Esse AD dá samba. Em artigos recentes na Linux

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Esse AD dá samba. Em artigos recentes na Linux"

Transcrição

1 Integração entre Samba e Active Directory com Shell Script CAPA Esse AD dá samba O Samba foi feito, em parte, para conversar adequadamente com o Active Directory. Veja como usar scripts shell para fazer essa conversa fluir. por Miguel Mucio Santos Moreira Gabriel Negreiros Em artigos recentes na Linux Magazine, vimos como integrar o Linux ao Active Directory de duas formas: a primeira via Samba, Kerberos e Winbind [1], e a outra via Likewise Open [2], uma interface gráfica que facilita a configuração dessa integração. Esses artigos contemplaram o Linux como uma estação de trabalho. Para implementar essa integração num servidor de arquivos Samba, a situação se torna mais complicada; afinal, se criarmos usuários e grupos no AD e utilizarmos um servidor de arquivos Samba, como faremos Listagem 1: Arquivo smb.conf 01 [global] 02 workgroup = NETTEO 03 server string = Servidor de Arquivos 04 netbios name = center 05 security = ads 06 password server = server.netteo.com.br 07 realm = NETTEO.COM.BR 08 encrypt passwords = yes 09 wins server = server.netteo.com.br 10 idmap uid = idmap gid = template shell = /bin/false 13 winbind enum users = yes 14 winbind enum groups = yes 15 winbind use default domain = yes 16 winbind separator = + 17 directory mask = create mask = 0660 para que as pastas, permissões e compartilhamentos sejam gerados de forma automática? Este artigo possui o intuito de mostrar, em sua grande maioria, a parte prática dessa integração que será executada por meio do Samba, do Winbind, do Kerberos e uma boa dose de scripts shell. A distribuição utilizada para escrevê-lo foi Red Hat Enterprise Linux, mas a solução deve funcionar sem problema algum no Fedora e no CentOS. Mão na massa Primeiramente, precisamos configurar o sistema para que ele consiga resolver o nome DNS do servidor Kerberos Windows 2003, seja por meio do servidor DNS da rede, seja com auxílio do arquivo /etc/hosts. Em seguida, devemos configurar o Samba, que é um conjunto de ferramentas incluindo um daemon que permite que máquinas Windows e Linux se comuniquem por meio dos protocolos SMB (Server Message Block) e CIFS (Commom Internet File System), sendo o principal responsável pela integração proposta. Vamos à listagem 1, que mostra o arquivo smb.conf e seus principais parâmetros. O parâmetro workgroup deve receber o valor do nome do domínio no caso, NETTEO. O item security = ads faz com que o Linux repasse a senha para o controlador de domínio do AD. O valor de wins server deve receber o nome do servidor do AD, e os parâmetros idmap uid e idmap gid se referem aos IDs que serão atribuídos aos usuários e grupos presentes no Active Directory. Após a configuração do Samba, devemos configurar o Kerberos e o NSS (Name Service Switch). O Kerberos é um protocolo de autenticação de rede projetado para prover autenticação robusta para aplicações cliente/servidor por meio de chaves criptografadas. Ele trabalha com uma área denominada realm ou domínio, área essa que possui os clientes Kerberos e o Centro de Distribuição de Chaves, composto por um servidor de autenticação (AS) e um servidor de tíquetes (TS). Como o nosso servidor exercerá a função de cliente Kerberos, precisaremos configurar somente o arquivo /etc/krb5.conf. Para isso, modifique o arquivo de acordo com a listagem 2. A seção logging contém a relação de locais onde os componentes do Kerberos irão gerar seus logs. Na seção libdefaults, o principal parâme- 42

2 Samba e AD CAPA tro é default_realm, responsável por identificar qual será o realm padrão utilizado pelo cliente Kerberos. A seção realms é onde devemos especificar quais são os realms existentes em nossa rede. A seção domain_realm faz o mapeamento entre domínios DNS e domínios Kerberos. Por fim, a seção appdefaults contém os valores padrão que podem ser utilizados por aplicações do Kerberos. Feita essa configuração, devemos testar a conexão com algum usuário do domínio: kinit usuário do domínio Se o comando não retornar nenhum dado na tela, poderemos executar o comando klist para verificar se o tíquete foi realmente emitido. A saída do comando mostrará algumas informações, tais como o usuário que solicitou o tíquete e a sua validade. O NSS é o responsável pelo controle de como um cliente ou aplicativo obtém informações relacionadas a usuários pela rede. Devemos configurá-lo no arquivo /etc/nsswitch. conf, definindo o parâmetro winbind nos bancos de dados passwd e group,e fazendo com que o NSS, juntamente com o winbind, mapeie os usuários e grupos do Windows, definindo UIDs e GIDs válidos no ambiente Linux. Por isso devemos ter a certeza de que, se criarmos usuários e grupos localmente no Linux por algum motivo por exemplo, um usuário de FTP, devemos fazer com que o Linux não use os mesmos IDs que estão sendo usados pelo Winbind/ NSS e que foram configurados no Samba. Por essa razão, vamos editar o arquivo /etc/login.defs (listagem 3), responsável pelo padrão usado pelos comandos useradd e groupadd, e alterar os valores necessários. Como os IDs que foram definidos no Samba para uso do Winbind estão no intervalo de a , podemos usar qualquer faixa diferente desta para usuários locais. Vale ressaltar que o winbind trabalha com um sistema de cache para os usuários e grupos. Sendo assim, caso haja necessidade de que toda alteração feita no Active Directory seja refletida imediatamente no servidor de arquivos, devemos alterar a execução do serviço para que ele possa ser executado sem cache. Para isso vamos editar o arquivo /etc/init.d/winbind na seção start e modificar a linha daemon winbind $WINBINDOPTIONS, definindo o parâmetro -n, como na listagem 4. O arquivo de controle dos IDs dos usuários Windows que estão sendo mapeados no Linux é /var/cache/samba/winbind.tdb. Esse arquivo deve possuir uma rotina de becape, pois se ele for corrompido poderemos ter problemas com os IDs, uma vez que a criação de um novo arquivo pode ocasionar em IDs diferentes daqueles definidos anteriormente. Para realizar esse becape, lançaremos mão de um utilitário do pró- Listagem 2: Arquivo /etc/krb5.conf 01 [logging] 02 default = FILE:/var/log/krb5libs.log 03 kdc = FILE:/var/log/krb5kdc.log 04 admin_server = FILE:/var/log/kadmind.log [libdefaults] 07 default_realm = NETTEO.COM.BR 08 dns_lookup_realm = false 09 dns_lookup_kdc = true [realms] 12 NETTEO.COM.BR = { 13 kdc = admin_server = default_domain = netteo.com.br 16 } [domain_realm] 19.netteo.com.br = NETTEO.COM.BR 20 netteo.com.br = NETTEO.COM.BR [kdc] 23 profile = /var/kerberos/krb5kdc/kdc.conf [appdefaults] 26 pam = { 27 debug = false 28 ticket_lifetime = renew_lifetime = forwardable = true 31 krb4_convert = false 32 } Exemplo 3: Arquivo /etc/login.defs # Min/max values for automatic # uid selection in useradd # UID_MIN 500 UID_MAX 1000 # # Min/max values for automatic # gid selection in groupadd # GID_MIN 500 GID_MAX 1000 Exemplo 4: Trecho do arquivo /etc/init.d/winbind start() { KIND= Winbind echo -n $ Starting $KIND services: daemon winbindd -n $WINBINDOPTIONS RETVAL=$? echo [ $RETVAL -eq 0 ] && touch /var/lock/subsys/winbindd RETVAL=1 return $RETVAL } Linux Magazine #56 Julho de

