DIAGNÓSTICO NACIONAL SOBRE MATURIDADE DA GESTÃO CONTÁBIL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIAGNÓSTICO NACIONAL SOBRE MATURIDADE DA GESTÃO CONTÁBIL"

Transcrição

1 DIAGNÓSTICO NACIONAL SOBRE MATURIDADE DA GESTÃO CONTÁBIL O Questionário sobre Maturidade da Gestão Contábil, elaborado pela Secretaria do Tesouro Nacional, tem como objetivo avaliar o estágio atual das práticas contábeis no país. Isso visa ao desenvolvimento da Contabilidade Aplicada ao Setor Público, bem como ao planejamento de políticas mais adequadas para a convergência às normas internacionais na Federação. O documento esteve disponível aos Estados, Distrito Federal e Municípios durante o período de 1º de abril a 11 de junho de 2012 para preenchimento utilizando o Sistema de Coleta de Dados Contábeis e Fiscais dos Entes da Federação SISTN, anexo ao Quadro dos Dados Contábeis Consolidados referente ao exercício de Este relatório está dividido em duas partes que visam a apresentar, separadamente, os resultados de Municípios e Estados e Distrito Federal. PARTE I - MUNICÍPIOS P6) Quais as entidades compreendidas no ente da Federação em que você trabalha? Municípios Administração direta do Poder Executivo Poder Judiciário e Ministério Público Autarquias e fundações Regime Próprio de Previdência dos Servidores Poder Legislativo Tribunal de Contas Fundos Empresas estatais dependentes 1

2 P7) Caso você não saiba emitir opinião sobre a totalidade do ente da Federação, nem diretamente, nem consultando as demais entidades, assinale quais as entidades compreendidas na sua resposta: Municípios Administração direta do Poder Executivo Poder Judiciário e Ministério Público Autarquias e fundações Regime Próprio de Previdência dos Servidores Poder Legislativo Tribunal de Contas Fundos Empresas estatais dependentes Gestão de Pessoas P1) Quanto à forma de execução das atividades relacionadas à contabilidade: 98 municípios utilizam apenas empresa contratada, que realiza todas as rotinas e procedimentos contábeis fora das dependências do ente da Federação. Em dois municípios, as rotinas e procedimentos contábeis são realizados pela empresa nas dependências do ente. 468 municípios utilizam empresa contratada, que realiza parte das rotinas e procedimentos contábeis fora das dependências do ente da Federação. 562 municípios utilizam servidores ocupantes de cargo em comissão e terceirizados para realizar todas as rotinas e procedimentos contábeis nas dependências do ente da Federação municípios utilizam servidores públicos efetivos, ocupantes de cargo em comissão e terceirizados para realizar todas as rotinas e procedimentos contábeis nas dependências do ente da Federação municípios utilizam apenas servidores públicos efetivos para realizar todas as rotinas e procedimentos contábeis nas dependências do ente da Federação. 2

3 P2) O percentual de servidores efetivos ou ocupantes de cargo em comissão ou terceirizados, atuantes na área de contabilidade, com curso de nível superior completo em ciências contábeis é de: 80% ou mais 70 a 79% 60 a 69% 50 a 59% Menos de 50% Quantidade de Municípios P3) A periodicidade da contratação de servidores efetivos para a área de contabilidade é: Não há servidores efetivos A cada dez anos A cada dois anos Sem frequência definida ou não há A cada cinco anos Todo ano P4) Quanto ao investimento em treinamento e capacitação: Em 353 municípios não se exige formação contábil para servidores e/ou terceirizados atuarem na área de contabilidade, não há programa de capacitação formalmente estabelecido e não se custeiam ações de treinamento. Em 637 municípios exige-se apenas formação contábil para os servidores ou terceirizados atuarem na área de contabilidade, mas não há programa de capacitação formalmente estabelecido e não se custeiam ações de treinamento. Em municípios exige-se formação contábil para os servidores ou terceirizados atuarem na área de contabilidade, não há programa de capacitação formalmente estabelecido, mas custeiam-se ações de treinamento e capacitação para os servidores e/ou terceirizados. Em 38 municípios exige-se formação contábil para os servidores ou terceirizados atuarem na área de contabilidade, há programa de capacitação formalmente estabelecido, custeiam-se ações de aperfeiçoamento (cursos, seminários, etc.), mas não são pagas despesas de cursos de pós-graduação. Em 162 municípios exige-se formação contábil para os servidores ou terceirizados atuarem na área de contabilidade, há programa de capacitação formalmente estabelecido, custeiam-se ações de aperfeiçoamento (cursos, seminários, etc.), inclusive cursos de pós-graduação. 3

4 Gestão de Processos Organizacionais da Área de Contabilidade P1) Quanto ao planejamento estratégico da área de contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em municípios não há planejamento estratégico. Em 45 municípios há planejamento estratégico com ações relativas à área de contabilidade, mas não foi atualizado nos últimos cinco anos. Em nove municípios há planejamento estratégico com ações relativas à área de contabilidade, mas não há ações que prevejam a adoção, ainda que gradual e parcial, do MCASP. Em sessenta municípios há planejamento estratégico atualizado com ações relativas à área de contabilidade, que prevê a adoção, ainda que gradual e parcial, do MCASP. P2) Quanto às metas institucionais e à avaliação de desempenho dos servidores da área de contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em municípios não há metas institucionais. Em 805 municípios as metas institucionais estão desvinculadas da avaliação de desempenho dos servidores e/ou terceirizados. Em 393 municípios as metas institucionais estão vinculadas à avaliação de desempenho dos servidores e/ou terceirizados, mas esta não serve para orientar políticas de gestão de recursos humanos, inclusive para os programas de capacitação realizados. Em 442 municípios as metas institucionais estão vinculadas à avaliação de desempenho dos servidores e/ou terceirizados, a qual serve para orientar políticas de gestão de recursos humanos, inclusive para os programas de capacitação realizados. P3) Quanto ao processo de manualização de procedimentos contábeis, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em municípios não há manual de procedimentos contábeis aprovado, sendo que em cinco desses utilizam o MCASP/STN. Em 326 municípios o manual de procedimentos aprovado só contempla as informações requeridas para cumprimento de dispositivos legais. Em 175 municípios o manual de procedimentos aprovado contempla as informações requeridas para cumprimento de dispositivos legais e a padronização de lançamentos contábeis. Em 127 municípios o manual de procedimentos aprovado contempla as informações requeridas para cumprimento de dispositivos legais, a padronização de lançamentos contábeis e a elaboração de demonstrações contábeis. Em 184 municípios o manual de procedimentos aprovado contempla as informações requeridas para cumprimento de dispositivos legais, a padronização de lançamentos contábeis, a elaboração e a consolidação de demonstrações contábeis. Em 536 municípios o manual de procedimentos aprovado contempla as informações requeridas para cumprimento de dispositivos legais, a padronização de lançamentos contábeis, a elaboração, consolidação e análise de demonstrações contábeis. P4) Quanto à institucionalização da área de Contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em 866 municípios a área de contabilidade do ente da Federação não está formalmente estruturada em texto legal. 4

5 Em 758 municípios a área de contabilidade do ente da Federação está formalmente estruturada em texto legal, mas não está formalmente segregada das áreas de execução orçamentária e financeira e de controle interno. Em 266 municípios a área de contabilidade do ente da Federação está formalmente estruturada em texto legal, além de segregada das de execução orçamentária e financeira e de controle interno, mas os cargos efetivos e comissionados não estão alocados à área. Em 484 municípios a área de contabilidade do ente da Federação está formalmente estruturada e segregada em texto legal, com os cargos efetivos e comissionados alocados à área sem que as suas atribuições estejam formalmente descritas em texto legal. Em 977 municípios a área de contabilidade do ente da Federação está formalmente estruturada e segregada em texto legal, com os seus cargos efetivos e comissionados e suas atribuições formalmente descritas em texto legal. P5) Quanto à posição hierárquica da área central de contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em 769 municípios não há área central de contabilidade formalmente constituída no ente da Federação. Em 69 municípios a área está abaixo do terceiro escalão. Em 409 municípios a área faz parte do terceiro escalão (unidade subordinada a um departamento subordinado a uma Secretaria Estadual ou Municipal). Em municípios a área central de contabilidade faz parte do segundo escalão (departamento subordinado diretamente a uma Secretaria Estadual ou Municipal). Em 327 municípios a área faz parte do primeiro escalão (nível de Secretaria de Estado ou Município). P6) Quanto à avaliação dos processos organizacionais da área de contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: municípios não foram submetidos à auditoria (interna ou externa) nos últimos cinco anos. 809 municípios foram submetidos à auditoria (interna ou externa) nos últimos cinco anos, mas as ações de auditoria não ocorrem com frequência anual. 988 municípios são submetidos à auditoria (interna ou externa) anualmente, mas não há um plano de auditoria. 529 municípios são submetidos, anualmente, à auditoria (interna ou externa) cujas ações são orientadas por um plano de auditoria. Gestão Técnico-Contábil P1) Quanto à familiaridade com o processo de Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: A equipe contábil de 172 municípios nunca ouviu falar sobre o processo de convergência. A equipe contábil de 377 municípios somente ouviu falar do processo de convergência, mas desconhece o que seja. O processo de convergência é conhecido em municípios, mas não em detalhes. O processo de convergência é bem conhecido em 465 municípios, mas não houve participação em palestra, seminário ou treinamento acerca do assunto. O processo de convergência é bem conhecido em 981 municípios, havendo inclusive participação em palestra, seminário ou treinamento acerca do assunto. 5

