Relatório Anual 2012

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1 Relatório Anual 2012

2 ÍNDICE 1 Mensagem da Presidente 3 2. Programa de Cancro 9 Centro Clínico Champalimaud (CCC) Simpósios e Reuniões Programa Doutoral para Médicos 3. Programa Champalimaud de Neurociências (CNP) 21 Panorama Geral da Investigação Publicações Financiamento Estudos de pós-graduação Eventos Crescimento e Diversidade do CNP 4. Plataformas e Unidades de Apoio 30 Plataformas Científicas e Tecnológicas Biotério 5. Prémio António Champalimaud de Visão 37 Reunião do Júri e seleção dos premiados Cerimónia de atribuição do Prémio Preparação do Prémio 2013 Palestra do Prémio António Champalimaud de Visão na Conferência da ARVO Programa Developing Country Eye Researcher Fellowships (DCERF) 6 Rede C-TRACER C-TRACER 1 - Índia 6.2 C-TRACER 2 - Portugal (Coimbra) 6.3 C-TRACER 3 - Brasil 7. Parcerias 51 Health Cluster Portugal EARMA European Association of Research Managers and Administrators ALIA Associação Lusófona e Internacional de Administradores de Ciência Centro Português de Fundações 8. Programa Educativo 55 Programa Champimóvel Visitas Escolares Programas de Formação

3 9. Relações Públicas, Comunicação e Gestão de Espaços 61 Relações Públicas Nos Media Exposições e Eventos Gestão dos Espaços 10. Gestão do Património Financeiro Anexos 73 Relatório Global Centro Clínico Champalimaud Unidade de Mama 103 Serviço de Medicina Nuclear Radiofarmacologia 121 Área de Psico-Oncologia 135 Champalimaud Neuroscience Programme 145 Fotos Rosa Reis Rui Ochôa

4 Mensagem da presidente Conselho de Administração da Fundação Champalimaud Leonor Beleza, Presidente - João Silveira Botelho e António Horta Osório, Administradores O ano de 2012 releva sobretudo como o da ocupação efetiva do Champalimaud Centre for the Unknown, o complexo à beira do Rio Tejo que contém fisicamente o principal projeto da Fundação Champalimaud. Em alguma medida, estando em causa a gestação de uma cultura de instituição e de convívio nova, o programa teve de sofrer as transformações necessárias, e a mudança não se limitou a uma transferência de local. Em 2012, o complexo passou de facto a incluir no seu interior um centro de investigação translacional, na área das ciências da vida, onde se faz ciência e se prestam cuidados de saúde, em ambiente de relacionamento recíproco intenso, e ao nível do que de melhor se faz no Mundo. Deixada para trás a construção física e a montagem de inúmeros sistemas de apoio aos espaços, 2012 foi tempo sobretudo de consolidar e, ou, iniciar atividades clínicas e de investigação nas maravilhosas áreas que Charles Corrêa, o nosso arquiteto, desenhara para a Fundação. No fim de 2011, o Programa Champalimaud de Neurociências (CNP) estava já no essencial instalado no Centro, depois de ter sido incubado, desde 2007, no Instituto Gulbenkian de Ciência. Em 2012 pôde assim desenvolver-se em novas condições de alojamento e de estabilidade, no seio do conjunto da Fundação, inserido física e conscientemente num espaço novo com a sua participação ativa. No final do ano, o CNP comportava quinze grupos internos e dois associados. Reorganizou-se e estruturou-se para corresponder à dimensão e às exigências atuais. O Programa tem como objetivo geral a compreensão da função cerebral através de abordagens biológicas integradas. Alcançou uma visibilidade e um prestígio no meio científico que é motivo de orgulho para a Fundação, naturalmente ligado à presença dos investigadores nas publicações de maior reputação e à sua capacidade de angariação de financiamento de fontes nacionais, europeias e internacionais. Em 1912, dois investigadores principais, Rui Costa e Megan Carey, foram distinguidos com o International Early Career Scientist Award, prémio muito competitivo atribuído pelo Howard Hughes Medical Institute que financia investigação durante cinco anos. O mesmo Rui Costa recebeu o prémio Young Investigator Award da American Society for Neuroscience, pela primeira vez atribuído a um investigador a trabalhar em laboratório fora dos EUA. E, entre várias outras bolsas, os investigadores principais Alfonso Renart e Carlos Ribeiro receberam bolsas do Human Frontier 3