3 CAPA Samba e AD Figura 1 O authconfig permite ativar o uso do Winbind para autenticação. Figura 2 Ainda no authconfig, é fácil configurar os demais parâmetros de autenticação via Winbind. prio Samba, chamado tdbbackup, específico para essa solução. Além disso, ele possui a vantagem de tentar recuperar um arquivo caso este esteja corrompido. Sua sintaxe é bem simples: tdbbackup -s sufixobecape arquivo tdbbackup -v arquivocorrompido Apesar de toda essa configuração, nosso servidor Samba ainda não é membro do domínio NETTEO, por isso devemos inseri-lo no domínio. net ads join U Administrator Reinicie os serviços do Samba e do Winbind. Em seguida, vamos listar os usuários e grupos do domínio para verificar se está tudo em ordem. wbinfo u wbinfo g Mesmo que os comandos acima retornem os usuários e grupos do AD, o Linux ainda não está preparado para autenticar os usuários que acessarão os compartilhamentos. Por isso, devemos configurar o PAM (Pluggable Authentication Modules), modificando-o para que consiga validar os usuários e seus respectivos grupos por meio do Winbind. No caso da distribuição utilizada no ambiente proposto, basta executar o comando authconfig e habilitar os parâmetros Utilizar Winbind e Utilizar Autenticação Winbind (figura 1). Na próxima tela (figura 2), basta confirmar a opção OK, pois o restante da configuração já está efetivado. Caso seja desejável habilitar manualmente esses parâmetros, basta editar o arquivo /etc/pam.d/systemauth e alterá-lo conforme as linhas 6, 10 e 14 da listagem 5. Vale ressaltar que nos comentários da descrição do arquivo system-auth, ele recomenda que se utilize o authconfig em vez de se editar manualmente o arquivo. Para verificar se a configuração citada anteriormente foi efetivada, basta executar o comando getent passwd. Se o comando retornar os usuários cadastrados no Active Directory, significa que a configuração foi bem sucedida. Poderoso shell Agora sim vamos para a parte interessante e que é o coração de toda a automatização da nossa integração: os scripts que controlam a criação das pastas, dos compartilhamentos e também das permissões dos nossos grupos e usuários. Três scripts e alguns arquivos são responsáveis por toda essa automatização e possuem um diretório padrão já predeterminado. Caso haja necessidade de alterar o caminho, basta alterar o arquivo parametros. Os scripts supõem que cada usuário e grupo no AD deve ter uma pasta e um compartilhamento no servidor 44

4 Samba e AD CAPA Listagem 5: Arquivo /etc/pam.d/system-auth 01 #%PAM # This file is auto-generated. 03 # User changes will be destroyed the next time authconfig is run. 04 auth required /lib/security/$isa/pam_env.so 05 auth sufficient /lib/security/$isa/pam_unix.so likeauth nullok 06 auth sufficient /lib/security/$isa/pam_winbind.so use_first_pass 07 auth required /lib/security/$isa/pam_deny.so account required /lib/security/$isa/pam_unix.so broken_shadow 10 account sufficient /lib/security/$isa/pam_succeed_if.so uid < 100 quiet 11 account [default=bad success=ok user_unknown=ignore] /lib/security/$isa/pam_winbind.so 12 account required /lib/security/$isa/pam_permit.so password requisite /lib/security/$isa/pam_cracklib.so retry=3 15 password sufficient /lib/security/$isa/pam_unix.so nullok use_authtok md5 shadow 16 password sufficient /lib/security/$isa/pam_winbind.so use_authtok 17 password required /lib/security/$isa/pam_deny.so session required /lib/security/$isa/pam_limits.so 20 session required /lib/security/$isa/pam_unix.so de arquivos. Se for necessário criar grupos e usuários sem compartilhamentos, basta editar alguns arquivos de controle que serão detalhados posteriormente. Após todo o processo de integração e após obter a devida cópia dos arquivos nos respectivos diretórios que estão definidos no arquivo parametros, devemos executar o script scriptad.sh (listagem 6, disponível em [3]), responsável pela criação das pastas e dos compartilhamentos iniciais do servidor Samba. Porém, como sabemos, o AD possui alguns usuários que executam determinadas tarefas do Windows, como a conta krbtgt, que contém as chaves para o serviço Centro de Distribuição de Chaves, e alguns grupos como o domain users, que é o grupo padrão dos usuários do domínio, sendo que estes não necessitam de compartilhamentos no nosso servidor Samba. Sendo assim, nessa primeira execução deveremos inserir esses usuários e grupos diretamente em scriptad. sh, na linha 26, que é a parte responsável por esse controle. Na listagem 6 vemos a inclusão dos grupos e dos usuários no servidor de arquivos, sendo que para a inclusão dos usuários o script cria as pastas no sistema de arquivos, define as permissões necessárias e gera a mensagem de inclusão do usuário. Na inclusão dos grupos, após criar as pastas e definir as permissões necessárias no sistema de arquivos, o script cria também uma seção de compartilhamento do grupo no arquivo smb. conf. Podemos observar também que o script gera um arquivo de becape do smb.conf no diretório /etc/samba/ smbold/, que deve ser criado manualmente antes da execução do script. A execução da inclusão dos usuários não necessita da criação de uma seção do compartilhamento para Listagem 6: Criação de usuários em scriptad.sh 13 until [ $SN == sim -o $SN == nao ]; 14 do 15 read -p Primeira execuçao do Script?(sim/ nao): SN 16 done 17 if [ $SN == sim ]; then 18 pidof winbindd > /dev/null && pidof smbd > / dev/null 19 if [ $? -eq 0 ]; then 20 echo $MSG02 21 wbinfo -u >&- 2> /dev/null 22 if [ $? -eq 0 ]; then 23 echo $MSG03 24 echo $MSG04 25 # Gerando arquivos de usuarios/grupos 26 wbinfo -u grep \(administrator\ guest \ support_388945a0\ krbtgt\) > $SCRIPTUSER/users_bultin && wbinfo -g grep \(BUILTIN+users\ BUILTIN+administrators\ domain*\ schema admins\ enterprise admins\ group policy creator owners\ dnsupdateproxy\) > $SCRIPTGROUP/groups_bultin 27 if [ $? -eq 0 ]; then 28 echo $MSG05 29 wbinfo -u grep -v $\$ grep -v -f $SCRIPTUSER/users_ bultin > $SCRIPTUSER/users && wbinfo -g grep -v -f $SCRIPTGROUP/ groups_bultin > $SCRIPTGROUP/groups Linux Magazine #56 Julho de

