OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE

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1 CLUSTER ENERGÉTICO DE BEJA

2 OPORTUNIDADES

3 SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA E CRESCIMENTO ECONÓMICO A sustentabilidade energética e climática é um desígnio estratégico duplo significado. Por um lado, desenvolvimento viável, é desenvolvimento com inovação e com sustentabilidade. Por outro, as estratégias de promoção da inovação e da sustentabilidade são vectores dinamizadores da actividade económica, indutores de desenvolvimento e geradores de emprego e impulsionadores de crescimento

4 OPORTUNIDADES DO CLUSTER ENERGÉTICO DE BEJA Melhorar o desempenho do tecido económico, social e institucional; Promover tecnologias mais eficientes de conversão de energia; Reduzir custos para consumidores empresariais, públicos, sociais e domésticos; Apoiar e aconselhar os agentes económicos sobre as temáticas do ambiente e optimização do consumo energético; Apoiar e aconselhar os agentes económicos sobre as temáticas do ambiente e optimização do consumo energético;

5 OPORTUNIDADES DOCLUSTER ENERGÉTICO DEBEJA Reduzir a pressão sobre os recursos públicos locais, as infra estruturas do sistema energético, os impactos económicos da exposição aos custos de abastecimento energético e potenciar as oportunidades de responsabilidade climática e de antecipação pç das alterações globais e conjunturais; Antecipar a diferenciação competitiva face à emergência de novos padrões de competitividade condicionados pela escassez de recursos, diversificação de fontes, opções tecnológicas e alterações climáticas.

6 OPORTUNIDADES DO CLUSTER ENERGÉTICO DE BEJA Promover na região a penetração e desenvolvimento de tecnologia adequada à utilização racional de energia, a sua conversão e sempre que possível o fabrico e a qualidade dos respectivos equipamentos; Promover relações entre entidades públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, com o objectivo de aproveitar todas as potencialidades da região de intervenção da agência; Promover e realizar estudos no âmbito da legislação e/ou regulamentação jurídica e administrativa, necessárias para bom funcionamento da política energética regional;

7 HORIZONTES

8 RACIONALIZAÇÃODO CONSUMO ENERGÉTICO Coordenação de iniciativas orientadas para a redução da intensidade e gestão da densidade energética envolvendo parceiros privados, institucionais, associativos e os munícipes em geral, através da melhoria do desempenho energético dos serviços urbanos, da valorização energética de resíduos, da melhoria da rede de transportes e logística, da melhoria da eficiência do ciclo urbano da água, da consideração da dimensão energética na atractividade dd do ambiente económico e na regeneração de novos espaços, iluminação pública de vias e edifícios, da valorização de projectos no mercados de compensação de emissões de gases com efeito de estufa

9 MELHORIA DA EFICIÊNCIA DO METABOLISMO URBANO Atracção de parceiros locais para envolvimento em projectos inovadores orientados para valorização da sustentabilidade t d energética nos programas de qualificação, emprego, empreendedorismo, igualdade de oportunidades, educação, mobilidade, de melhoria da qualidade dos serviços, de prevenção da enerexclusão, de reconhecimento de boas práticas, de segurança na utilização da energia, de facilitação da opção por bens e serviços energeticamente sustentáveis em especial de origem local, de apoio ao licenciamento individual de instalações de geração distribuída e renovável.

10 REFORÇO DAS COMPETÊNCIAS DO TECIDO ECONÓMICO Captação de investimentos nos sectores da valorização energética de bioresíduos, das redes logísticas eficientes, da construção e reabilitação sustentável, tá demobilidade d urbana sustentável, tá dos serviços energéticos, da monitorização e gestão remota, de energy performance contracting e third part contracting, de micro geração, geração renovável e cogeração, de certificação e acesso a boas práticas, de integração de novas tecnologias, de melhoria da produtividade dos serviços, de estabelecimento de redes de calor e frio, de disponibilização de serviços financeiros específicos, de empreendedorismo

11 REPOSICIONAMENTO COMPETITIVO DA REGIÃO Dinamização de projectos de marketing territorial suportado pela imagem de sustentabilidade e inovação, de antecipação do ajustamento ao equilíbrio de emissões de CO2, de qualidade de vida urbana, de valorização da excelência no desempenho energético, da projecção de oportunidades de investimento, mobilidade, da facilitação do acesso a instrumentos financeiros, da intervençãoenção nos grandes debates europeus, do desenvolvimento de programas de cooperação com cidades relevantes, de participação em projectos, redes e programas europeus de ciência, tecnologia, competitividade, inovação e desenvolvimento sustentável.

12 MECANISMOSDE INTERVENÇÃO Mecanismo 1: activação de parcerias e coordenação de projectos inovadores e impulsionadores da competitividade Mecanismo 2: comprometimento de agentes locais com o desempenho de indicadores de gestão da sustentabilidade e de continuada qualificação da oferta de serviços energéticos Mecanismo 3: plataforma de mobilização, inovação, sustentabilidade orientada para a continuada qualificação do posicionamento competitivo da região e para a geração de emprego

13 DINÂMICAS DE INTERVENÇÃO dinâmicas de internacionalização e de inserção nas agendas globais redes da inovação e do conhecimento captação de investimento e fixação de empresas, projectos e actividades inovadoras e de capacitação do tecido económico atracção de activos qualificados, profissionais criativos projecção internacional nas redes e fóruns globais diferenciação competitiva da região através de efeitos directos na dinamização de novos negócios da energia e indirectos através da redução da intensidade energética.

14 PROJECTOS INTEGRADOS Ganhar escala e eficiência económica nas intervenções; Combinar intervenções dispersas em pacotes consistentes, por exemplo: iluminação de edifícios públicos, equipamentos sociais, gestão de consumos de equipamentos desportivos; Aumentar a taxa de penetração de soluções eficientes: atingir mais rapidamente resultados mais significativos; Favorecer a oferta de soluções inovadoras de génese regional e assim dinamizar a economia, o investimento e o emprego; Promover a o encontro entre a procura de soluções municipal ii e institucional e a oferta de inovação dos associados empresariais

15 PROJECTOS INTEGRADOS Eficiência de edifícios de públicos,, equipamentos desportivos ou lúdicos, ou outros serviços como por exemplo hospitais, clínicas, centro de saúde, escolas, piscinas, ginásios, edifícios públicos entre outros cuja factura energética seja suportada pelo orçamento municipal; Eficiência energética de equipamentos desportivos, sociais, lúdicos e outros públicos; Iluminação pública auditoria de iluminação pública, racionalização, programas de instalação de equipamentos eficientes.

16 BOLSA REGIONAL DE SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA E CLIMÁTICA A Bolsa Regional tem por objectivo: Agregar o volume de emissões de gases de efeito de estufa evitadas num instrumento de promoção de eficiência energética; Abrir aos pequenos projectos de integração de renováveis ou de promoção de eficiência ao nível de condomínio, por exemplo um oportunidade no esforço regional de melhoria da eficiência; Transformar créditos de eficiência energética em apoio à sensibilização dos diversos públicos e agentes, empresariais e públicos, para o desígnio da sustentabilidade energética e climática.

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