Filosofia (aula 15) Dimmy Chaar Prof. de Filosofia. SAE

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1 Filosofia (aula 15) Prof. de Filosofia SAE

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3 Teoria do Conhecimento

4 Teoria do Conhecimento A crise da Razão Blaise Pascal ( ) Soren Kierkegaard ( )

5 Pascal (séc. XVII) e Kierkegaard (séc. XIX) Enfrentaram um pensamento racionalista dominante.

6 Pascal (séc. XVII) e Kierkegaard (séc. XIX) Enfrentaram um pensamento racionalista dominante. - RAZÃO é finita e limitada.

7 Pascal (séc. XVII) e Kierkegaard (séc. XIX) Enfrentaram um pensamento racionalista dominante. - RAZÃO é finita e limitada. Não consegue explicar a totalidade: Como Deus e o próprio homem.

8 Pascal (séc. XVII) e Kierkegaard (séc. XIX) RACIONALISMO - Um artifício para encobrir a nossa ignorância;

9 Pascal (séc. XVII) e Kierkegaard (séc. XIX) RACIONALISMO - Um artifício para encobrir a nossa ignorância; - Orgulho que oculta a nossa insuficiência e insignificância;

10 Pascal (séc. XVII) e Kierkegaard (séc. XIX) RACIONALISMO - Um artifício para encobrir a nossa ignorância; - Orgulho que oculta a nossa insuficiência e insignificância; - Recalque das contradições humanas.

11 Pascal (séc. XVII) e Kierkegaard (séc. XIX) FÉ - Possibilidade de experimentar as contradições e complexidades, não de explicar as coisas;

12 Pascal (séc. XVII) e Kierkegaard (séc. XIX) FÉ - Possibilidade de experimentar as contradições e complexidades, não de explicar as coisas; - Se tornar sensível à essência humana (incompreensível);

13 Pascal (séc. XVII) e Kierkegaard (séc. XIX) FÉ - Possibilidade de experimentar as contradições e complexidades, não de explicar as coisas; - Se tornar sensível à essência humana (incompreensível); - Não há conceitos.

14 Pascal (séc. XVII) e Kierkegaard (séc. XIX) FÉ - Possibilidade de experimentar as contradições e complexidades, não de explicar as coisas; - Se tornar sensível à essência humana (incompreensível); - Não há conceitos.

15 Pascal (séc. XVII) ALMA + MATÉRIA = misto incompreensível HOMEM Insuficiência que se manifesta na existência.

16 Kierkegaard (séc. XIX) Compreensibilidade humana só acontece singularmente.

17 Kierkegaard (séc. XIX) Compreensibilidade humana só acontece singularmente. Humano está afastado do essencial (Deus).

18 Kierkegaard (séc. XIX) Compreensibilidade humana só acontece singularmente. Humano está afastado do essencial (Deus). Universalidade Racional não nos constitui.

19 Kierkegaard (séc. XIX) Compreensibilidade humana só acontece singularmente. Humano está afastado do essencial (Deus). Universalidade Racional não nos constitui. Angústia sentimento de indeterminação.

20 Kierkegaard (séc. XIX) FÉ - última instância da compreensão;

21 Kierkegaard (séc. XIX) FÉ - última instância da compreensão; - Não é conhecimento racional;

22 Kierkegaard (séc. XIX) FÉ - última instância da compreensão; - Não é conhecimento racional; - Um salto no escuro (não dá certeza);

23 Kierkegaard (séc. XIX) FÉ - última instância da compreensão; - Não é conhecimento racional; - Um salto no escuro (não dá certeza); - Relação como mistério.

24 Pascal (séc. XVII) e Kierkegaard (séc. XIX) - Vida Mundana nada explica acerca de nós mesmos; - Racionalismo é abstrato; - Racionalista não pode alegar que compreende tudo, a plenitude da existência.

25 Nietzsche (séc. XIX) Friederich Nietzsche ( )

26 Nietzsche (séc. XIX) Crítico da História da Filosofia (cristianismo e Modernidade) Ela cria uma ilusão do homem ideal

27 Nietzsche (séc. XIX) Crítico da História da Filosofia (cristianismo e Modernidade) Ela cria uma ilusão do homem ideal Crença na Ciência não resolve as dores. Mundo Socrático-Platônico A sociedade é vítima deste pensamento.

28 Nietzsche (séc. XIX) Vida = constante devir (não há verdade) Verdade criada advém do medo da morte.

29 Nietzsche (séc. XIX) Vida = constante devir (não há verdade) Verdade criada advém do medo da morte. CONHECIMENTO - Interpretação dos sentidos; - Não há explicação da realidade; - Querer-viver justifica o conhecimento; - Metáfora Intuitiva base do conhecimento, há diversas perspectivas.

30 Para Refletir... O O que é verdade, portanto? Um batalhão móvel de metáforas, metonímias, antropomorfismos, enfim, uma soma de relações humanas, que foram enfatizadas poética e retoricamente, transpostas, enfeitadas, e que, após longo uso, parecem a um povo sólidas, canônicas e obrigatórias: as verdades são ilusões (...) NIETZSCHE apud ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Helena Pires Martins. Filosofando. Introdução à Filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, p. 191.

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