5 CAPA Samba e AD Listagem 7: Trecho de userscript.sh para controle de usuários 43 for linedelnovo in `cat $SCRIPTUSER/usersnew` 44 do 45 if [ $linedelatual = $linedelnovo ]; then 46 user=0 47 break 48 else 49 user=1 50 fi 51 done 52 if [ $user -ne 0 ]; then 53 excluiusuario 54 fi 55 done mv $SCRIPTUSER/usersnew $SCRIPTUSER/users echo $MSG16 $linedelatual >> $LOGPATH/scriptuser 111 tar czvf $BKPPATH/$linedelatual.tar.gz $HOMEDIR/$linedelatual 112 if [ $? -eq 0 ]; then 113 echo Backup usuario $linedelatual executado COM sucesso >> $LOGPATH/scriptuser 114 rm -rf $HOMEDIR/$linedelatual 115 else 116 echo Backup usuario $linedelatual executado SEM sucesso favor verificar >> $LOGPATH/ scriptuser 117 fi 118 } adicionausuario() { 121 echo $MSG07 $lineaddnovo >> $LOGPATH/scriptuser Listagem 8: Trecho de groupscript.sh para controle de grupos 26 for lineaddnovogroup in `cat $SCRIPTGROUP/groupsnew` 27 do 28 for lineaddatualgroup in `cat $SCRIPTGROUP/groups` 29 do 30 if [ $lineaddnovogroup = $lineaddatualgroup ]; then 31 group=0 32 break 33 else 34 group=1 35 fi 36 done 37 if [ $group -ne 0 ]; then 38 adicionagrupo 39 fi 40 done 41 # Validacao exclusao grupo # Gerando backup smb.conf 111 cat /etc/samba/smb.conf > /etc/samba/smbold/smb. conf.`date awk -F {print $1 - $3 - $2 - $6 - $4} ` 112 mkdir $GRUPODIR/$lineaddnovogroup 113 chmod 770 $GRUPODIR/$lineaddnovogroup 114 chown :$lineaddnovogroup $GRUPODIR/$lineaddnovogroup 115 echo $MSG08 $lineaddnovogroup >> $LOGPATH/ scriptgroup 116 echo # Compartilhamento $lineaddnovogroup gerado por script `date` >> /etc/samba/smb.conf 117 echo [$lineaddnovogroup] >> /etc/samba/smb.conf 118 echo valid users = +$DOMINIO+$lineaddnovogroup >>/etc/samba/smb.conf 119 echo read only = no >> /etc/samba/smb.conf 120 echo force group = $lineaddnovogroup >> /etc/samba/smb.conf 121 echo browseable = yes >> /etc/samba/smb.conf 122 echo path = $GRUPODIR/$lineaddnovogroup >> /etc/samba/smb.conf 123 echo comment = diretorio grupo $lineaddnovogroup >> /etc/samba/smb.conf 124 } excluigrupo() {

6 Samba e AD CAPA cada usuário, pois o Samba trata os compartilhamentos de todos os usuários por meio do compartilhamento especial homes. O script scriptad.sh só deve ser executado uma vez após isso. Os scripts userscript.sh (listagem 7, também disponível em [3]) e groupscript. sh (listagem 8, idem), responsáveis pelo controle dos usuários e dos grupos, respectivamente, devem ser agendados no crontab. Esses scripts controlam as contas que não devem possuir compartilhamentos por meio dos arquivos users_builtin (listagem 9) e groups_builtin (listagem 10), por isso devemos adicionar essas contas manualmente, linha a linha, nos arquivos. A listagem 7 ilustra a criação da lista de usuários atuais do Active Directory no arquivo usersnew. Em seguida, deve-se comparar linha a linha o arquivo usersnew com o arquivo users, que é o arquivo de controle do servidor Samba. Se a comparação for verdadeira, significa que o usuário já possui compartilhamento no servidor Samba e não deve ser adicionado, e então o script passa para um novo usuário na lista usersnew. Se o usuário ainda não possuir compartilhamento no servidor, é executada a função adicionausuario, que cria a pasta do usuário, define as permissões necessárias e gera um log da inclusão do usuário. Para excluir o usuário, o script lê o arquivo users e compara linha a linha com o arquivo usersnew. Se a comparação for verdadeira, significa que o usuário existe no Active Directory e que por isso não deve ser excluído, então ele passa para um novo usuário na lista users. Se a comparação não for verdadeira, significa que o usuário não existe no Active Directory e que por isso deve ser excluído, então é executada a função excluiusuario, que cria um becape dos arquivos do usuário numa área de becape definida no arquivo parametros. Após o becape, seu diretório home é excluído, gerando também um log da exclusão. No fim da inclusão e da exclusão dos usuários, o script renomeia o arquivo usersnew para users. A inclusão e a exclusão dos grupos (listagem 8) no servidor de arquivos seguem a mesma lógica da inclusão e exclusão dos usuários, com as ressalvas de que o arquivo de controle é o arquivo groups, e na criação e exclusão dos grupos o script cria ou remove a seção do compartilhamento do grupo em smb.conf. Para saber a periodicidade da execução dos scripts, podemos utilizar o comando time seguido do nome do script para medir o tempo das execuções dos scripts. Logicamente, essa medição é apenas uma forma de tentar aproximar a execução da real necessidade, pois, em determinados momentos, quando a inclusão e a exclusão de grupos e usuários forem maiores ou menores, esse tempo variará muito, mas numa situação em que as inclusões e exclusões sejam constantes e regulares, essa medição será muito útil. Sua sintaxe é: time script Após essa estimativa de tempo, podemos incluir os scripts para execução pelo crontab e fazer novos testes incluindo e excluindo contas no AD. Mais informações [1] Walter Neu, Domando os cães do inferno : Sobre o autor Listagem 9: Arquivo users_builtin administrator guest support_388945a0 krbtgt Listagem 10: Arquivo groups_builtin BUILTIN+administrators BUILTIN+users domain computers domain controllers schema admins enterprise admins domain admins domain users domain guests group policy creator owners dnsupdateproxy Conclusão O shell script é uma poderosa ferramenta que nos proporciona uma enorme flexibilidade para automatizar diversas tarefas, das mais complexas às mais simples, e que, em cooperação com o Samba e com outros serviços aqui mencionados, fazem com que a integração desses dois ambientes tão heterogêneos seja a mais transparente possível. Dessa maneira, leva o slogan do projeto Samba a parecer ainda mais verdadeiro: Opening Windows to a wider world interprete como quiser. n [2] Walter Neu, Na ativa : [3] Scripts deste artigo: Miguel Mucio Santos Moreira é graduado em Gestão de Software Livre, possui certificação LPIC 1 e é Analista de Suporte na Prodemge Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais. Linux Magazine #56 Julho de

Sistemas Linux vivem em. Segredos bem escondidos

Sistemas Linux vivem em. Segredos bem escondidos SEÇÃO CAPA Autenticação no Linux com Active Directory e Kerberos 5 Domando os cães do inferno O sistema Active Directory da Microsoft oferece gerenciamento de usuários centralizado e um login único. Com

Leia mais

Instalação de um Cliente Linux em um domínio de rede Microsoft Windows NT4

Instalação de um Cliente Linux em um domínio de rede Microsoft Windows NT4 Instalação de um Cliente Linux em um domínio de rede Microsoft Windows NT4 Projeto Libertas-BR http://www.libertasbr.org.br 8 de setembro de 2005 1 Introdução Esta documentação orienta a integração de

Leia mais

Após salvar, execute o comando testparm e ele deverá exibir a mensagem Server role: ROLE_DOMAIN_PDC".

