Efeitos da Economia do Carbono sobre a Produção de Electricidade

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1 Tomar, 31 de Março de 2006 Efeitos da Economia do Carbono sobre a Produção de Electricidade Seminário TECNICELPA sobre Mercado de Carbono Gabinete de Planeamento Energético

2 Agenda Ponto de situação do ETS Fase I ( ) Perspectivas do ETS Fase II ( ) EDP e a economia do carbono Gabinete de Planeamento Energético 2

3 Ponto de Situação do ETS Fase I Em 2005 assistiu-se a fortes aumentos do preço da electricidade em toda a Europa devido ao preço do gás e em parte pela introdução do mercado de emissões Gás aumentou >50% e CO 2 >150% Aumentos do preço de electricidade foram maiores onde a atribuição de licenças de CO 2 foi menor Contudo, esses níveis de preços não permitiram uma redução de emissões no sector eléctrico Europeu Preço de CO 2 inferior ao preço necessário para inverter a ordem de mérito gás-carvão A redução de emissões no sector eléctrico não deverá ser suficiente para libertar as licenças necessárias aos sectores da Directiva até 2007 O excesso de emissões em 2005 implica necessidade de forte redução até final de 2007 Capacidade de redução de emissões do sector limitada pela capacidade instalada de geração a gás, infra-estruturas de aprovisionamento e contratos Grande incerteza nos mercados de electricidade e de CO 2 até ao final de Gabinete de Planeamento Energético 3

4 Em 2005 assistiram-se a fortes aumentos dos preços de electricidade em toda a Europa Comparação dos preços médios anuais 2004 e 2005 /MWh % + 61% + 69% + 73% + 1% + 72% 63,7 Ano seco e frio + paragens nucleares 55,7 46,0 53,3 47,7 36,9 28,7 28,5 31,5 27,5 28,9 29,3 Espanha Alemanha Holanda França Escandinávia Reino Unido Fonte: Mercados internacionais Gabinete de Planeamento Energético 4

5 Estes aumentos surpreenderam os próprios mercados OTC vs real Omel (4T2005) OTC vs real PowerNext (4T2005) OTC vs real EEX (4T2005) + 5,8 /MWh + 11,2 /MWh + 9,7 /MWh Euros/MWh Euros/MWh Euros/MWh 60,24 61,63 54,45 50,44 50,18 59,87 OTC Omel (início 4T2005) Real Omel OTC PowerNext (início 4T2005) Real PowerNext OTC EEX (início 4T2005) Real EEX As previsões do mercado a prazo nos principais mercados europeus não previam a escalada de preços spot ocorrida no 4º Trimestre de 2005 Fonte: Mercados internacionais Gabinete de Planeamento Energético 5

6 Grande parte desses aumentos deveu-se à subida dos combustíveis em particular do gás e do CO 2 Comparação dos preços médios anuais dos combustíveis em 2004 e % + 43% + 66% + 55% + 53% - 16% 72,2 54,5 49,2 60,9 38,2 40,3 41,4 32,2 21,1 24,3 26,7 8,4 CO2 (Euros/ton) Brent (USD/bbl) Zeebrugge (Euros/MWh) IPE Index (Euros/MWh) Henry Hub (Euros/MWh) Carvão (USD/ton) Gás Fonte: Índices internacionais Gabinete de Planeamento Energético 6

7 Os preços de electricidade subiram mais onde foi menor a alocação gratuita de licenças de CO 2 face às necessidades Comparação do déficit de licenças com aumento dos preços de mercado Variação de preço de mercado % Espanha R 2 = 68% 90% 80% 70% Efeito agravado por seca e paragens nucleares França 60% Alemanha Holanda Reino Unido 50% 0% 2% 4% 6% 8% 10% Déficit de licenças (alocação emissões BaU) Fonte: UmweltBundesAmt 11.05; (1) Alemanha: Dresdner Gabinete de Planeamento Energético 7