6 Pessoas da equipe de 57 municípios atuam ou atuaram ativamente junto à STN, CFC ou IFAC prestando contribuições relevantes ao processo de convergência. P2) Quanto ao registro dos Créditos Tributários, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: 186 municípios não controlam o lançamento dos créditos tributários em registro próprio da área tributária. 272 municípios controlam o lançamento dos créditos tributários em registro próprio da área tributária, mas não fazem seu registro contábil. 783 municípios controlam o lançamento dos créditos tributários em registro da área tributária, fazem o seu registro contábil, mas não há integração entre os setores contábil e tributário, nem ajustes para perdas relacionadas ao crédito. 647 municípios controlam o lançamento dos créditos tributários em registro da área tributária, fazem o seu registro contábil e há integração não informatizada entre os setores contábil e tributário, mas não há registro de ajustes para perdas relacionadas ao crédito. 795 municípios controlam o lançamento dos créditos tributários em registro da área tributária, fazem o seu registro contábil, têm integração informatizada entre os setores contábil e tributário, mas não há registro de ajustes para perdas relacionadas ao crédito. 745 municípios controlam o lançamento dos créditos tributários em registro da área tributária, fazem o seu registro contábil, têm integração informatizada entre os setores contábil e tributário, e há registro de ajustes para perdas relacionadas ao crédito. P3) Quanto ao registro da Dívida Ativa, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: 237 municípios não têm registros patrimoniais referentes à dívida ativa municípios têm registros patrimoniais referentes à dívida ativa, mas não há registro de ajustes para perdas referentes à dívida ativa. 739 municípios têm registros patrimoniais referentes à dívida ativa elaborados por meio de ativos anteriores registrados por competência e realizam o registro de ajustes para perdas referentes à dívida ativa, mas sem a observância à metodologia apresentada no MCASP, tanto para o seu registro quanto para os seus ajustes. 582 municípios têm registros patrimoniais referentes à dívida ativa e realizam registro de ajustes para perdas referentes à dívida ativa, com a observância à metodologia apresentada no MCASP para toda a dívida ativa. P4) Quanto ao controle físico e registro contábil do estoque, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: 723 municípios não controlam fisicamente nem registram contabilmente seus estoques. 641 municípios não registram contabilmente, mas realizam controle físico não informatizado dos seus estoques sem que haja reflexos na contabilidade. 413 municípios não registram contabilmente, mas realizam controle físico em sistema informatizado dos seus estoques sem que haja reflexos na contabilidade. 344 municípios controlam fisicamente e registram contabilmente seus estoques. O setor de estoques envia informações ao setor de contabilidade, havendo integração entre as áreas, mas não possui sistema informatizado para controle de estoques. 792 municípios controlam fisicamente e registram contabilmente seus estoques. O setor de estoques envia informações ao de contabilidade, havendo integração entre as áreas e um sistema informatizado para o seu controle, mas sem integração informatizada com o sistema de contabilidade (integração por meio de formulários ou planilhas). 6

7 475 municípios controlam fisicamente e registram contabilmente seus estoques e possuem sistema informatizado para controle de estoques, com integração informatizada com o sistema de contabilidade. P5) Quanto ao controle físico e registro contábil do imobilizado, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: 106 municípios não registram o imobilizado. 794 municípios registram contabilmente o imobilizado. Porém não há controle patrimonial individualizado e não é realizada a depreciação ou qualquer outro procedimento de ajuste patrimonial conforme o MCASP. 829 municípios registram contabilmente o imobilizado, com controle patrimonial individualizado, mas sem integração entre os setores de patrimônio e contabilidade. Não é feita a depreciação ou qualquer procedimento de ajuste conforme o MCASP. 823 municípios registram contabilmente o imobilizado, com controle patrimonial individualizado e têm integração não informatizada entre os setores de patrimônio e contabilidade. Não fazem a depreciação ou qualquer procedimento de ajuste, conforme o MCASP. 227 municípios registram contabilmente o imobilizado, com controle patrimonial individualizado e têm integração não informatizada entre os setores de patrimônio e contabilidade. Fazem depreciação ou outro procedimento de ajuste, conforme o MCASP, em parte do imobilizado. 302 municípios registram contabilmente o imobilizado, com controle patrimonial individualizado e integração informatizada entre os setores de patrimônio e contabilidade. Fazem depreciação ou outro procedimento de ajuste, conforme o MCASP, em parte do imobilizado. 272 municípios registram contabilmente o imobilizado, com controle patrimonial individualizado e têm integração informatizada entre os setores de patrimônio e contabilidade. Fazem depreciação ou outro procedimento de ajuste, conforme o MCASP, de todo o imobilizado. P6) Quanto ao registro do intangível, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: municípios não sabem identificar se há ou não intangível em seu patrimônio. 637 municípios sabem identificar se há ou não intangível em seu patrimônio, mas o sistema de contabilidade e o sistema de controle patrimonial não permitem o seu registro. 220 municípios sabem identificar se há ou não intangível em seu patrimônio, o sistema de contabilidade permite o seu registro, mas o sistema de controle patrimonial não permite tal registro. 468 municípios sabem identificar se há ou não intangível em seu patrimônio, o sistema de contabilidade e o sistema de controle patrimonial permitem o seu registro, mas não há integração entre os sistemas e a amortização não é realizada. 227 municípios sabem identificar se há ou não intangível em seu patrimônio, o sistema de contabilidade e o sistema de controle patrimonial permitem o seu registro e estão integrados, mas a amortização não é realizada. 469 municípios sabem identificar se há ou não intangível em seu patrimônio, o sistema de contabilidade e o sistema de controle patrimonial permitem o seu registro e estão integrados e a amortização é realizada. P7) Quanto ao registro de passivos, provisões e contingências, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: 7

8 Em municípios os passivos são registrados, mas somente quando da liquidação orçamentária, e não há registros de provisões (ex. relativas a demandas judiciais) ou de contingências. Em 659 municípios alguns passivos são registrados quando da liquidação e outros por competência (ex. férias, 13º salário), mas não há registro de provisões (ex. relativas a demandas judiciais) ou de contingências. Em 254 municípios alguns passivos são registrados quando da liquidação e outros por competência (ex. férias, 13º salário) e há registro de provisões (ex. relativas a demandas judiciais), mas não de contingências. Em 269 municípios alguns passivos são registrados quando da liquidação e outros por competência (ex. férias, 13º salário) e há registro de provisões (ex. relativas a demandas judiciais), bem como de contingências. Em 394 municípios todos os passivos são registrados apenas por competência (ex. férias, 13º salário), mas não há registro completo de provisões (ex. relativas a demandas judiciais) ou de contingências. Em 398 municípios todos os passivos são registrados apenas por competência (ex. férias, 13º salário) e há registro completo de provisões (ex. relativas a demandas judiciais), bem como de contingências. P8) Quanto ao Regime Próprio de Previdência dos Servidores, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: 616 municípios desconhecem o conceito de passivo atuarial e 59 declararam não possuírem Regime Próprio de Previdência dos Servidores ou não se aplica. 422 municípios têm conhecimento apenas conceitual do passivo atuarial, pois não têm estudos para o seu levantamento. 141 municípios têm conhecimento conceitual do passivo atuarial e possuem estudos para o seu levantamento, embora ainda sem parecer técnico atuarial e sem o registro contábil desse passivo. 246 municípios têm conhecimento conceitual do passivo atuarial e parecer técnico atuarial, embora ainda não façam o registro contábil desse passivo municípios têm conhecimento conceitual do passivo atuarial, parecer técnico atuarial e faz o registro contábil desse passivo. P9) Quanto às Demonstrações Contábeis, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: 45 municípios não elaboram quaisquer demonstrações contábeis municípios elaboram as demonstrações contábeis atuais exigidas pela Lei nº 4.320/1964 (BO, BF, BP e DVP), mas não observam os novos modelos apresentados no MCASP, não elaboram Notas Explicativas, nem realizam análise das demonstrações. 432 municípios elaboram as demonstrações contábeis atuais exigidas pela Lei nº 4.320/1964 (BO, BF, BP e DVP), não observam os novos modelos apresentados no MCASP, mas elaboram Notas Explicativas, embora não realizem análise das demonstrações. 447 municípios elaboram as demonstrações contábeis atuais exigidas pela Lei nº 4.320/1964 (BO, BF, BP e DVP), não observam os novos modelos apresentados no MCASP, mas elaboram Notas Explicativas e realizam análise das demonstrações. 782 municípios elaboram as demonstrações contábeis atuais exigidas pela Lei nº 4.320/1964 (BO, BF, BP e DVP), observam alguns dos novos modelos apresentados no MCASP, elaboram Notas Explicativas e realizam análise das demonstrações. 8