Após salvar, execute o comando testparm e ele deverá exibir a mensagem Server role: ROLE_DOMAIN_PDC. Samba como Servidor de Domínio Ubuntu Server 14.04 1. Passo - Instalação do pacote: #apt-get install samba 2. Passo - Edição do smb.conf Após instalar o samba delete o arquivo padrão smb.conf. #rm /etc/samba/smb.conf

Leia mais

Linux Network Servers

Linux Network Servers Configuração do Servidor Samba como controlador primário de domínio (PDC). O objetivo desse roteiro é mostrar como configurar um servidor Samba PDC compartilhando o diretório home, impressora e um diretório

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Samba Gustavo Reis gustavo.reis@ifsudestemg.edu.br 1 Conhecido também como servidor de arquivos; Consiste em compartilhar diretórios do Linux em uma rede Windows e visualizar compartilhamentos

Leia mais

Aula 06 Servidor de Arquivos e Impressora (SaMBa)

Aula 06 Servidor de Arquivos e Impressora (SaMBa) Aula 06 Servidor de Arquivos e Impressora (SaMBa) Prof. Roitier Campos Gonçalves Introdução O servidor de arquivos fornece um ponto centralizado na rede para armazenamento e compartilhamento de arquivos

Leia mais

Linux Network Servers

Linux Network Servers Samba como compartilhador de arquivos & impressora O Samba surgiu da necessidade de integrar redes mistas (Windows com Linux). No Linux, há duas maneiras de se fazer isso, que é pelo uso do NFS e Samba.

Leia mais

Arquivo smb.conf comentado

Arquivo smb.conf comentado Arquivo smb.conf comentado ######## Seção global #### Define configurações como nome do servidor, grupo de trabalho, e outras. #### Opções definidas aqui tem efeito em todos compartilhamentos, exceto quando

Leia mais

ActiveInfo. Treinamento GNU/Linux Servidores

ActiveInfo. Treinamento GNU/Linux Servidores ActiveInfo Treinamento GNU/Linux Servidores http://www.samba.org André Luiz andreluizsp@gmail.com 1 Conteúdo programático O que é SAMBA? Instalando o SAMBA Verificando o serviço SWAT - Samba Web Administrator

Leia mais

Utilizando Active Directory para autenticação e OpenLDAP para dados dos usuários

Utilizando Active Directory para autenticação e OpenLDAP para dados dos usuários Utilizando Active Directory para autenticação e OpenLDAP para dados dos usuários Projeto Libertas-BR http://www.libertasbr.org.br 8 de setembro de 2005 1 Definição do Ambiente Esta documentação trata das

Leia mais

Squid autenticado no Active Directory com Winbind

Squid autenticado no Active Directory com Winbind 1 de 5 4/2/2007 14:40 Squid autenticado no Active Directory com Winbind Autor: Anderson Leite Data: 30/08/2006 Introdução Este é um artigo bem resumido, entrando em detalhes somente

Leia mais

NBT - é o protocolo que faz o mapeamento entre nomes (de computadores ) e IP s.

NBT - é o protocolo que faz o mapeamento entre nomes (de computadores ) e IP s. Capítulo 9 Serviços de ficheiros em rede Microsoft (SMB) Introdução Em 1984 a Microsoft fez uma API (Application Programming Interface) para que as suas aplicações pudessem partilhar dados numa rede. Esta

Leia mais

Como padrão o usuário root vem bloqueado por padrão, habilite o usuário root com os seguintes comandos:

Como padrão o usuário root vem bloqueado por padrão, habilite o usuário root com os seguintes comandos: Samba como controlador de domínio no Ubuntu Nesse artigo estaremos configurando o SAMBA, que consiste em um software que faz a comunicação entre Windows e Linux, sendo utilizado para compartilhar arquivos

Leia mais

Capítulo 9. SMB (Server Message Block) Serviços de ficheiros em rede Microsoft. Gestão de Redes e Serviços (GRS) Capítulo 9 1/1

Capítulo 9. SMB (Server Message Block) Serviços de ficheiros em rede Microsoft. Gestão de Redes e Serviços (GRS) Capítulo 9 1/1 Capítulo 9 Serviços de ficheiros em rede Microsoft SMB (Server Message Block) Gestão de Redes e Serviços (GRS) Capítulo 9 1/1 Introdução Em 1984 a Microsoft fez uma API (Application Programming Interface)

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 13 Servidor Samba. QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática

Sistema Operacional Unidade 13 Servidor Samba. QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática Sistema Operacional Unidade 13 Servidor Samba Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 INSTALANDO O SAMBA... 3 Verificando a versão... 3 Criando uma cópia do servidor samba original... 3 COMPARTILHAMENTOS

Leia mais

Samba como PDC de um domínio Windows

Samba como PDC de um domínio Windows Relatório do Trabalho Prático nº 3 Samba como PDC de um domínio Windows Documento elaborado pela equipa: Jorge Miguel Morgado Henriques Ricardo Nuno Mendão da Silva Data de entrega: 22.11.2006 Índice Índice...

Leia mais

Administração de Redes SAMBA

Administração de Redes SAMBA Administração de Redes SAMBA Rafael S. Guimarães IFES - Campus Cachoeiro de Itapemirim Baseado no material de João Paulo de Brito Gonçalves SAMBA SAMBA A finalidade do serviço Samba é permitir que estações

Leia mais

Samba PDC no Debian com Clamwin antivírus

Samba PDC no Debian com Clamwin antivírus Samba PDC no Debian com Clamwin antivírus Artigo extraído do link http://www.guiadohardware.net/artigos/pdc debian clamwin estacoes/ Introdução Esse artigo o guiará passo a passo na montagem de um servidor

Leia mais

Instalação e Configuração Servidor Samba

Instalação e Configuração Servidor Samba Instalação e Configuração Servidor Samba Pág - 1 Instalação e Configuração Servidor Samba O Samba é o servidor que permite compartilhar arquivos e acessar compartilhamentos em máquinas Windows. Ele é dividido

Leia mais

TUTORIAL: CONFIGURAÇÃO DO SERVIDOR SAMBA

TUTORIAL: CONFIGURAÇÃO DO SERVIDOR SAMBA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC CURSO DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS LINUX Antonio Janael Pinheiro Maria Atrícia Sabino Maciel Luclécia Correia Lopes

Leia mais

Daniel Darlen. daniel.correa@planejamento.gov.br. IV SDSL Brasília DF Dezembro de 2004

Daniel Darlen. daniel.correa@planejamento.gov.br. IV SDSL Brasília DF Dezembro de 2004 Introdução ao Samba Daniel Darlen daniel.correa@planejamento.gov.br IV SDSL Brasília DF Dezembro de 2004 Introdução ao Samba p.1/65 Introdução Introdução ao Samba p.2/65 Introdução SAMBA é um conjunto

Leia mais

Compartilhamento de arquivos e diretórios

Compartilhamento de arquivos e diretórios Compartilhamento de arquivos e diretórios O compartilhamento de arquivos e diretórios foi uma das aplicações que motivou o desenvolvimento inicial da rede de computadores. 19 E xistem dois protocolos de

Leia mais

Utilizando o SAMBA - Parte I

Utilizando o SAMBA - Parte I Utilizando o SAMBA - Parte I Por: Victor Zucarino ( 28/03/2001 ) Introdução Antes de começar vamos entender o que é o Samba. Em uma rede é necessário compartilhar dados, por isso temos que pensar em obter