8 Ainda assim os preços em Espanha situaram-se abaixo do custo de um novo entrante com CCGT Comparação dos custos de um novo entrante com preço de electricidade em Espanha 2005 /MWh Gás indexado a Zeebrugge 7,3 8,9 8,7 65,2 63,1 60,4 6,8 53,7 40,2 38,1 Gás indexado a Brent Combustível CO2 Cash costs Recuperação investimento Custo total novo entrante Receita unitária Novo entrante (1) GP+SS+Premio Preço OMEL 2005 (1) GP=Garantia de Potência, SS=Serviços de Sistema; Prémio=Preço médio de venda centrais de ponta preço médio aritmético de mercado Fonte: EDP Gabinete de Planeamento Energético 8

9 A gratuitidade das licenças é necessária para assegurar os investimentos em nova capacidade Hipóteses-chave Variável Critério pós-2012 Variação da TIR com a percentagem de licenças gratuitas atribuídas face às emissões totais de uma CCGT 400MW % break even de licenças gratuitas Horas de utilização Preço de CO 2 Preço base de mercado 5.000h 24 /ton 46 /MWh WACC = 7% 3,1% 3,8% 6,9% 6,4% 5,8% 5,1% 4,5% Investimento não rentável 7,5% 8,0% 8,6% 9,1% Vida útil de CCGT 25 anos 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% % de licenças atribuídas gratuitamente Fonte: EDP Gabinete de Planeamento Energético 9

10 A redução de emissões no sector eléctrico consegue-se por inversão da ordem de mérito gás-carvão e aumento do preço Comparação das estruturas de custos variáveis gáscarvão O preço de break-even de CO 2 é o que iguala os custos variáveis de gás e carvão Factor de emissão (g/kwh) /MWh Combustivel CO2 Custo variável da tecnologia de carvão Custo variável da tecnologia de gás (CCGT) ~950 ~365 Sem CO 2, o carvão é a tecnologia de base e o gás a tecnologia marginal Custo variável de carvão inferior A introdução do sobrecusto do CO 2 pode inverter a competitividade relativa das tecnologias Maior aumento do custo total do carvão face ao gás para um mesmo aumento do preço de CO 2 Necessário preço CO 2 tanto mais elevado quanto maior fôr diferencial de custos gás/carvão A inversão dos custos gás-carvão reduz as emissões da produção Menor factor de emissão do gás implica menores emissões para uma mesma quantidade de energia produzida A produção com gás na base e a necessária consideração do CO 2 leva a uma subida do preço de electricidade Gabinete de Planeamento Energético 10

11 A não incorporação total do custo de CO 2 e aumento do preço não foram suficientes para a inversão de ordem de mérito O preço de CO 2 em 2005 não foi suficiente alto para viabilizar a inversão da ordem de mérito (1) pelo que não se registou transferência de carvão para gás /ton CO2 Produção Carvão (TWh) +5% , ,6 +3% +31% Preço de mercado de CO2 Preço de CO2 necessario para inverter gás-carvão Alemanha Ibéria Reino Unido Fonte: Eurelectric, VDEW, Vattenfall, DTI UK (1) Nota: média 2º a 4º trimestre 2005 Gabinete de Planeamento Energético 11

12 O provável excesso de emissões em 2005 implica que terá de haver uma forte redução de emissões até final de 2007 Déficit de licenças face às projecções Déficit total de licenças resultante em 2007 caso não haja reduções entre 2005 e 2006 Cenário BaU para atribuição de licenças Mton CO2 199 Cenário revisto face a excesso emissões 2005 Valores sujeitos a confirmação pelo inventário da Comissão europeia em 2006, embora especialistas prevejam forte déficit em 2005 Mton CO Cenário BaU para atribuição de licenças Cenário revisto face a excesso emissões 2005 As emissões excessivas em 2005 e 2006 podem tornar o déficit acumulado em 2007 demasiado elevado, provocando um aumento elevado do preço no último ano da 1ª fase Fonte: JPMorgan (Janeiro 2006) Gabinete de Planeamento Energético 12