9 298 municípios elaboram as novas demonstrações contábeis apresentadas no MCASP (BO, BF, BP, DVP e DFC - incluídos os quadros anexos a estas demonstrações), elaboram Notas Explicativas e realizam análise das demonstrações. P10) Quanto à Consolidação das Contas Públicas, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em 259 municípios não são consideradas, de nenhum modo, as informações contábeis das entidades que integram a Administração Indireta e os demais Poderes e órgãos autônomos. Já doze municípios informaram não haver entidades da Administração Indireta. Em 231 municípios são consideradas parte das informações contábeis das entidades que integram a Administração Indireta e os demais Poderes e órgãos autônomos e não são excluídas duplicidades. Em 245 municípios são consideradas parte das informações contábeis das entidades que integram a Administração Indireta e os demais Poderes e órgãos autônomos e as duplicidades são excluídas de modo manual e sem critérios uniformes que permitam a comparação entre exercícios. Em 203 municípios são consideradas parte das informações contábeis das entidades que integram a Administração Indireta e os demais Poderes e órgãos autônomos e as duplicidades são excluídas de modo informatizado e sem critérios uniformes que permitam a comparação entre exercícios. Em 260 municípios são consideradas parte das informações contábeis das entidades que integram a Administração Indireta e os demais Poderes e órgãos autônomos e as duplicidades são excluídas de modo informatizado, com critérios uniformes que permitem a comparação entre exercícios. Em municípios são consideradas todas as informações contábeis das entidades que integram a Administração Indireta e os demais Poderes e órgãos autônomos e as duplicidades são excluídas de modo informatizado, com critérios uniformes que permitem a comparação entre exercícios. 9

10 Gestão de Sistemas de Informação Considerando os sistemas de informática, os municípios deviam assinalar a alternativa que melhor descrevesse a situação do ente. Referente à Folha de pagamento (servidores ativos) e à Folha de pagamento (servidores inativos), o gráfico abaixo apresenta o cenário atual: O registro é feito em meio físico (papel), mas sem arquivo criterioso que permita consulta posterior O registro é feito em meio físico (papel), mantido em arquivo que permite recuperações/consulta para fins de consolidação da informação periódica. O registro/controle é feito em planilha desenvolvida internamente, com algum grau de automatização, com ou sem política de backup, mas que é utilizada para registrar informações de vários períodos, sendo esta planilha a principal fonte de informação Servidores Ativos Servidores Inativos O registro/controle é feito em sistema eletrônico desenvolvido para este fim específico, em qualquer linguagem, mas fechado já que não permite transferência eletrônica direta de dados para outros sistemas existentes. integrado com um sistema central, com transferência de dados. O módulo é alimentado por bases de dados compartilhadas e compatíveis entre os subsistemas e aplicativos existentes. integrado com um sistema central que efetua os registros contábeis, de modo que as informações enviadas por ele são consolidadas nas demonstrações contábeis. Folha de Pagamento 10

11 Gestão de Sistemas de Informação Considerando os sistemas de informática, os municípios deviam assinalar a alternativa que melhor descrevesse a situação do ente. Referente ao Controle de imobilizado e ao Controle de estoque, o gráfico abaixo apresenta o cenário atual: 950 O registro é feito em meio físico (papel), mas sem arquivo criterioso que permita consulta posterior O registro é feito em meio físico (papel), mantido em arquivo que permite recuperações/consulta para fins de consolidação da informação periódica O registro/controle é feito em planilha desenvolvida internamente, com algum grau de automatização, com ou sem política de backup, mas que é utilizada para registrar informações de vários períodos, sendo esta planilha a principal fonte de informação O registro/controle é feito em sistema eletrônico desenvolvido para este fim específico, em qualquer linguagem, mas fechado já que não permite transferência eletrônica direta de dados para outros sistemas existentes. integrado com um sistema central, com transferência de dados. O módulo é alimentado por bases de dados compartilhadas e compatíveis entre os subsistemas e aplicativos existentes. integrado com um sistema central que efetua os registros contábeis, de modo que as informações enviadas por ele são consolidadas nas demonstrações contábeis. Controle de Imobilizado Controle de Estoque 11

12 Gestão de Sistemas de Informação Considerando os sistemas de informática, os municípios deviam assinalar a alternativa que melhor descrevesse a situação do ente. Referente aos Tributos a receber de contribuintes, aos Tributos a receber de outros entes (repasses) e aos Tributos a repassar a outros entes (recebidos em nome de terceiros), o gráfico abaixo apresenta o cenário atual: Tributos a receber de contribuintes Tributos a receber de outros entes (repasses) Tributos a repassar a outros entes (recebidos em nome de terceiros) O registro é feito em meio físico (papel), mas sem arquivo criterioso que permita consulta posterior. O registro é feito em meio físico (papel), mantido em arquivo que permite recuperações/consulta para fins de consolidação da informação periódica. O registro/controle é feito em planilha desenvolvida internamente, com algum grau de automatização, com ou sem política de backup, mas que é utilizada para registrar informações de vários períodos, sendo esta planilha a principal fonte de informação. O registro/controle é feito em sistema eletrônico desenvolvido para este fim específico, em qualquer linguagem, mas fechado já que não permite transferência eletrônica direta de dados para outros sistemas existentes. integrado com um sistema central, com transferência de dados. O módulo é alimentado por bases de dados compartilhadas e compatíveis entre os subsistemas e aplicativos existentes. integrado com um sistema central que efetua os registros contábeis, de modo que as informações enviadas por ele são consolidadas nas demonstrações contábeis. 12

13 Gestão de Sistemas de Informação Considerando os sistemas de informática, os municípios deviam assinalar a alternativa que melhor descrevesse a situação do ente. Referente ao Controle de Intangível e à Dívida Ativa, o gráfico abaixo apresenta o cenário atual: O registro é feito em meio físico (papel), mas sem arquivo criterioso que permita consulta posterior. 775 O registro é feito em meio físico (papel), mantido em arquivo que permite recuperações/consulta para fins de consolidação da informação periódica O registro/controle é feito em planilha desenvolvida internamente, com algum grau de automatização, com ou sem política de backup, mas que é utilizada para registrar informações de vários períodos, sendo esta planilha a principal fonte de informação. O registro/controle é feito em sistema eletrônico desenvolvido para este fim específico, em qualquer linguagem, mas fechado já que não permite transferência eletrônica direta de dados para outros sistemas existentes. integrado com um sistema central, com transferência de dados. O módulo é alimentado por bases de dados compartilhadas e compatíveis entre os subsistemas e aplicativos existentes. integrado com um sistema central que efetua os registros contábeis, de modo que as informações enviadas por ele são consolidadas nas demonstrações contábeis. Controle de Intangível Dívida Ativa 13

14 Gestão de Sistemas de Informação Considerando os sistemas de informática, os municípios deviam assinalar a alternativa que melhor descrevesse a situação do ente. Referente às Contas a pagar/fornecedores e ao Controle de participações societárias em empresas públicas, o gráfico abaixo apresenta o cenário atual: 1169 O registro é feito em meio físico (papel), mas sem arquivo criterioso que permita consulta posterior Contas a pagar/fornecedores Controle de participações societárias em empresas públicas O registro é feito em meio físico (papel), mantido em arquivo que permite recuperações/consulta para fins de consolidação da informação periódica. O registro/controle é feito em planilha desenvolvida internamente, com algum grau de automatização, com ou sem política de backup, mas que é utilizada para registrar informações de vários períodos, sendo esta planilha a principal fonte de informação. O registro/controle é feito em sistema eletrônico desenvolvido para este fim específico, em qualquer linguagem, mas fechado já que não permite transferência eletrônica direta de dados para outros sistemas existentes. integrado com um sistema central, com transferência de dados. O módulo é alimentado por bases de dados compartilhadas e compatíveis entre os subsistemas e aplicativos existentes. integrado com um sistema central que efetua os registros contábeis, de modo que as informações enviadas por ele são consolidadas nas demonstrações contábeis. 14

15 Gestão de Sistemas de Informação Considerando os sistemas de informática, os municípios deviam assinalar a alternativa que melhor descrevesse a situação do ente. Referente ao acompanhamento de alunos matriculados na rede escolar e ao acompanhamento de atendimentos feitos no sistema de saúde público, o gráfico abaixo apresenta o cenário atual: O registro é feito em meio físico (papel), mas sem arquivo criterioso que permita consulta posterior O registro é feito em meio físico (papel), mantido em arquivo que permite recuperações/consulta para fins de consolidação da informação periódica. O registro/controle é feito em planilha desenvolvida internamente, com algum grau de automatização, com ou sem política de backup, mas que é utilizada para registrar informações de vários períodos, sendo esta planilha a principal fonte de informação. O registro/controle é feito em sistema eletrônico desenvolvido para este fim específico, em qualquer linguagem, mas fechado já que não permite transferência eletrônica direta de dados para outros sistemas existentes. Acompanhamento de alunos matriculados na rede escolar Acompanhamento de atendimentos feitos no sistema de saúde público integrado com um sistema central, com transferência de dados. O módulo é alimentado por bases de dados compartilhadas e compatíveis entre os subsistemas e aplicativos existentes. 15