Leia mais

Compartilhando arquivos com o samba

Compartilhando arquivos com o samba Compartilhando arquivos com o samba Para compartilhar arquivos em uma rede local windows, a microsoft utiliza o protocolo smb (server message block). O samba foi criado para que máquinas linux possam compartilhar

Leia mais

FreeBSD Proxy squid autenticado com o Actvie Directory por ntlm auth. Informações relevantes antes de dar início a este artigo

FreeBSD Proxy squid autenticado com o Actvie Directory por ntlm auth. Informações relevantes antes de dar início a este artigo FreeBSD Proxy squid autenticado com o Actvie Directory por ntlm auth By Saul Figueiredo, 14 de Outubro de 2011. Escrevi este artigo para aqueles que, como eu, encontraram muitas dificuldades - e poucas

Leia mais

Samba - Aspectos Avançados

Samba - Aspectos Avançados Samba - Aspectos Avançados Por Conectiva Informática e Time de Desenvolvimento do Samba Certamente, no momento em que iniciamos a implantação de uma rede, nos deparamos com diversos aspectos não previstos,

Leia mais

Quando o Samba 3 foi lançado, Samba na rede. Análise

Quando o Samba 3 foi lançado, Samba na rede. Análise Análise Samba na rede Desde o lançamento da versão final, o Samba 4 tem se tornado bastante significativo no dia a dia da TI; agora ele encontrou um caminho no Jessie, o próximo lançamento Debian. Analisamos

Leia mais

Configuração Definitiva do Samba

Configuração Definitiva do Samba Configuração Definitiva do Samba 1 2 Sumário 1. Vantagens... 5 2. Desvantagem... 5 3. Conclusão Final... 5 4. Vamos botar a mão na massa!... 6 5. Instalação... 6 6. Configuração Parte 1 (Criando os diretórios)...

Leia mais

Aula 9 Servidor Samba Linux

Aula 9 Servidor Samba Linux 1 Aula 9 Servidor Samba Linux Samba é o protocolo responsável pela integração de máquinas Linux com Windows, permitindo assim a criação de redes mistas utilizando servidores Linux e clientes Windows. Samba,

Leia mais

GLEYSON RODRIGUES JORGE. Manual de Configuração de um Servidor SAMBA: Compartilhamento, Autenticação e Construção de Scripts.

GLEYSON RODRIGUES JORGE. Manual de Configuração de um Servidor SAMBA: Compartilhamento, Autenticação e Construção de Scripts. GLEYSON RODRIGUES JORGE Manual de Configuração de um Servidor SAMBA: Compartilhamento, Autenticação e Construção de Scripts. Palmas 2006 GLEYSON RODRIGUES JORGE Manual de Configuração de um Servidor SAMBA:

Leia mais

Samba4. da instalação a administração

Samba4. da instalação a administração Samba4 da instalação a administração Sumário considerações iniciais... 3 conguração inicial do servidor... 3 Sistema de arquivos... 3 hostnames, hosts, nsswitch... 3 instalação de pre-requisitos... 4 compilação

Leia mais

Referências: http://www.debian.org/doc/manuals/reference/ch-tips.pt-br.html#s-cronjob

Referências: http://www.debian.org/doc/manuals/reference/ch-tips.pt-br.html#s-cronjob 1 Temas abordados: Escalonamento de tarefas Configuração do SAMBA Certificados de chave pública (OPENSSL) Escalonamento de tarefas Referências: http://www.debian.org/doc/manuals/reference/ch-tips.pt-br.html#s-cronjob

Leia mais

O que um Servidor Samba faz?

O que um Servidor Samba faz? O que é o Samba? O Samba é um "software servidor" para Linux (e outros sistemas baseados em Unix) que permite o gerenciamento e compartilhamento de recursos em redes formadas por computadores com o Windows

Leia mais

AULA 6. Bruno L. Albrecht Felipe A. Chies Lucas F. Zawacki. PET Computação UFRGS

AULA 6. Bruno L. Albrecht Felipe A. Chies Lucas F. Zawacki. PET Computação UFRGS M i n i - C u r s o d e I n t r o d u ç ã o a o G N U / L i n u x AULA 6 Bruno L. Albrecht Felipe A. Chies Lucas F. Zawacki PET Computação UFRGS Março/Abril 2008 A d m i n i s t r a c a o B á s i c a Arquivos

Leia mais

Manual. Configuração do. Samba. Compartilhamento e Servidor Samba Linux. Produzido por: Sergio Graças Desenvolvedor do Projeto GNU/Linux VRlivre

Manual. Configuração do. Samba. Compartilhamento e Servidor Samba Linux. Produzido por: Sergio Graças Desenvolvedor do Projeto GNU/Linux VRlivre Manual Configuração do Samba Compartilhamento e Servidor Samba Linux Produzido por: Sergio Graças Desenvolvedor do Projeto GNU/Linux VRlivre Manual Configuração do Samba Compartilhamento e Servidor Samba

Leia mais

Integração Windows e Linux com Samba

Integração Windows e Linux com Samba Integração Windows e Linux com Samba Session Message Block - SMB Software livre, que permite que máquinas Unix/Linux e Windows convivam harmoniosamente em uma mesma rede Sistemas Windows em geral e OS/2

Leia mais

Integrando OpenLDAP e Samba no Fedora 7 como servidor de autenticacao

Integrando OpenLDAP e Samba no Fedora 7 como servidor de autenticacao Integrando OpenLDAP e Samba no Fedora 7 como servidor de autenticacao A primeira coisa a se fazer e instalar os softwares necessarios para o precedimento. Como root, digite em um terminal: # yum update

Leia mais

Administração de Sistemas

Administração de Sistemas Administração de Sistemas Orlando Sousa Aula 11 Partilha de ficheiros e impressoras: SAMBA SAMBA Serviço que permite: Partilhar um directório com computadores Windows ou Linux Partilhar um directório de

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Sistema Operacional Linux > Servidor de Arquivos (NFS) www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução ao NFS O NFS (Network File System) é um sistema de arquivos

Leia mais

O que é e o que faz o samba?

O que é e o que faz o samba? Tutorial samba como controlador de domínio para Ubuntu ou Debian. Os procedimentos foram testados no ubuntu 10.04, em caso do debian ou outra versão pode mudar alguns detalhes ou algum procedimento como

Leia mais

SMB vs NFS. Técnico Integrado em Telecomunicações turma 6080822

SMB vs NFS. Técnico Integrado em Telecomunicações turma 6080822 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA SMB vs NFS Técnico Integrado em Telecomunicações

Leia mais

Sistemas Distribuídos Aula-6

Sistemas Distribuídos Aula-6 6 SAMBA Histórico: O Samba foi criado por Andrew Tridgell. Ele precisava montar um espaço em disco em seu PC para um servidor Unix. Esse PC rodava DOS e, inicialmente, foi utilizado o sistema de arquivos

Leia mais

Configurando um Servidor de Arquivos SAMBA. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com

Configurando um Servidor de Arquivos SAMBA. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com Configurando um Servidor de Arquivos SAMBA. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com Porque usar o Servidor Samba Server? Compartilhamento de arquivos; Servidor de arquivos;