13 A inversão de ordem de mérito no sector não deverá ser suficiente para abater as emissões necessárias na Europa Curva de abatimento do sector eléctrico Europeu em Preço CO 2 Euros/ton Necessidades face a emissões em Emissões abatidas (Mton) Curva de abatimento do sector eléctrico Europeu em Necessidades face a emissões em O sector eléctrico na Europa tem um potencial máximo de abatimento de emissões de 45 Mton em 2006 e 68 Mton em 2007 através inversão de ordem de mérito. O custo de abatimento poderá superar os 40 /ton para cumprimento dos targets do período. Nota: assume funcionamento máximo das CCGTs a 7.000h e mínimo de carvão a h; Fonte: Platts, Global Insight, EDP Gabinete de Planeamento Energético 13

14 A inversão de ordem de mérito poderá também ser limitada pela capacidade das infra-estruturas de gás Estimativa do consumo necessário com inversão de ordem de mérito no sector eléctrico na Ibéria em 2007 bcm +15% 36,3 5,6 41,9 Será possível abastecer este consumo de gás face às restrições das infraestruturas (capacidade de acesso à rede) e contratos de abastecimento? Consumo BaU Consumo adicional por inversão de ordem de mérito Consumo total Fonte: Dados EIA; EDP Gabinete de Planeamento Energético 14

15 Até ao final de 2007 haverá uma grande volatilidade nos preços de CO 2 que terá repercussões no mercado Evolução da cotação do CO 2 (Euros/Ton) Euros/ton Jan-05 Mar-05 Volatilidade dependente da evolução relativa do gás e carvão Mai-05 Jul-05 Set-05 Nov Jan-06 Mar-06 Mai-06 À medida que vão sendo contabilizadas as licenças reais vai-se criando uma expectativa quanto ao final do período Jul-06 Set-06 Dados históricos Nov-06 Jan-07 Mar-07 Mai-07 Falta de licenças no período implica penalidade de 40 /ton mais o preço médio expectável para Jul-07 Set-07 Nov-07 Jan-08 Mar-08 Mai-08 Jul-08 Set-08 Factores de volatilidade Balanço de emissões 2005 Quantidade de CERs na fase 1 Preços de gás e carvão Condições climatéricas face ao normal Expectativa diferencial entre agentes Entrada do ITL em serviço Nov-08 Excesso de licenças no final do período, não necessárias para satisfazer a procura Fonte: EDP Gabinete de Planeamento Energético 15

16 Agenda Ponto de situação do ETS Fase I ( ) Perspectivas do ETS Fase II ( ) EDP e a economia do carbono Gabinete de Planeamento Energético 16

17 Perspectivas do ETS Fase II Os guidelines da CE apresentam interpretações excessivas da Directiva que fazem alocar o deficit de licenças dos países aos sectores ETS Os guidelines propostos não correspondem ao espírito da Directiva quanto à equidade da partilha de responsabilidades no déficit entre ETS e não ETS A redução de emissões é mais cara no mercado ETS que no mercado entre países de Quioto A restritividade dos PNALEs irá reflectir-se na evolução em alta dos preços de CO 2 e de electricidade acima dos actuais A mudança das perspectivas sobre as alocações e a falta de framework pós-2012 poderão travar os investimentos nos sectores ETS em especial o eléctrico Sobretudo aqueles cujo racional é a redução de emissões A falta de licenças nos sectores ETS e com consequências nos preços de CO2 reduzirão a competitividade da economia Europeia O Governo deverá tomar iniciativas rapidamente para que o comércio de emissões e o cumprimento de Quioto não se traduza num agravamento da economia nacional Não passando para o ETS o incumprimento dos sectores fora da Directiva e adoptando uma alocação proporcional do déficit ao ETS Avançando com acordos internacionais para a compra no mercado de países do déficit do País e financiando-o com a criação de um fundo de carbono Gabinete de Planeamento Energético 17

18 Os guidelines da CE apresentam interpretações excessivas da Directiva que apontam para alocação do déficit ao ETS Ilustração da metodologia de alocação do déficit país integralmente ao ETS ( Full ETS ) Metodologia Comentários Dependente do valor assumido pelos governos de compras de CDM s / JI s e de reduções por medidas adicionais Dependente do BaU estimado para ETS BaU 2010 Kyoto Target Deficit Kyoto Compras CDM/JI Governos Medidas Adicionais Deficit a Alocar a ETS BaU ETS Deficit a Alocar a ETS NAP ETS (1) Posição negocial da CE para posterior análise dos PNALEs Fonte: Guidelines Comissão Europeia; EDP Gabinete de Planeamento Energético 18