5 Science Program, que se traduzem para cada um em quantias de cerca de um milhão de dólares. Prosseguiu entretanto o International Neuroscience Doctoral Programme do CNP que, todos os anos, atrai um elevadíssimo número de candidaturas provenientes de muitas partes do Mundo. Na parte final do ano, teve lugar a preparação do início de atividades clínicas ligadas ao programa de neurociências, que vemos como uma extensão do mesmo para terrenos mais virados para a abordagem de doenças do foro neuropsiquiátrico. Prosseguiram a atividade e o esforço relacionados com a outra grande área de interesse da Fundação e do Centro, o cancro, ainda sobretudo incidentes no domínio da prestação de cuidados clínicos. se juntam àqueles grupos multidisciplinares, proporcionando maior especialização e um mais amplo leque de olhares diferenciados sobre cada situação. Constitui de facto para nós, na Fundação Champalimaud, uma doutrina essencial, de que não abdicamos, que cada situação oncológica é abordada no nosso Centro Clínico, como uma responsabilidade coletiva, por uma equipa que estuda o diagnóstico e elabora a terapêutica ou a reação adequada. Os doentes não estão assim à responsabilidade solitária de ninguém, não são propriedade de quem quer que seja. Antes, olhamos para eles como precisando da atenção coletiva, minuciosa e tecnicamente muito qualificada de uma equipa de profissionais que debate cada situação e produz respostas informadas por uma abordagem multidisciplinar. Depois cada um executa, em esforço necessariamente coordenado e articulado. Com efeito, a imensa importância que o Centro Clínico assume para a Fundação Champalimaud reside simultaneamente na própria relevância desta atividade por si, pelas dimensões humana e técnico-científica que a acompanham, e no facto de a prestação de cuidados constituir a base que sustenta a atividade científica da Fundação na área do cancro. Nunca será demais relembrar que a nossa opção de desenvolver investigação clínica implica ter acesso a prestadores de cuidados e a locais onde se tratam doentes, e que escolhemos realizar nós próprios, sob a nossa direta responsabilidade, as correspondentes atividades. Estas foram lançadas durante o ano de 2011, quando também foram contratados os principais responsáveis, quer pelo conjunto do Centro, quer pelo programa clínico de cancro. Durante o ano de 2012 foi consideravelmente reforçada a equipa de oncologia médica, bem como cada um dos departamentos, entrando sucessivamente em funcionamento as várias unidades de patologia, bem como os serviços de diagnóstico e de tratamento. O ano foi crucial no recrutamento de profissionais e na constituição de equipas. Esta constituição assenta na formação de grupos multidisciplinares nas várias patologias da doença cancerígena, apoiadas em serviços transversais de diagnóstico e terapêutica, que destacam eles próprios parte dos seus profissionais, que Orgulhamo-nos da qualidade dos serviços que prestamos. Entendemos que quem a nós se dirige o faz porque espera receber um tratamento de excelência, próprio de quem não repete gestos mecanicamente, mas de quem estuda e investiga, e, por isso, está mais apto a reconhecer a singularidade de cada situação e a aplicar as técnicas mais modernas e os tratamentos mais atualizados. Mas há também um outro lado, na prestação adequada de cuidados, que constitui para nós ponto de honra: trata-se de salvaguardar a privacidade dos doentes, bem como a qualidade humana com que são atendidos. Os locais, o cuidado posto na montagem dos locais de atendimento, o caráter único dos nossos espaços, garantem parte do resultado. A qualidade da atenção dedicada a cada pessoa, o sistema de receção dos doentes, os meios postos à disposição de cada um, estão pensados e são geridos para que ninguém sinta que a sua privacidade e o seu direito a usar o melhor possível o tempo lhe foram retirados no momento em que a saúde se sente ameaçada. O atendimento é personalizado, mediado por gestores do doente que permanentemente fazem a ponte entre as pessoas e o Centro, e que, nas nossas instalações, comunicam com os doentes através de telemóveis que fornecemos, para que as pessoas se possam deslocar livremente 4

6 no espaço sem terem de esperar todas juntas em determinados locais. destas é única. Mas segue um ritual de beleza, solenidade e sobriedade já estabelecido. A gestão de plataformas científicas, numa fase inicial e embrionária incluída no CNP, foi destacada e colocada na dependência direta da administração da Fundação. Esta alteração faz sentido, já que as plataformas servem todo o Centro, incluindo a estrutura clínica, e não apenas o Programa de Neurociências, e que podem e devem elas próprias constituir um elemento agregador. Entretanto, o conjunto de plataformas foi consideravelmente alargado e constitui hoje um complexo significativo de meios colocados à disposição dos cientistas e profissionais do Centro, com gestão profissionalizada, que os liberta para as atividades que só eles podem desempenhar. O Prémio António Champalimaud de Visão assumiu a sua componente científica em 2012, isto é, de acordo com as regras, foi atribuído a quem se distinguiu de forma excecional no avanço do conhecimento dos mecanismos da visão, ou na abordagem das respetivas doenças. No quadro único do anfiteatro exterior da Fundação, proporcionou a todos os nossos convidados momentos especiais vividos por entidades oficiais, familiares do Fundador, amigos da Fundação, e pelos nossos colaboradores. Não é apenas uma cerimónia oficial, constitui um momento de confraternização entre todos os que somos a Fundação Champalimaud que consolida o compromisso com um projeto e a homenagem a quem o desencadeou. Continuou a atividade da nossa rede de C-TRACERs. A expressão significa Champalimaud Translational Centre for Eye Research, e refere-se a instituições que fazem investigação translacional em visão e que têm uma colaboração privilegiada com a Fundação. A investigação deve traduzir-se no desenvolvimento de capacidades de usar tecnologias e tratamentos inovadores em meios científica e clinicamente menos favorecidos. O júri decidiu atribuí-lo aos responsáveis por tecnologias revolucionárias relacionadas com a capacidade de observar a retina por meios não invasivos: a tomografia de coerência ótica (conhecida pelas iniciais em inglês OCT) e a ótica adaptativa (ou AO). No primeiro caso, foram premiados os laboratórios de James Fujimoto, Eric Swanson, David Huang, Carmen Puliafito e Joel Schuman. No segundo caso, o laboratório de David Williams. Em ambos os casos, teve sucesso o trabalho de caráter multidisciplinar e foi possível melhorar a observação clínica e a abordagem de doenças e de tratamentos de forma impensável para trás. As duas tecnologias são hoje usadas de forma rotineira, e são ainda múltiplas as promessas de novos progressos, no uso individual ou combinado de ambas. Pela primeira vez, o prémio distinguiu avanços de uso clínico comprovado, com benefício direto e imediato para os doentes. A cerimónia de atribuição do Prémio constituiu, como já vem sendo habitual, o momento mais visível do ano para a Fundação, e foi, também como sempre, presidida pelo Senhor Presidente da República. Cada celebração O primeiro C-TRACER começou na Índia, em 2008, e situa-se no LV Prasad Eye Institute, em Hyderabad, uma extraordinária instituição de investigação em visão e de tratamento de doenças dos olhos que constitui um dos laboratórios do Mundo mais avançados e com mais experiência na utilização de células estaminais para tratar doenças da visão. O segundo C-TRACER é a AIBILI, isto é, a Associação para a Investigação Biomédica e Inovação em Luz e Imagem, ligada à Universidade de Coimbra, que coordena uma rede europeia de ensaios clínicos e que, em conjunto com o Prasad, desenvolve projetos de investigação com efeitos práticos. No ano de 2012, juntou-se à rede o Departamento de Oftalmologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, dirigido pelo Prof. Rubens Belfort, tendo em dezembro tido lugar um Simpósio para assinalar esse facto, que contou com a honrosa presença do Presidente Fernando Henrique Cardoso, Curador da Fundação. Este C-Tracer 3, 5