Leia mais

CONFIGURANDO O SAMBA

CONFIGURANDO O SAMBA 1 CONFIGURANDO O SAMBA escrito por: Bruno T. Russo brusso@mackenzie.com.br http://www.btr.hpg.com.br criado com OpenOffice 1.0 Janeiro / 2003 2 SUMÁRIO 1. Introdução 3 2. Instalação 3 3. Configuração 3

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS FUNDAMENTOS DE Visão geral sobre o Active Directory Um diretório é uma estrutura hierárquica que armazena informações sobre objetos na rede. Um serviço de diretório,

Leia mais

Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 7 Samba, SSH e Backup

Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 7 Samba, SSH e Backup Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 7 Samba, SSH e Prof.: Roberto Franciscatto Samba Samba Samba Samba Servidor de compartilhamento de arquivos e recursos de rede É compatível com

Leia mais

Metodologia de Implantação de Controle de Acesso com Servidor Proxy. Resumo

Metodologia de Implantação de Controle de Acesso com Servidor Proxy. Resumo Metodologia de Implantação de Controle de Acesso com Servidor Proxy Fabiano Trai, Fabio Trai Especialização em Segurança de Redes e Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Fevereiro

Leia mais

Ferramenta para gerenciamento de impressão CURUPIRA

Ferramenta para gerenciamento de impressão CURUPIRA #20 Ferramenta para gerenciamento de impressão CURUPIRA VITEC Versão 1.0 Agosto/2007 1 Revisões Versão Data Descrição 1.0.0 03/08/2007 Elaboração do Manual. Página 2 de 18 Índice 1 REVISÕES... 2 2 PRÉ-REQUISITOS...

Leia mais

Trivia. /etc/passwd. /etc/passwd. /etc/group. /etc/passwd. Exemplo: Gestão de Utilizadores em Linux

Trivia. /etc/passwd. /etc/passwd. /etc/group. /etc/passwd. Exemplo: Gestão de Utilizadores em Linux Trivia Qual foi o 1º sistema de ficheiros implementado no kernel Linux? O programa swapon cria novas partições de swap. Sim/Não? Como podemos saber quais os sistemas de ficheiros montados? Gestão de Utilizadores

Leia mais

IFSULDEMINAS - REITORIA - DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE INFRAESTRUTURA E REDES

IFSULDEMINAS - REITORIA - DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE INFRAESTRUTURA E REDES IFSULDEMINAS - REITORIA - DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE INFRAESTRUTURA E REDES TUTORIAL EXPRESSO LIVRE COM SAMBA MARCIO FELICIANO DO PRADO POUSO ALEGRE 2012 SUMÁRIO 1

Leia mais

ESET Remote Administrator ESET EndPoint Solutions ESET Remote Adminstrator Workgroup Script de Logon

ESET Remote Administrator ESET EndPoint Solutions ESET Remote Adminstrator Workgroup Script de Logon AGENDA 1. Download dos pacotes de instalação ESET Remote Administrator 2. Download dos pacotes de instalação ESET EndPoint Solutions 3. Procedimento de instalação e configuração básica do ESET Remote Adminstrator

Leia mais

Conteúdo do pacote de 05 cursos hands-on Linux

Conteúdo do pacote de 05 cursos hands-on Linux Conteúdo do pacote de 05 cursos hands-on Linux Linux Básico Linux Intermediário Proxy Squid Firewall Netfilter / Iptables Samba 4 C o n t e ú d o d o c u r s o H a n d s - on L i n u x 2 Sumário 1 Linux

Leia mais

SAMBA3 e LDAP. Base sólida para redes heterogêneas. Felipe Augusto van de Wiel (faw) Brasil, São Paulo, 06 de novembro de 2004. 06.novembro.

SAMBA3 e LDAP. Base sólida para redes heterogêneas. Felipe Augusto van de Wiel (faw) Brasil, São Paulo, 06 de novembro de 2004. 06.novembro. SAMBA3 e LDAP Base sólida para redes heterogêneas. Felipe Augusto van de Wiel (faw) Brasil, São Paulo, 06 de novembro de 2004. 06.novembro.2004 1 Quem sou eu? No mundo Admin. Redes e Sistemas Instrutor

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Eric Andersen Bevervanso SQUID AUTENTICADO TRANSPARENTE

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Eric Andersen Bevervanso SQUID AUTENTICADO TRANSPARENTE UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Eric Andersen Bevervanso SQUID AUTENTICADO TRANSPARENTE CURITIBA 2014 Eric Andersen Bevervanso SQUID AUTENTICADO TRANSPARENTE Monografia apresentada ao curso de Pós- Graduação

Leia mais

Escola de Educação Profissional SENAC-PELOTAS Centro Histórico PRONATEC. Jonathan Silveira Leandro Stein RELATÓRIO TÉCNICO PROJETO INTERDICIPLINAR

Escola de Educação Profissional SENAC-PELOTAS Centro Histórico PRONATEC. Jonathan Silveira Leandro Stein RELATÓRIO TÉCNICO PROJETO INTERDICIPLINAR Escola de Educação Profissional SENAC-PELOTAS Centro Histórico PRONATEC Jonathan Silveira Leandro Stein RELATÓRIO TÉCNICO PROJETO INTERDICIPLINAR PELOTAS/RS 2013 1 Jonathan Silveira, Leandro Stein Relatório

Leia mais

PRO APPS File Server Data Sheet Professional Appliance / Apresentação

PRO APPS File Server Data Sheet Professional Appliance / Apresentação O PRO APPS FILE SERVER Pro Apps File Server é um poderoso servidor de arquivos, compatível com os principais protocolos de rede com essa finalidade, e que oferece recursos enterprise para controle de domínio

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DOS MAPEAMENTOS DE UNIDADES DE REDE NO UBUNTU COM PAM_MOUNT & CID (CLOSED IN DIRECTORY)

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DOS MAPEAMENTOS DE UNIDADES DE REDE NO UBUNTU COM PAM_MOUNT & CID (CLOSED IN DIRECTORY) GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DOS MAPEAMENTOS DE UNIDADES DE REDE NO UBUNTU COM PAM_MOUNT & CID (CLOSED IN DIRECTORY) DESCRIÇÃO: Este artigo apresenta a solução pam_mount para o mapeamento automático de unidades

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL FATESG CURSO TÉCNICO EM REDES DE COMPUTADORES. Luís Antônio Neto Wallysson Santos Oliveira

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL FATESG CURSO TÉCNICO EM REDES DE COMPUTADORES. Luís Antônio Neto Wallysson Santos Oliveira FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL FATESG CURSO TÉCNICO EM REDES DE COMPUTADORES Luís Antônio Neto Wallysson Santos Oliveira ADMINISTRADOR DE REDES LINUX (DEBIAN) Goiânia 2011 Luís

Leia mais

IBQUOTA. Com autenticação em um PDC Windows NT

IBQUOTA. Com autenticação em um PDC Windows NT IBQUOTA Com autenticação em um PDC Windows NT O IBQUOTA é um gerenciador de quota de impressão por usuário, ou seja, com ele cada usuário terá direito a uma quantidade especifica de folhas para imprimir.