16 Gestão da Governança do Ente P1) Na avaliação de programas e projetos, os órgãos e entidades do Ente: 264 municípios não utilizam os valores fixados por programa na Lei Orçamentária Anual - LOA para verificar o saldo a empenhar. Os órgãos e entidades do Ente conhecem a posteriori eventual falta de recursos municípios utilizam os valores fixados na LOA para comparar a relação entre dotação, despesa empenhada e despesa liquidada por programa. Dos municípios avaliados, conhecem a dotação, a despesa empenhada e a despesa liquidada por programa e por atividades/projetos. Outros 640 municípios conseguem, em algum nível, associar as despesas por atividade/projeto com o serviço entregue, tendo uma noção de eficiência. Por exemplo, no Programa de Vacinação sabe-se relacionar o gasto do programa com o quantitativo de crianças vacinadas no período. Já 343 municípios fazem análise de variações de preço e quantidade de serviço entregue nas despesas por atividade/projeto. P2) Quanto à avaliação de desempenho das pessoas e gratificações associadas, os órgãos e entidades do Ente: Dentre os municípios analisados, não avaliam equipes ou servidores individualmente. Nos órgãos e entidades de 556 municípios os gastos são monitorados por centros de responsabilidade e, se houver gratificação, esta estará associada ao cumprimento de metas do centro de responsabilidade. Em 203 municípios há gratificação baseada em metas finalísticas (ex. quantidade de atendimentos ao público). Em 185 municípios há iniciativas de avaliação e gratificação baseadas na relação entre gastos e metas finalísticas (ex. quantidade de atendimentos ao público e recursos empregados no programa). Nos órgãos e entidades de 170 municípios, cada indivíduo é avaliado segundo um conjunto de metas individuais e de equipe que envolvem informação de custos, além das não contábeis, associadas a uma gratificação. O gestor recebe o grau de cumprimento de metas e o sistema calcula a gratificação. P3) Em relação às iniciativas de adoção de Contratos de Gestão por Resultados (Contratualização), o Ente: Dentre os municípios analisados, não possuem contratos de gestão por resultados firmados com os órgãos e entidades. Não existem qualquer movimentação ou interesse no sentido de implantá-los no próximo ano. Já em 550, existe alguma movimentação interna, como servidores sendo treinados, propostas sendo analisadas, ou, até mesmo, modelo de contrato de gestão por resultados em desenvolvimento. Os órgãos e entidades de 109 municípios possuem contrato de gestão por resultados com o Ente. Os órgãos e entidades de 44 municípios já desdobraram o contrato de gestão por resultados em nível de equipes, contratando metas com suas unidades e equipes. Em 125 municípios, os órgãos e entidades possuem gratificações por desempenho associadas à avaliação de desempenho de equipes, sendo claramente definidos o ciclo avaliativo e a periodicidade da gratificação. 16

17 P4) Os órgãos e entidades mais estruturados, em geral, conseguem alocar seus gastos (em regime de competência) aos programas (atividades e projetos) Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente P5) Os órgãos e entidades mais estruturados ou o Ente fazem análises comparando o gasto orçado com o gasto empenhado e/ou liquidado, de forma segmentada por programas (atividades e projetos) Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente 17

18 P6) Mesmo não tendo informações de custos, sabe-se que relatórios de gastos são enviados anualmente aos Secretários ou gestores Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente P7) Apesar de não contabilizar, o Ente discute alguns critérios de depreciação para futuramente considerá-la na composição do custo dos serviços finalísticos Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente 18

19 P8) A adoção do custeio por atividades seria de grande utilidade para tomada de decisão no planejamento e controle Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente P9) A informação de custos é utilizada para precificação de serviços em alguns órgãos e entidades Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente 19

20 P10) A adoção de custeio por atividades já foi discutida e converge para o consenso de que será uma realidade no futuro Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente P11) O Tribunal de Contas a que o Ente está jurisdicionado está sendo mais recorrente e insistente nas recomendações para melhoria nas informações de desempenho e custos Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente 20

21 P12) Em geral, os gestores não vêm a necessidade de informação de custos Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente P13) Apesar de ser bem vista, a adoção de sistemas de custos está longe de ocorrer Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente 21

22 P14) O governo do Estado tem iniciativas em andamento para disseminar tecnologia de gestão para esse Ente Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente P15) A percepção da necessidade da informação de desempenho para a gestão de programas (atividades e projetos) está aumentando Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente 22

23 P16) Existem sistemas de custos e desempenho sendo desenvolvidos, mas não serão colocados em funcionamento no próximo ano Municípios Discordo Plenamente Discordo Parcialmente Indiferente Concordo Parcialmente Concordo Plenamente 23

24 PARTE II - ESTADOS P6) Quais as entidades compreendidas no ente da Federação em que você trabalha? Estados Administração direta do Poder Executivo Poder Judiciário e Ministério Público Autarquias e fundações Regime Próprio de Previdência dos Servidores Poder Legislativo Tribunal de Contas Fundos Empresas estatais dependentes P7) Caso você não saiba emitir opinião sobre a totalidade do ente da Federação, nem diretamente, nem consultando as demais entidades, assinale quais as entidades compreendidas na sua resposta: Estados Administração direta do Poder Executivo Poder Judiciário e Ministério Público Autarquias e fundações Regime Próprio de Previdência dos Servidores Poder Legislativo Tribunal de Contas Fundos Empresas estatais dependentes 24

25 Gestão de Pessoas P1) Quanto à forma de execução das atividades relacionadas à contabilidade: 23 estados utilizam servidores públicos efetivos, ocupantes de cargo em comissão e terceirizados para realizar todas as rotinas e procedimentos contábeis nas dependências do ente da Federação. Três estados utilizam apenas servidores públicos efetivos para realizar todas as rotinas e procedimentos contábeis nas dependências do ente da Federação. P2) O percentual de servidores efetivos ou ocupantes de cargo em comissão ou terceirizados, atuantes na área de contabilidade, com curso de nível superior completo em ciências contábeis é de: 80% ou mais 70 a 79% 60 a 69% 50 a 59% Menos de 50% Quantidade de Estados P3) A periodicidade da contratação de servidores efetivos para a área de contabilidade é: Sem frequência definida ou não há A cada cinco anos A cada dois anos P4) Quanto ao investimento em treinamento e capacitação: Em três estados não se exige formação contábil para servidores e/ou terceirizados atuarem na área de contabilidade, não há programa de capacitação formalmente estabelecido e não se custeiam ações de treinamento. 25

26 Em um estado exige-se apenas formação contábil para os servidores ou terceirizados atuarem na área de contabilidade, mas não há programa de capacitação formalmente estabelecido e não se custeiam ações de treinamento. Em doze estados exige-se formação contábil para os servidores ou terceirizados atuarem na área de contabilidade, não há programa de capacitação formalmente estabelecido, mas custeiam-se ações de treinamento e capacitação para os servidores e/ou terceirizados. Em quatro estados exige-se formação contábil para os servidores ou terceirizados atuarem na área de contabilidade, há programa de capacitação formalmente estabelecido, custeiam-se ações de aperfeiçoamento (cursos, seminários, etc.), mas não são pagas despesas de cursos de pós-graduação. Em seis estados exige-se formação contábil para os servidores ou terceirizados atuarem na área de contabilidade, há programa de capacitação formalmente estabelecido, custeiam-se ações de aperfeiçoamento (cursos, seminários, etc.), inclusive cursos de pós-graduação. Gestão de Processos Organizacionais da Área de Contabilidade P1) Quanto ao planejamento estratégico da área de contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em quatro estados não há planejamento estratégico. Em quatro estados há planejamento estratégico com ações relativas à área de contabilidade, mas não foi atualizado nos últimos cinco anos. Em dois estados há planejamento estratégico com ações relativas à área de contabilidade, mas não há ações que prevejam a adoção, ainda que gradual e parcial, do MCASP. Em dezessete estados há planejamento estratégico atualizado com ações relativas à área de contabilidade, que prevê a adoção, ainda que gradual e parcial, do MCASP. P2) Quanto às metas institucionais e à avaliação de desempenho dos servidores da área de contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em oito estados não há metas institucionais. Em doze estados as metas institucionais estão desvinculadas da avaliação de desempenho dos servidores e/ou terceirizados. Em um estado as metas institucionais estão vinculadas à avaliação de desempenho dos servidores e/ou terceirizados, mas esta não serve para orientar políticas de gestão de recursos humanos, inclusive para os programas de capacitação realizados. Em seis estados as metas institucionais estão vinculadas à avaliação de desempenho dos servidores e/ou terceirizados, a qual serve para orientar políticas de gestão de recursos humanos, inclusive para os programas de capacitação realizados. P3) Quanto ao processo de manualização de procedimentos contábeis, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em doze estados não há manual de procedimentos contábeis aprovado. Em dois estados o manual de procedimentos aprovado só contempla as informações requeridas para cumprimento de dispositivos legais. Em três estados o manual de procedimentos aprovado contempla as informações requeridas para cumprimento de dispositivos legais e a padronização de lançamentos contábeis. Em um estado o manual de procedimentos aprovado contempla as informações requeridas para cumprimento de dispositivos legais, a padronização de lançamentos contábeis e a elaboração de demonstrações contábeis. 26