7 como o designamos, iniciará atividades de prestação de cuidados na Amazónia, no âmbito da filosofia que caracteriza a rede de criar meios de abordagem de situações clínicas em áreas particularmente carentes. O Champimóvel, veículo que transporta às escolas, no âmbito de um programa sistemático e permanente, um filme de educação e de sensibilização para a atividade científica, prosseguiu a sua já longa viagem, em todo o lado suscitando curiosidade e interesse. Concebido para as idades entre os 9 e os 14 anos, entusiasma miúdos e graúdos, desafiando a nossa capacidade de acorrer a todos os locais que se vão candidatando. Em 2012, acolheu mais de crianças e jovens. O próprio Centro Champalimaud, para além da atividade que aí se desenvolve, tornou-se motivo do maior interesse para muitas pessoas e grupos de cidadãos. Organizamos assim, com caráter sistemático, visitas guiadas a quem nos procura, o que tem contribuído muito para a disseminação do que somos e do que fazemos. São sempre conduzidas, como não pode deixar de ser, de forma a preservar cuidadosamente a privacidade dos doentes e o ambiente de trabalho de cientistas e profissionais de saúde. Este relatório dá também notícia da situação das contas da Fundação no ano de Consolidou-se a política de diminuir a dependência da situação do portefólio financeiro, através de um significativo aumento da nossa capacidade de angariar receitas próprias. da Fundação, o Conselho de Ética, que preparávamos há algum tempo. Temos orgulho em que seja presidido pelo Professor Doutor João Lobo Antunes, e integrado também por personalidades de grande prestígio nas áreas consideradas relevantes, os Professores Doutores Jorge Soares, Adelino Cardoso, António Jacinto e José Cunha Vaz e ainda os Drs. Mário Miguel Rosa e Paula Martinho da Silva. Este órgão desempenha as funções de Comissão de Ética para a Saúde, tal como previstas na lei para as unidades clínicas, mas tem para nós um significado bem mais abrangente: é a instância a quem pedimos acompanhamento e ajuda em escolhas que exigem considerações de valores que em muito excedem os planos científico e de eficácia. Toda a nossa atividade é também dirigida a honrar a memória e o gesto do nosso Fundador, em cuja personalidade e forma de atuar procuramos continuamente orientação. Neste caminho, continuamos determinados e firmes, contando, como sempre, com o conforto do empenho de um sem número de pessoas que compõem a nossa rede Champalimaud de colaborações e de contactos. Aos membros dos órgãos da Fundação e do Júri do Prémio, aos familiares de António Champalimaud, aos nossos colaboradores, aos muitos amigos que temos vindo a fazer e que nunca nos negam a palavra ou o gesto de que precisamos, dirijo o profundo reconhecimento da Fundação e o meu próprio. Simultaneamente, tendo o ano de 2012 sido bom para os mercados financeiros, a Fundação pôde chegar ao fim de dezembro com uma valorização do portefólio de 10,6%, com o que consideramos ter atingido os nossos objetivos. Prossegue um enorme rigor de gestão, na contratação de pessoal e na utilização de meios, centrado também no enfoque determinado nas escolhas que fizemos, de que não nos permitimos qualquer desvio. Facto da maior relevância no ano de 2012 foi a constituição de um novo órgão integrado na estrutura 6