Leia mais

Capítulo 1 DATAPREV DATAPREV. 1.1 Servidores de arquivos. www.dataprev.gov.br

Capítulo 1 DATAPREV DATAPREV. 1.1 Servidores de arquivos. www.dataprev.gov.br Capítulo 1 DATAPREV Instituição: Sítio: Caso: Responsável: Palavras- Chave: DATAPREV www.dataprev.gov.br Procedimentos adotados pela Dataprev na migração dos servidores Netware (Novell) para servidores

Leia mais

Tutorial para Instalação do Ubuntu Server 10.04

Tutorial para Instalação do Ubuntu Server 10.04 Tutorial para Instalação do Ubuntu Server 10.04 Autor: Alexandre F. Ultrago E-mail: ultrago@hotmail.com 1 Infraestrutura da rede Instalação Ativando o usuário root Instalação do Webmin Acessando o Webmin

Leia mais

Instalação e configuração do server e client Samba.

Instalação e configuração do server e client Samba. Serviço Samba agosto/2015 Instalação e configuração do server e client Samba. 1 Histórico O nome Samba vem de SMB, Server Message Block, que é um protocolo frequentemente usado para compartilhamento de

Leia mais

Suporte de Servidores Linux. Ezequiel Mendes Duque

Suporte de Servidores Linux. Ezequiel Mendes Duque Suporte de Servidores Linux Ezequiel Mendes Duque SAMBA Acidente?? O projeto nasceu no final de 1991, de forma acidental. O criador foi: Andrew Tridgell, um australiano que na época era estudante do curso

Leia mais

Squid Plus com AD, redirector, controle de banda e relatórios

Squid Plus com AD, redirector, controle de banda e relatórios 1 de 12 4/2/2007 14:41 Squid Plus com AD, redirector, controle de banda e relatórios Autor: Alvaro Mendes de Oliveira Data: 01/06/2006 Introdução Guia de Instalação do

Leia mais

Implementando e Gerenciando Diretivas de Grupo

Implementando e Gerenciando Diretivas de Grupo Implementando e Gerenciando Diretivas de João Medeiros (joao.fatern@gmail.com) 1 / 37 Introdução a diretivas de grupo - GPO Introdução a diretivas de grupo - GPO Introdução a diretivas de grupo Criando

Leia mais

Roteiro Prático para a Migração dos Servidores Turing e Godel

Roteiro Prático para a Migração dos Servidores Turing e Godel Roteiro Prático para a Migração dos Servidores Turing e Godel Alfenas, Abril de 2010. Rodrigo Martins Pagliares Última atualização: 27/05/2010 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Instalação do Debian Lenny

Leia mais

LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1

LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1 LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1 Comandos para manipulação de diretório 1. ls Lista os arquivos de um diretório. 2. cd Entra em um diretório. Você precisa ter a permissão de execução para entrar no diretório.

Leia mais

Solução linux para compartilhamento de arquivos

Solução linux para compartilhamento de arquivos Solução linux para compartilhamento de arquivos Nataniel da Silva Vieira 1, André Moraes 1 1 Tecnologia em Redes de Computadores Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas RS Brasil nataniel@pelotas.com.br,

Leia mais

ACL Linux. O que são ACLs e por que usá-las?

ACL Linux. O que são ACLs e por que usá-las? ACL Linux O que são ACLs e por que usá-las? Motivação Unix utiliza um sistema de arquivo simples, mas poderoso Permissões para o dono, grupo do dono e demais Cada um possui 3 bits (r, w, x) 2 O que é ACL

Leia mais

INSTALANDO E CONFIGURANDO O ACTIVE DIRECTORY NO WINDOWS SERVER 2008

INSTALANDO E CONFIGURANDO O ACTIVE DIRECTORY NO WINDOWS SERVER 2008 INSTALANDO E CONFIGURANDO O ACTIVE DIRECTORY NO WINDOWS SERVER 2008 Objetivo Esse artigo tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o Active Directory no Windows Server 2008. Será também apresentado

Leia mais

Active Directory - Criação de seu primeiro domínio Windows 2003

Active Directory - Criação de seu primeiro domínio Windows 2003 Active Directory - Criação de seu primeiro domínio Windows 2003 O Active Directory é o serviço de diretório utilizado em uma rede Windows 2003. O AD, sendo um serviço de diretório, serve à nossa rede como

Leia mais

Linux Caixa Mágica. Documentos Técnicos CM. Configurar a partilha de directorias Windows / Linux Caixa Mágica

Linux Caixa Mágica. Documentos Técnicos CM. Configurar a partilha de directorias Windows / Linux Caixa Mágica Linux Caixa Configurar a partilha de directorias Windows / Linux Caixa Date: Pages: Issue: State: Access: Reference: 01612/2003 16 Instalar e Configurar Final Público CM2003-2001 i Approved Version: RR

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Bacharelado em Ciência da Computação O SOFTWARE SAMBA NA INTEGRAÇAO DE REDES HETEROGÊNEAS Autores: Orientador:

Leia mais

AFS + Kerberos + SSH + Linux

AFS + Kerberos + SSH + Linux AFS + Kerberos + SSH + Linux Filipe Cabecinhas facab@rnl.ist.utl.pt 22 de Março de 2006 Correcções de qualquer tipo devem ser enviadas para este endereço Resumo Este guia indica os passos a seguir para

Leia mais

/LQX[:LQGRZV 6DPED. Para executar os procedimentos abaixo você precisa estar logado como root. $YLVR

/LQX[:LQGRZV 6DPED. Para executar os procedimentos abaixo você precisa estar logado como root. $YLVR /LQX[:LQGRZV 6DPED (GLomR Autor E-mail Home-page Coadjuvante 'DQLHO3HUHLUD*XLPDUmHV WHPS#WHFQRE\WHFRPEU ZZZWHFQRE\WHFRPEU $QW{QLR3HUHLUD*XLPDUmHV,QWURGXomR Não podemos negar que a maior parte dos usuários

Leia mais

STK (Start Kit DARUMA) Conectando-se diretamente a sua aplicação via TS com o MT1000 Daruma

STK (Start Kit DARUMA) Conectando-se diretamente a sua aplicação via TS com o MT1000 Daruma STK (Start Kit DARUMA) Conectando-se diretamente a sua aplicação via TS com o MT1000 Daruma Neste STK apresentaremos como configurar seu servidor Windows 2008 R2 para abrir diretamente sua aplicação ao

Leia mais

de erro vão popular a tela do cliente, sem qualquer sucesso na conexão.

de erro vão popular a tela do cliente, sem qualquer sucesso na conexão. Cliente Windows 7 no Samba com LDAP CAPA Samba com Windows 7 Para o Windows 7 fazer logon em domínios Samba, é necessário mais do que força de vontade. Siga este passo a passo para o sucesso. por Marcos

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04. Prof. André Lucio

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04. Prof. André Lucio FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04 Prof. André Lucio Competências da aula 3 Servidor de DHCP. Servidor de Arquivos. Servidor de Impressão. Aula 04 CONCEITOS

Leia mais

JOSÉ ELIAS DA SILVA JUSTO

JOSÉ ELIAS DA SILVA JUSTO JOSÉ ELIAS DA SILVA JUSTO SERVIDOR DE ARQUIVOS LINUX PARA CLIENTES WINDOWS UM ESTUDO DE CASO SOBRE A IMPLANTAÇÃO DO SAMBA NA FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS Monografia apresentada ao Departamento de Ciência