19 Será necessário pelo menos 70% das medidas adicionais e CDM/JI para evitar um impacto negativo na economia UE25 Estimativas de crescimento PIB e intensidade carbónica pela CE nos guidelines Impacto do grau de cumprimento das medidas adicionais e CDMs/JIs no crescimento do PIB EU25 EU 25 EU 15 Novos Estados Membros Crescimento PIB (%) Redução intensidade cabónica do PIB (%) Evolução Real Evolução emissões 2,0 2,3-0,3 2,0 1,9 0,1 1,7 3,9-2,2 Evolução Estimada Crescimento PIB ,1% 2,8% 2,5% 2,2% 1,9% 1,6% Crescimento PIB estimado pela Comissão Europeia para UE25 EU 25 2,5 2,2 0,3 1,3% EU 15 Novos Estados Membros 2,4 2,1 0,3 3,8 3,6 0,2 1,0% 0% 20% 40% 60% 80% 100% Grau de cumprimento das medidas adicionais e CDM/JI Fonte: Guidelines Comissão Europeia; EDP Gabinete de Planeamento Energético 19

20 O Governo Português deverá contestar os guidelines e as recentes interpretações da Directiva Os guidelines propostos não correspondem ao espírito da Directiva quanto à equidade da partilha de responsabilidades no déficit entre ETS e não ETS A Directiva estabelece que não se pode julgar o alcance de um plano de médio-prazo com base no seu grau de implementação no curto prazo. Uma atribuição cega pode penalizar um sector eficiente e concorrencial no mercado externo. A demonstração de implementação de algumas medidas que a Comissão exige para validar reduções de emissões, apenas se poderá validar entre 2006 e 2010 A Comissão não poderá pôr em causa o compromisso de um Estado-Membro em comprar CDMs/JIs para com base na alocação orçamental e existência de legislação em 2006 O Governo deve procurar uma posição comum entre Estados-Membros para a revisão desses guidelines facilitando a metodologia de atribuição Gabinete de Planeamento Energético 20

21 O Governo não deverá passar para o ETS o incumprimento dos sectores fora da Directiva Medidas do PNAC sem perspectiva de implementação PNAC 2004 PNAC 2005 Impacto (MtCO2e) (1) Medidas de referência Oferta e procura de energia MRe4 Directiva PCIP Transportes MRt03 Construção Metro Sul do Tejo MRt05 Construção Metro Mondego MRt09 Redução sinistralidade das AE interurbanas o X X X ,02-0,02 0,02-0,02 0, Medidas adicionais Transportes MAt01 Redução consumo combustível individual tributação combustíveis MAt02 Redução consumo transporte rodoviário de mercadorias MAt04 Formação de condutores de mercadorias MAt05 Formação de condutores particulares MAt06 Formação de condutores de transportes públicos MAt07 Transferência de frotas privadas para frotas públicas MAt08 Transferência modal do transporte individual para público X X X X X X X 0,79-0, Agricultura MAg1 Avaliação e promoção da retenção do carbono em solo agrícola X Fonte: Revisão do PNAC, E-value 2006 Medidas transversais MAo1 Taxa de carbono Impacto total medidas não cumpridas o? O comércio de emissões não deve ter o ónus do incumprimento dos restantes sectores. As medidas do PNAC não cumpridas podem chegar às 8.57MtCO2 (1) Impacto negativo da não implementação da medida cenário baixo e alto. medida prevista ser implementada; X sem previsão de implementação; o sem avaliação Gabinete de Planeamento Energético 21