8 Programa de Cancro

9 Programa de Cancro

10 Programa de Cancro Terraço do Centro Clínico Champalimaud Centro Clínico Champalimaud O Centro Clínico Champalimaud (CCC), em funcionamento desde 2011, sob a dire ção do Prof António Parreira prosseguiu durante o ano de 2012 a estruturação das suas equipas de profissionais, tendo em vista os objetivos definidos na sua missão de desenvolver trabalho de investigação e de ensino (pré e pós- -graduado e ações de diferenciação profissional) em paralelo com a prestação de serviços clínicos na área do cancro, almejando constituir-se como uma unidade de excelência nesta área. Conforme planeado, o ano de 2012 caracterizou-se por um crescimento, tanto quantitativo como qualitativo da atividade assistencial, a par da organização das estruturas de suporte à condução de programas de investigação clínica. A maior parte dos serviços prestados pelo CCC é desenvolvida nos dois pisos inferiores do Centro Champalimaud. Sendo um Centro de prestação de cuidados em ambulatório, as componentes de prática clínica que requerem internamento hospitalar (cirurgia e cuidados intensivos) são asseguradas nas instalações do Hospital da Cruz Vermelha (HCV), onde se situam os blocos operatórios e as áreas de internamento utilizadas pelas equipas clínicas do CCC. Dr. Zvi Fuks,diretor do Centro Champalimaud e Prof. António Parreira, diretor do CCC O atendimento do doente ( front-office ) é garantido por uma equipa com preparação no relacionamento com doentes oncológicos e seus familiares e todo o processamento administrativo ( back-office ) é também garantido por profissionais especializados. No acolhimento ao doente, dá-se particular atenção à sua comodidade e privacidade sendo para o efeito atribuído(a) ao doente um(a) Gestor(a) (GD) que o acompanha de 9

11 forma personalizada e permanente, esteja ou não nas instalações. Os(as) gestores(as) pessoais são, deste modo, a principal ligação do doente ao Centro, cabendo- -lhes o papel de responder a todas as solicitações dos doentes e prestar apoio sempre que necessário. Este contacto personalizado, dentro e fora do Centro, permite assim alcançar elevados níveis de discrição e eficiência dos processos. Para além das suas unidades próprias, o CCC tem parcerias externas com outros prestadores, através das quais garante serviços especializados essenciais ao diagnóstico e tratamento dos doentes com cancro. O acordo com o HCV em Lisboa assegura a infraestrutura necessária para a realização de todos os atos que exijam internamento, na sua maioria atos cirúrgicos, sendo a equipa afeta ao CCC. O ano de 2012 marca o início do crescimento do CCC, para o que se procurou ativamente aumentar o acesso dos nossos utilizadores a mais unidades, mais serviços e à sua cobertura por um número crescente de acordos com entidades que suportam despesas em saúde (subsistemas e seguros de saúde). Entrada do Centro Clínico Champalimaud As consultas médicas e de enfermagem cumprem os modelos tradicionais, mas acrescentam um modelo de consulta inovador - a consulta multidisciplinar - a qual tem como objetivo proporcionar aos doentes de 1ª vez a avaliação clínica por diferentes especialistas numa única visita ao CCC, sendo um elemento essencial à elaboração personalizada e multidisciplinar de planos diagnósticos e terapêuticos, a cargo das diferentes equipas médicas na sua reunião regular semanal. Estas reuniões obrigatórias, onde todos os processos clínicos são minuciosamente analisados, asseguram que os planeamentos de ação clínica sejam, por definição, de caráter multidisciplinar e aplicam-se quer a doentes em acompanhamento no CCC, quer para a elaboração de pareceres de 2ª opinião, sempre que solicitados. Área de espera comum do hospital de dia e serviço de radioterapia Neste âmbito, e relativamente ao acesso ao CCC por beneficiários de seguros de saúde, foram celebrados acordos com as seguintes seguradoras e subsistemas de saúde portugueses: ADSE, AdvanceCare, IASFA, MÉDIS, Multicare e Saúde Prime. O esforço de captação de clientes e de promoção dos serviços do CCC prosseguirá em A divulgação do Serviço de Radioterapia incluiu a participação em concursos públicos, que resultou na parceria com o IPO de Lisboa, para o tratamento de doentes de cancro de mama e, mais recentemente, de outros tipos de cancro. Equipa de enfermagem Atendendo à grande diferenciação do Serviço de Medicina Nuclear, foi possível estabelecer uma parceria com o Centro Hospitalar Lisboa Central para a realização 10