27 Em dois estados o manual de procedimentos aprovado contempla as informações requeridas para cumprimento de dispositivos legais, a padronização de lançamentos contábeis, a elaboração e a consolidação de demonstrações contábeis. Em sete estados o manual de procedimentos aprovado contempla as informações requeridas para cumprimento de dispositivos legais, a padronização de lançamentos contábeis, a elaboração, consolidação e análise de demonstrações contábeis. P4) Quanto à institucionalização da área de Contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em cinco estados a área de contabilidade do ente da Federação está formalmente estruturada em texto legal, mas não está formalmente segregada das áreas de execução orçamentária e financeira e de controle interno. Em três estados a área de contabilidade do ente da Federação está formalmente estruturada em texto legal, além de segregada das de execução orçamentária e financeira e de controle interno, mas os cargos efetivos e comissionados não estão alocados à área. Em quatro estados a área de contabilidade do ente da Federação está formalmente estruturada e segregada em texto legal, com os cargos efetivos e comissionados alocados à área sem que as suas atribuições estejam formalmente descritas em texto legal. Em quinze estados a área de contabilidade do ente da Federação está formalmente estruturada e segregada em texto legal, com os seus cargos efetivos e comissionados e suas atribuições formalmente descritas em texto legal. P5) Quanto à posição hierárquica da área central de contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em um estado a área está abaixo do terceiro escalão. Em dezessete estados a área faz parte do terceiro escalão (unidade subordinada a um departamento subordinado a uma Secretaria Estadual). Em nove estados a área central de contabilidade faz parte do segundo escalão (departamento subordinado diretamente a uma Secretaria Estadual ou Distrital). P6) Quanto à avaliação dos processos organizacionais da área de contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Seis estados não foram submetidos à auditoria (interna ou externa) nos últimos cinco anos. Cinco estados foram submetidos à auditoria (interna ou externa) nos últimos cinco anos, mas as ações de auditoria não ocorrem com frequência anual. Sete estados são submetidos à auditoria (interna ou externa) anualmente, mas não há um plano de auditoria. Nove estados são submetidos, anualmente, à auditoria (interna ou externa) cujas ações são orientadas por um plano de auditoria. Gestão Técnico-Contábil P1) Quanto à familiaridade com o processo de Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: O processo de convergência é conhecido em dois estados, mas não em detalhes. O processo de convergência é bem conhecido em um estado, mas não houve participação em palestra, seminário ou treinamento acerca do assunto. 27

28 O processo de convergência é bem conhecido em dezesseis estados, havendo inclusive participação em palestra, seminário ou treinamento acerca do assunto. Pessoas da equipe de onze estados atuam ou atuaram ativamente junto à STN, CFC ou IFAC prestando contribuições relevantes ao processo de convergência. P2) Quanto ao registro dos Créditos Tributários, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Três estados não controlam o lançamento dos créditos tributários em registro próprio da área tributária. Onze estados controlam o lançamento dos créditos tributários em registro próprio da área tributária, mas não fazem seu registro contábil. Quatro estados controlam o lançamento dos créditos tributários em registro da área tributária, fazem o seu registro contábil, mas não há integração entre os setores contábil e tributário, nem ajustes para perdas relacionadas ao crédito. Quatro estados controlam o lançamento dos créditos tributários em registro da área tributária, fazem o seu registro contábil e há integração não informatizada entre os setores contábil e tributário, mas não há registro de ajustes para perdas relacionadas ao crédito. Três estados controlam o lançamento dos créditos tributários em registro da área tributária, fazem o seu registro contábil, têm integração informatizada entre os setores contábil e tributário, mas não há registro de ajustes para perdas relacionadas ao crédito. Dois estados controlam o lançamento dos créditos tributários em registro da área tributária, fazem o seu registro contábil, têm integração informatizada entre os setores contábil e tributário, e há registro de ajustes para perdas relacionadas ao crédito. P3) Quanto ao registro da Dívida Ativa, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Um estado não tem registros patrimoniais referentes à dívida ativa. Treze estados têm registros patrimoniais referentes à dívida ativa, mas não há registro de ajustes para perdas referentes à dívida ativa. Quatro estados têm registros patrimoniais referentes à dívida ativa elaborados por meio de ativos anteriores registrados por competência e realizam o registro de ajustes para perdas referentes à dívida ativa, mas sem a observância à metodologia apresentada no MCASP, tanto para o seu registro quanto para os seus ajustes. Nove estados têm registros patrimoniais referentes à dívida ativa e realizam registro de ajustes para perdas referentes à dívida ativa, com a observância à metodologia apresentada no MCASP para toda a dívida ativa. P4) Quanto ao controle físico e registro contábil do estoque, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Dois estados não registram contabilmente, mas realizam controle físico em sistema informatizado dos seus estoques sem que haja reflexos na contabilidade. Nove estados controlam fisicamente e registram contabilmente seus estoques. O setor de estoques envia informações ao setor de contabilidade, havendo integração entre as áreas, mas não possui sistema informatizado para controle de estoques. Quinze estados controlam fisicamente e registram contabilmente seus estoques. O setor de estoques envia informações ao de contabilidade, havendo integração entre as áreas e um sistema informatizado para o seu controle, mas sem integração informatizada com o sistema de contabilidade (integração por meio de formulários ou planilhas). 28

29 Um estado controla fisicamente e registra contabilmente seus estoques e possui sistema informatizado para controle de estoques, com integração informatizada com o sistema de contabilidade. P5) Quanto ao controle físico e registro contábil do imobilizado, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Sete estados registram contabilmente o imobilizado. Porém não há controle patrimonial individualizado e não é realizada a depreciação ou qualquer outro procedimento de ajuste patrimonial conforme o MCASP. Oito estados registram contabilmente o imobilizado, com controle patrimonial individualizado, mas sem integração entre os setores de patrimônio e contabilidade. Não é feita a depreciação ou qualquer procedimento de ajuste conforme o MCASP. Quatro estados registram contabilmente o imobilizado, com controle patrimonial individualizado e têm integração não informatizada entre os setores de patrimônio e contabilidade. Não fazem a depreciação ou qualquer procedimento de ajuste, conforme o MCASP. Sete estados registram contabilmente o imobilizado, com controle patrimonial individualizado e têm integração não informatizada entre os setores de patrimônio e contabilidade. Fazem depreciação ou outro procedimento de ajuste, conforme o MCASP, em parte do imobilizado. Um estado registra contabilmente o imobilizado, com controle patrimonial individualizado e integração informatizada entre os setores de patrimônio e contabilidade. Faz depreciação ou outro procedimento de ajuste, conforme o MCASP, em parte do imobilizado. Um estado registra contabilmente o imobilizado, com controle patrimonial individualizado e tem integração informatizada entre os setores de patrimônio e contabilidade. Faz depreciação ou outro procedimento de ajuste, conforme o MCASP, de todo o imobilizado. P6) Quanto ao registro do intangível, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Três estados não sabem identificar se há ou não intangível em seu patrimônio. Quatro estados sabem identificar se há ou não intangível em seu patrimônio, mas o sistema de contabilidade e o sistema de controle patrimonial não permitem o seu registro. Dez estados sabem identificar se há ou não intangível em seu patrimônio, o sistema de contabilidade permite o seu registro, mas o sistema de controle patrimonial não permite tal registro. Sete estados sabem identificar se há ou não intangível em seu patrimônio, o sistema de contabilidade e o sistema de controle patrimonial permitem o seu registro, mas não há integração entre os sistemas e a amortização não é realizada. Três estados sabem identificar se há ou não intangível em seu patrimônio, o sistema de contabilidade e o sistema de controle patrimonial permitem o seu registro e estão integrados e a amortização é realizada. P7) Quanto ao registro de passivos, provisões e contingências, a alternativa que melhor descreve a situação do ente é: Em onze estados os passivos são registrados, mas somente quando da liquidação orçamentária, e não há registros de provisões (ex. relativas a demandas judiciais) ou de contingências. Em cinco estados alguns passivos são registrados quando da liquidação e outros por competência (ex. férias, 13º salário), mas não há registro de provisões (ex. relativas a demandas judiciais) ou de contingências. 29

QUESTIONÁRIO SOBRE MATURIDADE DA GESTÃO CONTÁBIL

QUESTIONÁRIO SOBRE MATURIDADE DA GESTÃO CONTÁBIL QUESTIONÁRIO SOBRE MATURIDADE DA GESTÃO CONTÁBIL Você está contribuindo para a elaboração de um diagnóstico nacional sobre o estágio em que se encontram as práticas contábeis. Isso é importante para o

Leia mais

Plano de implantação dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais

Plano de implantação dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais Subsecretaria de Contabilidade Pública Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação Plano de implantação dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais Agenda Processo de Convergência

Leia mais

NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE

NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE CENÁRIO ANTERIOR Gestão Dívida Financeira Pública ORÇAMENTO PUBLICO Contabilidade Receita e Despesa Demonstrativos Contábeis:

Leia mais

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS Apresentação O ano de 2009 encerrou pautado de novas mudanças nos conceitos e nas práticas a serem adotadas progressivamente na contabilidade dos entes públicos de todas as esferas do Governo brasileiro.

