquele escalão etário representou cerca de 69,2% do impacto do crescimento demográfico. As restantes taxas de actividade femininas (antes dos 2 e com 6 e mais anos) e as taxas de actividade masculinas evoluiram de forma negativa, contrariando portanto parcialmente a tendência de crescimento do Norte. Os resultados obtidos para a região Norte relativamente à contribuição de cada factor para a variação registada, constam do quadro ao lado. O facto de a soma das parcelas diferir ligeiramente dos totais, deve-se aos arredondamentos a que se procedeu após ter sido estimada a contribuição de cada factor. Diferenças Intra-Regionais: Esboço de uma Tipologia dos Concelhos do Norte A análise que tem vindo a ser traçada é válida para a região Norte no seu todo, mas tem subjacentes diferentes realidades intra-regionais.

6 Mapa I: Variação Percentual da População Residente com Actividade Económica (1981 a 1991) Assim, por exemplo, dizer-se que entre 1981 e 1991 a População Activa da região Norte aumentou, também significa que em 43 dos seus 84 concelhos a População Activa diminuiu. No entanto, em 4 destes concelhos, a diminuição foi inferior a 5% da População Activa de Identicamente, em dos concelhos onde a População Activa aumentou, a variação registada foi inferior a 5%. Deste modo, pode afirmar-se que na região Norte, entre 1981 e 1991, a População Activa diminuiu em mais de 5% em 39 concelhos, mantevese mais ou menos estável (-5% a +5%) em 14 outros e cresceu acima de 5% nos restantes 31 concelhos. Os maiores aumentos relativos ocorreram em três concelhos que formam uma continuidade geográfica na sub-região do Tâmega: Lousada (+35,4%), Paços de Ferreira (+34,2%) e Paredes (+31,8%). Pelo contrário, Ribeira de Pena (-4%), Melgaço (-35,3%) e Macedo de Cavaleiros (-33,4%), concelhos geograficamente dispersos, foi onde a População Activa mais diminuiu em termos relativos. Em termos absolutos, os maiores crescimentos ocorreram em Vila Nova de Gaia ( activos), Braga (+13674) e Guimarães (+121), e os maiores recuos sucederam no Porto (-929), Arcos de Valdevez (-459) e Macedo de Cavaleiros (-2841). A distribuição geográfica dos concelhos segundo o sentido da variação da População Activa é, conforme se pode ver no cartograma acima, extremamente expressiva quanto à profundidade da dicotomia que opõe o litoral ao interior da região Norte. As expressões litoral e interior são usadas por comodidade de expressão e por serem de utilização corrente quando se pretendem referir os desequilíbrios intra-regionais. No entanto, reconhece-se que o seu uso não é rigoroso, até porque o interior do Norte por vezes se estende até zonas bem próximas do litoral, sobretudo na sub-região dos rios Minho e Lima, e, por outro lado, é também usual que o litoral se estenda um pouco mais para o interior, nomeadamente em direcção à região duriense. Estas situações são, aliás, perceptíveis no cartograma (Mapa I). Embora no total da região Norte tenham aumentado quer a População Activa masculina quer a feminina, existem 55 concelhos onde o número de activos masculinos diminuiu e 22 concelhos onde diminuiu o números de mulheres activas. Em 21 destes concelhos, diminuiram ambas as componentes. Quanto ao efeito demográfico, ele foi negativo em 36 concelhos, que assim contrariaram a tendência da região. Na mesma perspectiva adoptada há pouco, pode dizer-se, em alternativa, que o efeito demográfico foi declaradamente negativo em 27 concelhos, mais ou menos nulo (- 5% a +5%) em 19 outros e significativamente positivo nos 38 restantes. No que se refere ao efeito global da variação das taxas de actividade masculinas, nenhum concelho contraria a norma da região, importando apenas referir que em 6 concelhos aquele efeito, sendo negativo, ficou contudo aquém do limiar de 5% de Ao contrário, em relação à incidência global da variação das taxas de actividade femininas, existem 13 concelhos onde ela é negativa, contrariando assim a tendência global da região Norte. Em 5 destes concelhos, contudo (bem como em 26 outros onde a variação das taxas de actividade femininas teve um efeito positivo sobre a População Activa), a variação observada ficou contida no intervalo ±5%. Cruzando a informação relativa a cada concelho, é possível propor uma logia dos concelhos da região Norte consoante o sentido da variação entre 1981 e 1991, as causas dessa variação e a incidência dessa variação nas componentes masculina e feminina da População Activa. Os resultados a que se chegou são apresentados a seguir, quer na forma de uma tabela, quer em representação cartográfica.

