Essência das religiões segundo Émile Durkheim. Sociologia da Comunicação FLUL, Docente: Rita Marquilhas

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1 Essência das religiões segundo Émile Durkheim Sociologia da Comunicação FLUL, Docente: Rita Marquilhas

2 Bibliografia Émile Durkheim. 1912/1960. Les formes élémentaires de la vie réligieuse. Le système totémique en Australie. 4.ª ed. Paris: Presses Universitaires de France. Tradução parcial para inglês disponível nas páginas 112 a 118: Giddens, Anthony (ed.) Sociology: Introductory Readings. Londres: Polity. Tradução parcial para português nos slides abaixo.

3 Definição de religião (segundo Durkheim) Uma religião é um sistema unificado de crenças e práticas que dizem respeito às coisas sagradas, ou seja, àquelas coisas que estão numa dimensão à parte, ou então que são proibidas. São crenças e práticas que unem, numa só comunidade moral, chamada igreja, todos aqueles que a ela aderem. A religião é, assim, eminentemente coletiva.

4 Religião em termos racionais (Durkheim) 1.Importa pouco o objeto em torno do qual se organiza um sistema de ideias, seja ele a natureza, o infinito, o desconhecido, o ideal, etc. 2.Importa mais verificar que as pessoas religiosas sentem que a verdadeira função da religião não é a de as ajudar a enriquecerem o seu conhecimento, a aumentarem o número de conceitos que dominam; o que sentem é que a religião cumpre a função de as fazer agir, de as ajudar a viver.

5 Religião e fé (Durkheim) O crente que comunica com o seu deus não é meramente alguém que sabe mais, que sabe novas verdades: é sobretudo alguém mais forte. Sente força para aguentar as provações da existência e para as superar. É como se fosse elevado acima das misérias do mundo, acima da condição de mero ser humano. O primeiro artigo de qualquer religião é o da crença na salvação pela fé.

6 Religião e prática religiosa (Durkheim) Parece difícil que uma mera ideia tenha essa força inspiradora. Como é que uma ideia pode ter um poder superior ao da nossa força natural? A única explicação é a de essa ideia desencadear poderes inerentes ao ser humano, não poderes maiores, não poderes novos. O facto de ser necessário ser-se praticante, atuar e repetir os atos [ritos], para se poder sentir essa força demonstra o enorme poder da prática religiosa, do culto. É o culto que desperta as impressões de alegria, paz, serenidade e entusiasmo que são, para o crente, uma prova experimental da sua fé. O culto não é só um sistema de signos através dos quais se traduz a fé. É um conjunto de meios que permite criá-la e recriá-la.

7 Essência das religiões é a representação das sociedades (Durkheim) Todo o meu estudo repousa sobre o postulado de que o sentimento unânime dos crentes, em todos os tempos, não pode ser um sentimento meramente ilusório. Essa realidade que as mitologias tentaram representar sob formas tão distintas, mas que, objetivamente, é a causa universal e eterna das sensações sui generis que fazem a experiência religiosa, essa realidade é a sociedade.

8 Sociedade e seu culto (Durkheim) A sociedade é que desenvolve em nós forças morais e desperta um sentimento de refúgio, de escudo protetor, ligando o crente ao seu culto. É ela que eleva o crente acima de si próprio, foi ela que o criou a ele. Aquilo que faz o ser humano é a totalidade da propriedade inteletual que constitui a civilização, e a civilização é o resultado da sociedade. Isto explica a preponderância do culto em todas as religiões, sejam elas quais forem.

9 Sociedade e cooperação ativa (Durkheim) A preponderância do culto verifica-se porque a sociedade não consegue exercer a sua influência a não ser no decurso de uma ação. Essa ação não tem lugar a não ser que os indivíduos que compõem a sociedade se juntem e atuem em comum. É por intermédio da atuação em conjunto que a sociedade toma consciência de si própria e concretiza a sua posição: ela é, antes de mais, uma cooperação ativa.

10 Culto enquanto ação que simboliza a sociedade, e, portanto, a religião (Durkheim) As ideia coletivas e os sentimentos coletivos só se tornam possíveis devido a esses movimentos exteriores (ou cultos) que os simbolizam. É portanto a ação que domina a vida religiosa, e isto porque a sociedade é a sua verdadeira fonte [fonte da religião]. Se a religião deu origem a tudo quanto é essencial numa sociedade é porque a ideia de sociedade é a alma de qualquer religião.

11 Trabalho Encontrar resposta para esta pergunta: - Se as sociedades atuais são tão agnósticas como aparentam, como é que pode continuar a ser verdade aquilo que Durkheim observou na sua explicação da essência das religiões? Não temos formas de demonstrar a nossa devoção à sociedade?

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