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Fonte: Apresentação da Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT do Tesouro Nacional Última Atualização: 14/09/2009 1 Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor

Leia mais

DECRETO N 026 de 28 de março de 2012. O Prefeito de Capão do Leão, Estado do Rio Grande do Sul no uso de suas atribuições: DECRETA

DECRETO N 026 de 28 de março de 2012. O Prefeito de Capão do Leão, Estado do Rio Grande do Sul no uso de suas atribuições: DECRETA DECRETO N 026 de 28 de março de 2012 Institui o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes no Manual de Contabilidade Aplicada ao

Leia mais

A Nova Contabilidade do Setor Público. Conselho Federal de Contabilidade

A Nova Contabilidade do Setor Público. Conselho Federal de Contabilidade A Nova Contabilidade do Setor Público Conselho Federal de Contabilidade 1 Conteúdo: Antecedentes Novo foco da contabilidade Convergência às IPSAS Principais entidades normativas O conjunto das NBC T SP

Leia mais

Transição para Nova Contabilidade. Evandro Buiati. Superintendência de Gestão Técnica SGT

Transição para Nova Contabilidade. Evandro Buiati. Superintendência de Gestão Técnica SGT Transição para Nova Contabilidade Evandro Buiati. Superintendência de Gestão Técnica SGT Agenda Transição para Nova Contabilidade 1 - Como está a transição para Nova Contabilidade? 2 - Quais os benefícios

Leia mais

Seminário de Conscientização 19/11/2013

Seminário de Conscientização 19/11/2013 Seminário de Conscientização 19/11/2013 CONVERGÊNCIA ÀS NORMAS INTERNACIONAIS A Torre de Babel da Contabilidade Somos protagonistas de uma revolução O processo de convergência às normas internacionais

Leia mais

Subsistema de Custos no Setor Público: as contribuições da NBC TSP 16.11

Subsistema de Custos no Setor Público: as contribuições da NBC TSP 16.11 Subsistema de Custos no Setor Público: as contribuições da NBC TSP 16.11 Msc. João Eudes Bezerra Filho Membro do Grupo Assessor das NBCASP CFC Auditor das Contas Públicas TCE/PE Professor do Mestrado da

Leia mais

CUSTOS NO SETOR PÚBLICO SOB A PERSPECTIVA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS

CUSTOS NO SETOR PÚBLICO SOB A PERSPECTIVA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS CUSTOS NO SETOR PÚBLICO SOB A PERSPECTIVA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS João Eudes Bezerra Filho Membro do Grupo Assessor das NBCASP CFC Auditor das Contas Públicas TCE/PE DIAGNÓSTICO: QUANTO À CONTABILIDADE

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO PAULISTA SECRETARIA DE FINANÇAS

PREFEITURA MUNICIPAL DO PAULISTA SECRETARIA DE FINANÇAS PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS ESPECÍFICOS - PARTE III DO MCASP Registro de Procedimentos Contábeis Específicos - FUNDEB Transferências de Recursos e Despe- Contabilização do FUNDEB sas do FUNDEB contabilizados

Leia mais

CRONOGRAMA DE AÇÕES PARA IMPLANTAÇÃO DA CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO CASIMIRO DE ABREU/RJ - PODER LEGISLATIVO

CRONOGRAMA DE AÇÕES PARA IMPLANTAÇÃO DA CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO CASIMIRO DE ABREU/RJ - PODER LEGISLATIVO I - Reconhecimento, mensuração e evidenciação dos créditos, tributários ou não, por competência, e a dívida ativa, incluindo os respectivos ajustes para perdas. de procedimentos e rotinas contábeis para

Leia mais

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, nos

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, nos PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 1937, DE 14 DE AGOSTO DE 2012. Dispõe sobre a divulgação do cronograma de Procedimentos Contábeis Orçamentários (PCO), Procedimentos Contábeis Patrimoniais

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE JURUENA ESTADO DE MATO GROSSO

CÂMARA MUNICIPAL DE JURUENA ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE JURUENA ESTADO DE MATO GROSSO ANEXO I CRONOGRAMA DE AÇÕES E IMPLEMENTAÇÕES DOS PROCEDIMENTOS EXIGIDOS PELAS PORTARIAS Nº. 406/828, DA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL - STN ITEM PRODUTO

Leia mais

DECRETO 011 / 2012. ATENDER aos dispositivos da Portaria nº 828, de 14 de dezembro de 2011, da Secretaria do Tesouro Nacional, e;

DECRETO 011 / 2012. ATENDER aos dispositivos da Portaria nº 828, de 14 de dezembro de 2011, da Secretaria do Tesouro Nacional, e; DECRETO 011 / 2012 Institui o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público MCASP.

Leia mais

10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo

10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo 10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo Plano de Contas Aplicado ao Setor Público CH: 1:20 h Conteúdo: 1. Aspectos gerais do Plano

Leia mais

SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 634, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013.

SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 634, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013. SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 634, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013. Dispõe sobre regras gerais acerca das diretrizes, normas e procedimentos contábeis aplicáveis aos entes da Federação, com vistas

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE IGREJINHA

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE IGREJINHA DECRETO N.º 3.543, DE 28 DE MARÇO DE 2012. Institui o Execução das Atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor

Leia mais

Pontuação homologada para o PEPC - 2014

Pontuação homologada para o PEPC - 2014 100 PORCENTO AUDIT 100 PORCENTO AUDIT AGF CONSULT. E TREIN. EMPRESARIAL AGF CONSULT. E TREIN. EMPRESARIAL AGF CONSULT. E TREIN. EMPRESARIAL AGF CONSULT. E TREIN. EMPRESARIAL AGF CONSULT. E TREIN. EMPRESARIAL

Leia mais

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015.

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece os procedimentos e as normas a serem adotados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual direta e indireta, para o encerramento anual

Leia mais

Adequação do Sistema de Contabilidade Pública: novo plano de contas, competência e custos Subsecretaria de Contabilidade Pública STN/MF

Adequação do Sistema de Contabilidade Pública: novo plano de contas, competência e custos Subsecretaria de Contabilidade Pública STN/MF Adequação do Sistema de Contabilidade Pública: novo plano de contas, competência e custos Subsecretaria de Contabilidade Pública STN/MF MUDANÇAS NA ESTRUTURA CONCEITUAL Demonstrações Contábeis Plano de

Leia mais

A Contabilidade Municipal e as Providências no Último Ano de Mandato. Márcio Henrique Barbosa Maciel de Sousa

A Contabilidade Municipal e as Providências no Último Ano de Mandato. Márcio Henrique Barbosa Maciel de Sousa A Contabilidade Municipal e as Providências no Último Ano de Mandato Márcio Henrique Barbosa Maciel de Sousa Introdução O Processo de transição e a memória administrativa Lei Complementar Estadual nº 260/2014

Leia mais

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação s Possíveis Achados 1 As características da unidade de controle interno atendem aos preceitos normativos e jurisprudenciais? Ato que criou

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA Demonstrações Contábeis José Rafael Corrêa Quanto mais eu sei, mais eu descubro que nada eu sei Sócrates 1 Conceitos CONTABILIDADE INFORMAÇÃO Informação

Leia mais

ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL

ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ PÁGINA: 1 BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO - 2005 ANEXO 14 ATIVO ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL 450.323.096,72 CAIXA 47.294,31 BANCOS CONTA MOVIMENTO 210.194.091,20

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 04 Metodologia para Elaboração do Balanço Patrimonial (Versão publicada em: 23/12/2014)

INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 04 Metodologia para Elaboração do Balanço Patrimonial (Versão publicada em: 23/12/2014) REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 15 de Novembro de 1889 MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 04 Metodologia para Elaboração do Balanço Patrimonial

Leia mais

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências.

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013 Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. (Publicado no DOE de 10 de abril de 2013) O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS E ATUARIAS NOS RPPS. Professor João Eudes Bezerra Filho

PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS E ATUARIAS NOS RPPS. Professor João Eudes Bezerra Filho PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS E ATUARIAS NOS RPPS Professor João Eudes Bezerra Filho DIAGNÓSTICO: CENÁRIO ATUAL DIMENSÃO CONTABILIDADE PATRIMONIAL ATIVO FINANCEIRO ATIVO FINANCEIRO Disponível Caixa (Tesouraria)

Leia mais

Informações sobre as novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Mudanças e Desafios para a contabilidade pública

Informações sobre as novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Mudanças e Desafios para a contabilidade pública Informações sobre as novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Mudanças e Desafios para a contabilidade pública Marcus Vinicius P. de Oliveira Contador, Administrador, Especialista

Leia mais

NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO. A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP.

NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO. A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP. NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP. A CONTADORIA GERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Entendendo a estrutura administrativa

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 08 Metodologia para Elaboração da Demonstração dos Fluxos de Caixa (Versão publicada em: 23/12/2014)

INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 08 Metodologia para Elaboração da Demonstração dos Fluxos de Caixa (Versão publicada em: 23/12/2014) REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 15 de Novembro de 1889 MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 08 Metodologia para Elaboração da Demonstração dos Fluxos

Leia mais

Custos no Serviço Público. Brasília DF 18 DE SETEMBRO DE 2014

Custos no Serviço Público. Brasília DF 18 DE SETEMBRO DE 2014 Custos no Serviço Público Brasília DF 18 DE SETEMBRO DE 2014 1 Objetivos do Gestor BUSCA CONSTANTE Eficiência no uso dos recursos públicos Eficácia no atingimento das metas (quantidade e qualidade) Efetividade

Leia mais

MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO

MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO PARTE GERAL Aplicado à União, Estados, Distrito Federal e Municípios Válido para o exercício de 2013

Leia mais

- Resolução TC nº 257, de 07 de março de 2013 Altera os dispositivos da Resolução TC nº 227/2011.

