PROGRAMAÇÃO DE MEDICAMENTOS
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- Maria do Pilar Carvalhal Bayer
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2 estimar quantidades para aquisição; atender determinada demanda de serviços; por um período definido de tempo; tem influência direta sobre o abastecimento e o acesso ao medicamento. (BRASIL, 2006) É uma etapa imprescindível do ciclo da Assistência Farmacêutica.
3 PROGRAMAR MEDICAMENTOS Disponibilidade de medicamentos selecionados Quantidades adequadas Período definido de tempo Atendimento das necessidades da população USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS (BRASIL, 2006)
4 Céus!! Exagerei na compra!! 13-dez-13 CAFSUS/CRF-PR
5 Não temos espaço suficiente! 13-dez-13 CAFSUS/CRF-PR
6 PERDA!
7 ETAPAS Etapa I Definir a equipe de trabalho. Articular a formação de grupo de trabalho. Etapa II - Estabelecer normas e procedimentos metodologia de trabalho atribuições, responsabilidades e prazos instrumentos apropriados periodicidade e métodos Etapa III Levantar dados e informações necessárias ao processo Essa etapa depende do método a empregar Etapa IV Elaborar programação Etapa V Acompanhar e avaliar PROGRAMAÇÃO (MARIN, 2003)
8 O que se deve considerar? a) Dados de consumo e demanda (atendida e não atendida) de cada produto, incluindo as sazonalidades, estoques existentes, e considerando a descontinuidade no fornecimento. Utilização de informações gerenciais disponíveis e fidedignas b) Perfil epidemiológico local. c) Dados populacionais. d) Conhecimento prévio da estrutura organizacional da rede de saúde local (níveis de atenção à saúde, oferta e demanda dos serviços, cobertura assistencial, infraestrutura, capacidade instalada e recursos humanos). e) Recursos financeiros disponíveis.
9 Fonte: Assistência Farmacêutica na Atenção Básica (BRASIL, 2001)
10 DIFERENÇA ENTRE CONSUMO E NECESSIDADE Consumo é a quantidade de medicamentos efetivamente utilizados em um intervalo de tempo (dias, semanas, meses, ano). Necessidade de medicamentos está diretamente relacionada à prevenção, ao controle ou à cura de agravos à saúde dos usuários dos serviços de saúde. (MARIN, 2003)
11 Perfil Epidemiológico Oferta de Serviço Consumo Histórico MÉTODOS OBS: Para uma programação mais ajustada, deve-se combinar mais de um método. (BRASIL, 2006)
12 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO É complexo e baseia-se em dados de morbimortalidade, considerando-se: - dados populacionais, - esquemas terapêuticos, - freqüência de apresentação das enfermidades em uma determinada população, - capacidade de cobertura, - dados consistentes de consumo de medicamentos, - oferta e demanda de serviços na área de saúde. (BRASIL, 2006)
13 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO VANTAGENS Não requer dados de consumos Aplicável quando não se dispõe de informações de utilização de medicamentos e/ou quando se deseja implantação de novos serviços na rede de saúde DESVANTAGENS Dificuldade de obtenção de dados de morbidade e mortalidade Falta de adesão aos protocolos estabelecidos (BRASIL, 2006)
14 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO Problema de saúde por grupo populacional Medicam ento Esquema terapêutico Dose/dia Número de dias Quant. Tratame nto % ou total da pop. A ser atendida Quant. total Parasitoses Amebíase Adulto Metronidazol com. 250 mg 2 com. 4 x dia 07 8 x 7 = 56 com. 56 com. X comprimid os Giardíase Criança Metronidazol sus. Oral 4% 5 ml 3xdia = 15 ml ml x 5 dias = 75 ml = 1 vd 01 vd x vidros
15 CONSUMO HISTÓRICO Método que consiste na análise do comportamento do consumo de medicamentos, em uma série histórica no tempo, possibilitando estimar as necessidades. OBS: A programação baseada apenas em dados de consumo reflete equívocos nem sempre adequados à realidade e à terapêutica utilizada. (BRASIL, 2006)
16 CONSUMO HISTÓRICO VANTAGENS DESVANTAGENS Não requer dados de morbidade e esquemas terapêuticos Dificuldade na obtenção de dados de consumo fidedignos Requer cálculos simplificados Não é muito confiável quando ocorrem períodos prolongados de desabastecimento (BRASIL, 2006)
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18 Fonte: Assistência Farmacêutica na Atenção Básica (BRASIL, 2001)
19 OFERTA DE SERVIÇO É um caso particular de programação, em que se emprega o mesmo tipo de lógica presente no método do perfil epidemiológico: aqui se examina basicamente a rede instalada para tratamento de uma ou outra enfermidade e estimam-se as necessidades da população atendida perante ela. Esse método reflete somente o que foi ofertado e demandado por aquela parcela da população que teve acesso aos serviços de saúde, não considerando possíveis ineficiências na oferta e prestação dos serviços (BRASIL, 2006)
20 OFERTA DE SERVIÇO Por esta metodologia, deve-se multiplicar o número de casos estimados para o atendimento de cada enfermidade considerada. Multiplicar pela quantidade de medicamentos necessária ao esquema terapêutico proposto, (x) população-alvo ou porcentual de cobertura da população a ser atendida, (x) o período de tempo (meses ou anos). (BRASIL, 2006)
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22 CAFSUS/CRF-PR 13-dez-13 (BRASIL, 2006)
23 CONSÓRCIO PR SAÚDE Cronograma pré-definido (fev/mai/ago/nov): Via web com acesso restrito (site do Consórcio) Farmacêutico e farmácia municipal registrados no CRF/PR Município sem RT bloqueada programação dos medicamentos controlados PLANILHA DE MARCAS, EMBALAGENS E PREÇOS Apresenta medicamento, empresa fornecedora, marca, embalagem, preço unitário e nº do pregão
24 CONSÓRCIO PR SAÚDE
25 CONSÓRCIO PR SAÚDE
26 CONSÓRCIO PR SAÚDE
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31 CONSÓRCIO PR SAÚDE
32 CONSÓRCIO PR SAÚDE
33 COMISSÃO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SERVIÇO PÚBLICO DR. BENVENUTO JULIANO GAZZI (COORDENADOR) DR. FELIPE ASSAN REMONDI DRA.MARIA DO CARMO BARALDO WAGNER DR. MAURÍCIO PORTELLA DRA. MÔNICA HOLTZ CAVICHIOLO GROCHOCKI DRA. PATRÍCIA MUZETTI VIANNA SCACALOSSI DRA. SUZAN MIRIAN DO PATROCÍNIO ALVES DRA. THAÍS REGINA RANUCCI DR. VALMIR DE SANTI (SUPLENTE) FONE: (41) CURITIBA - PR CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO PARANÁ
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