12 de PET-CT e cintigrafias a doentes do Hospital de S. José, do Hospital de Santa Marta e do Hospital D. Estefânia. Na área de investigação, foi estabelecida uma parceria com a Sociedade Portuguesa de Reumatologia para a realização de exames de diagnóstico (TC, RM e osteodensitometrias). A organização funcional do CCC obedece a um conjunto de princípios que permitem garantir, de forma continuada e sustentada, a abordagem holística, integrada, personalizada e multidisciplinar dos doentes. A sua área predominante de intervenção diz respeito à oncologia clínica, tendo-se iniciado em 2012 uma unidade funcional de Neuropsiquiatria, articulada com o programa de Neurociências. As Unidades Multidisciplinares de Patologia ou Disease Management Teams (DMT) representam as componentes essenciais da organização do CCC e caracterizamse por equipas multidisciplinares dedicadas à patologia de diferentes tipos de cancro, assegurando a avaliação clínica multidisciplinar e a individualização dos planos de ação para cada doente. Estas equipas são constituídas por especialistas de diferentes disciplinas, nomeadamente oncologistas médicos, cirurgiões oncológicos, internistas, geneticistas, especialistas em radioterapia, radiologistas, especialistas em medicina nuclear, especialistas em física médica, patologistas, enfermeiros, psico-oncologistas e nutricionistas. A cada DMT compete a elaboração (em curso) dos protocolos de atuação diagnóstica, de estadiamento e de tratamento que sejam a prática comum adotada no CCC para cada forma de cancro e que correspondam às mais recentes práticas e comprovada evidência científica documentada na literatura internacional. Compete ainda a cada DMT identificar os doentes a quem possa ser proposta a inclusão em estudos prospetivos clínicos de avaliação diagnóstica ou intervenção terapêutica que estejam em curso no CCC. Na área da Oncologia, o ano de 2012 destinou-se à estruturação e expansão das unidades funcionais que têm como alvo os tumores malignos da mama, pulmão, aparelho digestivo e génito-urinário. Em paralelo com as atividades clínicas, pretendemos estabelecer as condições apropriadas para o desenvolvimento de linhas de investigação diversificadas na área dos ensaios clínicos (já em desenvolvimento na Unidade da Mama) e nos domínios da prevenção, da avaliação de risco oncológico, do diagnóstico precoce e do tratamento multidisciplinar do cancro. A Unidade da Mama iniciou a sua atividade em 2011 e em 2012 consolidou a sua organização e funcionamento. De janeiro a dezembro de 2012, o primeiro ano completo de atividade clínica, a unidade realizou 1406 consultas, 50% das quais foram primeiras consultas. Estas 1406 consultas correspondem a 680 doentes, dos quais 630 (92%) foram novos doentes. Destas consultas, 68% (961) foram doentes da região de Lisboa, sendo os restantes maioritariamente provenientes do sul do país e Madeira. A estratégia cirúrgica da Unidade da Mama contempla a realização de cirurgia oncoplástica, o que permite a ablação do tumor e a reconstrução parcial ou total da mama num só gesto. Em 2012 foram alvo de tratamento cirúrgico 79 doentes, compreendendo 183 intervenções. Integram esta unidade como especialistas a Dra. Fátima Cardoso (diretora da unidade), as Dras. Berta Sousa e Joana Ribeiro (oncologia médica), a Prof. Maria João Cardoso e o Dr. David Pinto (cirurgia mamária) e os Drs. Carlos Mavioso e João Anacleto (cirurgia reconstrutiva). A equipa da Unidade da Mama A Unidade de Pulmão entrou em funcionamento em fevereiro de 2012 e foi progressivamente abrindo as consultas de cirurgia torácica, de oncologia médica, de pneumologia, de diagnóstico precoce do cancro do pulmão e de desabituação tabágica. No final do ano, 11

13 iniciou-se a instalação da unidade de vídeo broncoscopia. Foram realizadas 526 consultas, 245 de cirurgia torácica, 240 de oncologia médica, 20 de pneumologia e 21 de diagnóstico precoce do cancro do pulmão. Do total das consultas realizadas 294 foram primeiras consultas. A atividade cirúrgica da unidade começou em março de 2012, tendo sido operados 22 doentes. Nesta unidade colaboram os médicos especialistas em tumores torácicos, Dr. Nuno Gil (oncologia médica), Prof. Jorge Cruz e Dr. Xavier Gallego (cirurgia torácica) e Dr. Rogério Matos (pneumologia). Compõem a equipa da unidade os médicos especialistas Dr. Jorge Fonseca, (urologia), o Dr. Nuno Gil (oncologia médica) e o Dr. Jorge Rebola (urologia). A organização da Unidade de Tumores Digestivos baseia-se na interação entre equipas multidisciplinares que se distribuem entre o grupo dedicado ao cancro colorretal e o grupo dedicado à patologia tumoral do fígado, vias biliares e pâncreas. Neste setor, o trabalho iniciou-se em maio de 2012 com o lançamento da consulta de gastrenterologia, a montagem da Unidade de Endoscopia e o início da reunião multidisciplinar de tumores digestivos. Entre 15 de maio e 31 de dezembro, foram realizadas 234 consultas de gastrenterologia, das quais 159 primeiras vezes. O total de consultas na unidade foi de 512 no mesmo período. A Unidade de Endoscopia entrou em funcionamento regular em agosto e realizou 112 exames (32 endoscopias altas, 48 colonoscopias, 14 sigmoidoscopias e 18 exames combinados). Foram desenvolvidos estudos e modelos de questionários para o lançamento do programa de prevenção e aconselhamento num trabalho preparativo para o ano de Na Unidade de Digestivo trabalham os médicos especialistas Dr. Carlos Carvalho (oncologia médica), Dr. Paulo Fidalgo e Prof. Mário Dinis Ribeiro (gastrenterologia), Drs. José Filipe Cunha e Nuno Figueiredo (cirurgia digestiva do grupo colorrectal), Doutor Eduardo Barroso, Drs. Hugo Pinto Marques, Raquel Mega e João Santos Coelho (cirurgia hepática das vias biliares e pancreática). A Unidade de Próstata foi estruturada já no 2º semestre de Realizaram-se 663 consultas (das quais 228 foram primeiras consultas) e 32 biópsias prostáticas e foram requeridos 705 meios complementares de diagnóstico ou terapêutica, dos quais se destacam 69 pedidos de tratamento por radioterapia. No HCV, foram feitas 48 cirurgias ou instrumentações urológicas. Área adjacente ao Serviço de Medicina Nuclear Os serviços ou plataformas que desenvolvem atividades especializadas no diagnóstico e tratamento, servindo transversalmente todas as DMT, incluem os seguintes: Enfermagem, Medicina Nuclear e Radiofarmacologia, Radiologia diagnóstica e de intervenção, Patologia, Psico-oncologia, Radioterapia, Hospital de Dia, Farmácia e Unidade de Clínica Domiciliária. Área de diagnóstico do Centro Clínico Champalimaud Estes agregam os profissionais de saúde (médicos especialistas, farmacêuticos, psicólogos, enfermeiros e técnicos de saúde) que integram, nas suas especializações próprias, as equipas das diferentes DMT. Durante o ano de 2012 foram consolidadas diversas destas áreas, das quais é possível destacar, pelo seu crescimento, as seguintes: O Serviço de Medicina Nuclear-Radiofarmacologia tem instalados, como equipamento essencial, uma câmara gama de dois detetores, uma câmara PET-CT Philips com estação de trabalho individual para processamento 12