- Resolução TC nº 257, de 07 de março de 2013 Altera os dispositivos da Resolução TC nº 227/2011. técnico atuarial do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos do município de Vila Velha. - Lei Complementar Municipal nº 021, de 17 de janeiro de 2012 Institui o plano de custeio da

Leia mais

Manual de Contabilidade Aplicada no Setor Público: Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Manual de Contabilidade Aplicada no Setor Público: Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Manual de Contabilidade Aplicada no Setor Público: Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT Última Atualização: 12/01/2010 Programa do Módulo 2 1. Plano de

Leia mais

Cronograma de ações dos procedimentos contábeis patrimoniais e específicos adotados e a serem implementados até 2014

Cronograma de ações dos procedimentos contábeis patrimoniais e específicos adotados e a serem implementados até 2014 e específicos adotados e a serem implementados até 2014 O Município de Passo Fundo institui o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes

Leia mais

DECRETO EXECUTIVO N 022/13, de 24 de maio de 2013.

DECRETO EXECUTIVO N 022/13, de 24 de maio de 2013. DECRETO EXECUTIVO N 022/13, de 24 de maio de 2013. Altera o Decreto nº 016/2012, que instituiu o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos

Leia mais

ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS

ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás TCE/GO Auditor de Controle Externo Área Controle Externo ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS Língua Portuguesa Ortografia oficial... 01 Acentuação

Leia mais

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG CONCURSO: APO/MPOG/2010 66. (ESAF APO/MPOG/2010) Assinale a opção verdadeira a respeito do objeto, regime e campo de aplicação da contabilidade

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE CANTAGALO Secretaria Municipal de Governo e Planejamento

Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE CANTAGALO Secretaria Municipal de Governo e Planejamento 1 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL GUIA PRÁTICO PARA O CIDADÃO O que é a LRF? A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), ou Lei Complementar nº 101, é o principal instrumento regulador das contas públicas no

Leia mais

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Do Município de Carlos Barbosa, do Exercício de 2013, de forma consolidada.

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Do Município de Carlos Barbosa, do Exercício de 2013, de forma consolidada. Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Do Município de Carlos Barbosa, do Exercício de 2013, de forma consolidada. NOTA 1 - Contexto Operacional A administração direta desta municipalidade compreende

Leia mais

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.1 - CONCEITUAÇÃO, OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO A Contabilidade Pública aplica, no processo gerador de informações, os princípios

Leia mais

Subação Produto Responsável Prazo Final Situação Atual Finanças/tesouraria/contabilidade 31/12/2014 Não iniciada

Subação Produto Responsável Prazo Final Situação Atual Finanças/tesouraria/contabilidade 31/12/2014 Não iniciada Resolução TC nº 02/2014 ANEXO V CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS NOVAS REGRAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO (PODER EXECUTIVO) PROCEDIMENTOS CONTABEIS ESPECIFICOS - PARTE III DO MCASP Registro de Procedimentos

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis Contabilidade Pública Aula 4 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Plano de Contas Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão Consiste em um rol ordenado de forma sistematizada de contas

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 09/2014

NOTA TÉCNICA Nº 09/2014 NOTA TÉCNICA Nº 09/2014 Brasília, 4 de abril de 2014. ÁREA: Contabilidade Municipal TÍTULO: Tratamento Contábil das Despesas do Programa Mais Médicos REFERÊNCIA(S): Portaria SGTES nº 30, de 12/02/2014

Leia mais

ENCONTRO TÉCNICO MCASP - Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público

ENCONTRO TÉCNICO MCASP - Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público SISTEMA INTEGRADO DE CONTROLE E AUDITORIA PÚBLICA - SICAP/CONTÁBIL ENCONTRO TÉCNICO MCASP - Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público Portaria Conjunta STN/SOF nº 02/2012 Portaria STN nº 437/2012

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado de Rondônia

Tribunal de Contas do Estado de Rondônia INSTRUÇÃO NORMATIVA N. 30/TCE/RO-2012 Determina aos Pores e Órgãos estaduais e municipais do Estado Rondônia a adoção obrigatória do Plano Contas, das Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público

Leia mais

Município de Carmo do Paranaíba CNPJ: 18.602.029/0001-09

Município de Carmo do Paranaíba CNPJ: 18.602.029/0001-09 DECRETO MUNICIPAL N.º 3.427, DE 27 DE JUNHO DE 2012 Define o cronograma de ações para implantação da Contabilidade Aplicada ao Setor Público no Município de Carmo do Paranaíba O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRINHOS DO SUL DECRETO Nº 1.700

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRINHOS DO SUL DECRETO Nº 1.700 DECRETO Nº 1.700 700/20 2012. Institui o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor

Leia mais

DECRETO N.º 098/12 DE 16 DE MAIO DE 2012

DECRETO N.º 098/12 DE 16 DE MAIO DE 2012 DECRETO N.º 098/12 DE 16 DE MAIO DE 2012 INSTITUI o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes no Manual de Contabilidade Aplicada

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL (LRF) Atualizado até 13/10/2015 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tem como base alguns princípios,

Leia mais

Capacitação em Elaboração e Análise dos Demonstrativos Fiscais no Setor Público. de Contabilidade

Capacitação em Elaboração e Análise dos Demonstrativos Fiscais no Setor Público. de Contabilidade Capacitação em Elaboração e Análise dos Demonstrativos Fiscais no Setor Público Secretaria do Tesouro Nacional Conselho Federal de Contabilidade Abril 2011 Atendimento ao Disposto Legal LRF Art. 64 1º

Leia mais

Análise de Balanços. Flávia Moura

Análise de Balanços. Flávia Moura Análise de Balanços Flávia Moura 1 Tópicos para Reflexão O que é análise de balanços? A análise de balanços consiste em proceder a investigações dos fatos com base nos dados Para que serve a análise de

Leia mais

Análise Contábil do Relatório de

Análise Contábil do Relatório de Análise Contábil do Relatório de Controle Interno Gerência de Contabilidade Centralizada Diretoria de Contabilidade Geral Flávio van GEORGE Rocha Sir. Flávio van GEORGE Rocha Composição do Relatório: 1.

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE ALAGOAS VII ENCONTRO DE CONTABILIDADE DO AGRESTE ALAGOANO NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO Fernando Carlos Almeida MAIO - 2014 Contabilidade

Leia mais

DECRETO MUNICIPAL N.º 1.186/2012 Novo Tiradentes/RS, 27 de março de 2012.

DECRETO MUNICIPAL N.º 1.186/2012 Novo Tiradentes/RS, 27 de março de 2012. DECRETO MUNICIPAL N.º 1.186/2012 Novo Tiradentes/RS, 27 de março de 2012. INSTITUI O CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DAS ATIVIDADES A SEREM IMPLEMENTADAS PARA O ATENDIMENTO INTEGRAL DOS DIS- POSITIVOS CONSTANTES

Leia mais

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias A ARTE DE GOVERNAR (segundo Matus) PROJETO DE GOVERNO SABER ARTICULAR GOVERNABILIDADE GOVERNANÇA Plano de Governo: Base do Planejamento

Leia mais

Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF. Selene Peres Peres Nunes

Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF. Selene Peres Peres Nunes Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF Selene Peres Peres Nunes 03/8/2015 Por que avaliação de custos no setor público? possível realocação orçamentária (uso no orçamento) onde podem ser realizados

Leia mais

Lei de Responsabilidade Fiscal

Lei de Responsabilidade Fiscal AOF Lei de Responsabilidade Fiscal PLANEJAMENTO Lei de Diretrizes Orçamentárias Lei Orçamentária Anual Execução Orçamentária e do Cumprimento das Metas RECEITA PÚBLICA Previsão e da Arrecadação Renúncia

Leia mais

Nota Técnica nº 5/2013/CCONF/SUCON/STN/MF-DF

Nota Técnica nº 5/2013/CCONF/SUCON/STN/MF-DF Ministério da Fazenda Secretaria do Tesouro Nacional Subsecretaria de Contabilidade Pública Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação Nota Técnica nº 5/2013/CCONF/SUCON/STN/MF-

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.638, DE 28 DEZEMBRO DE 2007. Mensagem de veto Altera e revoga dispositivos da Lei n o 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e

Leia mais

PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO 2013

PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO 2013 PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO 2013 Patrícia Dutra Auditora Pública Externa - Contadora A LRF instituiu a necessidade do Poder Executivo da União realizar, anualmente, a consolidação nacional

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA

NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA 1. CONTEXTO ORGANIZACIONAL O Tribunal de Contas é um órgão com autonomia orçamentária e financeira de auxílio ao

Leia mais

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS OBJETIVOS Dotar as Promotorias de Justiça

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO CRC-DF DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO Domingos Poubel de Castro Brasília/DF, 18 de Maio de 2012 NECESSIDADES PERMANENTES DO GESTOR INFORMAÇÕES CONTROLE Cenário Externo 0800 570 0800

Leia mais

CISÃO PARCIAL DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS - ASPECTOS CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIOS

CISÃO PARCIAL DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS - ASPECTOS CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIOS CISÃO PARCIAL DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS - ASPECTOS CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIOS Por Ivan Pinto A cisão de uma Entidade sem Fins Lucrativos não implica na extinção da entidade cindida, uma vez que a própria

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

Execução Orçamentária e Financeira

Execução Orçamentária e Financeira Execução Orçamentária e Financeira Introdutório aos cursos dos Sistemas de Contabilidade e Gastos Públicos Setembro / 2008 Administração Pública Classifica-se, conforme a CF/88 em: Administração Direta

Leia mais

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil R I S C O S F I S C A I S (Artigo 4º, 3º da Lei Complementar nº 101/2000) A Lei Complementar n.º 101 de 2002 Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelece que a Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá o Anexo

Leia mais

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA: CONTROLADORIA E AUDITORIA Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA: CONTROLADORIA E AUDITORIA Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu MBA EM GESTÃO FINANCEIRA: CONTROLADORIA E AUDITORIA Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu Coordenação Acadêmica: Prof. José Carlos Abreu, Dr. 1 OBJETIVO: Objetivos Gerais: Atualizar e aprofundar

Leia mais

Patrimônio Público Tratativas Contábeis. Palestrante: Nilton Cordoni Junior cordoniconsultoria@yahoo.com.br ncordoni@institutoion.com.