7 Tipologia dos Concelhos da Região do Norte Segundo a Variação entre 1981 e 1991 Variação observada Devida a Traduzida em Concelhos Nº de casos Aumento da População Activa superior a +5% 1 Incidências positivas Demográfica e das taxas de actividade Femininas Aumentos da População Activa e Feminina Amarante, Barcelos, Braga, Castelo de Paiva, Espinho, Esposende, Fafe, Feira, Felgueiras, Gondomar, Guimarães, Lousada, Maia, Marco Canavezes, Matosinhos, Oliveira de Azeméis, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Ponte de Lima, 28 Póvoa de Varzim, Santo Tirso, S. J. Madeira, Tarouca, Valongo, Vila do Conde, V. N. de Famalicão, V. N. de Gaia Arouca, Viana do Castelo 2 2 Incidência positiva só Demográfica Sernancelhe 1 3 Incidências positivas da Variação Demográfica e das taxas de actividade Femininas Amares, Armamar, Bragança, Cinfães, Lamego, Moimenta da Beira, Peso da Régua, Póvoa de Lanhoso, Vale de Cambra, Vila Verde, Vila Real 11 Estabilidade relativa da População Activa (-5% a +5%) 4 5 Incidência positiva só Demográfica Activa e Diminuição da População Activa Feminina Incidência positiva só das taxas de actividade Femininas Vila Nova de Cerveira 1 Valença 1 Tabuaço 1 6 Incidências negativas Demográfica e das taxas de actividade s e Femininas Diminuições da População Activa e Feminina Arcos de Valdevez, Baião, Cabeceiras de Basto, Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Melgaço, Ribeira de Pena, Vieira do Minho 8 Diminuição da População Activa superior a -5% 7 Incidências negativas Demográfica e das taxas de actividade s Diminuições da População Activa e Feminina Alijó, Mesão Frio, Montalegre, Paredes de Coura, Penedono, Sabrosa, Sta. Marta de Penaguião, Miranda do Douro, Torre de Moncorvo, V. N. de Foz Côa Alfândega da Fè, Boticas, Chaves, Freixo de Espada à Cinta, Mirandela, Mogadouro, Monção, Murça, Porto, Resende, S. J. da Pesqueira, Valpaços, Vila Flor, Vila Pouca de Aguiar, Vimioso, Vinhais Incidências negativas só das taxas de actividade s e Femininas Diminuições da População Activa e Feminina Incidência negativa só das taxas de actividade s Caminha, Ponte da Barca, Terras de Bouro 3 Celorico de Basto, Mondim de Basto 2 Nesta tabela seguiu-se a seguinte regra (excepto para as linhas representativas de situações de relativa estabilidade ): nos concelhos assinalados com um traço de sublinhado, foi a variação das taxas de actividade masculinas o principal factor justificativo do sentido da evolução ; nos concelhos referidos em itálico-bold, esse papel coube à variação das taxas de actividade femininas; finalmente, nos restantes concelhos, foi o efeito demográfico o principal factor justificativo do sentido da evolução do número de activos.

8 Mapa II: Representação Cartográfica da Tipologia dos Concelhos da Região Norte Segundo a Variação da População Activa entre 1981 e 1991 e as Respectivas Causas A representação cartográfica acima apenas tem em conta (por razões de ordem prática ligadas com a sua legibilidade) o de variação observada e os seus factores explicativos, ignorando portanto a sua tradução em termos das populações activas masculina e feminina. As indicações constantes da legenda do cartograma remetem para a tabela da página anterior. No cartograma acima, é mais uma vez visível a existência de uma linha de fronteira que divide a região em duas zonas distintas. É agora também visível a existência de uma maior heterogeneidade de situações (em termos da tipificação feita) no interior do que no litoral.no entanto, essa maior heterogeneidade é sobretudo notada junto à linha de fronteira que aparentemente divide a região Norte em duas metades. Os concelhos de Bragança (no extermo Nordeste da região) e sobretudo do Porto, como que constituem duas ilhas que destoam da situação diagnosticada nos respectivos concelhos envolventes. No caso do Porto, é fácil presumir que tal facto se relacione com o que é uma evolução típica de uma certa fase do crescimento de muitos centros urbanos importantes, na qual tende a verificar-se uma progressiva deslocação das funções residenciais para zonas cada vez mais periféricas em relação ao centro (o mesmo é dizer, no caso presente, para os concelhos vizinhos do Porto). Importa notar, porém, que no Porto a principal causa da diminuição foi a quebra das taxas de actividade masculinas, aparecendo o Efeito Demográfico apenas como segunda causa. Em relação ao concelho de Bragança, a relativa estabilidade da População Activa (que ainda assim cresceu cerca de 3,2% entre 1981 e 1991) resulta sobretudo da oposição entre uma forte queda das taxas de actividade masculinas e uma ainda mais forte subida das femininas, ao passo que o Efeito Demográfico foi praticamente nulo. CONCELHO A CONCELHO, COM PORMENOR Toda a análise aqui desenvolvida para a região Norte pode ser reproduzida por concelhos. O Instituto Nacional de Estatística, através da sua Direcção Regional do Norte, encontra-se actualmente a preparar um novo número da série Cadernos Regionais, dedicado precisamente à evolução residente na região Norte e em cada um dos seus concelhos, abordada na mesma perspectiva em que foi vista no presente artigo. Aí poderá encontrar, para cada concelho, informação gráfica e numérica sobre tópicos como as taxas de actividade específicas por sexos e grupos etários em 1981 e 1991, ou a variação da População Residente com Actividade Económica decomposta segundo os factores Efeito Demográfico e Incidência das taxas de actividade específicas por sexos e grupos etários, entre outras informações de interesse. Fontes: - Recenseamentos Gerais da População de 1981 e 1991 (resultados definitivos).

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