14 e análise de dados e um sistema para realização de estudos de cardiologia. Verificou-se um crescimento sustentado ao longo do ano nas diferentes aplicações de radiofármacos utilizados 338 exames PET-CT com F-DG, 308 exames cintigráficos com TC-99m e 24 exames com F-Colina foram também realizados exames de ECG e alguns tratamentos, com um ritmo de crescimento mensal entre os 50% e os 80%. Destes resultados ressalta a maximização dos recursos com radio fármacos, que foi conseguida com razões de utilização de 1,47 exames/investigações por dose individual de FDG e 1,26 exames/investigações por cada dose individual de F-Colina. No domínio da medicina nuclear terapêutica, foram realizados 3 tratamentos em ambulatório, sendo 2 em doentes com hipertiroidismo e 1 outro num doente com dor resistente às medidas analgésicas clássicas mais intensivas. A equipa deste serviço, composta pela Dra. Carla Oliveira (especialista em medicina nuclear) e pelo Dr. Paulo Ferreira (especialista em física médica), é liderada pelo Prof. Durval Costa, participando em todas as reuniões multidisciplinares das diferentes unidades de patologia. Equipamento de Mamografia O crescimento do número de exames realizados ao longo de 2012 foi assinalável, atingindo o total anual de 2928 exames, 500 dos quais dizem respeito a patologia mamária (292 ecografias, 147 mamografias e 61 RM mamárias). Dos restantes, 1097 foram TAC, 467 RM, 503 exames de radiologia convencional e 503 ultrassonografias. Foram ainda realizadas 2 embolizações tumorais hepáticas por via arterial e várias biópsias dirigidas por técnicas de imagem. São radiologistas do CCC, o Prof. Celso Matos (consultor pedagógico e científico), o Dr. Luís Rosa (radiologista de intervenção e diretor do serviço) e as Dras. Inês Santiago (radiologia geral e ultrassonografia), Celeste Alves (imagiologia mamária), Alexandra Borges (especialista em patologia da cabeça e pescoço) e Joana Ruivo (neurorradiologia). Em função das respetivas áreas de diferenciação os radiologistas do CCC integram as correspondentes equipas multidisciplinares de patologia. Equipa do Serviço de Medicina Nuclear O Serviço de Radiologia de Diagnóstico e Intervenção suporta transversalmente as Unidades Multidisciplinares de Patologia através da realização, interpretação e elaboração de relatórios de exames de imagem médica, da participação de especialistas nas diversas reuniões multidisciplinares e da execução de atos de radiologia de intervenção, entre os quais biópsias, termoablações e embolizações tumorais. Esta unidade tem ainda como objetivo a participação em projetos de investigação translacional que incluam uma componente imagiológica. Equipa do Serviço de Radiologia e Intervenção 13