Patrimônio Público Tratativas Contábeis. Palestrante: Nilton Cordoni Junior cordoniconsultoria@yahoo.com.br ncordoni@institutoion.com. Patrimônio Público Tratativas Contábeis cordoniconsultoria@yahoo.com.br ncordoni@institutoion.com.br Legislação Padronização Internacional da Contabilidade no Controle do Patrimônio: IFAC Federação Internacional

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.137/08 Aprova a NBC T 16.10 Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA INSTRUÇÃO NORMATIVA SFI: 01/2014 Versão nº: 01 Data da Aprovação: 31/03/2014 Ato de Aprovação: Decreto Municipal nº 074/2014. Unidade Responsável: Departamento Financeiro da Secretaria Municipal de Finanças

Leia mais

RESOLUÇÃO TC Nº 19/2014 ANEXO VII CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS NOVAS REGRAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO (PODER LEGISLATIVO)

RESOLUÇÃO TC Nº 19/2014 ANEXO VII CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS NOVAS REGRAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO (PODER LEGISLATIVO) RESOLUÇÃO TC Nº 19/2014 ANEXO VII CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS NOVAS REGRAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO (PODER LEGISLATIVO) PROCEDIMENTOS CONTABEIS PATRIMONIAIS - PARTE II DO MCASP Ação Reconhecimento,

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ALCANCE 1.... estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

MANUAL DE NAVEGAÇÃO DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DO PODER EXECUTIVO DE SANTA CATARINA

MANUAL DE NAVEGAÇÃO DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DO PODER EXECUTIVO DE SANTA CATARINA MANUAL DE NAVEGAÇÃO DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DO PODER EXECUTIVO DE SANTA CATARINA Versão 1.3 - março de 2013 Permitida a reprodução desde que citada a fonte 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 5 1. SOBRE O PORTAL...

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei. (*) Os textos contidos nesta base de dados têm caráter meramente informativo. Somente os publicados no Diário Oficial estão aptos à produção de efeitos legais. LEI Nº 3.545, DE 17 DE JULHO DE 2008. Publicada

Leia mais

Implantação do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público PCASP. A experiência do Estado do Rio Grande do Sul.

Implantação do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público PCASP. A experiência do Estado do Rio Grande do Sul. Implantação do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público PCASP. A experiência do Estado do Rio Grande do Sul. Público Alvo: Servidores de Prefeituras do Estado do Rio Grande do Sul que atuam na área contábil.

Leia mais

INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013 INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas entidades fechadas de previdência complementar na divulgação de informações aos participantes e assistidos

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 1. Apresentação. Aula 1. Conceitos e definições. Bases legais. Contabilidade Pública.

Contabilidade Pública. Aula 1. Apresentação. Aula 1. Conceitos e definições. Bases legais. Contabilidade Pública. Contabilidade Pública Aula 1 Apresentação Prof. Adilson Lombardo Aula 1 Conceitos e definições Bases legais Contabilidade Pública Orçamento Público Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas 16 Normas

Leia mais

NOTA TÉCNICA N. 17/2014 Brasília, 4 de julho de 2014.

NOTA TÉCNICA N. 17/2014 Brasília, 4 de julho de 2014. NOTA TÉCNICA N. 17/2014 Brasília, 4 de julho de 2014. ÁREA: Contabilidade Municipal TÍTULO: Contabilização do recurso financeiro transferido para o Município destinado a educação em tempo integral REFERÊNCIA:

Leia mais

ATO Nº 61/2015. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 61/2015. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 61/2015 Aprova alteração no Plano de Auditoria de Longo Prazo PALP Quadriênio 2014/2017, no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA

Leia mais

DECRETO LEGISLATIVO Nº 002/2012

DECRETO LEGISLATIVO Nº 002/2012 DECRETO LEGISLATIVO Nº 002/ Institui o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Município de Palmares do Sul DECRETO N.º 4643, DE 28 DE MARÇO DE 2012.

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Município de Palmares do Sul DECRETO N.º 4643, DE 28 DE MARÇO DE 2012. DECRETO N.º 4643, DE 28 DE MARÇO DE 2012. Institui o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes no Manual de Contabilidade Aplicada

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração da NBC T 1 citada nesta Norma para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL. RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.213/09 Aprova a NBC TA 320 Materialidade no Planejamento e

Leia mais

II Congresso: Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público SISTEMÁTICA DE CUSTOS DO SEBRAE

II Congresso: Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público SISTEMÁTICA DE CUSTOS DO SEBRAE SEBRAE II Congresso: Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público SISTEMÁTICA DE CUSTOS DO SEBRAE Domingos Poubel de Castro Domingos.poubel@globo.com 0800 570 0800 / www.sebrae.com.br FASES

Leia mais

Cronograma de Ações para Implantação da Contabilidade Aplicada ao Setor Publica da Câmara Municipal de Pedra Preta - MT

Cronograma de Ações para Implantação da Contabilidade Aplicada ao Setor Publica da Câmara Municipal de Pedra Preta - MT Cronograma de Ações para da Contabilidade Aplicada ao Setor Publica da Câmara Municipal de Pedra Preta - MT - Considerando que a Portaria STN 828/2011 estabeleceu o prazo de até 31 de março de 2012; -

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE TÉCNICAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBCT SP

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE TÉCNICAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBCT SP NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE TÉCNICAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBCT SP O Papel e a Missão do CFC: (1) No processo de adoção, no Brasil, do paradigma científico para a Contabilidade Aplicada ao

Leia mais

4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle

4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle 4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle Luís Eduardo Vieira Superintendência de Gestão Técnica SGT Financeira e Controle. Introdução A transparência

Leia mais

PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE. www.ucp.fazenda.gov.br

PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE. www.ucp.fazenda.gov.br COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE www.ucp.fazenda.gov.br PROGRAMAS EM ANDAMENTO Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros - PNAFM

Leia mais

Etapas para a elaboração do Balanço Patrimonial e consequentemente, das Demonstrações Financeiras.

Etapas para a elaboração do Balanço Patrimonial e consequentemente, das Demonstrações Financeiras. Etapas para a elaboração do Balanço Patrimonial e consequentemente, das Demonstrações Financeiras. Prof. MSc. Wilson Alberto Zappa Hoog Resumo: Apresenta-se uma breve análise sobre as vinte etapas para

Leia mais

PODER EXECUTIVO ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL

PODER EXECUTIVO ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL a) formulação, implantação e avaliação de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sócio-econômico e

Leia mais

PORTARIA Nº 1.725-SF

PORTARIA Nº 1.725-SF PORTARIA Nº 1.725-SF Estabelece o cronograma de ações para a implementação de Procedimentos Contábeis Patrimoniais e Específicos a serem adotados até final do exercício financeiro de 2014 e dá outras providências.

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Aula 01 MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Abordaremos os seguintes pontos: 01.03.03 reconhecimento da receita orçamentária. 01.03.03.01 relacionamento do regime orçamentário com o regime

Leia mais

RESOLUÇÃO T.C. Nº 16, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2012.

RESOLUÇÃO T.C. Nº 16, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2012. ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE CONTAS RESOLUÇÃO T.C. Nº 16, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2012. Estabelece normas relativas à composição das contas anuais do Governador, nos termos do Regimento Interno do Tribunal

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRACEMA 2014 CONTADOR PROVA OBJETIVA

PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRACEMA 2014 CONTADOR PROVA OBJETIVA 1 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1) Os poderes legislativo, executivo e judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno. A finalidade que NÃO integra atribuição constitucional do controle

Leia mais

O REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA NO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO. São Gonçalo, 14 de dezembro de 2005

O REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA NO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO. São Gonçalo, 14 de dezembro de 2005 O REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA NO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO São Gonçalo, 14 de dezembro de 2005 Diagnóstico do Regime Próprio / IPASG (Administrativo, Operacional, Jurídico, Atuarial); Adoção de um Modelo

Leia mais

A Contabilidade Aplicada ao Setor Público: Dimensão Patrimonial e Ambiente da Convergência

A Contabilidade Aplicada ao Setor Público: Dimensão Patrimonial e Ambiente da Convergência A Contabilidade Aplicada ao Setor Público: Dimensão Patrimonial e Ambiente da Convergência 1 Professor João Eudes Bezerra Filho ATIVO FINANCEIRO 305.000,00 PASSIVO FINANCEIRO 115.000,00 ATIVO FINANCEIRO

Leia mais