Leia mais

Manual para conexão e utilização do VETORH (Sistema de Recursos Humanos) via acesso ao terminal remoto

Manual para conexão e utilização do VETORH (Sistema de Recursos Humanos) via acesso ao terminal remoto Manual para conexão e utilização do VETORH (Sistema de Recursos Humanos) via acesso ao terminal remoto Objetivo: Fornecer informações técnicas necessárias aos administradores e helpdesk dos usuários do

Leia mais

FreeBSD Soluções Corporativas II (464)

FreeBSD Soluções Corporativas II (464) FreeBSD Soluções ( 464 ) Corporativas II FreeBSD Soluções Corporativas II (464) Slede 2 de 27 Apresentação do Curso O curso aborda diversos conceitos do sistema FreeBSD ligados a administração e segurança

Leia mais

Advanced Group Policy Management (AGPM) 2.5

Advanced Group Policy Management (AGPM) 2.5 Advanced Group Policy Management (AGPM) 2.5 Última revisão feita em 02 de Setembro de 2008. Objetivo Neste artigo iremos conhecer um dos cinco componentes do MDOP 2008. Você vai aprender sobre o Advanced

Leia mais

CAPA O Sumo disponibiliza um módulo de gerenciamento de usuários para suas aplicações web com poucas linhas de código.

CAPA O Sumo disponibiliza um módulo de gerenciamento de usuários para suas aplicações web com poucas linhas de código. Restringindo acesso à Internet com o gerenciador de acesso SUMO Ajuda de peso CAPA O Sumo disponibiliza um módulo de gerenciamento de usuários para suas aplicações web com poucas linhas de código. por

Leia mais

CSAU 10.0. Guia: Manual do CSAU 10.0 como implementar e utilizar.

CSAU 10.0. Guia: Manual do CSAU 10.0 como implementar e utilizar. CSAU 10.0 Guia: Manual do CSAU 10.0 como implementar e utilizar. Data do Documento: Janeiro de 2012 Sumário 1. Sobre o manual do CSAU... 3 2. Interface do CSAU 10.0... 4 2.1. Início... 4 2.2. Update...

Leia mais

Uma rede na varanda. Imagine a seguinte situação: num. Capa. Criando uma pequena rede doméstica com o Samba

Uma rede na varanda. Imagine a seguinte situação: num. Capa. Criando uma pequena rede doméstica com o Samba Criando uma pequena rede doméstica com o Uma rede na varanda www.sxc.hu Mesmo quem tem uma pequena rede doméstica poderá algum dia querer centralizar os serviços de armazenamento de arquivos ou impressão.

Leia mais

Gerenciamento de Grupos e Usuários no Linux

Gerenciamento de Grupos e Usuários no Linux Gerenciamento de Grupos e Usuários no Linux Material desenvolvido por Rafael Fernando Diorio Última revisão em 04/08/2013 www.diorio.com.br rafael@diorio.com.br Tópicos Introdução Arquivos de grupos e

Leia mais

Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Recursos, Redes e Samba Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo III Módulo III

Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Recursos, Redes e Samba Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo III Módulo III 1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Recursos, Redes e Samba 1 Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS SOMBRIO RONALDO BORGES DE QUADROS SERVIÇOS DE REDE

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS SOMBRIO RONALDO BORGES DE QUADROS SERVIÇOS DE REDE INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS SOMBRIO RONALDO BORGES DE QUADROS SERVIÇOS DE REDE Sombrio (SC) 2011 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE

Leia mais

Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais

Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais Gerenciando e Criando Contas de Usuário Fabricio Breve Computer Management para as COMPMGMT.MSC Contas Locais Contas criadas com o Computer

Leia mais

Configure seu Linux pela Web! Instalação à partir de um.tar.gz. Autor: Carlos Eduardo Ribeiro de Melo Data: 05/10/2004

Configure seu Linux pela Web! Instalação à partir de um.tar.gz. Autor: Carlos Eduardo Ribeiro de Melo <eduardo at unisulma.edu.br> Data: 05/10/2004 1 de 6 27/3/2007 10:03 Configure seu Linux pela Web! Autor: Carlos Eduardo Ribeiro de Melo Data: 05/10/2004 Introdução O Webmin é um software de configuração de servidores

Leia mais

REVISÃO LINUX CAP /SIN PROF. ESTRELA. e) os

REVISÃO LINUX CAP /SIN PROF. ESTRELA. e) os REVISÃO LINUX CAP /SIN PROF. ESTRELA 1 - Em um determinado servidor Linux, a saída do comando "df" aponta 100% de uso no "/". Isso significa que a(o): a) rede atingiu sua capacidade máxima de recepção.

Leia mais

FPROT. Fonte: www.lcad.icmc.usp.br/~jbatista/sce238/samba.ppt. SENAC TI Fernando Costa

FPROT. Fonte: www.lcad.icmc.usp.br/~jbatista/sce238/samba.ppt. SENAC TI Fernando Costa FPROT Fonte: www.lcad.icmc.usp.br/~jbatista/sce238/samba.ppt SENAC TI Fernando Costa Samba Introdução Fundamentos para criação de um domínio e serviços Windows em um servidor Linux. Motivação: O convívio

Leia mais

#20 Migração Servidor Curupira de Sarge para Etch

#20 Migração Servidor Curupira de Sarge para Etch #20 Migração Servidor Curupira de Sarge para Etch VITEC Versão 1.2.2 Julho/2006 1 Revisões Versão Data Descrição 1.0.0 06/09/2007 Elaboração do Manual. Página 2 de 7 Índice 1 REVISÕES...2 2 COLETANDO OS

Leia mais

Configuração do Samba

Configuração do Samba LinuxFocus article number 177 http://linuxfocus.org Configuração do Samba by Éric Seigne About the author: Trabalho para o mundo de software livre e, entre outras coisas, desenvolvo

Leia mais

Utilizando subversion como controle de versão

Utilizando subversion como controle de versão Utilizando subversion como controle de versão Heitor Rapcinski Este documento descreverá a utilização de subversion como ferramenta de controle de versão mostrando as facilidades da sua utilização para

Leia mais

AVG Anti-Vírus 7.0 Atualização Centralizada (AVGADMIN 7.1)

AVG Anti-Vírus 7.0 Atualização Centralizada (AVGADMIN 7.1) AVG Anti-Vírus 7.0 Atualização Centralizada (AVGADMIN 7.1) Guia do Usuário Documento revisado 70.1 (12/27/2004) Copyright (c) 1992-2004 GRISOFT, s.r.o. Todos os direitos reservados. Este produto utiliza

Leia mais

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS Foram reservados intervalos de endereços IP para serem utilizados exclusivamente em redes privadas, como é o caso das redes locais e Intranets. Esses endereços não devem ser

Leia mais

Documento de Instalação e Configuração do InfoGrid

Documento de Instalação e Configuração do InfoGrid Documento de Instalação e Configuração do InfoGrid Tecgraf/PUC Rio infogrid@tecgraf.puc rio.br 1.Introdução O objetivo deste documento é podermos registrar em um único local todas as informações necessárias

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 4)

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 4) Prof. Breno Leonardo Gomes de Menezes Araújo brenod123@gmail.com http://blog.brenoleonardo.com.br ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 4) Serviço de diretório Serviço de diretório é um conjunto

Leia mais