15 Ainda que reconhecendo a importância crucial do desenvolvimento da Patologia como serviço estruturante e essencial no diagnóstico e na investigação clínica a desenvolver no CCC, a organização e entrada em funcionamento das diferentes DMT durante o ano de 2012 apoiou-se no diagnóstico histopatológico e molecular através de outsourcing com o Serviço de Anatomia Patológica do HCV, no que diz respeito ao cancro de mama, e com o Laboratório Althia, sediado em Barcelona, nas outras áreas. A organização do laboratório de patologia diagnóstica e experimental do CCC está em elaboração, tendo como responsável o Prof. Carlos Cordon-Cardo (consultor científico) e conta já com a colaboração do Prof. António Lopez Beltran. A patologia mamária realizada no HCV tem sido assegurada pela Dra. Maria José Brito (patologista do referido hospital). No início de 2012, começou a desenvolver-se a área de Psico-oncologia do CCC nas diversas vertentes de assistência clínica a doentes e famílias formativa, científica e cívica de acordo com as linhas gerais traçadas no Projeto para um programa de Psico-oncologia no CCC. Relativamente aos doentes e suas famílias, o número de consultas efetuadas (151) e de doentes acompanhados (49), oriundos não só de várias unidades clínicas do CCC mas também de instituições externas, comprova que esta é uma área de interesse para o CCC e sua dinâmica, que se traduz num apoio transversal às várias patologias oncológicas. Acresce que o apoio prestado nesta área constitui uma mais-valia em comparação com as instituições privadas congéneres a nível nacional que, de um modo geral, não oferecem uma consulta especializada desta natureza. Esta área encontra-se sob a liderança da Dra. Luzia Travado. O Serviço de Radioterapia foi dos setores com mais forte e rápido crescimento no decurso de 2012, tendo a ênfase sido colocada na implementação de novas tecnologias adequadas aos tratamentos de alta precisão, com avaliação rigorosa de critérios de controlo de qualidade, relação de custo-benefício e qualidade de vida dos doentes. O denominador comum às práticas clínicas e de investigação foi a procura de planos de tratamento de duração mais curta, com especial interesse pelo estabelecimento de regimes de dose única ou de hipofracionamento, sempre que tecnicamente possíveis e clinicamente apropriados. Durante o ano de 2012 foram registadas 8352 sessões de tratamento nos aceleradores instalados, correspondendo a modalidades de tratamento de radiações em 503 doentes, dos quais 258 foram doentes com cancro de mama, 36 com cancro do pulmão e 26 com cancro primário da próstata. Foram ainda tratados doentes com metástases ósseas (67), cerebrais (22), hepáticas (13) e noutras localizações diversas (81). A modalidade de radioterapia em dose hipofracionada (3 a 5 sessões) foi aplicada em 235 doentes, enquanto a radioterapia de dose única foi utilizada em 113 doentes. Consola de tratamento do TrueBeam, (acelerador linear) No contexto da sua missão, a Fundação Champalimaud estabeleceu uma parceria com a Varian Medical Systems que visa a criação de um centro de formação avançada em radioterapia, com base na utilização da nova plataforma TrueBeam, vocacionada para explorar aplicações inovadoras de radioterapia hipofracionada ou de dose única guiada por imagem, com potencial alargamento de indicações em oncologia. A equipa de radio-oncologistas é composta pelos Drs. Carlo Greco (diretor), Lotte Moser (Mama), Nuno Pimentel (Pulmão, Próstata e Digestivo), Oriol Pares e Guillaume Louvel. Fazem parte da equipa de física médica os licenciados em Física Drs. Paulo Ferreira, Sandra Vieira, Joep Stroom e Dalila Mateus. Plataforma do TrueBeam, (acelerador linear) 14

16 O Hospital de Dia, área dedicada à administração de terapêutica intravenosa ambulatória quimioterapia, imunoterapia e suporte transfusional iniciou a sua atividade apenas em julho de 2012, tendo sido progressivamente transferido do HCV para as nossas instalações. O CCC oferece uma área única de Hospital de Dia, com excelentes condições para a terapêutica antineoplásica ambulatória. Inclui 32 espaços indivi-duais para tratamento, num ambiente particularmente tranquilo e confortável, dotados de televisão e acesso à Internet, dispondo ainda de um espaço de jardim para uso exclusivo dos doentes. O ritmo de crescimento de doentes neste setor foi muito significativo, tendo sido ali tratados em 2012, 167 doentes, num total de 780 tratamentos administrados. As equipas médicas que utilizam o hospital de dia são as das diferentes DMT com o apoio da equipa de enfermagem afeta a este serviço, coordenada pela Enfermeira Alexandra Belchior. Os Serviços Farmacêuticos do CCC abriram em maio de O número total de ciclos de quimioterapia preparados em 2012 foi de 620, administrados a 189 doentes em tratamento, a partir da entrada em funcionamento do hospital de dia do CCC (maio de 2012). Os Serviços Farmacêuticos estão sob a responsabilidade da Prof. Carla Barros, tendo como colaboradoras a Dra. Juvenália Nunes e a técnica de farmácia hospitalar Paula Bustorf. Hospital de Dia do Centro Clínico Champalimaud, com vista para o Jardim Tropical interior Hospital de Dia Jardim exterior exclusivo do Hospital de Dia do Centro Clínico Champalimaud Farmácia 15