22 A redução de emissões é mais cara no mercado ETS que no mercado entre países de Quioto Mercado Países A aplicação da Directiva do comércio de emissões e o protocolo de Kyoto resultam em dois mercados distintos Liquidez relativa entre mercados definida aquando da alocação de licenças aos sectores ETS Ligação entre preços apenas via CDMs/JIs marginais Mercado CDMs/JIs O preço do mercado de países tenderá a ser bastante mais baixo que o mercado ETS Hot-air dos países da Europa de Leste e Rússia será injectado neste mercado Guidelines transferem pressão do déficit para ETS ETS com limites de utilização de CDMs/JI Sectores não ETS com maiores potenciais de redução Mercado ETS Assumir o déficit no mercado de países é a estratégia de menor custo para Portugal Déficit menos oneroso por preço menor Evita agravar penalização na competitividade dos sectores ETS Agravamento de preços dos sectores ETS com impactos indirectos sobre a restante economia (efeito induzido) Gabinete de Planeamento Energético 22

23 A alocação proporcional do déficit ao ETS é um método mais justo Ilustração da metodologia de alocação proporcional ao ETS Metodologia Comentários ETS share Min (A; B) Dependente unicamente do valor do share dos sectores do ETS sobre emissões totais Kyoto target A Emissões possíveis ETS conforme Kyoto target B Alocação NAP ETS Independente das compras de CDM s / JI s dos governos e das potenciais medidas adicionais Esta metodologia é consentânea com a alocação anunciada em Espanha ao ETS, pelo que Portugal deve ter isso em conta para evitar impactos económicos diferenciais entre os dois países. Fonte: EDP Gabinete de Planeamento Energético 23

24 Agenda Ponto de situação do ETS Fase I ( ) Perspectivas do ETS Fase II ( ) EDP e a economia do carbono Gabinete de Planeamento Energético 24

25 A EDP tem implementado importantes iniciativas com vista à redução de emissões e maior eficiência energética Exemplos de actividades desenvolvidas 1 Plano de investimentos em geração com vista à redução das emissões específicas Redução de emissões Investimento em fundos de carbono do Banco Mundial Candidatura de projectos no Brasil a créditos de emissão via CDM Actuação da EDP na redução de emissões e eficiência energética 2 3 Informação / Formação Informação / Formação Campanha de sensibilização sobre eficiência energética para grande público + guia Envio de questionário na factura para auto-diagnóstico Projecto eficiência energética nas escolas Formação de engenheiros/arquitectos sobre técnicas de construção energeticamente eficientes Projecto de redução de emissões de CO 2 da frota automóvel Projecto de iluminação eficiente de edifícios EDP Vencedora do Prémio Europeu Greenlight Serviços de energia Oferta de serviços especializados de eficiência energética Auditoria e implementação de soluções Monitorização, Manutenção e Assistência Gabinete de Planeamento Energético 25

26 Os importantes investimentos anunciados em geração irão reduzir as emissões específicas do Grupo em 40% até 2012 Plano de investimentos no parque electroprodutor da EDP até 2012 Evolução do factor de emissão médio do parque electroprodutor da EDP g/kwh Energias renováveis MW % Hidroeléctrica (1) Eólica 730 MW MW CCGT MW TOTAL MW 2002 em ano médio (1) Inclui Baixo Sabor, Foz do Tua, Bemposta II e Picote II Fonte: EDP Gabinete de Planeamento Energético 26

27 Foram realizadas importantes iniciativas de sensibilização do público sobre eficiência energética Gabinete de Planeamento Energético 27

28 A EDP pretende dar o exemplo investindo na sua eficiência energética e oferecendo serviços inovadores aos clientes Edifícios EDP eficientes Actividades Projecto de iluminação eficiente das instalações da EDP em Coimbra EDP ganhou Prémio Europeu Greenlight 2004 Projecto de iluminação eficiente das restantes 48 lojas da EDP Projecto de iluminação eficiente de todos os ~350 edifícios administrativos da EDP Ilustração Edifício EDP Coimbra Redução emissões frota Introdução de veículos híbridos na frota EDP Gestão optimizada da frota Serviços de energia Serviços de Manutenção e Assistência Serviços para a Qualidade da Energia Eléctrica Serviços Técnicos Especializados Serviços de Eficiência Energética Gabinete de Planeamento Energético 28

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