17 Em 2012, começou a ser preparada a Unidade de Hospitalização Domiciliária que tem como objetivo prestar cuidados diferenciados e continuados no ambiente domiciliário, como forma de extensão dos cuidados ambulatórios prestados no CCC e tendentes a substituir, tanto quanto possível, o recurso ao internamento hospitalar. Conta com uma equipa multidisciplinar, com técnicos de saúde em função das necessidades identificadas nos doentes em assistência domiciliária. técnicas do CCC, proporcionando aos investigadores o apoio necessário ao bom fluxo de informação essencial à elaboração e condução dos protocolos de investigação, gestão de dados, avaliação estatística e de documentação relacionada com as instituições e as entidades intervenientes em cada estudo, como sejam a Comissão de Ética para a Saúde (CES), a Comissão de Ética para a Investigação Clínica (CEIC) ou a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P. (INFARMED). Atividades clínicas em 2012 No ano de 2012 foram feitas, no CCC, 6417 consultas a um total de 2684 doentes (aumento de 120% relativamente a 2011), dos quais a proporção de novos casos foi superior a 70%. Equipa da Unidade de Hospitalização Domiciliária Os dados da atividade clínica do CCC em 2012 estão indicados nos seguintes gráficos-resumo: O plano de desenvolvimento do CCC inclui a abertura das DMT de Ginecologia Oncológica no 1º semestre de 2013 e da Unidade de Avaliação de Risco e Diagnóstico Precoce prevista para o 2º semestre de Tendo o CCC um interesse particular no desenvolvimento de programas de ação de índole clínica e de investigação translacional na área do risco e diagnóstico precoce de cancro, teve início em 2012 a elaboração de um programa dedicado à estruturação de uma Unidade de Avaliação de Risco e Diagnóstico Precoce. Esta unidade, de caráter também multidisciplinar, baseia-se num plano integrado de consultas e/ou exames complementares de diagnóstico que permitam a identificação personalizada de fatores de risco de cancro em indivíduos aparentemente saudáveis, focando, nomeadamente, o cancro do pulmão, os cancros digestivos (cancro colorretal, do fígado e do pâncreas), o cancro da mama, colo do útero e ovários, próstata e vias urinárias e pele. Esteve também em fase de organização, durante este ano, uma Unidade de Apoio à Investigação Clínica, que terá como objetivo centralizar toda a informação decorrente dos estudos de investigação clínica em curso, e dos que venham a ser desenvolvidos pelas equipas Atividade global do Centro Clínico Champalimaud 8352 dezembro novembro outubro setembro agosto julho junho maio abril março fevereiro janeiro Consultas Consultas Exames de imagem Sessões de tratamento de radioterapia Sessões de tratamento em hospital de dia (quimioterapia) Cirurgias Internamentos Número (Total: 6138) 16

18 Exames de imagem Simpósios e Reuniões dezembro novembro outubro setembro agosto julho junho maio abril março fevereiro janeiro Medicina Nuclear Radiologia Fourth Champalimaud Cancer Symposium Tratamentos de quimioterapia Quimioterapia jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Siglas: CCC Centro Clínico Champalimaud DMT Disease Management Teams GD Gestor de Doente HCV Hospital da Cruz Vermelha UMT Unidades Multidisciplinares de Patologia Em 15 de junho, a Fundação acolheu uma vez mais, no seu Centro um grupo internacional de especialistas sobre cancro que vieram tomar parte no Fourth Champalimaud Cancer Symposium. Este simpósio focalizou-se no desenvolvimento recente do Centro Clínico Champalimaud apresentando os mais atuais desenvolvimentos sobre o diagnóstico e tratamento do cancro. Carlos Gordon-Cardo, Diretor de Patologia no CCC e organizador do simpósio, abriu a conferência debruçando-se sobre a patologia, a imagiologia e a radioterapia, dando uma visão geral sobre as tecnologias de vanguarda usadas nestas áreas. Os temas abordados foram os seguintes: Sessão I Integrated Diagnostics Carlos Cordon-Cardo, Champalimaud Foundation & Mount Sinai Medical Center: Molecular and Systems Pathology; Michael Donovan, Mount Sinai School of Medicine, New York: Novel Diagnostic and Prognostic Approaches Lawrence Schwartz, Columbia University, New York: Dynamic Molecular Imaging 17

19 Sessão II Personalised Treatment Zvi Fuks, Champalimaud Foundation: Current Issues in the Cure of Cancer; Seminários Clínicos Durante o ano, tiveram lugar, com periodicidade bimensal aproximada, seminários clínicos que cobriram tópicos, tanto de índole clínica, como de ciência mais fundamental ou de caráter translacional e em que participaram ora elementos das nossas equipas, ora convidados de outras instituições tanto nacionais como estrangeiras. Estes seminários encontram-se descritos, em detalhe, na versão global do relatório do CCC. Programa Doutoral para Médicos A Fundação Champalimaud manteve a parceria com a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), com o Ministério da Saúde, e com a Fundação Gulbenkian para a realização do Programa Gulbenkian de Formação Médica Avançada (PFMA). A sua 4ª edição, iniciada em 2011, apoia 9 médicos especialistas no desenvolvimento de projetos de investigação de reconhecida qualidade, no processo do seu doutoramento (PhD). Zvi Fuks e Carlos Cordon-Cardo Durval Costa, Champalimaud Foundation: Metabolic Imaging in the prediction and assessment of response to therapy; Carlo Greco, Champalimaud Foundation: Single-Dose Radiotherapy for Primary & Metastatic Cancer O Relatório Global do Centro Clínico Champalimaud encontra-se em anexo. Participantes no Simpósio, junho 18

20 Programa Champalimaud de Neurociências

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